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	<title>Portal Cultura PE &#187; PE meu País</title>
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		<title>Trap e pop contemporâneo agitam segunda noite do Pernambuco Meu País Verão em Aldeia</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 08:13:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121906" aria-labelledby="figcaption_attachment_121906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968634828_92f7f01402_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121906" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968634828_92f7f01402_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pernambuco Meu País Verão em Aldeia</p></div>
<p>O Parque Aldeia dos Camarás vivenciou, na noite desse sábado (06/12), mais uma imersão do Festival Pernambuco Meu País Verão, evento realizado pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Empetur. A segunda noite em Camaragibe reafirmou a vocação do projeto para jogar luz em gêneros distintos da música nacional, unindo no mesmo palco artistas que brilham na cena do pop, do trap e do rap contemporâneo. Mantendo viva a tradição, a cultura popular foi pisando devagarinho, abrindo caminhos e aterrando nas raízes pernambucanas, seguida das atrações que eletrizaram o público até o último minuto. Os encontros transformaram o lugar em um verdadeiro mosaico musical, onde o público visivelmente se saciou ao dividir o mesmo ar, tempo e espaço com artistas consagrados na cena alternativa brasileira.</p>
<div id="attachment_121907" aria-labelledby="figcaption_attachment_121907" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968440551_e646f53111_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121907" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968440551_e646f53111_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco dos Pretos</p></div>
<p>Celebrando a cultura afro-brasileira e periférica, o grupo autoral Coco dos Pretos, diretamente de Chão de Estrelas, no Recife, resgatou memórias de mestras e mestres ao abrir a noite com pisadas marcadas e movimentos encantados, sons e composições que evocam a ancestralidade.</p>
<div id="attachment_121908" aria-labelledby="figcaption_attachment_121908" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968703054_2098c3171f_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121908" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968703054_2098c3171f_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mago de Tarso</p></div>
<p>Coube a Mago de Tarso, ou o “caranguejo do trap”, dar sequência à programação da noite, mostrando como se faz a junção do ritmo com referências pernambucanas. Sua performance reafirmou o lugar do artista como uma das vozes emergentes do Estado. No repertório, Mago apresentou faixas que sintetizam sua estética musical e sua identidade artística, como “Praieira”, “Sotaque de Novela”, “Nordestino Mesmo” e “Carolina”, que é uma parceria com Major RD. Cada música funcionou como um lembrete de que o trap feito em Pernambuco carrega sotaque, compasso próprio e um olhar afiado sobre o cotidiano, conectando estética urbana com a força ancestral da cultura regional. O público correspondeu com entusiasmo, dando boas-vindas ao artista responsável por aquecer a arena para uma noite que foi marcada por contrastes sonoros.</p>
<div id="attachment_121909" aria-labelledby="figcaption_attachment_121909" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968627263_ff2b33b0cb_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121909" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968627263_ff2b33b0cb_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Xamã</p></div>
<p>Logo depois, quem assumiu o palco foi Xamã, levando ao festival a potência de seu novo trabalho, Fragmentado, álbum lançado no primeiro semestre de 2025 que reúne 25 faixas e uma ampla gama de influências, do rap que passa pelo rock e chega até a MPB. Reconhecido por improvisar pontes entre gêneros e desafiar classificações rígidas, o artista apresentou um show que transitou entre faixas inéditas do disco e hits que consolidaram sua carreira. O público vibrou especialmente quando Xamã tirou da cartola sucessos como “Leão” e “MAMA.CITA (hasta la vista)”, sua parceria explosiva com Luísa Sonza. A entrega de palco e o momento artístico que vive consolidam o rapper como um dos nomes mais plurais do pop-rap nacional.</p>
<div id="attachment_121910" aria-labelledby="figcaption_attachment_121910" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968632073_ee8782cc25_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-121910" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968632073_ee8782cc25_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Duda Beat</p></div>
<p>Com a energia já elevada, Duda Beat levou ao palco ritmos brasileiros e temas afetivos que lhe rendem o título de “rainha da sofrência pop”. A pernambucana, em fase de divulgação de seu álbum Tara e Tal, apresentou um show que alternou momentos dançantes e outros mais dramáticos, refletindo sua trajetória de crescente reconhecimento nacional. O repertório da noite reforçou sua conexão com o público, costurando faixas recentes e clássicos da carreira, como “Teu Beijo”, “Meu Jeito de Amar”, “Chapadinha”, “Chega”, “Bédi Beat”, “Bolo de Rolo”, “Todo Carinho”, “NIGHT MARé”, “Tu e Eu”, “Na Tua Cabeça”, “Pessoa Errada” e “Tangerina”. O público respondeu com coro, dança e um clima de celebração que tomou conta do Parque Aldeia dos Camarás num dos momentos de maior êxtase da noite.</p>
<div id="attachment_121911" aria-labelledby="figcaption_attachment_121911" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968453581_71921f5272_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121911" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54968453581_71921f5272_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Luísa Sonza</p></div>
<p>Encerrando a segunda noite do Pernambuco Meu País Verão, Luísa Sonza entregou ao público um espetáculo digno de sua posição entre os grandes nomes do pop nacional atualmente. Com performance intensa, vocais firmes e coreografias milimetricamente costuradas por um corpo de baile impecável, a artista levou ao palco uma seleção de sucessos que marcam sua trajetória na indústria musical. O setlist percorreu hits como “Sou Musa do Verão”, “Sentadona”, “Anaconda”, “Fama”, “Toma”, “Chico” e “Braba”, mesclando sensualidade, força pop e carisma. A apresentação de Luísa Sonza, que, aliás, foi marcada pelo alto nível de produção e pela presença magnética da cantora, transformou o encerramento em um grande momento de catarse coletiva, com o público cantando cada refrão e coladinho na grade na intenção de acessar mais a energia da artista.</p>
<div id="attachment_121912" aria-labelledby="figcaption_attachment_121912" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54967555562_e9694298ed_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-121912" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54967555562_e9694298ed_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pernambuco Meu País Verão em Aldeia</p></div>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong> &#8211; O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, iniciou a edição de verão do Pernambuco Meu País neste fim de semana no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia, reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional. O evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p>A terceira noite do Pernambuco Meu País Verão, neste domingo (07/12), evidencia a proposta do festival de construir pontes culturais. Será a vez do brega ecoar. Mas diferente dos outros dias, a programação começa mais cedo, às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto Meu Coração é Brega, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão – Camaragibe/Aldeia:</strong><br />
<strong>07/12 – Domingo</strong><br />
16h – Getúlio Cavalcanti<br />
17h10 – Meu Coração é Brega com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega<br />
20h10 – Banda Kitara<br />
21h40 – Michelle Andrade<br />
23h40 – Priscila Senna<br />
DJ Kananda PX nos intervalos</p>
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		<title>Pernambuco Meu País 2025 celebra a cultura em dez cidades do Sertão e Agreste do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 16:49:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119080" aria-labelledby="figcaption_attachment_119080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-13.43.15.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119080" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-13.43.15-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Coletiva de imprensa para anúncio da programação aconteceu na sexta-feira (11/07)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Terreno fértil para o desenvolvimento das mais diversas linguagens artísticas, o sentimento de pertencimento e identificação cultural faz de Pernambuco uma verdadeira nação que ultrapassa as fronteiras que delimitam um estado. Após dois séculos e oito anos da revolução que até hoje reafirma o bairrismo de todo bom pernambucano, quando em 1817 o território se transformou em uma república independente por 74 dias, a ancestralidade e as tradições culturais ecoam ainda mais alto e fazem da terrinha destino desejado pelo mundo. Celebrando essa força que movimenta e propondo um intercâmbio cultural, o Festival Pernambuco Meu País, realizado pelo Governo do Estado com investimento estimado em mais de R$ 30 milhões, chega à 2ª edição se consagrando como um dos eventos de maior itinerância do Brasil. Em 2025, a circulação acontece entre os dias 25 de julho e 07 de setembro, deixando a sua marca em dez municípios do Estado. Do Sertão ao Agreste, serão mais de 20 dias de programação multicultural. Uma festa que deixa e recebe um tanto fincando raízes, proporcionando encontros, trocas de saberes e entrando para o imaginário popular.</p>
<p>Convidando nativos e turistas a pegarem estrada em busca de explorar o que há de mais belo da cultura pernambucana, o Festival Pernambuco Meu País leva na bagagem atrações que dialogam com todas as linguagens, com mais de 900 intervenções artísticas de todo País, mantendo foco nas culturas populares e personalidades locais como guia de uma programação plural, descentralizada e gratuita. O portal multicultural transforma cada cidade em um grande palco para as expressões da identidade, abrindo caminhos para as artes circenses, artes visuais, artesanato, audiovisual, fotografia, gastronomia, literatura, moda, culturas populares, dança, música e teatro. Em cada município, durante três dias consecutivos, o público vivenciará espetáculos, shows, cortejos, feiras criativas, ações formativas, entre outras atividades.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País passará pelos municípios Salgueiro (todas as linguagens) e Triunfo (música), entre os dias 25 e 27 de julho;  Buíque (todas as linguagens), entre os dias 1° e 03 de agosto; Bezerros/Serra Negra (todas as linguagens) e Taquaritinga do Norte (música), entre os dias 08 e 10 de agosto; Pesqueira (todas as linguagens), entre os dias 15 e 17 de agosto; Gravatá (todas as linguagens), entre os dias 22 e 24 de agosto; Arcoverde (todas as linguagens) e Riacho das Almas (música), entre os dias 29 e 31 de agosto; e Caruaru (todas as linguagens), entre os dias 05 e 07 de setembro. Nesse percurso, o festival segue incentivando e potencializando o mercado criativo do Estado, evidenciando o potencial turístico-cultural e movimentando a economia local. A andança pelo interior alcançará 1.712 km e mais de 840 mil pernambucanos impactados diretamente.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País caiu no gosto popular e nada mais justo do que retomarmos esse evento, de maneira ampliada e com novidades. Teremos mais de 20 dias de intensa programação, com apresentações em diversas linguagens culturais, atividades formativas e uma série de outras ações. É um festival itinerante que irá espalhar alegria, movimentará o setor hoteleiro e aquecerá a economia por onde passar”, <b>afirma a governadora Raquel Lyra.</b></p>
<p>“A proposta do Governo de Pernambuco é realizar, nos territórios do Agreste e Sertão, um grande festival democrático que celebra a diversidade e a potência da nossa cultura. Serão mais de 20 dias de programação gratuita, passando por dez cidades e reunindo múltiplas linguagens artísticas. O Festival Pernambuco Meu País 2025 será um espaço de encontros e intercâmbios entre artistas, promovendo a valorização das identidades locais e deixando um legado cultural duradouro para o Estado”,<b> destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</b></p>
<p>“Mais do que um evento, o Festival Pernambuco Meu País é uma política pública estruturante, que fortalece a cadeia produtiva da cultura com foco na descentralização, na diversidade e na valorização das culturas populares. A curadoria desta edição reafirma o protagonismo dos nossos artistas, com atenção especial às manifestações tradicionais, mas também abrindo espaço para o diálogo com outras linguagens como o cinema, o teatro, a dança, o circo, o artesanato, a gastronomia, a literatura, a moda, as artes visuais e a música em suas múltiplas expressões”, <b>ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretária de Cultura (Secult-PE), da Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), e conta com apoio institucional da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-PE), Secretaria da Saúde (SES-PE), Secretaria da Mulher (SecMulher-PE), Secretaria de Defesa Social (SDS), Secretaria de Turismo (Setur-PE), Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Conservatório Pernambucano de Música (CPM)  e Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), além das prefeituras dos municípios que receberão a programação.</p>
<p><b>CONCEITO &#8211; </b>A curadoria do Festival Pernambuco Meu País propõe uma ampla itinerância cultural que movimenta o mercado criativo do Estado, fortalecendo a cena artística, aproximando artistas e públicos e reafirmando o papel de Pernambuco como uma potência cultural e turística do Brasil. Ao longo de pouco mais de um mês, dez cidades do Agreste e do Sertão se transformam em palcos efervescentes de arte e convivência, com três dias seguidos de atividades intensas e encontros com artistas de diversas partes do Brasil.</p>
<p>Mais do que um festival, o Pernambuco Meu País é um espaço de confluência entre linguagens artísticas, regiões e territórios simbólicos. A proposta é tecer, de forma acessível e afetiva, um panorama vibrante da diversidade cultural pernambucana em diálogo com expressões nacionais, conectando gêneros, estéticas, modos de vida e saberes que compõem a rica identidade de um povo que constrói sua história com arte, memória e resistência.</p>
<p><b>HOMENAGEADOS &#8211; </b>A edição 2025 presta tributo a três grandes nomes que simbolizam a força da tradição, da criação e da resistência: o ceramista caruaruense Mestre Manuel Eudócio (em memória), a mestra do coco de Arcoverde Severina Lopes e o rabequeiro e folclorista da Zona da Mata Mestre Salustiano (em memória). Suas trajetórias, profundamente enraizadas na arte popular, são faróis que iluminam o caminho do festival, conduzindo o público por entre territórios de saberes, corpos, memórias e encantamentos.</p>
<p>Natural de Alto do Moura, em Caruaru, Manuel Eudócio foi um ceramista que se destacou no estilo figurativo, influenciado por Mestre Vitalino. Com mais de 80 anos de trajetória, produziu cerca de 50 mil peças em barro cru, retratando cenas do cotidiano nordestino — de Lampião e Maria Bonita ao bumba‑meu‑boi. Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2002, seu legado segue vivo em coleções e museus</p>
<p>Manoel Salustiano Soares, Mestre Salustiano ou apenas Mestre Salu, artista múltiplo e produtor de espetáculos e folguedos tradicionais organizados e mantidos em família, nasceu a 12 de novembro de 1945, em Aliança, e foi lá, na Zona da Mata Norte, que se iniciou no universo cultural de que é um dos mais afamados representantes. O filho de Maria Tertunila da Conceição aprendeu a ler, escrever e sempre teve inteligência suficiente para tirar o máximo proveito dos dotes artísticos. Foi uma figura central da cultura popular pernambucana. Cortador de cana na infância, aprendeu a tocar rabeca com seu pai aos sete anos e dedicou sua vida à preservação de manifestações como ciranda, coco, maracatu, caboclinho e, principalmente, o cavalo-marinho, campo em que se tornou um dos maiores mestres, criando o grupo Boi Matuto em 1968. Fundou o Maracatu Rural Piaba de Ouro (1997) e, em 2002, foi reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. Durante mais de dez anos organizou o festival da rabeca e coordenou a Casa da Rabeca do Brasil. Mentor de gerações, incluiu nomes como Siba, Antônio Nóbrega e Chico Science em sua influência e legado.</p>
<p>Arcoverdense, com 90 anos de idade, Severina Lopes é prestigiada pelo público que se identifica com o coco e por sua contribuição à difusão do ritmo pelo mundo. Precursora do coco em sua cidade, fundou a Associação Cultural Samba de Coco Irmãs Lopes e a sala de artes Museu Ivo Lopes. É uma das grandes vozes do coco de roda de Arcoverde. Sua arte é</p>
<p>corpo inteiro que canta, dança e pisa. Ela transforma o chão em instrumento. Sua voz é marcante, seu canto é rito e seu refrão é resistência. A Mestra convoca a roda da vida, evoca ancestralidade e pertencimento.</p>
<p><b>NOVIDADES DESTA EDIÇÃO – </b>Este ano o festival começa antes mesmo de começar.<b> </b>Sempre nas quintas-feiras, o grupo mambembe Trupe Pernambuco Meu País chega em cada cidade convidando o público para adentrar no clima do festival, com muita brincadeira e diversão. Já o FormaPE movimenta as cidades-sede a partir das quartas-feiras com oficinas e workshops. Outras oportunidades de formação e troca de conhecimentos são o Rede PE Meu País, com ações de órgãos do governo estadual, e os fóruns “Cadeia Produtiva da Cultura, da Criação ao Mercado”. Em algumas cidades, o Pernambuco Meu País Descentralizado leva uma mostra do festival para fora do centro.<b> </b>No palco principal Pernambuco Meu País, as novidades ficam por conta das atrações de abertura:<b> </b>nas sextas, o espetáculo inédito Pernambuco Meu País, e nos sábados e domingos, artistas<b> </b>da cultura popular.</p>
<p><b>ESPETÁCULO DE ABERTURA</b> &#8211; Inspirando-se na obra dos três homenageados e com referência nas manifestações culturais de Pernambuco, o espetáculo inédito de dança e música, intitulado Pernambuco Meu País, será apresentado ao público durante as aberturas das programações do palco principal de cada cidade, sempre nas sextas-feiras, com 30 minutos de duração. A peça, que leva o nome do festival, tem a direção da coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo e trilha sonora de Maciel Salu, filho do homenageado Mestre Salustiano. O projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Atividades Culturais da Fundarpe.</p>
<p><b>CORTEJO BRINCANTES – </b>Estão previstos 29 cortejos que farão um passeio por cada cidade que receberá o festival.</p>
<p><b>CONVOCATÓRIA NACIONAL</b> &#8211; Por meio de um edital democrático e aberto para artistas de todo o Brasil, foram recebidas 2.329 inscrições de artistas e fazedores de cultura de todos os cantos do País, um recorde nas ações culturais promovidas em Pernambuco.</p>
<p>Ao todo, serão promovidas mais de 900 ações culturais: 57 de artes circenses, 19 de artes visuais, 9 de artesanato, 25 de audiovisual, 221 de culturas populares, 34 de dança, 5 de fotografia, 21 de gastronomia, 17 de literatura, 12 de moda, 256 de música, 37 de teatro, além das feiras de artesanato e gastronomia e atividades formativas.</p>
<p><b>ATRAÇÕES CONFIRMADAS</b></p>
<p><b>Palco Pernambuco Meu País</b> – O palco principal Pernambuco Meu País reúne nomes nacionais e pernambucanos de vários estilos musicais e levará a Salgueiro nomes como Kelvis Duran, Adílson Ramos, Juarez, Pablo, Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, Douglas Leon, Ramon Schnayder, Xande de Pilares, Xanddy Harmonia, Coral Aboios de Serrita, Joquinha Gonzaga, Anjo Azul, Mastruz com Leite e Limão com Mel.</p>
<p>Em Buíque, Antúlio Madureira, Banda de Pau e Corda, Mano Walter, Roberta Miranda, Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda, Rogéria Dera, Sofia Freire, Silva, Luedji Luna, Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Barbarize, Jéssica Caetano, Hungria e Xamã.</p>
<p>Bezerros (Serra Negra) contará com artistas como Lia de Itamaracá, Banda Ave Sangria, Lobão, Jota Quest, Afoxé Alafin Oyó, Renata Rosa, Tássia Reis, Mago de Tarso, Baiana System, Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda, Morganna Bernardo, Cátia de França, Frevo Mulher (Nena Queiroga, Gabi Amarantes, Roberta Sá e Maria Gadú) e Teatro Mágico.</p>
<p>Já em Pesqueira, Doralyce, Teto, L7nnon, Matuê, Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte, Nando Cordel, Xangai, Juliana Linhares, Zeca Baleiro, Coco de Mulheres, Cascabulho, Clara Sobral, Michele Andrade, Vitor Fernandes.</p>
<p>Em Gravatá haverá atrações clássicas como Fagner Chagas, Mara Pavanelly, Tarcísio do Acordeon, Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lopes, Diogo Nogueira, Alexandre Pires, Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini Cavadão e Falcão.</p>
<p>Arcoverde terá Lirinha, Nação Zumbi, Wiu, Maneva, Samba de Coco Irmãs, Lopes, Mestre Ambrósio, Viradouro, Mart´nália, Seu Jorge, João do Pife e Banda Dois Irmãos, Quinteto Violado, Petrúcio Amorim, Batista Lima e Projeto Dominguinho (João Gomes, Mestrinho e Jota.pê).</p>
<p>E fechando em Caruaru, Junio Barreto, José Augusto, Fábio Jr., Alcione, Maracatu Piaba de Ouro, Lucas Mamede, Tiago Iorc, Criolo, Iza, Meu Coração é Brega (Bandida, Ovelha Negra, Sedutora e Amigas do Brega), Conde, Toque Dez e Tierry.</p>
<p><b>CIDADES E POTENCIALIDADES</b></p>
<p><b>Salgueiro </b>- é um município brasileiro do interior do estado de Pernambuco, Região Nordeste do país. Conhecido também como encruzilhada do nordeste, localizando-se a oeste da capital estadual, a uma distância de 513 km de Recife. Será a primeira cidade a receber o Festival Pernambuco Meu País em 2025.</p>
<p><b>Triunfo </b>- Cidade mais alta do Estado, terra dos Caretas, tem um dos maiores potenciais turísticos culturais de Pernambuco e está no Sertão, com 14 mil habitantes. O destaque se dá, principalmente, pelas suas características geográficas, históricas e artísticas, além de estar localizada no berço da poesia popular nordestina. Por meio da iniciativa, o município receberá apoio do Festival Pernambuco Meu País durante a tradicional Festa dos Estudantes de Triunfo, com apoio ao palco musical do evento.</p>
<p><b>Buíque &#8211; </b>No Sertão pernambucano, Buíque guarda o segundo maior parque arqueológico do Brasil, o Vale do Catimbau. Marcada pelas paisagens de caatinga, a cidade também é berço cultural, com pinturas rupestres, terras indígenas e tradições quilombolas, com destaque para a arte do entalhe em madeira.</p>
<p><b>Bezerros/Serra Negra </b>- Com altitude de 957 metros, Serra Negra, no Agreste, tem uma população de 52 mil pessoas, é um local ideal para quem gosta daquele friozinho nas proximidades do 10ºC e tem sido destino de variados turistas pernambucanos e de outras localidades do Brasil e do mundo.</p>
<p><b>Pesqueira </b>- Pesqueira, terra dos caiporas, das igrejas, casarões e dos povos Xucurus. Localizada no coração do Agreste pernambucano, a cidade do doce e da renda é o destino certo para os turistas que querem aproveitar um lugar em que as tradições religiosas e culturais reinam durante todo o ano.</p>
<p><b>Gravatá &#8211; </b>No Agreste, tem destaque pela sua gastronomia e receptividade com os seus visitantes. A cidade tem 86 mil moradores e garante aos turistas lazer e cultura com destaque para seu mercado central, que mescla música, gastronomia e artesanato.</p>
<p><b>Arcoverde </b>- Porta de entrada do Sertão pernambucano, Arcoverde conta com 77 mil habitantes e é uma cidade rica culturalmente, tendo as tradições populares como seu principal atrativo. Samba de coco trupé, bois, artes visuais e, principalmente a musicalidade de seus compositores fazem do município um território fundamental nas rotas turísticas de Pernambuco.</p>
<p><b>Riacho das Almas</b> -<b> </b>O município de Riacho das Almas faz parte da Região de Desenvolvimento do Agreste Central, localizada na Mesorregião do Agreste Pernambucano. Originalmente, a localidade de Riacho das Almas era chamada de Trapiá, distrito criado pela lei municipal nº 149, de 21 de dezembro de 1919, subordinado ao município de Caruaru, e só posteriormente recebeu a denominação que mantém até hoje. Em 30 de dezembro de 1953, a lei estadual nº 1.819, elevou o distrito à condição de município, desmembrando-o de Caruaru.</p>
<p><b>Caruaru </b>- Famosa pelas festas juninas e sua cultura, a cidade de Caruaru reúne milhares de visitantes todos os anos com muita música, dança e cultura popular. Além de ser reconhecida nacional e internacionalmente como berço econômico, industrial e cultural, o município tem 378 mil habitantes e também é conhecido como a Capital do Forró e do Agreste.</p>
<p><b>Taquaritinga do Norte </b>- A “Dália da Serra”, com cerca de 25 mil habitantes, é conhecida por sua rica história, cultura vibrante e belezas naturais. O clima ameno também atrai visitantes, além das belas construções coloniais, igrejas centenárias e praças encantadoras. O Festival Pernambuco Meu País apoiará o palco musical do Festival Café Cultural, que já está na 6ª edição e promove o resgate da cultura do café, colocando o município no mercado internacional diante da qualidade do grão produzido.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO – PALCO PERNAMBUCO MEU PAÍS</b></p>
<p><strong>SALGUEIRO</strong></p>
<p><b>25/07</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Kelvis Duran</p>
<p>Adilson Ramos</p>
<p>Juarez</p>
<p>Pablo</p>
<p>DJ Pedro Humberto (intervalos)</p>
<p><b>26/07</b></p>
<p>Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho</p>
<p>Douglas Leon</p>
<p>Ramon Schnayder</p>
<p>Xande de Pilares</p>
<p>Xanddy Harmonia</p>
<p>Murilo França DJ (intervalos)</p>
<p><b>27/07</b></p>
<p>Coral Aboios de Serrita</p>
<p>Joquinha Gonzaga</p>
<p>Anjo Azul</p>
<p>Mastruz com Leite</p>
<p>Limão com Mel</p>
<p>DJ Kaliu (intervalos)</p>
<p><b>BUÍQUE</b></p>
<p><b>01/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Antúlio Madureira</p>
<p>Banda de Pau e Corda</p>
<p>Mano Walter</p>
<p>Roberta Miranda</p>
<p>DJ Anunnak (intervalos)</p>
<p><b>02/08</b></p>
<p>Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda</p>
<p>Rogéria Dera</p>
<p>Sofia Freire</p>
<p>Silva</p>
<p>Luedji Luna</p>
<p>DJ Spider (intervalos)</p>
<p><b>03/08</b></p>
<p>Samba de Coco Raízes de Arcoverde</p>
<p>Barbarize</p>
<p>Jéssica Caetano</p>
<p>Hungria</p>
<p>Xamã</p>
<p>DJ Tiger (intervalos)</p>
<p><b>BEZERROS &#8211; SERRA NEGRA</b></p>
<p><b>08/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Lia de Itamaracá</p>
<p>Banda Ave Sangria</p>
<p>Lobão</p>
<p>Jota Quest</p>
<p>DJ Salvador (intervalos)</p>
<p><b>09/08</b></p>
<p>Afoxé Alafin Oyó</p>
<p>Renata Rosa</p>
<p>Tássia Reis</p>
<p>Mago de Tarso</p>
<p>Baiana System</p>
<p>DJ Ari Falcão (intervalos)</p>
<p><b>10/08</b></p>
<p>Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda</p>
<p>Morganna Bernardo</p>
<p>Cátia de França</p>
<p>Frevo Mulher com Nena Queiroga, Gaby Amarantos, Roberta Sá e Maria Gadu</p>
<p>Teatro Mágico</p>
<p>DJ Renna (intervalos)</p>
<p><b>PESQUEIRA</b></p>
<p><b>15/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Doralyce</p>
<p>Teto</p>
<p>L7nnon</p>
<p>Matuê</p>
<p>DJ Baloo (intervalos)</p>
<p><b>16/08</b></p>
<p>Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte</p>
<p>Nando Cordel</p>
<p>Xangai</p>
<p>Juliana Linhares</p>
<p>Zeca Baleiro</p>
<p>DJ Big (intervalos)</p>
<p><b>17/08</b></p>
<p>Coco das Mulheres</p>
<p>Cascabulho</p>
<p>Clara Sobral</p>
<p>Michele Andrade</p>
<p>Vitor Fernandes</p>
<p>DJ Nuno (intervalos)</p>
<p><b>GRAVATÁ</b></p>
<p><b>22/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Fagner Chagas</p>
<p>Dorgival Dantas</p>
<p>Mara Pavanelly</p>
<p>Tarcísio do Acordeon</p>
<p>DJ Armandinho Reggae (intervalos)</p>
<p><b>23/08</b></p>
<p>Afoxé Omim Sabá</p>
<p>Lucas dos Prazeres</p>
<p>Gerlane Lopes</p>
<p>Diogo Nogueira</p>
<p>Alexandre Pires</p>
<p>DJ João Guerra (intervalos)</p>
<p><b>24/08</b></p>
<p>Família Salustiano e a Rabeca Encantada</p>
<p>Chico Chico</p>
<p>Lenine</p>
<p>Biquini Cavadão</p>
<p>Falcão</p>
<p>DJ 440 (intervalos)</p>
<p><b>ARCOVERDE</b></p>
<p><b>29/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Lirinha</p>
<p>Nação Zumbi</p>
<p>Wiu</p>
<p>Maneva</p>
<p>Renato L (intervalos)</p>
<p><b>30/08</b></p>
<p>Samba de Coco Irmãs Lopes</p>
<p>Mestre Ambrósio</p>
<p>Viradouro</p>
<p>Mart´nália</p>
<p>Seu Jorge</p>
<p>Infa Vermelho (intervalos)</p>
<p><b>31/08</b></p>
<p>João do Pife e Banda Dois Irmãos</p>
<p>Quinteto Violado</p>
<p>Petrúcio Amorim</p>
<p>Batista Lima</p>
<p>Projeto Dominguinho com João Gomes, Mestrinho e Jota Pê</p>
<p>Duart (intervalos)</p>
<p><b>CARUARU</b></p>
<p><b>05/09</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Junio Barreto</p>
<p>José Augusto</p>
<p>Fábio Jr</p>
<p>Alcione</p>
<p>DJ Vibra (intervalos)</p>
<p><b>06/09</b></p>
<p>Maracatu Piaba de Ouro</p>
<p>Lucas Mamede</p>
<p>Tiago Iorc</p>
<p>Criolo</p>
<p>Iza</p>
<p>DJ Nadejda (intervalos)</p>
<p><b>07/09</b></p>
<p>Meu Coração é Brega, com Banda Bandida, Ovelha Negra, Sedutora, Amigas do Brega</p>
<p>Conde</p>
<p>Toque Dez</p>
<p>Tierry</p>
<p>DJ Kananda PX (intervalos)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>De Geraldo Azevedo a João Gomes: gerações que entendem e nutrem o valor da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nada é por acaso. O cantor, compositor e instrumentista Geraldo Azevedo ser uma das atrações do palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda é educativo e reflete nossa história. A geração dele plantou uma semente lá atrás, no início dos anos 1970, que permitiu a existência desse festival. Uma geração que entendeu a cultura popular e a importância de sua inserção na música brasileira e da união com a cultura pop. As atrações que passaram por esse palco na tarde/noite desta Terça-Feira Gorda (4), na Praça do Carmo, comprovaram isso: da Orquestra Arruando, passando por banda Eddie, até os também cantores Almério, Renatto Pires e João Gomes, todos são fruto desse legado. O próprio Geraldo, 80 anos de idade recém-completados, perpetua essa missão quando reinventa seu próprio repertório e faz um show completo como se estivesse em cima de um trio elétrico.</p>
<p>A programação inteira se desenrolou nesta terça num verdadeiro crossover temporal e de confluência de ritmos e referências culturais pernambucanas. A começar pela recifense Orquestra Arruando, que sob a batuta do maestro Nilo Otaviano deu o esquente necessário ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Olinda, ao som de standards do frevo com uma pegada mais contemporânea, aproveitando o clima dos foliões que desde manhã já subiam e desciam as ladeiras do Sítio Histórico nesse ritmo.</p>
<p>Com uma identidade muito forte com a Cidade Patrimônio, a banda Eddie entrou em cena na mesma vibe. O grupo, que ao longo da carreira de mais de 30 anos gravou vários temas de folia que dariam para fazer um show apenas com esse repertório, trouxe sua habitual versão carnavalesca Original Olinda Style. Em meio a sua longa lista de clássicos, como <em>Desequilíbrio</em>, <em>Quando a Maré Encher</em>, <em>Pode Me Chamar</em>, <em>Lealdade</em>, <em>Bairro Novo/Casa Caiada</em> e <em>Vida Boa</em>, intercalou suas releituras de frevos como <em>Hino dos Batutas de São José</em> (João Santiago), <em>É de Fazer Chorar</em> (Luiz Bandeira) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (Capiba).</p>
<p>Um dos maiores nomes da nova geração da chamada cena musical pernambucana, o cantor e compositor Almério, natural de Altinho (Agreste), subiu ao palco com todo o impacto visual que lhe é peculiar. &#8220;Eu não vim só cantar. Vim brincar Carnaval&#8221;, anunciou. Como também lhe é de praxe, o músico deu seu recado sobre a importância do respeito à mulher, às pessoas negras e LGBTQIAPN+ e aos povos originários em meio a um repertório autoral, que também é cantado pelo Brasil por grandes nomes da MPB, misturando com sucessos de Alceu Valença, Rita Lee, Johnny Hooker, Otto, Raphaela Santos e Martins.</p>
<p>Prata da casa, o cantor Renatto Pires, filho pródigo do bairro de Rio Doce (Olinda), comemorou oito anos de participação no Carnaval da cidade com um repertório que chamou de &#8220;mais maluco&#8221;. Ou seja: com pura diversão botando o baile para gerar com um mix de frevo e pancadão com direito a releituras de clássicos da MPB.</p>
<p>A reverência, de público e artistas, atingiu o ápice na apresentação de Geraldo Azevedo. Com mais de 60 anos de carreira, o músico nascido em Petrolina (Sertão) revisitou seis décadas dessa infinita experimentação e comunhão da música pop com a cultura popular que foi semeada por sua geração. E tudo em um ritmo alucinante, com arranjos de frevo de rua, como se estivesse em cima de um trio elétrico em pleno desfile do Galo da Madrugada, apenas com um breve respiro numa versão mais lenta que as demais, com a canção Dia Branco. A plateia cantou com o jovem agora octogenário e o saudou o tempo inteiro.</p>
<p>A noite encerrou com o fenômeno João Gomes. Natural de Serrita (Sertão), 22 anos de idade, ele é a prova de que aquela semente da geração de Geraldo foi bem plantada. Craque do piseiro e do forró moderno, João Gomes entrou no palco acolhido pela bandeira de Pernambuco e cantando <em>A Praieira</em>, de Chico Science. Em meio a seu repertório mais contemporâneo, rendeu tributo a Alceu Valença (<em>Anunciação</em>) e ao forró mais tradicional de Luiz Gonzaga (<em>Numa Sala de Reboco</em>, com Zé Marcolino; e <em>Sabiá</em>, com Zé Dantas) e Accioly Neto (<em>Espumas ao Vento</em>). Uma prova irrefutável de que, mesmo diante de tantas transformações ao longo do tempo, a cultura popular e a música pernambucana caminham juntas de uma forma sólida e conceitual. Evoé!</p>
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		<title>Tradição e inovação: o Sucesso do Palco Pernambuco Meu País Olinda no Carnaval de 2025</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 08:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Academia da Berlinda]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval olinda]]></category>
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		<category><![CDATA[PE meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Romero Ferro]]></category>

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		<description><![CDATA[O palco Pernambuco Meu País Olinda seguiu com uma programação de alta qualidade para o público, que lotou a Praça do Carmo, nesta segunda-feira (3) de carnaval. Com um espaço que une tradição e inovação, o local recebeu apresentações da Orquestra de Bolso (PE), Academia da Berlinda (PE), Romero Ferro (PE), Duda Beat (PE) e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116443" aria-labelledby="figcaption_attachment_116443" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116443" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">O palco Pernambuco Meu País Olinda seguiu com uma programação de alta qualidade para o público, que lotou a Praça do Carmo, nesta segunda-feira (3) de carnaval. Com um espaço que une tradição e inovação, o local recebeu apresentações da Orquestra de Bolso (PE), Academia da Berlinda (PE), Romero Ferro (PE), Duda Beat (PE) e Luísa Sonza (RS). A fusão do frevo com o pop e a energia contagiante do público transformaram a noite em um dos maiores destaques do carnaval de Olinda.</p>
<div id="attachment_116444" aria-labelledby="figcaption_attachment_116444" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116444" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A Orquestra de Bolso abriu a noite de shows em Olinda. Fundado em 2015, o grupo combina elementos da cultura pernambucana com novas sonoridades ao reinterpretar clássicos do Frevo e músicas contemporâneas. Foi impossível ficar parado ao som de hits como Eu Quero Botar Meu Bloco Na Rua, Ciranda de Maluco e Lucro.</p>
<div id="attachment_116446" aria-labelledby="figcaption_attachment_116446" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-3-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116446" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-3-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Em seguida, foi a vez da Academia da Berlinda levar todo o seu autêntico Original Olinda Style para o palco. O público se uniu em um grande coro, cantando em alto e bom som os sucessos da banda. Só de Tu, Fui Humilhado, Dorival e Agressive Não foram algumas das músicas que ecoaram pela Praça do Carmo. Durante a coletiva de imprensa, Yuri Rabid (baixo e voz) comentou sobre a emoção de ouvir o público entoar as músicas do grupo. &#8220;É muito gratificante! Estamos com 20 anos de banda e ver o público cantar o nosso repertório autoral não tem preço”, declarou.</p>
<div id="attachment_116445" aria-labelledby="figcaption_attachment_116445" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116445" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Logo em seguida, Romero Ferro fez todo mundo dançar com Frevália, seu trabalho mais recente que mistura frevo, pop e o brega recifense. Com um show preparado especialmente para o público de Olinda, Romero contagiou a todos. “Este é um palco que está unindo a cultura pernambucana com a música pop. No Frevália, eu reforço a ideia de que o frevo é um ritmo popular e deve ser esse guarda-chuva de possibilidades para explorar, expandir e combinar com outros ritmos”, explicou.</p>
<div id="attachment_116447" aria-labelledby="figcaption_attachment_116447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-6-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116447" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-6-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Pela primeira vez no Carnaval de Olinda, a pernambucana Duda Beat emocionou o público com sua apresentação. Os fãs cantaram com entusiasmo hits como Tangerina, Bixinho e Meu Pisêro. Para ela, o grande diferencial do carnaval de Pernambuco está no público. “O nosso amor pela nossa cultura e por tudo o que é produzido aqui é imenso. A gente ama o que é feito na nossa terra. Estou no carnaval de Olinda pela primeira vez e estou muito animada, espero que seja a primeira de muitas”, disse.</p>
<div id="attachment_116448" aria-labelledby="figcaption_attachment_116448" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-7-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116448" alt="Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-7-1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Mestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Para fechar com chave de ouro, Luísa Sonza incendiou o palco do Pernambuco Meu País Olinda. Com muita presença de palco e energia contagiante, a cantora levou o público ao delírio com seus maiores sucessos. A mistura de pop e funk, acompanhada de uma performance cheia de atitude, fez a Praça do Carmo vibrar do começo ao fim. Em coletiva, ao ser questionada sobre seus planos para o Nordeste, Luísa afirmou: “A minha equipe sabe o quanto eu amo o Nordeste, eu chego aqui e sinto um amor, uma conexão, algo que transborda de mim, sabe? Quando venho para cá, gosto de passar mais tempo, me jogo mesmo. Amo a energia desse lugar.”</p>
<div id="attachment_116449" aria-labelledby="figcaption_attachment_116449" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_20250303_215550932_HDR-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-116449" alt="Foto: Rafael Oliveira" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_20250303_215550932_HDR-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Rafael Oliveira</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Para a secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, o palco Pernambuco Meu País Olinda tem superado as expectativas. “A quantidade de público demonstra que o palco é um sucesso, como imaginamos que seria. Foi projetado para isso. Olinda é uma cidade que pulsa cultura de todas as formas, em todas as esquinas. Portanto, o público reflete exatamente o que o projeto é: grandioso.” Ela também lembrou: “Ainda dá tempo de curtir o Pernambuco Meu País. Vamos até quarta-feira. Convido todo mundo a estar aqui com a gente, aproveitando essa cultura e a imensidão que é o estado de Pernambuco”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 abre inscrições para o credenciamento da imprensa</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 16:00:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), convoca os profissionais de comunicação para o credenciamento da imprensa interessada na captação de imagens das apresentações durante o período carnavalesco dos palcos do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (jardim [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116349" alt="CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/CREDENCIAMENTO-DE-IMPRENSA-Carnaval_BANNER-607x151.jpg" width="607" height="151" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), convoca os profissionais de comunicação para o credenciamento da imprensa interessada na captação de imagens das apresentações durante o período carnavalesco dos palcos do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (jardim do centro cultural Cais do Sertão) e Olinda (Praça do Carmo).</p>
<p>O credenciamento de imprensa se dará por meio de <a title="Credenciamento Frontstage Pernambuco Meu País no Carnaval | RECIFE e OLINDA" href="https://docs.google.com/forms/d/1iF1fq4VFWOfRgcqfR7jIu5B0a7tnsWtat2nBbNXac_o/edit#responses" target="_blank"><strong>formulário eletrônico</strong></a>. O credenciamento se faz necessário aos profissionais de imprensa que, durante o expediente de trabalho, queiram ter acesso ao frontstage para captação de imagens em ambos os palcos e para participação de coletiva de imprensa com os artistas na Sala de Imprensa, exclusivamente, do palco Olinda, com a devida autorização prévia da organização do evento.</p>
<p>A organização do evento conta com a compreensão e a colaboração de todas e todos para uma ótima cobertura e está à disposição para informações adicionais ou esclarecimentos.</p>
<p>CRITÉRIOS – Podem se credenciar para o Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 profissionais de comunicação atuantes nas mais diversas mídias. Para tanto, seguem alguns critérios:</p>
<p>1. O credenciamento será concedido exclusivamente a empresas e profissionais de comunicação que deverão exercer atividade de cobertura jornalística durante o Carnaval;</p>
<p>2. Entende-se como empresas de comunicação: jornais, revistas, canais de televisão, emissoras de rádio, agências de notícias, portais e blogs jornalísticos com, no mínimo, dois anos de existência e comprovada atividade;</p>
<p>3. Entende-se como profissional de comunicação: funcionários de uma determinada empresa do setor como TVs, rádios e jornais; jornalistas independentes ou freelancers que estejam prestando serviço a algum meio de comunicação; comunicadores responsáveis pelas informações divulgadas em revistas, portais e blogs;</p>
<p>4. Não serão aceitos pedidos de credenciamento de profissionais ou empresas que estejam prestando serviços de assessoria de imprensa, assim como assessores de empresas ou órgãos governamentais que não sejam diretamente ligados ao evento;</p>
<p>5. Não serão credenciados os profissionais responsáveis por aplicativos para smartphones de qualquer natureza;</p>
<p>6. No pedido de credenciamento cada empresa ou profissional independente deve enviar:</p>
<p>a) Nome completo;<br />
b) Veículo de comunicação;<br />
c) Função;<br />
d) Número de identidade;<br />
e) Número do registro profissional (quando houver);<br />
f) Número de telefone (WhatsApp, preferencialmente, para inclusão no grupo de imprensa credenciada);<br />
g) E-mail.</p>
<p>*O preenchimento deve ser feito por meio do formulário eletrônico.</p>
<p>Para acompanhar a programação completa e outras informações sobre o Pernambuco Meu País no Carnaval 2025 acesse o site <a title="Cultura PE" href="https://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Cultura PE</strong></a> ou a conta no <a title="@culturape" href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a>.</p>
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		<title>Representantes da nata da cultura popular deram aula no primeiro fim de semana do Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 19:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116331" aria-labelledby="figcaption_attachment_116331" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-116331" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/1.-Palco-Pernambuco-Meu-País-no-Carnaval-Recife-1-Foto-Morgana-Narjara_Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife</p></div>
<p>Coco, samba, afoxé, la ursa, frevo, ciranda, maracatu e cavalo marinho, tanto na versão tradicional, de raiz, quanto na releitura pop que sintetiza todas as manifestações da cultura popular pernambucanas. Essa foi a tônica do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife, montado no Bairro do Recife, no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no último fim de semana, de sexta-feira (21) a domingo (23). O público entendeu a proposta e compareceu em peso para prestigiar artistas e ritmos que se confundem com a própria história de Pernambuco.<br />
A experiência Pernambuco Meu País, iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), foi um sucesso em 2024, quando percorreu oito municípios do Agreste e do Sertão e aportou no Recife, durante o festival Rec&#8217;n'Play, no mesmo formato que agora ganha a folia de Momo, desde as semanas pré-carnavalescas. No Pernambuco Meu País a prioridade é dar a cultura popular e seu palco é a grande vitrine dos artistas desse segmento.<br />
Na sexta-feira (21), a programação começou às 17h30 com o cortejo dos Bonecos Gigantes de Olinda saindo da Avenida Rio Branco em direção ao palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. A ação espalhou alegria entre os foliões que passavam pelo local, contagiados pelo som vibrante do frevo e pela magia dos bonecos gigantes tornando impossível ficar indiferente à festa.<br />
Já no palco, às 20h, Almir Rouche, um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, fez o público vibrar com clássicos do frevo, como <em>Galo Eu Te Amo</em>, <em>Hino do Elefante de Olinda</em> e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em>. Em seguida, a icônica cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, encantou a plateia com suas canções envolventes transportando os foliões para o ritmo das ondas do mar.<br />
No intervalo das apresentações, o casal carioca de mestre-sala e porta-bandeira da Escola de Samba Unidos da Viradouro, Julinho e Rute, estrelas do Carnaval do Rio de Janeiro há mais de 20 anos, fizeram uma participação especial na festa proporcionando um intercâmbio cultural entre os ritmos pernambucanos e o samba carioca.<br />
Para encerrar a primeira noite com chave de ouro, Siba e a Fuloresta subiu ao palco trazendo a força e a ancestralidade do maracatu da Zona da Mata. Com um repertório vibrante, levantou a plateia ao som de <em>Toda Vez que Eu Dou um Passo o Mundo Sai do Lugar</em>, <em>A Bagaceira</em> e <em>O Inimigo Dorme</em> fazendo com que ninguém ficasse parado. O espetáculo encerrou a noite em grande estilo deixando nos foliões a certeza de que o Carnaval de Pernambuco é o maior em linha reta do mundo.<br />
No sábado (22), a história das manifestações populares foi revisitada em espetáculos com muita riqueza de conteúdo. A começar, por volta das 16h30, pela apresentação do Urso Branco de Cangaçá, do bairro de Água Fria (Recife), agremiação 13 vezes campeã do Carnaval e presidida pela mestra Maria Cristina de Andrade, também Patrimônio Vivo do Estado.<br />
Em seguida, o projeto Aria Social apresentou o musical Capiba: Pelas Ruas Eu Vou, emocionante tributo ao compositor, também um dos homenageados do Carnaval de Pernambuco de 2025, e à própria folia de Momo, com dança, música, poesia, memória iconográfica e rico figurino. Na mesma linha, o grupo Guerreiros do Passo reviveu os antigos Carnavais de rua contando a história do frevo com direito a um aulão de dança desse ritmo no final. E a tradição da Zona da Mata também esteve representada, no sábado, por Mestre Anderson e a Ciranda Raiz da Mata Norte, com participação do Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira de Nazaré.<br />
Já à noite, o veterano grupo Quinteto Violado revisitou os temas mais populares do Carnaval interpretados em seu estilo único e inconfundível. O mesmo ocorreu com o cantor Silvério Pessoa, cujo show teve como base seu projeto Micróbio do Frevo, com inserções de releituras de J. Michiles, Lula Queiroga, Otto e Chico Science, entre outros.<br />
No domingo (23), o coco, o samba, o afoxé, a la ursa e o frevo, quatro dos ritmos musicais e uma das expressões mais pernambucanas e carnavalescas, foram os protagonistas do palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife. O Urso Branco de Cangaçá voltou a dar a sua graça, seguido de mestra Ana Lúcia, Gigantes do Samba, Afoxé Omin Sabá e Claudionor Germano não deixaram ninguém parado.<br />
Com direito à presença do menino Davi Henrique, 3 anos de idade, que viralizou na internet se apresentando de la ursa, o Urso Branco de Cangaçá abriu os trabalhos com o pulsar dos tambores da tradição pernambucana.<br />
Diretamente do bairro do Amaro Branco, em Olinda, mestra Ana Lúcia, também homenageada do Carnaval de Pernambuco de 2025, trouxe todo o gingado de seu coco de roda para o palco do Pernambuco Meu País no Carnaval &#8211; Recife. Uma das principais mestras de coco de roda vivas, Patrimônio Vivo do Estado, Ana Lúcia cantou rodeada de mulheres.<br />
Já a Gigantes do Samba transformou o palco em uma verdadeira Sapucaí demonstrando toda a pluralidade e diversidade do Carnaval pernambucano. Bateria, mestre-sala e porta-bandeira desfilaram ao som de sambas-enredos famosos e alguns clássicos do samba nacional.<br />
Trazendo todo o encanto da ancestralidade africana, o afoxé Omim Sabá representou a beleza a religiosidade da matriz africana ao palco. Iemanjá é o orixá que rege o afoxé. Ela é representada na indumentária, na música e nos movimentos executados pelo grupo.<br />
Fechando a noite com chave de ouro e alto astral, a voz do frevo, Claudionor Germano, do alto de seus 92 anos, animou o público com um desfile de hits de sua carreira e canções, especialmente canções de mestres como Capiba e Nelson Ferreira. “Estou muito feliz em ver o tratamento do povo comigo, essa simpatia e carinho do povo é o meu maior pagamento”, disse o também Patrimônio Vivo de Pernambuco.<br />
“São três dias de uma programação extensa, com muita cultura popular, muitos shows, com o Estado abraçando o Carnaval de Pernambuco. É apenas o começo e uma amostra do que vem por aí”, afirmou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.<br />
“Pernambuco Meu País chegou ao Recife para trazer a diversidade e riqueza da cultura popular, nossos Patrimônios Vivos. Desde o primeiro dia encheu o Bairro do Recife de alegria. Está lindo o Carnaval de Pernambuco. E vamos levar essa beleza e alegria do Litoral ao Sertão do Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><strong>CARNAVAL PE 2025</strong> – Uma das principais referências culturais do Brasil, o Carnaval de Pernambuco está preparado para receber foliões do Brasil e de fora do País e oferecer a maior riqueza da nação pernambucana: uma cultura viva e pulsante, presente nas mais diversas manifestações populares e de artistas reconhecidos pela dedicação e valorização do ciclo carnavalesco. Para garantir a realização de uma grande festa momesca, o Governo de Pernambuco está investindo R$ 54,4 milhões na contratação artística e no planejamento operacional e integrado entre as secretarias estaduais.<br />
Do valor total, R$ 35 milhões são destinados para as ações por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Secretaria de Turismo e Lazer (Setur), o que representa um incremento de 66% em relação a 2024, que foi de R$ 21 milhões. Nas iniciativas das duas pastas, cerca de 90% dos artistas contratados são pernambucanos, selecionados via Convocatória do Ciclo Carnavalesco. Aproximadamente 80% das contratações são de cultura popular, orquestras, dança e música da tradição carnavalesca. Em 2025 os homenageados do Carnaval Pernambuco são Capiba (<em>in memoriam</em>), Almir Rouche, Dona Nira e Mestra Ana Lúcia.<br />
Inovando na programação, o projeto cultural pioneiro Pernambuco Meu País é uma das iniciativas de destaque na grade, com duas grandes estruturas, em Olinda e no Recife, com espaço para a promoção da cultura popular do Estado e para o intercâmbio artístico com artistas de diversas regiões do País.<br />
No Recife, a estrutura está montada no jardim do centro cultural Cais do Sertão, no Bairro do Recife. Destacando as manifestações culturais populares de Pernambuco, o polo conta com programação entre os dias 21 e 23 de fevereiro e de 28 de fevereiro a 4 de março. Em Olinda, o palco está montado na Praça do Carmo. Com grade de shows no período de 27 de fevereiro a 5 de março.<br />
Reforçando sua presença junto aos pernambucanos e intensificando o incentivo às mais diversas programações, o Governo deo Estado, por meio da a Secult-PE e da Fundarpe, também realiza sete edições do Cortejo Brincantes de Pernambuco nas ruas das cidades de Olinda, Recife, Caruaru, Ipojuca, Arcoverde, Triunfo e Bezerros. Além disso, o Governo também confirma apoio a eventos em diversos municípios. Entre as iniciativas com aporte do Estado estão: festivais, encontros tradicionais de cultura popular e programações musicais carnavalescas nas quatro macrorregiões.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Palco Pernambuco Meu País no Carnaval – Recife (Jardim do Cais do Sertão)</span>:</strong></p>
<p><strong>28 FEV (sexta-feira)</strong><br />
15h | Mestre do Galo Preto<br />
16h | Família Salustiano<br />
17h | Nailson Vieira com participação do Maracatu de Baque Solto Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
18h | Grêmio Recreativo Escola de Samba D’Breck com participação de Gabi do Carmo</p>
<p><strong>1º MAR (sábado)</strong><br />
15h | Mãe Beth de Oxum &#8211; Coco de Umbigada<br />
16h | Orquestra Iorubás de Pernambuco<br />
17h | Orquestra de Frevo Zezé Corrêa com participação de Laís Senna<br />
18h | Maciel Salú com participação de Mano de Baé</p>
<p><strong>2 MAR (domingo)</strong><br />
15h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
16h | Maracatu Nação Pernambuco com participação de Charles Theone<br />
17h | As Sambadeiras com participação de Natascha Falcão<br />
18h | Mestre Ambrósio</p>
<p><strong>3 MAR (segunda-feira)</strong><br />
15h | Orquestra 100% Mulher<br />
16h | Afoxé Ogbon Obá<br />
17h | Grupo Bongar<br />
18h | Karynna Spinelli com participação de Helena Cristina</p>
<p><strong>4 MAR (terça-feira)</strong><br />
15h | Mestre João Limoeiro<br />
16h | Juninho do Coco<br />
17h | Larissa Lisboa<br />
18h30 | Maestro Forró e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério com participações de Ed Carlos, Gabi da Pele Preta e Ylana Queiroga</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governadora Raquel Lyra apresenta o Carnaval pernambucano à cidade de São Paulo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governadora-raquel-lyra-apresenta-o-carnaval-pernambucano-a-cidade-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:37:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a proposta de atrair mais turistas para conhecerem o Carnaval de Pernambuco, um dos maiores eventos culturais do mundo, a governadora Raquel Lyra esteve em São Paulo, neste domingo (16), levando na bagagem uma edição especial do Festival Pernambuco Meu País, realizado por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). A festa aconteceu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a proposta de atrair mais turistas para conhecerem o Carnaval de Pernambuco, um dos maiores eventos culturais do mundo, a governadora Raquel Lyra esteve em São Paulo, neste domingo (16), levando na bagagem uma edição especial do Festival Pernambuco Meu País, realizado por meio da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur). A festa aconteceu na Avenida Paulista e continuou no Parque Burle Marx.</p>
<p>“É muito legal termos a oportunidade de trazer uma ação como esta para cá, apresentar ao povo paulistano o maracatu, o caboclo de lança, os passistas e a orquestra de frevo. Quem está aqui vai poder sentir um pouco daquilo que é a alegria do povo pernambucano, de nossa cultura popular. E quem é de Pernambuco e está em São Paulo também pode matar a saudade de casa abrindo as portas para o maior e melhor Carnaval do mundo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A prévia da folia pernambucana começou na Avenida Paulista, às 10h, com a presença de diversas manifestações e patrimônios da cultura do Estado, como os caiporas de Pesqueira (Patrimônio Vivo) e o maior bloco de rua do planeta, o Galo da Madrugada, representado por um boneco inflável de 15 metros de altura. Em seguida, às 11h, a energia festiva foi levada ao Parque Burle Marx, com diversas outras atrações, como Roger de Renor e o Som na Rural, Gerlane Lops, Nego Thor, Romero Ferro, Duda Beat e Alceu Valença &#8211; ícone da festa de Momo do Estado e um do homenageados do Carnaval de Pernambuco em 2024.</p>
<p>O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, chamou a atenção para o potencial turístico de Pernambuco, sobretudo em uma época como o Carnaval. “O Estado de São Paulo é o maior emissor turístico para Pernambuco durante todo o ano. Quando trazemos este evento para cá buscamos fazer com que os paulistas sintam um pouquinho do gosto de nosso Carnaval para que tenham vontade de ir para Pernambuco. O setor de turismo engloba cerca de 50 atividades econômicas, áreas pujantes na geração de emprego, e por isso vimos fazendo este trabalho que tem dado muito certo”, destacou.</p>
<p>Durante as apresentações deste domingo também teve destaque o Maracatu Estrela Brilhante de Nazaré da Mata, maracatu de baque solto com 24 anos de existência e uma trajetória imponente. Ao longo dos anos o grupo colecionou títulos nos concursos de agremiações por todo o Estado e se dedicou a apresentações culturais nos ciclos festivos do calendário cultural de Pernambuco, bem como a realização de aulas-espetáculos em escolas públicas e participação em festivais e encontros culturais nacionais e internacionais.</p>
<p>“É uma oportunidade de trazer nossa cultura popular e nossas raízes aqui para São Paulo, que tem uma comunidade nordestina pernambucana enorme e é uma emissora de turistas para Pernambuco. É um grande intercâmbio cultural”, completou a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>Outra atração foi o mestre Julião das Máscaras, de Olinda, que realizou no local uma oficina exclusiva de cabeças de la ursa, uma das peças mais famosas do artista. O artesão tem trabalhos que se espalham por galerias e coleções no Rio de Janeiro, na França e no Japão.</p>
<p>O casal pernambucano Cilene Nascimento e Mário Nascimento mora em São Paulo há mais de 30 anos e estava na Avenida Paulista matando a saudade da cultura da terra natal. “Fica um sentimento de felicidade e de amor à cultura. Lembrar de nossas raízes é tudo de bom. É muito importante para a gente. É bom demais matar a saudade”, comentou Cilene. “Não tem pareia, né? A gente lembra de nossa terra, nossa cultura e nossas raízes. Ficamos até emocionados. Passa um filme na cabeça, de onde a gente veio. Tudo de bom. Não tem igual”, completou Mário.</p>
<p>Para a administradora paulistana Andrea Paternost, 51 anos, a ação foi muito boa porque mostrou Pernambuco para quem não o conhece. “Do lado de cá nós até nos indagamos sobre o que representam certas figuras que talvez nem todo mundo conheça. Mas é muito legal ver o Carnaval de Pernambuco aqui em São Paulo. Já estive em Olinda e fiquei com vontade de voltar para lá”, disse.</p>
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		<title>Patrimônios Vivos marcam presença no último dia do País das Culturas Populares</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Afrorec Texto: Isabella Ferreira No último dia do Festival Pernambuco Meu País, durante o domingo (1º), o palco das Culturas Populares trouxe grupos da Região Metropolitana, Zona da Mata e Sertão do Moxotó para se apresentarem em frente à Kombi Zuzuada, estacionada na Praça Major França, diante da Paróquia São Félix de Cantalice, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113073" aria-labelledby="figcaption_attachment_113073" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cavalo-Marinho-Sertão-a-Fora-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec.jpg"><img class="size-medium wp-image-113073" alt="Cavalo Marinho Sertão a Fora no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem - Afrorec." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cavalo-Marinho-Sertão-a-Fora-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho &#8220;Sertão a Fora&#8221; no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem &#8211; Afrorec.</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Afrorec<br />
Texto: Isabella Ferreira</p>
<p dir="ltr">No último dia do <strong>Festival Pernambuco Meu País</strong>, durante o domingo (1º), o palco das <strong>Culturas Populares</strong> trouxe grupos da Região Metropolitana, Zona da Mata e Sertão do Moxotó para se apresentarem em frente à <strong>Kombi Zuzuada</strong>, estacionada na Praça Major França, diante da Paróquia São Félix de Cantalice, no município de Buíque.</p>
<p dir="ltr">As performances foram iniciadas com as brincadeiras e histórias do Cavalo Marinho &#8220;Sertão a Fora&#8221;, vindo diretamente da cidade de Arcoverde. Fundado em 2019, o conjunto é conhecido por desenvolver trabalhos socioculturais utilizando a arte do folguedo como ferramenta. O espetáculo foi seguido pelos grupos A Cocada, de Olinda, e o Afoxé Ará Omim, do Recife, ambos representando a Região Metropolitana.</p>
<p dir="ltr">O polo encerrou suas atividades no festival com a apresentação da banda Mano de Baé, de Tracunhaém, Zona da Mata Norte do estado. Mesmo com estilos musicais distintos, os grupos que marcaram presença no palco da Zuzuada se igualavam quanto à importância do caráter itinerante do evento.</p>
<p dir="ltr">Cantando o coco de roda que carrega as tradições, histórias e a realidade do alto do bairro do Amaro Branco, na cidade litorânea de Olinda, o coletivo homenageou as raízes do Sertão e trouxe em seu repertório músicas compostas por grandes mestres do coco do Sertão, como Lula Calixto, de Arcoverde, como uma forma de reverência aos feitos desses artistas com a Cultura Popular.</p>
<p dir="ltr">&#8220;[...] Quanto mais itinerante, melhor, porque é uma divulgação não só do festival em si, mas também do trabalho de cada grupo. Você vê que A Cocada hoje é internacional, mas há outros coletivos que precisam dessa abertura&#8221;, comentou o criador e cantor do grupo A Cocada, Roberto Pereira.</p>
<div id="attachment_113074" aria-labelledby="figcaption_attachment_113074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Cocada-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec.jpg"><img class="size-medium wp-image-113074" alt="Cantor e criador do grupo de Coco de roda &quot;A Cocada&quot;, Roberto Pereira, do Amaro Branco, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem - Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/A-Cocada-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor e criador do grupo de Coco de roda &#8220;A Cocada&#8221;, Roberto Pereira, do Amaro Branco, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque. Imagem &#8211; Afrorec</p></div>
<p dir="ltr">O artista utilizou o espaço da Zuzuada para homenagear o grupo Coco Raízes de Arcoverde, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que contava com alguns representantes presentes na plateia do palco, prestigiando a apresentação do coco olindense, que logo deu lugar ao rufar dos tambores do Afoxé Ará Omim.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Para o Ará Omim, está sendo uma grande honra participar do festival, porque estamos levando cultura de matriz africana, de resistência, de comunidade, para diversas partes do nosso estado. Então, é uma grande satisfação encerrar este grande evento&#8221;, afirmou Lourival Santos, presidente do grupo de Afoxé.</p>
<div id="attachment_113075" aria-labelledby="figcaption_attachment_113075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Afoxé-Ará-Omim-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec.jpg"><img class="size-medium wp-image-113075" alt="Afoxé Ará Omim no Festival Pernambuco Meu País,em Buíque. Imagem - Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Afoxé-Ará-Omim-no-Festival-Pernambuco-Meu-País.-Imagem-Afrorec-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Ará Omim no Festival Pernambuco Meu País,em Buíque. Imagem &#8211; Afrorec</p></div>
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		<title>País das Conexões Visuais oferece oficina voltada para o artesanato em barro neste domingo (1º)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 19:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Silla Cadengue Texto: Isabella Ferreira O País das Conexões Visuais deste domingo (1º), último dia do Festival Pernambuco Meu País, realizou uma vivência para as famílias a partir da arte em barro. Participante da Fenearte 2024, a ceramista Micaella Alcântara enfatiza a similaridade entre as conexões familiares e o trabalho com o barro: cada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113055" aria-labelledby="figcaption_attachment_113055" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/País-das-conexões-Visuais-01-09.jpg"><img class="size-medium wp-image-113055" alt="Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque -Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/País-das-conexões-Visuais-01-09-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque -Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Silla Cadengue<br />
Texto: Isabella Ferreira<br />
O País das Conexões Visuais deste domingo (1º), último dia do Festival Pernambuco Meu País, realizou uma vivência para as famílias a partir da arte em barro. Participante da Fenearte 2024, a ceramista Micaella Alcântara enfatiza a similaridade entre as conexões familiares e o trabalho com o barro: cada momento é importante para a peça final, principalmente aqueles que reforçam os laços.</p>
<p dir="ltr">Com esse objetivo em mente, a oficina, que leva o nome do seu projeto, “Os 4 Elementos”, teve como propósito fortalecer os laços familiares entre pais e filhos presentes na Praça Major França. Totalmente gratuita, a oficina proporcionou aulas sobre como criar uma máscara de barro, promovendo um momento de proximidade voltado para o estreitamento dos laços familiares.</p>
<div id="attachment_113061" aria-labelledby="figcaption_attachment_113061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Ceramista-Micaella-Alcântara-na-oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-Silla-Cadengue.jpg"><img class="size-medium wp-image-113061" alt="Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Ceramista-Micaella-Alcântara-na-oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-Silla-Cadengue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">“Esse momento foi pensado e planejado para eles. O momento de pegar na argila, de vivenciar experiências com as crianças e os pais, mexendo no barro e se expressando”, afirmou Micaella, facilitadora da oficina e criadora do projeto “Os 4 Elementos”.</p>
<div id="attachment_113059" aria-labelledby="figcaption_attachment_113059" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-em-Buíque-Imagem-Silla-Cadengue.jpg"><img class="size-medium wp-image-113059" alt="Oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-em-Buíque-Imagem-Silla-Cadengue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">Dividida em dois momentos, o primeiro às 9h30 e o segundo às 11h, as oficinas se juntaram à performance, também intitulada com o nome do projeto, realizada pela ceramista na noite de sábado (31), no mesmo palco em que ocorreu o Workshop.</p>
<p dir="ltr">A performance trouxe elementos utilizados na construção da arte com o barro e buscou demonstrar o mesmo objetivo da oficina na manhã deste domingo: a união de cada elemento é extremamente importante para a peça final, seja no barro ou nas construções e manutenções das relações sociais.</p>
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		<title>País do Circo recebe mestre na arte circense e artista internacional na Praça Major França no sábado (31)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pais-do-circo-recebe-mestre-na-arte-circense-e-artista-internacional-na-praca-major-franca-no-sabado-31/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 22:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Eduardo Cunha Texto: Isabella Ferreira Encerrando o segundo dia do anfiteatro situado na Praça Major França, em Buíque, o País do Circo recebeu duas grandes presenças sob a lona: os palhaços Zabobrim e Guadalupe. Enquanto Zabobrim encantou a todos com seus esforços para realizar sozinho o espetáculo de uma companhia inteira durante o “Circo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113023" aria-labelledby="figcaption_attachment_113023" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Palhaça-Guada.jpg"><img class="size-medium wp-image-113023" alt="Palhaça Guadalupe no Festival Pernambuco Meu País, no município de Buíque. Imagem: Eduardo Cunha / Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Palhaça-Guada-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Palhaça Guadalupe no Festival Pernambuco Meu País, no município de Buíque. Imagem: Eduardo Cunha / Fundarpe/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Eduardo Cunha<br />
Texto: Isabella Ferreira</p>
<p dir="ltr">Encerrando o segundo dia do anfiteatro situado na Praça Major França, em Buíque, o País do Circo recebeu duas grandes presenças sob a lona: os palhaços Zabobrim e Guadalupe. Enquanto Zabobrim encantou a todos com seus esforços para realizar sozinho o espetáculo de uma companhia inteira durante o “Circo do Só Eu”, Guadalupe fascinou com suas estripulias no “Trovoada Vem Aí”, na noite do sábado (31).</p>
<p dir="ltr">O primeiro, Esio Magalhães, veio diretamente de São Paulo, através do núcleo artístico Barracão Teatro. Já a segunda, Guadalupe Merki, é oriunda da Argentina, mas foi consolidada como nordestina na Paraíba. Guada, como é chamada pela equipe, tem um trabalho itinerante com seu espetáculo pessoal chamado “Trovoada Vem Aí”, apresentado ao público de Buíque na noite de sábado (31) e que conta com a direção de Nyka Barros.</p>
<p dir="ltr">Com mais de doze estados em seu repertório, a peregrinação saiu de São Paulo e seguiu para o norte do país, pela faixa litorânea. Apesar de atualmente estar fazendo parte do Festival, o trabalho esteve, por muito tempo, intimamente ligado ao rio São Francisco, peregrinando desde sua nascente, em 2019, até o seu local de deságue, entre Alagoas e Sergipe.</p>
<div id="attachment_113024" aria-labelledby="figcaption_attachment_113024" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Palhaça-Guada-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-113024" alt="Palhaça Guadalupe no Festival Pernambuco Meu País, no município de Buíque. Imagem: Eduardo Cunha / Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Palhaça-Guada-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Palhaça Guadalupe no Festival Pernambuco Meu País, no município de Buíque. Imagem: Eduardo Cunha / Fundarpe/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">“Essa não é a minha primeira vez em Buíque. Estive aqui umas três vezes, mas lembro que na minha primeira visita, ficamos na frente da feira central, e algo que ficou muito marcado em mim foi ver as crianças dentro de carrinhos de mão parando para assistir à minha apresentação. Foi a coisa mais linda”, comentou a artista.</p>
<p dir="ltr">Ao iniciar sua carreira na palhaçaria em 2016, Guada concentrou seu enfoque em apresentações voluntárias em comunidades, sejam elas no interior, quilombolas ou em grandes centros urbanos. Foi durante suas viagens que compreendeu a importância de levar sua arte e suas histórias para diversos pontos, principalmente o interior dos estados, oferecendo às crianças e adultos a oportunidade de conhecer a arte circense.</p>
<p dir="ltr">“Eu acho ótimo ter um festival deste tamanho, com pessoas como Esio Magalhães (Palhaço Zabobrim), que é uma referência na palhaçaria, acontecendo em cidades do interior, porque isso movimenta o interior e todo o resto”, afirmou Guada.</p>
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