<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; peça</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/peca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Teatro ao ar livre em Condado: Pelo Avesso convida o público a viver os bastidores da cena</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-ao-ar-livre-em-condado-pelo-avesso-convida-o-publico-a-viver-os-bastidores-da-cena/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-ao-ar-livre-em-condado-pelo-avesso-convida-o-publico-a-viver-os-bastidores-da-cena/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[condado]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Leo de Paula]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Pelo Avesso]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Anaroli]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115490</guid>
		<description><![CDATA[Pelo Avesso não é apenas uma peça teatral. É uma experiência sensorial e cultural que transforma o ordinário em extraordinário. O espetáculo tem o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), e foi idealizado pelo artista condadense Rafael Anaroli. O público é convidado a explorar os bastidores da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115491" aria-labelledby="figcaption_attachment_115491" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-11-at-10.42.31.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115491" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-11-at-10.42.31-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Leo de Paula</p></div>
<p><em>Pelo Avesso</em> não é apenas uma peça teatral. É uma experiência sensorial e cultural que transforma o ordinário em extraordinário. O espetáculo tem o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), e foi idealizado pelo artista condadense Rafael Anaroli. O público é convidado a explorar os bastidores da criação teatral em uma proposta inovadora de encenação que explora as múltiplas possibilidades do trabalho do ator. A obra transforma o ato de fazer teatro em um evento acessível, inclusivo, dinâmico e envolvente, por meio da metalinguagem e da ressignificação de elementos artísticos.</p>
<p>A montagem parte da ideia de mostrar o lado avesso da criação cênica destacando os bastidores e o trabalho dos profissionais que fazem a mágica do teatro acontecer. O público chega ao espaço cênico e acompanha a composição do cenário ao longo da apresentação junto ao artista na construção de suas personagens. Esse recurso não apenas desmitifica o processo teatral, mas também aproxima e inspira o espectador pela experiência criativa.</p>
<p>O processo de ensaio, conduzido pelo diretor capixaba Leo de Paula, busca novas formas de criar cenas e narrativas a partir de objetos e materiais comuns à região. Além disso, explora caminhos emocionais e comportamentais do artista mergulhando na dramaturgia do poeta manauara Rafael César, que revela diferentes nuanças da existência humana com profundidade e observação.</p>
<p>A sonoplastia é outro destaque do espetáculo, com a presença do músico Micael Silva em cena. Ele utiliza instrumentos característicos da cultura local, como a rabeca, o atabaque, a cuíca e a maraca, trazendo a sonoridade do folguedo do cavalo marinho e do maracatu rural. A iluminação também segue uma proposta artesanal reforçando a ideia de criação acessível e aproximando universos distintos.</p>
<p>A inspiração nas tradições locais também se reflete nas indumentárias, que remetem ao maracatu rural, e no estudo corporal dos quase cem personagens que compõem o folguedo do cavalo marinho. Esses elementos tornam-se parte essencial da narrativa criando uma ligação autêntica entre o teatro e as manifestações culturais da região.</p>
<p><em>Pelo Avesso</em> é um convite para que o público vivencie a magia do teatro, de uma forma inédita, rompendo barreiras físicas e emocionais entre palco e plateia. A proposta celebra a simplicidade, criatividade e riqueza cultural brasileira enquanto estimula a reflexão sobre o fazer artístico e suas múltiplas possibilidades. A obra é um presente do artista Rafael Anaroli para sua cidade e região aproximando ainda mais a arte do teatro da sociedade.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>• Concepção e atuação: Rafael Anaroli<br />
• Direção: Leo de Paula<br />
• Dramaturgia: Rafael César<br />
• Sonoplastia: Micael Silva<br />
• Iluminação: Leo de Paula e Rafael Anaroli<br />
• Cenário e figurinos: Leo de Paula e Rafael Anaroli<br />
• Preparação corporal: Amazonas Silva<br />
• Supervisão cênica: Andala Quituche<br />
• Fotos e vídeos: Fred Penna e Leo de Paula<br />
• Redes sociais: Fred Penna<br />
• Identidade visual: Juliana Barbosa &#8211; Crio<br />
• Assessoria de imprensa: Noelly Silveira<br />
• Produção local: Maria do Carmo (Mara)<br />
• Produção executiva: Julianna Mota<br />
• Realização: Filmes da Mãe<br />
• Apoio: Xão Criatividade e Desenvolvimento Humano, Dias Construtora<br />
• Incentivo: Governo de Pernambuco, Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p>• 18 de janeirio, 20h &#8211; sede do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Rua Nilo Jerônimo de Souza, nº 799, Condado-PE)<br />
• 24 de janeiro, 20h &#8211; Praça São Cristóvão, Condado-PE</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-ao-ar-livre-em-condado-pelo-avesso-convida-o-publico-a-viver-os-bastidores-da-cena/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trup Errante dá início à circulação pelo Sertão com espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/trup-errante-da-inicio-a-circulacao-pelo-sertao-com-espetaculo-prazer-shakespeare-ou-pecas-de-bolso/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/trup-errante-da-inicio-a-circulacao-pelo-sertao-com-espetaculo-prazer-shakespeare-ou-pecas-de-bolso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 14:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Belém do São Francisco]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Exu]]></category>
		<category><![CDATA[Ingazeira]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa Grande]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Petroilina]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Shakespeare]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Thom Galiano]]></category>
		<category><![CDATA[Trup Errante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115324</guid>
		<description><![CDATA[A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE) com quase duas décadas de trajetória, dá início a sua primeira circulação pelo Sertão de Pernambuco com o espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso. A turnê passa por seis cidades: Arcoverde, Ingazeira, Exu, Belém do São Francisco, Salgueiro e Lagoa Grande, sendo quatro delas neste mês [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115325" aria-labelledby="figcaption_attachment_115325" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernaivulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26.jpg"><img class="size-medium wp-image-115325" alt="Fernaivulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/2-Prazer-Shakespeare-ou-PdB-por-Fernando-Pereira-31.3.23-26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso, da Trup Errante</p></div>
<p>A Trup Errante, grupo teatral de Petrolina (PE) com quase duas décadas de trajetória, dá início a sua primeira circulação pelo Sertão de Pernambuco com o espetáculo <em>Prazer, Shakespeare ou Peças de Bolso</em>. A turnê passa por seis cidades: Arcoverde, Ingazeira, Exu, Belém do São Francisco, Salgueiro e Lagoa Grande, sendo quatro delas neste mês de janeiro (confira abaixo a programação). Apoiada pelo Funcultura, a iniciativa busca fortalecer elos com o interior do Estado conectando histórias e públicos por meio da obra de William Shakespeare.</p>
<p>O espetáculo adapta trechos de clássicos como <em>Sonho de uma Noite de Verão</em>, <em>Hamlet</em>, <em>Romeu e Julieta</em>, <em>A Megera Domada</em> e <em>Otelo</em>. Comédias e tragédias são reinterpretadas em uma linguagem que dialoga com temas contemporâneos como existencialismo, racismo e feminicídio utilizando o metateatro para aproximar Shakespeare do público.</p>
<p>A peça apresenta comédias e tragédias com 18 personagens que ganham vida pelos atores José Lírio Costa, Rafa Moraes, Raphaela de Paula e Zuleika Bezerra sob a encenação de Thom Galiano.</p>
<p>Com uma cenografia minimalista e formato compacto, o espetáculo foi planejado para se adaptar a diferentes espaços garantindo a circulação em contextos diversos. Além das apresentações, a Trup Errante realiza atividades de intercâmbio com artistas e coletivos locais promovendo trocas culturais e fortalecendo o diálogo entre distintas produções do teatro sertanejo.</p>
<p>Essa circulação concretiza um desejo antigo do grupo: aprofundar relações com as artes cênicas produzidas em outros municípios do interior e o Sertão. &#8220;Mais do que uma turnê, o projeto representa um movimento de conexão com territórios e narrativas que dialogam com a essência do grupo&#8221;, afirma Rafa Moraes, uma das integrantes do grupo que, além de atuar, conduz a produção.</p>
<p>Moraes completa: &#8220;Poder chegar em Arcoverde ou Exu e reencontrar grupos que são referências para nós, como a Tropa do Balacobaco e a Cia. Traquejo, e sentar para trocar sobre a delícias e dificuldades de ser um grupo do interior, é importante para reconhecer nossa potencialidades. Poder ir brincar pela primeira vez no terreiro de Odília Nunes, no Festival Chama Violeta, é uma honra, um sonho há muito desejado pela Trup. E Belém do São Francisco, onde ainda não nos apresentamos, estamos ansiosos para conhecer histórias de lá&#8221;. Moraes finaliza explicando que haverá uma segunda etapa da circulação pelas cidades de Salgueiro e Lagoa Grande.</p>
<p>O espetáculo conta com a presença de intérprete de libras proporcionando acessibilidade e garantindo inclusão e democratização do acesso à cultura.</p>
<p>A realização dessa circulação é possível graças ao Funcultura Geral 2022/2023 destacando a relevância do incentivo público para iniciativas que expandem o acesso ao teatro e fortalecem a difusão cultural em regiões do interior pernambucano.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Arcoverde -</strong> quarta-feira (8), às 19h, no Teatro Geraldo Barros</p>
<p><strong>Ingazeira -</strong> domingo (12), às 20h, no Festival Chama Violeta</p>
<p><strong>Exu –</strong> dia 14, às 19h</p>
<p><strong>Belém do São Francisco -</strong> dia 16, às 19h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/trup-errante-da-inicio-a-circulacao-pelo-sertao-com-espetaculo-prazer-shakespeare-ou-pecas-de-bolso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em Portugal, Grupo São Gens comemora 15 anos de teatro periférico-marginal</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-portugal-grupo-sao-gens-comemora-15-anos-de-teatro-periferico-marginal/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/em-portugal-grupo-sao-gens-comemora-15-anos-de-teatro-periferico-marginal/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 17:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo São Gens]]></category>
		<category><![CDATA[Idanha a Nova]]></category>
		<category><![CDATA[marginal]]></category>
		<category><![CDATA[Narrativas encontradas numa garrafa pet na beira da maré]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[periférico]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pombal]]></category>
		<category><![CDATA[Portuigal]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=113709</guid>
		<description><![CDATA[O Grupo São Gens de Teatro completa, em 2024, 15 anos de atividades artísticas ininterruptas sobre a poética marginal e vem escoando por meio de seus espetáculos o discurso periférico-marginal por diversos Estados brasileiros. Seu atual trabalho, Narrativas Encontradas numa Garrafa Pet na Beira da Maré, já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113710" aria-labelledby="figcaption_attachment_113710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edgar Machado/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/narrativas_fotoedgarmachado_fitriopreto2024-20_53884879854_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-113710" alt="Edgar Machado/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/narrativas_fotoedgarmachado_fitriopreto2024-20_53884879854_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Narrativas Encontradas numa Garrafa Pet na Beira da Maré, do rupo São Gens de Teatro</p></div>
<p>O Grupo São Gens de Teatro completa, em 2024, 15 anos de atividades artísticas ininterruptas sobre a poética marginal e vem escoando por meio de seus espetáculos o discurso periférico-marginal por diversos Estados brasileiros. Seu atual trabalho, <em>Narrativas Encontradas numa Garrafa Pet na Beira da Maré</em>, já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Ceará, Alagoas, Piauí, Rio Grande do Sul, além do interior de Pernambuco, em municípios como Vitória de Santo Antão, Caruaru e Garanhuns (Agreste) e Serra Talhada (Sertão).</p>
<p>O grupo pernambucano vem demonstrando ao longo de todos esses anos um trabalho sólido, com um comprometimento acerca da poética marginal, realizando ações que retiram os corpos periféricos-marginais da invisibilidade e conferindo protagonismo em suas histórias, como já dizia a canção de Cidinho &amp; Doca: “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci. E poder me orgulhar e ter a consciência que o pobre tem seu lugar”.</p>
<p>É nessa construção que o grupo São Gens de Teatro realiza uma circulação internacional, neste mês de outubro, em Portugal, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), passando por duas cidades: Pombal (quarta-feira, dia 9, no Festival de Pombal, às 19h) e Idanha a Nova (sexta-feira, dia 11, no Festival de Idanha a Nova, no mesmo horário), desaguando a cultura periférica, onde exalta os sabores e insumos da margem e, por meio do embalo de seus ritmos, fala sobretudo da potente resiliência de seus corpos.</p>
<p>O grupo é formado majoritariamente por pessoas pretas, pobres, periféricas e dissidentes de gênero, que rompem os estigmas sociais, alçam voo e vão com suas histórias para Portugal. A peça é criada a partir da vivência do ator e dramaturgo Anderson Leite e sua família, na comunidade ribeirinha da Ponte do Pina, no Recife, na qual encontram a subsistência por meio da pesca de marisco e sururu.</p>
<p>Com as narrativas que atravessam todos que partilham daquele espaço para morada e/ou sustento, o dramaturgo dá vida a uma montagem que visa discutir temas importantes da sociedade contemporânea, tais como racismo, homofobia, violência policial na favela, solidão da mulher preta, intolerância religiosa e desigualdade social. A montagem também exalta a potência criativa da periferia, a resiliência, o povo preto brasileiro, o protagonismo da mulher preta da/na comunidade, as belezas da margem e a cultura da periferia.</p>
<p>A montagem busca provocar reflexões com o objetivo de suscitar que tais problemas sejam banidos do convívio social, além de provocar, por meio de suas obras, o poder público e a sociedade civil para que as narrativas marginais tenham seu espaço e desconstruam-se diversos estereótipos direcionados aos marginalizados.</p>
<p>O espetáculo conta com dramaturgia e encenação de Anderson Leite, que também integra o elenco junto com André Lourenço, Fagner Fênix, Hblynda Morais e Monique Sampaio. A direção musical é assinada por Monique Sampaio e Arnaldo do Monte, o figurino por André Lourenço, a operação de luz e som por Cristiano Primo e a realização e produção pelo Grupo São Gens de Teatro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/em-portugal-grupo-sao-gens-comemora-15-anos-de-teatro-periferico-marginal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-emplumadas-avuar-pelas-sombras-estreia-no-teatro-marco-camarotti/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-emplumadas-avuar-pelas-sombras-estreia-no-teatro-marco-camarotti/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 14:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CorpoLuz]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Emplumadas]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Revorêdo]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[santo amaro]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Marco Camarotti]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=113698</guid>
		<description><![CDATA[O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113699" aria-labelledby="figcaption_attachment_113699" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113699" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/EMPLUMADAS-Crédito-da-fotógrafa-Morgana-Narjara-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras</p></div>
<p>O Teatro Marco Camarotti, do Sesc Santo Amaro, é palco do espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em>, nesta terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30. Com direção de Natalie Revorêdo, a montagem é fruto de um processo artístico-colaborativo desenvolvido a partir do projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva. O elenco, composto por mulheres potentes e criativas, compartilha o desejo de libertação e autodescoberta por meio da arte.</p>
<p>O espetáculo, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), propõe uma jornada sensorial e poética composta por múltiplas facetas da vivência feminina. Com uma fusão de dança, música, performance e rituais simbólicos, <em>Emplumadas</em> utiliza o ato de voar como metáfora para o poder de quebrar amarras e transcender as sombras da própria existência. A obra aborda temas que vão desde as festas populares nordestinas, como a quadrilha, até representações do Sertão e da figura da boiadeira, instigando reflexões profundas sobre a vida e a resistência das mulheres.</p>
<p>A narrativa traz cenas que evocam rituais ancestrais e simbolismos femininos marcantes, como o Ritual das Mulheres Água e a performance das Mulheres Terra. Elementos da cultura popular brasileira também estão presentes, como o canto de proteção inspirado nas tradições do cavalo marinho e a capoeira, propondo uma releitura de nossas raízes culturais, misturadas à contemporaneidade das artistas em cena.</p>
<p>Natalie Revorêdo, diretora do espetáculo, descreve o processo criativo como uma construção coletiva, em que cada integrante do elenco e da produção contribuiu com suas vivências e vozes. “É uma celebração da potência feminina, de como cada uma de nós, com nossas histórias e nossos corpos, compõe um universo rico em nuances e significados”, afirma.</p>
<p>Os encontros artísticos que deram origem a <em>Emplumadas</em> foram conduzidos por Natalie, com a colaboração de artistas convidadas. Briê Silva, Flaira Ferro, Surama Ramos, Sandra Rino e Lau Veríssimo participaram do processo criativo, enriquecendo a construção do espetáculo junto às alunas e ampliando as possibilidades artísticas e colaborativas da obra.</p>
<p>Além da força artística, o espetáculo promove a solidariedade. Os ingressos podem ser adquiridos no local por R$ 10, via pix, ou trocados por absorventes. Toda a renda será destinada a uma instituição que apoia mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Espetáculo Emplumadas: Avuar pelas Sombras<br />
Processo de criação artístico-colaborativa a partir da vivência no projeto CorpoLuz: Germinar para Florestar – Ramificando Narrativas como Dramaturgia Cênica Coletiva<br />
Direção: Natalie Revorêdo<br />
Produção: Natasha Santiago, Camila Martins Ribeiro<br />
Assistência de produção: Júlia Arruda<br />
Iluminação: Aurora Jamelo<br />
Design: Priscila Avelin<br />
Assistência de direção: Bruna Desirêe<br />
Elenco, produção e roteiro: Babi Jácome, Brenda Lima, Briza Morais, Chell Moriim, Cléo Lima, Daiane Rebelo, Diana Cardona Guillén, Duda Gomes, Dulce Araújo, Ellen Salez, Evellyn Lima, Gabi do Carmo, Gal Conti, Lane Luz, Letícia Lima, Lu Tognon, Lucinha Tavares, Maduh Luz, Marial, Marina Mar, Mayara Narin, Mayra Clara, Natali Assunção, Nathalia Queiroz, Olga Valença, Priscila Nunes, Ruana Fontinelly, Sindy Mason, Vívian Marvel.<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Emplumadas: Avuar pelas Sombras</em> &#8211; terça (1º) e quarta-feira (2), às 19h30, no Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro -</strong> <em>Praça do Campo Santo, 1-101, Santo Amaro, Recife-PE). Ingressos: R$ 10,00 (pix) ou absorventes (renda revertida para uma instituição de apoio a mulheres). Mais informações: (81) 98236-3777</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-emplumadas-avuar-pelas-sombras-estreia-no-teatro-marco-camarotti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cia. Biruta de Teatro leva espetáculo teatral para praças de Petrolina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-leva-espetaculo-teatral-para-pracas-de-petrolina/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-leva-espetaculo-teatral-para-pracas-de-petrolina/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 14:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Biruta de Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Clarice Lispector]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiane Crispim]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Juliano Varela]]></category>
		<category><![CDATA[Macabéa]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106895</guid>
		<description><![CDATA[De sexta-feira (8) a domingo (10) a Cia. Biruta de Teatro leva o espetáculo História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela) para o bairro João de Deus e para o Projeto Senador Nilo Coelho C-1, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Baseada na obra de Clarice Lispector, a peça é uma adaptação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106896" aria-labelledby="figcaption_attachment_106896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Amorim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/História-Lacrimogência_Foto-André-Amorim_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-106896" alt="André Amorim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/História-Lacrimogência_Foto-André-Amorim_1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do espetáculo História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela), da Cia. Biruta de Teatro</p></div>
<p>De sexta-feira (8) a domingo (10) a Cia. Biruta de Teatro leva o espetáculo <em>História Lacrimogênica de Cordel (ou A Hora da Estrela)</em> para o bairro João de Deus e para o Projeto Senador Nilo Coelho C-1, no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Baseada na obra de Clarice Lispector, a peça é uma adaptação do romance <em>A Hora da Estrela</em> para o teatro de rua. As apresentações gratuitas já passaram pelo bairro Rio Corrente e pelo Projeto N-11.<br />
Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do edital Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020, o espetáculo tem ainda apoio da Prefeitura Municipal de Petrolina e parceria com o Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertão/Campus Petrolina) e fo grupo de pesquisa LeaBrasil (IFSertão Petrolina).<br />
<em>A Hora da Estrela</em> conta a história tragicômica de uma nordestina chamada Macabéa. Uma moça pobre que nasceu e se criou no interior de Alagoas e migrou aos 19 anos de idade para o Rio de Janeiro onde conseguiu um trabalho de datilógrafa.<br />
Em cena o público tem a oportunidade de conferir a versatilidade da atriz Cristiane Crispim e do ator Juliano Varela em um jogo de metalinguagem no qual encarnam a autora. “A dramaturgia propõe um jogo de mascaramento e uma relação de espelhamento e duplo paródico entre as personagens da história e a própria Clarice Lispector enquanto autora também ficcionalizada por trás de toda criação. Na peça a protagonista, Macabéa, não é capaz de falar de si, sua voz é inventada pela autora e as questões mais profundas de sua existência são comentadas por ela”, revela Cristiane Crispim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>Sexta-feira (8), 19h – Praça do C-1 (ao lado do galpão da associação);<br />
Sábado (9), 19h – Anfiteatro da Praça da Juventude – João de Deus;<br />
Domingo (10), 17h30 – Anfiteatro da Praça da Juventude – João de Deus.<br />
Acesso gratuito<br />
Classificação: livre<br />
Duração: 60 minutos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Direção, pesquisa e cenografia: Antonio Veronaldo<br />
Texto original: <em>A Hora da Estrela</em>, de Clarice Lispector<br />
Assistência de direção, pesquisa e adaptação dramatúrgica: Camila Rodrigues<br />
Atuação, pesquisa e adaptação dramatúrgica: Cristiane Crispim e Juliano Varela<br />
Preparação de elenco – oficina de máscaras: Érico José e Fábio Soares<br />
Preparação de elenco – oficina de teatro de rua: Caroline Arcoverde e Djaelton Quirino<br />
Criação e confecção dos figurinos: Leticia Rodrigues<br />
Criação e confecção de máscaras: Cristiane Crispim<br />
Registro audiovisual, edição e fotografia: Abajur Soluções<br />
Intérpretes de libras: Rita Silva e Ely Vieira<br />
Comunicação: Eneida Trindade<br />
Design gráfico: Giovane Peixoto</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-leva-espetaculo-teatral-para-pracas-de-petrolina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Espetáculo Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés encerra temporada na Argentina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-soledad-a-terra-e-fogo-sob-nossos-pes-encerra-temporada-na-argentina/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-soledad-a-terra-e-fogo-sob-nossos-pes-encerra-temporada-na-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 14:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Bartolomé Mitre 1984]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[CCC en la sala Tuñón]]></category>
		<category><![CDATA[circulação internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[hilda torres]]></category>
		<category><![CDATA[Malú Bazán]]></category>
		<category><![CDATA[Ñasaindy Barrett]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[soledad]]></category>
		<category><![CDATA[Soledad Barrett Vidma]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[UTE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106642</guid>
		<description><![CDATA[Há exatos 50 anos, em um dos episódios mais violentos do regime militar brasileiro – conhecido como O Massacre da Chácara São Bento &#8211; era assassinada, aos 28 anos, na Região Metropolitana do Recife, a militante paraguaia que lutou contra diversas ditaduras na América Latina: Soledad Barrett Vidma. Meio século depois, nos palcos, sua história [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106643" aria-labelledby="figcaption_attachment_106643" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Soledad-90.jpg"><img class="size-medium wp-image-106643" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Soledad-90-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Hilda Torres estrela o espetáculo Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés</p></div>
<p>Há exatos 50 anos, em um dos episódios mais violentos do regime militar brasileiro – conhecido como O Massacre da Chácara São Bento &#8211; era assassinada, aos 28 anos, na Região Metropolitana do Recife, a militante paraguaia que lutou contra diversas ditaduras na América Latina: Soledad Barrett Vidma. Meio século depois, nos palcos, sua história de vida continua contribuindo para despertar reflexões importantes, notadamente atemporais e necessárias, no Brasil e no mundo. Trata-se do espetáculo teatral <em>Soledad: A Terra É Fogo sob Nossos Pés</em>, que há oito anos vem lotando plateias em suas circulações nacionais e internacionais, desta vez, em Buenos Aires, na Argentina.<br />
Depois de passar por cidades como Fortaleza, Rio de Janeiro, São Paulo, Montevideo (Uruguai), Assunção (Paraguai), Havana (Cuba), além de Madrid, Santander, Bilbao, Oruña de Piélagos, Cabezón de la Sal e Torrelavega, na Espanha, esta semana a peça desembarcou na capital argentina para a conclusão da segunda etapa de sua mais recente circulação internacional.<br />
São três apresentações: duas realizadas na terça (21) e quarta-feira (22) passadas, em CCC en la sala Tuñón, e a terceira em UTE (Bartolomé Mitre 1984), nesta sexta (24), às 20h. Além das encenações, o Grupo Cria do Palco, responsável pela obra, participa de alguns debates sobre A Arte como Instrumento de Transformação Social, atividade que conta com a representação de organizações locais e Ñasaindy Barrett, que é filha de Soledad (nascida em Cuba antes de sua mãe vir para o Brasil) e debatedora fixa do projeto. A circulação internacional do espetáculo é incentivada pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
Sol, como era conhecida entre os mais próximos, teve sua trajetória desenhada em meio à luta sociopolítica de sua família. Seu avô, o renomado jornalista e escritor espanhol Rafael Barrett, natural de Torrelavega, foi uma grande inspiração ideológica para ela. Quando nasceu, seus pais e irmãos mais velhos já eram militantes e dedicavam suas vidas quase que integralmente à luta contra ditaduras em toda a América Latina.<br />
Os exílios políticos fizeram parte da sua vida desde muito nova, com menos de um 1 de idade enfrentou seu primeiro, na Argentina. Aos 17 anos, em mais um exílio, dessa vez no Uruguai, Soledad foi sequestrada por um grupo neonazista e teve suas duas pernas marcadas com a suástica por uma navalha. Ela se negou a gritar palavras em saudação a Hitler e por isso sofreu essa brutal violência.<br />
Com isso, em vez de se intimidar, Soledad passou a se dedicar ainda mais à militância. Imediatamente foi para Moscou estudar teorias comunistas. Depois de um ano foi novamente para a Argentina e em seguida para Cuba, onde treinou táticas de guerrilha, casou e deu à luz a sua única filha, antes de vir para o Brasil e ser entregue à morte pelo seu então companheiro, conhecido por todos como Daniel, mas que na verdade era o Cabo Anselmo &#8211; o infiltrado dos órgãos de repressão mais conhecido do País. Sozinho, estima-se que ele levou à morte aproximadamente metade de todos os mortos e desaparecidos políticos contabilizados pela ditadura brasileira. O fato de Soledad estar grávida dele não foi suficiente para sensibilizá-lo.<br />
A dramaturgia do espetáculo surge a partir da cronologia da personagem, alcançada por meio de pesquisas de campo, músicas da época, poesias (muitas de ex-presos políticos), cartas, entrevistas sistemáticas, acesso a documentos e o contato com familiares – especialmente as parceiras do projeto, Ñasaindy e Ivich Barrett (filha e neta de Soledad, respectivamente).<br />
Vale ressaltar que Ñasaindy, inclusive, além de haver contribuído para esse processo de pesquisa, ainda assina a identidade visual do projeto, cedeu uma de suas composições para a trilha sonora do espetáculo e integra, como debatedora fixa, a equipe base de circulação da obra. Após o término de todas as apresentações a produção realiza debates, geralmente com temas que envolvam o ativismo artístico encampado pelo grupo.<br />
A peça é encenada pela atriz pernambucana e idealizadora do projeto, Hilda Torres. A direção é da atriz e diretora que nasceu na Argentina, mas foi ainda pequena para São Paulo, Malú Bazán. As duas são responsáveis pela construção da dramaturgia, que toma fôlego a partir de uma costura entre diversos instrumentos de pesquisa e obras poéticas, que datam de 1904 até a contemporaneidade.<br />
Com duração de 60 minutos, o solo desloca o espectador para uma época aparentemente conhecida, mas pouco entendida e ao mesmo tempo levanta questões da atualidade proporcionando um espaço de reflexão, provocação e possibilidades, sobretudo nos dias atuais. Trata-se de uma narrativa que traça um ousado diálogo entre o passado e o presente levando-nos a perceber que as coisas não mudaram tanto assim.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Idealização e coordenação do projeto: Hilda Torres<br />
Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán<br />
Atuação: Hilda Torres<br />
Direção: Malú Bazán<br />
Cenário e figurino: Malú Bazán<br />
Desenho e operação de luz: Eron Villar<br />
Direção musical: Lucas Notaro<br />
Operação de som: Márcio Santos<br />
Produção geral: Márcio Santos<br />
Produção executiva: Áurea Luna<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Coordenação de comunicação: Márcio Santos<br />
Debatedora fixa: Ñasaindy Barrett de Araújo<br />
Designer: Tiago Melo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-soledad-a-terra-e-fogo-sob-nossos-pes-encerra-temporada-na-argentina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cia. Biruta de Teatro estreia nova temporada de Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo neste sábado (23)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-estreia-nova-temporada-de-chico-e-flor-contra-os-monstros-da-ilha-do-fogo-neste-sabado-23/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-estreia-nova-temporada-de-chico-e-flor-contra-os-monstros-da-ilha-do-fogo-neste-sabado-23/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 14:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ChicoeFlor]]></category>
		<category><![CDATA[#CiaBirutaDeTeatro]]></category>
		<category><![CDATA[#PrêmioPernalongaDeTeatro]]></category>
		<category><![CDATA[#SescPE]]></category>
		<category><![CDATA[#SescPetrolina]]></category>
		<category><![CDATA[#TeatroDonaAmélia]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
		<category><![CDATA[sesc]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=105291</guid>
		<description><![CDATA[Para celebrar seus 15 anos a Cia. Biruta de Teatro estreia, neste sábado (23), no Teatro Dona Amélia, do Sesc Petrolina, mais uma temporada do premiado espetáculo Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo. A peça, que conta um pouco das lendas que permeiam o imaginário do povo ribeirinho, é apresentada também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105293" aria-labelledby="figcaption_attachment_105293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leonardo Carvalho/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/chico_e_flor-foto-de-Leonardo-Carvalho.jpg"><img class="size-medium wp-image-105293" alt="Leonardo Carvalho" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/chico_e_flor-foto-de-Leonardo-Carvalho-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do espetáculo Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</p></div>
<p>Para celebrar seus 15 anos a Cia. Biruta de Teatro estreia, neste sábado (23), no Teatro Dona Amélia, do Sesc Petrolina, mais uma temporada do premiado espetáculo <em>Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</em>. A peça, que conta um pouco das lendas que permeiam o imaginário do povo ribeirinho, é apresentada também no domingo (24), sempre às 17h.<br />
Antônio Veronaldo e Camila Rodrigues dão vida a Chico e Flor, dois aventureiros em uma viagem fantástica pelas lendas do Rio São Francisco. “Na dramaturgia, apresentamos as lendas do Rio São Francisco como mote para estabelecer o jogo cênico e desenvolver uma poética ribeirinha a partir de imagens e referências sobre as tradições orais em torno da Ilha do Fogo, localizada em Petrolina (PE). Buscamos, por meio desse imaginário, dialogar com temas atuais fazendo referências simbólicas à degradação do rio e ao desenvolvimento não sustentável”, conta Antônio, que também assina a dramaturgia e direção da produção.<br />
A retomada do espetáculo faz parte das comemorações de 15 anos do grupo teatral. “<em>Chico e Flor</em> é um marco na nossa carreira por dois motivos: primeiro ele delimita o espaço em que a gente começa a falar sobre nós, sobre a região, sobre o rio e sobre tudo o que nos complementa como parte desse povo ribeirinho daqui; além disso, vem o reconhecimento e a aceitação do espetáculo, tanto das críticas quanto dos prêmios que nós recebemos com ele”, pontua o dramaturgo.</p>
<p><strong>O ESPETÁCULO –</strong> <em>Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</em> narra a história do barqueiro Chico, que viaja pelo Rio São Francisco à procura da família, e da corajosa Flor, sua companheira de aventuras. A peça apresenta a poética de vivência com o rio e seu entorno a partir das lendas ribeirinhas e de uma narrativa de aventura e superação que tem como pano de fundo a relação que o ser humano estabelece com a cultura e a natureza, fundamentada na criação de elementos fantásticos e mágicos como modos de explicação, elaboração e transformação de mundo.</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> Desde a estreia, em maio de 2015, o espetáculo vem participando de festivais relevantes para a cena artística voltada para as crianças, tanto em Petrolina e em Pernambuco quanto fora do Estado. Entre os principais eventos e premiações do espetáculo estão Prêmio Pernalonga de Teatro 2018; 11º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana (Fenatifs, Bahia, 2018); 3ª Mostra Internacional de Teatro da Paraíba (Sousa-PB, 2017); 23º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, Recife, 2017), no qual foi indicado a sete prêmios e ganhou três (Melhor Trilha Sonora, Melhor Iluminação e Melhor Atriz); e 2º Festival de Teatro Wellington Monteclaro (Juazeiro–BA, 2017), em que foi premiado na categoria de Melhor Atriz e escolhido o segundo melhor espetáculo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Espetáculo <em>Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo</em> –</strong> s<em>ábado (23) e domingo (24), às 17h, no Teatro Dona Amélia (Rua Dr. Pacífico da Luz, 618, Centro, Petrolina-PE. Fone: 87-3866-7454). Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia). Classificação: livre</em></p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Direção e dramaturgia: Antônio Veronaldo<br />
Concepção de cenário, bonecos e formas animadas: Antônio Veronaldo<br />
Elenco: Antônio Veronaldo e Camila Rodrigues<br />
Criação de trilha sonora e efeitos de sonoplastia: Moesio Belfort e Carlos Hiury<br />
Execução de sonoplastia: Leticia Rodrigues<br />
Execução de iluminação: Déborah Harummy<br />
Concepção de luz: Carlos Tiago Alves Novais<br />
Criação e ajustes de figurinos e adereços: Leticia Rodrigues e Paulo Júnior<br />
Concepção de cenário: Uriel Bezerra<br />
Concepção e confecção de adereços: Fernando Barros<br />
Confecção de figurino: Maria Rodrigues e Arlete Regina Rodrigues<br />
Confecção de cenário: Nelson Santos Souza, Cristiane Crispim, Hassol e Joana Crispim<br />
Confecção de boneco: Marlus Daniel<br />
Confecção de bonecos de sombra: Antônio Veronaldo<br />
Confecção de espadas: Antonio Veronaldo, Juliene Moura e Paulo Junior</p>
<p><strong>Contatos:</strong></p>
<p>facebook.com/ciabiruta<br />
facebook.com/chicoeflor<br />
instagram.com/ciabiruta<br />
birutaciadeteatro@gmail.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-biruta-de-teatro-estreia-nova-temporada-de-chico-e-flor-contra-os-monstros-da-ilha-do-fogo-neste-sabado-23/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; será encenado no Teatro Fernando Santa Cruz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-solo-para-um-sertao-blues-sera-encenado-no-teatro-fernando-santa-cruz/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-solo-para-um-sertao-blues-sera-encenado-no-teatro-fernando-santa-cruz/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 13:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cida pedrosa]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[o bando coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Solo Para um Sertão Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Fernando Santa Cruz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=102209</guid>
		<description><![CDATA[O espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; retorna a Olinda, cidade que recebeu sua estreia em 2021, para cumprir uma curta-temporada no palco do Teatro Fernando Santa Cruz, dentro do Mercado Eufrásio Barbosa, nos próximos dias 17/6 (sábado), às 19h, e 18/6 (domingo), às 16h30. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102211" aria-labelledby="figcaption_attachment_102211" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_5260.jpg"><img class="size-medium wp-image-102211" alt="Divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/IMG_5260-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Em cena, atrizes reencenam memórias afetivas, musicais, individuais e coletivas descritas no livro da autora pernambucana Cida Pedrosa, que deu origem ao espetáculo</p></div>
<p>O espetáculo &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221; retorna a Olinda, cidade que recebeu sua estreia em 2021, para cumprir uma curta-temporada no palco do Teatro Fernando Santa Cruz, dentro do Mercado Eufrásio Barbosa, nos próximos dias 17/6 (sábado), às 19h, e 18/6 (domingo), às 16h30. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p>Baseado no livro &#8220;Solo Para um Sertão Blues&#8221;, escrito por Cida Pedrosa, o musical transita entre o lírico e o épico, e traz na sua narrativa um texto que ecoa através de múltiplas vozes de mulheres catadoras de algodão da região do sertão de Pernambuco. Com direção de Cláudio Lira, a jornada resgata memórias afetivas, musicais, individuais e coletivas da autora pernambucana, contando suas experiências pelos tempos vividos com descrições de clima, fauna, flora, geografia, cheiros, sabores e outras referências pessoais.</p>
<p>No palco, as atrizes brincam na cena entre músicas, coreografias, diálogos, militância e imagens, trazendo nas ações não só as memórias de Cida, mas estando também em reencontro com suas ancestralidades negra e indígena, estando em estado de pertencimento e apropriação na execução da narrativa.</p>
<p>O espetáculo foi um dos selecionados no edital de ocupação de pautas do teatro Fernando Santa Cruz para o primeiro semestre de 2023. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/obandocoletivo/" target="_blank"><strong>@obandocoletivo</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-solo-para-um-sertao-blues-sera-encenado-no-teatro-fernando-santa-cruz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Teatro de Retalhos estreia a peça &#8220;A Antimáquina Que Sustenta o Voo&#8221;, em Arcoverde</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-de-retalhos-estreia-a-peca-a-antimaquina-que-sustenta-o-voo-em-arcoverde/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-de-retalhos-estreia-a-peca-a-antimaquina-que-sustenta-o-voo-em-arcoverde/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 15:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Antimáquina Que Sustenta o Voo]]></category>
		<category><![CDATA[Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Retalhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=101766</guid>
		<description><![CDATA[Coletivo de Arcoverde, o Teatro de Retalhos estreia o espetáculo A Antimáquina que Sustenta o Voo. A peça será encenada na Estação da Cultura, nos dias 2, 3 de 4 de junho, a partir das 20h, e o esquema da bilheteria é &#8216;pague quanto puder&#8217;. Com dramaturgia de Djaelton Quirino, que assina também a direção, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cartaz-Hévilla-de-França.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101767" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Cartaz-Hévilla-de-França-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Coletivo de Arcoverde, o Teatro de Retalhos estreia o espetáculo <em>A Antimáquina que Sustenta o Voo</em>. A peça será encenada na Estação da Cultura, nos dias 2, 3 de 4 de junho, a partir das 20h, e o esquema da bilheteria é &#8216;pague quanto puder&#8217;.</p>
<p>Com dramaturgia de Djaelton Quirino, que assina também a direção, a montagem traz relatos dos atores interligados a histórias ficcionais e incorpora poemas e músicas dos arcoverdenses Micheliny Verunsky e Lira Paes.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Para que serve uma história? Os caminhos físicos e temporais que derivam dessa pergunta perpassam o território geográfico e íntimo do Teatro de Retalhos neste espetáculo, que ora emerge, ora imerge na criação de uma história entrelaçada em tantas outras. o Teatro de Retalhos investiga as possibilidades de voo coletivo, e a engenharia inventiva das tantas antimáquinas necessárias a esse intento.</p>
<p><em>A Antimáquina Que Sustenta o Voo</em> é um mapa de histórias. Cada rota escolhida, de forma consciente ou não, nos leva, espectadores e artistas, a diferentes caminhos narrativos. São trinta e duas possibilidades de caminhos dramáticos diferentes que podem ser percorridos, transformando cada apresentação em um percurso singular. Em uma investigação sobre criação e territorialidade, o coletivo, nascido e sediado em Arcoverde, Sertão de Pernambuco, se depara com questões sobre ser e estar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia &#8220;A Antimáquina Que Sustenta o Voo&#8221; &#8211; Teatro de Retalhos<br />
Quando: 2, 3, 4 de junho (sexta-feira, sábado e domingo), às 20h<br />
Onde: Espaço Circulador &#8211; Estação da Cultura (Av. Zeferino Galvão, 119 &#8211; Santa Luzia, Arcoverde &#8211; PE)<br />
Ingressos: pague quanto puder</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-de-retalhos-estreia-a-peca-a-antimaquina-que-sustenta-o-voo-em-arcoverde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Peça &#8220;Sine qua nom ou Tem uma usina dentro de mim&#8221; estreia no Teatro Marco Camarotti</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/peca-sine-qua-nom-ou-tem-uma-usina-dentro-de-mim-estreia-no-teatro-marco-camarotti/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/peca-sine-qua-nom-ou-tem-uma-usina-dentro-de-mim-estreia-no-teatro-marco-camarotti/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 16:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[estreia]]></category>
		<category><![CDATA[peça]]></category>
		<category><![CDATA[Sine qua nom ou Tem uma usina dentro de mim]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Marco Camarotti]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=100008</guid>
		<description><![CDATA[Desde os tempos do Brasil Colônia, a nossa sociedade é marcada pelo açúcar, seja por seu cultivo e exploração, que ajudou a moldar economicamente o país, até o seu consumo, que hoje delineia a alimentação e a nutrição dos brasileiros. Os setes personagens da peça Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/SINE-QUA-NON-OU-TEM-UMA-USINA-DENTRO-DE-MIM-FOTO-MARINA-BRANCO-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100009" alt="Marina Branco/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/SINE-QUA-NON-OU-TEM-UMA-USINA-DENTRO-DE-MIM-FOTO-MARINA-BRANCO-1-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a></p>
<p>Desde os tempos do Brasil Colônia, a nossa sociedade é marcada pelo açúcar, seja por seu cultivo e exploração, que ajudou a moldar economicamente o país, até o seu consumo, que hoje delineia a alimentação e a nutrição dos brasileiros. Os setes personagens da peça <em>Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim</em>, que estreia nesta sexta-feira (31), vivem experiências deflagradas a partir de uma situação de horror e todos têm suas histórias de alguma maneira impactadas pelo açúcar.</p>
<p>O espetáculo conta com  incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e cumpre curta-temporada no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro. As apresentações abertas ao público vão de 31 de março a 2 de abril, de sexta-feira a domingo, com sessões duplas diariamente: às 18h e às 20h. Os ingressos são gratuitos (é preciso retirar 1h antes de cada sessão na bilheteria do teatro).</p>
<p>Antes disso, nos dias 29 e 30 de março, quarta e quinta-feira, o grupo fará apresentações fechadas da peça com ações de acessibilidade para associações de pessoas em vulnerabilidade social e grupos culturais. No total, a peça terá 10 sessões.</p>
<p>A dramaturgia e a direção do espetáculo são de Jorge de Paula, que também integra o elenco. Ao lado de Jorge de Paula estão: Andrea Veruska, Arilson Lopes, Daniel Alcântara, Elis Costa, Iara Campos e Wagner Montenegro.</p>
<p>O autor escreveu o texto em 2014, durante uma experiência com o grupo Magrÿkory, do Sesc Santa Rita, no Recife, mas com o passar do tempo, o teatrólogo conseguiu estabelecer outras conexões, relações e referências a partir da dramaturgia. “A minha definição para o espetáculo junta muitas referências e estudos que tenho feito nos últimos anos, além da minha experiência pessoal. Digo que é um carrego adulcicarado fármaco-pornográfico”, explicita Jorge de Paula.</p>
<p>Nessa definição, há menções, por exemplo, ao professor Luiz Rufino, que escreveu livros como Pedagogia das Encruzilhadas; ao teórico Alexandre de Jesus, que trabalha com o conceito de ‘subjetividade adocicada’ em seus escritos; e ao filósofo Paul B. Preciado, que relaciona a indústria farmacêutica e a pornográfica, se aprofundando no fato de que essas duas indústrias atuam no ciclo da excitação-frustração, para que o consumo seja incitado ininterruptamente.</p>
<p>Se a dramaturgia não necessariamente faz menção direta ao açúcar, a encenação está repleta de referências, algumas mais diretas, como na cenografia de Renata Gamelo, no figurino de Thiago Amaral e na sonoplastia de Marcelo Sena, e outras mais dispersas, que vão dialogar com as diferentes experiências do espectador. “Há uma empreitada açucareira que ajudou a nos forjar e que impacta as nossas vidas sem que muitas vezes tenhamos noção disso. É o que acontece com esses personagens. Alguns são doces, mas guardam o horror em si”, conta Jorge de Paula.</p>
<p><strong>SOBRE O DRAMATURGO E DIRETOR -</strong> Jorge de Paula é arte-educador, licenciado em Educação Artística/Artes Cênicas, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ator, encenador, escritor e produtor cultural. Como “teatrista”, há 21 anos desenvolve pesquisas sobre Teatro para a infância e juventude, Circo-teatro e Teatro do povo do Nordeste. Dentre suas principais realizações estão os espetáculos <em>No meio da noite escura tem um pé de maravilha</em> (2009), <em>O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas</em> (2010),<em> De Íris ao arco-íris</em> (2013) e <em>As conchambranças de Quaderna</em> (2021). <em>Com Sine qua nom ou Tem uma usina dentro de mim </em>inaugura um novo momento criativo voltado à empreitada açucareira em Pernambuco</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong><br />
Espetáculo <em>Sine qua non ou Tem uma usina dentro de mim</em><br />
Quando: 31 de março a 2 de abril (de sexta a domingo), às 18h e às 20h<br />
Onde: Teatro Marco Camarotti (Sesc Santo Amaro – Rua Treze de Maio, 455, Santo Amaro)<br />
Ingressos: Gratuito. É preciso retirar o ingresso na bilheteria do teatro 1h antes de cada sessão. Sujeito à lotação do espaço.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/peca-sine-qua-nom-ou-tem-uma-usina-dentro-de-mim-estreia-no-teatro-marco-camarotti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

