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	<title>Portal Cultura PE &#187; pedido</title>
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		<title>Pernambuco prorroga prazo para a solicitação do Auxílio Emergencial da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 15:28:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Portal Cultura.PE · Pernambuco prorroga prazo para a solicitação do Auxílio Emergencial da Cultura Em entrevista à Rádio SEI nesta quarta-feira (14), ligada à Secretaria de Imprensa do Governo do Estado de Pernambuco, a secretaria-executiva de Cultura de Pernambuco, Silvana Meireles, detalhou como os trabalhadores da cultural podem se cadastrar para receber o auxílio emergencial [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/911037505&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true&amp;visual=true" height="300" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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<p>Em entrevista à Rádio SEI nesta quarta-feira (14), ligada à Secretaria de Imprensa do Governo do Estado de Pernambuco, a secretaria-executiva de Cultura de Pernambuco, <strong>Silvana Meireles</strong>, detalhou como os trabalhadores da cultural podem se cadastrar para receber o auxílio emergencial previsto pela Lei Aldir Blanc, cujo prazo de inscrição foi prorrogado ate o próximo dia 31 de outubro (sábado). Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Tombamento do Museu Mestre Vitalino, em Caruaru, foi deferido</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 16:57:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) deferiu, nesta quarta-feira (8), o pedido de Tombamento relativo à Casa Museu Mestre Vitalino, feito pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. A instituição se localiza no município de Caruaru, localizado no Agreste, e vem apresentando risco de desabamento. O local é um patrimônio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79138" aria-labelledby="figcaption_attachment_79138" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/casadevitalino.jpeg"><img class="size-medium wp-image-79138" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/casadevitalino-607x445.jpeg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">A Casa Museu Mestre é Vitalino abriga obras de várias gerações da família do mestre artesão </p></div>
<p>A Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) deferiu, nesta quarta-feira (8), o pedido de Tombamento relativo à Casa Museu Mestre Vitalino, feito pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. A instituição se localiza no município de Caruaru, localizado no Agreste, e vem apresentando risco de desabamento. O local é um patrimônio histórico do Estado e do Brasil, e representa um artista que retratou, no barro, o sentimento do povo do Nordeste.</p>
<p>A Casa Museu Mestre Vitalino é um espaço que abriga toda a geração de artistas da família do Mestre Vitalino, mas está fechado desde o início da pandemia. As demais casas de artesanato de Caruaru &#8211; muitas inspiradas na do mestre &#8211; já foram abertas, mas o a de Vitalino, um símbolo da região nordestina, toda de barro, está fechada.</p>
<p><em>“Por isso, apresentamos o pedido de tombamento, que foi aceito. Agora, vamos seguir os tramites. Precisamos saber se a família vai concordar. Seja qual for o resultado, o importante é que esse patrimônio histórico, símbolo do Nordeste, seja preservado e cuidado”</em>, disse o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes.</p>
<p>A Fundarpe &#8211; órgão ligado à Secult-PE, responsável por análises na área de patrimônio &#8211; fará todo levantamento cultural e histórico do imóvel e encaminhará o documento ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que aprofundará a análise e emitirá o parecer definitivo sobre o tombamento. De todo modo, pela lei de proteção do Estado a bens materiais, o imóvel encontra-se protegido durante todo processo, como se já tombado estivesse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conselho de Preservação acata pedido de tombamento do Casario de Pesqueira</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2017 20:12:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (27), o pedido de tombamento do casario da cidade Pesqueira, referente aos imóveis 23, 39, 49, 57,65 e 71 da Rua Cardeal Arcoverde, localizada no centro do município. O parecer, apresentado pelo conselheiro Marcus Prado, destacou o &#8220;estado de conservação das casas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48236" aria-labelledby="figcaption_attachment_48236" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Prado/Cortesia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/PEDSQUEIRA-DOIS-DOIS-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-48236" alt="Marcus Prado/Cortesia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/PEDSQUEIRA-DOIS-DOIS-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O casario fica localizado na Rua Cardeal Arcoverde, no centro de Pesqueira</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (27), o pedido de tombamento do casario da cidade Pesqueira, referente aos imóveis 23, 39, 49, 57,65 e 71 da Rua Cardeal Arcoverde, localizada no centro do município.</p>
<p>O parecer, apresentado pelo conselheiro Marcus Prado, destacou o &#8220;estado de conservação das casas e de seus traços arquitetônicos, que estão bem preservados&#8221;, conforme diagnosticou o exame técnico elaborado pelo corpo técnico da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. &#8220;O casario mantém as suas características arquitetônicas traçadas nos anexos do processo, não oferecendo, presentemente, nenhum indício ou sinal de descaracterização&#8221;, disse Prado.</p>
<p>Além disso, o relator do processo fez questão de colher informações entre os moradores e atuais proprietários dos imóveis, que ressaltaram que o &#8220;tombamento garantirá a proteção, através do poder público, desses bens de valores arquitetônicos, históricos e afetivos imensuráveis, demonstrando assim a capacidade do pesqueirense em investir na construção de imóveis com riqueza de traços característicos de um tempo áureo da cidade, além da determinação de conservar os imóveis sem descaracterizá-los&#8221;.</p>
<p>Os conselheiros acataram o pedido por maioria dos votos e solicitaram que a Fundarpe apresente, no período de dez dias, o polígono de tombamento dos imóveis.</p>
<p>Uma vez apresentadas as observações recomendadas pelo CEPPC à Fundarpe, o processo retorna à Secult-PE, que o encaminha para o governador do Estado, responsável pela publicação do decreto de tombamento. Depois de publicado, o decreto é despachado ao CEPPC, que inscreve os imóveis no seu livro de tombo.</p>
<p><strong>Imóveis tombados</strong><br />
A Rua Cardeal Arcoverde, onde se localiza o casario, foi o primeiro arruamento do município e possui um importante papel na sua estrutura urbana, indicando o que viria um dia a ser o eixo principal de Pesqueira. Ao longo dos anos, o logradouro manteve fortes traços de sua ambiência original, que começou a tomar forma ainda em 1800, mantendo seus principais usos, tipologias e gabaritos.</p>
<p>A industrialização da cidade implicou na vinda de diversas inovações, que modificaram o seu aspecto urbano, mas não atingiu o eixo principal, minuciosamente estudado pela arquiteta Maria Laís Maciel Tabosa, em seu trabalho de conclusão de curso, desenvolvido como requisito para a integralização dos créditos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>Nesse casario, observa-se a linha de força matriz, a espinha dorsal do que seria a cidade de Pesqueira. Mais do que isso: assinala uma fase de significativo desenvolvimento industrial, com a instalação de suas fábricas de doce, que modificou o caráter da cidade. “A instalação das fábricas dentro do eixo principal acabou marcando a paisagem da urbe. Seus monumentais edifícios se destacavam do entorno de casas térreas e suas chaminés marcavam a paisagem do município, que logo se tornou um exemplar de cidade industrial do agreste pernambucano, conhecida como Cidade das Chaminés”, relata Tabosa.</p>
<p>Segundo ela, porém, a diversidade de níveis dos imóveis nesse período não foi alterada, mantendo as diferentes perspectivas de visibilidade. &#8220;Não ocorreram mudanças de gabarito ao longo do eixo arquitetônico, estas são pontuais e não alteram as referidas visibilidades&#8221;, diz no seu trabalho de conclusão de curso. E acrescenta: &#8220;as edificações apresentam uma arquitetura neoclássica brasileira: casarios com platibandas corridas e decoradas; fachadas marcadas por janelas (em arcos abatidos, arcos plenos, arcos ogivais) e coberturas de duas águas em telha canal&#8221;.</p>
<p>O casario também é composto de calçadas altas e, segundo o que observou o conselheiro Marcus Prado em suas andanças pela cidade, &#8220;não há riscos de perdas em casos de chuvas intensas&#8221;. &#8220;Circulei pelas ruas de Pesqueira e nada encontrei, entre as suas antigas edificações, que desabonasse a vocação do pesqueirense para o zelo do seu patrimônio construído. As futuras gerações usufruirão à história dessa cidade, podendo contemplar <em>in loco</em> o bom gosto, a sensibilidade dos antepassados e senso de responsabilidade da atual geração&#8221;, destacou em seu parecer.</p>
<p><strong>Pedido</strong><br />
O processo de tombamento foi aberto por solicitação do Instituto Histórico e Geográfico de Pesqueira, assinado pelo presidente José Florêncio Neto, e deferido pelo então Secretário de Turismo, Cultura e Esportes, Francisco Bandeira de Mello.</p>
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		<title>Conselho de Preservação aprova pedido de tombamento da fonte da Praça Maciel Pinheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 17:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (16), o pedido de tombamento da fonte da Praça Maciel Pinheiro, localizada no bairro da Boa Vista (Centro do Recife), bem como de seu entorno. Erguida em 1875, em comemoração ao término da Guerra do Paraguai (1864-1870), a obra de mármore [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46472" aria-labelledby="figcaption_attachment_46472" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Paulo Seixas/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/conselho-de-preservacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-46472" alt="João Paulo Seixas/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/conselho-de-preservacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O pedido foi apresentado pelo conselheiro Leonardo Dantas</p></div>
<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (16), o pedido de tombamento da fonte da Praça Maciel Pinheiro, localizada no bairro da Boa Vista (Centro do Recife), bem como de seu entorno.</p>
<p>Erguida em 1875, em comemoração ao término da Guerra do Paraguai (1864-1870), a obra de mármore possui 7,85 metros e foi esculpida em Lisboa pelo renomado artista Antônio Moreira Ratto (1818-1903), que tem sua assinatura em vários monumentos que ornam praças e passeios da capital portuguessa, da cidade de Évora e do Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o conselheiro Leonardo Dantas, autor do pedido de tombamento no CEPPC, a fonte foi instalada no meio da Praça Maciel Pinheiro sob subvenção popular e serviu durante muito tempo como espaço de convivência de muitas famílias judaicas que se instalaram pelas ruas do bairro da Boa Vista, a partir da Revolução Russa de 1917.</p>
<p>&#8220;Tipos ruivos que logo ocuparam seculares casas e sobrados nas ruas Velha, da Glória, de Santa Cruz, Leão Coroado, da Alegria, Visconde de Goiana, Marques Amorim, Barão de São Borja, do Jasmim, do Aragão, dos Prazeres, Visconde Suassuna, dentre outras. Nos finais de tarde homens dessa comunidade faziam da bucólica Praça Maciel Pinheiro o seu centro de convívio, onde em animadas conversas, ou acaloradas discussões, se comunicavam na língua anasalada do dialeto <em>iídiche</em>, tratando de temas da vida diária ou de recordações de suas terras de origem&#8221;, descreve o historiador no parecer. A célebre escritora Clarice Lispector (1920-1977), descendente dessa comunidade, viveu sua infância na casa de esquina com a Rua do Veras, onde, atualmente, há uma escultura em cimento, confeccionada pelo artista Demétrio Albuquerque, que marca a sua passagem pelo bairro.</p>
<p>O pedido foi aprovado por unanimidade pelos membros do CEPPC. Os conselheiros, porém, solicitaram ao proponente que, antes de submetê-lo à apreciação do Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja (responsável por dar abertura ao processo de tombamento), encaminhasse seu parecer à Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a fim de que fosse anexado ao documento mais informações técnicas (fotos e documentos) que subsidiem sua solicitação. A proposição do autor também requestou que fosse oficiado ao Iphan &#8220;o processo de tombamento do sítio urbano com todo seu entorno, com o objetivo de sua inclusão como Monumento Nacional no Livro de Belas Artes&#8221;.</p>
<p>A conselheira e gerente de Preservação Cultural da Fundarpe, Márcia Chamixaes, destacou a iniciativa do historiador e ressaltou que &#8220;o tombamento aponta para a revitalização da área e, consequentemente, para a usualidade dos cidadãos, que voltarão a apreciá-la&#8221;.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe oficializam o pedido de registro das Bandas de Pífano como Patrimônio Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-fundarpe-e-iphan-oficializam-o-pedido-de-registro-das-bandas-de-pifano-como-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 19:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40383" aria-labelledby="figcaption_attachment_40383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lauro Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-40383" alt="Lauro Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Severino Pessoa representou a Secult-PE/Fundarpe na solenidade</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou a solicitação à sede do órgão, em Brasília.</p>
<p>O processo &#8211; resultado da mobilização dos representantes desse segmento e das pesquisas da produtora cultural Página 21 (responsável por uma série de inventários sobre as Bandas de Pífano do Agreste e do Sertão do Estado) e da realização do Festival Tocando Pífano, ações que contam com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; segue agora para a análise do Iphan, que deverá emitir parecer sobre o assunto nos próximos dezoito meses.</p>
<p>Na solenidade de oficialização do registro, realizada no Pátio da Estação Ferroviária de Caruaru, esteve presente o Secretário de Cultura em Exercício, Severino Pessoa, que assinou o documento endereçado à presidente do Iphan, Katia Bogéa, cuja cópia foi entregue ao mestre Sebastião Biano (97 anos), líder da banda de Pífanos de Caruaru, e a Anderson do Pife, da Banda de Pífanos Zé do Estado e coordenador-geral da Casa do Pífano de Caruaru, que foi uma das iniciativas agraciadas recentemente na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/primeira-edicao-do-premio-ariano-suassuna-bonifica-13-vencedores/" target="_blank"><strong>primeira edição do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</strong></a>.</p>
<p>O evento antecedeu o 1º Dia dos Mestres, promovido pela Casa do Pífano de Caruaru. Entre as atrações, estavam a Banda de Pífanos Zé do Estado, Banda de Pífano de Caruaru e o grupo Fim de Feira, que deu início à turnê do show “Bomba Cordão”, que conta também com incentivo do Funcultura.</p>
<p>“A nossa participação no processo de registro das Bandas de Pífano busca ampliar a valorização, difusão e preservação dessa tradição cultual, considerando as especificidades de cada região e dos grupos já identificados no Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
Durante a quinta edição do Festival Tocando Pífanos, em outubro de 2015, a Página 21 entregou ao Iphan o ofício e um abaixo-assinado, com a anuência das bandas de pífano do Estado, solicitando a abertura do processo de Registro das Bandas de Pífano, que tramita atualmente na Diretoria de Patrimônio Imaterial em Brasília. Para cumprir com os ajustes referentes às entidades que podem instruir o dito processo de registros, nos termos do Decreto Federal mº 3.551/2000, foram mobilizadas a Superintendência do Iphan em Pernambuco, a Secult-PE e a Fundarpe para figurarem também como protagonistas no processo. Assim, as instituições assumem conjuntamente o papel de proponentes nesta ação, fortalecendo as intenções da sociedade em preservar esta tradição cultural que marca presença em diferentes regiões do Estado.</p>
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