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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pedro Vilela</title>
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		<title>Monólogo Altíssimo estreia no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 18:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54172" aria-labelledby="figcaption_attachment_54172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flora Negri</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/Altissimo-2-Creditos-Flora-Negri-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-54172" alt="Flora Negri" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/Altissimo-2-Creditos-Flora-Negri-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo marca o retorno do ator Pedro Vilela aos palcos</p></div>
<p>Sábado (14) é dia de estreia no palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna: o monólogo <em>Altíssimo</em>, protagonizado por Pedro Vilela, cumprirá temporada de dois finais de semana no equipamento cultural. Primeira montagem da <a href="https://www.facebook.com/tremaplataforma/" target="_blank"><strong>TREMA! Plataforma de Teatro</strong></a>, núcleo desenvolvedor das artes cênicas sediado no Recife, o espetáculo é fruto de uma investigação &#8211; feita durante dois anos por Vilela e o dramaturgo paulista Alexandre dal Farra &#8211; sobre o comércio sobre a fé em nosso país, a partir da compreensão e estudos de processos de espetacularização nas religiões neopentecostais, e propõe-se a discutir a construção doutrinária destas organizações que estão ali para atender a uma cultura predominantemente hedonista onde o “cristo” é materializado nestes locais pelo sacrifício pessoal.</p>
<p><em>Altíssimo</em> coloca em cena os bastidores da criação espetacular, resgatando a percepção do espetáculo e do texto como construção intencional. Ao apagar as fronteiras entre público e plateia, lembra constantemente o espectador que ele está no teatro, interpondo narradores entre a ação representada e aquele que a assiste, pervertendo a configuração tradicional de categorias dramáticas como tempo, espaço, ação e diálogo.</p>
<p>De acordo com Vilela, o espetáculo foi desenvolvido em cima de uma série de leituras bibliográficas sobre o assunto, visitas a templos de igrejas em diferentes partes do país e encontros presenciais em Recife e São Paulo. &#8220;<em>Não objetivávamos a mera reprodução deste cultos, porque somos bombardeados cotidianamente com imagens em diferentes mídias. Compreender como essa religião se estabelece em nosso país, o que faz indivíduos recorrerem a estas denominações¨</em>, comenta o ator.</p>
<p>O trabalho marca o retorno aos palcos do protagonista, que durante mais de dez anos foi Gestor e Diretor Artístico do Grupo Magiluth, um dos principais coletivos teatrais do Estado. Além do dia 14, Altíssimo será encenado nos dias 15, 21 e 22 de outubro, às 19h, no equipamento cultural. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Altíssimo</em><br />
Quando: 14, 15, 21 e 22 de outubro (sábados e domingos), às 19h<br />
Quanto: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
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		<title>Nelson Rodrigues em debate</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 23:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anco Márcio]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Vilela]]></category>

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		<description><![CDATA[Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada” Por Chico Ludermir Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5433" aria-labelledby="figcaption_attachment_5433" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5433" alt="Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada”</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com a participação dos professores Anco Márcio e Luís Reis, ambos da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>“Nelson não tinha assombro diante do ser humano, por isso consegue provocar a gente sempre”, começou Reis. Daí é que ele teria chegado tão perto da universalidade, defendeu. Aproveitando o mote da mesa, o professor acrescentou ainda que a arte não é julgada pela moral, mas pela estética.</p>
<p>Anco Márcio aproximou os discursos de Nelson Rodrigues aos de Freud e Gilberto Freyre (com este último, Nelson teria tido uma relação de amizade). Segundo Anco, a sexualidade seria um tema comum aos três autores, sendo o dramaturgo o mais hiperbólico e superlativo nessa questão. Para ele, um autor exagerado, que na história da literatura brasileira pode ser comparado a nomes como o poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno.</p>
<p>“Ele usava frases fortes como ‘toda mulher gosta de apanhar. As histéricas reagem’. Há sempre uma potencialização. Ele potencializa para que percebam o que ele quer dizer”, exemplificou Anco, chamando atenção para o fato de que o autor lançava uma frase bombástica e depois criava uma contradição. Nesse caso, sendo a histeria um aspecto comum a todas as mulheres na visão de Freud, a afirmativa “toda mulher gosta de apanhar” é negada, já que as histéricas reagem.</p>
<p>Perguntado pela plateia, coube a Pedro Vilela explicar um pouco sobre a peça “Viúva, porém honesta”, da qual é diretor. O texto de Nelson Rodrigues será apresentado na noite de hoje pelo grupo Magiluth, no mesmo local da mesa redonda, o Centro Cultural Ministro Marcos Vinicius Vilage.</p>
<p>&nbsp;</p>
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