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	<title>Portal Cultura PE &#187; Peixinhos</title>
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		<title>Bastiões comandam País das Culturas Populares em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 02:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda tarde do polo País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País, no município de Pesqueira (PE), neste sábado (3), foi marcado por apresentações de grupos e artistas que têm como projeto de existência a perpetuação da manifestação cultural a que se dedicam. Subiram ao palco da Praça da Rosa as atrações Mestres do Coco Pernambucano, Ciranda das Flores da Amunam, Bloco Afro Lamento Negro e Adiel Luna e o Coco Camará.</p>
<p>Mestre do Coco Pernambucano, por exemplo, surgiu de uma exposição fotográfica sobre o tema. A partir dessa iniciativa foi formado um conjunto no qual participam três mestres nos vocais e três percussionistas, com os nomes sempre se alternando.</p>
<p>Já a Ciranda Flores Amunam, formada por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata (Zona da Mata Norte), trouxe em seu repertório canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, também interpretou composições de Gilberto Gil (Esperando na Janela), Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>Entre os grupos de afro reggae, ritmo que têm tido grande destaque no Festival Pernambuco Meu País, o Bloco Afro Lamento Negro, do bairro de Peixinhos (Olinda-PE), é um dos mais icônicos. Basta dizer que dele saíram os integrantes que formaram a base rítmica da banda Nação Zumbi, ainda com Chico Science. As origens do movimento mangue tem DNA do Lamento Negro. Em Pesqueira, Felipe Baobá, Fernanda e Marcela entoaram canções que celebram a cultura preta e periférica. Como de praxe, completaram a set list com temas como o Canto das Três Raças (de Mauro Duarte &amp; Paulo César Pinheiro, sucesso na voz Clara Nunes), Samba Makossa (Chico Science) e Computadores Fazem Arte (Fred Zeroquatro).</p>
<p>Natural de São Lourenço da Mata (Região Metropolitana do Recife), Adiel Luna é cantador de viola, coquista, forrozeiro, aboiador, cordelista, ator, mestre de maracatu, mamulengueiro, formador e brincante de cultura popular. Seu espetáculo, com vozes e percussão, reflete toda essa bagagem. Ainda assim, em Pesqueira, Adiel deu mesmo foi um show de humildade, dividindo seu tempo de palco convidando mestres e brincantes da cidade e região. Participaram mestre Luiz Timóteo, Diosmam Avelino e os membros do Flor de Jurema Ednaldo Xucuru, Jaci Nayara Dias, Carol Xucuru e Bibi Xucuru.</p>
<p>Antes transição do País das Culturas Populares para o País da Música, no mesmo palco da Praça da Rosa, ainda contou com o espetáculo O Menestrel. As histórias cantadas pelo ator Márcio Fecher, acompanhado pelo violão de Felipe Baobá e o carrón de Fábio Ypalonã, são uma adaptação de o Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (heterônimo de Fernando Pessoa), com foco na cultura de maracatu, coco e toques de terreiro.</p>
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		<title>Festival Natora agita fim de semana em Olinda com dez shows em sua 25ª edição</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 18:44:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Natora completa 18 anos de vida, chegando a sua 25ª edição, com dois dias de festa e dez shows para celebrar a música de Pernambuco. A entrada é gratuita e as apresentações acontecem neste sábado (23) e domingo (24), no Centro de Educação e Cultura Marcaxé (Avenida Presidente Kennedy, 2.613, bairro de Peixinhos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109152" aria-labelledby="figcaption_attachment_109152" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marina Branco/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/2.-Dani-Carmesim_Foto-Marina-Branco.jpg"><img class="size-medium wp-image-109152" alt="Marina Branco/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/03/2.-Dani-Carmesim_Foto-Marina-Branco-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Dani Carmesim</p></div>
<p>O Festival Natora completa 18 anos de vida, chegando a sua 25ª edição, com dois dias de festa e dez shows para celebrar a música de Pernambuco. A entrada é gratuita e as apresentações acontecem neste sábado (23) e domingo (24), no Centro de Educação e Cultura Marcaxé (Avenida Presidente Kennedy, 2.613, bairro de Peixinhos, Olinda &#8211; ao lado do Caic), a partir das 17h. O evento tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), realização do Coletivo Natora, produção executiva da PRO4 e apoio da Prefeitura de Olinda.</p>
<p>Nesta 25ª edição a curadoria do festival atuou para levar ao público o máximo da diversidade musical da cena pernambucana, unindo artistas da cultura afroindigena e indies do estado no mesmo palco. Samba, pop, brega-funk, trap, hip hop, coco de roda, rock e hardcore estão entre os ritmos.</p>
<p>A programação conta com Bella Kahun (Garanhuns), Fabidonas (Recife), Dani Carmesim (Recife), Coco dos Pretos (Recife), Dom Santana (Recife), FK Feiticeiro (Olinda), Elaine Cristina (São Lourenço da Mata), Zendo (São Lourenço da Mata), além da Saga HC e Nêgo Thor como convidados (confira abaixo a programação completa).</p>
<p>Todos os artistas desta edição ainda farão parte da Coletânea Natora Volume 5. As músicas gravadas serão disponibilizadas nas principais plataformas de streaming de música. Para quem está longe poderá acompanhar tudo ao vivo pelo canal do festival no <a title="Festival Natora" href="https://www.youtube.com/@festivalnatora" target="_blank">YouTube</a>. E já pode sentir o gostinho do que vai rola ouvindo a <a title="Line UP Festival Natora 2024 - 25ª Edição" href="https://youtube.com/playlist?list=PLCePfGh82Wuu-82lTYG6xzVij5C3Bbme1&amp;si=d6sOQTHLHXG-1VNB" target="_blank">playlist</a> completa do festival.</p>
<p>Os números do Festival Natora são impressionantes. Já se apresentaram mais de 200 bandas e 300 shows, com mais de 8 mil horas de músicas tocadas, contemplando artistas da Zona da Mata Norte, do Agreste e da Região Metropolitana do Recife.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> Em 2004, um grupo de músicos e amigos de Olinda se juntaram e construíram do próprio bolso um estúdio de ensaios em um barraco, na beira do mangue, na Comunidade da Giriquiti, em Peixinhos. O espaço foi batizado de Beira-Mar.</p>
<p>Após a criação do equipamento, em 2006, nasceu a ideia de juntar seus equipamentos e sair por ruas, becos e vielas de Peixinhos levando música, arte, poesia e informação para a população.</p>
<p>Desse movimento surgiu o Festival Natora de artistas, grupos e bandas independentes. Após 17 anos e 24 edições, o Natora se consolidou como uma plataforma aberta de música e arte para novos artistas, grupos e bandas de todas as tribos e cores de Pernambuco.</p>
<p>Mais informações no <a title="festivalnatora" href="https://www.instagram.com/festivalnatora/" target="_blank">Instagram</a> e no <a title="Festival Natora" href="https://www.facebook.com/natorafestival" target="_blank">Facebook</a>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><em><strong>Sábado (23)</strong></em></p>
<p>Zendo<br />
Dani Carmesim<br />
FK Feiticeiro<br />
Bella Kahum<br />
Saga HC</p>
<p><em><strong>Domingo (24)</strong></em></p>
<p>Elaine Cristina<br />
Coco dos Pretos<br />
Dom Santana<br />
Fabidonas<br />
Nêgo Thor</p>
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		<title>Comandado pela Secult-PE, projeto &#8220;Viva Cultura!&#8221; desembarca em Peixinhos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/comandado-pela-secult-pe-projeto-viva-cultura-desembarca-em-peixinhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 19:11:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove na próxima sexta-feira (25), a partir das 9h, mais uma edição do projeto “Viva Cultura!”. Desta vez, o encontro será na Escola Estevão Pinto, no bairro de Peixinhos (Olinda), e contará com as participações do ator Tales Pimenta, do artesão Jonatas Moreno e de Mestre Nado (Patrimônio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72810" aria-labelledby="figcaption_attachment_72810" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72810" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado será um dos convidados desta edição do projeto &#8220;Viva Cultura!&#8221;, em Olinda</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove na próxima sexta-feira (25), a partir das 9h, mais uma edição do projeto “Viva Cultura!”. Desta vez, o encontro será na Escola Estevão Pinto, no bairro de Peixinhos (Olinda), e contará com as participações do ator Tales Pimenta, do artesão Jonatas Moreno e de Mestre Nado (Patrimônio Vivo de Pernambuco).</p>
<p>A iniciativa é um conjunto de atividades transversais de cultura e educação, que visa aliar as variadas expressões culturais como ferramenta de conhecimento dentro do universo escolar. Para isso, além da parceria com outras secretarias estaduais (SEE, ADEPE, SETEQ e SDSCJ), o “Viva Cultura” conta com a experiência do projeto “Outras Palavras” que, desde 2015, vem desenvolvendo uma série de atividades com ênfase na Literatura e nos Patrimônios Vivos, nas comunidades escolares pernambucanas.</p>
<p>“É com imensa satisfação que a Secult-PE retoma as atividades nas escolas do Estado. Nesta nova roupagem, o projeto ganha ainda mais força ao trazer outras linguagens para dentro das instituições de ensino, como gastronomia, audiovisual, música, fotografia e arte popular, num intercâmbio entre cultura e educação, que possibilite aos alunos uma nova ferramenta de conhecimento e, mais do isso, resinifique a própria experiência do espaço escolar”, diz o gerente de Políticas Culturais da Secult-PE, Renato Carvalho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONVIDADOS</strong></span></p>
<p><strong>Tales Pimenta</strong> é licenciado em Teatro pela UFPE, curso de Corporeidade e a Cena no Teatro de Rua/Trupe Circuluz, fez Dramaturgia do Circo com o método Angatú, com Sérgio Machado, e também participou de Workshop Princípios da Abordagem Somático-Performativa/Universidade Federal da Paraíba e do Curso de Formação em Palhaçaria com Alexsandro Silva.</p>
<p><strong>Jonatas Moreno</strong> é um jovem artesão, com habilidades em cortes na madeira, pintura e criações artísticas. Ele participou de exposições como: Fenearte 2021/2O22 e Salão de Arte Popular Religiosa/2022, no Centro de Artesanato de Pernambuco. Desde a infância, por parte do pai e alguns tios, começou a trabalhar utilizando madeira e uma faca também artesanal. Jonatas tem peças expostas em algumas galerias de arte e também no Centro de Artesanato, porém a maioria das peças são vendidas pela internet.</p>
<p><strong>Mestre Nado</strong> é ceramista de esculturas cantantes. Patrimônio Vivo de Pernambuco, Nado produz há mais de 20 anos ocarinas, instrumento de sopro em formato globular que lembra uma flauta. Inspirada nos elementos da natureza, as ocarinas redondas fazem barulhos que remetem à água. Multi-instrumentista, Mestre Nado sentiu necessidade de fazer música. Em 2014, produziu seu primeiro CD (O Som do Barro) relacionando ritmos musicais (xote, xaxado, ciranda, coco, frevo e baião) aos elementos da natureza.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Projeto “Viva Cultura!” – participações de Tales Pimenta, Jonatas Moreno e Mestre Nado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
Quando: 25 de novembro de 2022 (sexta-feira), às 9h<br />
Onde: Escola Erem Estevão Pinto (Av. Presidente Kennedy, 116 &#8211; Peixinhos &#8211; Olinda/PE)</p>
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		<title>Maracambuco celebra 25 anos de revolução sociocultural em Peixinhos</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2018 20:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Há 25 anos um grupo tem mudado para melhor a realidade sociocultural do bairro de Peixinhos, em Olinda. Fundado no dia 9 de junho de 1993, o Maracambuco, maracatu de baque virado da região, celebra neste próximo sábado (9) suas bodas de prata – um marco que traz um significado especial diante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61315" aria-labelledby="figcaption_attachment_61315" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867482280_62837d0482_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61315" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867482280_62837d0482_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O brincante Nilo Oliveira, presidente do Maracambuco, foi quem deu início ao grupo, em 1993</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Há 25 anos um grupo tem mudado para melhor a realidade sociocultural do bairro de Peixinhos, em Olinda. Fundado no dia 9 de junho de 1993, o <a href="http://maracambuco.com.br" target="_blank"><strong>Maracambuco</strong></a>, maracatu de baque virado da região, celebra neste próximo sábado (9) suas bodas de prata – um marco que traz um significado especial diante do potencial e importância que o folguedo exerce junto aos outros maracatus de Pernambuco. A comemoração deste um quarto de século será restrita aos integrantes do Maracambuco, com uma confraternização em Aldeia, mas é só o início de uma série de atividades previstas para marcar a data especial.</p>
<p>Mesmo com a pouca idade, o grupo conquistou títulos importantes, a exemplo do Ponto de Cultura, recebido recentemente pelo Ministério da Cultura, e os Prêmio de Cultura Populares (2007) e a Medalha Ordem do Mérito Cultural (2013), ambos também concedidos pelo MinC. Além disso, foi um dos grandes incentivadores durante o processo que resultou no título de Patrimônio Imaterial do Brasil dado aos maracatus de baque virado pelo IPHAN, em 2014.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/klCRUsLUjXQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>História -</strong> Nilo Oliveira, o fundador e presidente do Maracambuco, recebeu a equipe do Cultura.PE na própria sede do Maracambuco, um sala pequena, mas aconchegante, localizada em plena Av. Presidente Kennedy. <em>“Gosto de espaços pequenos porque assim consigo ter o controle da garotada”,</em> brinca ele, para depois contar que foi em 1989 que tudo começou, quando ele criou um fã clube da Nação Pernambuco.</p>
<p><em>“Esse grupo encantava a geração da época e inspirou ícones da música, como Chico Science. Me apaixonei quando os conheci, foi impactante. Eu era de Jaboatão dos Guararapes e na época vim morar em Olinda, no beco do Pavão Misterioso (Vila Popular, Olinda). Tinha vontade de montar um projeto dentro do bairro, foi quando percebi no maracatu essa possibilidade. Ai em 1993 fundamos o Maracambuco, e no começo fazíamos apresentações mais simples, em feiras de ciências, aberturas de jogos escolares, essas coisas”,</em> explica Nilo.</p>
<div id="attachment_61312" aria-labelledby="figcaption_attachment_61312" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867438420_373922f657_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61312 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867438420_373922f657_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Sede do Maracambuco funciona no endereço Av. Pres. Kennedy, 1228, Peixinhos, e serve, além de ponto de encontro para as reuniões da Noite Para os Tambores Silenciosos de Olinda, como base de apoio a outros grupos que precisem de uma assessoria jurídica para editais e contratações</p></div>
<p>Sobre a ligação religiosa do maracatu, o presidente do Maracambuco despista e tenta ser discreto sobre o assunto. “<em>A minha sócia é católica e eu sou espírita. O zelador do maracatu sou eu, e sou filho de Iemanjá. Eu prezo muito pela privacidade em relação a isso. Quem chega aqui sabe que tem que respeitar. Eu respeito a religião do próximo, mas eles sabem que aqui tem que acender uma velinha pra Iemanjá, porque ela é nossa mãe”,</em> conta ele, que revelou ter esperado a chegada da sua calunga, feita pelo Mestre Roberto, para fazer o primeiro cortejo em 1998.</p>
<p><strong>Elo com Peixinhos -</strong> Desde sua gênese, mas com ainda mais força a partir dos anos 2000, o Maracambuco atua durante todo o ano oferecendo no bairro oficinas de percussão e danças populares para jovens da região. Além das aulas, os participantes podem participar dos cortejos do maracatu, dependendo do comportamento e da regularidade nos ensaios.</p>
<div id="attachment_61314" aria-labelledby="figcaption_attachment_61314" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867476610_6ae711642c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61314 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867476610_6ae711642c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“O maracatu pra mim é isso. Não é só arte e espiritual. Eu prezo muito pelo social, é algo importante dentro do trabalho”, reforça Nilo Oliveira</p></div>
<p><em>“O maracatu pra mim é isso. Não é só arte e espiritual. Eu prezo muito pelo social, é algo importante dentro do trabalho”,</em> reforça Nilo, detalhando que os encontros acontecem toda quinta-feira, das 18h às 19h30. <em>“São oficinas de percussão e danças populares, e quem quiser participar deve nos procurar porque existe um cadastro. Se for menor de idade, precisa de autorização de um responsável, apresentar a frequência da escola e ter um bom comportamento. É ainda onde entra a parte espiritual. Iemanjá é mãe e quer saber como os filhos estão. Não adianta ser bonzinho aqui e lá fora não, e isso vai acabar repercutindo contra todo mundo“,</em> explica o presidente do maracatu, enquanto que do lado de fora da sede do Maracambuco cerca de vinte jovens se preparavam para começar um ensaio.</p>
<p><em>“Uma das bases da cultura é o envolvimento com a comunidade, não vejo de outra forma. Às vezes os meninos chegam aqui e me pedem um padrão de time de futebol pra eles jogarem bola, e a gente investe nisso. E vou lá assisti-los, porque ali é uma extensão do maracatu”,</em> pontua Nilo, explicando que o Maracambuco reserva uma parte do seu orçamento para patrocinar eventos esportivos dos jovens que participam do grupo. <em>“Eu gosto que os meninos estejam bem vestidos. Eles tem blusão, esquente, tudo que vocês imaginarem. Adoro padronização e aprendi isso com o pessoal do Olodum. Você chega lá na Bahia e eles são completamente organizados neste sentido, conseguem sobreviver com a renda de um trabalho sem depender tanto da iniciativa pública”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_61316" aria-labelledby="figcaption_attachment_61316" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42627688312_ff0424e9f6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61316 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42627688312_ff0424e9f6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“Não gosto quando chamam eles de vulneráveis. Eles são artistas também. Sabem tocar de um jeito que deixa muitos de queixo caído”, ressalta o presidente do grupo</p></div>
<p>Uma das ordens dentro deste maracatu é que os integrantes não podem usar nenhum instrumento que não seja do grupo. “<em>Na verdade, eles trazem nada. Aqui eles só recebem. Ainda tem um pagamento pra cada um, como artista. Fora isso tem a alimentação, estrutura, todas essas coisas. É um incentivo pra que eles vejam que a cultura é também uma profissão. Queria poder dar mais, mas tem que dividir bem pra quantia sobrar pra todo mundo”,</em> revela Nilo. <em>“Não gosto quando chamam eles de vulneráveis. Eles são artistas também. Sabem tocar de um jeito que deixa muitos de queixo caído”,</em> ressalta. Ao todo, 146 pessoas fazem parte do grupo, entre dançarinos e percussionistas.</p>
<p>Dentro desta lógica de disciplina e respeito ao grupo, 60 jovens foram selecionados para participar de uma confraternização no próximo domingo (10), numa chácara em Aldeia. <em>“Vamos ter uma programação com brincadeiras, gincanas, bingo, um monte de coisas, e a ideia é fazer com que quem não foi, fique em casa querendo muito ir na próxima vez”,</em> conta Nilo. Ainda em junho, segundo ele, o grupo entra num ritmo de ensaios preparativos para eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns (o Maracambuco é uma das atrações que passaram pela habilitação artística do Festival e pode ser contratado).</p>
<div id="attachment_61313" aria-labelledby="figcaption_attachment_61313" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867471760_52dffd1aad_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61313 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/40867471760_52dffd1aad_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os ensaios abertos ao público do Maracambuco acontecem sempre às quintas-feiras, a partir das 18h, na sede do grupo</p></div>
<p>Uma das mais recentes apresentações públicas do grupo foi durante a última Noite para os Tambores Silenciosos em Olinda, evento realizado há 18 anos com apoio da Fundarpe e que, segundo Nilo, as reuniões de organização acontecem na sede do Maracambuco. <em>“Juntar maracatus antigos e novos é um processo complexo, mas somos transparentes, e acho que é isso que fez a gente ser reconhecido. Além deste trabalho, muitos grupos vêm até nós para tirar certidões, e a gente dá toda a assistência e assessoria nessa parte jurídica. E por que eu faço isso? Porque se um grupo desses cair, a gente cai juntos. Não foi à toa, por exemplo, que indicamos alguns maracatus para também receberem o prêmio da Ordem de Mérito Cultural, através do MinC”</em>.</p>
<p>Outros títulos que o Maracambuco recebeu foram o Troféu Abebé de Prata Mãe Dadá, em 2015; Troféu Cabeça de Galo em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017; Titulo de Cidadão de Olinda em 2007, dedicado ao presidente do Maracambuco; e a Homenagem do Carnaval 2014 de Olinda.</p>
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		<title>II Noite do Turbante comemora os 30 anos do Bloco Afro Lamento Negro</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 18:06:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/lamento-negro-portal-25012017-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-44536" title="Lamento Negro" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/lamento-negro-portal-25012017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Neste sábado (28), a partir das 19h, ocorrerá a <strong>II Noite do Turbante: 30 anos de Lamento Negro</strong>. O bloco afro de Peixinhos (Olinda) reúne, pela segunda vez, os parceiros que fizeram parte de sua história para celebrar seu trigésimo aniversário. Na ocasião, haverá apresentações de artistas locais, desfile de turbantes e homenagens a personalidades que fizeram parte de toda a trajetória do Lamento Negro. O evento acontecerá na Associação Boi Menino, que fica na Avenida Nacional, 390, no bairro de Peixinhos em Olinda.</p>
<p>A II Noite do Turbante conta com uma <strong>feira artesanal</strong> com os afroempreendedores parceiros do bloco. Com o objetivo de enfatizar o empoderamento feminino, algumas personalidades parceiras receberão homenagens. É o caso da gerente de Formação e Capacitação da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella. “A Tarciana se fez muito parceira do Lamento Negro. Sempre que precisamos, a Fundarpe nos apóia e isso é muito valioso para nós. Tarciana conhece a história do bloco e o reconhecimento dela é muito importante”, diz a produtora cultural do Lamento Negro, Conceição Fayola.</p>
<p>Entre as atrações do evento estão o DJ Pretocone, maestro Israel de França, Afoxé Ará Odé, grupo afro Awà Dê Onilê Maré, Balé Afro Fayola, Coco dos Pretos e a escola de samba Galeria do Ritmo. “Para mim, é uma satisfação participar deste momento da história do Lamento Negro. É um trabalho que merece todo reconhecimento e admiração, onde nasceram vários e grandes artistas do estado”, diz Tarciana Portella.</p>
<p><strong>Lamento Negro</strong> &#8211; Fundado em 1987, o bloco afro que deu origem à formação de várias bandas e grupos culturais de renome em Pernambuco, a exemplo do Maracatu Nação Pernambuco, Via Sat e Etnia. Foi lá que Chico Science encontrou os parceiros que trilharam, com ele, os primeiros passos da banda Nação Zumbi.</p>
<p>Do Lamento Negro derivam outros projetos, como a Noite do Turbante e o Centro de Cultura e Arte Lamento Negro (Ceculme). “A gente faz questão de permanecer em Peixinhos, porque lá se encontra o significado da comunidade, além de ser um estímulo à cultura local”, explica a coordenadora do Ceculme e produtora cultural do Lamento Negro, Conceição Fayola.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>II Noite do Turbante &#8211; 30 Anos de Lamento Negro</strong><br />
<strong>Atrações:</strong> DJ Pretocone, Maestro Israel de França, Afoxé Ará Odé, Coco dos Pretos, Awà Dê Onilê Maré, Balé Afro Fayola e a Escola de Samba Galeria do Ritmo<br />
<strong>Quando:</strong> Sábado, 28 de janeiro a partir das 19h<br />
<strong>Local:</strong> Associação Boi Menino &#8211; Avenida Nacional, 390 &#8211; Olinda &#8211; PE<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/161235957698403" target="_blank"><strong>Página do evento no Facebook</strong></a></p>
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