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	<title>Portal Cultura PE &#187; percursos</title>
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		<title>Gilu Amaral apresenta o show &#8220;Percursos&#8221; no Teatro Fernando Santa Cruz, em Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 21:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O percussionista Gilu Amaral sobe ao palco do Teatro Fernando Santa Cruz, localizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, para apresentar seu primeiro espetáculo solo &#8221;Percursos&#8221;. A apresentação será neste domingo (22), a partir das 17h, e os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada). Considerado um dos mais criativos percussionistas brasileiros da sua geração, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/70FhjMA3Ngo" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O percussionista Gilu Amaral sobe ao palco do Teatro Fernando Santa Cruz, localizado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, para apresentar seu primeiro espetáculo solo &#8221;Percursos&#8221;. A apresentação será neste domingo (22), a partir das 17h, e os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).</p>
<p>Considerado um dos mais criativos percussionistas brasileiros da sua geração, em Percursos Gilú expressa o seu talento, criatividade e o aprofundamento dos estudos musicais. Ao explorar diferentes instrumentos percussivos e melódicos, Gilú Amaral cria a narrativa lúdica de Percursos, por meio da execução do pandeiro, caxixi, ngoma, alfaia, tambor falante, ngoni, hangdrums, mbira e berimbau.</p>
<p>O espetáculo propõe uma experiência sensitiva e vem encantando o público por onde passa. Já foi apresentado em três continentes, nos últimos três anos, com destaque para o show realizado no PASIC 2017 (<em>Percussive Arts Society International Convention</em>), um dos eventos mais importantes de percussão e bateria do mundo. Na turnê européia de 2018, Gilú Amaral apresentou Percursos em espaços como a Casa da Música, em Porto, e a (Portugal), em Le Pâquis, em Genebra (Suíça), e na 59 Rivoli, em Paris (França).</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Gilu Amaral é fundador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), banda importante no cenário da música brasileira e que teve o primeiro disco (Orquestra Contemporânea de Olinda,2008) indicado ao Prêmio da Música Brasileira e ao Grammy Latino. Participou do disco Sinfonia &amp; Batuques, de Naná Vasconcelos, vencedor do Grammy Latino, no ano de 2011. Nos últimos anos, levou seu trabalho solo para vários países da Europa e Estados Unidos &#8211; onde se apresentou no PASIC 2017 (Percussive Arts Society International Convention), considerado o maior evento de bateria e percussão do mundo. Gilú Amaral também é produtor musical, compositor de trilhas sonoras para filmes e espetáculos de dança, além de diretor artístico e curador do circuito de música Aurora Instrumental.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show &#8220;Percursos&#8221; &#8211; Gilu Amaral<br />
Quando: 22 de agosto de 2021 (domingo), às 17h<br />
Local: Teatro Fernando Santa Cruz &#8211; Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE)<br />
Ingressos R$20 e R$10 (meia) (à venda no Sympla e no local, com público limitado, devido à pandemia da Covid-19)<br />
Link do Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/gilu-amaral---percursos--espetaculo-solo__1294913" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/gilu-amaral&#8212;percursos&#8211;espetaculo-solo__1294913</strong></a></p>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; levou música e literatura para escola em Panaratama</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 19:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Mais do que uma oportunidade de aproximar estudantes da rede estadual à arte, o projeto Outras Palavras também tem provado ser um bom espaço para os artistas exporem os seus processos criativos e os bastidores por trás de seus trabalhos. Na tarde da última quarta-feira (4), o percussionista Gilú Amaral participou da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61976" aria-labelledby="figcaption_attachment_61976" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42328474205_67da8cf8aa_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61976" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42328474205_67da8cf8aa_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista olindense levou para o projeto uma mostra do espetáculo &#8220;Percursos&#8221;, cujo um dos desdobramentos é o disco &#8220;Peji&#8221;.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Camila Estephania</strong></p>
<p>Mais do que uma oportunidade de aproximar estudantes da rede estadual à arte, o projeto Outras Palavras também tem provado ser um bom espaço para os artistas exporem os seus processos criativos e os bastidores por trás de seus trabalhos. Na tarde da última quarta-feira (4), o percussionista Gilú Amaral participou da edição em Panaratama, onde mostrou para alunos da Escola Narciso Correia, parte da gama de instrumentos explorados no espetáculo “Percursos”, cujo um dos desdobramentos foi o seu primeiro disco solo, intitulado “Peji”, lançado em junho deste ano. Na ocasião, o poeta Herick Helder também conversou com os alunos sobre suas inspirações e motivações para escrever.</p>
<p>Antes de mostrar como o berimbau também pode ser usado fora da Capoeira, o músico olindense adiantou aos estudantes: “a percussão é um mundo gigante”. Não é à toa que o músico explora a versatilidade de vários instrumentos em “Peji”, como o próprio berimbau, do qual extrai uma espécie de riff na faixa “Mãe do Amor” que se expande em “Suíte Berimbau”. “Assim como em ‘Percursos’, o disco não tem isso de explorar ritmos populares, a ideia é pegar instrumentos populares e mostrar como eles podem ser usados de várias formas. Claro que, alguma hora, eu jogo uma célula rítmica de um maracatu ou alguma coisa nossa mais particular, mas este não é o foco”, explica ele, sobre a proposta herdada pelo álbum solo.</p>
<div id="attachment_61977" aria-labelledby="figcaption_attachment_61977" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514491574_b4978ecf30_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61977" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514491574_b4978ecf30_k-775x600.jpg" width="775" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Através dos seus trabalhos, Gilú prova diferentes formas de usar instrumentos da cultura popular.</p></div>
<p>Dentre os instrumentos menos conhecidos, o suíço hang drum fascinou os alunos presentes pelo seu caráter melódico mesmo sendo um equipamento percussivo, como pode ser ouvido na “Vinheta Hang”, de “Peji”. Outro tipo de percussão mais harmônica também explorada no trabalho solo, a kalimba também se destaca em “Aruá”, que conta com a participação de Pepe Cordas na execução do arranjo. Responsáveis por sonoridades mais comuns na música brasileira, o pandeiro, ilu e caxixi também foram “pessoalmente” apresentados aos alunos através de demonstrações instrumentais atípicas.</p>
<div id="attachment_61978" aria-labelledby="figcaption_attachment_61978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/29361863698_de1e8ec8da_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61978" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/29361863698_de1e8ec8da_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Instrumento percussivo de som melódico, o hang drum despertou curiosidade nos alunos.</p></div>
<p>“A gente sempre está procurando alternativas de melhorar ainda mais a gente. O ‘Peji’ tem um pouco disso, mas tem também coisas antigas, porque é uma pesquisa de cinco anos. Acho que esse disco realmente mostra minhas vertentes, porque sou bem eclético. Toco Coco de Umbigada (o artista esteve em turnê com Cláudio Rabeca e Coco de Umbigada em 2017), agora com Henrique Albino tem uma coisa mais de música do mundo, e com o Wassab tem um pouco de experimentalismo, além da Orquestra Contemporânea de Olinda e por aí vai”, lista ele, os diferentes projetos que, de alguma forma, contribuíram para a sua construção como percussionista.</p>
<p>Os três últimos instrumentos citados ainda podem ser facilmente identificados em faixas como “Dias Nublados” e “Holandas”, que contam, respectivamente, com as colaborações de Hugo Linns, na viola e baixo, e Juliano Holanda, na guitarra e baixo. As cordas elétricas, assim como o uso de samples e da bateria eletrônica, determinam a linguagem pop de “Peji”, mas não apagam a pegada da música de terreiro que predomina no trabalho. “Quem me conhece sabe que eu vivencio completamente a cultura afro-brasileira. Apesar do nome de origem Nagô, o disco tem a proposta de ser mais lúdico, mas acho que, quanto mais o branco reverenciar a cultura negra, em tempos que as pessoas estão invadindo terreiros, melhor”, avaliou ele, ao explicar que o título do álbum significa altar em iorubá.</p>
<div id="attachment_61979" aria-labelledby="figcaption_attachment_61979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/41423237430_ca82ec2730_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61979" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/41423237430_ca82ec2730_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Gilú Amaral fará o show de estreia de &#8220;Peji&#8221; no dia 21 de julho, no FIG.</p></div>
<p><strong>ESTREIA NO FIG</strong></p>
<p>Antes de se despedir dos estudantes, Gilú aproveitou para convidá-los para o show de estreia de “Peji”, que acontecerá no dia 21 de julho, no polo do Som na Rural, dentro da programação oficial do Festival de Inverno de Garanhuns. Apesar do disco ter contado com as vozes de Sandy Alê, Mavi Pugliese, Nilton Junior e Erica Natuza, apenas a última irá participar da apresentação.</p>
<p>A cantora irá interpretar as cinco canções do álbum, que conta com mais cinco faixas instrumentais. “Eu não queria que o disco fosse todo instrumental, queria que tivesse voz e convidei gente em quem confio. Eu também componho letra, mas achei massa a ideia de chamar outros compositores. Já a música de Expedito d’Oxossi, eu quis gravar porque a acho linda, então, fiz um arranjo com Lucas dos Prazeres”, comentou ele, sobre “Mãe do Amor”, que louva a orixá Oxum e conecta ainda mais o trabalho aos rituais de matriz africana.</p>
<p>Produzido pelo próprio Gilú, o disco traduz um pouco da postura maleável do percussionista diante da música. “Acho que minha veia artística é exatamente esta: ser olindense e trazer isso para a minha produção, mas minha música é cosmopolita. Sempre estudei música não para ser um virtuosi, mas para estar preparado para entrar em qualquer jogo e ‘Peji’ tem muito disso”, observou ele, que aconselhou os estudantes presentes para buscarem trabalhar em profissões que tivessem a ver com os seus desejos e suas essências.</p>
<div id="attachment_61980" aria-labelledby="figcaption_attachment_61980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/43233222201_227d82883b_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61980" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/43233222201_227d82883b_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Helder Herik cativou os estudantes da Escola Narciso Correia.</p></div>
<p><strong>LITERATURA</strong></p>
<p>Vencedor do 2º Prêmio Pernambuco de Literatura, o poeta garanhuense  e professor de literatura Helder Herik cativou a plateia de alunos mais cedo ao lembrar das vivências familiares, principalmente com a sua avó, que inspiraram a linguagem de livros como o “Rinoceronte Dromedário” e seu interesse pela literatura infantil.</p>
<p>Entre risadas e aplausos, o escritor também deu conselhos aos alunos que escrevem para lerem, amadurecerem a escrita e persistirem nos seus estilos de texto. “O que eu senti hoje foi, além da atenção, um imenso carinho. Nesse tipo de ocasião, eu tenho que me desvestir do papel de professor, mas acho que não consigo completamente. Acho que essa mistura e essa transição acaba enriquecendo ainda mais a arte, porque você cria múltiplos diálogos: o da sala de aula e o do artista”, pontuou ele, sobre a experiência.</p>
<div id="attachment_61981" aria-labelledby="figcaption_attachment_61981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514608354_ebec28abf2_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61981" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/42514608354_ebec28abf2_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos participaram com muitas perguntas sobre a produção do autor e pedidos de dicas de como escrever.</p></div>
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		<title>Gilú Amaral apresenta seu pocket show &#8220;Percursos&#8221; no Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 14:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Percursos é o nome do trabalho solo do percussionista pernambucano Gilú Amaral. Com uma proposta mais intimista, o espetáculo expressa o talento, a criatividade, o aprofundamento dos estudos musicais e a entrega plena do artista por meio da execução de instrumentos percussivos e melódicos, como o Ngoni, o Hangdrums e a Mbira. Nesta segunda-feira (18), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22128" aria-labelledby="figcaption_attachment_22128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870.jpg"><img class="size-medium wp-image-22128" alt="Costa Neto/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No show intimista, o músico toca instrumentos percussivos e melódicos, como o ngoni, o hangdrums e a mbira</p></div>
<p><em>Percursos</em> é o nome do trabalho solo do percussionista pernambucano Gilú Amaral. Com uma proposta mais intimista, o espetáculo expressa o talento, a criatividade, o aprofundamento dos estudos musicais e a entrega plena do artista por meio da execução de instrumentos percussivos e melódicos, como o Ngoni, o Hangdrums e a Mbira. Nesta segunda-feira (18), o público do Recife terá a oportunidade de conhecer esse trabalho, no formato pocket show, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, bairro da Boa Vista, a partir das 19h30. A apresentação terá entrada franca e recebe o apoio da Fundarpe (Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco).</p>
<p>No evento, também acontecerá um bate-papo com Gilú Amaral sobre a participação do artista no PASIC 2017 (Percussive Arts Society International Convention), considerado um dos eventos mais importantes da percussão e bateria do mundo. A convenção foi realizada, no mês de novembro, em Indianópolis, no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Gilú foi o único músico do nordeste a se apresentar no Palco Mundo. <em>“Vou compartilhar a minha experiência no PASIC, desde a minha preparação para participar do evento, quando eu soube que tinha sido selecionado. Também vou abordar o network que se faz num evento internacional desse porte, e como estou aproveitando essas trocas e conhecimentos no meu próprio trabalho”</em>, diz Amaral.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> é reconhecido na cena musical pernambucana e brasileira como um dos melhores percussionistas da sua geração. Gilú também é compositor e produtor musical e já realizou parcerias com artistas como Naná Vasconcelos, Renata Rosa, Mundo Livre S/A, Bonsucesso Samba Clube, Marcelo Bratke, Banda de Pau e Corda. Dentre os seus trabalhos mais conhecidos estão a Orquestra Contemporânea de Olinda – da qual é o idealizador e fundador – e o grupo Instrumental Wassab. Gilú também participa da Ave Sangria (nova fase da banda) e do Henrique Albino Trio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Pocket Show Percursos e Bate-Papo com Gilú Amaral<br />
Data: 18 de dezembro (segunda-feira), às 19h30<br />
Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife)<br />
Entrada: Gratuita</p>
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		<title>Gilú Amaral apresenta seus &#8220;Percursos&#8221; pela música no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 20:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’. &#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’.</p>
<p><em>&#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de minha caminhada como músico. Um espetáculo instrumental feito para ser contemplado do começo ao fim”</em>, adianta o músico. Gilú é um dos mais reconhecidos percussionistas da cena contemporânea no estado, à frente de bandas como a <em>Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO)</em> e <em>Wassab</em>, além de atual parceiro da <em>Ave Sangria</em>.</p>
<div id="attachment_34113" aria-labelledby="figcaption_attachment_34113" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Raphael Pontual/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual.jpg"><img class="size-medium wp-image-34113" alt="Raphael Pontual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação solo do olindense Gilú Amaral terá início às 17h</p></div>
<p>Gilú conta com entusiasmo sobre o processo de montagem da atual e solitária performance: <em>“Eu sempre fui uma pessoa que estive envolvida em trabalhos com outras pessoas, já tenho quase vinte anos de carreira, e tinha este desejo de fazer um trabalho solo. Apesar de ser reconhecido como percussionista, tenho neste projeto a proposta de levar também ao palco instrumentos melódicos como o ngoni, ngoma e hang drums. É um show com narrativa, bem lúdico”,</em> conta.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yCr_4AODpg8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Desde que lançou o projeto, em agosto de 2015, Gilú já realizou ao menos uma apresentação por mês. <em>“Passei por lugares como a Macuca, o Xinxim da Baiana, a Creperia Rouge e o Casbah. Em breve, estarei levando este show para o Rio de Janeiro e São Paulo”</em>, revela o músico, que vivência a arte desde a infância pelas ladeiras de Olinda. <em>“África é minha grande escola. Nós de Olinda  e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”.</em></p>
<p>Sobre a reação do público diante de sonoridade de instrumentos pouco usuais, Gilú comenta que  &#8221;c<em>om este show,confirmei que há um público interessado na contemplação da música em si, sem necessariamente ser algo dançante. Na verdade é interessante ver as pessoas que me conhecem ‘ficarem de cara’ quando me veem tocando instrumentos melódicos”</em>, brinca. A apresentação no Museu do Estado terá ainda a presença de Chris Nolasco.</p>
<div id="attachment_34114" aria-labelledby="figcaption_attachment_34114" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Isabella Valle/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-34114 " alt="Isabella Valle/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;África é minha grande escola. Nós de Olinda e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”, conta Gilú</p></div>
<p>O músico trabalha paralelamente na produção do seu primeiro disco, um desdobramento do ‘Percursos’. <em>“Neste álbum, além do que tenho buscado com o show solo, vou mostrar mais meu lado compositor. Será um disco co-autoral com 10 faixas e</em><em> várias participações especiais, nomes como Juliano Holanda, Hugo Lins, Erica Natuza e Lucas dos Prazeres, entre outros importantes na minha trajetória”</em>, revela. A previsão de lançamento do novo trabalho é setembro deste ano.</p>
<p><strong>Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</strong></p>
<p>Realizado desde julho de 2014 no Museu do Estado, trata-se de projeto continuação do Santander Cultural no Recife e é realizado sempre aos sábados. A programação tem como foco o incentivo à produção local da música instrumental, sempre abrindo espaço para artistas autorais em geral.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Gilú Amaral</strong><br />
Sábado (27) | 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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