<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; percussão</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/percussao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 13:32:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Governo de Pernambuco dá início à produção do dossiê de candidatura do maracatu nação a Patrimônio da Humanidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-da-inicio-a-producao-do-dossie-de-candidatura-do-maracatu-nacao-a-patrimonio-da-humanidade/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-da-inicio-a-producao-do-dossie-de-candidatura-do-maracatu-nacao-a-patrimonio-da-humanidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 19:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[#patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[AMANPE]]></category>
		<category><![CDATA[baque virado]]></category>
		<category><![CDATA[cadidatura]]></category>
		<category><![CDATA[cortejo]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dossiê]]></category>
		<category><![CDATA[Igarassu e Jaboatão dos Guararapes]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[nação]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Salvaguarda]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=115885</guid>
		<description><![CDATA[A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115886" aria-labelledby="figcaption_attachment_115886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115886" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto do Dendê</p></div>
<p>A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (AMO). Na ocasião, as duas instituições solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>A aprovação do encaminhamento da candidatura pelo governo brasileiro à Unesco aconteceu durante a 105ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no dia 4 de setembro de 2024. Com a aprovação, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ficou autorizada para a produção do dossiê de candidatura de acordo com os modelos fornecidos pela Unesco, que compreendem o formulário escrito e os vídeos de defesa de candidatura e de anuência dos detentores. A preparação do material, já iniciado, é acompanhado diretamente pela Superintendência do Iphan em Pernambuco e pelos detentores por meio de suas entidades representativas.</p>
<p>A preparação do dossiê de candidatura ficou sob a responsabilidade da Fundarpe, que, em 2024, promoveu (por meio do Processo SEI nº 0040300055.002978/2024-03 e do Processo PE Integrado nº 3244.2024.AC.DL.0032.Fundarpe) a dispensa de licitação para contratação de empresa especializada de serviços de produção audiovisual para a elaboração do vídeo de candidatura do maracatu nação (valor investido: R$ 43.573,75).</p>
<p>A previsão é que o dossiê de candidatura seja finalizado ainda em fevereiro, sendo encaminhado ao Iphan para ser protocolado junto ao Secretariado da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade até 31 de março de 2025.<br />
Para a captação de imagens e anuências a Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe visita, até o próximo domingo (2), sedes, ensaios e reuniões envolvendo nações de maracatu nos municípios do Recife e de Olinda, Igarassu e Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco a candidatura deve seguir critérios como: o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo. A inscrição do bem também deve contribuir para a visibilidade e a conscientização sobre a importância do patrimônio cultural imaterial e suas contribuições ao desenvolvimento sustentável encorajando o diálogo e refletindo a criatividade humana.</p>
<p><strong>O MARACATU NAÇÃO –</strong> Também conhecido como maracatu de baque virado, o maracatu nação é uma manifestação artística da cultura popular, sobretudo carnavalesca, da Região Metropolitana do Recife. Nela um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado por um conjunto musical percussivo. Composto majoritariamente por negros e negras, os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século 20 demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>O maracatu nação é uma forma de expressão da cultura negra que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que mistura música (percussiva com predominância das alfaias) e dança, considerada como uma forma de expressão pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-da-inicio-a-producao-do-dossie-de-candidatura-do-maracatu-nacao-a-patrimonio-da-humanidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De Naná veio a inspiração de uma noite irrepreensível no País da Música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/de-nana-veio-a-inspiracao-de-uma-noite-irrepreensivel-no-pais-da-musica/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/de-nana-veio-a-inspiracao-de-uma-noite-irrepreensivel-no-pais-da-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 04:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Duo Repercuti]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Gilú Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas dos Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Naná Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[País da Música]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[PESQUEIRA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=111748</guid>
		<description><![CDATA[Naná Vasconcelos está orgulhoso. A última noite do polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira (Agreste) foi a comprovação de que as lições do saudoso percussionista foi aprendida com louvor por muitos de seus discípulos e músicos que têm um dos homenageados deste evento como referência e inspiração. Gilú Amaral, Duo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Naná Vasconcelos está orgulhoso. A última noite do polo País da Música do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira (Agreste) foi a comprovação de que as lições do saudoso percussionista foi aprendida com louvor por muitos de seus discípulos e músicos que têm um dos homenageados deste evento como referência e inspiração. Gilú Amaral, Duo Repercuti e Lucas dos Prazeres fizeram shows simplesmente impecáveis e à altura da expectativa gerada desde o anúncio da programação.</p>
<p>As três atrações fazem parte do que há de mais atual na chamada cena da música pernambucana, aquela em que ainda ressoam os ecos dos anos 1990. Numa noite totalmente percussiva é evidente que Naná esteve onipresente no coração e na mente de todo mundo presente na Praça da Rosa.</p>
<p>Ao lado do DJ Rimas, de Tabira (Sertão), Gilú Amaral voltou a apresentar seu show de percussão (de tudo o que possa imaginar) com bases, efeitos e samplers. E a dupla está cada vez mais entrosada. Com um repertório de músicas próprias, algumas em parceria com Rimas, o percussionista transformou o espaço em uma pista de dança. Ao mesmo tempo parando de vez em quando para dar uns toques de conscientização. &#8220;A percussão é a escola mais importante que temos no Estado de Pernambuco&#8221;, disparou.</p>
<p>Emerson Coelho e Emerson Rodrigues, o Duo Repercuti, subiram no palco literalmente abalando as estruturas com sua união de percussão sinfônica e instrumentos afros. Em seu acervo percussivo havia nada mais, nada menos do que duas marimbas. Os rapazes, que são do Recife e de Igarassu (Região Metropolitana), mostraram temas do álbum O Som das Baquetas, como Nó de Imbuia (Laís de Assis), Chick Corea Forever (Amaro Freitas) e Pakiparabaki (Henrique Albino); e outras como Ijó Asé Erê (composta para o videodança homônimo de Janaína Santos), Som de Bloco de Madeira (Jerimum de Olinda) e Batuque (Emerson Rodrigues). E no discurso sempre o engajamento da defesa da cultura periférica.</p>
<p>Já se preparando para lançar seu próximo álbum &#8211; em novembro, com o título de Traçado -, Lucas dos Prazeres sempre faz valer o porquê de ser considerado um fenômeno musical. Cantor e percussionista, no palco apresenta-se mais do que um band-leader: um maestro. Da banda fazem parte o irmão Mateus, também percussionista; Pepê da Silva (viola, cavaquinho e vocal); Diego Drão (teclados); e a própria mãe, Conceição dos Prazeres (voz e percussão).</p>
<p>Assim como Gilú, Lucas esbanja versatilidade ora tocando alfaia, ora pandeiro; ora maraca e até gongo. Também engajado, falou dos projetos sociais que unem sua família e prestou reverência a Naná, ao povo xucuru e às matriarcas, especialmente as do coco de roda, como Aurinha e sua filha Andreza, Cila, Selma e Glorinha. Uma liderança imprescindível na música pernambucana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/de-nana-veio-a-inspiracao-de-uma-noite-irrepreensivel-no-pais-da-musica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Semana de Arte Flamenca movimenta o Instituto Cervantes do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/semana-de-arte-flamenca-movimenta-o-instituto-cervantes-do-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/semana-de-arte-flamenca-movimenta-o-instituto-cervantes-do-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 15:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Cervantes do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Semana de Arte Flamenca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=76151</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto Cervantes do Recife, localizado no Derby, promove, até o próximo sábado (14), a Semana de Arte Flamenca. O projeto contará com aulas de técnica de sapateado para níveis iniciante e intermediário, castanholas, abanico, percussão de cajón, código de baile, entre outras. Idealizado pela bailarina e professora de dança flamenca Dani Albuquerque, o evento tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76154" aria-labelledby="figcaption_attachment_76154" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/semana-de-arte-flamenca-instituto-cervantes-do-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-76154 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/semana-de-arte-flamenca-instituto-cervantes-do-recife-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O público poderá conhecer de perto os encantos da cultura flamenca</p></div>
<p>O Instituto Cervantes do Recife, localizado no Derby, promove, até o próximo sábado (14), a Semana de Arte Flamenca. O projeto contará com aulas de técnica de sapateado para níveis iniciante e intermediário, castanholas, abanico, percussão de cajón, código de baile, entre outras. Idealizado pela bailarina e professora de dança flamenca Dani Albuquerque, o evento tem como objetivo proporcionar o encontro de profissionais, amadores e apaixonados pelo flamenco.</p>
<p>Considerado uma das mais expressivas linguagens da arte e que tem uma identidade cultural diferenciada da Espanha, &#8220;o flamenco ganha cada vez mais apaixonados no Brasil e, no Recife, temos grandes profissionais atuando como professores e artistas, por isso, é importante fazermos encontros e <em>workshops</em>, para trocarmos experiências e enriquecermos nossa formação&#8221;, explica Dani Albuquerque.</p>
<p>Os workshops e aulas serão comandados por profissionais atuantes no flamenco do Brasil como Karina Leiro, Mek Mouro, Dani Albuquerque, Lucas Almeida e Julián Sanchez, além de inovar trazendo outras técnicas corporais como a Yoga (com a professora Daniela Lapa), Movimento Somático (com Dani Albuquerque) e Expressão Corporal com o professor Adriano Cabral.</p>
<p>No sábado, o dia termina às 17h40 com show de Tablado Flamenco que terá 1kg de alimento não perecível como ingresso. As doações arrecadadas serão doadas para uma ONG.</p>
<p>As inscrições para as oficinas podem ser feitas pelo<strong> (81) 9.9828-4281</strong> ou pelo e-mail <strong>danimsa@hotmail.com</strong> e custam R$40 para um curso e R$60, para dois cursos. Há ainda pacotes de R$120, com o combo de uma aula de técnica corporal + aulas de técnica sapateado + técnica de castanholas ou abanico ou ainda o combo de aula de consciência corporal + aula de cajón ou código de baile (palos) + master class. Para participar de todas as atividades, a inscrição custa R$190. Alunos matriculados na dança flamenca do Instituto Cervantes têm 50% de desconto.</p>
<p>O Tablado Flamenco (show) encerra as atividades do projeto no sábado às 17h30 e será aberto ao público, com ingresso social de 1kg de alimento não perecível, a ser doado para a ONG Cores do Amanhã do Ibura. Veja a programação completa do evento abaixo:</p>
<p><strong>:: Semana de Arte Flamenca do Instituto Cervantes do Recife ::</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>QUINTA-FEIRA (12/3)</strong></span></p>
<p>18H45 &#8211; CONSCIÊNCIA CORPORAL APLICADA AO FLAMENCO &#8211; DANIELA ALBUQUERQUE<br />
20H &#8211; TÉCNICA DE SAPATEADO PARA INICIANTES E INICIADOS &#8211; DANIELA ALBUQUERQUE<br />
19H &#8211; OFICINA DE PERCUSSÃO (CAJÓN) &#8211; MEK MOURO<br />
20H &#8211; MOSTRA DE CINE FLAMENCO (aberto ao público)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">SEXTA-FEIRA (13/03)</span></p>
<p>18H45 &#8211; TÉCNICA DE SAPATEADO PARA INTERMEDIÁRIO &#8211; KARINA LEIRO<br />
19h00 &#8211; OFICINA DE PERCUSSÃO (CAJÓN) &#8211; MEK MOURO<br />
20H &#8211; AULA DE TEATRO E EXPRESSÃO CORPORAL APLICADA AO FLAMENCO &#8211; ADRIANO CABRAL<br />
20H &#8211; MOSTRA DE CINE FLAMENCO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÁBADO (14/3)</strong></span></p>
<p><strong>MANHÃ</strong><br />
09H &#8211; AULA DE YOGA VOLTADA PARA O FLAMENCO &#8211; PROFESSORA DANIELA LAPA<br />
10H &#8211; TÉCNICA DE ABANICO &#8211; PROFESSORA KARINA LEIRO<br />
11H &#8211; COREOGRAFIA (ALEGRÍAS) &#8211; PROFESSORA KARINA LEIRO</p>
<p><strong>TARDE</strong><br />
14H &#8211; TÉCNICA DE CASTANHOLAS – KARINA LEIRO<br />
14H &#8211; CÓDIGO DE BAILE / RITMOS (PALOS), PALMAS E CANTE &#8211; Lucas Almeida e Julián Sanchez<br />
15H &#8211; MASTER CLASS (TODOS OS NÍVEIS)<br />
16H &#8211; ENTREGA DOS CERTIFICADOS<br />
17H30 &#8211; TABLADO FLAMENCO</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Semana de Arte Flamenca do Instituto Cervantes do Recife<br />
Quando: 12, 13 e 14 de março (quinta, sexta-feira e sábado)<br />
Inscrições: <strong>(81) 9.9828-4281</strong> ou pelo e-mail: <strong>danimsa@hotmail.com</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/semana-de-arte-flamenca-movimenta-o-instituto-cervantes-do-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Grupo de afoxé Ará Omim oferece oficinas na Casa da Cultura com projeto “Povo das Águas”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-de-afoxe-ara-omim-oferece-oficinas-na-casa-da-cultura-com-projeto-povo-das-aguas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-de-afoxe-ara-omim-oferece-oficinas-na-casa-da-cultura-com-projeto-povo-das-aguas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 19:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=71537</guid>
		<description><![CDATA[A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe neste sábado (14/9) o segundo encontro mensal do projeto Povo das Águas, idealizado pelo grupo de afoxé Ará Omim. A agenda deste fim de semana terá duas oficinas, de dança e de percussão, além de apresentações de afoxé e maracatu. O evento começa às 14h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70978" aria-labelledby="figcaption_attachment_70978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Afoxé-Ará-Omim4.jpg"><img class="size-medium wp-image-70978" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Afoxé-Ará-Omim4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto ocorrerá todos os meses, sempre aos sábados, com entrada gratuita</p></div>
<p>A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, recebe neste sábado (14/9) o segundo encontro mensal do projeto Povo das Águas, idealizado pelo grupo de afoxé Ará Omim. A agenda deste fim de semana terá duas oficinas, de dança e de percussão, além de apresentações de afoxé e maracatu. O evento começa às 14h, na área externa, e segue até as 17h. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas <a href="https://www.sympla.com.br/oficina-de-percussao__642841" target="_blank">aqui</a>, para percussão, e <a href="https://www.sympla.com.br/oficina-de-danca__642776" target="_blank">aqui</a>, para dança. A programação da iniciativa prevê encontros mensais até maio de 2020, com mesas de formação e shows, além das oficinas.</p>
<p>Na edição do sábado, as atividades começam com uma oficina de dança com Lourival Santos, das 14h às 15h, no Anfiteatro Nelson Ferreira. No mesmo horário e também na área externa, mas neste caso no estacionamento, ocorrerá a oficina de percussão com Maycon Ferreira. Logo depois, das 15h às 16h, no anfiteatro, haverá a apresentação dos anfitriões do evento, o Afoxé Ará Omim. Encerrando a programação do dia, das 16h às 17h, será a vez do Maracatu Raízes de Pai Adão se apresentar.</p>
<p>Os eventos do projeto Povo das Águas ocorrerão sempre aos sábados e com entrada gratuita. Estão previstas as participações de outros grupos, como o Coco do Gavião, de Rio Doce, o Samba-reggae Obá Nijé, de Água Fria, e a Escola Pernambucana de Circo, da Macaxeira. As oficinas de dança e percussão, assim como as mesas de formação (esperadas para novembro e maio), emitirão certificados. Acompanhe a abertura de inscrições no perfil do grupo no Instagram: @afoxe_ara_omim</p>
<p><b>Confira abaixo a programação completa para os próximos meses:</b></p>
<p><b>05/10/2019</b></p>
<p>14h às 15h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>14h às 15h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Coco das Estrelas – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>09/11/2019</b></p>
<p>09h às 12h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>09h às 12h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>14h às 15h – Mesa: “Por uma questão de consciência e resistência negra: As dificuldades de se fazer cultura popular no cenário cultural pernambucano” com a participação dos convidados: Dário Junior – Presidente do Afoxé Omonilê Ogunjá e Lady Selma Albernaz – Professora Doutora em Antropologia, com mediação de Gabriela Pimentel – mestra em antropologia. – Área interna: Sala Jota Soares, Raio Sul da Casa da Cultura – 2º Andar</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Afoxé Omonilê Ogunjá – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>21/12/2019</b></p>
<p>14h às 15h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>14h às 15h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Boi Treloso – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>18/01/2020</b></p>
<p>14h às 15h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>14h às 15h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Escola Pernambucana de Circo – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>11/04/2020</b></p>
<p>14h às 15h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>14h às 15h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Coco do Gavião – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>09/05/2020</b></p>
<p>09h às 12h – Oficina de Dança (Lourival Santos) – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>09h às 12h – Oficina de Percussão (Maycon Ferreira) – Área externa: Estacionamento</p>
<p>14h às 15h – Mesa: “13 de maio não é dia de negro: A arte-educação como processo de resistência e conscientização” com a participação dos convidados: Genivaldo Francisco – Arte-Educador e responsável pelo Movimento Cultural Fazendo Arte e Jorge Arruda – Professor Doutor, com mediação de Gabriela Pimentel – mestra em antropologia. – Área interna: Sala Jota Soares, Raio Sul da Casa da Cultura – 2o Andar</p>
<p>15h às 16h – Afoxé Ará Omim – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
<p>16h às 17h – Banda Afro – Área externa: Concha/ Anfiteatro Nelson Ferreira</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-de-afoxe-ara-omim-oferece-oficinas-na-casa-da-cultura-com-projeto-povo-das-aguas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário registra parceria entre Hugo Linns e Sebastian Notini</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-registra-parceria-entre-hugo-linns-e-sebastian-notini/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-registra-parceria-entre-hugo-linns-e-sebastian-notini/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 20:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Linns]]></category>
		<category><![CDATA[O Vento ao Longe]]></category>
		<category><![CDATA[Olivier Koundouno]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian Notini]]></category>
		<category><![CDATA[TV Universitária]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Nordestina]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=66256</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O encontro musical entre a viola nordestina do recifense Hugo Linns e a percussão do sueco Sebastian Notini é o tema do documentário “O Vento ao Longe”, que tem lançamento na TV Universitária neste sábado (19), às 13h, e reprise no dia 26 de janeiro, às 22h30. Radicado na Bahia há mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66257" aria-labelledby="figcaption_attachment_66257" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luara Olivia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MG_3597_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66257" alt="Luara Olivia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MG_3597_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O recifense Hugo Linns e o sueco Sebastian Notini exploram novos sons com viola nordestina e percussão, respectivamente.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>O encontro musical entre a viola nordestina do recifense Hugo Linns e a percussão do sueco Sebastian Notini é o tema do documentário “O Vento ao Longe”, que tem lançamento na <strong>TV Universitária</strong> <strong>neste sábado (19), às 13h</strong>, e reprise no dia <strong>26 de janeiro, às 22h30</strong>. Radicado na Bahia há mais de dez anos, Sebastian conheceu Hugo em Cabo Verde, quando integrava a banda de Tiganá Santana para uma apresentação no festival Atlantic Music Expo de 2016, onde o pernambucano também se apresentaria ao lado de Renata Rosa.</p>
<p>A ocasião foi a ponte para os músicos conhecerem melhor os trabalhos uns dos outros e passarem a amadurecer um projeto em conjunto.  “Enquanto artista, o interessante é você buscar o desconhecido. Escutar o outro tocando e pensar que tem outras possibilidades de eu tocar uma viola desse jeito. Eu acho que é isso, jogar pra lá e esperar vir pra cá e fazer esse ciclo pra fazer a coisa acontecer, isso é o vento ao longe pra mim”, resume Hugo Linns no curta-metragem, que retrata o aprendizado mútuo entre os dois artistas.</p>
<p>Músicos com experiência em produção fonográfica, os dois falam dos seus processos criativos no Estúdio Fábrica, onde foi gravado o disco que recebe o mesmo nome do documentário, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. “O espaço tem uma influência muito forte. Eu toco de maneira completamente diferente dependendo do lugar onde estou. Acaba sendo uma mistura das vivências”, revela Sebastian durante o filme, onde também diz ter uma composição muito intuitiva.</p>
<p>O francês Olivier Koundouno também participa do material contribuindo com o seu violoncelo e acrescenta na sonoridade mistura influências europeias e brasileiras. Filmado em setembro de 2018, o curta tem direção de Luara Olívia e Jão Vicente. <strong>No dia 28 de janeiro, o trabalho será disponibilizado nas plataformas digitais.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-registra-parceria-entre-hugo-linns-e-sebastian-notini/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O silêncio de Naná</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-silencio-de-nana/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/o-silencio-de-nana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 15:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Naná Vasconcelos]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=34483</guid>
		<description><![CDATA[Por Michelle de Assumpção Para Naná, silêncio também era música. Ele gostava de brincar não só com os ritmos, com o corpo ou a voz, mas com as palavras também. “Toco mais quando não toco”. Então, Naná, ficaremos com seu silêncio e, portanto, com sua sinfonia final. Claro, com todo seu legado também. Não foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Michelle de Assumpção</em></p>
<p>Para Naná, silêncio também era música. Ele gostava de brincar não só com os ritmos, com o corpo ou a voz, mas com as palavras também. <em>“Toco mais quando não toco”</em>. Então, Naná, ficaremos com seu silêncio e, portanto, com sua sinfonia final. Claro, com todo seu legado também. Não foi pouco o que deixaste.</p>
<div id="attachment_34484" aria-labelledby="figcaption_attachment_34484" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Seiti Miyahara</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Nana-na-Mata-com-berimbau-de-costas.jpg"><img class="size-medium wp-image-34484" alt="André Seiti Miyahara" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Nana-na-Mata-com-berimbau-de-costas-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">De luto, a cultura pernambucana dá adeus a um de seus maiores tesouros</p></div>
<p>Naná lutou até o último momento pela vida, mas o sopro final aconteceu na manhã deste triste 9 de março de 2016, aos 71 anos de idade e há mais de 50 na estrada da música e da arte. <em>“Eu tenho que fazer parte, de corpo e alma. A gente toca mais quando não precisa, senão vai confundir”</em>, dizia sempre, mudando as palavras, mas sempre com este sentido: música também é silêncio.</p>
<p>Muitos fatos podem ter levado Naná a ter criado esse estilo brincalhão, criativo, subversivo, surreal, como também gostava de chamar a música que fazia. Pode ser porque desde muito cedo sabia o que queria fazer da vida. Chegou a sair de casa escondido para assistir ao pai, também baterista, tocar em bailes e clubes noturnos do Recife. Seu Pierre morreu quando Naná ainda era adolescente, mas já tinha permissão para frequentar a noite recifense e tocar.</p>
<p>Pode ter sido também por causa do trovão. Sim, Naná contava que quando era criança, ouviu certa vez um som forte, grave, seco, que seguiu se multiplicando e ecoando pelo ar, o que o fez correr para barra da saia da mãe, Petronila, negra de origem africana, que criou Naná com outros cinco irmãos. A mãe contou-lhe então que aquele som, reverberando ali pelo bairro de Sítio Novo, nada mais era que o maracatu de Seu Veludinho, mestre lendário das nações maracatuzeiras de Pernambuco.</p>
<p>Foi assim que Naná conheceu o maracatu: junto com a música dos trovões, junto com um som que parecia vir de uma coisa, mas vinha de outra. Depois, lá na frente, quando começou a criar, Naná retomaria os elementos da natureza: fez música dos ventos, da terra e do ar. Só não mexeu com fogo. Mas dançou e tocou na piscina, fez música com o som do atrito dos pés xaxando num grande balde com areia; sacolejou placas metálicas e chocalhos que imitavam as trovoadas; além daquela sensacional interatividade com sua plateia, em salas de teatro, que, regida por Naná, com palmas e batidinhas de mãos, era transportada para uma floresta, com a chuva batendo nas folhas das árvores.</p>
<p>Tudo que criava surgia de conceitos. Em 1967, mesmo sem estrutura e condições, foi para o Rio de Janeiro, acompanhando Capiba e outros músicos. Tinha 23 anos e decidiu ficar. Apresentado a Milton Nascimento por Geraldo Azevedo, foi a uma festa na casa do mineiro. Lá pelas tantas, alguém pediu a Milton que cantasse algo que gravaria na segunda-feira seguinte. Milton começou: “<i>Morte vela sentinela sou do corpo desse meu irmão que já se vai&#8230;”.</i> Naná saiu da sala, sem ser notado, foi à cozinha e voltou com algumas caçarolas. Começou a experimentar interferências sonoras, rodeado pelas panelas, ali no chão. <em>“Lá pela terceira música, Milton olhou pra mim e perguntou o que eu iria fazer na segunda-feira”</em>, contou Naná. No dia seguinte Naná estava de mudança para casa do cantor. E foi assim, com liberdade, ousadia e criatividade, que entrou para a história da percussão brasileira e mundial.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ltLNHls9FR0" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O Rio lhe apresentou a outros músicos, como o saxofonista argentino Gato Barbiere, que o levou para Nova Iorque. Além dos batuques, Naná também já usava um berimbau, claro, fazendo um uso mais virtuoso deste instrumento, que era comum da capoeira. Naná contava que antes de ir a Nova Iorque não tinha coragem de tocar o berimbau da forma que passou a tocar. Achava que a crítica iria condená-lo.</p>
<p>Além disso, na época, o Brasil era da bossa nova . “Já eu vinha com a carga do candomblé, dos maracatus”. Intuição foi a palavra chave do percussionista. Traduzia, na sua opinião, todo o mote condutor da sua criação. “Os brasileiros que foram para os Estados Unidos quando eu fui perderam isso, se perderam também. O maior gol é que minha intuição disse, ‘fique aí que você não se parece com nada. Eu não parecia com nada, eles associavam o berimbau à selva e quando fazia minhas onomatopeias, queriam entender o que eu estava dizendo”, contou.</p>
<p>Durante todos os anos 70, Naná seguiu tocando pelo mundo. Foi morar na França, onde gravou, em 1972, o primeiro disco, <i>Africadeus</i>, e começou o trabalho com as crianças. Fez o cultuado e premiado álbum <i>Dança das Cabeças</i>, com Egberto Gismonti, e formou o trio com Don Cherry e Collin Walcott, o CoDoNa, com quem gravou três discos, em 1978, 1982 e 1983. Passava meses em turnês pelo mundo, ora acompanhando Pat Matheny, ora exercitando a livre criação com o CoDoNa.</p>
<p>Foi nessa época que desenvolveu as ideias mais criativas e libertárias, mesclando ritmos, surpreendendo, fazendo trabalhos solos com muitas experimentações, disseminando o conceito da world music, misturando Sítio Novo com  Amazonas, Paris e Japão. Naná era mais conhecido no Brasil por ter sido o percussionista que foi eleito, por oito vezes, o melhor do mundo pela revista americana Down Beat e ganhador de diversos prêmios Grammy.  <em>“Ninguém mais me conhecia no Brasil e aqui acontecia tanta coisa, que eu resolvi voltar para encarar. Aquele momento de encontros e misturas na música não voltou a se repetir e, talvez, eu já tivesse tido a sorte de participar do trabalho de muita gente boa”</em>, avaliou.</p>
<div id="attachment_34485" aria-labelledby="figcaption_attachment_34485" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/ SecultPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/nana-eric-gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-34485" alt="Eric Gomes/ SecultPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/nana-eric-gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista em apresentação durante o Festival de Inverno de Garanhuns 2014</p></div>
<p>De volta ao Brasil, em 1997 consagrou seu prestígio mundial na área da percussão, ao ser o curador do maior festival de percussão internacional que o Brasil já sediou: o Percpan, que fez ao lado de Gilberto Gil, em Salvador. Continuava gravando, se apresentando, tocando e circulando pelo mundo. No Brasil, ainda reeditou o projeto ABC Musical, com oficinas e concertos envolvendo grupos de crianças.  Esse projeto aconteceu em outras versões, por outros países.</p>
<p>Em 2001, passou a protagonizar um projeto que deixará indeléveis marcas na cultura pernambucana. Até então conhecida pela forte rivalidade, as principais nações de maracatu do estado passaram a se juntar num cortejo que reunia mais de 300 batuqueiros, na sexta-feira de Carnaval, abertura oficial da festa na capital pernambucana. Naná conduzia orgulhoso esse cortejo, depois juntava o batuque do maracatu a músicos de vertentes variadas, no palco do Marco Zero. Sempre inventando. Neste carnaval, que foi seu derradeiro, ele mais uma vez quis inovar e levou, também, além dos maracatus, algumas tribos de caboclinhos. Naná talvez intuísse que estava perto da partida, mas isso não o fez desistir. Ele dizia que apresentar sua música era a sua cura. Cumpriu todos os compromissos. Poderia ter ficado mais um pouco. Mas desta vez, aceitou o silêncio.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><i>Em tempo: Os depoimentos de Naná usados nesta matéria foram colhidos para uma reportagem dos jornalistas Michelle de Assumpção e Carlos Costa, publicados originalmente na revista Continnum, do Itaú Cultural.</i></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/o-silencio-de-nana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Toca Ogan traz o berimbau à linha de frente</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/toca-ogan-traz-o-berimbau-a-linha-de-frente/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/toca-ogan-traz-o-berimbau-a-linha-de-frente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 14:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[berimbau]]></category>
		<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Clayton Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Desatando o laço]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[João do Cello]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge du Peixe]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Axé]]></category>
		<category><![CDATA[Nino Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Otto]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Toca Ogan]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Cafofinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=14347</guid>
		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Ao se falar em berimbau, automaticamente ele é associado às rodas de capoeira. No entanto, o instrumento é muito mais versátil do que se pode imaginar. É o que o percussionista Toca Ogan vem mostrar em Desatando o laço, seu primeiro CD solo. Ele fará o show de lançamento do seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Ao se falar em berimbau, automaticamente ele é associado às rodas de capoeira. No entanto, o instrumento é muito mais versátil do que se pode imaginar. É o que o percussionista <strong>Toca Ogan</strong> vem mostrar em <em>Desatando o laço</em>, seu primeiro CD solo. Ele fará o show de lançamento do seu novo trabalho, nesta quinta (25), no Teatro Boa Vista. A apresentação acontece às 20h e contará com as participações de Zé Cafofinho e Clayton Barros. A entrada é gratuita, com retirada dos ingressos uma hora antes do horário, na bilheteria do teatro. O disco, gravado no estúdio Fábrica, tem direção de Marco Axé, e conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13647" alt="Rafael Reines/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Reconhecido pelo seu trabalho com a Nação Zumbi e também como integrante da Jambro Band (que acompanha o cantor Otto), desta vez, Toca Ogan assume a linha de frente do seu trabalho e traz o berimbau consigo. A partir de uma provocação de Chico Science, ele mergulhou profundamente no estudo do instrumento e o levou a estabelecer diálogos com outros ritmos, como o samba-enredo, o samba lamento e o afoxé. Orientado pelo seu mestre e guia espiritual, João da Ciência, ele também colocou o berimbau a serviço do nagô, jeje e keto, vertentes ainda mais arraigadas no universo do candomblé.</p>
<p>O título <em>Desatando o laço</em>, segundo Toca, remete à solução de adversidades, no linguajar típico da Nação Angola. “<em>Quando alguém está com algum problema e consegue resolver, a gente diz que ele conseguiu desatar o laço, desatar o problema</em>”, explica. O universo dos terreiros de candomblé está presente no trabalho. Porém, Toca Ogan vai mais além e reúne, ao longo das 10 faixas do disco, uma miscelânea de ritmos e estilos que fizeram parte de suas vivências como instrumentista e também como pesquisador do berimbau. Baião, frevo, maracatu, ciranda, cubana e funk marcam presença pelas mãos do percussionista.</p>
<p>No processo de gravação, foram incluídos seis berimbaus, cada um com sua afinação específica, o que mostra o cuidado de Toca Ogan em explorar todas as suas possibilidades sonoras. Além do universo percussivo, já tão particular ao músico, outros instrumentos foram se juntando para dar vida à criação sensível de Toca. Estão presentes no CD, rabeca, violão, violino, cello, flauta, trombone, trompete, percussão, teclado, baixo, cuíca e voz, além de um time de companheiros de música, que contribuíram com o disco. <em>Desatando o laço</em> conta com a participação de Clayton Barros (Os Sertões), Otto, Zé Cafofinho, Jorge Du Peixe, dos músicos Bactéria, João do Cello e Nino Silva.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Desatando o laço</em>, de Toca Ogan<br />
Quinta (25), às 20h<br />
Teatro Boa Vista (Rua Dom Bosco, 551, Boa Vista – Recife/PE)<br />
Entrada Gratuita (Ingressos retirados 1 hora antes do show, na bilheteria do teatro)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/toca-ogan-traz-o-berimbau-a-linha-de-frente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Percussionista Toca Ogan promove Semana de Difusão da Música Afro-Brasileira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/percussionista-toca-ogan-promove-semana-de-difusao-da-musica-afro-brasileira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/percussionista-toca-ogan-promove-semana-de-difusao-da-musica-afro-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 20:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[berimbau]]></category>
		<category><![CDATA[Desatando o lanço]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Axé]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Zumbi]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[percussão]]></category>
		<category><![CDATA[Toca Ogan]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=13642</guid>
		<description><![CDATA[O percussionista Toca Ogan, integrante da banda Nação Zumbi, irá compartilhar seus conhecimentos sobre a música afro-brasileira, em especial sobre o berimbau, instrumento de origem angolana, muito usado na capoeira. Dentro do projeto “Desatando o laço”, Toca Ogan promove a Semana de Difusão da Música Afro-Brasileira, com o workshop de confecção de berimbau (15/09), a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13647" alt="Rafael Reines" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/toca-ogan-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O percussionista Toca Ogan, integrante da banda Nação Zumbi, irá compartilhar seus conhecimentos sobre a música afro-brasileira, em especial sobre o berimbau, instrumento de origem angolana, muito usado na capoeira. Dentro do projeto “Desatando o laço”, Toca Ogan promove a Semana de Difusão da Música Afro-Brasileira, com o workshop de confecção de berimbau (15/09), a oficina “Explorando o Berimbau” (16/09) e aula espetáculo (17/09). As atividades serão ministradas pelo próprio Toca Ogan e pelo seu amigo e parceiro de palco, Marco Axé.</p>
<p>O projeto é uma realização do Fábrica Estúdios, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A semana é realizada no Museu da Abolição no Recife, no bairro da Madalena, no Recife. As atividades são gratuitas e ainda restam pouca vagas. Para se inscrever os interessados deverão enviar email com seus dados para tocaogan@fabricaestudios.com.br. O projeto será finalizado no dia 25 de setembro, quando Toca Ogan lançará o disco &#8220;Desatando o laço&#8221;, seu primeiro trabalho autoral solo. O show será realizado, às 20h, no Teatro da Boa Vista.</p>
<p>A dupla Toca Ogan e Marco Axé irá apresentar as pesquisas feitas sobre a musicalidade afro-brasileira com base nos ritmos do samba-enredo, samba lamento, afoxé, nagô, jejo e keto. Estes três últimos foram transmitidos a Toca Ogan pelo seu mestre e guia espiritual João da Ciência.</p>
<p>As aulas do projeto rementem às ‘sementes plantadas’ na Associação Cultural Nação Mulambo, fundada em 1997, no bairro de Peixinhos. Nessa época, Toca Ogan e Marco Axé dedicaram-se a atrair crianças e adolescentes para participarem de oficinas de dança, música, leitura, artes plásticas e confecção de instrumentos, além de apoiarem o surgimento do grupo feminino de percussão Rumbanda, formado em 2001. Os talentos trabalhados no bairro de Peixinhos já se transformaram em multiplicadores de conhecimentos musicais, na comunidade e fora dela.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p>Toca Ogan é velho conhecido do público pernambucano. Dono de uma carreira sólida ao lado da saudosa banda Chico Science &amp; Nação Zumbi, atualmente Nação Zumbi, onde continua até hoje engrossando o caldo com sua percussão afiada. Toca Ogan está no grupo desde o antológico disco “Da Lama ao Caos”, primeiro álbum do grupo, que desencadeou o Movimento Manguebeat e tornou-se um marco na história da música brasileira.</p>
<p><strong>Semana de Difusão da Musica Afro-Brasileira</strong><br />
<strong>Educadores:</strong> Toca Ogan e Marco Axé<br />
<strong>Dias:</strong> 15, 16 e 17 de setembro.<br />
<strong>Local:</strong> Museu da Abolição &#8211; Rua Benfica, 1150, Madalena – Recife/PE<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 9444-4929 e 81-9211-0256</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO:<br />
WORKSHOP CONFECÇÃO DE BERIMBAU – 15/09</strong><br />
Apresentação sobre a confecção e montagem do berimbau.<br />
Horário: 15h às 17h</p>
<p><strong>OFICINA DE BERIMBAU – 16/09</strong><br />
Explorando a versatilidade do instrumento.<br />
Horário: 14h às 17h.</p>
<p><strong>AULA ESPETÁCULO – 17/09</strong><br />
Fundamentos sobre o valor histórico e artístico do instrumento.<br />
Horário: 15h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/percussionista-toca-ogan-promove-semana-de-difusao-da-musica-afro-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

