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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pereira da Costa</title>
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		<title>A história de Pernambuco contada por Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série Reminiscências Histórico-Pernambucanas. Os textos, inéditos em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114517" aria-labelledby="figcaption_attachment_114517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-114517" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Bruno-Almeida-de-Melo-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O historiador Bruno Almeida de Melo</p></div>
<p>Numa época em que escritores divulgavam suas produções intelectuais nos jornais, Pereira da Costa contou a história de Pernambuco em artigos seriados, no começo do século 20. Dos aspectos sociais a temas militares, passando por botânica, urbanismo, religião, folclore e cultura, nada escapou ao historiador e jornalista na série <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em>. Os textos, inéditos em livro, são agora apresentados pela Cepe Editora, dentro das homenagens ao centenário de morte do autor. O lançamento é nesta terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL), entidade que Pereira da Costa ajudou a fundar, localizada no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p><em>Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> reúne 36 textos publicados por Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923) no Diario de Pernambuco, de maio de 1901 a janeiro de 1903, de forma ininterrupta, e em janeiro de 1922. Autor de obras indispensáveis para quem procura informações sobre a história e a cultura do Estado, Pereira da Costa deixou uma vasta bibliografia, entre livros e artigos. O mais conhecido, <em>Anais Pernambucanos</em>, cobre o período de 1493 a 1850, numa narrativa de mais de cinco mil páginas organizadas em dez volumes.</p>
<p>“O aspecto mais importante da publicação desta obra é corroborar, mais uma vez, a relevância de Pereira da Costa como o maior cronista da história de Pernambuco. Passados quase 101 anos de seu falecimento (21 de novembro de 1923), ainda temos o privilégio de publicar de maneira inédita alguns de seus escritos, e temos a oportunidade de ver, novamente, a sua capacidade de abordar assuntos tão distintos, dando a cada um deles a sua devida seriedade”, declara o historiador Bruno Almeida de Melo, que fez a organização do livro com o historiador Leonardo Dantas Silva, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falecido há um ano, em novembro de 2023.</p>
<p>O pesquisador Pereira da Costa expõe conteúdos variados na série. Um dos textos relata atividades de associações secretas e políticas do século 19, como a Sociedade Patriótica Harmonizadora, que destinou recursos para pagamento de pensão a viúvas, pais e filhos menores dos mártires da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, de 1824. Foram beneficiados três filhos de frei Caneca (Ana, Fortunato e Joaquim), um filho do padre José Inácio Roma, o pai adotivo da filha do padre Tenório e a viúva do capitão Domingos Teotônio Jorge, entre outros.</p>
<p>No artigo Nichos, o pesquisador relata a atuação da polícia para conter “abusos” e “irreverências” de populares nas orações que eram feitas diante desses pequenos santuários nas fachadas de residências, no Centro do Recife. Há textos sobre os arcos nas cabeceiras da atual Ponte Maurício de Nassau, que liga o Bairro do Recife ao de Santo Antônio, demolidos para obras de melhorias no trânsito; o farol construído nos arrecifes do porto; os meios de transporte público; e os pelourinhos do Recife, Olinda, Itamaracá, Goiana, Paudalho e Garanhuns.</p>
<p>Ao comentar a repercussão da série, Bruno Almeida cita o artigo Judeus, sobre a comunidade israelita, de 14 de julho de 1901, que foi traduzido e publicado em uma revista de Berlim, em 1902. “Em 1965, Manuel Correia de Andrade (geógrafo, 1922-2007) utilizou o artigo Sociedades Secretas como fonte para escrever um de seus livros”, acrescenta. Tempos de Jornal traz notas explicativa para contextualizar, complementar e atualizar informações coletadas há mais de cem anos por Pereira da Costa. Tem prefácio de Leonardo Dantas e posfácio de Bruno Almeida dedicado a Leonardo Dantas, que morreu sem ver a obra pronta. <em>Reminiscências Histórico-Pernambucanas</em> é o título original da série publicada no Diario.</p>
<p>“Pereira da Costa fazia questão de divulgar seus textos, fosse em forma de livros ou artigos publicados na Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, ou nos jornais do Recife e de outros estados. O público alcançado era o mais diversificado possível, desde estudiosos a apenas interessados em História, e acredito que ainda seja assim até hoje. Espero que este livro desperte interesse nos mais variados públicos em conhecer mais a história de Pernambuco e a figura extraordinária que foi Pereira da Costa”, destaca Bruno Almeida, que também organizou o título Os bispos de Olinda (1676-1910), lançado pela Cepe Editora em 2023, com outra série de artigos do mesmo autor.</p>
<p><strong>PEREIRA DA COSTA -</strong> Historiador, folclorista e escritor, Francisco Augusto Pereira da Costa nasceu no bairro de Santo Antônio, Centro do Recife, em 16 de dezembro de 1851. Começou a colaborar com o Diario de Pernambuco aos 21 anos, formou-se em direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e foi professor no Ginásio Pernambucano e no Liceu de Artes e Ofícios, além de ocupar o cargo de deputado estadual por oito mandatos (1900-1923). Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e foi integrante do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e dos Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba e São Paulo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas, com bate-papo entre Bruno Almeida, Mariana Dantas (filha de Leonardo Dantas) e Mário Hélio, editor das revistas Continente e Pernambuco da Cepe -</strong><em> terça-feira (19), das 19h às 22h, na Academia Pernambucana de Letras (APL &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, Recife). Preço: R$ 80 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_114518" aria-labelledby="figcaption_attachment_114518" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114518" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Tempos-de-Jornal-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tempos de Jornal: Reminiscências Histórico-Pernambucanas</p></div>
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		<title>Arquivo Público dedica um mês de programação a Pereira da Costa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:24:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106547" aria-labelledby="figcaption_attachment_106547" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Pereira-da-Costa-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pereira da Costa</p></div>
<p>A partir desta terça-feira, 21 de novembro, até o dia 21 de dezembro, o Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, da Secretaria de Comunicação do Estado de Pernambuco, celebra com toda a comunidade cultural a memória do maior historiador e um dos grandes intelectuais de Pernambuco: Francisco Augusto Pereira da Costa (1851-1923).<br />
O ciclo, que lembra o centenário da morte do jornalista, recebem principalmente a exposição Pereira da Costa Hoje, com extensa programação cultural e pedagógica, envolvendo escolas, universidades, instituições. O intuito é debater a importância de Pereira da Costa na atualidade.<br />
O mês é marcado por ainda por debates, palestras, mesas-redondas e exibição de documentários, sobre essa contemporaneidade, com especialistas, antropólogos, professores e pesquisadores.<br />
Durante a exposição Pereira da Costa Hoje ocorrem visitas guiadas, diárias, para estudantes da rede pública de Pernambuco e são lançados os três documentários audiovisuais, com direção do escritor e editor Sidney Rocha, diretor do Arquivo Público: <em>Pereira da Costa Hoje: Arredores do Recife</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: Folk-lore Pernambucano</em> (10 minutos); <em>Pereira da Costa Hoje: sua Vida É sua Obra</em> (10 minutos). A expografia e direção-geral é de Sidney Rocha. A curadoria acadêmica é de Helder Remigio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 21/11</strong></p>
<p>9h &#8211; Abertura da exposição<br />
9h30 &#8211; Mesa-redonda Pereira da Costa: Vida e Obra, com o professor dr. George Felix Cabral de Souza (UFPE)</p>
<p><strong>Dia 29/11</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Mesa-redonda Os Anais Pernambucanos e a Confederação do Equador, com o professor dr. Flavio Cabral (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 6/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Palestra Folk-Lore Pernambucano: Pereira da Costa em Diálogo com a Cultura, com a professora dra. Rita de Cássia Araújo (Fundaj)</p>
<p><strong>Dia 13/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Debate Pereira da Costa e o Tempo Presente: Pesquisas e Possibilidades do Fazer Histórico, com o pesquisador Hildo Leal da Rosa (Apeje) e a professora dra. Maria Rosário da Silva (Unicap)</p>
<p><strong>Dia 20/12</strong></p>
<p>9h30 &#8211; Lançamento do livro <em>Os Bispos de Olinda</em> (1676-1910), de F.A. Pereira da Costa (Cepe Editora). Organização e notas: Bruno Almeida de Melo (Cepe)</p>
<p><strong>PERNAMBUCANIA -</strong> Pereira da Costa é autor de obras indispensáveis para o conhecimento da história e da cultura pernambucana. O folclore, o vocabulário, os heróis &#8211; tudo o que diz respeito ao Estado foi pesquisado pelo autor. Como escritor publicou 192 trabalhos, entre livros, periódicos e artigos. Os <em>Anais Pernambucanos</em>, sua obra principal, foi publicada em 1951 e conta com cerca de cinco mil páginas que narram a história pernambucana de 1493 a 1850. Outras obras também tiveram grande destaque, como <em>Folk-Lore Pernambucano</em>, editado em 1974; <em>Vocábulos Pernambucanos</em>, de 1976; <em>Enciclopédia Brasileira</em>, de 1889; e <em>Dicionário Biográfico de Pernambucanos Célebres</em>.<br />
Há diversas definições sobre Pereira da Costa, entretanto, a mais brilhante veio do punho do poeta João Cabral de Melo Neto em seu poema <em>A Pereira da Costa</em>: &#8220;Quando no barco a linha da água era baixa, quase naufrágio, ele foi quem mais ajudou o Pernambuco necessário, porque com sua aplicação, não de artista, mas de operário, foi reunindo tudo, salvando tanto o perdido quanto o achado. Sem o sotaque de escritor, nem o demônio do missionário, só quis de pernambucania, ser simples professor primário&#8221;.<br />
Francisco Augusto Pereira da Costa foi historiador, folclorista e escritor. Filho de Manuel Brandão Pereira Costa e Maria Augusta Pereira Costa, nasceu no dia 16 de dezembro de 1851, na antiga Rua Bela, nº 10 (atualmente Rua Uchôa Cintra, nº 40), bairro de Santo Antônio.<br />
Começou a trabalhar muito cedo. De família pobre, mal terminou o curso primário no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho e aos 16 anos de idade começou a trabalhar como funcionário de uma livraria na Rua Imperatriz em que tomou gosto pelos livros, objetos que nunca mais abandonou.<br />
Aos 20 anos trabalhou como amanuense na Repartição de Obras Públicas, depois na Conservação dos Portos e na Secretaria do Governo. Iniciou-se no jornalismo aos 21 anos colaborando com o jornal Diario de Pernambuco, do Recife.<br />
Em 1880 foi encarregado pelo presidente da Província de coligir documentos para figurar na Exposição de História do Brasil, realizada no Rio de Janeiro em dezembro de 1881); em 1886 apresentou relatório sobre a situação dos livros e documentos existentes nos mosteiros e conventos de Olinda e do Recife; em 1884 transferiu-se, por curto período, para a Província do Piauí, onde passou a exercer as funções de secretário-geral, atendendo ao convite do governador F. Theodorico de Castro e Silva; integrou o Conselho Municipal do Recife no período de 1884 a 1891. Foi também professor de colégios tradicionais, entre eles o Ginásio Pernambucano e o Liceu de Artes e Ofícios.<br />
Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, em que se tornou bacharel em ciências jurídicas e sociais, em 20 de maio de 1891. Em 15 de dezembro de 1900 Pereira Costa ingressou na política sendo eleito pela primeira vez deputado estadual do 2º Distrito, cargo que ocupou por oito legislaturas, vindo a falecer, ainda no cargo, em 21 de novembro de 1923.<br />
Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), recebeu o título de sócio benemérito. Segundo ele, o IAHGP foi sua escola e sua tenda de trabalho em que encontrou grandes mestres.<br />
Participou da fundação da Academia Pernambucana de Letras (APL) e atuou como membro em várias instituições brasileiras, como os Institutos Histórico e Geográfico de Alagoas, Ceará, Paraíba, Bahia e São Paulo.</p>
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