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	<title>Portal Cultura PE &#187; performance</title>
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		<title>Cadu Sales Apresenta Performance &#8220;Tela Viva&#8221; no IFPE Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:27:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) &#8211; Campus Olinda foi palco de uma experiência artística inovadora com a realização da performance &#8220;Tela Viva&#8221;, idealizada pelo performer e produtor de moda Cadu Sales e realizada com o incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através dos Editais da PNAB-PE. A obra propôs uma imersão na criação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) &#8211; Campus Olinda foi palco de uma experiência artística inovadora com a realização da performance &#8220;Tela Viva&#8221;, idealizada pelo performer e produtor de moda Cadu Sales e realizada com o incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através dos Editais da PNAB-PE. A obra propôs uma imersão na criação de estampas autorais, através da técnica da pintura livre, transformando o público, alunos do curso de Artes Visuais, em parte essencial do processo criativo.</p>
<p>A performance &#8220;Tela Viva&#8221; transcendeu o caráter contemplativo, convidando os participantes a realizarem uma intervenção direta no figurino de Cadu. Munidos de materiais de pintura para tecido (pincéis, tintas e canetas), os espectadores tiveram uma hora para estampar livremente o que desejavam na peça. O figurino apresentou-se inicialmente como uma tela em branco, evoluindo gradativamente, resultando em uma obra final que é um testemunho da criatividade compartilhada e da interação dinâmica entre o artista e o ambiente acadêmico.</p>
<p>Cadu Sales, vem desenvolvendo uma série que resgata e valoriza as técnicas artesanais e manuais na moda, utilizando a performance para desmistificar a arte, aproximando-a do cotidiano e ressaltando o valor do trabalho manual na construção de identidades culturais. A iniciativa convida à reflexão sobre a autoria, a efemeridade da arte e o impacto da coletividade na produção estética.</p>
<p>&#8220;Tela Viva&#8221; é a quarta performance de uma aclamada série interativa de desenvolvimento de estampas autorais. As edições anteriores incluíram: &#8220;Pernambuco Estampado&#8221; (Pesqueira, Festival Pernambuco Meu País, técnica do carimbo), &#8220;Listrado em Dois Atos&#8221; (Olinda, Fenearte, técnica do grafismo) e &#8220;Caruaru Estampado&#8221; (Caruaru, Festival Pernambuco Meu País, técnica do estêncil).</p>
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		<title>Pesquisa artística resgata a resistência de mulheres nos contextos repressivos do passado e do presente</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 18:41:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em processo investigativo que dialoga com mulheres das quatro macrorregiões de Pernambuco, com ações no Recife (RMR), Goiana (Zona da Mata), Caruaru (Agreste) e Afogados da Ingazeira (Sertão), o projeto de pesquisa “Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”, conduzido pelas artistas e pesquisadoras da dança e da performance Silvia Góes e Roberta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117560" aria-labelledby="figcaption_attachment_117560" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rojas-12122019-103.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117560" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rojas-12122019-103-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Performance Rojas aconteceu no Recife-PE</p></div>
<p>Em processo investigativo que dialoga com mulheres das quatro macrorregiões de Pernambuco, com ações no Recife (RMR), Goiana (Zona da Mata), Caruaru (Agreste) e Afogados da Ingazeira (Sertão), o projeto de pesquisa <b>“Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”</b>, conduzido pelas artistas e pesquisadoras da dança e da performance <b>Silvia Góes</b> e <b>Roberta Ramos</b>, propõe uma escuta crítica, sensível e performativa das memórias de mulheres que vivenciaram o contexto das ditaduras cívico-militares sul-americanas. A etapa empírica da pesquisa se desenrola ao longo dos meses de maio e junho de 2025, com rodas de conversa, oficinas presenciais e on-line, e a culminância do projeto, que será uma apresentação pública dos resultados, englobando relatos, laboratórios e apresentação de registros em audiovisual, buscando conexões entre a história coletiva e as vivências singulares de mulheres que atravessaram, direta ou indiretamente, os efeitos das ditaduras cívico-militares na América do Sul, orquestradas, por exemplo, pela <b>Operação Condor.</b></p>
<p>O projeto, de natureza <b>prático-teórica e com finalidade artística futura</b>, parte de um marco comum às pesquisadoras Silvia Góes e Roberta Ramos: ambas nasceram em 1975, ano simbólico em que teve início a Operação Condor, intensificou-se a repressão política na América Latina, e ao mesmo tempo emergiram importantes movimentos feministas no Brasil e outros países da América Latina, além da oficialização do Dia Internacional da Mulher pela ONU.</p>
<p>A Operação Condor foi uma aliança repressiva firmada em 1975 entre os Estados Unidos e as ditaduras militares do Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai e Argentina. O pacto visava a intensificar o controle e a perseguição a grupos e partidos de esquerda nesses países, instaurando um sistema articulado de vigilância, sequestro, tortura e eliminação de opositores. Professores, estudantes, artistas e militantes passaram a ser rotulados como “subversivos” e se tornaram alvos preferenciais do regime. O saldo dessa articulação foi trágico: milhares de mortos e desaparecidos, cujas histórias continuam a ecoar como feridas abertas na memória coletiva latino-americana.</p>
<p>É a partir desse contexto histórico e do entrelaçamento das experiências autobiográficas que o projeto investiga memórias de mulheres, documentos, obras artísticas e experiências afetivas ligadas ao recorte da década de 1970, lançando um olhar contemporâneo, feminista e performativo sobre esse período. Ao final do processo, será produzido e disponibilizado um registro audiovisual que irá sintetizar as vivências, as memórias e as experiências partilhadas ao longo do percurso.</p>
<p>“A nossa pesquisa nasce do desejo de olhar criticamente para o passado a partir do presente que habitamos como mulheres, artistas e pesquisadoras. Ao conectar nossas histórias de vida com as memórias de outras mulheres atravessadas pela ditadura e pela resistência feminista, buscamos construir, através da arte e da escuta, uma historiografia sensível, afetiva e performativa. É um exercício de reencontro com o que fomos e do que ainda podemos ser juntas&#8221;, <b>expressam as artistas e pesquisadoras da dança e da performance Silvia Góes e Roberta Ramos. </b></p>
<p>A pesquisa conta, ainda, com a orientação do professor e diretor de teatro <b>Rodrigo Dourado</b>, que aporta sua experiência em teatro documental, biodrama e estudos de gênero, e com articulação regional de <b>Karuna de Paula</b>, historiadora, pesquisadora e produtora cultural, responsável por estabelecer pontes com mulheres e organizações feministas nas cidades das quatro macrorregiões envolvidas.</p>
<p>As atividades práticas da pesquisa nas cidades da Região Metropolitana do Recife e do Interior de Pernambuco têm parceria com instituições do Recife, sob a coordenação de Karuna de Paula e colaboração de Dani Goberto; de Goiana, com coordenação de Ane Rôse; de Caruaru, conduzida por Raquel Santana; e de Afogados da Ingazeira, com a facilitação de Uilma Queiroz. Mulheres interessadas em participar e se inscrever gratuitamente podem entrar em contato com as pesquisadoras através do e-mail: com.dor.mas.sem.medo@gmail.com.</p>
<p><strong>O calendário de ações inclui:</strong></p>
<p><strong>Rodas de Conversa</strong> com mulheres nascidas na década de 1970, que serão convidadas a compartilhar suas memórias e perspectivas sobre o passado e o presente (dias 03 e 04 de maio, das 10h às 12h);</p>
<p><strong>Oficinas presenciais</strong> com as artistas da dança e pesquisadoras, que funcionarão como espaço para experimentação e partilha de práticas de memória e performance, a partir de laboratórios práticos que foram experimentados pelas pesquisadoras, envolvendo metodologias de improvisação, biodrama, teatro documental e autobiografia (dias 10 e 24 de maio, das 10h às 13h, na UFPE/CAC);</p>
<p><strong>Oficinas on-line</strong> com as artistas da dança e pesquisadoras (11 e 25 de maio, das 10h às 12h);</p>
<p><strong>Apresentações públicas</strong> do resultado da pesquisa e roda de conversa com as artistas e pesquisadoras (dia 14 de junho, em local a ser divulgado em breve, e das 16h às 18h).</p>
<p>As artistas se aprofundam em como o corpo pode ser um território de resistência e reexistência. Silvia Góes, desde sua estreia com “OSSevaO” (2011), explora a relação entre história e biografia em suas criações. Em 2019, apresentou a performance “Eu, tu, elas e Brecht”,<b> </b>que já integrou eventos como o TREMA Festival e a Semana da Luta Antimanicomial. Já Roberta Ramos, professora da UFPE e pesquisadora do Acervo RecorDança, se dedica há mais de uma década ao desenvolvimento de uma historiografia da dança performativa e emancipatória, tendo realizado pós-doutorado em instituições no Brasil e na Europa. Como parte de seus experimentos historiográficos, construiu o solo <i>Brasilogia </i>(2016), com uma discursividade crítica sobre o contexto político brasileiro daquele momento. No Coletivo Lugar Comum, concebeu e fez a dramaturgia, além de compor o elenco, da performance e intervenção urbana <i>Motim </i>(2015), cujo caráter político consistia em defender a importância micropolítica do riso. E, ainda, em uma pesquisa que antecedeu <b>Com-dor, mas sem medo</b>, a artista chegou a apresentar, no Trema! festival, uma palestra-performance intitulada <i>Essa Menina </i>(2021), uma parceria entre o Coletivo Lugar Comum e o Teatro de Fronteira, com direção de Rodrigo Dourado.</p>
<p><b>“Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”</b> busca reconstruir narrativas silenciadas, aproximando vozes e histórias de mulheres que viveram ou herdaram os impactos das ditaduras. Através da arte e da escuta, o projeto aposta na força coletiva da memória e da performance em dança como instrumentos de resistência, cuidado e transformação social.</p>
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		<title>Performance de Bruna Mascaro, com colaboração de Iara Costa, investiga brinquedo João Bobo em exposição virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 15:15:00 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116250" aria-labelledby="figcaption_attachment_116250" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rayanne Moraes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/147A7303.jpg"><img class="size-medium wp-image-116250" alt="Rayanne Moraes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/147A7303-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance Procedimentos para Pequenas Derrubadas, com Bruna Mascaro e Iara Costa</p></div>
<p>O João Bobo, brinquedo que faz parte do imaginário infantil brasileiro, vira um símbolo importante para discutir gênero na performance <em>Procedimentos para Pequenas Derrubadas</em>, da artista Bruna Mascaro, em colaboração com Iara Costa, que ganha uma exposição virtual a partir desta quinta-feira (20). A exposição tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e conta com fotografias e vídeos da performance das artistas que podem ser conferidos no Instagram de Bruna.</p>
<p>O que pode nos dizer um brinquedo? Procedimentos para Pequenas Derrubadas é uma investigação cênica do imaginário da infância sobre virilidade, força e a construção de papéis binários de gênero. A figura do João Bobo – um homem branco, forte, com expressão enraivecida e um cinturão de lutador em uma pose que exibe seus músculos de forma imponente – ganha significados a partir das interações das artistas e das imagens de Rayanne Moraes e Gabriel Mascaro. O design e a expografia são assinados por Laura Morgado.</p>
<p>Concebida originalmente como espetáculo, a exposição virtual conta ainda com texto alternativo no Instagram como uma forma de ampliar a experiência das performances e práticas artísticas. Um ensaio crítico com as reflexões que atravessam o processo de criação, com orientação da pesquisadora Fernanda Capibaribe, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e um jogo de cartas educativo também fazem parte da obra e estão disponíveis no dia do lançamento.</p>
<p>O trabalho surgiu durante uma residência artística promovida pela 10ª edição do Junta Festival, em Teresina, Piauí. A faísca inicial resultou no projeto que, à época, foi chamado de Estudos para Ruir o Eixo. Após esse período a criação virou exposição dentro do projeto Conjura, com o fomento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Nessa nova etapa o trabalho recebeu orientação de pesquisa de Fernanda Capibaribe e contou com a contribuição de Mariana Ratts, que orientou o desenvolvimento do programa educativo vinculado à obra.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Concepção: Bruna Mascaro<br />
Performance: Bruna Mascaro e Iara Costa<br />
Consultora de Pesquisa: Fernanda Capibaribe<br />
Consultora do Programa Educativo: Mariana Ratts<br />
Consultoria Artística: Mariana Pimentel<br />
Imagem: Rayanne Morais e Gabriel Mascaro<br />
Edição: Rayanne Morais<br />
Design e Expografia: Laura Morgado<br />
Produção: Nemo Côrtes<br />
Assessora de Imprensa: Moema França</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A equipe</span>:</strong></p>
<p><strong>Bruna Mascaro</strong> é artista da dança, educadora, pesquisadora e gestora cultural. Graduada em dança pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é mestra e doutoranda em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação transita entre as artes performativas e visuais, investigando as relações entre corpo e imagem. Integra a Coletiva, grupo que desenvolve performances voltadas para questões de gênero, e o Ziguezague, coletivo dedicado à arte-educação e à criação de dispositivos, jogos e objetos mediadores.</p>
<p><strong>Iara Costa</strong> é dançarina, professora e pesquisadora. Graduada, mestra e atualmente doutoranda em dança pela UFBA. Sua pesquisa investiga o improviso em dança com foco nas relações entre dança contemporânea e antropocentrismo.</p>
<p><strong>Rayanne Morais</strong> é fotógrafa, realizadora audiovisual e designer. Graduada em jornalismo pela UFPE e em tecnologia em design gráfico pela Uniaeso, atua em projetos audiovisuais principalmente ligados à dança e à música.</p>
<p><strong>Gabriel Mascaro</strong> é cineasta, conhecido por sua trajetória no documentário e na ficção. Ganhou destaque internacional com Boi Neon (2015), premiado no Festival de Veneza (Itália). Seus filmes, como Doméstica (2013), Ventos de Agosto (2014) e Divino Amor (2019), foram exibidos em Sundance, Berlinale, MoMA e Bienal de São Paulo. Seu trabalho transita entre cinema, artes visuais e instalações e tem reconhecimento da crítica e premiações internacionais.</p>
<p><strong>Laura Morgado</strong> é designer com experiência em identidade visual, ilustração e diagramação. É graduada em design pela UFPE e mestranda na instituição. Tem interesse em memória gráfica e na intersecção do design com história e sociologia. Como ilustradora pesquisa técnicas de ilustração e impressão analógicas e digitais.</p>
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		<title>Ocupação de Segundas Cine Raiz chega à terceira sessão</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 18:08:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113190" aria-labelledby="figcaption_attachment_113190" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Egídio/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/OCUPAÇÃO-DE-SEGUNDAS-AGOSTO-2024-Foto-Chico-Egídio-9.jpg"><img class="size-medium wp-image-113190" alt="Chico Egídio/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/OCUPAÇÃO-DE-SEGUNDAS-AGOSTO-2024-Foto-Chico-Egídio-9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ocupação de Segundas</p></div>
<p>O espaço cultural Janela 353, em Petrolina (Sertão), é o palco e sala de cinema para a terceira sessão do projeto cultural Ocupação de Segundas Cine Raiz, que tem como foco reapresentar trabalhos artísticos da região. São exibidos dois curtas-metragens, uma performance, além da continuidade da exposição fotográfica permanente Travessia, da artista Lizandra Martins, e as comidinhas produzidas pela chef do Café de Bule, Solange Soares.</p>
<p>As ações contam com acessibilidade em tradução em libras para pessoas surdas e ensurdecidas e mediação cultural com os realizadores e o público interessado em aprofundar questões pertinentes às artes. A mediação cultural é conduzida pela artista Rafa Moraes, uma das integrantes do grupo de teatro Trup Errante, responsável pela realização do projeto Ocupação de Segunda Cine Raiz, que conta com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio do Edital Cultural Audiovisual 2022/2023, na categoria de Cineclubismo, com interação de linguagens e parcerias do Janela 353 e do Café de Bule.</p>
<p>O momento cênico da noite é a performance Caminhos de Cura, com a artista Juliene Moura. “Essa performance nasceu de um projeto de pesquisa sobre as rezadeiras do bairro São Gonçalo, um registro sobre a história de vida de cada uma delas e suas conexões com a natureza e com os outros&#8221;, relata. &#8220;Reconectar-se com nossa ancestralidade é algo muito importante e é esse caminho de cura que proponho”, afirma.</p>
<p>Por falar em ancestralidade o documentário Eu Tinha pra Mim que Tinha que Ser Assim, dirigido por Chico Egídio, apresenta Pepê ou Maria da Cruz, filha de Dona Ana das Carrancas. O barro está no sangue dessa família de artesãs. Enquanto constroi uma carranca Pepê narra a excepcional história de sua mãe, uma obstinada artista popular que alcançou destaque nacional, reconhecida com a Ordem do Mérito Cultural e como Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Já o curta-metragem Onde Ele Anda É Outro Céu traz uma mistura entre realidade e ficção. Um homem traz fábula de outras realidades para si na medida em que transforma seu cotidiano em sonho. O filme tem direção de André Vitor Brandão.</p>
<p>A Ocupação de Segunda Cine Raiz é um encontro que visa criar mais um espaço de diálogo e partilha entre artistas locais de diferentes linguagens, rompendo fronteiras entre produções distintas e provocando o público a refletir como as obras têm reagido ao tempo.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Ocupação de Segundas Cine Raiz -</strong><em> segunda-feira (9), às 19h, no Espaço Cultural Janela 353 (Café de Bule &#8211; Rua Antônio de Santana Filho, nº 353, 1º andar, Centro, Petrolina-PE). Entrada gratuita. Com acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>Pernambuco recebe primeira obra ao ar livre de Marina Abramović no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 19:47:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco será o primeiro estado do país a receber uma obra de Marina Abramović, considerada a maior artista performática do mundo. Neste sábado (3), o espaço Usina de Arte, em Água Preta, Mata Sul, inaugurará o site specific Generator, primeira instalação em céu aberto da sérvia no Brasil. A obra, um muro com 25 metros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108110" aria-labelledby="figcaption_attachment_108110" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Generator-Marina-Abramović-Créd.-Andréa-Rêgo-Barros-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108110" alt="O trabalho da celebrada artista performática será inaugurado neste sábado (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Generator-Marina-Abramović-Créd.-Andréa-Rêgo-Barros-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O trabalho da celebrada artista performática será inaugurado neste sábado (3)</p></div>
<p dir="ltr">Pernambuco será o primeiro estado do país a receber uma obra de Marina Abramović, considerada a maior artista performática do mundo. Neste sábado (3), o espaço Usina de Arte, em Água Preta, Mata Sul, inaugurará o site specific <em>Generator</em>, primeira instalação em céu aberto da sérvia no Brasil.</p>
<p>A obra, um muro com 25 metros de comprimento, 3 m de altura e 2,5m de largura, no qual estão aplicados 12 conjuntos com três almofadas de quartzo rosa (vindas de Minas Gerais), está instalada em uma área recém-expandida do parque artístico-botânico do espaço. O trabalho parte de reflexões de Abramović sobre a materialidade da natureza enquanto ferramenta para a cura. Uma de suas raízes é seu emblemático trabalho na Muralha da China em 1988, que marcou sua última parceria com o companheiro Ulay.</p>
<p>A instalação é feita para que o público tenha um contato físico com a obra, em um processo de interação que explora a forma como os materiais se conectam com os corpos, buscando uma restauração desses elos entre humano e natureza. <em>Generator</em> faz parte do conceito criado pela artista de “objetos transitórios”, estimulando o público a ser parte ativa da obra.</p>
<p>Marina Abramović estará presente na inauguração, marcada para às 16h. O evento será aberto ao público. A Usina de Arte fica na Usina Santa Terezinha, na Rua Eucalipto, em Água Preta.</p>
<p><strong>SOBRE MARINA ABRAMOVIC</strong></p>
<p>Marina nasceu na antiga Iugoslávia e se formou em Belas Artes na década de 1970, começando seus primeiros trabalhos e iniciando a marcante parceria com o artista Ulay, criando performances icônicas como Rest Energy e The Lovers, esta última marcando o fim do relacionamento e da parceria artística, realizada na Muralha da China.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/marinamoma.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108112" alt="marinamoma" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/marinamoma-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Em suas décadas de trajetória, seu trabalho traz reflexões e conceitos sobre o uso do próprio corpo da artista e de integração do público na construção dos próprios sentidos da obra, tendo essa conexão entre artista e espectador como um dos principais pilares de sua estética, à exemplo do Generator. São trabalhos que muitas vezes colocam seu corpo em uma situação de vulnerabilidade, alcançando extremos de exigência física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_108111" aria-labelledby="figcaption_attachment_108111" class="wp-caption img-width-514 alignnone" style="width: 514px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/rest.jpg"><img class="size-medium wp-image-108111" alt="A performance &quot;Rest Energy&quot;" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/rest-514x486.jpg" width="514" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A performance &#8220;Rest Energy&#8221;</p></div>
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		<title>Milena Travassos apresenta trabalhos e recebe público para bate-papo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:48:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106433" aria-labelledby="figcaption_attachment_106433" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106433" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Linguagens, videoarte de Milena Travassos</p></div>
<p>A artista Milena Travassos retoma os encontros com o público para as apresentações de suas últimas produções. Nas ocasiões Milena mostra o projeto <em>Sobre Linguagens</em>, desenvolvido a partir de pesquisas, experimentos e encontros dela com a artista Kilma Coutinho sobre as múltiplas variações da linguagem. O resultado é uma videoperformance e uma videoarte que podem ser conferidas neste sábado (18), às 15h, no auditório do Museu Aloísio Magalhães (Mamam &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista). Outro encontro acontece em Caruaru (Agreste), na quinta-feira (23), às 14h30, no Armazém da Criatividade (Rodovia BR-104, km 92, Nova Caruaru). E no dia 30, às 19h, na Garrido Galeria (Rua Samuel de Farias, 245, Santana), de volta ao Recife, a artista apresenta a performance inédita Sala de Jejum, desenvolvida em diálogo com o jardim da galeria.<br />
O projeto conta com a colaboração da audiodescritora Liliana Tavares, responsável pela gravação e inclusão da audiodescrição nos dois trabalhos. O trabalho de Milena Travassos tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR).<br />
A videoperformance <em>Relâmpago-Trovão</em> é um desdobramento de um trabalho que Milena já havia feito com Kilma, em 2022, no Mamam. Kilma Coutinho é uma artista surda que se comunica por meio de libras fazendo com que essa língua fosse incorporada à poética do trabalho, além dos outros elementos explorados como luzes, pinturas, figurino, objetos e sons.<br />
Já na videoarte <em>Linguagens</em>, Milena escolheu trabalhar com fotografias antigas mantendo como ponto focal a ideia de linguagem expandida. Nas filmagens ela utilizou iluminação pontual e lentes de aumento para destacar partes das imagens, recortes afetivos de uma época passada da vida da artista. A artista trabalha a fala por meio de uma narrativa poética dando possibilidades de interpretações diversas. Aqui ela também traz como inspiração as reflexões de Giorgio Agamben sobre fogo, mistério, relato e literatura presentes no texto <em>O fogo e o relato</em>.<br />
A performance <em>Sala de Jejum</em> acontece no jardim da Garrido Galeria. O espaço acolhe uma diversidade de plantas e árvores que permearam o processo criativo do trabalho. A ação propõe uma experiência envolvendo elementos visuais, sons, luzes e narração. A ideia do jejum remete a um estado limiar entre o sono e o despertar, estado que provocaria uma atenção dilatada.<br />
Milena Travassos é artista visual, pesquisadora e professora. Doutora em comunicação (UFRJ-ECO), configuradora de imagens e criadora de correspondências. Sua produção envolve fotografia, videoarte, performance, instalação, videoperformance, videoinstalação, objeto e desenho. A cada nova pesquisa seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. As ideias de narração, experiência e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas.</p>
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		<title>Conheça 10 grandes destaques das artes visuais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 21:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se incorporando a estéticas igualmente plurais. A diversidade é encontrada em técnicas, suportes, discursos, cores, texturas e uma grande gama de elementos.</p>
<p>Conheça dez desses nomes que vêm deixando sua marca nas artes visuais pernambucanas:</p>
<p><strong>Thalyta Monteiro e o corpo no mundo</strong></p>
<p>Artista de Belo Jardim, Thalyta Monteiro vem se dedicando à arte há alguns anos, em especial desde quando começou sua formação no curso de artes visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), concluído em 2018, começando um caminho pela pesquisa antes de sua imersão no fazer artístico de fato. A partir de então, realiza um trabalho atravessado por seu cotidiano, a relação de seu corpo no mundo, no território em que habita, suas relações com sonhos, lembranças e pessoas. Nesse caminhar, a recorrência da natureza e da imaterialidade dos sentimentos é algo sempre presente nesse fazer artístico.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105210" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Dentro dessa experiência artística vem se dedicando ao que chama de “processo manual e ritualístico da pintura e da linoleogravura”. Cada trabalho, a partir de seu processo de pesquisa, é o que dita qual será seu suporte. Suas obras vêm abraçando materiais que passam por pedaços de ruínas, objetos vestíveis de pedras e raízes, além de experimentações com fotoperformances.</p>
<p dir="ltr">Em sua trajetória vê como grande desafio manter a constância nos trabalhos diante da realidade imposta aos trabalhadores da cultura do País, atuando também como arte educadora, assim como também manter os estudos. Ao mesmo tempo enxerga como uma conquista a possibilidade de poder manter sua pesquisa e produção artística vendo-a chegar em pessoas por meio de projetos e espaços que nunca imaginou que poderia alcançar. Um desses mais recentes foi a exposição r e at a r, montada na Galeria Galpão dentro da programação do 31º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Alisson Nogueira: a memória, o arquivo e a luta contra o esquecimento</strong></p>
<p>Natural do povoado de Vermelhos, em Lagoa Grande, interior de Pernambuco, Alisson Nogueira via a arte entrar em casa desde a infância, por intermédio de sua mãe, desde as pinturas que ela fazia nas salas de aula em que trabalhava, também passando pela costura de roupas e tecidos, além dos trabalhos com ornamentação de eventos. Viveu em um ambiente permeado por sons de máquinas de costura, cheiros de tinta e materiais de desenho. Desde pequeno tinha afeição por desenho, poesia e música.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105213" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a></p>
<p>Mas o fazer arte nem sempre foi uma realidade. Passou muito tempo da vida, por mais que tivesse um desejo pulsante e estímulos externos, acreditando que trabalhar como artista não era uma realidade condizente com a sua, buscando o que chama de “caminhos mais formais”. Mas sempre com processos criativos fazendo questão de marcar presença nessa caminhada, o que o leva a iniciar a graduação em artes visuais no ano de 2017, em Petrolina.</p>
<p>Desde então Alisson desenvolve um trabalho partindo da investigação e da reflexão entre arquivo, território, saber popular e narrativas autobiográficas e familiares. Atualmente realiza o que chama de “reflexões obsessivamente dentro do campo da pintura a óleo”, lidando com uma das técnicas mais tradicionais e buscando construir uma semântica própria dentro do imaginário das questões que lhe são urgentes em uma cruzada contra o esquecimento. Ele retrata cenas da história de sua família, assim como o que chama de “memórias íntimas atreladas a um imaginário popular nordestino-bicha-latino americano.</p>
<p dir="ltr">Entre os grandes desafios da trajetória está a busca constante por espaços expositivos formais, aparelhos culturais e políticas locais voltadas às artes visuais, na luta “geográfica e simbólica” para construir diálogos com espaços para além da internet. Entre seus orgulhos estão a realização de exposições como Antes do Meu Primeiro Adeus, seu trabalho de conclusão de curso, assim como a participação em exposições coletivas, como Vamo Logo que Lá Fora Já Tão Chamando no Museu da Imagem e do Som de Campinas, o Salão Sesc de Arte Contemporânea – Único 2020 (Sesc-PE) e a 9° edição da Mostra Flutuante de Artes Visuais Antes que Tudo Vire Cinzas, (Sesc Petrolina).</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105212" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Ratinho e a renovação do barro caruaruense</strong></p>
<p>Rafael Costa Pereira, Ratinho, teve seu primeiro contato com o barro ainda criança, na beira do Rio Ipojuca, onde fazia suas primeiras esculturas ao lado de amigos. Logo em seguida, em uma ida à feira para levar o almoço de sua avó, deparou-se com uma máscara de la ursa vermelha, que despertou seu fascínio, descobrindo logo que era feita de barro, papel e cola. Começou então a fazer as suas por conta própria e vender no Carnaval aos 12 anos de idade. Esses foram alguns dos primeiros episódios que plantaram a semente do fazer artístico dentro de si.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105215" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Ao trabalhar como auxiliar em um projeto de fotografia de um amigo subiu o Alto do Moura e conheceu Mestre Vitalino. O barro vermelho, cuja queimada foi explicada pelo mestre, foi mais que um elemento de fascínio: tornou-se o grande estopim para sua caminhada artística. Hoje em dia possui 208 peças autorais criadas, sempre fugindo da repetição, pois “não sente prazer em criar o que já foi criado”. Do barro também partiu para as telas, sejam aquelas que recebem tinta como as que recebem luz, atuando como roteirista e cineasta.</p>
<p>Em seu trabalho com o barro busca inovar na materialidade trazendo elementos como ossos bovinos e dentes caprinos: “Gosto de trazer o que está morto para a vida novamente em uma nova matéria, a partir da arte”. Hoje se orgulha de conseguir sustentar sua família com seu fazer artístico e de ter obras suas em acervos de importantes colecionadores, assim como sua presença anual em grandes feiras, como a Fenearte.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105214" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p><strong>Marcela Camelo e os novo suportes para a imagem</strong></p>
<p>Cria de Garanhuns, Marcela não consegue apontar um ou outro caminho que a levou para a arte sendo uma verdadeira confluência de encontros na vida que a colocaram nesse lugar. De um ponto de vista subjetivo vê influências da própria forma a qual enxerga a vida, identificando-se com o ato de criar e partilhar, além da busca por liberdade e coragem. Já por um lado mais objetivo teve uma aproximação por meio do contato com iniciativas formativas,  como as oficinas promovidas pelo Festival de Inverno de Garanhuns, ou o contato próximo com a resistência de expressões da cultura popular, como as rezadeiras e a banda de pífanos de Trapiá, comunidade rural de origem de seu pai.</p>
<p>E seu caminhar desde então na arte é múltiplo, passando por expressões e suportes plurais. Contudo, dedica-se a experimentações em vídeo, com videoarte e videoinstalações. Atualmente vem realizando pesquisas com imagens autoestereoscópicas – método de exibição de imagens em três dimensões sem a necessidade de suportes como óculos ou capacetes –, em especial com suportes chamados lenticulares. Nessa caminhada, na qual enxerga a própria técnica como uma estética em si, busca fugir da literalidade entrando em questões da região de seu convívio, passando por questões de gênero e discussões políticas e explorando artefatos analógicos e digitais.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105216" alt="marcelacamelo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo-607x366.jpeg" width="607" height="366" /></a></p>
<p dir="ltr">Atualmente vê como grandes desafios a precarização dos espaços e de algumas dinâmicas de determinados campos da arte. Ela busca ativamente subverter esse cenário construindo “um próprio campo nas experiências coletivas e na própria arte-educação”. No momento vem realizando uma conciliação de uma metodologia de pesquisa artística com a acadêmica.</p>
<p>Em sua trajetória venceu prêmios, como o do 48º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, além de sua participação em eventos como a Bienal de Países de Língua Portuguesa, uma residência na Bienal de Cerveira, em Portugal, além da participação em exposições de galerias do Sesc e outros espaços. Também integrou o coletivo Branco do Olho, no qual teve grandes aprendizados a partir da aproximação com outros artistas. “As artes plásticas me encorajaram a entrar na universidade, cursar a licenciatura, percorrer um caminho que me proporcionasse autonomia e me levou para a educação”, relata.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105217" alt="marcelacamelo2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Brenda Bazante: de modelo a criadora</strong></p>
<p>A jornada de Brenda Bazante na arte começa em 2013, quando realizou seu primeiro trabalho como modelo vivo, trabalhando com nomes como Vi Brasil e Chico Ludemir, em espaços como o Centro de Articulação dos Saberes Artísticos, o Grupo Risco e outras iniciativas que estreitaram seu contato com o fazer artístico. Impulsionada por isso, começou sua graduação em artes visuais no ano de 2015 dando início a uma caminhada que passaria por diversos suportes, discursos e vivências.</p>
<p>Nos primeiros anos interessou-se pela arte cinética culminando na exposição Galhos, formada por diversas esculturas cinéticas que, ao se moverem, representavam árvores, pássaros, borboletas e outros elementos presentes em árvores criminalmente podadas ao longo do ano de 2016. Ela foi montada em espaços como o Museu do Homem do Nordeste, o Engenho Massangana e a Torre Malakoff.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105218" alt="brendabazante" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante-312x486.jpeg" width="312" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Já a partir de 2020 decide colocar em diálogo sua arte com suas vivências enquanto uma mulher trans. “A partir de narrativas autobiográficas passei a criar a partir de minhas experiências tendo a performatividade trans e travesti como tema central”, explica. A partir de então passou a introduzir tanto as imagens de seu corpo quanto suportes e técnicas diversas no processo criativo. Entram em cena a papietagem e o papel machê, a fotomontagem, a pintura com lápis de cor, tinta acrílica e giz pastel oleoso e o bordado. Nesse processo criativo tanto o figurativo quanto o abstrato são abraçados.</p>
<p>Atualmente deseja expandir os horizontes de sua prática artística alcançando espaços nacionais e internacionais assim como o do mercado da arte. É o que a leva a explorar novas técnicas e suportes com um desejo de se aprofundar na fotografia, pintura e escultura, assim como também planeja expandir seu ateliê pessoal. Como maior conquista fala sobre seu amor pela prática que vem desenvolvendo, além do carinho por trabalhos como Galhos e suas andanças por Pernambuco, além da participação em diversos projetos artísticos importantes pelo estado.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105219" alt="brendabazante2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2-421x486.jpeg" width="421" height="486" /></a></p>
<p><strong>Abiniel Nascimento: dos álbuns de família às performances contra-históricas</strong></p>
<p>Mais do que registros, as fotos dos álbuns de fotografias de sua avó parteira contavam um amontoado de histórias para Abiniel, que sempre as absorveu plantando as primeiras sementes de seu interesse por narrativas familiares e territoriais. Em 2013 começa sua caminhada artística por meio da fotografia. Alguns anos depois expande seus horizontes e, a partir de 2017, começa a fazer seu trabalho circular, principalmente por meio da performance, influenciado por sua entrada na universidade, onde inicia seus processos curatoriais e de pesquisa em arte.</p>
<p>Atualmente seu grande interesse reside na utilização da arte enquanto uma ferramenta narrativa contra-histórica. Utiliza seus processos para entender seu lugar no mundo enquanto uma coletividade, assim como também desenvolve uma busca em tensionar imaginários da história da arte dita oficial e seus cânones, entendendo se tratar de um imaginário que foi construído pelo atropelamento das narrativas originárias do país.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105221" alt="7. Maquinário da ausência (vista da obra)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">A partir de então sua obra é atravessada por conceitos como existência e extinção, visibilidade e invisibilidade, memória e esquecimento. Morte e vida sempre atravessam seus trabalhos.</p>
<p>Com suas caminhadas dentro da fotografia e da performance seu trabalho acaba então sendo bastante influenciado pelo corpo e pela imagem. Seus suportes abarcam materiais orgânicos e aparelhagem performáticas, com a fotografia e o audiovisual entrando em cena, assim como os arquivos enquanto matéria de investigação, reprodução e “dessignificação”.</p>
<p>Enquanto artista independente trava a já conhecida luta por espaços e circulação de suas criações, assim como também por apoio para se dedicar às pesquisas que resultam em suas obras. Mas, dentro desse cenário de desafios, orgulha-se de criar “possibilidades críticas de entendimento do mundo”, além de estar em contato com pessoas com quem pode compartilhar essa trajetória, circulando por residências, exposições, salões de arte, publicações e debates.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Mitsy Queiroz e a materialidade da fotografia analógica</strong></p>
<p>O mergulho que Mitsy Queiroz empreende na fotografia analógica é um abraço completo a tudo que ela, enquanto material físico no mundo, possui. A obsolescência, as avarias, o emprego das circunstâncias contrárias a seu favor são alguns dos elementos incorporados em seu trabalho e suas narrativas, mediando sua aproximação com a arte. “Ser um artista trans racializado é compreender que os processos criativos de arte e vida são inseparáveis. Nossas metodologias de vida são muito próximas àquelas que empregamos em nosso fazer artístico”, explica.</p>
<p>Seu interesse pela fotografia veio de sua participação em fotoclubes, enquanto espaços de trocas de saberes e perspectivas sobre o ato de fotografar, grande faísca em seu desejo de mergulho nessa linguagem. Realiza trabalhos nesse sentido, há mais de uma década, em um processo que concilia seu fazer artístico e acadêmico, que se retroalimentam.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105222" alt="As ilhas alagadas do Pina (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3-479x486.jpeg" width="479" height="486" /></a></p>
<p>A partir de então desenvolve esses trabalhos colocando em reflexão a materialidade da fotografia analógica estabelecendo conexões também com seu estar e o de seu corpo no mundo. Por exemplo: um álbum de infância tem sua própria imagem transformada pela presença de fungos, uma transformação que acaba dialogando com as expectativas do que viria a ser Mitsy.</p>
<p dir="ltr">Contudo, a linguagem fotográfica não encerra seus desejos de criação, com uma dedicação também a expressões como videoarte, instalações, desenhos, cadernos de criação e escrita poética. Seu trabalho o colocou em diálogos e trocas que classifica como “muito generosas” com o público, participando também de debates, mesas redondas e outras formas de troca pedagógica.</p>
<p>Seu trabalho também já circulou em diversos espaços pelo País, com participação em residências artísticas como na ocasião do Sesc Confluências em 2018-2019; em feiras de arte como SP-Arte e SP-Foto em 2020; e em programas de comissionamento de obra como Solar dos Abacaxis 2022 para exposição no MAM-Rio e o programa Atos Modernos 2021-2022, que inaugurou uma parceria da Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105223" alt="Películas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong> Yuri Bruscky, a imaterialidade e o som</strong></p>
<p>A música foi a porta de entrada para Yuri na arte. Durante a adolescência tocava em bandas punk e editava fanzines, começando o trabalho com colagens. Pouco depois entrou em contato com a poesia concreta incorporando ações plásticas em suas ações artísticas. Assim desenvolve sua trajetória, tendo o som como articulador de tudo, indo para além de contextos estritamente musicais, com experimentações em diversos suportes e linguagens (instalações, performances, livros de artista, intervenções urbanas, discos-objeto).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105225" alt="Yuri Bruscky - O Grande Acordo Nacional (disco-objeto, 2018) (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1-561x486.png" width="561" height="486" /></a></p>
<p>“Parte considerável do meu trabalho orbita em torno das interseções entre ruído, linguagem, mediações tecnológicas e práticas cotidianas. Me interessa bastante perceber as dinâmicas comunicativas, políticas e tecnológicas que dão tessitura ao mundo da vida cotidiana que partilhamos intersubjetivamente. E como pensá-las a partir dos meios e mediações do som e da linguagem”, explica Bruscky. A partir de então ele exercita esse interesse entre a imaterialidade e a incorporação da própria estrutura e forma como elementos expressivos, utilizando a metalinguagem, “modos e processos não convencionais de produção e fruição”.</p>
<p>Nesse caminhar ele busca construir espaços de experimentação e redes de intercâmbio e colaboração de maneira a interferir de modo pujante no debate público da cultura e da política. Mantém, desde 2010, o selo/editora Estranhas Ocupações, por meio do qual lança discos e publicações e organiza performances. Também é cocriador dos festivais de arte sonora Rumor e Muído, assim como do seminário e programa de residências artísticas (Entre) Lugares Sonoros, e coautor do livro História da Poesia Visual Brasileira.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105224" alt="Yuri Bruscky - Heterotopia (A escuta em situação) (2019)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Lu Ferreira e o jazz como guia artístico</strong></p>
<p>A aproximação da arte de Lu Ferreira, artista nascido em Jaboatão dos Guararapes, residindo em Olinda há três anos, nasce de sua aproximação e fascinação pela “inutilidade das coisas”. Desde antes de se ver como um artista possuía um forte interesse pela ideia do inútil, enxergando sentidos em tudo aquilo que poderia ser classificado como sem sentido, a partir de novos olhares e diálogos.</p>
<p>Diante desse olhar, que busca retirar as coisas de restrições e limitações, encontrou na liberdade estética e conceitual do jazz um fio condutor para suas criações que o permite trafegar por diferentes sensações, cores, texturas, suportes e linguagens. “O jazz dá uma liberdade por diferentes sensações, texturas, sentimentos, cores. É daí que vem meu trabalho Objetos não ditos e inauditos e aquilo que não se fala, não se explica, partindo dessa minha relação com a música”, afirma.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105227" alt="Objetos Não Ditos e Inauditos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p>Ele desenvolve trabalhos que bebem na fonte do dadaísmo, da pintura, das instalações, da colagem e da poesia concreta. Nesse sentido sua obra investiga uma gama de elementos que vão desde a ordem, células do corpo humano, corpos transitando pela cidade, a transmutação de objetos (em especial, desenvolve um trabalho com a fita crepe nesse sentido), além de tudo aquilo que não pode ser dito, mas que se expressa na tela.</p>
<p>“O artista se apropria da inutilidade e hoje a arte discute a inutilidade, que não é mais viável no senso comum. A gente dá vazão a isso, dá importância. Meu trabalho deságua nessa relação objeto-cultura-dadaísmo em outras plataformas”, explica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105226" alt="lu2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a></p>
<p><strong>Caetano Costa, a palavra, o corpo e a reinvenção dos materiais</strong></p>
<p>Se hoje Caetano Costa tem seu fazer artístico transitando por diferentes linguagens e suportes há elementos de sua infância na cidade de Paulista que já demonstraram essa aptidão. Do pai eletricista pegava escondido a caixa de ferramentas e reinventava objetos que encontrava pela rua e no quintal de casa. Da mãe professora veio o encanto pela palavra, passando a escrever textos e poemas ilustrados por colagens. Na adolescência se aproximou do teatro, o que o coloca também em contato com a performance, além de sempre frequentar os eventos de cultura popular do bairro.</p>
<p>Caetano chegou a cursar design de moda, mas decidiu que sua criatividade necessitava de mais suportes e partiu então para as artes visuais. “Era um campo que eu flertava, mas não acreditava que era para mim. Essa ideia de uma persona artística me parecia muito distante para um jovem de periferia como eu”, relembra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105228" alt="cae" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"> Assim deu continuidade a curiosidade de infância pelos objetos de seu entorno enquanto suportes de criação. Ele enxerga esse gesto como uma forma de fugir da ideia de que o artista precisa esperar um momento de inspiração para criar. A criação é um exercício e trabalhar com os materiais que se tem disponíveis – inclusive o próprio corpo – é uma forma de seguir exercitando isso.</p>
<p>Nesse caminhar tudo pode ser fonte de inspiração: pessoas na rua, sentimentos momentâneos, acontecimentos do mundo, memes, as ferramentas da publicidade e das teorias da comunicação. Tudo pode encontrar vazão no papel, nos tecidos, nas intervenções urbanas, nas performances, na videoarte e nas diversas outras formas de expressão. Seu trabalho já circulou pelo País e pelo mundo, em países como a África do Sul, por exemplo, colocando-o em contato com outros artistas e expandindo seus horizontes criativos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105229" alt="cae2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Ilha de Deus recebe apresentação do espetáculo &#8220;Lumiar&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2023 13:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100330" alt="Flora Negri/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Crédito-da-fotógrafa-Flora-Negri-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Depois da estreia no Parque 13 de Maio, em abril, o espetáculo de dança contemporânea Lumiar será encenado gratuitamente na Ilha de Deus, localizada entre os bairros da Imbiribeira e Pina, no próximo dia 20 de maio (sábado), a partir das 19h30. Com acesso livre e gratuito, a montagem conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e busca resgatar a essência humana estimulando o acesso a memórias ancestrais através do movimento do corpo, da interação com o elemento fogo e de estímulos sonoros que dançam junto. Marina Mahmood é a responsável pela direção da performance que o público irá assistir, com trilha sonora executada ao vivo pelos músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino, e assistência de direção de Lau Veríssimo.</p>
<p>O ambiente criado vai, aos poucos, convidando o público a imergir em suas realidades internas, instintos e intuições, materializando e transmitindo sensações a partir da alquimia desenvolvida pela intérprete. A dançarina Marina Mahmood utiliza materiais como bambolê, ferros e pó de serra para criar a relação com o fogo, em uma performance que inspira a potência que há dentro de todos nós, o amor, o autoamor, a magia de viver.</p>
<p>“Durante os processos de criação buscamos trazer à tona a ritualística do fogo, elemento de transmutação que nos reconecta com o inconsciente e com a força ancestral. Permanecer ou dançar ao redor do fogo nos conecta com a natureza e nos lembra que, apesar de humanos, somos divinos. O ritual nos remete ao universo dos sonhos, ao que palpita verdadeiramente dentro de nós e à mágica dos encontros verdadeiros. É o que chamamos de ‘entrelugar’ imaterial, onde acessamos esse ‘eu’ que é humano-animal e divino. Essa ‘fresta’ é um campo de permissão, nela podemos ser quem quisermos sem as limitações sociais, culturais, julgamentos e ‘nós’ psicológicos que impedem que sejamos verdadeiros conosco e com os outros. Para desatar essas amarras é necessário reconhecer e exercitar diariamente essa natureza instintiva e intuitiva que nos torna vulneráveis e, portanto, abertos”, detalha Mahmood.</p>
<p>Um dos recursos para acessar esse “campo de permissão” é a utilização da música no processo de montagem e apresentações: a partir de texturas sonoras e tons de cena em ápices, quebras e continuidades, a trilha – realizada ao vivo – é pensada enquanto proposta rítmica para ativar o movimento e emoções da performer e do público. Os músicos iezu kaeru, Diego Drão e Daniel Fino têm um papel ativo tanto no processo de montagem como também estando presentes em cena, propondo a interação entre essas linguagens.</p>
<p>Após a apresentação da performance<em> Lumiar</em>, a programação segue, às 20h30, com um debate que irá promover uma interação entre o público e a equipe criativa do espetáculo. Às 21h, haverá a exibição de um pequeno videodança realizado pelos moradores da comunidade durante oficina ministrada por Marina Mahmood (uma ação educativa também prevista no projeto).</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
19h30 &#8211; Apresentação de Lumiar<br />
20h30 às 21h – Debate sobre processo de criação<br />
21h – Exibição de videodanças</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Lumiar</em><br />
Quando: 20 de maio de 2023 (sábado), às 19h30<br />
Onde: Marco Zero da Ilha de (Rua São José, s/n, Imbiribeira &#8211; Recife/PE). O acesso é feito pela Ponte Vitória das Mulheres. Fica próximo à Estação de Metrô da Imbiribeira<br />
Aberto ao público<br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/marinabmahmood/" target="_blank"><strong>@marinabmahmood</strong></a></p>
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		<title>Rebeca Gondim lança a performance &#8220;Revinda&#8221; no YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/rebeca-gondim-lanca-a-performance-revinda-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 19:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, estreia no YouTube (youtube.com/@RebecaGondim), na próxima quinta-feira (23), às 21h, a obra audiovisual Revinda. O trabalho, que conta com acessibilidade para pessoas surdas, apresenta um modo horizontal de relacionar dança, poesia, música, narrativas, imagem, luz, sem priorizar uma linguagem em detrimento da outra. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/still-2-foto-Priscilla-Melo.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-99754" alt="Priscilla Melo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/still-2-foto-Priscilla-Melo-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, estreia no YouTube (<strong><a href="https://www.youtube.com/@RebecaGondim" target="_blank">youtube.com/@RebecaGondim</a></strong>), na próxima quinta-feira (23), às 21h, a obra audiovisual <em>Revinda</em>. O trabalho, que conta com acessibilidade para pessoas surdas, apresenta um modo horizontal de relacionar dança, poesia, música, narrativas, imagem, luz, sem priorizar uma linguagem em detrimento da outra. Já a dramaturgia articula diferentes expressões artísticas, inspirada no universo das danças populares, das danças de periferias, na cultura<em> hip hop</em>. Além disso, o vídeo traz um modo plural de articular os sentidos e os saberes, numa perspectiva das culturas afrodiaspóricas e do povo preto periférico brasileiro.</p>
<p>A obra foi desenvolvida pela dançarina Rebeca Gondim, nascida e criada na periferia do Recife, no bairro de Beberibe. <em>Revinda</em> dá continuidade à performance <em>Terezinha</em>, criada por ela em 2015. O trabalho visibiliza fragmentos da história de uma mãe, Terezinha Maria de Jesus, mulher preta, moradora do Complexo do Alemão, que tem seu filho criança morto pela polícia. A iniciativa aborda ainda o genocídio da juventude negra, contando narrativas dos contextos das periferias do Brasil.</p>
<p>Para desenvolver <em>Revinda</em>, Rebeca Gondim decidiu seguir com a proposta de <em>Terezinha</em>. “A ideia é falar da importância do choro e luto dessas mulheres e como elas podem ter ombros pra descansar também, porque algo nelas também morre junto com seus filhos”, diz a artista. Ao mesmo tempo, Rebeca foi provocada pela equipe de criação e preparação corporal do trabalho a ir além do reconhecimento das dores e falar também das pequenas vitórias, dos festejos, da forma de celebrar, de se organizar e de se entender na coletividade para poder sobreviver a essas violências. “A gente tem que falar sobre a dor que faz muito parte de nosso cotidiano. Do sangue escorrendo, do choro, da falta de tempo para viver tudo isso, mas é importante também falar sobre as nossas celebrações, a nossa força, a nossa resiliência. E como é importante a gente estar junto para que a gente se apoie, chore junto, se fortaleça revide”, conta Rebeca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de Revinda &#8211; Rebeca Gondim<br />
Quando: 23 de março de 2023 (quinta-feira), às 21h<br />
Transmissão pelo canal: <strong><a href="https://www.youtube.com/@RebecaGondim" target="_blank">youtube.com/@RebecaGondim</a></strong></p>
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		<title>Performance &#8220;À Beira&#8221; estreia neste fim de semana, em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/performance-a-beira-estreia-neste-fim-de-semana-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 14:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gabi holanda]]></category>
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		<description><![CDATA[Resultado de uma pesquisa que lida com o resgate e registro da memória ribeirinha local, com foco nas águas de Olinda e Região Metropolitana, a performance &#8220;À Beira&#8221; estreia nos próximos dias 18 e 19 de junho (sábado e domingo), em Casa Caiada, às margens do rio Fragoso. Foram mapeados dois pontos de encontro distintos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/03-À-Beira_Marcela-Aragão-e-Gabi-Holanda_Divulgação.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-94613" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/03-À-Beira_Marcela-Aragão-e-Gabi-Holanda_Divulgação-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Resultado de uma pesquisa que lida com o resgate e registro da memória ribeirinha local, com foco nas águas de Olinda e Região Metropolitana, a performance &#8220;À Beira&#8221; estreia nos próximos dias 18 e 19 de junho (sábado e domingo), em Casa Caiada, às margens do rio Fragoso. Foram mapeados dois pontos de encontro distintos, para que em grupo seja feita uma caminhada de contextualização até a localidade exata da performance; são eles: Shell Select (Av. Carlos de Lima Cavalcante, 2221) e Bar do Zito (encontro entre as ruas Caetano Ribeiro, Sutão e Riachuelo). É indicada a chegada a partir das 15h, com saída prevista para as 16h.</p>
<p>O processo criativo parte da vivência situada e coletiva de Gabi Holanda, artista e moradora do entorno do Fragoso, junto às experiências, histórias e memórias de José Cirilo com o rio Beberibe, e à perspectiva de Marcela Aragão acerca do rio Paratibe. Desdobramento da pesquisa Catando memórias de um ex-rio, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do edital Microprojeto Cultural do Funcultura, a experiência é gratuita — a equipe sugere a confirmação de participação pelo Sympla (clique <a href="https://www.sympla.com.br/a-beira__1614583" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>), para facilitar qualquer necessidade de comunicação com o público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Aproximar e refletir</strong></span><br />
<em>“Em meio à pesquisa Catando memórias de um ex-rio, mapeamos as memórias dos rios de Olinda, entrevistamos diferentes agentes sociais, lideranças e anciãos das comunidades ribeirinhas, dialogamos com pesquisadores sobre os afetos e conflitos da relação rio-comunidade, em espaço urbano, e cultivamos vários laboratórios de dança às margens do rio Fragoso”</em>, comenta Gabi, cuja trajetória artística dialoga com os limites entre corpo, água e ambiente. Os artistas-criadores se orientaram a partir de práticas de ecoperformance e composição situada no lugar. É também um mapeamento das memórias dos rios e afluentes de Olinda e processo de construção das memórias apagadas desses territórios.</p>
<p>A expectativa é de aproximar a comunidade de processos artísticos e despertar/aprofundar reflexões sobre a problemática do rio Fragoso e seus atravessamentos. Enquanto performance itinerante, a intenção é de poder se apresentar em outras localidades, outros espaços urbanos periféricos em que essa realidade transborde as relações rio-comunidade-poder público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Performance &#8220;À BEIRA&#8221;<br />
Quando: 18 e 19 de junho de 2022 (sábado e domingo), concentração às 15h e saída às 16h<br />
Onde: Margens do Rio Fragoso, em Olinda<br />
Escolha o seu ponto de partida:<br />
. Shell Select: Av. Carlos de Lima Cavalcante, 2221 &#8211; Casa Caiada<br />
. Bar do Zito: encontro da R. Caetano Ribeiro, R. Sutão e R. Riachuelo &#8211; Casa Caiada<br />
Gratuito &#8211; Confirme presença no <a href="https://www.sympla.com.br/a-beira__1614583" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a><br />
Saiba mais nos perfis do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/gabiwholanda/" target="_blank"><strong>@gabiwholanda</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/memoriasdeumexrio/" target="_blank"><strong>@memoriasdeumexrio</strong></a></p>
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