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	<title>Portal Cultura PE &#187; pernambuco lo-fi</title>
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		<title>Pernambuco Lo-Fi tem noite marcada pelo ecletismo</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 13:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>A noite desta quarta-feira no palco Pernambuco Lo-Fi do 31º Festival de Inverno de Garanhuns foi vibrante, ao som de ritmos como o forró, o brega, a ciranda, o rock e diversas outras sonoridades. Caboclo Mestiço, Carranza e Jáder evidenciaram a força da música independente pernambucana em trazer novas ideias para ritmos tradicionais, dando um tempero próprio à eles.  Nesta quinta-feira, o palco recebe Hebert Lucena, Abulidu e Tagore.</p>
<p>Um dos nomes em ascensão na cena da música independente, o recifense Jáder levou ao palco um show onde brega, forró, piseiro e outros desses ritmos conversam com uma estética mais pop, fazendo com que essas músicas passem a existir também em narrativas que fogem da tradicionalidade, abraçando a diversidade de gênero e sexualidade que talvez nunca tenha sido tão abraçada por um artista desses gêneros. Ele não abre mão das viradas na bateria, de cantar as dores e prazeres do amor, em canções como <i>Lua Escorpião</i>, que abriu a noite, <i>Eu Gosto</i>, <i>Pele com Pele</i>, <i>Se Lascou </i>e  <i>Larga Esse</i> <i>Boy</i>, seu primeiro grande single da carreira solo, convidando a artista da terra Bella Kahun para uma participação especial.</p>
<p>“É muito importante tocar aqui no FIG, sempre um momento histórico, porque quando a gente democratiza o acesso à cultura, faz com que todo mundo chegue junto de um jeito muito mais caloroso e forte. Todo mundo chega na rua pra se divertir. E a rua é o lugar onde a cultura deve viver. Por mim, todos os eventos seriam assim”, afirmou o cantor.</p>
<p>Quem subiu ao palco antes foi a banda Caboclo Mestiço, diretamente de Olinda, trazendo guitarradas afrolatinas aliadas a batuques que incorporam. Foi a primeira apresentação do grupo no Festival de Inverno de Garanhuns, colocando o público para bater os pés e as mãos. “É uma experiência muito gratificante estar aqui porque a música autoral é muito importante para manter viva a tradição da música de Pernambuco, de Luiz Gonzaga a Chico Science. Estamos dando continuidade a isso vindo aqui ao FIG, um festival extremamente conhecido no país inteiro. Isso é muito uma honra”, declarou Alê Maia, vocalista da banda</p>
<p>A noite foi finalizada pelo Coletivo Carranza, trazendo seus sons autorais e versões de nomes como <i>Crua</i>, de Otto, <i>Risoflora</i>, de Chico Science e Nação Zumbi e, <i>Se Não For Amor eu Cegue</i>, parceria de Lenine com Lula Queiroga, além de apresentar seus trabalho autorais. Todos os shows contaram com recursos de acessibilidade em Libras.</p>
<p>Nesta quinta-feira, o caruaruense Herbert Lucena leva ao palco a renovação dos ritmos nordestinos, como o forró e o coco, mantendo um pé na tradição e outro no futuro. A psicodelia de Tagore Suassuna deve atrair uma legião do cantor e compositor mais alinhado à estética setentista da Ave Sangria, enquanto a banda afro-brasileira pernambucana Abulidu traz suas letras fortes sobre a questão racial, com um discurso em defesa da igualdade.</p>
<div id="attachment_103571" aria-labelledby="figcaption_attachment_103571" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hanna Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-27-at-00.39.48.jpeg"><img class="size-medium wp-image-103571" alt="Hanna Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/WhatsApp-Image-2023-07-27-at-00.39.48-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Jáder mostra sua colcha de retalhos musicais no palco Pernambuco Lo-Fi</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com investimento de R$ 11,6 milhões, o FIG 2023 reforçou a valorização do artista pernambucano, que compõe os 20 polos do festival, que prossegue até o próximo dia 31. São 398 atrações culturais. Desse total, 89,70% (357) selecionados pela convocatória são pernambucanos; e 10,30% (41) são de outros estados.</p>
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		<title>Poesia, rock e coco dão o tom da 4ª noite do polo Pernambuco Lo-Fi</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 19:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o show do disco “Moldura”, o cantor Tonfil levou a lírica dos poetas de São José do Egito e dos compositores pernambucanos para o palco Pernambuco Lo-Fi, na noite da última segunda-feira (24). A apresentação manteve a movimentação no Parque Euclides Dourado, onde está instalado o polo, com um público dedicado à cena independente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Com o show do disco “Moldura”, o cantor Tonfil levou a lírica dos poetas de São José do Egito e dos compositores pernambucanos para o palco Pernambuco Lo-Fi, na noite da última segunda-feira (24). A apresentação manteve a movimentação no Parque Euclides Dourado, onde está instalado o polo, com um público dedicado à cena independente e interessado em apresentações mais intimistas, como a do artista.</p>
<p>Para esquentar a noite da plateia, o músico apresentou o seu repertório, cuja proposta estabelece um diálogo com a MPB e com a produção do estado. Para os mais curiosos, o cantor sempre indicava quem havia composto suas canções, traçando um panorama de autores de diferentes gerações. Assim, o publicou balançou ao som de músicas como “Zanga”, de Gean Ramos e Juliano Holanda, “Queimando de Amor”, de Joana Terra e PC Silva, e “Ainda Agora”, de Lula Queiroga, todas interpretadas por Tonfil no disco “Moldura”. Seu primeiro trabalho musical, o disco “Acontecer”, que foi lançado em 2011, também ganhou espaço na apresentação com “Balada da Sibita Baleada”.</p>
<p>Parte da Família Marinho, de São José do Egito, que é conhecida pelos seus trabalhos em poesia, Tonfil também reservou alguns momentos do show para recitar versos, como os de “Cântico Negro”, de José Régio. A receita fez sucesso e a plateia terminou a noite pedindo bis, que foi atendido com “Galope Rasante”, de Zé Ramalho. “O FIG é uma das maiores vitrines pra gente mostrar o nosso trabalho, porque tem esse apelo multicultural onde vários trabalhos conseguem se encontrar. Dentro dessa programação, há várias entradas, o que tem uma importância enorme”, observou o cantor, na ocasião.</p>
<p>Prova dessa pluralidade, horas antes o polo iniciou com o Coco de Toré Pandeiro e logo depois foi tomado de fãs da banda de rock garanhuense Fada Carabina. Diante da vibração do público fiel, o grupo se dividiu entre o repertório autoral, com músicas como “Overdose” e “Péssima influência” e covers de nomes, como Marina Lima, Engenheiros do Hawaí e Johnny Cash. “Esse palco é muito importante para cultura como um todo, porque temos aqui artistas magníficos e é muito bom poder dar visibilidade a eles. É sempre uma honra pra gente tocar aqui, é uma janela incrível”, disse o vocalista Alvim, que se apresenta no festival com a banda pela terceira vez.</p>
<p><strong>TERÇA-FEIRA (25)</strong></p>
<p>Hoje, o polo segue agitando o Parque Euclides Dourado abrindo espaço para expressões culturais diversas. A partir das 18h, o palco receberá os shows da cantora garanhuense Karla Cybele, o metal do grupo Crush e o reggae da N’Zambi.</p>
<p>&nbsp;</p>
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