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	<title>Portal Cultura PE &#187; pernambuco modernista</title>
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		<title>Exposição &#8220;Semprenunca fomos modernos&#8221; entra em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 14:20:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/José-Cláudio-Feira-de-Cabrobó-Versão-II.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95792" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/José-Cláudio-Feira-de-Cabrobó-Versão-II-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, inaugura nesta sexta-feira (5), a partir das 19h, a mostra &#8221;Semprenunca fomos modernos&#8221;. A exposição, capitaneada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), conta com 109 obras baseadas no livro &#8220;Pernambuco Modernista&#8221;, do jornalista e antropólogo Bruno Albertim &#8211; editado pela Cepe e lançado neste ano. Após a abertura, voltada só para convidados, a mostra segue em cartaz ao público no período de <strong>6 de agosto</strong> a <strong>25 de setembro de 2022</strong>.</p>
<p>Com curadoria assinada pelo diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, ao lado de Bruno Albertim, da historiadora Maria Eduarda Marques e da especialista em Artes Visuais Maria do Carmo Nino, o objetivo desta exposição é trazer novas narrativas visuais, inclusivas, diversas e plurais sobre a arte moderna no Estado.</p>
<p>As obras estão distribuídas em núcleos argumentativos, desde os primórdios do modernismo pernambucano, com Lula Cardoso Ayres, Cícero Dias e Vicente do Rêgo Monteiro, no início do século 20, até meados dele, com Francisco Brennand, Tereza Costa Rêgo, José Cláudio e Guita Charifker, até chegar aos modernistas contemporâneos.<em> “São artistas do século 21 que socialmente fazem parte de grupos invisibilizados, como mulheres, negros e pessoas trans, que até pouco tempo não tinham o direito de escrever a história visual de Pernambuco”</em>, resume Albertim.</p>
<p>O curador define este último grupo como vozes dissonantes, mas que confirmam filiação a partidos estéticos e éticos muito caros ao modernismo pernambucano.<em> “Sobretudo com o figurativismo e a adoção de uma paleta de cores que traduz a luz local. Além da revisitação às questões de identidade”</em>, explica o curador, citando nomes como Clara Moreira, Fefa Lins, Juliana Lapa, Max Mota e Diogum. A exposição ocupará todas as galerias do Mepe e o Centro de Documentação Cícero Dias &#8211; Biblioteca do Mepe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da exposição &#8220;Semprenunca fomos modernos&#8221;<br />
Quando: 5 de agosto de 2022 (quinta-feira), das 19h às 21h<br />
Onde: Mepe (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife/PE)<br />
Visitação aberta ao público: 6 de agosto a 25 de setembro de 2022</p>
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		<title>Editado pela Cepe, livro discute a importância do modernismo pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 17:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[No ano que marca o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) apresenta o livro Pernambuco Modernista, do jornalista e escritor Bruno Albertim. O livro de 185 páginas traz prefácio do curador Marcus Lontra, além de ilustrações e perfis dos protagonistas do movimento, tanto do início &#8211; Cícero [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Capa-Pernambuco-modernista.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95135" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Capa-Pernambuco-modernista-390x486.jpg" width="390" height="486" /></a></p>
<p>No ano que marca o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) apresenta o livro Pernambuco Modernista, do jornalista e escritor Bruno Albertim. O livro de 185 páginas traz prefácio do curador Marcus Lontra, além de ilustrações e perfis dos protagonistas do movimento, tanto do início &#8211; Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres, Vicente do Rêgo Monteiro -, quanto de meados do século XX &#8211; José Cláudio, Francisco Brennand, Tereza Costa Rêgo, Gilvan Samico, João Câmara, Raul Córdula, Montez Magno, Reynaldo Fonseca e Guita Charifker. O título será lançado neste sábado (9), às 15h30, no estande da Cepe Editora na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2022.</p>
<p>O projeto partiu da necessidade de contestar a hegemonia de São Paulo como único disseminador no Brasil das ideias modernistas. Se por um lado a centralização do Modernismo em São Paulo é uma visão problemática, por outro pode-se dizer que o movimento foi bem-sucedido na principal de suas propostas: a construção de um conceito hegemônico de identidade nacional.</p>
<p>A obra também revela que Pernambuco teve e tem um dos modernismos mais contundentes, com características, padrões de cor, ética e temáticas próprias.<em> “Há uma preocupação com a identidade regional, com a insolação tropical, com essa cultura popular que começa a ser digerida por esses artistas de classe média e de elite em favor da construção de um discurso regionalista”</em>, revela o autor Bruno Albertim.</p>
<p>Situando historicamente o Brasil desse período, surgem contradições ressaltadas pelo prefaciador, Marcus Lontra.<em> “Durante grande parte do século passado, acreditamos na romântica utopia de que a industrialização expandiria os meios de produção e democratizaria os bens de consumo”</em>, escreve Lontra. Mas não foi bem assim. Segundo ele, o império se sustentava sobre o regime escravocrata, e os mecanismos de modernização afloraram nos jovens herdeiros de oligarquias rurais, com formação europeia e riqueza familiar acumulada através da exploração de escravos.</p>
<p>Para Lontra, em vez de alimentar a rivalidade entre São Paulo e Pernambuco quanto ao protagonismo do Modernismo, <em>“interessa muito mais compreender como uma geração de teóricos buscaram integrar o Brasil agrícola numa cena internacional determinada pela produção industrial”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Pernambuco Modernista, de Bruno Albertim<br />
Quando: 9 de julho de 2022 (sábado), às 15h30<br />
Onde: Estande da Cepe Editora na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (Estande 100, Rua M)<br />
Preço do livro: R$ 100 (livro impresso); R$ 40 (E-book)</p>
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