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	<title>Portal Cultura PE &#187; Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22</title>
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		<title>Com live sobre a Semana de Arte Moderna, Secult-PE retoma programação no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 18:33:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo, permanece no imaginário coletivo sociocultural como um dos maiores marcos da cultura brasileira e o mais importante para o modernismo instaurado no país. Um século depois &#8211; no conjunto de celebrações que lançam holofotes para a exposição organizada pelos escritores Oswald de Andrade, Mário de Andrade e pelo artista plástico Di Calvacanti &#8211; destacam-se eventos e lançamentos que propõem uma revisão da historiografia do movimento. Dentro dessa nova abordagem, críticos de arte que estudam o período não hesitam em afirmar que, em Pernambuco, o modernismo já existia de forma bastante expressiva, a partir da circulação e trocas artísticas dos irmãos Fedora, Joaquim e Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, continuando com o movimento regionalista inaugurado pelo sociólogo Gilberto Freyre.</p>
<p>Para inaugurar a temporada de lives de 2022, o programa Cultura em Rede, da Secretaria de Cultura de Pernambuco, também contribuirá para essa provocação, que pretende rever o modernismo no Brasil. A<em> live</em> &#8220;Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22&#8243; será transmitida na próxima terça-feira (1º), às 19h, no canal do Youtube da Secult-PE (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>) e também no Facebook (<a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>). Foram convidados dois jornalistas e um artista pernambucanos.</p>
<p><strong>CONVIDADOS -</strong> <strong>Bruno Albertim</strong> é jornalista, escritor e antropólogo. Autor, dentre outros, de “Tereza Costa Rêgo &#8211; Uma mulher em três tempos” (Cepe 2018) , e “Nordeste &#8211; Identidade Comestível&#8221; (Massangana 2021), Bruno está prestes a lançar, pela Cepe Editora, o livro “Modernismo Pernambucano”. <strong>Luciana Veras</strong> é jornalista da revista Continente, que trará uma reportagem especial de capa sobre os outros modernismos no Brasil. <strong>Paulo Bruscky é</strong> artista e poeta, traz também seu olhar sobre a produção modernista pernambucana, sobretudo a partir da obra de Vicente do Rego Monteiro.</p>
<p><em>“Na verdade, não só o Brasil, mas o mundo todo vive um momento muito forte de revisionismo dessas historiografias oficiais, lembrando que essas narrativas são fruto de articulações de autores com capacidades de produzir essas hegemonias. O que aconteceu nos anos 20, 30 e 40, foi que esse grupos de intelectuais e artistas paulistanos conseguiram forjar um discurso muito eficiente para o estabelecimento dessa narrativa hegemônica. Mas o fato é que além desse modernismo, que é extremamente importante, que tem sim seu poder de síntese em São Paulo, houve e há vários modernismos no Brasil. O Pernambucano é um dos mais contundentes dele, que é um modernismo de longa duração”</em>, explica Albertim.</p>
<p>O artista multimídia e poeta Paulo Bruscky &#8211; premiado com a Guggenheim Fellowship em 1981 &#8211; viveu em Nova York por um ano, desenvolvendo sua pesquisa em multimeios e a reeducação da percepção sensorial. Em 2017, por ocasião da entrada de suas obras nas coleções do MNAM/Centre Georges Pompidou, apresentou uma seleção de trabalhos no museu. O Arquivo Paulo Bruscky tem cerca de 70 mil itens das vanguardas artísticas do pós-guerra. Bruscky tem obras nos acervos de vários museus do mundo. Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural. Ele é coautor do livro &#8220;Vicente do Rego Monteiro: Poeta, Tipógrafo, Pintor&#8221;, lançado pela Cepe, em 2004.</p>
<p>A mediação do bate-papo será da jornalista Luciana Veras, que assina a reportagem especial “Moderno em Outros Cantos”, da edição de fevereiro da revista Continente. A matéria traz autores, pesquisadores e críticos de arte que também debruçaram seus olhares e percepções para reconstruir a trajetória do modernismo no Brasil, reivindicando o lugar de Pernambuco como sendo de vanguarda para o movimento.</p>
<p><em>“É importante a gente observar o efeito da Semana de 22 como um evento importante, mas não determinante. Essa construção outorgou a São Paulo a condição de bússola do movimento, quando a verdade é que já havia movimentos modernistas sendo produzidos em outros estados do país, como Pernambuco, Pará, Minas e Rio de Janeiro. A reportagem traz esse olhar mais crítico, de revisão, de recontextualizar a Semana de Arte Moderna, como mostram iniciativas que estão surgindo no bojo desse centenário para reavaliar o evento”</em>, coloca Luciana Veras. A reportagem assinada por ela coloca em cena ainda exposições e publicações que estão sendo lançadas neste ano &#8211; a exemplo do livro de Bruno Albertim &#8211; e que irão ampliar ainda mais o debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Pernambuco Moderno: um outro olhar para o centenário da Semana de 22&#8243;, com as participações de Bruno Albertim, Paulo Bruscky e Luciana Veras<br />
Quando: 1º de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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