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	<title>Portal Cultura PE &#187; “Piedade”</title>
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		<title>Circuito literário do Sesc, &#8220;Arte da Palavra&#8221; desembarca em Goiana, São Lourenço e Piedade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 16:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte da palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito literário]]></category>
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		<description><![CDATA[Maior circuito literário do Sesc, o projeto Arte da Palavra chega a Pernambuco, com paradas nas cidades de Goiana, São Lourenço da Mata e Piedade, respectivamente, nos dias 26, 27 e 28 de abril, num encontro com os autores Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS). O itinerário do Arte da Palavra estará presente em 15 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Maior circuito literário do Sesc, o projeto <em>Arte da Palavra</em> chega a Pernambuco, com paradas nas cidades de Goiana, São Lourenço da Mata e Piedade, respectivamente, nos dias 26, 27 e 28 de abril, num encontro com os autores Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS).</p>
<p>O itinerário do <em>Arte da Palavra</em> estará presente em 15 unidades do Sesc em Pernambuco, divididas entre os circuitos de Criação, de Oralidades e de Autores. A programação &#8211; destinada ao público escolar e público geral &#8211; teve início com a oficina do bonequeiro Danilo Furlan (PR) trazendo novas formas de contar histórias através do teatro de bonecos. Até dezembro, o projeto vai percorrer 140 cidades de todas as regiões brasileiras, somando mais de 492 atividades.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/REGINA-AZEVEDO-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100853" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/REGINA-AZEVEDO-2-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p>Formada em Letras e mestranda em Literatura Comparada, <strong>Regina Duarte </strong>participa pela primeira vez do Arte da Palavra trazendo uma imensa bagagem de experiência. Escritora desde os 12 anos de idade, ela é autora de seis livros de poemas e acumula passagem por diversos saraus em todo o país, além de encabeçar projeto o Iapois Poesia, que leva saraus para toda parte do Rio Grande do Norte junto a artistas em formação da cena local e grandes nomes nacionais, como Ana Elisa Ribeiro e Gregorio Duvivier.</p>
<p>A jovem escritora relata que a palavra está presente na sua vida diariamente e destaca a importância de democratizar o acesso à literatura. <em>“Muito se fala que as pessoas não leem, mas pouquíssimo se discute o porquê. O Arte da Palavra dá um grande passo em direção à aproximação entre leitores e autores, mas também entre escritores e quem ainda não necessariamente gosta de ler”</em>, pontua.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/JEFFERSON-TENÓRIO.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100854" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/JEFFERSON-TENÓRIO-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p><strong>Jefferson Tenório</strong>, carioca radicado em Porto Alegre, completa a mesa de diálogo. Doutor em Teoria Literária, estuda sobre colonialismo, pós-colonialismo, identidade e diáspora africana na pós-modernidade. Teve seu primeiro romance – O beijo na parede – publicado em 2013, e foi vencedor do Prêmio Jabuti (2021), na categoria romance, com o livro <em>O avesso da pele</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PERNAMBUCANOS </strong></span></p>
<p>Três talentos da literatura pernambucana circulam pelo país nesta edição do Arte da Palavra, são eles:</p>
<p><strong>Odailta Alves</strong>, escritora, mulher, negra e antirracista, cria da favela de Santo Amaro e doutoranda em Linguística pela UFPE. Autora de sete livros, em 2022, ganhou o prêmio Penalonga de Teatro de PE, com o seu monólogo Clamor Negro. Participa do Circuito de Autores em SP, SC, DF e RJ.</p>
<p><strong>Adiel Luna</strong>, coquista, mestre de baque solto, violeiro, cantador repentista e cordelista. Traz em sua bagagem brincante o respeito aos mestres da cultura popular, os terreiros tradicionais e as oralidades destas manifestações. Contribui no Circuito Oralidades nos estados do Pará, Goiás e Espírito Santo.</p>
<p><strong>Clécio Rimas</strong>, poeta popular, produtor musical e arte-educador, envereda pela tradição oral dos repentistas costurada junto experimentação com beats eletrônicos. Para o Arte da Palavra, Clécio Rimas comemora os 10 anos de realização da sua oficina “Cordel, Embolada, Repente e Rap”, trazendo-a para a programação do circuito em MG, RS, PI, CE, MA e RN.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROJETO </strong></span></p>
<p>O Arte da Palavra &#8211; Rede Sesc de Leituras é um projeto de circulação literária que percorre todas as regiões do país com o objetivo de estimular a formação de leitores e promover o intercâmbio e a divulgação de novos autores. Oferece ações que valorizam obras e escritores brasileiros e as novas formas de produção. É composto por três frentes: o Circuito dos Autores, que promove encontros e bate-papos entre escritores de localidades distintas, propiciando uma troca de experiências entre os profissionais e o público; o Circuito de Oralidades, com manifestações literárias que remetem, especialmente, a narração de histórias e veiculação oral de poesia; o Circuito de Criação Literária, uma ação formativa, que por meio de oficinas possibilita a reflexão e criação nas diferentes formas e práticas de escrita.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong> Arte da Palavra | Regina Azevedo (RN) e Jefferson Tenório (RS)</strong></p>
<p><strong>Sesc Ler Goiana (Rua do Arame, s/n, Centro, Goiana – PE</strong>)<br />
Quando: 26 de abril de 2023 (quarta-feira), às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Sesc Ler São Lourenço da Mata (Avenida das Pêras, 56, Tiúma, São Lourenço da Mata – PE)</strong><br />
Quando: 27 de abril de 2023 (quinta-feira), às 18h30<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Sesc Piedade (Rua Goiana, s/n – Piedade , Jaboatão dos Guararapes – PE)</strong><br />
Quando: 28 de abril de 2023 (sexta-feira), às 19h<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Realizadores pernambucanos se encontram em Garanhuns</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 21:28:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>
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		<category><![CDATA[“Amarelo Manga”]]></category>
		<category><![CDATA[“Bacurau”]]></category>
		<category><![CDATA[“Big Jato”]]></category>
		<category><![CDATA[“Doméstica”]]></category>
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		<description><![CDATA[Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos Por André Dib Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mostra de cinema do FIG é encerrada com debate inédito e resultados positivos</p>
<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-3982" alt="FIG - 01" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-01-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p dir="ltr">Pela primeira vez em nove anos, a Mostra de Cinema do FIG foi encerrada com um encontro de realizadores pernambucanos. A decisão tomada pela coordenadora de Audiovisual da Secul/ Fundarpe, Carla Francine, foi mais do que acertada. Até então, cada diretor vinha a Garanhuns apresentar seu filme, para no dia seguinte voltar para a capital. Reuni-los para refletir e ventilar ideias foi rico e produtivo; se a bonança dos últimos tempos rendeu uma produção ímpar na história do estado, é preciso pensar estratégias para a sua continuidade.</p>
<p dir="ltr">O evento começou logo após a exibição de “O Som ao Redor”, de Kléber Mendonça Filho, com a presença do diretor, que começou a conversa confidenciando ao mediador, Cláudio Assis, que ter assistido “Amarelo Manga” o motivou a fazer o próprio longa. “Foi um impacto ver o Recife em tela grande, cinemascope”.</p>
<p dir="ltr">Gabriel Mascaro, diretor de “Doméstica”, disse o mesmo com relação a Assis: “pensei que se um cara como ele está fazendo cinema, eu também posso”, brincou, reforçando o clima de amizade, compartilhado pelo produtor João Vieira Jr. (REC Produtores Associados) e o cineasta Jura Capela (“Filme Jardim Atlântico”).</p>
<p dir="ltr">Olhar para a cidade tem sido a tônica não só do atual cinema feito em Pernambuco: desde sua origem, o Recife está nos filmes, representado em suas contradições. A dimensão estético/ política, no entanto, pode ser considerada tão inédita quanto o prestígio acumulado pela filmografia recente.</p>
<p dir="ltr">Os convidados enumeram os motivos. “É uma modalidade de cinema diferente do sudeste, que é feito pela elite”, disse Mascaro, que elogiou o apoio do edital de audiovisual (Funcultura Audiovisual) mantido pelo Governo do Estado, uma produção “fora da lógica comercial perversa que rege os filmes no mundo inteiro. Precisamos oficializar isso como política cultural de longo prazo”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio foi taxativo ao tratar do poder público: “ele só faz o seu dever”. Sobre a ótima fase financiada por patrocínio estatal, Jura disse que “por mais anárquico que seja o cinema pernambucano, vivemos um momento sério, real e lúcido. Pernambuco não tem cineasta feliz, auto-suficiente. Vejo todos batalhando diariamente, e quando precisa, pedindo ajuda para os amigos”.</p>
<p dir="ltr">Kléber Mendonça ressaltou o equilíbrio individual x coletivo. “Somos uma comunidade, de canais separados, onde é importante a presença do outro fazendo filmes. Isso gera energia criativa. Ao mesmo tempo em que há uma completa independência, forma-se um conjunto muito rico”.</p>
<p dir="ltr">Cláudio Assis abriu o encontro rejeitando qualquer recorte geográfico que possa aprisionar a produção de filmes. “Cinema não é de nenhum lugar, cinema é do mundo e não da tapioca ou do acarajé”.</p>
<p dir="ltr">Responsável pela produção de filmes essenciais como “Cinema, Aspirinas e urubus” e “Viajo porque preciso, volto porque te amo”, João Vieira Jr. disse que o cinema feito em Pernambuco superou qualquer conotação regionalista. “A produção contemporânea é marcada por obras críticas, feitas sob um espírito comunitário. Não estamos mais sob aquele conceito que nos apequenava. Hoje temos lugar no cenário nacional”.</p>
<p dir="ltr">Jura confirma: “Criamos uma marca que, se ao mesmo tempo pode ser desconfortável, se tornou um carimbo de qualidade”. Kléber concorda: “Se virou um rótulo, é um rótulo positivo. Ninguém quer ser sucesso comercial, não fazemos pesquisa de mercado para procurar nichos de público. O cinema pernambucano é bem sucedido dentro dos seus próprios termos, tem o público dele, sem a neura de querer ser grande sucesso, como faz a Globo Filmes”.</p>
<p dir="ltr">Sedento por informações, o público interagiu e fez perguntas sobre a obra de cada diretor e curiosidades sobre fazer cinema. Foi o mote para cada um falar sobre os filmes que vem por aí: Kléber prepara dois longas: “Bacurau” (“se tudo der certo, um filme experimental e de ficção científica”) e “Aquarius” (“um filme menor, filhote de O Som ao Redor”); Mascaro está prestes a rodar um documentário sobre a vaquejada (“estou procurando locações inclusive em Garanhuns”) e na sequência, uma ficção “em homenagem a Cláudio Assis”.</p>
<p dir="ltr">Em agosto, João Jr. irá lançar “Tatuagem”, dirigido por Hilton Lacerda, está na competição do Festival de Gramado, e em breve deve lançar “O homem das multidões”, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães; e Jura Capela desenvolve “Cartografia”, panorama nacional sobre as artes plásticas, e a adaptação de uma peça de Nelson Rodrigues, “A Serpente”, com interpretações de Mateus Nachtergaele, Mariana Lira e Alessandra Negrini.</p>
<p>Conhecido pelo comportamento arredio, Cláudio Assis se mostrou um mediador exemplar, sóbrio e elegante, tanto na apresentação dos realizadores quanto na lida com o público. Críticas, somente à Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com quem protagonizou batalha recente envolvendo o edital para filmes de baixo orçamento. “Um edital castrado, miserável. Não quero esse dinheiro”. Seus próximos projetos são “Big Jato”, adaptação do livro de Xico Sá, e “Piedade”, construído em torno do clima de tensão gerado por ataques de tubarão nas praias do Recife e Jaboatão dos Guararapes.</p>
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