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	<title>Portal Cultura PE &#187; pífano</title>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País movimenta a Feira Livre de Buíque com música e cultura popular</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 17:05:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.18.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119432" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">De um lado os corredores de batata doce, melancia, alho, laranja, coentro. Do outro, roupas, bolsas, sandálias e acessórios. E no meio, o palco do País Matrizes do Forró dando o tom com muito pé-de-serra, baião e xote neste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Buíque. A Feira Livre da cidade foi o local escolhido para este pólo querido por onde passa. Animando a manhã de sábado de compras da população local e turistas, o palco recebeu a Banda de Pife e Zabumba São Sebastião, Aécio dos 8 Baixos e a Banda Fole de Ouro. Justo hoje, 2 de agosto, Dia da Cultura Nordestina, a herança do mestre Luiz Gonzaga e de todos os compositores e artistas deste ritmo sui generis foi homenageada de uma forma única em um local público do cotidiano dos moradores da cidade.</p>
<p>Para Lula Moreira, da banda de pífanos, pólos descentralizados como o da Feira Livre é uma excelente oportunidade de levar música para as pessoas de forma espontânea e surpreendente. “Para nós está sendo fantástico participar desse festival que respira e pulsa cultura, só temos o que agradecer”, disse o artista de Arcoverde.</p>
<p>Quem também aprovou o palco foi a feirante Márcia Silveira. Entre uma venda e outra, ela estava de olho nos shows e ensaiava uns passos de forró. “Eu amo poder trabalhar assim, com alegria e música. Acaba que movimenta mais a feira, pra gente que depende dos clientes é muito bom. O festival pode voltar a Buíque quantas vezes quiser”, ressaltou.</p>
<p>Clássicos de Luiz Gonzaga, Petrúcio Amorim, Flávio José e outros grandes compositores do ritmo nordestino ecoaram a manhã inteira pelo espaço público. Casais que faziam a feira de casa paravam para dançar, crianças curiosas observavam os músicos tocando e muitos aproveitavam para tirar fotos e fazer vídeos. Definitivamente, o País Matrizes do Forró trouxe para a Feira Livre de Buíque um tempero diferenciado.</p>
<p>O pólo continua neste domingo (3), com apresentações da Banda de Pífanos Riacho do Meio,  Truvinca dos 8 Baixos e Socorro &amp; Mazé e Banda, a partir das 10h. Todas as informações sobre o polo estão disponíveis no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119434" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.23.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119433" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.23-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Cultura popular reforça interesse nas novas gerações</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:24:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio prazo. No domingo (1º) apresentaram-se nesse polo a Banda de Pife Zabumba São Sebastião, de Arcoverde (Sertão), e o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 33, de Tacaimbó (Agreste), grupos que reúnem integrantes das mais variedades idades, novos e veteranos.</p>
<p>O legado dessas expressões tem se mostrado perene nas mãos de mestres, que mantêm viva a tradição popular; e de jovens que se interessam em aprender e dar continuidade a trabalhos que em alguns casos datam de mais de um século de existência. Em Buíque, no domingo, dia em que o Mercado Público não funciona, as apresentações no polo País das Culturas Populares Zuzuzada, na Praça Major França, no Centro do município.</p>
<p>Apesar de fundada em 2018, a Banda de Pife Zabumba São Sebastião acumula décadas de experiência em sua formação. Surgiu da ideia do jovem Lula Moreira reunir os mestres Dão do Pife, 82 anos (68 deles dedicado às bandas de pífanos); Zé da Zabumba, 73 (40 de experiência); e o Delegado do Pife (também integrante da Banda de Pífano Santa Luzia). Antes mesmo de existir oficialmente o grupo viveu a experiência de tocar nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro (2016). Dois anos depois lançou o álbum Barro Vermelho e não parou mais. No Festival Pernambuco Meu País 2024, mostrou os temas desse disco e outros tradicionais do gênero.</p>
<p>Com quase 40 integrantes e três décadas de existência, o Batalhão 33 destacou 18 membros para a performance no festival sob o comando do contramestre Claudionor Martins da Silva, cujo pai, Bento, fundou o grupo. Neste há jovens como Pedro, 12 anos, sobrinho de Claudionor, até veteranos como Israel, 72, tio do contramestre.</p>
<p>Acompanhado do trio João Pé de Serra (sanfona, zabumba e triânglo), o Batalhão 33 performou no palco da Zuzuada e seguiu para o campo detrás do Mercado Público para realizar os tradicionais tiros de bacamarte.</p>
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		<title>Marcos do Pífano e Batalhão 21 esquentam almoço no Mercado Público de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 19:53:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No segundo dia do polo que reúne o País das Culturas Populares e o País das Matrizes do Forró, na oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024, o Mercado Público de Buíque (Agreste) recebeu, na hora do almoço deste sábado (31), dois representantes das raízes das manifestações populares da região: Marcos do Pífano e o Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano.</p>
<p>A história recente do veterano Marcos do Pífano já contamos faz pouco tempo, aqui no Cultura PE, mas nunca é demais relembrar. É surpreendente que apenas agora, aos 62 anos de idade e 53 de carreira, o instrumentista esteja fazendo sua estreia na carreira solo. Marcos passou os últimos quarenta anos tocando com outros músicos, principalmente João do Pife e a Banda de Pífanos de Barra de Carapotós, e só este ano está fazendo suas primeiras apresentações autorais.</p>
<p>A tradição de mais de meio século dedicado a soprar no canudinho Marcos divide com seu terno de pifes, formado principalmente por garotos, seus alunos. O repertório traz temas próprios e alguns outros de Sebastião Biano. No Mercado Público de Buíque, o grupo fez o roteiro tradicional começando a apresentação no palco do pátio principal e em seguida desfilando entre feirantes e clientes do centro comercial popular do município.</p>
<p>Logo depois foi a vez do Batalhão 21 de Bacamarteiros de São Caetano fazer o mesmo percurso, ao som de seu próprio trio pé de serra com sanfona, zabumba e triângulo. Fundado em 1922, o grupo trouxe para Buíque 24 de seus 30 componentes. Assim como em outros grupos similares, há participantes de todas as idades.</p>
<p>No 21, a mais jovem é Esmerala Eronice da Silva, de 17 anos; o mais experiente em atividade é Miguel da Silva, 78. Em atividade. Porque o grupo, agora sob o comando de José Gilson, 62 (bacamarteiro desde os 12), continua sob a égide de um dos cofundadores do batalhão, José Mandu, 102 anos. Após a performance por dentro do mercado, o Batalhão 21 encerrou sua participação em Buíque com os tradicionais tiros dos bacamartes nos fundos do centro comercial.</p>
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		<title>Encontro de grupos de Arcoverde e de Abreu e Lima instiga jam session em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:53:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Era &#8220;só&#8221; para ser duas apresentações, da Banda de Pífano Santa Luzia, de Arcoverde (Sertão), e do Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru, de Abreu e Lima, município ao norte da Região Metropolitana do Recife. Mas que esteve no Mercado Público de Buíque (Agreste), na hora do almoço desta sexta-feira (30), ainda pôde conferir, como bônus, uma apresentação dos músicos dos dois conjuntos. O encontro aconteceu na estreia da oitava e última etapa do Festival Pernambuco Meu País 2024.</p>
<p>A Banda de Pífano Santa Luzia, do município vizinho, tocou praticamente em casa. Velha conhecida dos buiquenses, destilou seu repertório autoral de uma tradição que data de 1939. Francisco Batista de Santana (zabumba) e seu irmão, José, mais conhecido como o Delegado do Pife, mantêm viva com a família o legado do pai, que herdou do avô e que foi iniciado pelo bisavô. Com os irmãos tocam ainda os sobrinhos Rian (maracá) e Carla Cristina (prato), e o neto de Franscisco, João (tarol).</p>
<p>A proposta no País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró é os grupos se apresentarem no antigo palco do pátio e desfilarem pelo Mercado Público performando entre feirantes e clientes. No intervalo entre os dois shows, porém, aconteceu o inusitado: o quinteto arcoverdense se encontrou com o trio musical Trinca Cultural Pé de Serra, contratado para acompanhar os Bacamarteiros Mandacaru e fizeram juntos uma inesperada jam session de autêntico forró.</p>
<p>Depois foi a vez dos bacamarteiros darem seu recado. Fundado em 2000, o conjunto conta com 32 componentes e destacou 17 integrantes, com idade entre 5 e 72 anos, para se apresentarem em Buíque, pela primeira desde sua criação, sob o comando de sua presidente, Marleide Tenório. Após a apresentação no pátio e o desfile no mercado, a performance terminou com os tradicionais pipocos dos bacamartes, nos fundos do centro comercial popular, numa verdadeira salva de boas-vindas ao Festival Pernambuco Meu País em Buíque.</p>
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		<title>Registro das bandas de pífano como patrimônio imaterial avança com reunião on-line</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 01:11:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O andamento para registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco deu mais um passo ontem. Em reunião on-line com os representantes dos grupos musicais, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Secult-PE/Fundarpe explicou músicos, artesãos e pesquisadores envolvidos os detalhes do processo em âmbito estadual, aberto em fevereiro deste ano. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81811" aria-labelledby="figcaption_attachment_81811" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81811" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, a Banda de Pífanos Raça Negra Boavistana do Ponto de Cultura Nação Caripó</p></div>
<p>O andamento para registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco deu mais um passo ontem. Em reunião on-line com os representantes dos grupos musicais, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Secult-PE/Fundarpe explicou músicos, artesãos e pesquisadores envolvidos os detalhes do processo em âmbito estadual, aberto em <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-pe-defere-a-abertura-do-registro-das-bandas-de-pifano-e-renda-renascenca-como-patrimonio-cultural-imaterial/" target="_blank">fevereiro deste ano</a></strong>. O objetivo é a proteção e preservação do patrimônio cultural de natureza imaterial por meio da identificação e do reconhecimento de bens culturais, do apoio e do fomento às condições de sustentabilidade e transmissão do bem cultural às novas gerações.</p>
<p>Conduziram o encontro, realizado na última segunda-feira (19), o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, e a assessora da coordenadoria, Luciana Gama. Os dois apresentaram as etapas do processo de reconhecimento para os requerentes do registro das Bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco, Amaro Filho, Claudia Moraes e Eduardo Monteiro, que também organizaram a reunião.</p>
<p><em>“O encontro faz parte da escuta aos detentores, condição fundamental para qualquer processo de identificação e registro de bens de natureza imaterial. Ao mesmo tempo, foi uma oportunidade de explicar os detalhes do processo que corre em âmbito estadual, no qual a decisão sobre o registro é de atribuição do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; CEPPC. Por conta da quantidade e qualidade das informações referentes ao mapeamento estadual das bandas de pífano, e que constam no processo de Registro, a Fundarpe partirá para a elaboração da Instrução Técnica de Registro, que deverá ser encaminhada ainda esse ano para o <em>CEPPC</em>”</em>, detalhou Marcelo Renan.</p>
<div id="attachment_86455" aria-labelledby="figcaption_attachment_86455" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/reunião-pifanos.jpeg"><img class="size-medium wp-image-86455" alt="Representntes da Secult-PE/Fundarpe e dos requerentes do processo de registro se reuniram por videochamada" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/reunião-pifanos-607x262.jpeg" width="607" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Representntes da Secult-PE/Fundarpe e dos requerentes do processo de registro se reuniram por videochamada</p></div>
<p>O processo conta com as contribuições e resultados da pesquisa <i>Pífanos: do mapeamento à salvaguarda</i>, que contou com recursos do Funcultura, realizada pela produtora cultural Página 21, em parceria com detentores, músicos e artesão pifeiros. O estudo vem sendo realizando há cerca de 10 anos, trabalho que inclui o mapeamento de práticas culturais tradicionais ligadas ao pífano nas regiões do Agreste Central, Sertões do Pajeú, Moxotó, Central, São Francisco, Araripe e Itaparica.</p>
<p>Atualmente, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial – Fundarpe, está em fase de elaboração do parecer técnico de instrução do processo de registro a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, que deliberará sobre o reconhecimento e registro das bandas de pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>REGISTRO E SALVAGUARDA NO ESTADO -</strong> Em setembro de 2018, o Governo de Pernambuco sancionou a Lei Nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, com o objetivo de proteger e preservar o seu patrimônio cultural de natureza imaterial. A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal.</p>
<p>De acordo com a Lei, Patrimônio Cultural Imaterial são as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas – junto aos instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados – que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural, transmitido de geração em geração.</p>
<p>A legislação estadual também incorporou aos seus Livros de Registro todos os bens culturais já registrados pela União e situados no seu território. Assim, Pernambuco conta com 11 bens registrados: Ofício das Baianas de Acarajé; Feira de Caruaru; Frevo; Roda de Capoeira; Ofício do Mestre de Capoeira; Maracatu de Baque Solto; Maracatu Nação; Cavalo Marinho; Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) – Mamulengos; Caboclinhos; Literatura de Cordel. Além disso, vale destacar que o Frevo e a Roda de Capoeira são considerados Patrimônios Culturais Imateriais da Humanidade, segundo a Unesco.</p>
<p><strong>NACIONAL -</strong> Em maio, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também oficializou a abertura do processo de registro das bandas de pífano, considerando a expressão artística em estados como Paraíba, Alagoas e Ceará. O processo de Registro em âmbito nacional, iniciado em 2016, conta com o apoio da Secult-PE/Fundarpe, que junto aos detentores e a Superintendência do Iphan em Pernambuco, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/secult-pe-fundarpe-e-iphan-oficializam-o-pedido-de-registro-das-bandas-de-pifano-como-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/" target="_blank">assinam a solicitação pelo registro</a></strong> do bem cultural como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.</p>
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		<title>Cultura lamenta a partida da pifeira pernambucana Zabé da Loca</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2017 12:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cultura brasileira perdeu a sua Rainha do Pífano. Perdemos Zabé da Loca. Nascida em Buíque, no agreste pernambucano, Izabel Marques da Silva mudou-se ainda adolescente para o Cariri Paraibano, onde ganhou notoriedade como exímia instrumentista. A artista merecedora da Ordem do Mérito Cultural (2008) faleceu ontem, 5 de agosto, na zona rural de Monteiro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cultura brasileira perdeu a sua Rainha do Pífano. Perdemos Zabé da Loca. Nascida em Buíque, no agreste pernambucano, Izabel Marques da Silva mudou-se ainda adolescente para o Cariri Paraibano, onde ganhou notoriedade como exímia instrumentista. A artista merecedora da Ordem do Mérito Cultural (2008) faleceu ontem, 5 de agosto, na zona rural de Monteiro, aos 93 anos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/images.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-52095" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/images.jpg" width="470" height="313" /></a></p>
<p>O nome artístico é o apelido que ganhou após passar 25 anos morando em uma gruta cavernosa com a família. Impedindo que sua história virasse apenas uma lenda e seu talento não fosse reconhecido, em 2003, aos 79 anos, Zabé da Loca gravou seu primeiro álbum autoral: Canto do semi-árido. O segundo disco, Bom Todo, veio em 2008 e lhe rendeu o troféu Revelação do Prêmio da Musica Brasileira.</p>
<p>Confira <a href="https://youtu.be/OXSq6xNKbRI" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> um vídeo no qual a rainha do pífano fala um pouco sobre sua trajetória e sua música, que permanece como um grande tesouro da nossa cultura popular.</p>
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		<title>Bandas de Pífano pedem título de Patrimônio Imaterial ao Iphan</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 13:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um cortejo de bandas de pífanos tomou as ladeiras de Olinda no sábado (3/10), encerrando o projeto Tocando Pífano. Realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura (Secult e Fundarpe), o evento cumpriu seu objetivo de promover a arte histórica do pífano e compartilhar conhecimento sobre as bandas. A programação contou com apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30708" aria-labelledby="figcaption_attachment_30708" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Renan/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/joao-do-pife-olinda.jpg"><img class="size-medium wp-image-30708" alt="Marcelo Renan/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/joao-do-pife-olinda-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">João do Pife comandou cortejo pelas ladeiras de Olinda</p></div>
<p>Um cortejo de bandas de pífanos tomou as ladeiras de Olinda no sábado (3/10), encerrando o projeto Tocando Pífano. Realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura (Secult e Fundarpe), o evento cumpriu seu objetivo de promover a arte histórica do pífano e compartilhar conhecimento sobre as bandas. A programação contou com apresentações da Banda de pífanos São Cristovão (Panelas-PE), Banda de Pífanos Alvorada (Caruaru-PE) e o Grupo Musical Armorial de Piranhas (Piranhas-AL). Receberam homenagens o maestro Egildo Vieira, que faleceu há pouco, e Manoel Ribeiro – mestre Lunga de Caruaru, pifeiro mais antigo em atividade nesta cidade, berço do pífano em Pernambuco.</p>
<p>Uma das ações mais importantes foi a entrega, pelos realizadores do evento (os produtores Amaro Filho, Cláudia Moraes e Rafael Coelho/Página 21), ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da solicitação de reconhecimento das bandas de pífanos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A ação contou com a participação da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e de pesquisadores da instituição do setor de Patrimônio Imaterial.</p>
<p>Os documentos que embasam o pleito foram entregues ao representante do Iphan pelas mãos do consagrado pifeiro Sebastião Biano, de 96 anos, último remanescente da formação original da Banda de Pífanos de Caruaru, formada em 1924. A banda, que chegou a realizar apresentação para Lampião, destaca-se por ter sido uma das influências do movimento tropicalista da música popular brasileira. “Seu Sebastião é a memória viva do pífano e ninguém melhor do que ele para entregar ao Iphan este pedido”, afirma Amaro Filho, da Página 21.</p>
<p>Além do dossiê, o Iphan recebeu também o livro Pífanos do Agreste, que foi lançado durante o evento. A publicação, escrita pelos produtores Amaro Filho, Cláudia Moraes, em parceria com os pesquisadores Eduardo Monteiro e Rafael Coelho, traz informações sobre os figurinos, instrumentos e costumes dos pifeiros, como as novenas – série de nove dias de rezas realizadas nas áreas rurais, onde a participação das bandas de pífano é tradição. O livro agrega também pesquisa e mapeamento das bandas na região. “Esse material é muito importante, é uma ação de salvaguarda para manter viva a cultura do pífano”, lembra um dos autores, o historiador Eduardo Monteiro.</p>
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		<title>Carnaíba, terra do pífano</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 03:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú 2012]]></category>
		<category><![CDATA[pífano]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos “Quando era um tempo mais sofrido a gente arrancava o caroá, ia desfibrando ele e fazia vassoura, corda, fazia também pífano de cano de caroá e de cano de mamona”, diz o Mestre Dezinho do Pífano, da banda de Pífanos Travessão do Caroá, do Quilombo Eufrazino José da Silva. Mestre Dezinho conta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5926" aria-labelledby="figcaption_attachment_5926" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654030298_6bec9c5027_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5926" alt="Encontro de Pífanos e Novena de Santo Antônio na cidade de Carnaíba (Foto: Costa Neto / Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654030298_6bec9c5027_z-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Pífanos e Novena de Santo Antônio na cidade de Carnaíba (Foto: Costa Neto / Secult-PE)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>“Quando era um tempo mais sofrido a gente arrancava o caroá, ia desfibrando ele e fazia vassoura, corda, fazia também pífano de cano de caroá e de cano de mamona”, diz o Mestre Dezinho do Pífano, da banda de Pífanos Travessão do Caroá, do Quilombo Eufrazino José da Silva. Mestre Dezinho conta que sempre houve muitas bandas do pífano e coco na zona rural da cidade de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, e diz que quando viu pela primeira vez uma, a única coisa que lhe passou pela cabeça foi tocar. “Nosso sangue é de pífano e coco!”, diz o mestre, que toca junto com dois irmãos (Brasiliano e Agenor) e um primo (José Januário).</p>
<p>Seu Antônio Pedro também toca pífano. Deve ter um pouco mais de 60 anos. Trajando uma camisa vermelha, calça preta e chapéu de couro, assim como os outros integrantes da sua banda, a Santo Antônio, seu Antônio conta que a banda tem mais de 100 anos e foi fundada por um tio do seu pai. “Sempre vai passando de pai pra filho”, explica o mestre pifeiro.</p>
<p>A bandas de Mestre Dezinho e Antonio Pedro participaram, nesta sexta-feira (26/7), na cidade de Carnaíba, de um encontro de pífanos. A bandas São Sebastião (do Sítio de Brejinho de Ibitiranga) e Mestre Antônio também fizeram parte do encontro, que aconteceu juntamente com a novena da tradicional festa de São João Maria Vianney, padroeiro da cidade junto com Santo Antônio.</p>
<p>A tradição do pífano na cidade, assim como em vários outros municípios do sertão, como conta a Secretária de Cultura da cidade Margarida Pereira Lira, tem ligação direta com a igreja católica e as novenas. “Eles sempre tocam nas novenas dos sítios, nas capelas da zona rural, e também na frente da igreja”, explica a Secretária. “No final, eles até entram na igreja para fazer a avena, vão até o altar e reverenciam as imagens”.</p>
<p>Carnaíba ainda recebe a seguinte programação até sábado (28/7):</p>
<p><em>Cultura Popular<br />
</em><br />
Sexta-feira, 27/7<br />
Trio de Maneozinho e Seu Regional, Cici e Trio Esperança, Banda Sanfônica Maestro Israel Gomes, Zé do Chamego e Seu Regional, Forrozeiro Jéferson e Forrozeiro Edinho<br />
Local: Pátio da Feira e Eventos Nilton Bezerra das Chagas<br />
Horário: 18h</p>
<p><em>Povos Tradicionais<br />
</em><br />
Sexta-feira, 27/7<br />
Mostra de Cinema na Estrada<br />
Local: Quilombo Abelha<br />
Horário: 18h</p>
<p>Sábado, 28/7<br />
16h30 – Encontro de Cultura Quilombola<br />
Banda de Pífanos Quilombo Travessão, Coco de Roda Leão da Carapuça, Coco de Roda Quilombo Abelha<br />
18h – Espetáculo Teatral Tropa do Balacobaco</p>
<p>&nbsp;</p>
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