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	<title>Portal Cultura PE &#187; pintura</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Casa da Cultura celebra o Dia Mundial da Arte com ação coletiva de pintura</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 12:42:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Preparem seus lápis, pincéis, cadernos e telas que o PintAção da Casa da Cultura está chegando. No próximo dia 15 de abril celebra-se mundialmente o Dia da Arte e em Pernambuco, terra de tantas vanguardas artísticas essa data não teria como passar batida. É justamente com o intuito de honrar o legado dos muitos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/casa-da-cultura-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98291" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/casa-da-cultura-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></div>
<div></div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Preparem seus lápis, pincéis, cadernos e telas que o PintAção da Casa da Cultura está chegando. No próximo dia 15 de abril celebra-se mundialmente o Dia da Arte e em Pernambuco, terra de tantas vanguardas artísticas essa data não teria como passar batida. É justamente com o intuito de honrar o legado dos muitos nomes locais que mudaram a história da Arte e de comemorar os artistas da atualidade que a Casa da Cultura de Pernambuco &#8211; Luiz Gonzaga, equipamento gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, abre suas portas para a primeira edição do PintAção, das 11h às 17h, em parceria com o Caminhos Coletivo de Arte e o Coletivo Raiz.</p>
<p>A iniciativa é um convite para uma vivência coletiva de desenho e pintura. O espaço irá se transformar num grande ateliê a céu aberto. A atividade é gratuita e para participar basta chegar com seu material. &#8220;Os artistas podem se inspirar aqui no meio das árvores que temos no pátio ou na arquitetura neoclássica do prédio, ou no hall, onde tem os painéis do pintor Cícero Dias. Podem retratar a casa ou não, só se inspirar mesmo aqui. A ideia é todo mundo fazer arte!&#8221;, ressalta a gestora do equipamento cultural, Lila Schnaider.</p>
<p>O convite se estende a todos que também preferem se expressar artisticamente através da fotografia. &#8220;A própria arquitetura da Casa da Cultura é um convite para soltar a imaginação. Todos os tipos de arte, todas as expressões são bem-vindas, estamos aguardando os artistas aqui. Vamos ficar muito felizes com a participação de vocês&#8221;, finaliza a gestora com o convite.</p>
<p><strong>Casa da Cultura de Pernambuco &#8211; Luiz Gonzaga</strong> &#8211; Localizada às margens do Rio Capibaribe, o espaço é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife e um dos cartões postais do Estado. O imponente prédio em que está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco. Hoje as antigas celas são ocupadas por lojas, associações culturais e lanchonetes. A Casa conta ainda com teatro e anfiteatro que acolhem ações formativas e espetáculos de teatro, música e dança promovidas ou apoiadas pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe.</p>
<p>Inaugurada no dia 25 de abril de 1855, a antiga Casa de Detenção do Recife é uma das maiores edificações do século 19, localizada próximo a duas expressivas obras desse século: a Estação Ferroviária do Recife e a Ponte 6 de Março (mais conhecida como Ponte Velha). O projeto original é de autoria do engenheiro e urbanista José Mamede Alves Ferreira, responsável por outras obras importantes na cidade, como o Hospital Pedro II e o Ginásio Pernambucano. A construção de Mamede segue o modelo panopticon, obedecendo aos padrões tradicionais de segurança das penitenciárias da época.</p>
<p>A Casa da Cultura abriga dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824. Além do Teatro Clênio Wanderley, do Palco Nelson Ferreira e mais de 110 lojas de arte e artesanato, a Casa é endereço da sede de movimentos, associações e sindicatos como o Movimento Negro Unificado, Anistiados Políticos e Sindicato de Artesãos da Região Metropolitana do Recife e de Pernambuco.</p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-117300" alt="Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Secult_Convite_DiaDaArte_CasaDaCultura_Feed-388x486.png" width="388" height="486" /></a></div>
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		<title>João Câmara atemporal no Mepe</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 18:48:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro A Caminho do Querétaro e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco. A exposição, que comemora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110120" aria-labelledby="figcaption_attachment_110120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110120" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-1-607x414.jpeg" width="607" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco realiza, nesta quarta-feira (12), às 19h, um evento duplo com a inauguração da mostra João Câmara: 80 anos e o lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista, sobre um dos artistas visuais mais aclamados de Pernambuco.</p>
<p>A exposição, que comemora os 80 anos de idade do artista, reúne 85 pinturas digitais em grande formato realizadas ao longo de uma década. O acervo também apresenta pinturas em óleo sobre tela, antigas e inéditas. A curadoria da mostra é assinada por Weydson Barros Leal e a produção por Vera Magalhães e Beth Marinho.</p>
<p>Além da exposição, são lançados nacionalmente o segundo livro de contos de Câmara, <em>A Caminho Querétaro</em>, da Topbooks Editora, e o catálogo com as obras digitais do artista, da DG Design Gráfico, que tem texto de Weydson Barros Leal.</p>
<div id="attachment_110122" aria-labelledby="figcaption_attachment_110122" class="wp-caption img-width-380 alignnone" style="width: 380px"><p class="wp-image-credit alignleft">DG Design Gráfico/Divulgção</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110122" alt="DG Design Gráfico/Divulgção" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.26-380x486.jpeg" width="380" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do catálogo com as obras digitais do artista visual João Câmara</p></div>
<p><strong>DO ÓLEO EM TELA PARA O DIGITAL -</strong> Paralelamente a suas pinturas em óleo, João Câmara vem desenvolvendo obras digitais desde os anos 1990, com grande apreço popular e circulação em território nacional. As obras digitais são pintadas com programas de pintura eletrônica e processadas fisicamente em tela com tintas de pigmento.</p>
<p><strong>FICÇÃO -</strong> Além de artista visual, João Câmara também se dedicou à ficção. O artista publicou os títulos <em>Originais, Modelos, Réplicas</em> (1972), <em>Abishag, Hóspede Inevitável</em> (2012) e <em>Lidando com o Passado e Outros Lugares</em> (2022).</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Inauguração da exposição João Câmara: 80 anos e lançamento do livro <em>A Caminho do Querétaro</em> e do catálogo com as obras digitais do artista -</strong> <em>quarta-feira (12), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, 960, bairro Graças, Recife-PE). Período de visitação: de 13 de junho a 14 de julho, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h. Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)</em></p>
<div id="attachment_110121" aria-labelledby="figcaption_attachment_110121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110121" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/WhatsApp-Image-2024-06-11-at-14.11.25-607x450.jpeg" width="607" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Obra do artista visual João Câmara</p></div>
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		<title>Conheça 10 grandes destaques das artes visuais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 21:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se incorporando a estéticas igualmente plurais. A diversidade é encontrada em técnicas, suportes, discursos, cores, texturas e uma grande gama de elementos.</p>
<p>Conheça dez desses nomes que vêm deixando sua marca nas artes visuais pernambucanas:</p>
<p><strong>Thalyta Monteiro e o corpo no mundo</strong></p>
<p>Artista de Belo Jardim, Thalyta Monteiro vem se dedicando à arte há alguns anos, em especial desde quando começou sua formação no curso de artes visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), concluído em 2018, começando um caminho pela pesquisa antes de sua imersão no fazer artístico de fato. A partir de então, realiza um trabalho atravessado por seu cotidiano, a relação de seu corpo no mundo, no território em que habita, suas relações com sonhos, lembranças e pessoas. Nesse caminhar, a recorrência da natureza e da imaterialidade dos sentimentos é algo sempre presente nesse fazer artístico.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105210" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Dentro dessa experiência artística vem se dedicando ao que chama de “processo manual e ritualístico da pintura e da linoleogravura”. Cada trabalho, a partir de seu processo de pesquisa, é o que dita qual será seu suporte. Suas obras vêm abraçando materiais que passam por pedaços de ruínas, objetos vestíveis de pedras e raízes, além de experimentações com fotoperformances.</p>
<p dir="ltr">Em sua trajetória vê como grande desafio manter a constância nos trabalhos diante da realidade imposta aos trabalhadores da cultura do País, atuando também como arte educadora, assim como também manter os estudos. Ao mesmo tempo enxerga como uma conquista a possibilidade de poder manter sua pesquisa e produção artística vendo-a chegar em pessoas por meio de projetos e espaços que nunca imaginou que poderia alcançar. Um desses mais recentes foi a exposição r e at a r, montada na Galeria Galpão dentro da programação do 31º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Alisson Nogueira: a memória, o arquivo e a luta contra o esquecimento</strong></p>
<p>Natural do povoado de Vermelhos, em Lagoa Grande, interior de Pernambuco, Alisson Nogueira via a arte entrar em casa desde a infância, por intermédio de sua mãe, desde as pinturas que ela fazia nas salas de aula em que trabalhava, também passando pela costura de roupas e tecidos, além dos trabalhos com ornamentação de eventos. Viveu em um ambiente permeado por sons de máquinas de costura, cheiros de tinta e materiais de desenho. Desde pequeno tinha afeição por desenho, poesia e música.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105213" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a></p>
<p>Mas o fazer arte nem sempre foi uma realidade. Passou muito tempo da vida, por mais que tivesse um desejo pulsante e estímulos externos, acreditando que trabalhar como artista não era uma realidade condizente com a sua, buscando o que chama de “caminhos mais formais”. Mas sempre com processos criativos fazendo questão de marcar presença nessa caminhada, o que o leva a iniciar a graduação em artes visuais no ano de 2017, em Petrolina.</p>
<p>Desde então Alisson desenvolve um trabalho partindo da investigação e da reflexão entre arquivo, território, saber popular e narrativas autobiográficas e familiares. Atualmente realiza o que chama de “reflexões obsessivamente dentro do campo da pintura a óleo”, lidando com uma das técnicas mais tradicionais e buscando construir uma semântica própria dentro do imaginário das questões que lhe são urgentes em uma cruzada contra o esquecimento. Ele retrata cenas da história de sua família, assim como o que chama de “memórias íntimas atreladas a um imaginário popular nordestino-bicha-latino americano.</p>
<p dir="ltr">Entre os grandes desafios da trajetória está a busca constante por espaços expositivos formais, aparelhos culturais e políticas locais voltadas às artes visuais, na luta “geográfica e simbólica” para construir diálogos com espaços para além da internet. Entre seus orgulhos estão a realização de exposições como Antes do Meu Primeiro Adeus, seu trabalho de conclusão de curso, assim como a participação em exposições coletivas, como Vamo Logo que Lá Fora Já Tão Chamando no Museu da Imagem e do Som de Campinas, o Salão Sesc de Arte Contemporânea – Único 2020 (Sesc-PE) e a 9° edição da Mostra Flutuante de Artes Visuais Antes que Tudo Vire Cinzas, (Sesc Petrolina).</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105212" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Ratinho e a renovação do barro caruaruense</strong></p>
<p>Rafael Costa Pereira, Ratinho, teve seu primeiro contato com o barro ainda criança, na beira do Rio Ipojuca, onde fazia suas primeiras esculturas ao lado de amigos. Logo em seguida, em uma ida à feira para levar o almoço de sua avó, deparou-se com uma máscara de la ursa vermelha, que despertou seu fascínio, descobrindo logo que era feita de barro, papel e cola. Começou então a fazer as suas por conta própria e vender no Carnaval aos 12 anos de idade. Esses foram alguns dos primeiros episódios que plantaram a semente do fazer artístico dentro de si.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105215" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Ao trabalhar como auxiliar em um projeto de fotografia de um amigo subiu o Alto do Moura e conheceu Mestre Vitalino. O barro vermelho, cuja queimada foi explicada pelo mestre, foi mais que um elemento de fascínio: tornou-se o grande estopim para sua caminhada artística. Hoje em dia possui 208 peças autorais criadas, sempre fugindo da repetição, pois “não sente prazer em criar o que já foi criado”. Do barro também partiu para as telas, sejam aquelas que recebem tinta como as que recebem luz, atuando como roteirista e cineasta.</p>
<p>Em seu trabalho com o barro busca inovar na materialidade trazendo elementos como ossos bovinos e dentes caprinos: “Gosto de trazer o que está morto para a vida novamente em uma nova matéria, a partir da arte”. Hoje se orgulha de conseguir sustentar sua família com seu fazer artístico e de ter obras suas em acervos de importantes colecionadores, assim como sua presença anual em grandes feiras, como a Fenearte.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105214" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p><strong>Marcela Camelo e os novo suportes para a imagem</strong></p>
<p>Cria de Garanhuns, Marcela não consegue apontar um ou outro caminho que a levou para a arte sendo uma verdadeira confluência de encontros na vida que a colocaram nesse lugar. De um ponto de vista subjetivo vê influências da própria forma a qual enxerga a vida, identificando-se com o ato de criar e partilhar, além da busca por liberdade e coragem. Já por um lado mais objetivo teve uma aproximação por meio do contato com iniciativas formativas,  como as oficinas promovidas pelo Festival de Inverno de Garanhuns, ou o contato próximo com a resistência de expressões da cultura popular, como as rezadeiras e a banda de pífanos de Trapiá, comunidade rural de origem de seu pai.</p>
<p>E seu caminhar desde então na arte é múltiplo, passando por expressões e suportes plurais. Contudo, dedica-se a experimentações em vídeo, com videoarte e videoinstalações. Atualmente vem realizando pesquisas com imagens autoestereoscópicas – método de exibição de imagens em três dimensões sem a necessidade de suportes como óculos ou capacetes –, em especial com suportes chamados lenticulares. Nessa caminhada, na qual enxerga a própria técnica como uma estética em si, busca fugir da literalidade entrando em questões da região de seu convívio, passando por questões de gênero e discussões políticas e explorando artefatos analógicos e digitais.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105216" alt="marcelacamelo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo-607x366.jpeg" width="607" height="366" /></a></p>
<p dir="ltr">Atualmente vê como grandes desafios a precarização dos espaços e de algumas dinâmicas de determinados campos da arte. Ela busca ativamente subverter esse cenário construindo “um próprio campo nas experiências coletivas e na própria arte-educação”. No momento vem realizando uma conciliação de uma metodologia de pesquisa artística com a acadêmica.</p>
<p>Em sua trajetória venceu prêmios, como o do 48º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, além de sua participação em eventos como a Bienal de Países de Língua Portuguesa, uma residência na Bienal de Cerveira, em Portugal, além da participação em exposições de galerias do Sesc e outros espaços. Também integrou o coletivo Branco do Olho, no qual teve grandes aprendizados a partir da aproximação com outros artistas. “As artes plásticas me encorajaram a entrar na universidade, cursar a licenciatura, percorrer um caminho que me proporcionasse autonomia e me levou para a educação”, relata.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105217" alt="marcelacamelo2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Brenda Bazante: de modelo a criadora</strong></p>
<p>A jornada de Brenda Bazante na arte começa em 2013, quando realizou seu primeiro trabalho como modelo vivo, trabalhando com nomes como Vi Brasil e Chico Ludemir, em espaços como o Centro de Articulação dos Saberes Artísticos, o Grupo Risco e outras iniciativas que estreitaram seu contato com o fazer artístico. Impulsionada por isso, começou sua graduação em artes visuais no ano de 2015 dando início a uma caminhada que passaria por diversos suportes, discursos e vivências.</p>
<p>Nos primeiros anos interessou-se pela arte cinética culminando na exposição Galhos, formada por diversas esculturas cinéticas que, ao se moverem, representavam árvores, pássaros, borboletas e outros elementos presentes em árvores criminalmente podadas ao longo do ano de 2016. Ela foi montada em espaços como o Museu do Homem do Nordeste, o Engenho Massangana e a Torre Malakoff.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105218" alt="brendabazante" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante-312x486.jpeg" width="312" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Já a partir de 2020 decide colocar em diálogo sua arte com suas vivências enquanto uma mulher trans. “A partir de narrativas autobiográficas passei a criar a partir de minhas experiências tendo a performatividade trans e travesti como tema central”, explica. A partir de então passou a introduzir tanto as imagens de seu corpo quanto suportes e técnicas diversas no processo criativo. Entram em cena a papietagem e o papel machê, a fotomontagem, a pintura com lápis de cor, tinta acrílica e giz pastel oleoso e o bordado. Nesse processo criativo tanto o figurativo quanto o abstrato são abraçados.</p>
<p>Atualmente deseja expandir os horizontes de sua prática artística alcançando espaços nacionais e internacionais assim como o do mercado da arte. É o que a leva a explorar novas técnicas e suportes com um desejo de se aprofundar na fotografia, pintura e escultura, assim como também planeja expandir seu ateliê pessoal. Como maior conquista fala sobre seu amor pela prática que vem desenvolvendo, além do carinho por trabalhos como Galhos e suas andanças por Pernambuco, além da participação em diversos projetos artísticos importantes pelo estado.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105219" alt="brendabazante2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2-421x486.jpeg" width="421" height="486" /></a></p>
<p><strong>Abiniel Nascimento: dos álbuns de família às performances contra-históricas</strong></p>
<p>Mais do que registros, as fotos dos álbuns de fotografias de sua avó parteira contavam um amontoado de histórias para Abiniel, que sempre as absorveu plantando as primeiras sementes de seu interesse por narrativas familiares e territoriais. Em 2013 começa sua caminhada artística por meio da fotografia. Alguns anos depois expande seus horizontes e, a partir de 2017, começa a fazer seu trabalho circular, principalmente por meio da performance, influenciado por sua entrada na universidade, onde inicia seus processos curatoriais e de pesquisa em arte.</p>
<p>Atualmente seu grande interesse reside na utilização da arte enquanto uma ferramenta narrativa contra-histórica. Utiliza seus processos para entender seu lugar no mundo enquanto uma coletividade, assim como também desenvolve uma busca em tensionar imaginários da história da arte dita oficial e seus cânones, entendendo se tratar de um imaginário que foi construído pelo atropelamento das narrativas originárias do país.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105221" alt="7. Maquinário da ausência (vista da obra)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">A partir de então sua obra é atravessada por conceitos como existência e extinção, visibilidade e invisibilidade, memória e esquecimento. Morte e vida sempre atravessam seus trabalhos.</p>
<p>Com suas caminhadas dentro da fotografia e da performance seu trabalho acaba então sendo bastante influenciado pelo corpo e pela imagem. Seus suportes abarcam materiais orgânicos e aparelhagem performáticas, com a fotografia e o audiovisual entrando em cena, assim como os arquivos enquanto matéria de investigação, reprodução e “dessignificação”.</p>
<p>Enquanto artista independente trava a já conhecida luta por espaços e circulação de suas criações, assim como também por apoio para se dedicar às pesquisas que resultam em suas obras. Mas, dentro desse cenário de desafios, orgulha-se de criar “possibilidades críticas de entendimento do mundo”, além de estar em contato com pessoas com quem pode compartilhar essa trajetória, circulando por residências, exposições, salões de arte, publicações e debates.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Mitsy Queiroz e a materialidade da fotografia analógica</strong></p>
<p>O mergulho que Mitsy Queiroz empreende na fotografia analógica é um abraço completo a tudo que ela, enquanto material físico no mundo, possui. A obsolescência, as avarias, o emprego das circunstâncias contrárias a seu favor são alguns dos elementos incorporados em seu trabalho e suas narrativas, mediando sua aproximação com a arte. “Ser um artista trans racializado é compreender que os processos criativos de arte e vida são inseparáveis. Nossas metodologias de vida são muito próximas àquelas que empregamos em nosso fazer artístico”, explica.</p>
<p>Seu interesse pela fotografia veio de sua participação em fotoclubes, enquanto espaços de trocas de saberes e perspectivas sobre o ato de fotografar, grande faísca em seu desejo de mergulho nessa linguagem. Realiza trabalhos nesse sentido, há mais de uma década, em um processo que concilia seu fazer artístico e acadêmico, que se retroalimentam.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105222" alt="As ilhas alagadas do Pina (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3-479x486.jpeg" width="479" height="486" /></a></p>
<p>A partir de então desenvolve esses trabalhos colocando em reflexão a materialidade da fotografia analógica estabelecendo conexões também com seu estar e o de seu corpo no mundo. Por exemplo: um álbum de infância tem sua própria imagem transformada pela presença de fungos, uma transformação que acaba dialogando com as expectativas do que viria a ser Mitsy.</p>
<p dir="ltr">Contudo, a linguagem fotográfica não encerra seus desejos de criação, com uma dedicação também a expressões como videoarte, instalações, desenhos, cadernos de criação e escrita poética. Seu trabalho o colocou em diálogos e trocas que classifica como “muito generosas” com o público, participando também de debates, mesas redondas e outras formas de troca pedagógica.</p>
<p>Seu trabalho também já circulou em diversos espaços pelo País, com participação em residências artísticas como na ocasião do Sesc Confluências em 2018-2019; em feiras de arte como SP-Arte e SP-Foto em 2020; e em programas de comissionamento de obra como Solar dos Abacaxis 2022 para exposição no MAM-Rio e o programa Atos Modernos 2021-2022, que inaugurou uma parceria da Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105223" alt="Películas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong> Yuri Bruscky, a imaterialidade e o som</strong></p>
<p>A música foi a porta de entrada para Yuri na arte. Durante a adolescência tocava em bandas punk e editava fanzines, começando o trabalho com colagens. Pouco depois entrou em contato com a poesia concreta incorporando ações plásticas em suas ações artísticas. Assim desenvolve sua trajetória, tendo o som como articulador de tudo, indo para além de contextos estritamente musicais, com experimentações em diversos suportes e linguagens (instalações, performances, livros de artista, intervenções urbanas, discos-objeto).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105225" alt="Yuri Bruscky - O Grande Acordo Nacional (disco-objeto, 2018) (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1-561x486.png" width="561" height="486" /></a></p>
<p>“Parte considerável do meu trabalho orbita em torno das interseções entre ruído, linguagem, mediações tecnológicas e práticas cotidianas. Me interessa bastante perceber as dinâmicas comunicativas, políticas e tecnológicas que dão tessitura ao mundo da vida cotidiana que partilhamos intersubjetivamente. E como pensá-las a partir dos meios e mediações do som e da linguagem”, explica Bruscky. A partir de então ele exercita esse interesse entre a imaterialidade e a incorporação da própria estrutura e forma como elementos expressivos, utilizando a metalinguagem, “modos e processos não convencionais de produção e fruição”.</p>
<p>Nesse caminhar ele busca construir espaços de experimentação e redes de intercâmbio e colaboração de maneira a interferir de modo pujante no debate público da cultura e da política. Mantém, desde 2010, o selo/editora Estranhas Ocupações, por meio do qual lança discos e publicações e organiza performances. Também é cocriador dos festivais de arte sonora Rumor e Muído, assim como do seminário e programa de residências artísticas (Entre) Lugares Sonoros, e coautor do livro História da Poesia Visual Brasileira.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105224" alt="Yuri Bruscky - Heterotopia (A escuta em situação) (2019)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Lu Ferreira e o jazz como guia artístico</strong></p>
<p>A aproximação da arte de Lu Ferreira, artista nascido em Jaboatão dos Guararapes, residindo em Olinda há três anos, nasce de sua aproximação e fascinação pela “inutilidade das coisas”. Desde antes de se ver como um artista possuía um forte interesse pela ideia do inútil, enxergando sentidos em tudo aquilo que poderia ser classificado como sem sentido, a partir de novos olhares e diálogos.</p>
<p>Diante desse olhar, que busca retirar as coisas de restrições e limitações, encontrou na liberdade estética e conceitual do jazz um fio condutor para suas criações que o permite trafegar por diferentes sensações, cores, texturas, suportes e linguagens. “O jazz dá uma liberdade por diferentes sensações, texturas, sentimentos, cores. É daí que vem meu trabalho Objetos não ditos e inauditos e aquilo que não se fala, não se explica, partindo dessa minha relação com a música”, afirma.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105227" alt="Objetos Não Ditos e Inauditos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p>Ele desenvolve trabalhos que bebem na fonte do dadaísmo, da pintura, das instalações, da colagem e da poesia concreta. Nesse sentido sua obra investiga uma gama de elementos que vão desde a ordem, células do corpo humano, corpos transitando pela cidade, a transmutação de objetos (em especial, desenvolve um trabalho com a fita crepe nesse sentido), além de tudo aquilo que não pode ser dito, mas que se expressa na tela.</p>
<p>“O artista se apropria da inutilidade e hoje a arte discute a inutilidade, que não é mais viável no senso comum. A gente dá vazão a isso, dá importância. Meu trabalho deságua nessa relação objeto-cultura-dadaísmo em outras plataformas”, explica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105226" alt="lu2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a></p>
<p><strong>Caetano Costa, a palavra, o corpo e a reinvenção dos materiais</strong></p>
<p>Se hoje Caetano Costa tem seu fazer artístico transitando por diferentes linguagens e suportes há elementos de sua infância na cidade de Paulista que já demonstraram essa aptidão. Do pai eletricista pegava escondido a caixa de ferramentas e reinventava objetos que encontrava pela rua e no quintal de casa. Da mãe professora veio o encanto pela palavra, passando a escrever textos e poemas ilustrados por colagens. Na adolescência se aproximou do teatro, o que o coloca também em contato com a performance, além de sempre frequentar os eventos de cultura popular do bairro.</p>
<p>Caetano chegou a cursar design de moda, mas decidiu que sua criatividade necessitava de mais suportes e partiu então para as artes visuais. “Era um campo que eu flertava, mas não acreditava que era para mim. Essa ideia de uma persona artística me parecia muito distante para um jovem de periferia como eu”, relembra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105228" alt="cae" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"> Assim deu continuidade a curiosidade de infância pelos objetos de seu entorno enquanto suportes de criação. Ele enxerga esse gesto como uma forma de fugir da ideia de que o artista precisa esperar um momento de inspiração para criar. A criação é um exercício e trabalhar com os materiais que se tem disponíveis – inclusive o próprio corpo – é uma forma de seguir exercitando isso.</p>
<p>Nesse caminhar tudo pode ser fonte de inspiração: pessoas na rua, sentimentos momentâneos, acontecimentos do mundo, memes, as ferramentas da publicidade e das teorias da comunicação. Tudo pode encontrar vazão no papel, nos tecidos, nas intervenções urbanas, nas performances, na videoarte e nas diversas outras formas de expressão. Seu trabalho já circulou pelo País e pelo mundo, em países como a África do Sul, por exemplo, colocando-o em contato com outros artistas e expandindo seus horizontes criativos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105229" alt="cae2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Exposição Viva Tereza &#8211; Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:30:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) inaugurou recentemente a exposição &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020. Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora pernambucana, feitas em várias fases de sua carreira. * [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) inaugurou recentemente a exposição &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020. Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora pernambucana, feitas em várias fases de sua carreira.<br />
*<br />
<em>“Para a Fundarpe, é uma alegria muito grande poder organizar essa iniciativa que, além de fazer essa deferência a um nome tão importante para a arte e cultura do nosso povo, deseja também dar as condições para que o Brasil conheça melhor Tereza Costa Rêgo”</em>, disse o presidente da instituição, Marcelo Canuto, durante a abertura da mostra, no último dia 20 de janeiro (quinta-feira).</p>
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		<title>Fachada do Espaço Pasárgada será pintada nos próximos dias</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 18:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, inicia nesta quinta-feira (7) o processo de pintura de sua fachada. Por conta da estrutura montada para a realização dos serviços, que inclui pintura das paredes, esquadrias, cercaduras e relevos, a erma de Manuel Bandeira, localizada na frente do equipamento, foi coberta, a fim de impedir que receba qualquer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53290" aria-labelledby="figcaption_attachment_53290" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marília Mendes/Espaço Pasárgada</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/fachada-espaco-pasargada.jpeg"><img class="size-medium wp-image-53290" alt="Marília Mendes/Espaço Pasárgada " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/fachada-espaco-pasargada-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O término da pintura está previsto para domingo (10)</p></div>
<p>O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, inicia nesta quinta-feira (7) o processo de pintura de sua fachada. Por conta da estrutura montada para a realização dos serviços, que inclui pintura das paredes, esquadrias, cercaduras e relevos, a erma de Manuel Bandeira, localizada na frente do equipamento, foi coberta, a fim de impedir que receba qualquer tipo de respingo ou sujidades derivadas do processo de revitalização da fachada. Não haverá alteração nas cores, permanecendo as tonalidades de azul e branco.</p>
<p>Todo o processo de pintura, que tem previsão de término no próximo domingo (10), será acompanhado por técnicos da Gerência-Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Deste modo, informamos que a edição de setembro dos <em>Saraus em Pasárgada</em>, que acontecem sempre nas segundas sextas-feiras de cada mês, também será suspensa por conta dos serviços de manutenção do espaço.</p>
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		<title>Celene Muniz oferece oficina de pintura na Estação 4 Cantos, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 18:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista plástica e professora pernambucana Celene Muniz promoverá, de 2 a 3, e de 5 a 6 de junho, a oficina de pintura “Exploração da arte abstrata e exercício criativo”, na Estação 4 Cantos Galeria &#38; Café. As inscrições para o curso se encerram nesta terça-feira (2), e o investimento, que inclui material e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25551" aria-labelledby="figcaption_attachment_25551" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Celene_Muniz_1_foto_TragoBoaNoticia-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-25551" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Celene_Muniz_1_foto_TragoBoaNoticia-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Artista comandará o curso no Sítio Histórico</p></div>
<p>A artista plástica e professora pernambucana Celene Muniz promoverá, de 2 a 3, e de 5 a 6 de junho, a oficina de pintura “Exploração da arte abstrata e exercício criativo”, na Estação 4 Cantos Galeria &amp; Café. As inscrições para o curso se encerram nesta terça-feira (2), e o investimento, que inclui material e coffee break, custa R$ 280.</p>
<p>Voltada a iniciantes e veteranos de todas as idades, a oficina tem como foco o aprendizado na montagem de padrões pictóricos abstratos. Trabalhando com cores e combinações e criando texturas para materiais não-convencionais, a atividade é indicada a artistas que queiram desenvolver novas técnicas na composição e criação de obras visuais.</p>
<p>Sobre Celene &#8211; Pintora autodidata, Celene Muniz experimentou, desde a adolescência, incursões pela pintura, papel machê e escultura. Somente em 2008, passou a se dedicar inteiramente à arte, lecionando, já a partir do ano seguinte, aulas de arte em seu ateliê em Boa Viagem, na zona sul do Recife. Depois de participar de exposições individuais e coletivas em 2012 e 2013, seu nome foi publicado no anuário da Galeria Arte Maior em 2014. Com peças expostas no Estação 4 Cantos, sua obra é adquirida por brasileiros e muitos colecionadores estrangeiros de países como os Estados Unidos, Inglaterra e Argentina.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Projeto “Arte Nos Quatro Cantos” – últimos dias de inscrição para oficina “Exploração da arte abstrata e exercício criativo” com Celene Muniz<br />
Aulas divididas em duas turmas: uma nos dias 2 e 3 de junho, e outra nos dias 5 e 6 de junho. A carga horária é de 9 horas-aula (das 9h às 12h e das 13h às 16h no primeiro dia; e das 9h às 11h no segundo dia). Investimento: R$ 280, com material e coffee break inclusos. O material de aula é composto por tela, papel-cartão e material de apoio para uso coletivo (tintas, pincéis, papéis especiais para colorir). Informações pelo telefone: (81) 3429-7575 ou pelo e-mail: <strong>galeria@estacao4cantos.com.br</strong>.  A Estação Quatro Cantos Galeria &amp; Café está localizada na Rua Prudente de Morais, 440 &#8211; Carmo &#8211; Olinda &#8211; PE.</p>
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		<title>7º Recifusion abre inscrições para workshops</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/7o-recifusion-abre-inscricoes-para-workshops/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 16:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Recifusion, evento dedicado à arte urbana, está com inscrições abertas para o Laboratório de Aquarela, com Simone Mendes; e os workshops de Iniciação Gráfica, com Gi Vatroi, Mapeamentos Afetivos, com Dani Guerra e Juliane Xavier e &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, com Myrian Isis. As inscrições podem ser feitas gratuitamente até segunda-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Recifusion, evento dedicado à arte urbana, está com inscrições abertas para o Laboratório de Aquarela, com Simone Mendes; e os workshops de Iniciação Gráfica, com Gi Vatroi, Mapeamentos Afetivos, com Dani Guerra e Juliane Xavier e &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, com Myrian Isis. As inscrições podem ser feitas gratuitamente até segunda-feira (16/01) através do preenchimento de formulário disponível <strong><a href="http://bit.ly/inscriçãorf7 " target="_blank">AQUI</a></strong>. O resultado da seleção será divulgado até 20 de março no site oficial <strong><a href="http://www.recifusion.com" target="_blank">http://www.recifusion.com</a></strong></p>
<p>A 7ª edição do Recifusion acontece entre os dias 23 e 29 de março, no Recife, e conta com o incentivo do Funcultura / Governo de Pernambuco. Os workshops serão realizados entre os dias 23 a 27 de março. Na programação do dia 27 de março, haverá  uma roda de diálogo com o tema &#8220;Conquistando Espaços &#8211; A participação e produção feminina na arte urbana&#8221;, com a presença das graffiteiras Priscila Lima (Witch &#8211; PB), Andreza Cintra (Deza &#8211; AL), Lídia Soares (Viber &#8211; MG), integrantes do Cores Femininas (PE) e Lara Buitron (PE), militante do movimento feminista. A roda é aberta a participação de todos.</p>
<div id="attachment_22054" aria-labelledby="figcaption_attachment_22054" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Danielly-e-Juliane.jpg"><img class="size-full wp-image-22054" alt="Recifusion / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Danielly-e-Juliane.jpg" width="552" height="414" /></a><p class="wp-caption-text">As artistas visuais Dani Guerra e Juliane Xavier irão falcilitar oficina de Mapeamentos Afetivos.</p></div>
<p>De acordo com a organização do evento, o Recifusion pretende contribuir para o reconhecimento da importância artística e social do graffiti. Neste ano, o foco é promover a visibilidade e incentivar o protagonismo feminino dentro da arte urbana. Para isso, o festival realizará os workshops, a roda de diálogo a produção de um painel artístico principal para destacar as mulheres artistas do graffiti.</p>
<p>Os workshops buscam oferecer aos participantes conteúdos úteis para o desenvolvimento do artistas. No &#8220;Laboratório de Aquarela&#8221;, a ilustradora Simone Mendes irá incentivar a criatividade ea  habilidade de cada aluno, tratando a pintura como veículo de comunicação, mesmo aqueles que não estão acostumados com a técnica. Na oficina de &#8220;Iniciação gráfica&#8221;, a deisgner Gi Vatroi irá estimular o desenvolvimento de identidades visuais e diagramação.</p>
<p>A relação com a cidade e como isso se expressa artisticamente é o foco da oficina &#8220;Mapeamentos Afetivos&#8221;, ministrada pelas artistas visuais Dani Guerra e Juliane Xavier, que irão exibir o resultado do trabalho numa exposição de pequeno porte. No workshop &#8220;Como promover sua arte nas Mídias Sociais&#8221;, cada participante irá descobrir como expandir a presença online do seu trabalho a partir das ferramentas de marketing apresentadas por Myrian Isis.<br />
<strong>WORKSHOPS</strong></p>
<p><strong>Laboratório de Aquarela</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Simone Mendes (PE) &#8211; Ilustradora freelancer desde 2007, conta com duas exposições individuais e cinco livros ilustrados. Traços leves, muito colorido e temas alegres fazem parte do trabalho da artista.<br />
<strong>Objetivo:</strong> O principal objetivo é despertar a criatividade e habilidade de cada participante, tendo a pintura com aquarela como veículo de comunicação de ideias.Os exercícios iniciais são importantes para quem não é acostumado com a técnica. A partir daí se pode levar o estudo de aquarela adiante, tendo sempre em vista que a prática constante leva ao aprimoramento.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10<br />
<strong>Data:</strong> 23/03 (segunda-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> Das 09h às 12h e das 14h às 17h</p>
<div id="attachment_22053" aria-labelledby="figcaption_attachment_22053" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Gi-Vatroi.jpg"><img class="size-medium wp-image-22053" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Gi-Vatroi-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gi Vatroi irá estimular a criatividade a partir do design gráfico.</p></div>
<p><strong>Iniciação gráfica e suas possibilidades</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Gi Vatroi (PE) - Formada em Design Gráfico pelo IFPE, mediou uma palestra de Ronaldo Fraga no 6º FestiPoa Literária, participou da exposição LI.TER.ATO &#8211; Provocação Cultural dentro do festival No Ar Coquetel Molotov. Além disso, também desenvolveu ilustração e projeto gráficos para projetos de Luna Vitrolira e projeto Clarear (Celpe).<br />
<strong>Objetivo:</strong> Esta oficina pretende estimular a capacidade criativa dos artistas direcionando suas habilidades para o design gráfico no desenvolvimento de identidades visuais e/ou diagramação. OBS: Para esta atividade é imprescindível que o/a participante leve notebook.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10<br />
<strong>Data:</strong> 24/03 (Terça-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 12h</p>
<p><strong>Mapeamentos Afetivos</strong><br />
<strong>Facilitadoras:</strong> Daniele Guerra (PE) e Juliane Xavier (PE)<br />
Daniele Guerra é graduada em Artes Visuais pela UFPE, tem experiência como professora, mediadora e arte educadora. Atualmente, faz parte do coletivo &#8220;Será o Benedito?&#8221;.<br />
Juliane Xavier é formada em Artes Visuais pela UFPE, cursa Letras na Unicap. Possui experiência com mediação cultural, arte educação e em projetos junto ao coletivo &#8220;Será o Benedito?&#8221;.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Despertar novos e plurais olhares dos participantes do Recifusion 7 para a nossa cidade de forma subjetiva. A partir daí apresentar projetos de exposições que vão transformar o conhecimento da cidade em experiências artísticas e estéticas, na construção de mapas.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 15 vagas<br />
<strong>Data:</strong>25/03 (Quarta- Feira)<br />
<strong>Horário: </strong>das 09h às 12h</p>
<p><strong>Como promover sua arte nas Mídias Sociais</strong><br />
<strong>Facilitadora:</strong> Myrian Isis (PE) &#8211; Formada em Design de Moda pela FBV, trabalha desde 2011 com Social Media, participando de diversas oficinas e cursos. Já foi coordenadora de Mídia no Fora do Eixo Pernambuco e hoje atua na Frevo Comunicação.<br />
<strong>Objetivo:</strong> O workshop visa capacitar os participantes para expandir a presença online de seu projeto pessoal. Através de teoria e cases, os participantes poderão aprender sobre estas poderosas ferramentas de marketing aplicadas a sua arte. É recomendado que o/a participante leve seu próprio notebook.<br />
<strong>Número de vagas:</strong> 10 vagas<br />
<strong>Data: </strong>26/03 (Quinta-Feira)<br />
<strong>Horário:</strong> das 09h às 12h</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Workshops do 7º Recifusion</strong><br />
<strong>Inscrições:</strong> de 09 a 16 de março através do link <strong><a href="http://bit.ly/inscriçãorf7" target="_blank">http://bit.ly/inscriçãorf7</a></strong><br />
<strong>Resultado da seleção para participar da oficina:</strong> 20 de março<br />
<strong>Local:</strong> Caramiolas Lab (Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio -Edf. Pernambuco, 7º andar)<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
<p><strong>Roda de Diálogo: &#8220;Conquistando Espaços &#8211; A participação e produção feminina na arte urbana&#8221;</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 27 de março, das 14h às 17h<br />
Com Priscila Lima (Witch &#8211; PB), Andreza Cintra (Deza &#8211; AL), Lídia Soares(Viber &#8211; MG), integrantes do Cores Femininas (PE) e Lara Buitron (PE).<br />
<strong>Local:</strong> Caramiolas Lab (Avenida Dantas Barreto, 324, Santo Antônio &#8211; Edf. Pernambuco, 7º andar)<br />
<strong>Acesso gratuito</strong></p>
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		<title>&#8216;Arte em Estilos&#8217; entra em cartaz na Galeria Ranulpho</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 15:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Polo-Romanelli.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12727" alt="Romanelli" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Polo-Romanelli-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a></p>
<p>De 28 de agosto a 12 de setembro, a exposição intitulada “Arte em Estilos” vai ocupar a Galeria Ranulpho com 22 pinturas de onze artistas brasileiros consagrados no tradicional casarão do Recife Antigo. Nomes como Juarez Machado, Claudio Tozzi, Isolda Hermes da Fonseca, Iracema Arditi e Romanelli integram a coletiva, que contempla ainda trabalhos de Vicente do Rêgo Monteiro, Wellington Virgolino, Alcides Santos, Mário Nunes, e do pernambucano Rafael Guerra – que expõe seus trabalhos pela primeira vez na Galeria.</p>
<p>De acordo com o marchand Carlos Ranulpho, proprietário da galeria, o trabalho para amealhar as obras durou cerca de cinco meses: “Realizamos a primeira exposição coletiva em março deste ano, após o Carnaval. Logo após, comecei a garimpar as obras com os artistas”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Desprendimento-e-libertação-Rafael-Guerra.jpg"><img class="size-medium wp-image-12728 alignright" title="Desprendimento e libertação" alt="Rafael Guerra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Desprendimento-e-libertação-Rafael-Guerra-358x486.jpg" width="358" height="486" /></a></p>
<p>A primeira grande aquisição surgiu com a chegada do artista Rafael Guerra a Recife, sua cidade natal, após quatro anos em Florença – Itália. O pintor trouxe na bagagem seis pinturas, que impressionaram o marchand, o qual por sua vez incluiu o jovem na mostra como convidado especial.</p>
<p>“Fiz os primeiros contatos com Reynaldo Fonseca, que cedeu duas pinturas de sua coleção particular. A partir daí conseguimos preparar uma coletiva muito expressiva”, complementa Ranulpho.</p>
<p>Para a exposição, o catarinense Juarez Machado trouxe de Paris, o óleo sobre tela Place des Vosges (2013), onde retrata figuras degustando vinho. O multiartista, que além da pintura desenvolve trabalhos com ilustração, cenografia, escultura, desenho e gravura, já recebeu uma série de prêmios em galerias brasileiras e fora do país e expõe com frequência seus trabalhos na Europa, Estados Unidos e Oriente Médio.</p>
<p>Também incluído na mostra, está o acrílico sobre tela, da década de 1960, do pernambucano Vicente do Rego Monteiro. Reproduzido no livro Vicente Rego Monteiro – Olhar sobre a década de 1960, o título é marcado pela sinuosidade e contraste de cores e formas, característicos da obra do artista, que tem forte inspiração metafísica e religiosa.</p>
<p>Na opinião do critico de arte Jacob Klintowitz, Vicente ajudou a dar formas e conteúdo à Semana de Arte moderna de 1922.</p>
<p>Outra raridade da mostra é o óleo sobre tela, intitulada “Menina com máquina de fazer flores”, de Wellington Virgolino. Datado de 1969, Um dos mais criativos pintores pernambucano, grande colorista que na sua temática habitualmente pinta personagens com flores.</p>
<p><strong>ALCIDES SANTOS</strong> – considerado pela critica brasileira, um dos mais importantes pintores naife, irá surpreender nesta coletiva com um painel representando “O Paraíso”, datado de 1978. A obra foi selecionada por um júri de críticos mais evidentes de São Paulo, que por unanimidade selecionaram a tela para uma sala especial da I Bienal Latino Americana de Mitos e Magia em São Paulo.</p>
<p>No âmbito do desenho, vale destacar a obra da pintora carioca Isolda Hermes da Fonseca, feita com bico de pena aquarelado, que carrega o fundo romântico e a inspiração renascentista da artista, formada na Florence Academy of Arts (FAA), participa também com uma linda pintura intitulada “ Pintando no parque”, é suave e de muita beleza.</p>
<p>A academia é a base de formação do pernambucano Rafael Guerra, que estreia na Galeria do Recife Antigo com os óleos sobre tela: Sacrifício e Preparação (2013), Busto (2011), Partido (2014), Tommaso (2012), A moça e o sagui (2014), Desprendimento e Libertação (2013), Jejum (2014), telas que retratam a inspiração renascentista do artista, que planeja instalar um estúdio na Finlândia e outro em Olinda nos próximos anos.</p>
<p>Também do Rio de Janeiro, o pintor Romanelli, com obras expostas em museus nacionais e internacionais, como o Museo Iconografico Del Quixote no México, traz à exposição a tela Pólo, o acrílico sobre tela, produzido este ano, ostenta cores fortes, vibrantes e efeitos de luz e sombra, demarcando a estética impressionista do artista, com reconhecimento no Brasil desde a década de 1970.</p>
<p>O paulistano Cláudio Tozzi se enquadra numa linha das mais ilustres da arte brasileira que é a arte construtivista. Participou das bienais de São Paulo – Veneza – Paris – Medelín (Colômbia) – Havana e Nakurazaki, e exporá as pinturas “Papagalia”, feitas em acrílico sobre tela, com as cores vivas que marcam seus trabalhos.</p>
<p>Já da paulista Iracema Arditi foi escolhida a pintura “Junto ao Céu”, em óleo sobre tela datada de 1986, uma rica paisagem com colorido peculiar, que o escritor Jorge Amado interpretou como: ”Um pais vegetal e mágico, paisagem tranquila, com águas mansas de lagoas e rios, legiões de enormes borboletas, pequenos pássaros em bando, numa inata sabedoria de cores, eis o mundo de Iracema Arditi em quadros cada qual mais de paz”.</p>
<p>Mário Nunes expressa seu impressionismo tardio, através de uma marinha em óleo sobre compensado em formato circular, incomum no repertório do artista, considerados um dos mais importantes artista pernambucano, confessou que até com Portinari andou pintando pelas praias cariocas.</p>
<p>Reynaldo Fonseca será representado por uma incursão pela pintura de personagens femininos, em óleo sobre tela, essas duas magníficas obras que compõe a capa e a contra-capa do catalogo pertenceram a coleção particular do artista.</p>
<p>A galeria mais tradicional de Pernambuco funciona na Rua do Bom Jesus, 125 (Recife Antigo), de segunda a sexta, de 10h às 12h e das 14h às 18h.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<strong>Exposição “Arte em Estilos”</strong></p>
<p>Vernissage para o público: dia 28/08, quinta-feira, às 19h.<br />
Estacionamento com segurança a porta.<br />
Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 18h<br />
Encerramento: 12/09<br />
Endereço: Rua do Bom Jesus, 125 – Bairro do Recife – Recife (PE)<br />
Tel. (81) 3225-0068</p>
<p>Site: <a href="http://www.ranulpho.com.br" target="_blank">ranulpho.com.br</a></p>
<p>E-mail: ranulpho@ranulpho.com.br<br />
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/GaleriaRanulpho" target="_blank">https://www.facebook.com/GaleriaRanulpho</a><br />
Instagram: @galeriaranulpho</p>
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