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	<title>Portal Cultura PE &#187; plataforma de streaming</title>
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		<title>Fim de Feira lança o álbum “Forró da Liberdade”</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2023 13:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a banda pernambucana Fim de Feira lança, nesta sexta-feira (19), o álbum Forró da Liberdade nas principais plataformas de streaming. O lançamento é o primeiro trabalho inédito do grupo, após um período de 12 anos. O álbum, com 12 faixas, marca um retorno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a banda pernambucana Fim de Feira lança, nesta sexta-feira (19), o álbum <em>Forró da Liberdade</em> nas principais plataformas de streaming. O lançamento é o primeiro trabalho inédito do grupo, após um período de 12 anos.</p>
<p>O álbum, com 12 faixas, marca um retorno às origens, promovendo a celebração de ritmos que orbitam o forró brasileiro, com uma linguagem que flerta tanto com os símbolos rurais da região quanto com os movimentos musicais urbanos. E vai do xote ao frevo, em letras que tratam da diversidade das nossas manifestações, do cotidiano do povo e do estado permanente de festa que é o Nordeste.</p>
<p>Nesse balaio musical, reforçam o coro libertário da Fim de Feira as participações especialíssimas de grandes artistas, cujas trajetórias se confundem com a história da cultura e da música popular nordestina, a exemplo de Assisão, Biliu de Campina, Mestre Bule Bule, da Bahia, e a Banda de Pífanos Zé do Estado, de Caruaru. O álbum conta ainda com a brisa do contemporâneo, soprada por duas das mais bonitas vozes femininas das novas gerações musicais nordestinas: Isabela Moraes e Riáh, de Caruaru.</p>
<p>“Esse disco surgiu como uma celebração à liberdade de ser quem se é. A ideia é anterior à pandemia, mas nosso conceito de liberdade acabou mudando bastante. A primeira ideia que ficou suspensa foi o fato de que queríamos fazer um disco de ‘banda tocando junto’. E aí passamos quase dois anos isolados. Depois teve a questão das participações: quase todos estavam no grupo de risco, por terem mais de 60, 70 anos. No caso de Assisão, 80”, explica Bruno Lins, principal compositor e letrista da banda, além de cantor.</p>
<p>Ele conta que foi preciso esperar as coisas “se ajeitarem” para que o disco pudesse acontecer, celebrando a liberdade, enfim e em dobro. “A capa do disco simboliza isso, uma revoada saindo da gaiola. Estávamos vivos, com saúde, inclusive os mais velhos. Mas tudo isso deixou marcas e hoje a gente canta também por quem não teve a mesma sorte. Nosso Forró da Liberdade é um agradecimento à vida, por voltarmos a tocar juntos, para ver a turma dançando com a liberdade de ser feliz, e a liberdade de espalhar verdade pelo mundo”, comemora Bruno.</p>
<p><strong>GRAVAÇÃO ITINERANTE -</strong> Forró da Liberdade reuniu músicos que já faziam parte da antiga e longeva formação da banda, a exemplo de Lucivan Max (percussões), Antônio Muniz (sanfona), Thiago Rad (guitarras e violas), Luccas Maia (baixo), Márcio Silva (bateria), além do próprio Bruno Lins (vocais) e de músicos convidados, como Alexandre Rodrigues (pífanos e clarinete) e Chico Botelho (cavaco). Começou a ser gravado em 2022, entre viagens para o interior, com muitos quilômetros de “sorte e generosidade”, segundo Bruno.</p>
<p>O projeto de gravação itinerante passou por Caruaru e Serra Talhada, tendo como base o Estúdio Carranca, no Recife. “Caruaru era obrigatório, porque sempre foi um lugar nosso: nosso primeiro disco foi gravado lá e a gente queria muito essa atmosfera de novo. Gravamos no Studio Di Fagner, com Walmir Silva e Zé do Estado, dois padrinhos musicais da banda.”</p>
<p>Lá, a vida, em seus métodos, colocou Isabela Moraes e Riáh no caminho da Feira. “Elas estavam em Caruaru, por coincidência, e acabaram também gravando a faixa Formigueiro com a gente. Não podia ter ficado mais bonito”, celebra Bruno, contando que tinha feito uma música pro cantor Biliu de Campina, a Manda Buscar Biliu, e ele partiu de Campina Grande, na Paraíba, pra gravar no nosso Agreste. De Caruaru, a banda seguiu viagem para o Sertão. “Queria muito esse clima de estrada no disco, e fomos realizar o sonho de gravar com Assisão, na terra dele, Serra Talhada.” Foi a faixa Namorando de Novo. Segundo Bruno, a única participação registrada sem ninguém comer poeira foi a do Mestre Bule Bule, que mora na Bahia. “Ele mandou uma gravação tão potente e tão linda para Monomotor, que eu nem me atrevi a cantar com ele.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/capa.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101373" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/capa-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p><strong>ÁLBUM -</strong> <em>Forró da Liberdade</em> integra uma trajetória de três CDs e dois DVDs lançados pela Fim de Feira: todos trabalhos autorais, que nasceram do cruzamento da música com a literatura nordestina, metade forró, metade cordel. Aprovado no Edital Funcultura da Música, antes da pandemia, a produção musical leva as assinaturas de Bruno Lins e Thiago Rad, com mixagem de Luccas Maia, masterização de Júnior Evangelista, e produção executiva de Guilherme Patriota (Theia Produtores e Associados). Mas a história do disco, todo mundo conta e canta junto.</p>
<p>“Nosso último CD é de 2011, e o último DVD de 2016. Depois a banda passou por algumas mudanças, uns saíram, outros chegaram. Por isso que eu acho esse repertório tão bom, porque ele teve tempo de amadurecer até virar disco. Foi importante que a gente se encontrasse de novo, nessa formação que já tem tantos anos, e pudesse fazer um trabalho que tem a cara de cada um. A gente se preparou pra fazer esse disco, planejou e as coisas saíram muito dentro do roteiro”, confirma Bruno.</p>
<p>Todo caminho junino, garante, dá na Feira. “A turnê de lançamento desse trabalho vai ser na festa mais bonita do Brasil, que é o São João, aí logo depois, a gente tem um projeto já em andamento para fazer o registro audiovisual do show, aqui no Recife, lá pra julho/agosto, quando todo mundo já tiver decorado as letras.” Cavalheiros e damas, preparar para o passeio na roça, que ele vai ser comprido. E animado!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do álbum “Forró da Liberdade”<br />
Quando: 19 de maio de 2023 (sexta-feira)<br />
Pré-save: <a href="https://onerpm.link/620607601000" target="_blank"><strong>onerpm.link/620607601000</strong></a></p>
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		<title>Cine PE será transmitido em plataformas de streaming e pela TV Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 11:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um ano totalmente atípico devido à pandemia de COVID-19, o NOVO CINE PE &#8211; Festival do Audiovisual será um pouco diferente. Prevista inicialmente para o mês de maio, a 24ª edição do festival ganha nova data e será realizada exclusivamente pelo Canal Brasil na televisão e na internet – por meio da plataforma de streaming Canais Globo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79828" aria-labelledby="figcaption_attachment_79828" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Cine PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/NOVO_CINE_PE_2020_Ninive-Caldas-apresenta-festival-no-Cinema-São-Luiz_Foto_Felipe_Souto_Maior.jpg"><img class="size-full wp-image-79828" alt="Felipe Souto Maior/Cine PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/NOVO_CINE_PE_2020_Ninive-Caldas-apresenta-festival-no-Cinema-São-Luiz_Foto_Felipe_Souto_Maior.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentadora pernambucana Ninive Caldas vai comandar as apresentações diretamente do Cinema São Luiz, grande templo do audiovisual de Pernambuco</p></div>
<p>Em um ano totalmente atípico devido à pandemia de COVID-19, o NOVO CINE PE &#8211; Festival do Audiovisual será um pouco diferente. Prevista inicialmente para o mês de maio, a 24ª edição do festival ganha nova data e será realizada exclusivamente pelo Canal Brasil na televisão e na internet – por meio da plataforma de streaming Canais Globo (antigo Canal Brasil Play) –, além da TV Pernambuco, uma vez que ainda não é recomendável a realização de eventos presenciais de grande porte. O formato multiplataforma vai possibilitar que ainda mais pessoas possam ter acesso ao conteúdo do festival, democratizando ainda mais o acesso ao cinema.</p>
<p>De 23 a 25 de novembro, a programação do horário nobre do Canal Brasil será ocupada pelos longas-metragens selecionados para a mostra competitiva do NOVO CINE PE 2020, sendo dois por noite, a partir das 18h, com exibição simultânea no streaming Canais Globo.  Já os 31 curtas escolhidos para as mostras competitivas de curtas-metragens Nacional e Pernambuco ficarão disponíveis online, para assinantes da plataforma Canais Globo, durante os três dias de festival, o que vai possibilitar que os cinéfilos assistam às películas nos horários que lhes forem convenientes. As mostras competitivas de curtas ainda serão exibidas na TV Pernambuco, com data a ser definida.</p>
<p>Dos 941 filmes inscritos para as mostras competitivas, número que representa um crescimento de discretos 5,37% em relação ao número de 2019, que foi de 892 filmes, seis longas, sendo três na categoria ficção e três na categoria documentário, estarão juntos na <b>Mostra Competitiva de Longas-Metragens</b>, oito títulos na <b>Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos</b> e vinte e três na <b>Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais</b>. Confira <a href="https://festivalcinepe.com.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa.</p>
<p>Os seis longas nacionais selecionados para a mostra competitiva foram as ficções “<b>O Buscador” (RJ), </b>de Bernardo Barreto; “<b>Mudança” (RS)</b>, de Fabiano de Souza; e “<b>Mulher Oceano” (SP)</b>, de Djin Sganzerla; e os documentários<b> &#8221;Nós, que ficamos” (PE)</b>, de Eduardo Monteiro; “<b>Memórias Afro-Atlânticas” (BA)</b>, de Gabriela Barreto; e <b>“Ioiô de Iaiá” (RJ)</b>, de Paula Braun. Para <b>Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais</b> foram selecionadas 23 produções do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. (Veja abaixo a lista completa de selecionados e detalhes).</p>
<p>A missão de selecionar os curtas e longas das mostras competitivas do NOVO CINE PE 2020 ficou nas mãos dos curadores Edu Fernandes, crítico e programador do circuito Cine Materna, e Nayara Reynaud, crítica de cinema, repórter, criadora e editora-chefe do site cultural Nervos (SP). Vale a pena destacar o crescimento da participação de produções pernambucanas. De acordo com Edu Fernandes, foram mais filmes avaliados e com alto grau de qualidade. “Por essa razão, a Mostra Nacional de Curtas abriga mais produções pernambucanas do que nos últimos anos, para poder contemplar as realizações locais que precisam ser vistas. Outro desdobramento dessa maior participação dos produtores locais é a alegria de voltar a ter um longa pernambucano em competição no NOVO CINE PE, algo que não acontecia há alguns anos”, comemora o curador.</p>
<p>A ideia dos curadores para a edição 2020 foi compor um retrato o mais diverso possível da produção nacional de cinema, com filmes das cinco regiões do país. De acordo com Edu, “o público pode esperar, de alguma forma, se ver na tela. Os temas e abordagens dos filmes da seleção dialogam com diversos assuntos da pauta que a sociedade vem discutindo. Ainda nesse assunto, a mostra de longa tem uma paridade de gêneros entre os diretores e diretoras. Não foi algo que determinamos no começo do processo de curadoria, acabou acontecendo assim e considero mais um aspecto a se comemorar nesta edição do festival”.</p>
<p>O Júri Oficial de cada categoria das mostras competitivas será constituído por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas com comprovada experiência, que serão responsáveis por indicar os vencedores para as seguintes categorias do Troféu Calunga: categoria de longa-metragem (Melhor Filme de longa-metragem, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem); categoria de curta-metragem (Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som, Melhor Montagem). Além das categorias selecionadas pelo Júri Oficial, o público irá selecionar os premiados pelo Júri Popular, por meio do aplicativo oficial do festival, e os críticos da Abraccine também escolherão os melhores filmes nas  categorias competitivas das Mostra de Curtas Nacionais e Mostra de Longas Metragens, através do Júri da Crítica.</p>
<p>Sobre as dificuldades para a realização do NOVO CINE PE 2020, ano marcado pela pandemia de COVID-19, a diretora e idealizadora do festival, Sandra Bertini, conta que os desafios foram muitos. “Foi um ano desafiador para todos os profissionais que trabalham com eventos presenciais. Tivemos que mergulhar para criar um modelo que atendesse aos realizadores dos filmes, público, patrocinadores e produtores do evento, seguindo todas as normas de segurança. Alteramos o projeto na Lei de Incentivo à Cultura, já que o projeto aprovado antes era no modelo presencial. Mas o mais fácil mesmo foram os realizadores dos filmes. Conversei com todos e 100% deles abraçaram a proposta. Muitas vezes me emocionei com tamanho apoio”, relata Bertini.</p>
<p>Embora o formato seja diferente em 2020, a produção do NOVO CINE PE fez questão de seguir com a cerimônia de apresentação dos curtas e longas direto do Cinema São Luiz, um dos últimos grandes cinemas de rua do país, tradicional palco do Festival Audiovisual, para manter o clima. A cerimônia foi gravada e será exibida sempre antes dos longas. Quem assume a apresentação do festival pelo segundo ano consecutivo é a atriz pernambucana Nínive Caldas. Com 10 anos de carreira, Nínive é integrante do “Coletivo Angu de Teatro” e já participou de filmes nacionais e internacionais.</p>
<p>O NOVO CINE PE 2020 terá ainda espaço para a formação com seminários realizados de forma on-line e temáticas girando em torno da interrogativa &#8220;Como encarar o desafio de empreender e fazer novos negócios num mundo afetado pela pandemia?&#8221;. Os encontros virtuais deverão acontecer entre os meses de novembro de 2020 e março de 2021, com divulgação de mais informações em breve.</p>
<p>A Mostra Infantil de Cinema, uma das ações sociais do projeto, só será realizada com o retorno às aulas dos alunos das escolas públicas municipais e estaduais de Pernambuco. Além disso, não haverá artista homenageado neste formato de festival. Para Sandra Bertini, a homenagem só faz sentido com o calor do público. “É uma forma do artista chegar perto do fã, trocar energia. Um momento único tanto para o homenageado quanto para o público. Na edição de 2021 retomamos com os Calungas de Ouro”, explica Sandra.</p>
<p>As expectativas da diretora do festival para esta nova edição 2020 são positivas, principalmente por possibilitar uma democratização do acesso ao evento. “Um festival de cinema é como um grande congresso da sétima arte. Não ter a presença do público, esse encontro do filme com as pessoas, essa emoção ao vivo e em cores, nos traz  certa melancolia. Por outro lado, com a realização na TV podemos atingir um público bem maior do que estaria na sala de exibição do Cinema São Luiz e também um público que nunca esteve presente em um festival”, destaca Sandra.</p>
<p><b>Premiações –</b> De acordo com o regulamento do NOVO CINE PE, são 12 categorias de prêmios para a <b>Mostra Competitiva de Longas-Metragens</b>: Melhor filme, direção, roteiro, fotografia, montagem, edição de som, trilha sonora, direção de arte, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, atriz e ator. Os filmes das <b>Mostras Competitivas de Curtas-Metragens Nacionais </b>e<b> Pernambucanos</b> <wbr />serão julgados em dez categorias: Melhor filme, direção, roteiro, fotografia, montagem, edição de som, trilha sonora, direção de arte, ator e atriz. Os vencedores de cada categoria serão contemplados com o Troféu Calunga de Ouro.</p>
<p>Além da premiação oficial, o Canal Brasil oferece o <b>Prêmio Canal Brasil de Curtas</b>, que tem como objetivo estimular a nova geração de cineastas, contemplando os vencedores na categoria curta-metragem dos mais representativos festivais de cinema do país. Um júri convidado pelo Canal Brasil e composto por jornalistas especializados em cinema escolhe o melhor curta da Mostra Nacional em competição que recebe o troféu Canal Brasil e um prêmio no valor de R$ 15 mil.</p>
<p>A Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema também reunirá um time de críticos para eleger o melhor filme de cada uma das três categorias no prêmio <b>Júri da Crítica</b>.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sobre o Canal Brasil: </span></b><br />
O Canal Brasil é, hoje, o canal responsável pela maior parte das parcerias entre TV e cinema do país e um dos maiores do mundo, com 322 longas-metragens coproduzidos só nos últimos 10 anos. No ar há duas décadas, apresenta uma programação composta por muitos discursos, que se traduzem em filmes dos mais importantes cineastas brasileiros, e de várias fases do nosso cinema, além de programas de entrevista e séries de ficção e documentais. O que pauta o canal é a diversidade e a palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.</p>
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