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	<title>Portal Cultura PE &#187; #PlataformaFIG</title>
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		<title>Plataforma FIG estreia com debate sobre festivais de música</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Nem só de shows é feita a programação musical do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. A tarde de ontem foi marcada pela estreia da Plataforma FIG como uma nova ação do evento para fomentar o mercado da música, promovendo palestras, debates, encontros e apresentando novos mecanismos que possam auxiliar o cenário. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51668" aria-labelledby="figcaption_attachment_51668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155747526_0c01361f70_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51668" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155747526_0c01361f70_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Melina Hickson, Antonio Gutierrez, Jarmeson Lima e Paulo André integraram a mesa de debate</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p>Nem só de shows é feita a programação musical do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. A tarde de ontem foi marcada pela estreia da Plataforma FIG como uma nova ação do evento para fomentar o mercado da música, promovendo palestras, debates, encontros e apresentando novos mecanismos que possam auxiliar o cenário. A mesa &#8220;A importância de festivais pernambucanos na cena independente da música nacional&#8221; foi a responsável pela abertura da nova iniciativa, que aconteceu no auditório do hotel Garanhuns Palace.</p>
<p>O bate-papo contou com a participação de produtores dos principais festivais de música do estado, sendo eles Antônio &#8220;Gutie&#8221; Gutierrez, do festival Rec-Beat, Jarmeson Lima,  do festival Coquetel Molotov, e Paulo André, do Abril Pro Rock, que tiveram a conversa mediada pela produtora Melina Hickson, do Porto Musical. &#8220;Esses encontros são sem dúvidas uma forma de amplificar as ações de um festival. Quando a gente tem um espaço de conversa como esse nos festivais, fica mais simples para as pessoas trocarem ideias e surge mais possibilidades do network acontecer&#8221;, comentou Melina, ao iniciar a mesa, que discutiu a atuação dos festivais como palco principal para formação de público e circulação de artistas.</p>
<div id="attachment_51669" aria-labelledby="figcaption_attachment_51669" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35392525693_7459bfef08_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51669" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35392525693_7459bfef08_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público pode tirar dúvidas e trocar ideias com os produtores</p></div>
<p>&#8220;Tanto o Rec-Beat, quanto Abril, começou em um momento que havia um mercado fonográfico forte e aí os olheiros das gravadoras vinham para descobrir novas bandas, mas hoje é diferente. Com o fim desse mercado, os festivais tem assumido esse lugar das gravadoras de revelar as coisas. O público vai já sabendo que vai encontrar bandas que dificilmente conheceria fora dali, por isso os programadores de festivais têm sido convidados muito mais do que antes&#8221;, observou Gutie, sobre a importância atual dos festivais para a consolidação da carreira de novos artistas.</p>
<p>Em atividade com o festival No Ar Coquetel Molotov há 14 anos, Jarmeson destacou que é preciso ir além dos caminhos tradicionais. &#8220;A cada ano aparece uma infinidade de bloggers que se inscrevem para cobrir o festival e atingem um público específico, daí você vai descobrindo uma série de microuniversos que não tem mais espaço na mídia tradicional. O olheiro é próprio público agora, as bandas tem que pesquisar as possibilidades de chegar nele&#8221;, opinou ele, ao defender que não é viável aguardar convites somente. &#8220;Se antes era preciso empreendedorismo, hoje é preciso três vezes mais dos produtores e das bandas também. As bandas tem que viajar para outras cidades por conta própria até para passar temporadas a partir de uma data base de algum festival para o qual elas possam se oferecer&#8221;, concordou Paulo André, afirmando que a iniciativa de integrar uma programação pode partir dos dois lados.</p>
<div id="attachment_51670" aria-labelledby="figcaption_attachment_51670" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155762816_1af2067983_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51670" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155762816_1af2067983_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Souto abriu a conversa destacando as ações do Estado destinadas à música</p></div>
<p>O debate também contou com a presença de Márcia Souto, presidente da Fundarpe, que destacou que a Plataforma FIG é mais uma ação dentro de um conjunto de iniciativas voltadas para a música neste e nos próximos anos, com destaque para o 1º edital do Funcultura específico para a área. &#8220;Criamos recentemente o patamar de R$ 36 milhões para o Funcultura e o Mecenato, além do edital específico de música, que é um avanço muito grande em vários sentidos para se pensar quais são as linhas de acesso para alavancar a música do nosso estado&#8221;, disse ela. Logo após a mesa, a Plataforma reunião artistas e produtores para a apresentação do startup &#8220;Musicle&#8221;, que promete facilitar a negociação entre contratantes e bandas. &#8220;Propomos uma maneira muito simples de achar o artista. Quando o contratante procurar um perfil de atração, as bandas que se encaixarem serão encaminhadas para negociação&#8221;, resumiu um dos sócios Allison Lima.</p>
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