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	<title>Portal Cultura PE &#187; PNAB</title>
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		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<title>&#8220;Da Próxima Vez, o Fogo!&#8221;: Laos estreia exposição com ilustrações em bico de pena sobre identidade, cultura e memória afro-brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122633" aria-labelledby="figcaption_attachment_122633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena..jpg"><img class="size-medium wp-image-122633" alt="Foto: Thiago das Mercês/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena.-607x482.jpg" width="607" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thiago das Mercês/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além de parceria com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Cais do Sertão, a mostra entra em cartaz na galeria Espaço Cactus, no térreo do museu, no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 16h às 19h, e permanece no local até 15 de março deste ano. Durante a abertura, o próprio autor realiza uma visita guiada para o público, às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">As obras autorais de arte da exposição trazem como referência o imaginário ancestral afro-brasileiro, mostrando a identidade negra, preservando memórias coletivas e destacando suas riquezas enquanto povo. A curadoria é assinada pela produtora cultural pernambucana Isabela Reis, com produção e comunicação da Afinco Produções. Praticamente todas as obras são em preto e branco. Do total delas, três têm um fundo aquarelado.</p>
<p dir="ltr">“Inspirada no livro ‘Da Próxima Vez, O Fogo’ (1963), de James Baldwin, a exposição também é pensada como gesto de reconexão e afirmação cultural, sobretudo porque as obras surgem de vivências pessoais de um homem negro periférico. Coletivamente, são símbolos, rostos e ritos que atravessam o tempo e o corpo”, declara Laos, que realiza a primeira exposição da carreira.</p>
<p dir="ltr">Vale dizer que a mostra fica aberta para visitação durante quase dois meses, nos horários e dias de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira); 13h às 18h (sábado e domingo); e toda última quinta-feira do mês as atividades são estendidas das 10h às 20h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p dir="ltr">Laércio Eduardo Nascimento, popularmente conhecido como Laos, também é ilustrador, tatuador e artesão. A sua arte pernambucana é feita a mão. Ao mesmo tempo, esse saber é um repasse do seu pai, que é sapateiro. Além do fato de aprender com a própria família, compartilhadora de conhecimento, experimenta técnicas manuais de desenho e dialoga com a tecnologia e suas mudanças e adaptações.</p>
<p dir="ltr">Laos destaca a pulsação poética e política da exposição, ampliando o sentido de liberdade e resistência presente nos traços. Essa vibração tem relação com o gênero musical jazz. &#8220;Pharoah Sanders (saxofonista), Alice Coltrane (pianista), John Coltrane (saxofonista e compositor) e os diálogos com a musicalidade de matriz afro-diaspórica são inspirações para o processo criativo do fazer das obras”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">As obras e produções artístico-culturais da autoria do recifense Laos reúnem ancestralidade, materialidade do corpo e resistência cultural como estudo e pautas principais, entre ilustração, pintura, gravura, instalações e colaborações no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”</strong></p>
<p dir="ltr">Abertura: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira), das 16h às 19h</p>
<p dir="ltr">Em cartaz: até 15 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Local: galeria Espaço Cactus (térreo do Cais do Sertão &#8211; endereço: Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Armazém 10)</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira);</p>
<p dir="ltr">13h às 18h (sábado e domingo); toda última quinta-feira do mês o horário é estendido das 10h às 20h.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco inicia ações da Busca Ativa do Ciclo 2 da PNAB</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-inicia-acoes-da-busca-ativa-do-ciclo-2-da-pnab/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 17:07:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, iniciou as ações da Busca Ativa do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) com balcões de atendimento, visitas presenciais agendadas e oficinas presenciais e on-line. O objetivo é apoiar os fazedores de cultura em todo o percurso dos editais, desde o cadastro no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122609" aria-labelledby="figcaption_attachment_122609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Busca-Ativa.-Fotos-divulgação-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122609" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Busca-Ativa.-Fotos-divulgação-4-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Busca Ativa</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, iniciou as ações da Busca Ativa do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) com balcões de atendimento, visitas presenciais agendadas e oficinas presenciais e on-line. O objetivo é apoiar os fazedores de cultura em todo o percurso dos editais, desde o cadastro no Mapa Cultural de Pernambuco até as etapas de execução e prestação de contas. As equipes oferecem orientação para leitura dos editais, organização de portfólios, compreensão dos critérios de seleção, formatação de projetos e submissão das propostas na plataforma.</p>
<p>Os balcões de atendimento funcionam das 9h às 19h, com atendimento presencial das 9h às 17h e atendimento online, via WhatsApp (81) 98566-5483, das 17h às 19h. Nesse período, os proponentes podem tirar dúvidas sobre os editais, receber apoio para cadastro e atualização de dados no Mapa Cultural e obter informações gerais sobre o Ciclo 2 da PNAB em Pernambuco. A iniciativa aproxima o atendimento das comunidades culturais, prioriza públicos com maior barreira de acesso digital e assegura acessibilidade com intérprete de Libras e realização em espaços acessíveis.</p>
<p>“A Busca Ativa do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a democratização do acesso às políticas culturais. Estamos indo aos territórios, fortalecendo o diálogo direto com os fazedores e fazedoras de cultura e garantindo que ninguém fique de fora por dificuldades técnicas, de informação ou de acesso digital”, <b>ressalta a secretária de Cultura do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula.</b></p>
<p>Os balcões estarão ativos de 5 a 23 de janeiro em diferentes regiões do Estado, contemplando a Região Metropolitana, Mata Norte, Mata Sul, Agreste Setentrional, Agreste Central, Agreste Meridional, Sertão do Pajeú, Sertão do Araripe, Sertão do Moxotó e Sertão do São Francisco. Além do atendimento individual, a Busca Ativa articula visitas presenciais em centros culturais, grupos e coletivos, fortalecendo a circulação de informações e o diálogo com os territórios.</p>
<p>As oficinas da Busca Ativa começam no dia 16 de janeiro, com inscrições abertas pelo site buscaativape.com.br. As atividades serão realizadas presencialmente em 15 municípios, com transmissão on-line, para orientar proponentes em todas as etapas dos editais da PNAB, com foco na qualificação das propostas e na correta utilização das ferramentas digitais.</p>
<p>A orientação é que os proponentes consultem sempre o cronograma por região antes de qualquer deslocamento, pois todas as datas e horários de atendimento estão sujeitos a alterações e devem ser confirmados no site. Todas as agendas divulgadas são abertas a quem quiser participar, independentemente do município de origem. Quem ainda não possui cadastro no Mapa Cultural poderá realizá-lo diretamente nos balcões, com apoio técnico no local. Mais informações e calendário completo estão disponíveis em <a href="http://buscaativape.com.br/">buscaativape.com.br</a></p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
Busca Ativa PNAB &#8211; Ciclo 2 em Pernambuco<br />
Período de funcionamento dos balcões:</b> 5 a 23 de janeiro<br />
Horário: 9h às 19h<br />
<b>Atendimento presencial:</b> 9h às 17h<br />
<b>Atendimento on-line (WhatsApp): </b>17h às 19h &#8211; (81) 98566-5483<br />
<b>Regiões atendidas:</b> Região Metropolitana, Mata Norte, Mata Sul, Agreste Setentrional, Agreste Central, Agreste Meridional, Sertão do Pajeú, Sertão do Araripe, Sertão do Moxotó e Sertão do São Francisco<br />
<b>Acessibilidade:</b> intérprete de Libras e realização em espaços acessíveis<br />
<b>Documentos úteis:</b> documento com foto, CPF, comprovante de residência, portfólio em PDF ou links públicos, dados bancários do proponente, quando aplicável<br />
Canais oficiais, inscrições para oficinas e informações sobre o calendário completo estão disponíveis em <b>buscaativape.com.br.</b></p>
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		<title>Segunda Sambada de Cavalo Marinho da Capital acontece no Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/segunda-sambada-de-cavalo-marinho-da-capital-acontece-no-dia-27-de-dezembro-no-cais-do-sertao/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Sambada]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade à celebração da cultura popular pernambucana, o Cais do Sertão, no Recife, recebe no próximo sábado, 27 de dezembro, a 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital, a partir das 20h. O encontro será conduzido pelo tradicional Cavalo Marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE), reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à celebração da cultura popular pernambucana, o Cais do Sertão, no Recife, recebe no próximo sábado, 27 de dezembro, a 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital, a partir das 20h. O encontro será conduzido pelo tradicional Cavalo Marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE), reconhecido como Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, sob a condução do Mestre Agnaldo. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo Federal, através da Política Nacional Aldir Blanc.</p>
<p>A sambada é uma manifestação cultural genuína da Zona da Mata Norte de Pernambuco, reunindo música, poesia, teatro e dança em um ritual coletivo que atravessa a noite, do anoitecer ao amanhecer, respeitando o tempo próprio da brincadeira e suas expressões corporais, simbólicas e cotidianas.</p>
<p>Nesta segunda edição, o projeto presta homenagem ao Mestre Biu Alexandre, referência fundamental na preservação, transmissão e fortalecimento do cavalo marinho e da cultura popular pernambucana, reconhecendo sua trajetória e contribuição para a continuidade desse folguedo tradicional.</p>
<p>Além da sambada noturna, o projeto realiza a Oficina de Cavalo Marinho, conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro, no dia 26 de dezembro (sexta-feira), também no Cais do Sertão. A atividade é gratuita, aberta ao público e propõe uma vivência prática nas linguagens que compõem o cavalo marinho — música, dança, teatro e poesia.</p>
<p>A oficina será dividida em dois turnos:<br />
● Tarde, das 14h às 17h, contando com intérprete de Libras;</p>
<p>● Noite, das 18h às 21h.</p>
<p>No que se refere à acessibilidade, a produção do evento garante acessibilidade arquitetônica no espaço e ações específicas para acolhimento do público PcD. Durante a sambada, haverá profissional da produção dedicado ao atendimento de pessoas com deficiência, além de cadeiras reservadas, assegurando maior conforto e participação do público.</p>
<p>A 2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, a valorização da cultura popular e o fortalecimento das tradições que integram a identidade cultural de Pernambuco.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
2ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital<br />
Com o Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado–PE)<br />
Data: Sábado, 27 de dezembro de 2025<br />
Horário: A partir das 20h<br />
Local: Cais do Sertão – Recife<br />
Evento gratuito<br />
Acessibilidade – Sambada:<br />
– Acessibilidade arquitetônica<br />
– Produção dedicada ao acolhimento de pessoas com deficiência (PcD)<br />
– Cadeiras reservadas para o público PcD</p>
<p>Oficina de Cavalo Marinho<br />
Música • Dança • Teatro • Poesia<br />
Com o Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado–PE)<br />
Data: Sexta-feira, 26 de dezembro de 2025<br />
Local: Cais do Sertão – Recife<br />
Atividade gratuita | Público livre<br />
Horários:<br />
– Tarde: 14h às 17h (com intérprete de Libras)<br />
– Noite: 18h às 21h<br />
Acessibilidade – Oficina:<br />
– Intérprete de Libras apenas na oficina da tarde<br />
– Acessibilidade arquitetônica no espaço</p>
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		<title>4ª TEIA Estadual sedia Fórum Estadual de Pontos de Cultura e avança na construção coletiva das políticas de Cultura Viva em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 14:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sexta-feira (12) marcou um dia decisivo na programação da TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, realizada em Gravatá pelo Governo do Estado, por meio Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC). Pela manhã, o encontro deu início ao Fórum Estadual de Pontos de Cultura, reunindo agentes culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122193" aria-labelledby="figcaption_attachment_122193" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54979888868_0068335327_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-122193" alt="Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54979888868_0068335327_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Dani Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p>A sexta-feira (12) marcou um dia decisivo na programação da TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, realizada em Gravatá pelo Governo do Estado, por meio Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em parceria com o Ministério da Cultura (MinC). Pela manhã, o encontro deu início ao Fórum Estadual de Pontos de Cultura, reunindo agentes culturais de todo o estado para uma ampla agenda de diálogo, alinhamento e construção coletiva.</p>
<p>A primeira ação do Fórum foi a leitura, discussão e aprovação do Regimento Interno, consolidando bases comuns para o fortalecimento da articulação entre Pontos e Pontões de Cultura. O debate reafirmou os objetivos centrais do espaço, como promover a organização das redes estaduais e temáticas, ampliar ações transversais em rede e enfrentar os desafios da gestão compartilhada entre Estado e sociedade civil. Também foram reiterados o acompanhamento da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), o fortalecimento da rede de Pontões e o avanço em marcos legais da Política de Cultura Viva, fundamentais para garantir a cultura como direito e ampliar o protagonismo da sociedade.</p>
<p>Ainda durante a manhã, foram abertas as inscrições para candidaturas à Comissão Estadual de Pontos de Cultura, além das inscrições para delegados(as) da TEIA Nacional e para representantes do Colegiado dos Pontos de Cultura, garantindo participação democrática nos espaços decisórios da política cultural.</p>
<p>No período da tarde, a construção colaborativa ganhou força com a formação dos Grupos de Trabalho (GTs), organizados em salas temáticas que reuniram uma ampla diversidade de frentes culturais: intercâmbios e residências artístico-culturais; cultura digital, comunicação e mídia livre; educação e formação cultural; culturas populares e tradicionais; cultura, diversidade e direitos humanos; economia criativa e solidária; culturas para a infância, adolescência e juventudes; cultura e saúde; cultura e meio ambiente, entre outras rodas estratégicas. Esses encontros deram suporte à elaboração de propostas para a TEIA Nacional e para o Plano Estadual Setorial da Cultura Viva, integrando também os eixos nacionais, entre eles “Cultura Viva pela Justiça Climática”; Plano Nacional de Cultura Viva para os próximos 10 anos; Governança da Política Nacional de Cultura Viva; Cultura Viva, Trabalho e Sustentabilidade da Criação Artística.</p>
<p>Para a gerente de Políticas Culturais da Secult-PE, Wanessa Santos, o Fórum reafirma o protagonismo dos Pontos de Cultura na construção das políticas públicas. “Foi um momento de discussão e diálogo na TEIA, com todos os ponteiros e ponteiras dos Pontos de Cultura do Cultura Viva, trazendo o protagonismo para estes agentes culturais, que discutem propostas prioritárias para a construção do Plano Estadual Setorial da Cultura Viva”, destacou.</p>
<div id="attachment_122194" aria-labelledby="figcaption_attachment_122194" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54979762775_f8d6e04310_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-122194" alt="No período da tarde, a construção colaborativa ganhou força com a formação dos Grupos de Trabalho (GTs), organizados em salas temáticas que reuniram uma ampla diversidade de frentes culturais. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54979762775_f8d6e04310_k-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">No período da tarde, a construção colaborativa ganhou força com a formação dos Grupos de Trabalho (GTs), organizados em salas temáticas que reuniram uma ampla diversidade de frentes culturais.</p></div>
<p>A programação do dia incluiu ainda o Encontro Estadual de Gestores da Cultura Viva, que avançou na criação da Rede Estadual de Gestores, e os Encontros Regionais da Rede Cultura Viva PE com os Pontões de Cultura, dedicados à formação das Redes Macrorregionais nas quatro regiões do estado: Região Metropolitana do Recife (RMR), Agreste, Zona da Mata e Sertão.</p>
<p>De acordo com o mestre da cultura popular Roberto Gercino, do Ponto de Cultura Boi Tira-Teima e Patrimônio Vivo de Pernambuco, o de Fórum representa um espaço essencial de construção coletiva. “Estamos aproveitando essa oportunidade de podermos, nesse espaço democrático de direito, debatermos políticas públicas, construirmos aquilo que é essencial e que nós precisamos. É o momento de construir projetos, levarmos para a Nacional e buscarmos aquilo de melhor para todos nós, agentes culturais de Pernambuco”, afirmou.</p>
<p>Encerrando a noite, o público prestigiou a apresentação de um dos Pontos de Cultura do estado, o Samba de Véio da Ilha do Massangano, do Sertão, além da programação audiovisual do Cine TEIA PE, reafirmando a diversidade e a força da cultura popular pernambucana.</p>
<p><strong>Sobre a TEIA –</strong> Reconhecida como um momento fundamental de articulação das redes culturais, a TEIA reúne fazedoras e fazedores de cultura de todas as regiões de Pernambuco, promovendo a troca de experiências, o fortalecimento das ações comunitárias e a reafirmação da potência transformadora da Cultura Viva. Hoje, centenas de Pontos de Cultura atuam em territórios urbanos, rurais, quilombolas, indígenas, periféricos e comunitários em Pernambuco. No Brasil, são mais de 4 mil iniciativas que desenvolvem ações de impacto social, educativo e cultural em seus contextos.</p>
<p>A TEIA Estadual integra o processo histórico de encontros que, desde 2006, impulsionam a atuação em rede dos Pontos de Cultura no País. Nacionalmente, já foram realizadas cinco edições: São Paulo (2006), Belo Horizonte (2007), Brasília (2008), Fortaleza (2010) e Natal (2014). Em todas elas, as TEIAS Estaduais cumpriram papel essencial na mobilização da sociedade civil e na construção de propostas estratégicas para o fortalecimento da Cultura Viva.</p>
<p>Nesta edição em Gravatá, a programação reúne mesas temáticas, painéis, rodas de conversa, oficinas, intercâmbios e momentos de celebração, além do Fórum Estadual dos Pontos de Cultura, espaço deliberativo que orienta os rumos das políticas setoriais. Em 2025, temas como justiça climática, cultura de base comunitária, acessibilidade, formação cultural, economia criativa e solidária, direitos humanos, juventudes e sustentabilidade atravessam o encontro, reafirmando seu caráter plural, diverso e democrático.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco abre 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura com mesa institucional, lançamento de editais e presença de agentes culturais de todo o estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-abre-4a-teia-estadual-dos-pontos-de-cultura-com-mesa-institucional-lancamento-de-editais-e-presenca-de-agentes-culturais-de-todo-o-estado/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 11:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco abriu, na tarde desta quarta-feira (10), a 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, um dos mais importantes espaços de diálogo, escuta ativa e construção coletiva das políticas culturais do Programa Cultura Viva. Sob a marca da cooperação institucional entre o Estado, o Governo Federal e a sociedade civil organizada, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122139" aria-labelledby="figcaption_attachment_122139" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-10-at-21.35.431.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122139" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-10-at-21.35.431-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco abriu, na tarde desta quarta-feira (10), a 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, um dos mais importantes espaços de diálogo, escuta ativa e construção coletiva das políticas culturais do Programa Cultura Viva. Sob a marca da cooperação institucional entre o Estado, o Governo Federal e a sociedade civil organizada, o evento é fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e o Ministério da Cultura (MinC). O encontro segue até o próximo dia 13 deste mês, no Hotel Canariu’s, em Gravatá, reunindo agentes culturais de todo o estado.</p>
<p>A abertura contou com apresentações do Galpão das Artes, da Escola de Circo do Recife e do Maracatu Mosca de Fogo, celebrando a potência da cultura de base comunitária pernambucana. O evento registrou a presença da governadora Raquel Lyra, que destacou a força simbólica e identitária da cultura do estado. “Somos o povo pernambucano. Para muitos, chamamos de ‘país de Pernambuco’. Para quem entende de perto quem somos, somos um país de verdade, porque é na força da nossa cultura, da nossa história e das nossas tradições que somos enxergados de maneira diferente por qualquer povo no Brasil e no mundo. Vocês, fazedores e fazedoras de cultura de Pernambuco, nos representam”, destacou.</p>
<p>Também esteve presente a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, que reforçou a parceria entre o Governo Federal e o Governo de Pernambuco na expansão da política Cultura Viva. “Estamos muito felizes com o trabalho da governadora Raquel Lyra, com o trabalho de Cacau de Paula, fazendo o Cultura Viva acontecer em todo o estado. Já são mais de 530 Pontos de Cultura em Pernambuco; estamos em 129 dos 184 municípios, e a proposta é que esses direitos culturais sejam acessíveis em todos eles. É um estado rico de cultura popular e tradicional, e queremos ver esses direitos reconhecidos em cada município”, ressaltou a secretária.</p>
<p>A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, reforçou o compromisso do Estado com a consolidação da política Cultura Viva e com o protagonismo das comunidades culturais: “A Cultura Viva é uma política de Estado, e o Governo de Pernambuco está profundamente comprometido com sua consolidação, continuidade e fortalecimento. Ao reunirmos fazedores e fazedoras de cultura de todas as regiões, reafirmamos nossa crença no protagonismo das comunidades, na potência das redes e na força de quem transforma a cultura em instrumento de inclusão, memória e resistência.”</p>
<div id="attachment_122140" aria-labelledby="figcaption_attachment_122140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-tela-2025-12-11-082555.png"><img class="size-medium wp-image-122140" alt="Sob a marca da cooperação institucional entre o Estado, o Governo Federal e a sociedade civil organizada, o evento é fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e o Ministério da Cultura (MinC). I Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Captura-de-tela-2025-12-11-082555-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sob a marca da cooperação institucional entre o Estado, o Governo Federal e a sociedade civil organizada, o evento é fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e o Ministério da Cultura (MinC). I Foto: Dani Pedrosa/Secult-PE</p></div>
<p>Integraram ainda a mesa de abertura o diretor do Sistema Nacional de Cultura do MinC, Júnior Afro; o diretor de Promoção das Culturas Populares da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Tião Soares; a secretária Executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves; a secretária Executiva de Gestão da Secult-PE, Ana Paula Jardim; o prefeito de Gravatá, Joselito Gomes; o representante do Conselho Estadual de Política Cultural, Rafael Farias; além de lideranças dos Pontos e Pontões de Cultura, como Chiquinho de Assis, Mãe Beth de Oxum e Cleonice Maria.</p>
<p><em><strong>Lançamento de editais</strong></em></p>
<p>A abertura da TEIA também foi marcada pelo lançamento dos editais Multilinguagem e de Premiação para Manifestações Tradicionais do Ciclo Junino, que integram o Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Os anúncios reforçaram o compromisso do Estado com o fomento cultural, destinando mais de R$ 19,5 milhões para ações de criação, circulação, difusão e reconhecimento de grupos tradicionais, fortalecendo o ecossistema cultural pernambucano e ampliando o alcance das políticas públicas voltadas às comunidades e tradições locais.</p>
<p>A programação da TEIA segue nos próximos dias reunindo mesas temáticas, painéis, rodas de conversa, oficinas, intercâmbios e momentos de celebração, além da realização do Fórum Estadual dos Pontos de Cultura, instância deliberativa que orienta os rumos das políticas setoriais no estado. Este ano, temas como justiça climática, cultura de base comunitária, acessibilidade, formação cultural, economia criativa e solidária, direitos humanos, juventudes e sustentabilidade orientam os debates, reafirmando o caráter plural, diverso e democrático da iniciativa.</p>
<p><strong>Sobre a TEIA –</strong> Reconhecida como um momento fundamental de articulação das redes culturais, a TEIA reúne fazedoras e fazedores de cultura de todas as regiões de Pernambuco, promovendo a troca de experiências, o fortalecimento das ações comunitárias e a reafirmação da potência transformadora da Cultura Viva. Hoje, mais de 150 Pontos de Cultura atuam em territórios urbanos, rurais, quilombolas, indígenas, periféricos e comunitários em Pernambuco. No Brasil, são mais de 4 mil iniciativas que desenvolvem ações de impacto social, educativo e cultural em seus contextos.</p>
<p>A TEIA Estadual integra o processo histórico de encontros que, desde 2006, impulsionam a atuação em rede dos Pontos de Cultura no País. Nacionalmente, já foram realizadas cinco edições: São Paulo (2006), Belo Horizonte (2007), Brasília (2008), Fortaleza (2010) e Natal (2014). Em todas elas, as TEIAS Estaduais cumpriram papel essencial na mobilização da sociedade civil e na construção de propostas estratégicas para o fortalecimento da Cultura Viva.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança dois editais do Ciclo 2 da PNAB durante a 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 01:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A abertura da 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, na tarde desta quarta-feira (10/12), em Gravatá, Agreste de Pernambuco, foi marcada pelo lançamento de dois importantes editais do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB): o Edital Chamamento Público n° 18/2025 Multilinguagem e o Edital de Premiação para Manifestações Tradicionais das Culturas Populares [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A abertura da 4ª TEIA Estadual dos Pontos de Cultura, na tarde desta quarta-feira (10/12), em Gravatá, Agreste de Pernambuco, foi marcada pelo lançamento de dois importantes editais do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB): o Edital Chamamento Público n° 18/2025 Multilinguagem e o Edital de Premiação para Manifestações Tradicionais das Culturas Populares do Ciclo Junino do Estado de Pernambuco. A secretária de Cultura do Estado, Cacau de Paula, anunciou o lançamento dos editais para centenas de fazedoras e fazedores de cultura que marcam presença no primeiro dia do evento, que segue até o sábado (13/12), no Hotel Canarius, consolidando-se como um dos mais importantes espaços de diálogo, escuta ativa e construção coletiva das políticas culturais do Programa Cultura Viva no Estado. Os dois editais lançados já podem ser conferidos no Mapa Cultural de Pernambuco e no portal Cultura PE.</p>
<p>O edital de Multilinguagem irá selecionar propostas para a realização de ações de fruição artístico-culturais individuais e/ou coletivas, de modo exclusivo ou em complemento a outras formas de financiamento, fomentando ações de criação, circulação, difusão, exposições, produção, publicações, performance, pesquisas, vivências criativas, feiras e rodadas de negócios. As propostas inscritas devem estar vinculadas a segmentos artístico-culturais nas áreas de: Audiovisual, Artesanato, Artes Circenses, Artes Visuais, Cultura Popular e Tradicional, Cultura LGBTQIAPN+, Cultura Periférica, Dança, Design, e Moda, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Música, Teateo e Ópera, Patrimônio. Serão selecionadas 370 propostas culturais, cada uma será contemplada no valor únio de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). Para o audiovisual, as propostas serão contempladas cada uma com o valor 100.000,00 (cem mil reais). Totalizando um valor de R$ 19.500.000,00.</p>
<p>Já o edital de Premiação para Manifestações Tradicionais das Culturas Populares do Ciclo Junino do Estado de Pernambuco irá selecionar propostas de Premiações Culturais, dividido em cinco categorias, sendo elas I Quadrilhas juninas; II Bacamartes e Pífanos; III Grupos de Cocos; IV Trio de Forró Pé de Serra, Baião, Xaxado, Xote; V Forró de Rabeca, Aboios, Cavalgadas, entre outras manifestações tradicionais das culturas juninas não descritas. As propostas contempladas serão agremiações, grupos ou coletivos artísticos, com ou sem personalidade jurídica, que atuem na salvaguarda, difusão e transmissão das Culturas Populares de Pernambuco da tradição junina, reconhecendo sua relevante contribuição para o Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. Serão selecionadas cem propostas culturais, cada uma receberá uma premiação única de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).</p>
<p><strong>Sobre a TEIA</strong> &#8211; Reconhecida como um momento fundamental de articulação das redes culturais, a TEIA reúne fazedoras e fazedores de cultura de todas as regiões de Pernambuco, promovendo a troca de experiências, o fortalecimento das ações comunitárias e a reafirmação da potência transformadora da Cultura Viva. Hoje, mais de 150 Pontos de Cultura atuam em territórios urbanos, rurais, quilombolas, indígenas, periféricos e comunitários em Pernambuco. No Brasil, são mais de 4 mil iniciativas que desenvolvem ações de impacto social, educativo e cultural em seus contextos.</p>
<p>A TEIA Estadual integra o processo histórico de encontros que, desde 2006, impulsionam a atuação em rede dos Pontos de Cultura no País. Nacionalmente, já foram realizadas cinco edições: São Paulo (2006), Belo Horizonte (2007), Brasília (2008), Fortaleza (2010) e Natal (2014). Em todas elas, as TEIAS Estaduais cumpriram papel essencial na mobilização da sociedade civil e na construção de propostas estratégicas para o fortalecimento da Cultura Viva.</p>
<p>Nesta edição em Gravatá, a programação reúne mesas temáticas, painéis, rodas de conversa, oficinas, intercâmbios e momentos de celebração, além do Fórum Estadual dos Pontos de Cultura, espaço deliberativo que orienta os rumos das políticas setoriais. Em 2025, temas como justiça climática, cultura de base comunitária, acessibilidade, formação cultural, economia criativa e solidária, direitos humanos, juventudes e sustentabilidade atravessam o encontro, reafirmando seu caráter plural, diverso e democrático. Em 2026, será realizada a edição nacional, no Espírito Santo. Pernambuco estará presente com uma delegação.</p>
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		<item>
		<title>Secult lança Edital 2 — Premiação para Manifestações Tradicionais do Ciclo Junino de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-lanca-edital-2-premiacao-para-manifestacoes-tradicionais-do-ciclo-junino-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 00:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança nesta quarta-feira (10/12) o Edital 2 — Premiação para Manifestações Tradicionais do Ciclo Junino de Pernambuco, com intuito de selecionar e premiar propostas de manifestações tradicionais das culturas populares juninas, valorizando agremiações, grupos ou coletivos — com ou sem personalidade jurídica — que atuam na salvaguarda, difusão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Card_Junino-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-122031" alt="Card_Junino (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Card_Junino-1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança nesta quarta-feira (10/12) o <strong>Edital 2 — Premiação para Manifestações Tradicionais do Ciclo Junino de Pernambuco</strong>, com intuito de selecionar e premiar propostas de manifestações tradicionais das culturas populares juninas, valorizando agremiações, grupos ou coletivos — com ou sem personalidade jurídica — que atuam na salvaguarda, difusão e transmissão das tradições do ciclo junino, reconhecendo sua importância para o Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, nas seguintes categorias: quadrilhas juninas, bacamarteiros e pífanos, grupos de coco, trios de forró pé de serra (baião, xaxado, xote) e outras manifestações tradicionais do ciclo junino.</p>
<p>As inscrições para o edital vão de 17 de dezembro a 05 de janeiro de 2026, exclusivamente no Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br). Os resultados finais  serão divulgados em 07 de julho de 2026.</p>
<p>Confira <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/edital-17-2025-premiacao-ciclo-junino-politica-nacional-aldir-blanc1.pdf">aqui o edital. </a></p>
<p>Confia aqui todos os<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-17-2025-de-chamamento-publico-de-premiacao-para-manifestacoes-tradicionais-das-culturas-populares-do-ciclo-junino-do-estado-de-pernambuco/"> anexos.</a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-17-2025-de-chamamento-publico-de-premiacao-para-manifestacoes-tradicionais-das-culturas-populares-do-ciclo-junino-do-estado-de-pernambuco/"> </a></p>
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		<title>Nexto leva performance sobre salário mínimo e custo de vida para feiras do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:09:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta quinta-feira (4), o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) circulará pelo Agreste pernambucano com a performance Grande Prêmio Brazil, passando por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru. A ação será realizada nas principais feiras dessas cidades, que presenciarão uma corrida disputada entre o Salário Mínimo e o Custo de Vida enquanto personagens corredores pelas ruas e vielas do comércio local, promovendo reflexões sobre desigualdades sociais em um país que sempre encontra momentos em que o salário mínimo não consegue acompanhar o custo de vida. O Projeto conta com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB-PE), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Governo de Pernambuco e Governo Federal.</p>
<p>A performance foi idealizada por Andréa Veruska e Wagner Montenegro, fundadores do Nexto, inspirada em uma cena da peça “Revolução na América do Sul”, de Augusto Boal, grande idealizador do método Teatro do Oprimido, que carrega em sua essência o caráter de transformação social das artes cênicas, com influências de nomes como Paulo Freire e Bertolt Brecht. Andréa vive o Custo de Vida, disparando em velocidade pelas ruas, enquanto Wagner é o Salário Mínimo, que caminha em marcha atlética tentando alcançar seu oponente, com a população das ruas e feiras como principal público.</p>
<p>“O projeto nasceu em 2022, quando a gente via na TV e nas redes sociais a inflação explodindo, os efeitos da pandemia ainda pesando no dia a dia e gente fazendo fila pra comprar osso. Diante desse cenário, lembramos da peça Revolução da América do Sul, escrita há mais de sessenta anos. A obra conta a história de José da Silva, um operário que vive correndo atrás de uma saída para fome que atinge sua família, revelando que, mesmo décadas depois, a desigualdade segue ditando quem come e quem passa fome”, explica Andréa Veruska.</p>
<p>Grande Prêmio Brazil nasceu como uma videoperformance, atualmente disponível no YouTube do grupo, em 2022, como um projeto do braço audiovisual do Nexto, linguagem artística que o núcleo também vem desenvolvendo atividades há uma década. Na época, o trabalho foi impulsionado por circunstâncias como a recessão econômica e a volta do país ao Mapa da Fome das Nações Unidas. Agora, a obra volta às ruas em um novo momento, em meio aos desafios econômicos, como as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos ligados à vida no campo e nas feiras, sem perder o fôlego artístico e reflexivo.</p>
<p>“Hoje, mesmo com o país retomando o fôlego econômico e o salário mínimo ganhando força e poder de compra, queremos tensionar as promessas de futuro e sustentabilidade e observar como a política econômica externa realmente está repercutindo nas feiras que sustentam a indústria têxtil em Pernambuco. Se há crescimento, queremos saber quem cresce e a que custo. Queremos discutir o progresso e a sobrevivência de quem está na base da cadeia econômica, afirma Wagner Montenegro.</p>
<p>O Grande Prêmio Brazil começa a circulação nesta quinta-feira (4) em Toritama, no Parque das Feiras, às 9h, e em Santa Cruz do Capibaribe, no Calçadão Miguel Arraes, às 15h. A itinerância se encerra em Caruaru na sexta-feira (5), na Feira da Sulanca, às 9h.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO</strong>: O Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto) foi fundado em 2012 pelos atores, arte-educadores e pesquisadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, ambos formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio), à época sob direção artística do Augusto Boal, fundador do método teatral sobre o qual se debruça o núcleo. Juntos realizam pesquisas, estudos e experimentações sobre o método e desenvolvem trabalhos de arte-educação, formação em Teatro do Oprimido, experimentação estética e criações artísticas em espaços sociais e culturais.</p>
<p>Siga nas redes: @nexto.pe no Instagram e @nextope no YouTube</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>GRANDE PRÊMIO BRAZIL</p>
<p>Toritama &#8211; quinta-feira (4), às 9h, no Parque das Feiras.</p>
<p>Santa Cruz do Capibaribe &#8211; quinta-feira (4), às 15h, no Calçadão Miguel Arraes. (Com tradução em Libras)</p>
<p>Caruaru &#8211; sexta-feira (5), às 9h, na Feira da Sulanca.</p>
<p>Gratuito</p>
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		<title>Pesquisa inédita revela cidade pernambucana entre as maiores concentrações de casas de culto afro-indígenas do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do “Dossiê Território Ancestral”, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121819" aria-labelledby="figcaption_attachment_121819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil.png"><img class="size-medium wp-image-121819" alt="Fotos: Território Ancestral/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Pesquisa-inédita-revela-cidade-pernambucana-entre-as-maiores-concentrações-de-casas-de-culto-afro-indígenas-do-Brasil-607x335.png" width="607" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Território Ancestral/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A cidade de Paudalho, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, acaba de ganhar visibilidade nacional e internacional, por meio da internet, com a divulgação do <strong>“Dossiê Território Ancestral”</strong>, levantamento inédito que identificou 19 casas de culto afro-indígena em funcionamento, colocando o município entre as maiores concentrações de terreiros do Brasil. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ministério da Cultura (MinC) e Governo Federal, a pesquisa – realizada por três jovens praticantes das tradições ancestrais –, reúne textos, fotos, vídeos e geolocalização em plataforma digital de acesso público.</p>
<p dir="ltr">“O projeto foi idealizado e coordenado por Jaifalerì, Babalossayn do Ylê Axé Xangô Ayrá, que nasceu e cresceu em terreiro. Ele lidera a investigação ao lado da produtora cultural Belisa Alves, filha de santo da orixá Oxum, e do fotógrafo Edgar Lira, filho de santo de Ogum. Juntos, os três assinam o estudo, que tem como proposta ser um instrumento e gesto político de afirmação identitária e enfrentamento ao racismo religioso. O trabalho conta com a gestão da Baobá Produção Cultural.</p>
<p dir="ltr">A equipe percorreu bairros urbanos, comunidades rurais e áreas de difícil acesso para registrar, com escuta e respeito, a diversidade das práticas encontradas. A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações. Esses espaços atendem moradores locais e de toda a região, formando redes espirituais que atravessam a Zona da Mata e chegam até a Região Metropolitana do Recife.</p>
<p dir="ltr">A metodologia seguiu referências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e priorizou o protagonismo das próprias lideranças religiosas. “Mapear não é invadir, é proteger”, explica Belisa Alves, responsável pela execução geral. Ela destaca que o projeto só aconteceu porque foi conduzido por pessoas que pertencem à cultura que pesquisam. “Quando praticantes realizam a escuta, há reconhecimento, confiança e troca de saberes que nenhuma pesquisa distante alcança.”</p>
<div id="attachment_121820" aria-labelledby="figcaption_attachment_121820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y.jpg"><img class="size-medium wp-image-121820" alt="A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/photo_5085066641255017853_y-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa identificou terreiros de Jurema Sagrada, Umbanda, Candomblé e casas de matriz afro-indígena, onde ritos, rezas, folhas, encantarias e tradições herdadas de povos africanos e indígenas se cruzam há gerações.</p></div>
<p dir="ltr">O fotógrafo Edgar Lira captou mais de 140 imagens oficiais, registrando lideranças, objetos rituais, espaços sagrados e cenas do cotidiano dos terreiros. Seu olhar, como filho de santo do orixá Ogum, reforça a ideia de que tecnologia e ancestralidade não se opõem, mas caminham juntas. O acervo audiovisual também integra o documentário “Território Ancestral”, que amplia o alcance da pesquisa.</p>
<p dir="ltr">Os dados foram apresentados na <em>Mostra Território Ancestral</em>, que reuniu mães e pais de santo, pesquisadores e moradores. O encontro exibiu o documentário, lançou o dossiê e projetou em telão as informações levantadas, garantindo devolutiva pública. Apesar dos convites, instituições municipais e estaduais pouco compareceram. Para a coordenação, a ausência evidencia desafios estruturais, entre eles a falta de apoio institucional e o avanço da intolerância religiosa.</p>
<p dir="ltr">Ainda assim, o projeto aponta caminhos: fortalecimento de redes, visibilidade das tradições, protagonismo dos povos de terreiro e produção de conhecimento acadêmico a partir de dentro das comunidades. “Este trabalho é continuidade”, diz Jaifalerì. “É a certeza de que as próximas gerações terão acesso à história que sempre existiu, mas que muitas vezes foi silenciada. A ancestralidade não é passado: é presente e futuro.”</p>
<p dir="ltr">Para conhecer mais detalhes sobre o território, ver os rostos das lideranças, entender as histórias, caminhar pelos espaços sagrados e mergulhar nas tradições que moldam a cidade, o dossiê completo está disponível para acesso livre no site <a href="http://territorioancestral.com.br">territorioancestral.com.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Outra forma de acessar a pesquisa é pelo perfil do projeto no <a href="instagram.com/mapeamentoancestral">@mapeamentoancestral</a>, onde são compartilhados bastidores, registros e depoimentos das casas visitadas. E, para quem prefere o audiovisual, o documentário “Território Ancestral” pode ser assistido <a href="https://www.youtube.com/@Territ%C3%B3rioAncestral">no canal do projeto no YouTube</a>, gratuitamente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre Paudalho</strong> &#8211; Município com cerca de 56 mil habitantes, está localizado a pouco mais de 40 quilômetros do Recife, em uma área histórica que se formou entre o rio Capibaribe, antigos aldeamentos indígenas e a expansão dos engenhos de cana-de-açúcar entre os séculos XVII e XIX. O nome da cidade vem do pau-de-alho, árvore nativa que exalava cheiro forte e marcava o território onde o povoado se consolidou. Antes disso, a região foi conhecida como Miritiba, aldeamento indígena administrado pelos franciscanos, mesmo local associado às origens de Felipe Camarão, liderança indígena fundamental na resistência contra os holandeses no século XVII.</p>
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