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	<title>Portal Cultura PE &#187; Poção</title>
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		<title>18º Curta Taquary divulga programação com filmes de todas as regiões do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116241" aria-labelledby="figcaption_attachment_116241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarciso Augusto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116241" alt="Tarciso Augusto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz Do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus e Toritama. Este ano o festival recebeu 947 inscrições e selecionou 82 curtas-metragens, de 16 Estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Como aconteceu nas últimas edições cada um dos filmes que foi submetido será revertido em uma muda que será plantada na região com foco no reflorestamento e na preservação do Rio Capibaribe. Também acontecem atividades de educação, conscientização ambiental e artes integradas.</p>
<p>Para o Curta Taquary, o cinema é uma ferramenta de transformação, tanto pelo deslumbramento quanto por seu caráter educativo. Há 18 edições festival vem fomentando o audiovisual brasileiro e inserindo o Agreste de Pernambuco no circuito nacional, com a promoção de diálogos entre realizadores e público, educadores e artistas de várias linguagens, como o teatro, a música e o audiovisual. Como propósito, o Curta Taquary sempre foi além da exibição de filmes: formar plateias e entender as possibilidades de diálogos da arte com a sociedade e suas várias questões estão no DNA do projeto. Por isso encontros educativos e ações ambientais acontecem durante o festival com a presença de 28 instituições de ensino, como o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), escolas públicas e privadas, faculdades, prefeituras e entidades e associações ambientais da região.</p>
<p>Mais uma vez a realização se dá em datas simbólicas: de 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) a 22 de março (Dia Mundial da Água). O empenho no cuidado com a natureza é uma constante do Curta Taquary. Para cada um dos 947 filmes inscritos será plantada uma muda de árvores nativas do Agreste contribuindo com o reflorestamento da região. Além do plantio das mudas nos afluentes e nas matas ciliares do Rio Capibaribe, a caravana Curta Taquary leva exibições dos curtas, oficina de formação audiovisual, apresentações culturais, entre outras atividades.</p>
<p>Em 2025 foram selecionados 82 curtas-metragens contemplando as cinco regiões brasileiras. São trabalhos que contemplam a diversidade da produção contemporânea com experimentações estéticas e temáticas as mais variadas possíveis. Foram escolhidos filmes de 16 Estados &#8211; e 49% deles foram dirigidos por mulheres.</p>
<p>Os filmes presentes no Curta Taquary são agrupados nas seguintes mostras competitivas: Mostra Brasil e Mostra Internacional; Mostra Pernambucana; Mostra Agreste; Mostra Por um Mundo Melhor (produções com foco na educação ambiental); Mostra Primeiros Passos (para diretores/as em seu primeiro trabalho); Mostra Dália da Serra (voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas); Mostra Diversidade (obras que abordem questões de sexualidade e de gênero, em suas mais diferentes formas e perspectivas); Mostra Curtas Fantásticos (filmes de horror, ficção científica e fantasia); Mostra Universitária (direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação); Mostra Criancine (curtas voltados para o público infanto-juvenil). Há ainda uma sessão especial com filmes fora de competição.</p>
<p>O Curta Taquary é uma realização da Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.; e com apoio cultural de Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Mistika, Prefeitura de Taquaritinga do Norte, Prefeitura de Toritama, Prefeitura de Poção, Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, Prefeitura de Jataúba e Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>18º Curta Taquary -</strong> <em>de 16 a 22 de março, nos municípios de Taquaritinga do Norte, Poção, Jataúba, Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Acesso gratuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Filmes selecionados</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA BRASIL</strong></p>
<p>A CHUVA DO CAJU | Alan Schvarsberg | Doc | 21’ | DF<br />
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS | Matheus Moura | Fic | 17’ | MG<br />
ENVELHECER COM AS ÁRVORES | Loic Ronsse e Bárbara Lissa |Doc | 16’ | MG<br />
FENDA | Lis Paim | Fic | 23’ | CE<br />
GUIA | Tarcísio Ferreira | Doc | 14’ | AL<br />
HÉLIO MELO | Leticia Rheingantz | Doc | 25’ | RJ<br />
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ | Diego Lacerda | Ani | 8’ | PE<br />
MAR DE DENTRO | Lia Letícia | Doc | 8’ | PE<br />
SAMUEL FOI TRABALHAR | Lucas Litrento e Janderson Felipe | Fic | 17’ | AL</p>
<p><strong>MOSTRA UNIVERSITÁRIA</strong></p>
<p>A CACHOEIRA DOS PÁSSAROS | Thiago Pombo | Ani | 8’47’’ | PE<br />
BAIÃO DE DOIS: MESTRE NALDINHO E MESTRA TINA NA UFPB | Renatha Aragão | Doc | 15&#8217;39’’ | PB<br />
COMO CHORAR SEM DERRETER | Giulia Butler | Fic | 15’ |RJ<br />
CONEXÃO | Julie Ketlem | Exp | 15’ | PE<br />
RAÍZES DA ILHA | Emilly Alves &amp; Nahiara Baddini | Doc | 16’44’’ | SE<br />
YARA | Gabi Tores e Ana Beatriz Benevides | Ani | 03’ | RJ</p>
<p><strong>MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS</strong></p>
<p>DIVAGAR | Lupa Silva | Ani | 5’ | RN<br />
GABIRU | Durval Cristóvão | Fic | 22’ | PE<br />
JAVYJU: BOM DIA |Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães | Fic | 25’ | SP<br />
JUPITER | Carlos Segundo | Fic | 15’ | MG<br />
RECICLOS | Diego Guerra | Ani | 15’48’’ | RJ<br />
RHEUM | Rayana França | Ani | 03’ | BA<br />
VISAGENS E VISÕES | Rod Rodrigues | Ani | 19’ | PA</p>
<p><strong>MOSTRA DÁLIA DA SERRA</strong></p>
<p>LAR, DOCE LAR | Francielli Noya e Wolmyr Alcantara | Ani | 1’30’’ | ES<br />
NIHY M´ATÔÔ FULNI-Ô | Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indigena Funi-ô | Exp | 13’ | PE<br />
OPARÁ: IMAGINÁRIOS DO SÃO FRANCISCO | Erna Barros e Ewertton Nunes | Doc | 20’ | SE<br />
QUEIMATÓRIO | Chia Beloto, Marila Cantuária, Paulo Leonardo e Alison Santos | Ani | 4’55’’ | PE<br />
YADEDWA SEETÔ | Marcos Carvalho | Fic | 12’18’’ | PE<br />
YBY KATU | Kaylany Cordeiro, Jessé Carlos, Ladivan Soares, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena | Fic | 18’ | RN<br />
MOSTRA CRIANCINE BURACO DE MINHOCA | Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques | Fic | 14’ | BA<br />
EU E O BOI, O BOI E EU | Jane Carmen Oliveira | Ani | 5’ | MG<br />
LAGRIMAR | Paula Vanina | Ani | 14’ | RN<br />
MUNDINHO | Gui Oller, Ricky Godoy e Pipo Brandão | Ani | 09’ | SP<br />
O BARCO | Rodolpho Pinotti | Ani | 17’ | SP<br />
RECEITA DE VÓ | Carlon Hardt | Ani | 3’10’’ | PR</p>
<p><strong>MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR</strong></p>
<p>AMAZÔNIA CHAMA | Zefel Coff | Doc | 06’ | DF<br />
AMEAÇAS CLIMÁTICAS NO RECIFE: DESAFIO PARA AS ÁREAS CENTRAIS E PERIFÉRICAS DA CAPITAL PERNAMBUCANA | Íris Samandhi | Doc| 13&#8217;57&#8221; | PE<br />
CAMINHANDO COM ONÇAS | Larissa Corino, Letícia Benavalli e Rodrigo Rangel |Doc | 25’ | GO<br />
CHEIA | Wayner Tristão | Ani | 05’ | BA<br />
MEMÓRIAS CULINÁRIAS DO QUILOMBO AUSENTE FELIZ | Lucas Assunção | Doc | 15’ | MG<br />
NOSSO PANFLETO SERIA ASSIM | Leandro Olímpio | Doc | 25’ | SP</p>
<p><strong>MOSTRA PRIMEIROS PASSOS</strong></p>
<p>INFLAMÁVEL | Rafael Ribeiro Gontijo | Fic | 19’ | DF<br />
LIVRE PARA MENSTRUAR| Ana Pands | Doc | 24’ | SP<br />
MIRA | Sóllon Rodrigues | Fic | 17’ | PB<br />
QUATRO PONTES | Tábata Clarissa de Morais | Fic | 18’ | PE<br />
TRAVESSIA | Karol Felicio | Doc | 14’ | ES<br />
VEREDAS | Igor Rossato | Fic | 18’ |SP</p>
<p><strong>MOSTRA DIVERSIDADE</strong></p>
<p>A PISADA É DELAS: MULHERES DO CORAÇÃO NAZARENO | Patricia Yara Rocha | Doc | 15’ | PE<br />
A VOLTA | Anny Stone | Fic | 16’30’’ | PE<br />
BABILÔNIA | Duda Gambogi | Fic | 22’ | MG<br />
CARPINA, 11 DE SETEMBRO| Mery Lemos | Exp | 4&#8217;40&#8243; | PE<br />
GALEGA | Anna Lu Machado | Fic | 23’ | PE<br />
NUA | Fabi Melo | Fic | 15’ PB</p>
<p><strong>MOSTRA PERNAMBUCANA</strong></p>
<p>AGUDA | Mayara Millane | Exp | 13’ | PE<br />
CAROL | Bruna Tavares| Fic | 13’ | PE<br />
CAVALO MARINHO | Leo Tabosa | Fic | 22’ | PE<br />
CHÃO | Philippe Wollney | Exp | 14’ | PE<br />
EMOCIONADO | Pedro Melo | Fic | 15’ | PE<br />
FESTA INFINITA | Ander Beça | Fic | 25’ | PE<br />
MERGULHÃO | Rogi Silva e Juliana Soares | Ani | 14’ | PE<br />
NOÉ DA CIRANDA | João Marcelo | Doc | 12’ | PE<br />
QUEIMANDO POR DENTRO | Enock Carvalho e Matheus Farias| 16’ | Fic | PE<br />
SUSTENTA A PISADA! | Jéssika Betânia | Exp | 07’ | PE<br />
MOSTRA AGRESTE A HISTÓRIA E O BRILHO DAS BANDAS MARCIAIS DE TORITAMA | Brendo Hoshington | Doc | 20’ | PE<br />
COSTUREIRAS NO ONLINE | Mayara Bezerra | Doc | 13’33’’ | PE<br />
CRENÇA E CURA | Lavínia Bezerra | Doc | 20’23’’ | PE<br />
EU QUERIA QUE TODO DIA FOSSE CARNAVAL | Ívison Renato | Doc | 08’ | PE<br />
FACÇÃO | Henrique Corrêa | Fic | 16’ | PE<br />
O CARNAVAL É DE PELÉ | Daniele Leite e Lucas Santos | Doc | 20’ | PE<br />
OUTRO LADO DA GENTE | Vinícius Tavares | Doc | 12’21’’ | PE<br />
RETRATO DE UM FORRÓ | Gabriella Ambrósio | Doc | 18’14’’ | PE<br />
TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PARA MIM | Pedro Fillipe | Fic | 18’ | PE<br />
UMBILINA E SUA GRANDE RIVAL | Marlom Meirelles | Fic | 20’ | PE<br />
WADJA | Narriman Kauane | Doc | 29’ | PE</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong></p>
<p>EU SOU, NÓS SOMOS | Direção Coletiva | Doc | 7’15’’ | PE<br />
LADEIRA ABAIXO| Ismael Moura | Fic | 17’ | PB<br />
MEMÓRIAS: HISTÓRIAS DO CINE TEATRO MUNICIPAL DE SUMÉ | Ana Célia Gomes | Doc | 20’ | PB<br />
MOAGEM | Odília Nunes | Doc | 16’| PE<br />
MOÇAMBIQUE, À FRANCIS BEBEY | Cecília Távora | Fic | 4’02’’ | PE<br />
MULHERES QUE VOAM | Robinson Santos | Doc | 22’28’’ | PE<br />
NO ALTO DA SERRA | Cariolando Souza | Fic | 04’17’’ | PE<br />
ODETE: A RENDEIRA | Adson Alves e Rosângela Araújo | Doc | 6&#8217;45&#8243; | PE<br />
PÁTRIA AMADA, BANDEIRA | João Lucas (Joe Ferreira) | Fic | 04’ | PE</p>
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		<title>Curta Taquary abre inscrições de filmes para sua 17ª edição</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 14:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106419" aria-labelledby="figcaption_attachment_106419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Quixaba/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-106419" alt="Marcelo Quixaba/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Crédito-Marcelo-Quixaba-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>Como um espaço enriquecedor que abraça a diversidade de perspectivas, experiências estéticas e vivências por meio do audiovisual, o Curta Taquary convida cineastas e artistas a submeterem suas obras para a 17ª edição. O período de inscrições está aberto até o dia 28 de novembro, exclusivamente por meio do <a title="CURTA TAQUARY" href="https://curtataquary.org/" target="_blank">site </a>do projeto. O 17º Curta Taquary conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; Edital do Programa de Fomento à Produção Audiovisual de Pernambuco.<br />
Nesta edição o Curta Taquary mergulha nas margens do Rio Capibaribe para promover a difusão cultural e a formação em audiovisual, educação e meio ambiente. Abrangendo o percurso do Capibaribe por oito cidades do Agreste Setentrional &#8211; Poção, Jataúba, Santa Cruz do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertentes e Frei Miguelinho &#8211; o festival destaca sua conexão única com a vitalidade desse curso d&#8217;água.<br />
Com o compromisso constante com a preservação ambiental, o Curta Taquary reitera sua dedicação à sustentabilidade. Para a edição de 2024, que acontece de 16 a 22 de março de 2024, coincidindo com datas emblemáticas como o Dia Nacional de Conscientização das Mudanças Climáticas (16 de março) e o Dia da Água (22 de março), o festival amplifica sua iniciativa sustentável. Transformando as inscrições em mudas de plantas nativas da região, o evento busca ativamente contribuir para o reflorestamento de áreas degradadas.<br />
Destaca-se ainda nesta edição a harmonia entre a expressão artística e a conscientização ambiental sublinhando a importância da preservação do Ro Capibaribe e do ecossistema que o circunda. Além de celebrar a cinematografia e a educação, o Curta Taquary 2024 ressalta o papel essencial que cada participante desempenha na construção de um futuro sustentável para as comunidades ao longo das margens do Capibaribe.<br />
Por toda sua trajetória o Curta Taquary já exibiu trabalhos produzidos em todo o Brasil, além de filmes de diferentes países. Fundado em 2005, o festival se consolida como um dos mais vibrantes do País dialogando com outras linguagens artísticas, como artes visuais, música e teatro, e movimentando o Agreste de Pernambuco com exibições de filmes e por meio da realização de atividades formativas. Ao longo dos anos o evento se tornou um importante veículo de formação e de inclusão social promovendo a interiorização da cultura e levando informação e entretenimento sem nenhum custo para todas as classes sociais.<br />
Estão aptos a participar filmes de ficção, animação, documentário ou experimental de até 30 minutos de duração, incluídos os créditos, feitos por realizadores e/ou produtores nacionais ou radicados no País há mais de dois anos e que tenham sido concluídos a partir de janeiro de 2023.<br />
O Curta Taquary exibirá filmes em dez mostras competitivas e não há limite de trabalhos submetidos por cada participante, com possibilidade de participação em mais de um recorte temático. As dez categorias competitivas são:</p>
<p>Mostra Brasil: com temática livre;<br />
Mostra Primeiros Passos: para diretores/as em seu primeiro trabalho;<br />
Mostra Dália da Serra: voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas;<br />
Mostra Universitária: direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação;<br />
Mostra Diversidade: filmes que abordem questões de sexualidade e de gênero em suas mais diferentes formas e perspectivas;<br />
Mostra Curtas Fantásticos: filmes de horror, ficção científica e fantasia;<br />
Mostra Criancine: filmes voltados para o público infantojuvenil;<br />
Mostra Pernambucana: filmes produzidos no Estado;<br />
Mostra Agreste: filmes produzidos no Agreste pernambucano;<br />
Mostra Por um Mundo Melhor: filmes com foco na educação ambiental.</p>
<p>“Ressaltar a importância da conscientização ambiental e o papel da arte e da cultura nessa luta é uma preocupação central do Curta Taquary&#8221;, afirma Alexandre Soares, coordenador e idealizador do Curta Taquary. &#8220;O festival entende que a formação sensível da plateia e das comunidades que impacta é um trabalho conjunto que tem a natureza como pilar central. Essa é uma preocupação que, para nós, dura o ano inteiro e queremos intensificar esse trabalho atingindo mais cidades e pessoas. O Rio Capibaribe é um símbolo muito forte para nossa região e para Pernambuco e ficamos felizes em contribuir com sua preservação”, explica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Contatos:</strong></span></p>
<p><strong>E-mail:</strong> curtataquaryaudiovisual@gmail.com<br />
<strong>Instagram:</strong> <a title="Curta Taquary" href="https://www.instagram.com/curtataquary/" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>Facebook:</strong> <a title="Curta Taquary " href="https://www.facebook.com/CurtaTaquary" target="_blank">@curtataquary</a><br />
<strong>YouTube:</strong> <a title="Curta Taquary Audiovisual" href="https://www.youtube.com/@CurtaTaquaryAudiovisual" target="_blank">@curtataquaryaudiovisual</a></p>
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		<title>Protagonismo feminino na produção têxtil de Pernambuco é tema de site</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/protagonismo-feminino-na-producao-textil-de-pernambuco-e-tema-de-site/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 21:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tapeçaria]]></category>
		<category><![CDATA[Tecelagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59509" aria-labelledby="figcaption_attachment_59509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4.jpg"><img class="size-large wp-image-59509" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4-800x531.jpg" width="800" height="531" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do projeto Mulheres que Tecem Pernambuco na casa de Maria Janira, em Lagoa do Carro</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, conta as narrativas de 18 mulheres artesãs de três cidades do interior do Estado, sendo elas Lagoa do Carro, conhecida pela sua tapeçaria; Poção, famosa pela renda renascença; e Tacaratu, que se destaca pela sua tecelagem.</p>
<p>“<em>Todo mundo foca no artesanato enquanto produto e eu quis focar na prática cultural e evidenciar justamente a mulher, porque esse artesanato não existiria se não fosse pela mão delas, pelo contexto de vida, pela realidade. São mulheres que constroem cidades através dessa prática, porque elas dão títulos às cidades, que são chamadas como a ‘terra do tapete’, o ‘berço da renascença’ e a ‘capital da rede de dormir’. Eu queria entender o processo, quem são elas, como se dá esse trabalho, se elas fazem como trabalho</em>”, explica Clara Nogueira, que é também a coordenadora geral do projeto e foi responsável por transcrever e editar todas as entrevistas realizadas em 2017.</p>
<div id="attachment_59510" aria-labelledby="figcaption_attachment_59510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu.jpg"><img class="size-large wp-image-59510" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Rudivânia com o tear manual em Sítio Olho D&#8217;Água do Bruno, em Tacaratu</p></div>
<p>Com introdução feita pela pesquisadora Luiza Maretto e imagens feitas pela fotógrafa Laís Domingues, que acompanharam Clara nas viagens e durante as entrevistas, o material sobre a vida das artesãs manteve o uso da primeira pessoa. “<em>É para o espectador ter o privilégio de ler elas</em>”, esclarece Clara, que não pode usar o nome e fotos de algumas das entrevistadas, que preferiram o anonimato para evitar conflitos dentro do seu contexto político.</p>
<p>“<em>Cada cidade tem suas particularidades e suas divisões. O que achei mais gritante é que todas são mulheres. Elas que são responsáveis pelo fazer, pelo resistir e por passar o conhecimento para outras mulheres. A questão de gênero está muito ligada à prática têxtil e esse é um dos meus votos nessa pesquisa e nos trabalhos de vida mesmo. Algumas desistiram, porque cada cidade tem um contexto de valorização e desvalorização do trabalho. Em Lagoa do Carro, estão um pouco mais organizadas do que nas outras, porque elas têm uma associação. Nas demais elas estão sozinhas e estão na base do capitalismo ferrenho. Quem monopoliza o mercado em Poção, por exemplo, são as fábricas com os atravessadores, e em Itacaratu, são as fábricas com o tear elétrico operado pelos homens, que produzem muitas redes, enquanto as mulheres comandam o tear manual. É uma divisão bem sexista, mas elas estão lá disputando e amam o que fazem, a grande maioria</em>”, observa Clara, que também nutre uma paixão pelo bordado e pelo crochê, através do seu trabalho com o projeto “Linhas de Fuga”.</p>
<div id="attachment_59511" aria-labelledby="figcaption_attachment_59511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg"><img class="size-full wp-image-59511" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Carla e Alexandra fazem renda Renascença em Poção</p></div>
<p>O site ainda contará com textos sobre as cidades e os tipos explorados de artesanato, para que o leitor possa compreender a complexidade e as sutilezas que envolvem cada produção. O formato para a internet foi escolhido para que o maior número de pessoas possa ter acesso ao material e conhecer o trabalho praticado pelas mulheres nas cidades estudadas. “<em>Essa prática está diminuindo em alguns lugares porque não há tanto interesse das mais novas fazerem esse trabalho, tem um contexto bem amplo por trás disso. Que isso seja só o começo de um entendimento de uma cadeia de produção e da legitimação do trabalho</em>”, torce Clara.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>Lançamento do site “Mulheres que Tecem Pernambuco”</i><br />
Quando: Neste sábado (14), às 14h<br />
Onde: Centro do Artesanato de Pernambuco (Marco Zero)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Recife e Pesqueira recebem lançamento de catálogo sobre renascença</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 18:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[renda Renascença no Agreste]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35116" aria-labelledby="figcaption_attachment_35116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Franco/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-35116" alt="Foto: Andrea Franco/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A confecção da renda Renascença é um dos assuntos atrativos do catálogo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Reunindo em detalhes o desenvolvimento da renda Renascença no Agreste, desde o seu surgimento até o processo de modernização, a socióloga e produtora cultural Tereza Franco estará lançando neste sábado (2), na cidade de Pesqueira, o catálogo ‘Renascença &#8211; PE’. A obra, que também terá lançamento no Recife na próxima segunda-feira (4), foi incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, tendo a distribuição gratuita de mil exemplares durantes os dois eventos.</p>
<p style="text-align: justify;">Composto pela história iniciada no município de Poção, o catálogo aborda a cadeia produtiva da renda, relacionada com as condições de trabalho de artesãs pernambucanas. <em>“Para o catálogo, foram entrevistadas cerca de 50 rendeiras de Pesqueira, além de marcas da região e estilistas pernambucanos que trabalham com a renda Renascença em suas criações. A história da arte em Pernambuco também agrega curiosidades envolvendo sua extensão pelo Agreste Central e estados nordestinos, como a Paraíba”</em>, explicou Tereza Franco.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Meu interesse em catalogar a arte, deu-se pelo fato de ser uma apaixonada pela forma como as peças são produzidas. Não sei fazer, tenho apenas experiência com bordados. Mas, a paixão pela renda renascença surgiu durante idas a feiras realizadas em Pesqueira, por isso senti a necessidade de saber de forma mais aprofunda sobre o processo de confecção”</em>, destaca a socióloga. O catálogo também reúne ensaios fotográficos, proporcionando visibilidade aos pontos utilizados pelas rendeiras em suas confecções.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo por base o período de iniciação da arte no estado, pelos anos de 1930, a renda Renascença é considerada uma das principais atividades econômicas de Pernambuco, especialmente por ser mantida de forma atrativa com as diversas dinâmicas que envolvem o mercado de moda local.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Lançamentos do catálogo ‘Renascença &#8211; PE’</strong> </em><br />
- <span style="text-decoration: underline;"><strong>Em Pesqueira</strong></span><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 2 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Academia Pesqueirense de Letras (Praça Comendador José Didier, s/nº &#8211; Centro – Pesqueira)<br />
- <span style="text-decoration: underline;"><strong>No Recife</strong></span><br />
<strong>Quando:</strong> segunda-feira, 4 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Orbe Coworking (Av. Dantas Barreto, nº 324, Edifício Pernambuco, 8º andar – Santo Antônio &#8211; Recife)<br />
<em>Acesso e distribuição gratuitos</em></p>
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		<title>Rendeiras se reúnem hoje em Sanharó</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 14:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[rendeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Sanharó]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Sanharó, no Agreste pernambucano, uma das principais atividades que ajuda a sustentar centenas de famílias é a renascença. A técnica, famosa principalmente em Pesqueira e Poção, apesar de apreciada e respeitada no País inteiro, ainda não é devidamente valorizada localmente. Por conta desta e de outras dificuldades diagnosticadas durante algumas visitas da equipe da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5565" aria-labelledby="figcaption_attachment_5565" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/07042011-_DSC7286-1024x678.jpg"><img class="size-medium wp-image-5565" alt="Rendeiras na calçada da comunidade de Jenipapo (Foto: Chico Ludermir)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/07042011-_DSC7286-1024x678-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Rendeiras na calçada da comunidade de Jenipapo (Foto: Chico Ludermir)</p></div>
<p>Em Sanharó, no Agreste pernambucano, uma das principais atividades que ajuda a sustentar centenas de famílias é a renascença. A técnica, famosa principalmente em Pesqueira e Poção, apesar de apreciada e respeitada no País inteiro, ainda não é devidamente valorizada localmente.</p>
<p>Por conta desta e de outras dificuldades diagnosticadas durante algumas visitas da equipe da Assessoria de Design e Moda da Secretaria de Cultura de Pernambuco ao lugar, a comunidade de Jenipapo, na zona rural de Sanharó, recebe uma roda de diálogo neste sábado (18/8), a partir das 15h, na creche da comunidade, pela programação do Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p>“A roda servirá para diagnosticar as dificuldades dessas mulheres”, explica a facilitadora Lucyanna Azevedo, designer de moda e mestranda da UFPE. Segundo ela, será um momento importante para pensar o empoderamento e a união das rendeiras, que costumam trabalhar solitariamente. “É importante que elas busquem essa unidade”, enfatiza.</p>
<p>Para mergulhar um pouco mais na história das rendeiras de Sanharó, clique <a title="#Agreste Central | De como fazer arte desmanchando carretéis" href="http://fpnc.org/mergulhe/agreste-central-de-como-fazer-arte-desmanchando-carreteis/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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