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	<title>Portal Cultura PE &#187; podcast</title>
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		<title>Seminário dá voz a mulheres na defesa do patrimônio cultural da Mata Norte</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 15:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo da série “Nossa História, Nossa Memória – Temporada Mulheres na Cultura” – incentivada pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe –  as vozes das mulheres que transformam a memória em arte e a tradição em resistência ecoaram em podcasts, revelando a força do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120447" aria-labelledby="figcaption_attachment_120447" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata1.jpg"><img class="size-medium wp-image-120447" alt="Foto: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Foto_-Salatiel-Cícero_Podcast-resgata-e-difunde-a-memória-das-mulheres-da-cultura-na-Zona-da-Mata1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Salatiel Cícero/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Ao longo da série “Nossa História, Nossa Memória – Temporada Mulheres na Cultura” – incentivada pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe –  as vozes das mulheres que transformam a memória em arte e a tradição em resistência ecoaram em podcasts, revelando a força do protagonismo feminino na cultura patrimonial da Zona da Mata. Agora, esse universo sai do campo digital para ganhar presença física no Seminário Mulheres na Cultura, que será realizado nesta quarta-feira, dia 24 de setembro, às 13h, no Museu do Mamulengo de Glória do Goitá.</p>
<p dir="ltr">Na ocasião, o público irá se debruçar sobre a pesquisa audiovisual que documentou 15 histórias de mulheres da região canavieira, registradas e produzidas pela equipe do projeto. Sob a direção do jornalista e produtor cultural Gedson Pontes, que também assina o roteiro, as entrevistas ganharam corpo em áudio e vídeo.</p>
<p dir="ltr">A trilha sonora original é do trio de forró As Januárias, que empresta ao projeto a musicalidade da cultura popular nordestina. A identidade visual foi criada pela professora e especialista em artes gráficas Giselle Araújo, enquanto o web design tem assinatura de Humberto Victor.</p>
<p dir="ltr">A apresentação e produção são da jornalista Josinalda Marinho, com coordenação geral de Salatiel Cícero. Para garantir acessibilidade, o projeto conta ainda com audiodescrição de Crislaine Xavier e tradução em Libras por Hewelyn Kimberly.</p>
<p dir="ltr">Com mediação da jornalista e produtora cultural Josi Marinho, o seminário será um espaço de escuta e diálogo. Mais do que debater, a proposta é aproximar o público das histórias e experiências das mulheres que, com sua arte e seus saberes, moldam o patrimônio da região canavieira.</p>
<p dir="ltr">Gastronomia, artesanato, literatura de cordel, audiovisual, ciranda, coco, maracatu e mamulengo — todas essas expressões, que habitam o cotidiano das mestras e artistas, estarão em pauta como elementos vivos da identidade cultural pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Durante o encontro, algumas das personagens ouvidas na série farão participações especiais, trazendo suas impressões e interagindo diretamente com o público. Essa presença reforça a ideia de que o seminário é mais do que um debate: é um encontro entre quem vive a cultura e quem deseja compreendê-la mais de perto.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Seminário dá voz a mulheres na defesa do patrimônio cultural da Mata Norte</strong></p>
<p dir="ltr">Quando: Quarta-feira, dia 24 de Setembro</p>
<p dir="ltr">Onde: Museu do Mamulengo de Glória do Goitá I Rua Cleto Campêlo, s/n, Centro</p>
<p dir="ltr">Horário: 13h</p>
<p dir="ltr">Ingresso: Gratuito</p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="instagram.com/podcastnossahistoria">@podcastnossahistoria</a><a href="http://www.instagram.com/podcastnossahistoria"><br />
</a></p>
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		<title>Relicárias dá nome, corpo e voz às mulheres negras na dança do frevo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/relicarias-da-nome-corpo-e-voz-as-mulheres-negras-na-danca-do-frevo/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2024 17:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o dicionário formal da língua portuguesa não reconhece a palavra relicária, a história oficial de um dos principais ritmos de Pernambuco, o frevo, não contempla como deveria as mulheres em sua gênese. Pesquisa inédita realizada em Pernambuco começa a tirar da invisibilidade a história de mulheres negras, entre capoeiristas, trabalhadoras, marginalizadas, que viveram no Recife na época em que o frevo dava seus primeiros passos e que foram presas simplesmente por dançá-lo na via pública. Os vestígios da presença dessas mulheres emergiram das páginas policiais de jornais do início do século 20 e agora, mais de 100 anos depois, a pesquisa Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo dá nome, corpo e voz a essas mulheres pioneiras, contemplada com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). A mostra do processo de pesquisa, em formato de apresentação artística, é apresentada este domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo, com entrada gratuita, mediante distribuição de senha, e acessibilidade em libras.</p>
<p>À frente da pesquisa estão as dançarinas e pesquisadoras Rebeca Gondim, Marcela Felipe, Ailce Moreira, Bell Puã e Vanessa Marinho. Nos últimos dois anos elas se debruçaram em textos e imagens sobre o frevo dedicadas a dar vida a mulheres como Olindina Olívia da Conceição e Maria da Hora Tavares, Maria Facão, presas supostamente por cometer delitos como jogar capoeira, embriaguez e por “ouvir música em frente a uma festa privada”. A partir desses vestígios encontrados nos jornais da época, as pesquisadoras buscaram recriar de forma poética as biografias das personagens da vida real recheando com dados históricos, elementos visuais da dança, como figurino e o território onde viveram as personagens, a gestualidade e os passos executados na época, e apresentá-las em carne e osso.</p>
<p>“Além de Olindina e Maria Facão, o público vai conhecer Ana Maria Luiza Tavares da Conceição, Neidinha, uma terceira personagem que é uma junção de várias outras mulheres que apareceram na pesquisa, trabalhadoras da rua, como as quitandeiras, sem ter sequer seus nomes citados”, destaca Rebeca Gondim. Segundo a pesquisadora, uma das partes mais difíceis da pesquisa foi levantar a forma de dançar das antepassadas. “Trabalhamos a imaginação tendo como base os movimentos da capoeira e as experiências corporais de cada uma”, conta.</p>
<div id="attachment_109874" aria-labelledby="figcaption_attachment_109874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Filipe Gondim/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109874" alt="Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/bailarinas-Ailce-Moreira-Marcela-Felipe-e-Rebeca-Gondim-foto_-Filipe-Gondim-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As bailarinas Ailce Moreira, Marcela Felipe e Rebeca Gondim</p></div>
<p>A pesquisa foi realizada em três etapas nas quais a equipe aprofundou os conhecimentos em laboratórios de criação conduzidos por artistas e pesquisadores convidados/as. A historiadora Vanessa Marinho foi a responsável pela condução da pesquisa historiográfica; a poeta e escritora Bell Puã conduziu um laboratório de poesia e performance (escrita, corpo e voz); o fotógrafo e artista visual Filipe Gondim e a dançarina e figurinista Maria Agrelli conduziram a oficina para levantamento dos elementos visuais da dança, entre fotografias e figurinos. O grupo também realizou entrevistas com dançarinas de frevo contemporâneas, como Zenaide Bezerra, Lucélia Albuquerque, Geciland Monteiro (Landinha), Valéria Vicente, Dadinha Gomes, Renach Reiva, Francis Souza, Marinez Barbosa e Joelma Evaristo.</p>
<p>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo foi contemplado com o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Além da mostra pública dos resultados da pesquisa, o projeto deixa como legado um podcast, produzido por Janaína Oliveira, do @negraslinhas, com uma audioconversa sobre o processo da pesquisa e as histórias das mulheres pesquisadas, além de fotocolagens das personagens pesquisadas. Esse material é lançado na próxima sexta-feira (31) no perfil do Instagram (@relicariasdofrevo).</p>
<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Artistas-pesquisadoras: Ailce Moreira, Bell Puã, Marcela Felipe e Rebeca Gondim<br />
Pesquisadora-historiadora: Vanessa Marinho<br />
Artista, pesquisador-visual e fotógrafo: Filipe Gondim<br />
Produtora e figurinista: Maria Agrelli<br />
Consultora da pesquisa: Ailce Moreira<br />
Gravação e edição do podcast: Janaína Oliveira | podcast Negras Linhas<br />
Intérprete de libras: Joselma Santos e Jéssica Santos<br />
Consultoria de acessibilidade: VouSer Acessibilidade | Andreza Nóbrega<br />
Assessoria de Imprensa: Ana Nogueira</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Relicárias: vasculhando e (re)contando histórias de mulheres negras na dança do frevo -</strong> <em>domingo (26), às 15h, no Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Entrada gratuita (com distribuição de senha) e acessibilidade em libras</em></p>
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		<title>“Quando Eu Era Criança”, podcast infantil pernambucano, apresenta universo das profissões aos pequenos e pequenas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 17:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Dos primeiros sonhos de infância à consolidação de uma vida profissional, quais são os caminhos percorridos pelos diversos profissionais para se tornarem o que são hoje? Como alguém se torna professor, bombeiro ou veterinário? Ou mais, como alguém se torna DJ, influencer, poeta, ufólogo ou tiktoker? É sobre esses caminhos que o podcast Quando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/qeec-marca-final-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-109288" alt="qeec-marca-final-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/qeec-marca-final-min-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dos primeiros sonhos de infância à consolidação de uma vida profissional, quais são os caminhos percorridos pelos diversos profissionais para se tornarem o que são hoje? Como alguém se torna professor, bombeiro ou veterinário? Ou mais, como alguém se torna DJ, influencer, poeta, ufólogo ou tiktoker? É sobre esses caminhos que o podcast Quando Eu Era Criança mergulha, trazendo conversas voltadas ao público infantil com 40 profissionais de diversas áreas, que lembram de seus tempos de criança e explicam o dia a dia de seus trabalhos.</p>
<p>O podcast traz episódios de 15 a 20 minutos, lançados em dose dupla semanalmente, às quintas e segundas, nas principais plataformas de streaming, cada um com um convidado diferente conversando sobre sua vida profissional de forma lúdica e afetiva. Em cada programa, os apresentadores recebem convidados que atuam na cozinha, agricultura, política, veterinária, futebol, no mundo digital e também nas profissões relacionadas à arte, como a dança, histórias em quadrinhos, moda e teatro.</p>
<p>Os episódios são roteirizados e dirigidos por Filipe Carvalho e Márcio Andrade, com apresentação dos atores Andréa Veruska e Wagner Montenegro. Entre os convidados, estão nomes como o DJ Dolores, a tiktoker Bruna Pinheiro, o mágico Soares, a influencer Milenna Gomes, o ator Márcio Fecher e o artista plástico Filipe Arruda.</p>
<p>“O projeto Quando eu era criança surgiu como uma espécie de spin-off de uma das temporadas de um podcast infantojuvenil que venho realizando desde 2019, chamado Aventurama. Em uma das temporadas, tive o desafio de produzir um programa de entrevistas para crianças que, através de uma linguagem lúdica e educativa, abordasse a infância de artistas de linguagens diversas”, explica Márcio Andrade.</p>
<p>“Nossa principal intenção era aproximar os pequenos e pequenas deste mundo que muitas vezes fica tão distante, de uma forma apaixonada, focando muito mais no prazer que esses profissionais têm pelo que fazem do que por questões mercadológicas. Escolhemos ofícios que, de alguma forma, chamam atenção dos pequenos e pequenas. São profissões ligadas à arte, ofícios super contemporâneos e algumas profissões mais clássicas”, complementa Filipe Carvalho.</p>
<p>Além da diversidade de ofícios e áreas do conhecimento apresentados para as crianças, o podcast também se preocupa em abranger uma ampla diversidade de classe social, gênero, sexualidade e etnia, buscando romper preconceitos ultrapassados, tais como “pode uma menina jogar futebol?” ou “pode um menino ser bailarino?”, assim como a valorização dos potenciais que cada profissão tem. Tudo isso conduzido pelos anos de experiências da dupla Wagner Montenegro e Andréa Veruska, trazendo uma bagagem de arte-educação com Teatro do Oprimido e também em espetáculos voltados para a infância no teatro.</p>
<p>A equipe do Quando Eu Era Criança ainda conta com nomes experientes como a produtora Pollyanna Melo e a pesquisadora Karinë Ordonio. As gravações foram realizadas pela produtora Falante Áudio e a realização é da Combo Multimídia e da Margente Filmes. O projeto conta com incentivo do Fundo Pernambuco de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>“Nosso podcast reforça a importância do financiamento público em projetos culturais para a infância. As crianças consomem muito conteúdo, mas nem sempre encontram uma diversidade de ofertas. Nesse sentido, o fomento público para a produção independente é fundamental para preencher essa lacuna. Ele nos dá a possibilidade de criar levando em consideração as necessidades do nosso público”, conclui a produtora Pollyanna Melo.</p>
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		<title>Podcast Cena Cultura recebe Manoelzinho Salustiano, na próxima segunda</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 13:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O podcast Cena Cultura, chega ao seu 11º episódio desta temporada, com um convidado super especial pela sua trajetória e pelo momento que antecede o Ciclo Carnavalesco, onde atua também o filho mais velho do saudoso Mestre Salustiano (in memoriam), o artesão, brincante, dirigente, mestre e Doutor o Manoelzinho Salustiano, conhecido por todos que militam na cena da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/manoelzinho-salustiano-foto-sandra-simone.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107849" alt="manoelzinho-salustiano-foto-sandra-simone" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/manoelzinho-salustiano-foto-sandra-simone-550x486.jpg" width="550" height="486" /></a></p>
<p>O podcast Cena Cultura, chega ao seu 11º episódio desta temporada, com um convidado super especial pela sua trajetória e pelo momento que antecede o Ciclo Carnavalesco, onde atua também o filho mais velho do saudoso Mestre Salustiano (in memoriam), o artesão, brincante, dirigente, mestre e Doutor o Manoelzinho Salustiano, conhecido por todos que militam na cena da cultura popular em Pernambuco e no Brasil.</p>
<p>O Cena já recebeu convidados das cidades de Condado, Itambé, Nazaré da Mata, Tracunhaém, Goiana e Recife, dos mais variados seguimentos culturais, da poesia premiada do Philippe Wollney da cidade de Goiana ao historiador Tony Danilo da cidade de Tracunhaém, ambos apresentando seus livros publicados e demais produtos disponíveis ai grande público, como os vídeos do Danilo, apresentando os engenhos da Mata Norte. Wollney além dos livros publicados, apresentou os lançamentos da sua Editora Porta Aberta, que no formato independente publica livros em formatos especiais, ao gosto do cliente. Muito bom.</p>
<p>O foco do Cena Cultura é o empreendedorismo cultural da zona da mata norte, apresentando os artistas, trabalhadores e fazedores de cultura com e seus “produtos”.</p>
<p>CONVIDADOS</p>
<p>Temos muita gente – trabalhando &#8211; com arte, com os saberes populares, numa grande ação de salvaguarda e perpetuação das nossas tradições, como contou a Mestra Nice Teles, que mantém um cavalo marinho e um maracatu de baque solto, na cidade de Condado e ministra oficinas de Cavalo marinho, mundo afora, Europa e tudo mais. No seu espaço em Condado, tem ainda aula de rabeca e a formação do cavalo marinho mirim, o Estrela do Amanhã.</p>
<p>No último episódio, recebemos a multiartista Maria Flor da cidade do Recife, que antes do podcast fez um tour pela cidade conhecendo o Mestre Biloco e a centenária e patrimônio Vivo, a Banda Saboeira. Foi um papo ótimo, sobre a história e tradições do Frevo dança e música, e suas tradições.</p>
<p>O Cena Cultura é apresentado pelo produtor cultura Alexandre Veloso, de acesso gratuito e acessibilidade em Libras. Com o incentivo do Funcultura. Os episódios são quinzenais, sempre as segunda-feira, às 20:00h no canal do Cena no Youtube: /cenaculturapodcast<br />
https://www.youtube.com/results?search_query=cena+cultura e</p>
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		<title>Papo de Ciranda promove visibilidade dos artistas em streaming e nas redes sociais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/papo-de-ciranda-promove-visibilidade-dos-artistas-em-streaming-e-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106199" aria-labelledby="figcaption_attachment_106199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106199" alt="Elimar Caranguejo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do Papo de Ciranda</p></div>
<p>A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência Estadual de Cultura, que buscou incentivar a pesquisa etnográfica, a salvaguarda da memória e a valorização da produção artístico-cultural de segmentos específicos como a ciranda.<br />
A iniciativa, que conta com as mestras e os mestres vinculados à Associação do Coletivo de Cirandas de Pernambuco, tem como objetivo celebrar o título de Patrimônio Imaterial do Brasil e contar a trajetória dos artistas fortalecendo seus currículos e promovendo a valorização e difusão da cultura da ciranda por meio de conteúdo digital.<br />
São entrevistas conduzidas pelo apresentador Roger de Renor e registradas pelo cineasta Nilton Pereira, em forma de episódios em podcast e vídeos, com cirandeiros como Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Mestre Santino, artista do município de Nazaré da Mata (PE) reconhecido como Mestre da Cultura Popular, pelo Prêmio Ariano Suassuna, como o cirandeiro mais antigo; e a Ciranda Imperial do Mestre Sérgio Almeida, lendária ciranda que gravou o primeiro LP de ciranda intitulado <em>Vamos Cirandar</em> (1972) em parceria com Mestre Antônio Baracho e a Ciranda Cobiçada do Mestre Custódio pela gravadora Rozenblit.<br />
O projeto visa registrar a história da ciranda contada pelos próprios artistas proporcionando um panorama diversificado dessa manifestação cultural. O local escolhido para as gravações foi o Estúdio Fábrica, localizado no bairro da Várzea. Durante as entrevistas os cirandeiros puderam compartilhar suas experiências, apresentar suas músicas e demonstrar a riqueza rítmica da ciranda pernambucana.<br />
Os registros em vídeo das entrevistas são disponibilizados em plataformas de streaming, como o YouTube, e nas redes sociais da Terno da Mata e dos artistas ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando o acesso gratuito por parte do público interessado. Além disso há versões em podcast para aqueles que preferem consumir o material em áudio. Uma das preocupações do projeto é garantir a acessibilidade e por isso os vídeos contam com janelas de libras tornando o conteúdo compreensível para pessoas com deficiência auditiva.<br />
Também estão presentes a ciranda de Zeca Cirandeiro, de Paudalho (PE); Biu Paizinho, da Ciranda Terno da Mata; e o Mestre Anderson Miguel, representante da nova geração da ciranda pernambucana. Dona Dulce Baracho (Abreu e Lima-PE) filha do Mestre Antônio Baracho; Walter da Ciranda Cobiçada (Olinda), filho do Mestre Custódio; Arnaldo do Amaro Branco (Olinda-PE); Dona Del da Ciranda (Paulista-PE); Dona Cristina, que também é Patrimônio Vivo, da Ciranda Dengosa (Recife); e o Mestre Juarez (Cidade Tabajara, Olinda) são os outros artistas que fazem parte do projeto, que ainda conta com um episódio ao vivo do podcast na Rádio Amunam, em Nazaré da Mata.<br />
Papo de Ciranda busca valorizar e difundir a cultura da ciranda em Pernambuco, permitindo que os próprios artistas compartilhem suas histórias e músicas nas redes sociais com um conteúdo audiovisual profissional. Queremos ampliar a visibilidade desses talentosos cirandeiros e promover a inclusão digital tornando a ciranda mais acessível a todos&#8221;, explicam os produtores culturais Sérgio Melo e Ursula Albuquerque, da Terno da Mata Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>3/11 &#8211; Mestre Sérgio Imperial<br />
4/11 &#8211; Mestra Cristina<br />
10/11 &#8211; Mestre Zeca Ciradeiro<br />
11/11 &#8211; Mestra Del<br />
17/11 &#8211; Lia de Itamaracá<br />
18/11 &#8211; Mestre Santino Cirandeiro<br />
24/11 &#8211; Mestre Arnaldo<br />
25/11 &#8211; Mestra Dulce Baracho<br />
1º/12 &#8211; Mestre Anderson Miguel<br />
2/12 &#8211; Mestre Walter<br />
8/12 &#8211; Mestre Juarez<br />
9/12 &#8211; Mestre Biu Paizinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesso nas plataformas digitais:</strong></span></p>
<p>Spotify: Podcast Papo de Ciranda<br />
Deezer: Podcast Papo de Ciranda<br />
YouTube: Terno da Mata Produções</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>No Instagram:</strong></span></p>
<p>@ternodamata<br />
@coletivodecirandaspe<br />
@podcastpapodeciranda</p>
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		<title>Podcast Cena Cultura recebe Mestre João Paulo, do Maracatu Leão Misterioso de Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Oct 2023 14:15:13 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44186" aria-labelledby="figcaption_attachment_44186" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Mestre-Joao-Paulo-Maracatu-Leao-Misterioso-de-Nazare-da-Mata-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-44186" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Mestre-Joao-Paulo-Maracatu-Leao-Misterioso-de-Nazare-da-Mata-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Paulo, do Maracatu Leão Misterioso de Nazaré da Mata.</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (23), o podcast <em>Cena Cultura</em> recebe para uma conversa ao vivo, às 20h, dentro da nova temporada de entrevistas, o mestre de maracatu de baque solto João Paulo, de Nazaré da Mata (PE), o Papa do Maracatu.<br />
Durante a conversa ele apresenta, em primeira mão, detalhes de seu novo projeto: Sonoras do Maracatu Leão Misterioso &#8211; incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco, com foco na história da música do baque solto, que contará com dois ensaios, uma sambada e a produção de um vídeo na sede do maracatu, sendo um projeto de manutenção do brinquedo Leão Misterioso, o terceiro maracatu mais antigo de Nazaré da Mata.<br />
Artistas, grupos e instituições culturais com atuação independente ou coletiva interessados em divulgar seus trabalhos e produtos culturais ganharam um espaço para chamar de seu. Trata-se do podcast <em>Cena Cultura</em>, que desde que estreou, no último mês de agosto, vem se consolidando como um novo instrumento de inclusão, empoderamento e visibilidade artística voltada ao mercado do empreendedorismo e dos produtos culturais pernambucanos.<br />
“Este projeto foi pensado para potencializar espaço, visibilidade e construção do fortalecimento da imagem dos produtos culturais pernambucanos. Só para se ter uma ideia, aqui, na Mata Norte, é um celeiro de muitas ações artísticas, mas, até antes deste projeto, as pessoas não contavam com um espaço tão democrático e plural para falar de suas ações, como um CD, um livro, uma pesquisa, um show, um cortejo cultural. Ou seja, não se tinha a visibilidade que os produtos culturais necessitavam. Hoje, graças ao podcast, a história mudou”, explica o produtor cultural e coordenador do projeto, Alexandre Velozo.<br />
Atualmente o podcast <em>Cena Cultura</em> está com uma série inédita, de 12 programas, sobre as produções culturais da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em cada episódio o idealizador e apresentador do projeto, Alexandre Velozo, tem recebido um convidado especial para debater e refletir sobre um tema diferente, a exemplo de música, literatura, cultura popular, entre outros assuntos. Todas as conversas contam com recursos de acessibilidade comunicacional em libras.<br />
Desde o início da temporada o <em>Cena Cultura</em> já apresentou ao grande público da rede mundial de computadores o premiado poeta e editor goianense, Philippe Wollney, que teve seu livro lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) na 14ª Bienal Internacional do Livro. Também já passaram pelo o estúdio, o artista visual, muralista e músico Tony Artes; o mestre de maracatu, cirandeiro, cantor e compositor, Anderson Miguel; e o multi-instrumentista e produtor fonográfico Rodriguinho do Acordeon, que apresentou o leque de serviços do RA Studio aos músicos da região. Uma bela mostra da potencialidade da produção artística regional e cultural da Mata Norte.<br />
Os episódios vão ar sempre às segundas-feiras, com intervalo de 15 dias. Nesta segunda (23) o podcast tem a honra de receber no estúdio para uma conversa ao vivo o Mestre João Paulo, de Nazaré da Mata, conhecido na região e no Estado como o Papa do Maracatu &#8211; referência na genialidade de criar seus versos, poemas e poesias de forma improvisada. Ele que tem em sua biografia e trajetória artística um conjunto de feitos em prol da cultura popular da Zona da Mata, a exemplo da criação do Maracatu de Baque Solto Leão Misterioso de Nazaré da Mata, em que também é mestre.<br />
Além disso, Mestre João Paulo é recordista em sambada de pé de parede, evento tradicional na cidade e região que acontece nos fins de semana, em que ele duela com outros mestres de maracatu até o dia amanhecer. Foi também dele o feito de gravar o primeiro CD de maracatu de baque solto &#8211; manifestação da cultura de raiz reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil.<br />
O programa é transmitido ao vivo, às 20h, pelos <a title="PodCast Cena Cultura" href="https://www.youtube.com/@cenaculturapodcast" target="_blank">canais oficiais</a> do podcast e por meio dos canais das redes sociais da <a title="TV Guaiamum" href="https://www.youtube.com/@tvguaiamum4498/streams" target="_blank">Web TV Guaiamum</a>, do município de Goiana (PE).</p>
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		<title>Podcast sobre empreendedorismo cultural da Mata Norte ganha série especial</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:51:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Zona da Mata Norte de Pernambuco, que historicamente teve sua economia voltada para o plantio, a colheita e a comercialização da cana-de-açúcar, abre espaço para um novo cenário de debates e reflexão, agora com foco na economia da cultura da região. Trata-se da estreia do Podcast Cena Cultura, idealizado e coordenado pelo produtor cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105671" aria-labelledby="figcaption_attachment_105671" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Podcast-Cerna-Cultura_-Alexandre-Velozo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-105671" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Podcast-Cerna-Cultura_-Alexandre-Velozo-1-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Velozo e Philippe Wollney</p></div>
<p>A Zona da Mata Norte de Pernambuco, que historicamente teve sua economia voltada para o plantio, a colheita e a comercialização da cana-de-açúcar, abre espaço para um novo cenário de debates e reflexão, agora com foco na economia da cultura da região. Trata-se da estreia do <em>Podcast Cena Cultura</em>, idealizado e coordenado pelo produtor cultural Alexandre Velozo, do município de Goiana.<br />
O projeto, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Governo do Estado, por meio de recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), busca ser um instrumento para difusão dos produtos culturais realizados por artistas, grupos e instituições culturais independentes, como músicas, shows, espetáculos, mostras, exposições, além de apresentação de CDs, clipes, vídeos, lives, encontros e sambadas.<br />
O <em>Podcast Cena Cultura</em> conta com 12 episódios inéditos com até uma hora de duração. Quinzenalmente, Alexandre Velozo, também apresentador da iniciativa, recebe no estúdio um convidado especial para um debate reflexivo, descontraído e cheio de aprendizados. Os programas têm recursos de acessibilidade comunicacional em libras.<br />
Os episódios são transmitidos, ao vivo, por meio dos canais das redes sociais da Web TV Guaiamum, da cidade de Goiana, e pode ser acessado, gratuitamente, no <a title="Podcast Cena Cultura" href="(https://www.youtube.com/@tvguaiamum4498/streams" target="_blank">YouTube</a> e no <a title="Podcast Cena Cultura" href="https://instagram.com/cenaculturapodcast" target="_blank">Instagram</a>.<br />
“O <em>Cena Cultura</em> é uma mídia que fala para o mundo sobre o universo da música, arte, cultura popular, cinema e produção cultural da nossa região canavieira. E toda essa conversa tem, no centro dos debates, os artistas, grupos e instituições culturais. A Mata Norte tem uma riqueza que vai além da economia da cana, que é a cultura feita pelas crianças, adolescentes, jovens, idosos, mulheres e homens, importante para o desenvolvimento social, cultural e territorial&#8221;, explica Velozo.<br />
O cirandeiro e mestre de maracatu Anderson Miguel, de Nazaré da Mata; o artista visual Tony Artes; e o premiado poeta Philippe Wollney, de Goiana, são algumas das personalidades que o público pode conhecer sobre o fazer artístico e a maneira como eles monetizam suas carreiras em favor da cultura popular.<br />
“O novo espaço midiático vem para preencher o deserto da comunicação cultural no território da zona canavieira, tendo em vista que muitos artistas e grupos não têm onde e como fazer a divulgação de seus trabalhos” reforça Velozo. “O projeto é um espaço plural e dinâmico. Quem tiver interessado em participar também pode sugerir pautas, pelo e-mail cenaculturapodcast@gmail.com”, convida.<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a agenda do programa:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 25 de setembro</strong><br />
Convidado: <a title="Podcast Cena Cultura - Anderson Miguel" href="https://www.youtube.com/watch?v=znMsp2AQ85o" target="_blank">Anderson Miguel</a> (mestre de maracatu rural e cirandeiro)</p>
<p><strong>Dia 11 de setembro</strong><br />
Convidado: <a title="Podcast Cena Cultura - Tony Arte" href="https://www.youtube.com/watch?v=jlmR3OEGwF0" target="_blank">Tony Arte</a> (músico, artista visual, muralista e compositor)</p>
<p><strong>Dia 28 de agosto</strong><br />
Convidado: <a title="Philippe Wollney" href="https://www.youtube.com/watch?v=MObxCbkGlA0" target="_blank">Philippe Wollney</a> (produtor cultural, poeta, editor e músico)</p>
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		<title>Jornalistas lançam série especial de podcast sobre preservação dos patrimônios materiais e imateriais do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:19:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105668" aria-labelledby="figcaption_attachment_105668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivson Gambarra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105668" alt="Ivson Gambarra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os jnornalistas e produtores culturais Salatiel Cicero e Josi Marinho</p></div>
<p>Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em>, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), já pode ser acompanhada pelo público, gratuitamente, nas principais plataformas de áudio e vídeo, <a title="Spotify" href="https://open.spotify.com/show/6fdzl772isCBAEVWUq9vkO" target="_blank">Spotify</a>, <a title="YouTube" href="https://www.youtube.com/@nossahistorianossamemoria" target="_blank">YouTube</a>, <a title="Instagram" href="https://www.instagram.com/podcastnossahistoria/" target="_blank">Instagram</a> e <a title="Facebook" href="https://www.facebook.com/PodcastNossahistoriaNossaMemoria" target="_blank">Facebook</a>, além do <a title="Site Oficial" href="https://www.nossahistorianossamemoria.blog.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
A série, construída em formato documental, tem como proposta ajudar pessoas a se conectarem com suas raízes, tradições e histórias. Serão 20 episódios, com média de 30 a 45 minutos de duração cada um, sobre os diferentes patrimônios que estão inseridos na região da zona canavieira, como grupos de cultura popular, artistas, instituições e iniciativas culturais. Os episódios vão abordar temáticas ligadas à música, literatura, artesanato, dança, entre outras linguagens, de forma simples e acessível. Ao todo serão dez meses de programas, que vão de setembro de 2023 a julho de 2024, com intervalo de 15 dias. O conteúdo será sempre disponibilizado aos sábados, às 14h.<br />
“O <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em> nasce com um propósito fundamental à nossa sociedade: potencializar o acesso e a difusão do acervo histórico à memória dos nossos patrimônios culturais da Zona da Mata Norte, berço da tradição da cultura afro-indigena no País. É aqui, em torno das 19 cidades, que compõem o território, cercadas pela vegetação dos canaviais, que estão as histórias e personagens que contribuem para a cultura do Brasil. A Mata Norte é muito além de um lugar para festejar as tradições do Carnaval e São João. É um pedaço do mundo ainda em descobrimento”, diz, emocionado, o coordenador-geral do projeto, Salatiel Cícero.<br />
A tradição oral desempenha um papel significativo em diversas culturas ao redor do mundo. E na região da Mata Norte de Pernambuco não é diferente. “Foi pensando nessa importância da memória oral que o podcast vai contando e explicando os fatos. Sem dúvida, cada programa será um momento de descoberta e muito aprendizado, mas, sobretudo, para entendermos mais sobre nós e a identidade cultural do nosso lugar. Ou seja, de onde viemos, onde estamos e para onde estamos caminhando”, reflete a proponente e apresentadora do projeto, Josi Marinho.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> O podcast também conta com várias ferramentas de acessibilidade para que o público com deficiência também possa se apropriar da história dos nossos patrimônios. No site, por exemplo, cada programa contar, além do player para ouvir o áudio, com a íntegra dos textos. Já as redes sociais e o site oficial do projeto têm também a versão dos programas em áudio com janela para tradução em libras.</p>
<p><strong>RODAS DE DIÁLOGO -</strong> Além da audiossérie, o projeto promove vários encontros culturais. À medida que os programas vão acontecendo também são realizadas dez rodas de bate-papo cultural, em diferentes lugares da Mata Norte, com a participação dos entrevistados. A iniciativa tem como público-alvo alunos de escolas públicas, professores e pesquisadores para debaterem juntos sobre a importância, a partir do que for apresentado no podcast, de como seguir preservando e difundindo os patrimônios culturais da Zona da Mata.</p>
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		<title>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal lança o podcast Ressignificando as Memórias</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 18:30:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em>, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de Pernambuco democratizando o acesso aos saberes e fazeres contidos no livro <em>Árvores Nativas, Cultura Medicinal</em>, que catalogou 31 espécies do Estado a partir dos conhecimentos de moradores e moradoras das comunidades tradicionais de Garanhuns e São João, localizadas no Agreste pernambucano.<br />
Além da democratização da cultura, fazendo chegar a áreas de difícil acesso e a pessoas com deficiência visual, o podcast visa compartilhar como foi todo o processo de coleta dos saberes e fazeres por parte dos povos tradicionais. Mais uma vez foi dada voz aos detentores desse conhecimento que agora estão narrando por meio de áudio como foi participar desse projeto Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), trazendo também, por meio da fala, essa sabedoria e suas vivências com o uso da fitoterapia arbórea.<br />
“No podcast as consultoras fitoterápicas relatam o que consta no livro trazendo mais envolvimento ao escutar diretamente suas vozes, transmitindo seus sentimentos de orgulho e pertencimento, que por meio dessa ferramenta oportuniza aprofundar a difusão de seus conhecimentos adquiridos por seus familiares”, destaca Danielle Jansen, coordenadora do projeto e autora do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em>. “A difusão desse conhecimento é muito importante, pois promove a manutenção dessas práticas fitoterápicas incluindo a conservação e valorização das matas nativas”, complta Danielle.<br />
Com o podcast se encerra o ciclo de ações do projeto cultural Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Funcultura. Entre as ações realizadas pelo projeto houve a distribuição gratuita de 500 exemplares do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em> para seis comunidades rurais do Agreste e da Zona da Mata de Pernambuco, e para duas instituições de ensino superior em Garanhuns e uma em Palmeira dos Índios, incluindo as versões em braile.<br />
O fortalecimento das ações de salvaguarda do patrimônio imaterial sobre esses conhecimentos é imprescindível. Da mesma forma a implementação de políticas públicas que fomentem ainda mais a rede de detentoras e detentores desses saberes fitoterápicos cultivam em seus terreiros a farmácia viva praticando e transmitindo por meioda tradição oral esse patrimônio imaterial para familiares e comunidade.<br />
O podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em> está disponível gratuitamente, a partir desta quinta-feira (21), no Spotify por meio deste <a title="Podcast Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias" href="https://spotify.link/DtgV7m3u6Cb" target="_blank">link</a>. Já a versão digital do livro está disponível no site <a title="Mãe da Iumas" href="https://maesdaiumas.wordpress.com/" target="_blank">Mães da Iumas</a>. Para conhecer um pouco mais sobre o projeto basta acessar e acompanhar o Instagram @culturamedicinal e a fan page <a title="Mães da Iumas" href="https://www.facebook.com/CulturaMedicinal" target="_blank">Mães da Iumas</a>.</p>
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		<title>Podcast &#8220;Memorabília&#8221; entrevista mestres da cultura popular</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 21:42:51 +0000</pubDate>
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<p>Está no ar a segunda temporada do &#8220;Memorabília&#8221;, um podcast sobre a memória musical dos mestres e mestras da cultura popular brasileira. Ao vasculhar suas lembranças, eles compartilham com os ouvintes as origens de sua memória musical, como despertou para a musicalidade e seus respectivos baús de referências sonoras.</p>
<p>Nesta nova edição, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, foram entrevistados Mestra Maria Gomes/Coco Trupé De Arcoverde, Mestre Damião Calixto/Coco Raízes de Arcoverde e Mestre Delegado/Banda de Pífanos Santa Luzia. Todos eles estão há mais 40 anos em atividade na cidade de Arcoverde, sertão de Pernambuco. O projeto é capitaneado por Jessika Bertani.</p>
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