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	<title>Portal Cultura PE &#187; poema</title>
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		<title>Secos e Turvos: uma poesia do Sertão em livro lançado no Mepe</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:22:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Secos e Turvos, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114759" aria-labelledby="figcaption_attachment_114759" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-114759" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor e dramaturgo Alexsandro Souto Maior</p></div>
<p>A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). <em>Secos e Turvos</em>, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é lançado neste domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Os poemas de <em>Secos e Turvos</em> ecoam a paisagem seca do Sertão, a luta entre o homem e a terra árida, a esperança que caminha lado a lado com os sertanejos. Um exemplo é esse trecho do verso de abertura do livro, Imagem Primeira: “Se lançarmos/ o nosso olhar para os confins/ há sertões/ veredas estreitas/ um povoado ali/ outro acolá/ desolados/ enrugados/ cabecentes para cima/ à espera/ de algum mísero milagre/ ou mesmo uma rima/ tudo isso demora/ mas chega, chega”.</p>
<p>Com 112 páginas e dividido em cinco capítulos, <em>Secos e Turvos</em> traduz de forma lírica a luta do beato e da comunidade de Canudos contra a fome e a seca nordestina. A guerra ocorreu no interior da Bahia, de 1896 a 1897, no fim do século 19, na transição do regime monárquico para a República no Brasil. De acordo com Alexsandro Souto Maior, o conjunto de poemas que compõem o livro se conectam com <em>Os Sertões</em> (1902), o mais famoso relato da Guerra de Canudos, de autoria de Euclides da Cunha.</p>
<p>“<em>Secos e Turvos</em> faz esse diálogo. Agora minha referência não foi só <em>Os Sertões</em>, mas também Antônio Conselheiro. Apesar de buscar uma feitura de alegorias, de trazer a visão da imprensa do Rio de Janeiro naquela época, a maior referência é o documento científico, jornalístico, literário de Euclides da Cunha. Em tempo de embate de revisões históricas, a literatura também pode ser um espaço para não esquecer desse absurdo glorioso, desse genocídio promovido por um Brasil oficial, republicano”, declara o autor e mestre em estudos literários.</p>
<p>A organização dos versos em contornos e ziguezagues nas páginas do livro dialoga com a temática dos textos. “Hoje vejo a poesia para além dos versos comportados. Muitas vezes não enxergo o verso e nasce outra possibilidade de falar com os vazios da página. Em Secos e Turvos, senti muito a necessidade de usar a quebra da palavra, a quebra do verso como aliados nessa construção fragmentada, destroçada de um povo. Ora vejo as palavras duras como pedras ali distribuídas, ora vejo o rio da nossa história correr sofregamente”, comenta.</p>
<p>&#8220;Voltar aos grandes fatos históricos, muito estudados e debatidos, sempre requer um exercício de olhar criterioso. <em>Secos e Turvos</em> percorre paisagens e retoma personagens caros à literatura brasileira, mas o faz sob uma perspectiva lírica e visual particular, fruto de anos de pesquisa do seu autor. No processo editorial tentamos buscar formas de traduzir a atmosfera do livro também nas decisões gráficas, investindo em um acabamento mais poroso para a capa, que remete ao seco, à aridez&#8221;, observa a editora assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Alexsandro Souto Maior é professor, graduado em letras, especializado em literatura brasileira e mestre em estudos literários. Publicou seus primeiros poemas na década de 1990 nos jornais O Pão e Diário do Nordeste, do Ceará, e é autor de <em>A Seiva</em> (2019), livro de poesias que recebeu menção honrosa pela Academia Pernambucana de Letras (APL). É também ator e diretor de teatro. Como dramaturgo venceu o Prêmio Literário Cidade de Manaus com a peça <em>Mariano, Irmão Meu</em> (2011), e o Prêmio Ariano Suassuna, com as obras <em>Tempo de Flor</em> (2018) e <em>O Misterioso Casarão de Dona Niná</em> (2020), entre outros.</p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“A cancela do Sertão</em><br />
<em>abre-se sobre um socalco</em><br />
<em>rochoso</em><br />
<em>admiravelmente</em><br />
<em>árido,</em><br />
<em>opaco</em><br />
<em>e vário</em><br />
<em>Ao longe</em><br />
<em>uma cortina de poeira</em><br />
<em>avermelha</em><br />
<em>o dia”</em></p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“a luz crua</em><br />
<em>violenta as pedras</em><br />
<em>e todos são pedras</em><br />
<em>fortemente</em><br />
<em>uma boca plena de saliva</em><br />
<em>contrasta com uma língua seca</em><br />
<em>como uma lâmina áspera</em><br />
<em>pronta para sucumbir os fraturados</em><br />
<em>os enjeitados, os fracos</em><br />
<em>Mas os sertanejos</em><br />
<em>são, sobretudo, pedras</em><br />
<em>O céu está longe!”</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Secos e Turvos e bate-papo do autor Alexsandro Souto Maior com o poeta e crítico literário Peron Rios -</strong> <em>domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças). Preço do livro impresso: R$ 45</em></p>
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		<title>Ágnes Souza lança seu segundo livro, &#8220;Pouso&#8221;, com live pelo Instagram</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2020 12:11:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quantas vidas me couber, amar uma mulher”, diz o poema que abre o segundo livro de Ágnes Souza, Pouso, publicado e editado pela Editora Moinhos. Em pré-venda desde o mês passado, a obra será oficialmente lançada no próximo dia 19 (terça-feira), em uma live do Instagram com a poeta e o editor da Moinhos, Nathan [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77012" aria-labelledby="figcaption_attachment_77012" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Editora Moinho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/Pouso-Divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-77012" alt="Editora Moinho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/Pouso-Divulgação-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Pouso&#8221; é o segundo livro da escritora pernambucana Ágnes Souza</p></div>
<p>“Quantas vidas me couber, amar uma mulher”, diz o poema que abre o segundo livro de Ágnes Souza, <em>Pouso</em>, publicado e editado pela Editora Moinhos. Em pré-venda desde o mês passado,<a href="https://editoramoinhos.com.br/loja/pouso/" target="_blank"><strong> a obra</strong></a> será oficialmente lançada no próximo dia 19 (terça-feira), em uma live do Instagram com a poeta e o editor da Moinhos, Nathan Magalhães, a partir das 19h, no perfil <a href="https://www.instagram.com/editoramoinhos/" target="_blank"><strong>@editoramoinhos</strong></a>.</p>
<p>A abertura do novo livro de Ágnes Souza é a cortina que vai, aos poucos, desembrulhando todo o conteúdo de Pouso, obra que solidifica mudanças importantes na linguagem da poeta pernambucana desde o lançamento do primeiro livro (re-cordis, 2016): agora, os poemas falam abertamente sobre relacionamento entre mulheres.</p>
<p>Em <em>Pouso</em>, Ágnes passa a aprofundar as relações lésbicas de forma explícita, saindo do lugar da neutralidade, além de dar mais espaço para a própria escrita, que ganha poemas mais longos. <em>“Esse processo não foi proposital. É fruto de muita pesquisa e leitura que acabou desembocando nos meus textos”</em>, conta a autora, que se inspirou bastante no conceito de infraordinário, cunhado por Georges Perec e utilizado pela poeta carioca Marília Garcia: <em>“O infraordinário coloca luz sobre o que não é extraordinário na vida, sobre o que é pequeno e mínimo mas que ainda assim faz parte do nosso dia a dia e, por isso, também é passível de poesia”</em>, explica a pernambucana.</p>
<p>Esse cotidiano guia toda a poesia do livro, que fala sobretudo sobre o passar dos dias e joga luz sobre aspectos corriqueiros da nossa rotina: o exercício de escrever um poema, as relações cotidianas, uma conversa de bar, uma pessoa fumando um cigarro, o metrô, um olhar profundo sobre alguém ou até o que se sente ao olhar um corpo apaixonado. Tudo o que é mínimo, aqui, se enche de grandiosidade e importância pelo olhar de Ágnes.</p>
<p><em>Pouso</em> traz, em sua maioria, poemas direcionados a outras pessoas. Muitas dessas, mulheres, que são “fotografadas” sob os vários ângulos que existem num relacionamento entre uma mulher e outra. Por vezes, esse ângulo é mais fechado, se debruçando sobre uma parte pequena de um corpo, como um umbigo. Outras vezes, esse ângulo é mais aberto, e explora a passagem do tempo até o fim do relacionamento e as marcas que ficaram. “<em>Muitos desses poemas são dedicados a amigos, romances, personagens de filme&#8230; Eu gosto de lembrar de um verso da poeta Bruna Beber que diz que ‘todo poema carrega um rosto e nele um susto que nunca passou’, as minhas dedicatórias são esses rostos”</em>, explica a escritora.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Pouso</em> de Ágnes Souza<br />
Terça-feira (19), a partir das 19h<br />
Instagram da Editora Moinhos (@editoramoinhos)<br />
Livro por R$ 40, no site: <strong><a href="https://editoramoinhos.com.br/loja/pouso/">editoramoinhos.com.br/loja/pouso</a></strong></p>
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		<title>Pedro Américo lança livro &#8220;Coisas – poemas etc&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 17:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevo cotidianamente o meu romance único múltiplo da minha inteira ambulante imprevidente despedaçada fábula de vida Esse é um dos poemas do mais novo livro do pernambucano Pedro Américo Farias, que há mais de 30 anos atua no cenário cultural do estado, sempre escrevendo, criando eventos, realizando palestras e oficinas de vocalização de poemas. O lançamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/pedro_americo_credito_socorro_nunes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-30545" alt="Socorro Nunes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/pedro_americo_credito_socorro_nunes-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a></p>
<p dir="ltr">Escrevo<br />
cotidianamente<br />
o meu romance<br />
único múltiplo</p>
<p dir="ltr">da minha inteira<br />
ambulante<br />
imprevidente</p>
<p dir="ltr">despedaçada<br />
fábula de vida</p>
<p>Esse é um dos poemas do mais novo livro do pernambucano Pedro Américo Farias, que há mais de 30 anos atua no cenário cultural do estado, sempre escrevendo, criando eventos, realizando palestras e oficinas de vocalização de poemas. O lançamento de &#8220;Coisas – poemas etc&#8221; acontece com uma série de eventos. O primeiro deles será nesta terça-feira (29/09), às 19h, no Teatro Arraial, na Boa Vista, Recife. Na ocasião, Pedro Américo juntamente com as poetas Adélia Coelho (Flô) e Renata Santana farão um recital com poemas do livro. Após o recital, haverá sessão de autógrafos no hall do teatro.  O acesso é gratuito, aberto ao público interessado. O evento contará com intérprete de Libras, garantindo acessibilidade ao público surdo. O livro será vendido ao preço popular de R$ 10,00.</p>
<p>A publicação do livro e os eventos são realizações de Linguaraz Editor (dirigida pelo autor), com parceria da produtora Nós Pós e incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secult-PE, Governo de Pernambuco. A produção executiva do projeto é do produtor Alexandre Melo.</p>
<p>Pedro Américo também já tem agenda marcada para apresentar a obra na Bienal do Livro de Pernambuco: dia 10 de outubro, às 16h, no Centro de Convenções. No dia 24 de outubro o autor realiza bate-papo sobre seus poemas na Biblioteca Multicultural Nascedouro, no bairro de Peixinhos, em Olinda. E no mês de novembro, em data ainda a confirmar, será a vez do Cepoma, em Brasília Teimosa, zona Sul do Recife.</p>
<p><strong>OBRA</strong> &#8211; De acordo com o autor, &#8220;Coisas – poemas etc&#8221; reúne uma variada produção de textos longos, médios, curtos e curtíssimos. Os poemas, longe de serem panfletos de denúncia, revestem-se, por um lado, de uma moldura estética; por outro, primam pela ideia de que a criação poética visa, sim, um objetivo de efeito social: contribuir para a formação de uma sensibilidade aberta à fruição da expressão artística e questionadora da opressão contra os seres vivos, não apenas os humanos, quaisquer que sejam as formas pelas quais esta opressão se manifeste.</p>
<p>Sua poesia se caracteriza por constante e inquieta busca de linguagens, tendo por princípio estético o encontro entre a riqueza da língua e as expressões extraídas das diversas dicções poéticas. Não reconhece em nenhum segmento social ou acadêmico o direito ao domínio das linguagens literárias. Considera tal pretensão como tentativa de reserva de mercado. Como ele mesmo diz, “nenhuma palavra pode sofrer interdição por suspeita de não ser poética. Não poética é a censura”. E completa: “Os caminhos da arte são, sobretudo, veredas de um grande sertão, cujos caminhantes têm a liberdade de andar a qualquer hora, à sombra da noite ou sob o sol, dançando, cantando, pulando, correndo, assobiando. A arte tem muitos assentos”.</p>
<p><strong>No livro consta um alerta sobre &#8220;contraindicações&#8221;</strong><br />
A leitura deste livro não é recomendável a pessoa porta-dora de alergia a ideias heterodoxas e devota de doutrinas estéticas. Caso alguém o esteja lendo e observe sintomas de tontura, dispneia, suores noturnos ou crises de insuficiência respiratória, cardíaca, hepática, deve suspender a leitura – imediatamente – e buscar ajuda médica. Leia com moderação.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Lançamento do livro &#8220;Coisas &#8211; Poemas etc.&#8221;, de Pedro Américo de Farias<br />
Livro será vendido por R$ 10,00.</p>
<p><strong>Dia 29/09/2015, às 19h</strong><br />
Recital (com intérprete de Libras) e sessão de autógrafos<br />
Teatro Arraial (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife/PE)<br />
Aberto ao público</p>
<p><strong>Dia 10/10/2015, às 16h</strong><br />
Recital (com intérprete de Libras) e sessão de autógrafos<br />
Bienal do Livro de Pernambuco<br />
Centro de Convenções – Recife/PE<br />
Aberto ao público</p>
<p><strong>Dia 19/10/2015, às 19h</strong><br />
Recital, bate-papo e sessão de autógrafos<br />
Biblioteca IF de Ouricuri<br />
Aberto ao público</p>
<p><strong>Dia 24/10/2015, às 16h</strong><br />
Bate papo e sessão de autógrafos<br />
Biblioteca Multicultural Nascedouro<br />
Av. Jardim Brasília, 275, Peixinhos – Recife/PE<br />
Aberto ao público</p>
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		<title>Antiabertura &#8211; Rio Doce/ CDU &#8211; poesia oulipiana</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 18:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado em 23/05/2013. Poeta Olivier Salon, do grupo OuLiPo, escreve poema no trajeto do ônibus Rio Doce/CDU. Segundo o desafio oulipiano, a escrita só poderá acontecer com o ônibus em movimento. Local: Trajeto do ônibus Rio Doce/CDU. Data: 23/05. Horário de saída: 9h &#8212; Terminal Rio Doce. Duração do percurso: 2h. Imagens: Chico Santana. Assistente: Tábata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 23/05/2013. Poeta Olivier Salon, do grupo OuLiPo, escreve poema no trajeto do ônibus Rio Doce/CDU. Segundo o desafio oulipiano, a escrita só poderá acontecer com o ônibus em movimento. Local: Trajeto do ônibus Rio Doce/CDU. Data: 23/05. Horário de saída: 9h &#8212; Terminal Rio Doce. Duração do percurso: 2h. Imagens: Chico Santana. Assistente: Tábata de Morais. Edição: Mariane Bigio.</p>
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