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	<title>Portal Cultura PE &#187; poesia</title>
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		<title>Agrinez Melo lança livro sobre representação feminina negra e a ancestralidade no fazer teatral</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:26:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123501" alt="Foto: Talles Ribeiro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Talles-Ribeiro-foto-Assinada-pela-autora-pernambucana-Agrinez-Melo-a-obra-tem-como-propósito-gerar-visibilidade-à-escrita-da-ancestralidade-afrocentrada-no-universo-do-teatro1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">A cena teatral de Pernambuco ganha uma contribuição com o lançamento do livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026). Assinada pela autora pernambucana Agrinez Melo, a obra tem como propósito gerar visibilidade à escrita da ancestralidade afrocentrada no universo do teatro e consequentemente ampliar a narrativa. A sua classificação indicativa é livre e também específica para o público adulto, pesquisadoras e pesquisadores das artes cênicas.</p>
<p dir="ltr">A obra está à venda por R$ 50. O resumo do livro fica disponível com Audiodescrição no canal “I Pele Ti o Dun”, gratuitamente no YouTube. Agrinez Melo — candomblecista, atriz, professora, figurinista, diretora teatral, pesquisadora e criadora da DoceAgri — realiza o lançamento no Recife nesta sexta-feira (dia 10 de abril), no Espaço O Poste, às 19h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para as pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr">Além da sessão de autógrafos e apresentação sobre o livro, a autora recebe Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, artistas da dança, música, performance e teatro da Região Metropolitana do Recife que colaboraram na realização da obra e são atrações da programação artístico-cultural. A juventude do Núcleo O Postinho também é presença garantida, assumindo a produção executiva e a assistência de produção. Para acompanhar as atividades, está programado o momento Ajeum (significa alimento, na língua africana iorubá), preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares, do Ilê Axé Oxum Ipondá (Olinda/PE).</p>
<p dir="ltr">“A partir da potência da mulher negra, dos saberes ancestrais e das matrizes espirituais que estão conectadas com o fazer teatral, revelando caminhos de criação, memória e presença, lanço ‘A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral’. O livro se apresenta como uma proposta inovadora e contracolonial de um fazer teatral artístico, cultural e autoral, realizado a partir de pesquisas diretamente ligadas com os terreiros de matrizes africana e indigena”, declara Agrinez Melo.</p>
<p dir="ltr">A ideia da obra surge da necessidade da representação negra nos escritos sobre teatro, nas teorias teatrais e nas formulações acadêmicas. No conteúdo do livro, ela destaca diretamente a representatividade afrocentrada e feminina nos espetáculos e nas salas de ensaio.</p>
<p dir="ltr">“O livro compartilha a criação da metodologia “Poética Matricial dos Orixás Encantados”, que é da minha autoria. Por meio das vivências nos terreiros e toda a ritualidade, levo essas energias para o Ara Agbara (significa corpo poderoso, na língua africana iorubá). Com a descoberta do próprio corpo, seu poder é reconhecido tanto na cena como fora dela, justamente por ser uma contribuição social”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">“A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” traz em suas páginas possibilidades de inclusão no teatro e nas artes da cena. As perspectivas são baseadas nas memórias, vivências de estudo e de criação teatral, onde a performance, o teatro e a dança se unem em diálogo, por meio das ritualidades do corpo em movimento.</p>
<p dir="ltr">“Reforço sempre que criei uma metodologia inédita e autônoma, levando para o livro essa poética matricial que desenvolvi. Nos escritos, estamos fortalecendo os rituais ancestrais destacando o ‘Ara Agbara’ nos palcos. A origem do livro também tem a ver com a  necessidade de estimular o conceito da ancestralidade matricial, com o corpo como território de memória, energia e criação”, acentua.</p>
<p dir="ltr">Agrinez Melo acredita que entre as contribuições do livro está a da presença cada vez maior  da mulher negra e artista na cena. “O lançamento da obra colabora para a mudança de paradigmas e padrões do teatro realizado no Estado de Pernambuco, e também nos ambientes nacionais e internacionais”, afirma.</p>
<p dir="ltr">Para alcançar mais espaços com a obra, a autora vai realizar uma distribuição nos espaços públicos do estado, como bibliotecas e universidades, e levá-la para mostras, festivais, encontros acadêmicos e demais movimentos artístico-culturais tanto locais como nacionalmente.</p>
<p dir="ltr">As ilustrações do livro são feitas pelas mãos de Douglas Duan. Com fotografia de Pht.all, a capa é da autoria de Talles Ribeiro, também à frente da revisão juntamente com a escritora e poeta Odailta Alves. Everson Melo e Robson Haderchpek se juntam a Talles e Odailta na função colaborativa. Luiza Saad assume a diagramação, enquanto Foster Costa está na produção, direção criativa e fotografia. Toda a equipe é pernambucana.</p>
<p>O livro tem a realização da DoceAgri, focada na acessibilidade no teatro e nas oficinas, e incentivo público, com o financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr">Como escritora, Agrinez Melo já lançou anteriormente “Elementos da Encenação e Acessibilidade: relatos de amor e arte nas experiências teatrais” (2022), trazendo narrativas que mostram a importância dos recursos de acessibilidade na inclusão de pessoas com deficiência no fazer teatral.</p>
<p dir="ltr">Agrinez também é a criadora e a facilitadora da oficina teatral &#8221;A Poética Matricial dos Orixás e Encantados”, que possibilita às pessoas respirarem uma vivência centrada na ancestralidade e no corpo. Os exercícios são centrados nos ensinamentos matriciais do corpo, que têm as energias dos Orixás e Encantados como elemento central. Inclusive, ela levou a formação à Mostra de Artes Cênicas do Banco do Nordeste Cultural, realizada de 24 a 26 de março deste ano, em Fortaleza/CE.</p>
<p dir="ltr">“A proposta é um mergulho nas relações entre corpo, ancestralidade e cena, a partir de referências das matrizes afro-indígenas e do teatro de candomblé. Durante a atividade, as pessoas vivenciam práticas corporais e imaginários ligados aos Orixás e Encantados, enxergando novas possibilidades de criação e presença cênica”, conclui.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Livro “A Poética Matricial dos Orixás e Encantados: o Ara Ritual Mulher Negra no Teatro Ancestral” (2026) &#8211; por Agrinez Melo (autora) &#8211; classificação indicativa: livre<br />
Local: Espaço O Poste (rua do Riachuelo, nº 641, bairro da Boa Vista, centro do Recife/PE)<br />
Data: 10 de abril (sexta-feira)<br />
Horário: 19h<br />
Programação artístico-cultural: apresentação de Agrinez Melo, sessão de autógrafos, participação de artistas da Região Metropolitana do Recife, como Brenda Lima, Cas Almeida, Gabriel Ferreira, Ester Soares e Sthe Vieira, e da juventude do Núcleo O Postinho; e Ajeum, preparado pela Ialorixá Mãe Inajá Soares<br />
Entrada: gratuita<br />
Recursos de acessibilidade em Libras e Audiodescrição para pessoas com deficiência auditiva e visual.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ficha técnica:</strong></p>
<p>Autora: Agrinez Melo</p>
<p dir="ltr">Capa: Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Revisão: Odailta Alves e Talles Ribeiro</p>
<p dir="ltr">Ilustrações: Douglas Duan</p>
<p dir="ltr">Diagramação: Luiza Saad</p>
<p dir="ltr">Colaboradores: Everson Melo, Odailta Alves, Talles Ribeiro e Robson Haderchpek</p>
<p dir="ltr">Fotografia da capa: Pht.all</p>
<p dir="ltr">Produção, direção criativa e fotografia: Foster Costa</p>
<p dir="ltr">Produção local em Arcoverde: Jéssica Mendes</p>
<p dir="ltr">Assistência de produção no Recife: Núcleo O Postinho</p>
<p dir="ltr">Mídias sociais: Dispense Perspectiva Preta em Cena</p>
<p dir="ltr">Realização: DoceAgri</p>
<p dir="ltr">Assessoria de imprensa: Daniel Lima</p>
<p dir="ltr">Incentivo público: financiamento do edital Funcultura (Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco), por meio do Governo de Pernambuco, Fundarpe e Secretaria de Cultura (Secult-PE)</p>
<p dir="ltr">Apoio: Sesc-Arcoverde e Espaço O Poste</p>
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		<title>Projeto Sertão Sem Nó lança séries sobre contos folclóricos e poesia feminina sertaneja</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação O projeto cultural Sertão Sem Nó lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121942" alt="Isabelly Moreira_Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p><span style="color: #000000;">O projeto cultural <em>Sertão Sem Nó</em> lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às plataformas de áudio em versões completas, com textos integrais transcritos, descrições dos blocos como recurso de acessibilidade e uma nova etapa de circulação nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios estreiam sempre às 4h da manhã, começando pelos programas de “Poetisas do Pajeú”. As duas séries contam com patrocínio master do Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) 2024, da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE). </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao todo, serão 24 episódios, sendo 12 de Histórias de Cabeceiras e 12 de Poetisas do Pajeú, publicados diariamente. As duas séries integram o ecossistema criativo do <em>Sertão Sem Nó</em>, projeto idealizado pelo jornalista e cineasta pernambucano Jefferson Sousa e dedicado à preservação e difusão das culturas populares dos sertões nordestinos em múltiplas linguagens, como podcasts documentais, filmes, jogos digitais, animações, pesquisas, oficinas e ações formativas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Acumulando dezenas de prêmios e reconhecimentos nas áreas de cultura, memória e audiovisual, entre os quais o 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho, ofertado pelo Governo de Pernambuco, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e o Best Screenplay do Viva Film Festival 2019, na Bósnia, o <em>Sertão Sem Nó</em> reúne também atuações e uso de seus conteúdos em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais de mais de 20 países, consolidando-se como um dos mais importantes projetos contemporâneos de salvaguarda da cultura popular nordestina.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A chegada das séries na íntegra às plataformas de áudio por streaming amplia o acesso às narrativas, aproximando-as ainda mais de ambientes educacionais, familiares, acadêmicos, rádios e demais manifestações comunitárias de comunicação, além, é claro, de ouvintes de todas as regiões do Brasil.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Histórias de Cabeceiras</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">A série reúne 48 contos populares infantis em 12 episódios, criados, escritos, produzidos, narrados e editados por Jefferson Sousa, com narração complementar da jornalista Vivi Maria. Cada programa apresenta quatro narrativas seguidas por um bloco de contextualização histórica que revela origens geográficas, literárias e folclóricas, além dos caminhos de circulação oral que levaram essas histórias aos sertões do Nordeste.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Histórias de Cabeceiras” nasce do projeto “<i>Contos Populares Infantis: Tradição e Diversã”o</i> e se baseia em estudos e recolhas feitas por autores como Luís da Câmara Cascudo, Sílvio Romero, Teófilo Braga, Consiglieri Pedroso, João da Silva Campos, Lindolfo Gomes, Adolfo Coelho e Aurélio Espinosa. Entre as histórias estão: Couro de Piolho, A Princesa Sisuda, A Festa no Céu, A Princesa de Bambuluá, Bicho de Palha, A Princesa Serpente, O Papagaio Real e outras narrativas de raízes ibéricas e nordestinas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com linguagem oral, clima intimista e ambientação sonora centrada na voz, o programa preserva o ambiente das histórias contadas nas cabeceiras das camas, nos quintais e nos alpendres do sertão, ao mesmo tempo em que dialoga com formatos contemporâneos de podcast. Cada episódio mantém compromisso com acessibilidade, pesquisa e uso pedagógico, servindo como material de referência para famílias, professores, bibliotecas e projetos educativos.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Poetisas do Pajeú</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Dirigida, roteirizada, produzida e apresentada por Vivi Maria, com edição e co-produção de Jefferson Sousa, a série traz entrevistas profundas com 12 mulheres que fazem da poesia sua forma de existência e resistência no Sertão do Pajeú. Com cerca de uma hora por episódio, o programa reúne memórias, afetos, processos criativos e reflexões sobre temas como identidade, gênero, território, maternidade, educação, ancestralidade e música.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Participam da série Maria Farias, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Isabelly Moreira (Belinha), Verônica Sobral, Dayane Rocha, Jéssica Caitano, Francisca Araújo, Monique D’Angelo, Milene Augusto, Izabela Ferreira e Thyelle Dias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios incluem declamações inéditas e conversas que registram trajetórias individuais e coletivas, formando um documento sonoro sobre a presença feminina na poesia do Pajeú. A condução de Vivi Maria, poetisa, jornalista cultural, glosadora e pesquisadora da tradição oral, reforça a dimensão afetiva, política e territorial das entrevistas. As transcrições integrais dos episódios ampliam a acessibilidade e o alcance para estudos, pesquisas e usos educativos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121943" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda-373x486.jpg" width="373" height="486" /><br />
</a>Foto: José de Holanda/Divulgação</p>
<p><b><span style="color: #000000;">Um projeto raiz: feito no território e para o território</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As duas séries foram produzidas integralmente no Sertão do Pajeú, em home studios nos municípios de Itapetim e São José do Egito, a partir de uma perspectiva territorial, não apenas sobre o sertão, mas a partir dele. Essa abordagem fortalece a economia criativa local e reafirma a importância de narrativas produzidas por quem vive o território e seus modos de vida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O lançamento amplia o diálogo com famílias e crianças, escolas, professores, bibliotecas e clubes de leitura, pesquisadores de cultura popular, folclore e tradição oral, coletivos culturais, grupos de poesia, rádios públicas e ouvintes interessados em cultura, memória, educação e documentários sonoros.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Acessibilidade e preservação</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Todos os episódios contam com transcrições completas e textos organizados dos blocos, além de material compatível com leitores de tela. O conteúdo também pode ser utilizado como base para projetos educativos, acadêmicos e jornalísticos. As séries reforçam o compromisso do Sertão Sem Nó com a inclusão e o registro permanente das narrativas do sertão.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Sobre o Sertão Sem Nó</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Criado por Jefferson Sousa, o Sertão Sem Nó é um projeto multidisciplinar dedicado à preservação e à difusão da cultura popular dos sertões nordestinos, reunindo produções sonoras, audiovisuais, educativas e de pesquisa. Seus conteúdos circulam em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais dentro e fora do Brasil, compondo um universo criativo que integra documentários, podcasts, jogos digitais, animações e ações formativas.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Disponibilidade</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As séries “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú” estarão disponíveis gratuitamente nas principais plataformas de áudio a partir de 24 de novembro de 2025, com publicação diária até 18 de dezembro de 2025, sempre às 4h da manhã, no podcast Sertão Sem Nó. . Além disso, ambos os programas integraram a programação do primeiro semestre de 2025 da Rádio Frei Caneca FM por meio do Edital de Apoio à Ocupação da emissora, promovido pela Fundação de Cultura Cidade do Recife.</span></p>
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		<title>Dores, revoltas e celebrações do povo preto: espetáculo “Revinda” chega a Olinda neste sábado (18)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dores-revoltas-e-celebracoes-do-povo-preto-espetaculo-revinda-chega-a-olinda-neste-sabado-18/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:44:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado (18), o espetáculo “Revinda” desembarca em Olinda para uma apresentação única, gratuita e ao ar livre, na Praça Laura Nigro, localizada no sítio histórico da cidade. Contemplado pelo Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento começa com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120727" aria-labelledby="figcaption_attachment_120727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201.png"><img class="size-medium wp-image-120727" alt="Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Vanessa Alcântara/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">No próximo sábado (18), o espetáculo “Revinda” desembarca em Olinda para uma apresentação única, gratuita e ao ar livre, na Praça Laura Nigro, localizada no sítio histórico da cidade. Contemplado pelo Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o evento começa com uma oficina de frevo às 16h, conduzida por Mestre Wilson e Mestra Francis, e segue com o espetáculo principal às 17h30, culminando com um bate-papo com os artistas.</p>
<p dir="ltr">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, o projeto é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico. “Revinda” é, ao mesmo tempo, denúncia, memória e resistência – com performances que evocam ancestralidade, luta e vida.</p>
<p dir="ltr">A apresentação em Olinda contará com a participação de artistas locais, como Paloma Granjeiro, Mayara Ferreira, Neris Rodrigues, além da dupla do frevo Brincantes das Ladeiras, referência da cultura popular na cidade. O espetáculo é conduzido pela dançarina Rebeca Gondim, que atua também como mestra de cerimônia.</p>
<div id="attachment_120728" aria-labelledby="figcaption_attachment_120728" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303.png"><img class="size-medium wp-image-120728" alt="Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &quot;Revinda&quot; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-13-124303-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Criado por Rebeca Gondim e Maria Agrelli, &#8220;Revinda&#8221; é um grito cênico que mescla dança, música, artes visuais, poesia e Libras, para expressar as dores, revoltas e celebrações do povo preto e periférico I Foto: Filipe Gondim/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Além do elenco fixo – que inclui o DJ Phino e Bárbara Regina (percussão), Joselma Santos (Corporeolibras) e João Guilherme de Paula (criação de luz) – a apresentação se articula com artistas de cada território por onde passa, ampliando as vozes e os corpos em cena.</p>
<p><strong>Itinerância</strong></p>
<p>“Revinda” já percorreu seis bairros do Recife e segue agora para Camaragibe (1º/11), Caruaru (8/11), Triunfo (21/11) e Arcoverde (23/11). A escolha dos locais não é aleatória: segue vínculos afetivos e políticos, valorizando artistas e coletivos que atuam na resistência cultural e na luta por direitos humanos.<br />
<strong>Origem</strong></p>
<p>O espetáculo surgiu a partir da performance “Terezinha”, criada por Rebeca Gondim em homenagem a Tereza Maria de Jesus, mãe de um menino de 10 anos assassinado pela polícia enquanto brincava no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. O solo de dez minutos cresceu e se transformou num espetáculo de 50 minutos que agrega diferentes expressões artísticas, corpos e territórios.</p>
<p><strong>&gt; Serviço:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Espetáculo “Revinda” em Olinda</strong><br />
Sábado (18.10)<br />
Onde: Praça Laura Nigro – Sítio Histórico de Olinda<br />
Horários:</p>
<p dir="ltr">&gt; 16h – Oficina de frevo com Brincantes das Ladeiras</p>
<p dir="ltr">&gt; 17h30 – Espetáculo &#8220;Revinda&#8221;<br />
Quanto: Gratuito<br />
Classificação indicativa: Livre</p>
<p dir="ltr">++ Mais informações: <a href="http://instagram.com/rebecagondim__">@rebecagondim__</a></p>
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		<title>Performance “Vórtices Errantes” une poesia e experimentações sonoras em gravação pública</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 14:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo sábado, 9 de agosto, a partir das 14h, o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) recebe Vórtices Errantes, performance de Ana Gábri, artista-pesquisadore e autore do poema homônimo. Concebida inicialmente como forma alternativa de publicação poética, a obra será registrada ao vivo em uma publicação sonora, convidando o público a acompanhar a gravação da performance. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da FUNDARPE, através do FUNCULTURA – Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura.</p>
<p>Vórtices Errantes é a oralização da palavra a partir da errância sobre o próprio texto, desde diferentes retornos, ênfases, dicções e ritmos. O artista e músico Fernando Remígio é quem tem acompanhado Ana Gábri em performance desde a primeira edição, assinando a sonoplastia entre ruídos, ecos e dissonâncias feitos em uma guitarra tocada de forma não convencional. Fruto da pesquisa de Ana Gábri quanto ao erro e do desejo de experimentar formas não convencionais de publicação, o trabalho tem lançamento previsto para a primeira semana de setembro nas principais plataformas de streaming sob o selo independente Edições Marafas.</p>
<p>“<i>Vórtices Errantes</i> é a celebração do erro a partir da criação de uma imersão forjada pela linguagem em errância, um jogo metalinguístico com a realidadeficção. Primeiro veio o poema que queria ser publicado em algum formato já diferente, mas em papel, depois entendi que poderia publicar com meu corpo, ou seja, publicar como tornar público em performance. A publicação sonora vai vir da 4a edição da performance e isso me anima muito”, explica Ana Gábri.</p>
<p>Proposição estética e política, a ideia de uma publicação sonora passa a se articular à chance de maior acessibilidade do compartilhamento de experiência, paralelamente fazendo repensar os modos de circulação da poesia. Ao adotar o som como suporte, Vórtices Errantes intenciona ampliar seu alcance material ao dialogar com a crescente demanda por conteúdos em formato de áudio, tais como audiobooks e podcasts.</p>
<p>A obra busca conjugar presença e experiência pela potência da poesia vocalizada — processo que será exposto e compartilhado com o público durante a gravação pública no MAMAM, e que ainda contará com tradução simultânea em LIBRAS.</p>
<p>“Uma das coisas que eu mais me encantei dentro desse processo é que a performance começou na própria estrutura de ensaio. Fazer sonoplastia com a guitarra elétrica é utilizar o instrumento no sentido de uma caixa de sons, de uma máquina que produz ecos, sensações, tensões e sons que não seriam esperados. É como entender comigo uma criatura que grunhe e que sente as palavras como se fosse um bicho, eu só sou um condutor de uma criatura perpassada por palavras”, comenta Fernando Remígio.</p>
<p>Vórtices Errantes já teve desdobramentos anteriores em espaços culturais independentes como a Casa Lontra, Ateliê Ex-Libris (Edf. Texas) e a Kaza Ruta, no Recife, reunindo públicos diversos das artes literárias, visuais e experimentais. A gravação pública marca mais um passo na construção de uma peça híbrida, a tomar corpo em um material gravado e disponibilizado de forma gratuita.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><b>Gravação pública — Performance Vórtices Errantes</b></p>
<p>Sábado, 9 de agosto | A partir das 14h<br />
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Rua da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>“Trupe Pernambuco Meu País” ganha as ruas de Salgueiro e anuncia a chegada do festival itinerante na cidade</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 04:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119192" aria-labelledby="figcaption_attachment_119192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119192" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-01-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">“Amanhã é festa, mas hoje já tem magia!” – Este foi o lema que anunciou a chegada do Festival Pernambuco Meu País 2025 no primeiro município-sede desta edição: Salgueiro.  A largada foi dada nesta quinta-feira (24), por um arrastão cultural promovido pela “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganhou as principais vias da cidade, levando música, cor e alegria para todos os públicos. Em um cortejo de mais de duas horas de duração, artistas de linguagens como circo, dança, teatro, música e poesia fizeram o prenúncio da imersão cultural e da celebração ao orgulho pernambucano dos próximos dias.</p>
<p dir="ltr">“A Trupe chegou nesta segunda edição do festival sendo uma novidade para a cidade de Salgueiro, que também é uma novidade no nosso circuito, recebendo o evento pela primeira vez. Com toda esta celebração de estreias, diversos artistas saíram no dia que antecede a abertura do festival, fazendo com que a população entrasse no universo imaginário e sentisse um pouco do gostinho do que vai ser viver todo o Festival Pernambuco Meu País”, explicou a diretora de Ações Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Com concentração e saída marcados em um dos principais pontos do município, a Roda do Prefeito (Girador do Prado), na Avenida Antônio Angelim, ao final da tarde, diversos artistas já se preparavam &#8211; ao ar livre, em seus camarins móveis -, fazendo os últimos ajustes de maquiagem, figurino e som para a saída oficial. Performances convidativas já chamavam a atenção dos passantes, ao som dos ritmos tradicionais do Estado, como o frevo, maracatu, coco e mais. Toda a trilha do espetáculo foi amplificada e abrilhantada pelo Som na Rural, projeto itinerante, já conhecido no Estado, por circular transformando espaços públicos em cenários culturais.</p>
<div id="attachment_119194" aria-labelledby="figcaption_attachment_119194" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-02.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119194" alt="Ainda na concentração, a “Trupe Pernambuco Meu País” fez os últimos ajustes de figurino e maquiagem ao ar livre, em seus camarins móveis " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fotos-I-Juana-Carvalho-Secult-PE-Fundarpe-02-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ainda na concentração, a “Trupe Pernambuco Meu País” fez os últimos ajustes de figurino e maquiagem ao ar livre, em seus camarins móveis</p></div>
<p dir="ltr">Por volta das 17h, foi a hora do show começar no palco mais democrático de todos – a rua. Puxados por performances dos artistas Charlene dos Santos e Guilherme Milleron, as atrações Orí Cia de Dança, Trupe Vivarte e os Pernaltas da Trupe, da ASSARTI, foram tomando a cidade. Fazendo pausas estratégicas de interação com o público, incluindo acrobacias e inserção de pirotecnias, ao longo do percurso, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival. A parada final se deu na altura do Museu do Couro, espaço que também sediará polos culturais durante o evento.</p>
<p dir="ltr">Para a aposentada Socorro Dantas, moradora do município há mais de 30 anos, o cortejo marca uma nova inserção das artes na cidade. “É uma ação muito bonita, uma novidade que nós não tínhamos em Salgueiro, e que nós devemos prestigiar, por ser um desfile que traz cultura, grandeza, e só enriquece o município e o Estado como um todo. Aqui, na nossa cidade, nós nos sentimos muito privilegiados em assistir a um espetáculo como este”, ressaltou.</p>
<div id="attachment_119195" aria-labelledby="figcaption_attachment_119195" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119195" alt="Fazendo acrobacias e inserindo pirotecnias ao espetáculo, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fazendo acrobacias e inserindo pirotecnias ao espetáculo, o grupo de artistas contribuiu ainda mais para a adesão do público ao clima do festival</p></div>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Segundo o coordenador de Atividades Culturais da Fundarpe, Ary Valença, responsável pela curadoria e direção do projeto, a estreia da Trupe marcou um pontapé do festival em clima de felicidade coletiva. “Estamos ascendidos e muito aquecidos, inclusive para os próximos que virão, com a receptividade do público, que, como prometido, participou inteiramente do espetáculo, de forma emocionante, participativa e muito festiva, assim como o povo de Pernambuco. Fomos recebidos de braços abertos por Salgueiro e assim contamos que seja com as outras cidades que vamos percorrer”, vibrou.</p>
<p dir="ltr">A “Trupe Pernambuco Meu País” segue pelos municípios-sedes do festival: Buíque (31/07), Bezerros (7/08), Pesqueira (14/08), Gravatá (21/08), Arcoverde (28/08) e finaliza em Caruaru (4/09). Mais informações sobre os desfiles e a cobertura pelos municípios-sedes poderão ser encontradas no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a> e pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>“Trupe Pernambuco Meu País”: grupo de artistas promove arrastão cultural nos municípios-sedes do festival itinerante</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 20:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119130" aria-labelledby="figcaption_attachment_119130" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258.png"><img class="size-medium wp-image-119130" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-18-171258-607x402.png" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Abrindo alas para a celebração da diversidade cultural e do orgulho pernambucano, o Festival Pernambuco Meu País prepara mais uma surpresa. A novidade chega antes mesmo da programação oficial começar. Para este ano, o evento traz a “Trupe Pernambuco Meu País”, que ganha o palco mais democrático e popular de todos &#8211; a rua &#8211; para anunciar a chegada dos dias de magia, alegria e imersão na arte. Sempre às quintas-feiras, artistas do circo, dança, teatro, música e poesia vão circular pelas principais vias dos municípios-sedes, convidando a todos a participarem de um arrastão cultural.</p>
<p dir="ltr">Abraçando e representando a pluralidade cultural trazida pelo festival, os artistas que integram o grupo de cortejo farão performances, que serão apresentadas ao longo do percurso, que contarão com interações com o público. No trajeto, os agitadores culturais farão pausas estratégicas, desdobrando o arrastão em um espetáculo ao ar livre, sempre com novidades e adaptações, de acordo com características culturais de cada cidade.</p>
<p dir="ltr">“É um chamado popular através de um desfile festivo que começa pequeno e vira multidão, como um segredo que vai se espalhando até virar grito de alegria. Ele anuncia o Festival Pernambuco Meu País como quem diz: “Amanhã é festa, mas hoje já tem magia!”. Todo o espetáculo conta com intervenções poéticas, musicais e coreográficas. Elementos visuais, sonoros e performativos se combinam em uma ação viva e integrada, que valoriza as habilidades individuais e coletivas do grupo de artistas”, revela o coordenador de Atividades Culturais da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Ary Valença, responsável pela curadoria e direção do projeto.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, a Trupe vai circular por sete cidades, sendo a estreia em Salgueiro a primeira a receber o festival. Na próxima quinta-feira, 24, a partir das 17h30, o público está convidado a se concentrar na Roda do Prefeito (Girador do Prado), na Avenida Antônio Angelim, no bairro de Nossa Senhora de Graças e aguardar o espetáculo. A programação segue por Buíque (31/07), Bezerros (7/08), Pesqueira (14/08), Gravatá (21/08), Arcoverde (28/08) e finaliza em Caruaru (4/09).</p>
<p dir="ltr">Ainda segundo Ary Valença, a Trupe vem disposta a instaurar uma atmosfera única às cidades e chama a todos a prestigiarem. “Nossa missão é fazer com que o público que esteja próximo, que vá chegando, sinta-se contagiado com a emoção e alegria da nossa cultura, da nossa tradição e que possa, de fato, ao ver os nossos artistas, as nossas apresentações, poder sonhar um pouco de pé. Por isso, contamos com a presença de todos”, convida.</p>
<p dir="ltr">Mais informações sobre a Trupe Pernambuco Meu País e a cobertura dos desfiles pelos municípios-sedes poderão ser encontradas no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a> e pelo <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Formação prática &#8220;Da poesia ao vídeo&#8221; chega ao Sertão do Pajeú</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 17:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A formação presencial itinerante do projeto &#8220;Da Poesia ao Vídeo &#8211; Ocupação Pajeú&#8221; chega  às cidades de Carnaíba, Tabira e Triunfo, no mês de maio.  As aulas do projeto são divididas em expositivas (online) &#8211; que aconteceram no mês de abril &#8211; e práticas (presenciais) com carga horária total de 20h/aula, ministradas pela produtora e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117579" aria-labelledby="figcaption_attachment_117579" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Card divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/TRIUNFO.png"><img class="size-medium wp-image-117579" alt="Card divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/TRIUNFO-388x486.png" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina acontecerá presencialmente em Triunfo, Carnaíba e Tabira</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A formação presencial itinerante do projeto &#8220;Da Poesia ao Vídeo &#8211; Ocupação Pajeú&#8221; chega  às cidades de Carnaíba, Tabira e Triunfo, no mês de maio.  As aulas do projeto são divididas em expositivas (online) &#8211; que aconteceram no mês de abril &#8211; e práticas (presenciais) com carga horária total de 20h/aula, ministradas pela produtora e realizadora audiovisual Eva Jofilsan.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O projeto é uma realização da Espiral Filmes com produção da Anilina Produções e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura Audiovisual) do Governo de Pernambuco, através da Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A atividade formativa visa a ampliação do debate acerca da videopoesia, gênero que conecta o audiovisual e a literatura. Durante as oficinas, os participantes irão trabalhar a captação audiovisual e os processos de montagem. Ao final de cada oficina, será apresentado um videopoema, tendo como base o universo poético e cultural do sertão pernambucano, que poderão ser inscritos em mostra e festivais audiovisuais.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A ocupação Pajeú acontece por reconhecer a importância da região, com destaque para a poesia. A oficina une os conhecimentos técnicos do audiovisual à força criativa dos agentes poéticos e culturais dos autores sertanejos em um exercício de democratização dos conceitos de videopoesia e estímulo à produção no interior.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">&#8220;A escolha de concentrar o projeto no Sertão do Pajeú era um desejo antigo, pois entendo a região como um berço da criação poética, especialmente da cultura oral no Estado. Ao mesmo tempo, o videopoema abre inúmeras possibilidades de experimentação visual e de recriação da palavra poética. Acredito que esse encontro entre a riqueza da oralidade e o audiovisual resultará em uma fusão muito frutífera de olhares e abordagens”, destaca Eva Jofilsan.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">&#8220;Da Poesia ao Vídeo&#8221; teve início na Região Metropolitana do Recife (RMR), em Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe e Recife. O projeto já passou pelos municípios de Bezerros, Taquaritinga do Norte, Afogados da Ingazeira, Arcoverde, Garanhuns, Jatobá (Aldeia Pankararu), Goiana e Vitória de Santo Antão. A Ocupação Pajeú contempla o sertão de pernambuco com o intuito de continuar promovendo acesso à formação às pessoas que residem fora da capital pernambucana. Muitos alunos tornaram-se multiplicadores nas oficinas realizadas pelo projeto.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><strong>Confira a programação presencial da &#8220;Da Poesia ao Vídeo &#8211; Ocupação Pajeú&#8221;: </strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><strong>Carnaíba</strong><br />
05 e 06/5 | 08h às 12h                                                                               Local: Escola Municipal Domingos Jacinto Ferreira                                  Endereço: Praça Pedro Bezerra, SN, Ibitiranga, Carnaíba-PE.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><strong>Tabira</strong><br />
08 e 09/5 | 14h às 18h                                                                               Local: Centro Cultural Poeta Zé de Mariano                                               Rua Amâncio Siqueira, 08, Centro, CEP: 56.780-000, Tabira–PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><strong>Triunfo</strong><br />
12 e 13/5 | 14h às 18h                                                                               Local: Casa Brincante                                                                               Rua Fídeas Corte de Alencar, 22, Alto da Boa Vista, CEP: 56.870-000, Triunfo-PE</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CicloFrevo promove ação bicicletiva e oficina gratuita no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 18:52:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116188" aria-labelledby="figcaption_attachment_116188" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcos Pastich/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Marcos-Pastich-Foto-CicloFrevo-dá-vida-às-vias-cicláveis-e-ciclofaixas-do-Recife-por-meio-de-um-desfile-bicicletivo-e-oficina-gratuita.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116188" alt="Marcos Pastich/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Marcos-Pastich-Foto-CicloFrevo-dá-vida-às-vias-cicláveis-e-ciclofaixas-do-Recife-por-meio-de-um-desfile-bicicletivo-e-oficina-gratuita-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">CicloFrevo</p></div>
<p>Com cultura popular, dança, música e poesia, o CicloFrevo dá vida às vias cicláveis e ciclofaixas do Recife por meio de um desfile bicicletivo e oficina gratuita, neste domingo (16), das 16h às 17h, aberto ao público em geral. A iniciativa tem a produção da Lúden Cia. de Dança, companhia pernambucana autoral, sendo parte das ações Ciclos Culturais, que acontecem ao longo de todo o ano, com 12 apresentações no total e incentivo do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) no Estado, via Governo de Pernambuco.</p>
<p>O desfile bicicletivo do frevo é realizado de maneira independente, assim como a oficina na Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife, às 16h30. A formação ocorre nos pontos fixos de parada durante o percurso, paralelamente às performances do circuito. O objetivo é levar as pessoas que assistem ao CicloFrevo para participarem da ação formativa. A direção geral dos Ciclos Culturais é do produtor cultural pernambucano e oficineiro de frevo Jose Valdomiro, mais conhecido como Minininho.</p>
<p>“Celebramos os ciclos culturais o ano inteiro, pois acreditamos na cultura popular como ferramenta que compõe a identidade cultural do povo pernambucano. Os Ciclos Culturais do CicloFrevo são parte da manutenção das práticas e do bem imaterial, que está inteiramente associado à arte no geral”, afirma.</p>
<p>O Dia do Frevo, patrimônio cultural imaterial da humanidade, foi celebrado recentemente, em 9 de fevereiro. O CicloFrevo também festeja o ritmo centenário.</p>
<p>“A oficina é voltada para o público presente nos pontos fixos durante o trajeto, acontecendo em praças, parques, pátios, feiras e mercados públicos. Para além da história e dos passos do frevo, a formação traz temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa, sendo assim uma construção que toca em diversas camadas artísticas”, declara.</p>
<p>Para essa ação o CicloFrevo reúne sete passistas e intérpretes: Bruna Renata, Maria Lucrécia (Fia Cachinhos), Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando, Wanderley Aires e Washington José. Também na equipe técnica, uma diversidade de profissionais de Pernambuco: Salatiel Bernardo (bicicleta sonora), Antônio Pastich e Wanderley Aires (ambos à frente da fotografia e vídeos), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Adriano Alves (mídias sociais) e Marcela Rabelo (identidade visual).</p>
<p>“A celebração da vida e o motivo do sorriso, da descontração, da leveza e da brincadeira, a partir da dança, da música e da poesia, são momentos proporcionados pelo CicloFrevo. Nossas inspirações estão nas performances do gênero, nas referências das próprias comunidades e nos modos das relações com a periferia”, pontua.</p>
<p>Este ano a Lúden Cia. de Dança realizou o espetáculo <em>CicloFrevo É Brega</em> pelas vias cicláveis, ciclofaixas e mercados públicos do Recife. A companhia existe desde 2008 com o propósito de contribuir, por meio das expressões da cultura popular, especialmente das danças, para o fortalecimento, divulgação e preservação dos patrimônios culturais e imateriais da humanidade, tais como o frevo e o brega.</p>
<p><strong>AGENDÃO -</strong> O CicloFrevo circula o ano inteiro, preservando sua continuidade de atividades. Entre as ações para 2025 estão desfile bicicletivo do frevo; oficina de frevo; desfile bicicletivo junino; espetáculo junino com danças (coco, xaxado, ciranda e quadrilha junina); desfile bicicletivo misto (carnavalesco, juninho e natalino); desfile bicicletivo natalino; espetáculo Onde Está o Boi do Ciclofrevo.</p>
<p>Com o CicloFrevo, que começou a rodar via Lei Aldir Blanc 2020, a Lúden tem conquistado espaço de atuação no cenário cultural pernambucano. Este projeto consiste em apresentações itinerantes de passistas-ciclistas em vias cicláveis. De 2022 até agora, fez espetáculos com diversas temáticas: <em>Onde Está o Boi do CicloFrevo</em>, encenado no período de natal; Junino no São João da Capital, apresentado no ciclo junino do Recife e de Caruaru.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>CicloFrevo: Ciclos Culturais -</strong> <em>domingo (16), das 16h às 17h (oficina na Avenida Rio Branco, Bairro do Recife, às 16h30)</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Realização: Lúden Cia. de Dança<br />
Produtor e oficineiro do frevo: Jose Valdomiro (Minininho)<br />
Bicicleta sonora: Salatiel Bernardo<br />
Passistas e intérpretes: Bruna Renata, Maria Lucrécia (Fia Cachinhos), Neline Silvia, Patrícia Fernandes, Paulo Fernando, Wanderley Aires e Washington José<br />
Fotografia e vídeos: Antônio Pastich e Wanderley Aires<br />
Assessoria de imprensa: Daniel Lima<br />
Mídias sociais: Adriano Alves<br />
Identidade visual: Marcela Rabelo</p>
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		<title>Revista Pernambuco de dezembro tem lançamento especial na APL</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 20:42:32 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114825" aria-labelledby="figcaption_attachment_114825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114825" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Capa-Pernambuco-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da revista literária Pernambuco de dezembro de 2024</p></div>
<p>A revista literária Pernambuco, publicada pela Cepe Editora, traz nos destaques da edição de dezembro dois grandes nomes. O dossiê conta com 30 páginas sobre a obra e a vida do pernambucano Mauro Mota, poeta, geógrafo e jornalista que nos deixou há 40 anos. A capa do periódico é dedicada aos 80 anos do escritor cearense Cláudio Aguiar, morador de Olinda desde 1962.</p>
<p>Em homenagem a essas duas figuras, a revista tem lançamento especial na Academia Pernambucana de Letras (APL), nesta segunda-feira (2), às 15h, durante sessão ordinária da casa. A reunião é aberta ao público e conta com a presença de Cláudio Aguiar e da família do poeta Mauro Mota.</p>
<p>“A ideia desta edição é valorizar a vida, a memória e a permanência das coisas. Homenagear Mauro Mota, que é um clássico, é importante para que as pessoas percebam a beleza do que ele escreveu. Durante décadas foi o nome mais relevante no Diario de Pernambuco no âmbito da cultura. Não tenho dúvida nenhuma de dizer que é um dos nossos grandes esquecidos. Celebramos também os 80 anos de Cláudio Aguiar, escritor lúcido e ativo. Entre seus grandes trabalhos está a biografia definitiva de Francisco Julião, o líder das Ligas Camponesas, com a qual ganhou um Jabuti em 2015”, diz Mário Hélio, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Cepe.</p>
<p>Para o presidente da APL, Lourival Holanda, os nomes dos homenageados mostram continuidade e renovação. “São duas referências na cultura literária em Pernambuco. As elegias de Mauro Mota foram ponte para a visibilidade nacional com o Prêmio Olavo Bilac, depois o Jabuti, outra sagração. Já Cláudio Aguiar faz joviais 80 anos. É um homem com vasta produção: <em>Caldeirão</em> ficou sendo um marco na nossa literatura, Jorge Amado o reconheceu e amou. Estudioso de Ortega e Gasset, pensador espanhol que marcou gerações, Cláudio Aguiar foi sagrado pelo título de honor, Cidadão de Salamanca (Huéspede Distinguido), para orgulho nosso. Em 2009, com <em>El Rey de los Bandidos</em>, o autor ganhava audiência mais larga, mundo afora, com o Prêmio Ibero-Americano”, salienta Lourival Holanda.</p>
<p>Na reportagem do dossiê Pernambuco, Mauro Mota é lembrado como memorialista, geógrafo, historiador, cronista e observador dos costumes das províncias e das pequenas e grandes coisas do cotidiano. Foi um dos primeiros presidentes da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), quando a fundação ainda era um instituto. O poeta também fez parte da Academia Brasileira de Letras (ABL) e presidiu a Academia Pernambucana de Letras (APL).</p>
<p>Na capa da revista de dezembro, Cláudio Aguiar, outro grande nome das letras, é celebrado pelos 80 anos de nascimento. Romancista, ensaísta, dramaturgo, biógrafo, compositor, poeta e crítico literário, sua obra conta com mais de 40 livros, muitos dos quais premiados e traduzidos para o russo, espanhol e francês.</p>
<p>Agora o autor dedica-se a escrever um novo livro de poemas, com uma abordagem reflexiva sobre a existência, o que inclui elucubrações sobre o universo quântico e questionamentos a respeito da inteligência artificial.</p>
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		<title>Secos e Turvos: uma poesia do Sertão em livro lançado no Mepe</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:22:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114759" aria-labelledby="figcaption_attachment_114759" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-114759" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Alexsandro-Souto-Maior_3-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Cepe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor e dramaturgo Alexsandro Souto Maior</p></div>
<p>A Guerra de Canudos, conflito armado entre uma comunidade religiosa e o Exército Brasileiro, e o missionário Antônio Conselheiro, líder do movimento popular que terminou com milhares de sertanejos mortos, inspiraram o novo livro de poemas da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). <em>Secos e Turvos</em>, obra do escritor e dramaturgo olindense Alexsandro Souto Maior, é lançado neste domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Os poemas de <em>Secos e Turvos</em> ecoam a paisagem seca do Sertão, a luta entre o homem e a terra árida, a esperança que caminha lado a lado com os sertanejos. Um exemplo é esse trecho do verso de abertura do livro, Imagem Primeira: “Se lançarmos/ o nosso olhar para os confins/ há sertões/ veredas estreitas/ um povoado ali/ outro acolá/ desolados/ enrugados/ cabecentes para cima/ à espera/ de algum mísero milagre/ ou mesmo uma rima/ tudo isso demora/ mas chega, chega”.</p>
<p>Com 112 páginas e dividido em cinco capítulos, <em>Secos e Turvos</em> traduz de forma lírica a luta do beato e da comunidade de Canudos contra a fome e a seca nordestina. A guerra ocorreu no interior da Bahia, de 1896 a 1897, no fim do século 19, na transição do regime monárquico para a República no Brasil. De acordo com Alexsandro Souto Maior, o conjunto de poemas que compõem o livro se conectam com <em>Os Sertões</em> (1902), o mais famoso relato da Guerra de Canudos, de autoria de Euclides da Cunha.</p>
<p>“<em>Secos e Turvos</em> faz esse diálogo. Agora minha referência não foi só <em>Os Sertões</em>, mas também Antônio Conselheiro. Apesar de buscar uma feitura de alegorias, de trazer a visão da imprensa do Rio de Janeiro naquela época, a maior referência é o documento científico, jornalístico, literário de Euclides da Cunha. Em tempo de embate de revisões históricas, a literatura também pode ser um espaço para não esquecer desse absurdo glorioso, desse genocídio promovido por um Brasil oficial, republicano”, declara o autor e mestre em estudos literários.</p>
<p>A organização dos versos em contornos e ziguezagues nas páginas do livro dialoga com a temática dos textos. “Hoje vejo a poesia para além dos versos comportados. Muitas vezes não enxergo o verso e nasce outra possibilidade de falar com os vazios da página. Em Secos e Turvos, senti muito a necessidade de usar a quebra da palavra, a quebra do verso como aliados nessa construção fragmentada, destroçada de um povo. Ora vejo as palavras duras como pedras ali distribuídas, ora vejo o rio da nossa história correr sofregamente”, comenta.</p>
<p>&#8220;Voltar aos grandes fatos históricos, muito estudados e debatidos, sempre requer um exercício de olhar criterioso. <em>Secos e Turvos</em> percorre paisagens e retoma personagens caros à literatura brasileira, mas o faz sob uma perspectiva lírica e visual particular, fruto de anos de pesquisa do seu autor. No processo editorial tentamos buscar formas de traduzir a atmosfera do livro também nas decisões gráficas, investindo em um acabamento mais poroso para a capa, que remete ao seco, à aridez&#8221;, observa a editora assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Alexsandro Souto Maior é professor, graduado em letras, especializado em literatura brasileira e mestre em estudos literários. Publicou seus primeiros poemas na década de 1990 nos jornais O Pão e Diário do Nordeste, do Ceará, e é autor de <em>A Seiva</em> (2019), livro de poesias que recebeu menção honrosa pela Academia Pernambucana de Letras (APL). É também ator e diretor de teatro. Como dramaturgo venceu o Prêmio Literário Cidade de Manaus com a peça <em>Mariano, Irmão Meu</em> (2011), e o Prêmio Ariano Suassuna, com as obras <em>Tempo de Flor</em> (2018) e <em>O Misterioso Casarão de Dona Niná</em> (2020), entre outros.</p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“A cancela do Sertão</em><br />
<em>abre-se sobre um socalco</em><br />
<em>rochoso</em><br />
<em>admiravelmente</em><br />
<em>árido,</em><br />
<em>opaco</em><br />
<em>e vário</em><br />
<em>Ao longe</em><br />
<em>uma cortina de poeira</em><br />
<em>avermelha</em><br />
<em>o dia”</em></p>
<p><strong>Trecho do livro</strong></p>
<p><em>“a luz crua</em><br />
<em>violenta as pedras</em><br />
<em>e todos são pedras</em><br />
<em>fortemente</em><br />
<em>uma boca plena de saliva</em><br />
<em>contrasta com uma língua seca</em><br />
<em>como uma lâmina áspera</em><br />
<em>pronta para sucumbir os fraturados</em><br />
<em>os enjeitados, os fracos</em><br />
<em>Mas os sertanejos</em><br />
<em>são, sobretudo, pedras</em><br />
<em>O céu está longe!”</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Secos e Turvos e bate-papo do autor Alexsandro Souto Maior com o poeta e crítico literário Peron Rios -</strong> <em>domingo (1º), das 15h às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças). Preço do livro impresso: R$ 45</em></p>
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