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	<title>Portal Cultura PE &#187; poética mangue</title>
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		<title>Live: Chico Science, Josué de Castro e João Cabral de Melo Neto na pauta do Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2022 12:33:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94065" alt="Quintal do Bandeira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-25-at-09.20.47-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>O que seria a poética do mangue? E onde encontrar elementos dela nas obras de Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science? É com esses questionamentos em mente que a Secult-PE/Fundarpe, por meio do Espaço Pasárgada, promovem a edição de maio do projeto Quintal do Bandeira. Com o título &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;, o encontro virtual será transmitido nesta quinta (26), às 19h, no canal <a href="youtube.com/secultpe" target="_blank">youtube.com/secultp</a>e e ficará disponível para consulta posterior.</p>
<p>A conversa vai reunir o poeta e ensaísta Francisco K. e o designer h.d. Mabuse &#8211; uma das cabeças pensantes por trás da formulação do manguebit. O coordenador de Literatura da Secult-PE, Roberto Azoubel, participa como mediador.</p>
<p>Responsável pela apresentação, Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada, diz que trazer a poética do mangue para o Quintal do Bandeira era um sonho antigo. O desejo surgiu quando, há dois anos, ela conheceu o livro &#8220;Mangue-mundo&#8221;, de Francisco K. A obra seria lançada no centro cultural, mas surgiu a pandemia e &#8220;a ideia foi deixada dormindo como um poema que se faz aos poucos&#8221;, explicou ela.</p>
<p>&#8220;Agora, com os 30 anos do Movimento Mangue, os 25 anos de encantamento de Chico, a chegada de Azoubel, que é especialista no assunto, e parceiro no projeto, e com a presença luxuosa dos dois convidados, parece que tudo se encaixa e vem no tempo certo. Há um rio na Aurora e um mangue no nosso Quintal&#8221;, diz Marília.</p>
<p><strong>Sobre os convidados</strong></p>
<p><strong>Francisco K</strong></p>
<p>Poeta e crítico, nascido no Recife em 1961 e, desde a infância, morador de Brasília. Fez graduação em letras e mestrado em comunicação na UnB, com dissertação sobre o filme &#8220;Limite&#8221;, de Mário Peixoto. Realizou criações multimídia com o Grupo Heleura, de 1982 a 1987, e em outros projetos e eventos. Publicou, entre seus oito livros, &#8220;Aresta/Hagoromo&#8221;, &#8220;Eu Versus&#8221;, &#8220;Poesia e Outras Perguntas &#8211; textos críticos&#8221;, &#8220;Error&#8221; e &#8220;Mangue-Mundo &#8211; poéticas do mangue em Josué de Castro, João Cabral de Melo Neto e Chico Science&#8221;. Seu último trabalho criativo, O Rei Revém dos Infernos, foi lançado em 2021 no site <a href="https://franciscok.com.br" target="_blank">https://franciscok.com.br</a>.</p>
<p><strong>h.d. Mabuse</strong></p>
<p>Consultor em design no CESAR e professor de Filosofia do Design no mestrado do programa MPD da CESAR School. Mestre em Design pelo PPGDesign da UFPE, onde cursa o doutorado. Tem trabalhado desde 1990 com colaboração, comportamentos emergentes e remix de várias linguagens nas áreas das artes visuais, design, música e filosofia. Nos últimos anos tem mergulhado nas transformações nas pessoas humanas e não-humanas que se dão por meio do design, bem como no entendimento do seu potencial emancipador, do vivo e do não-vivo.</p>
<p><strong>Sobre o Quintal da Bandeira</strong></p>
<p>O Quintal do Bandeira é um encontro virtual, transmitido sempre nas últimas quintas-feiras do mês. Nas conversas, convidados e convidadas trocam ideias a respeito de temas literários, realizando interlocuções com outras áreas artísticas, com foco no universo cultural de Pernambuco.</p>
<p>Escrita pelo poeta pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), a crônica “O quintal” (1965) inspirou o nome do projeto. Na obra, o autor descreve sua vivência infantil no quintal da casa dos seus avós maternos – local onde hoje funciona o Espaço Pasárgada, na rua da União, centro do Recife.</p>
<p>(…) “As horas que eu passava no quintal eram de treino para a poesia. Na rua, com os meninos da minha idade eu brincava ginasticamente, turbulentamente; no quintal sonhava na intimidade de mim mesmo. Aquele quintal era o meu pequeno mundo dentro do grande mundo da vida”.</p>
<p>O projeto Quintal do Bandeira é uma realização do Espaço Pasárgada (Fundarpe) em parceria com a Coordenadoria de Literatura (Secretaria de Cultura de Pernambuco).</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Quintal do Bandeira – &#8220;Antenas no Mangue do meu Quintal: Chico, Josué e Cabral&#8221;<br />
Quando: 26 de maio de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube: <a href="youtube.com/SecultPE" target="_blank">youtube.com/SecultPE</a></p>
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