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	<title>Portal Cultura PE &#187; &#8220;Pólis&#8221;</title>
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		<title>André Mussalem retrata o Brasil em novo disco</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 17:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64817" aria-labelledby="figcaption_attachment_64817" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Josivan Rodrigues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/thumbnail_FOTO_Josivan-Rodrigues-5602.jpg"><img class="size-medium wp-image-64817" alt="Jovivan Rodrigues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/thumbnail_FOTO_Josivan-Rodrigues-5602-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">André Mussalem traz dez canções e uma faixa-bônus no novo álbum, explorando várias questões políticas do Brasil.</p></div>
<p>Depois de quebrar os estereótipos do samba com o álbum de estreia “No Morro da minha cabeça” em 2016, o músico André Mussalem resgata agora a tradição política do cancioneiro brasileiro em seu segundo disco, intitulado “Pólis”. O show de lançamento do álbum será nesta quinta-feira (29), às 20h30, no Teatro Eva Herz, que fica na Livraria Culura do Shopping RioMar, e tem entrada gratuita. Na ocasião, o público poderá conhecer melhor o repertório do trabalho, que já conta com duas faixas disponibilizadas para audição antes deste lançamento: ‘Maré’ &#8211; uma canção que celebra Marielle Franco &#8211; e ‘Resista, Meu Filho, Resista’.</p>
<p>As canções de “Pólis” apresentam um discurso de crônica e crítica com nítidas influências de Gonzaguinha, Aldir Blanc, Caetano Veloso, Chico Buarque, Ruy Guerra e do cubano Pablo Miláres. A faixa-título que abre o disco foi composta em cima de um soneto crítico do século XVII de Gregório de Matos sobre a cidade do Recife com a mesma técnica utilizada por Caetano Veloso em ‘Triste Bahia’ (do antológico ‘Transa’). É possivelmente o primeiro texto de crítica política sobre o Recife e, apesar de ser um choro (samba-choro), foram utilizadas na composição técnicas barrocas de arranjo.</p>
<p>Em ‘<i>Caetano Estaciona no Leblon’</i>, Mussalem fala sobre um Rio de Janeiro que é a síntese da cidade política do Brasil. É uma crítica à imprensa que investe em notícias irrelevantes sobre pessoas famosas em detrimento de um Estado de coisas que é bem representado no Rio. Os versos da canção fazem várias referências a músicas de Caetano como “Tropicália”, “Alegria, Alegria”, “Uns”, “Coração Vagabundo” e “A Bossa Nova é Foda”. Já “Retrato 3&#215;4” é a primeira música composta para o disco e nasceu durante o início do processo que levou ao Impeachment da presidenta Dilma Roussef. Naquele momento, André compôs uma canção partindo da ideia de como seria uma foto 3&#215;4 tirada do país na conjuntura política que vivemos.</p>
<div id="attachment_64820" aria-labelledby="figcaption_attachment_64820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Josivan Rodrigues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/154342561896291254ab3f47a6f4c769f3cf919181.jpg"><img class="size-medium wp-image-64820" alt="Josivan Rodrigues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/154342561896291254ab3f47a6f4c769f3cf919181-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantor e compositor recifense, Mussalem já soma três décadas de autoria musical.</p></div>
<p>“Valsa para Tempos Difíceis” é uma das raras faixas do disco que não é samba. Seu único objetivo é expressar a necessidade intrínseca de amar mesmo em períodos mais sombrios. Na sequência vem “Maloca” com versos que expõe a ferida do sistema prisional das grandes cidades. Apesar do tema &#8220;pesado&#8221;, o samba narra uma história de amor contada a partir do &#8220;eu feminino&#8221; e conta com a participação de José Demóstenes, sambista da nova cena musical de Pernambuco.</p>
<p>“Cubana” é a segunda faixa do disco que não é samba e foi composta a partir do grito conservador &#8220;Vai para Cuba&#8221; e a vontade da companheira de Mussalém de visitar Cuba. É a faixa que mais mistura os temas &#8220;amor&#8221; e &#8220;política&#8221; e foi criada a partir das composições do cantor e compositor cubano Pablo Milanés. “Deixe a Menina em Paz” é uma resposta contemporânea à “Deixe a Menina”, de Chico Buarque, sob um viés mais atual, a partir da frase do coletivo &#8220;Deixe Ela em Paz&#8221;. É uma música de homens falando sobre o espaço da mulher na política com o objetivo de convidar mais homens para lutar ao lado das mulheres.</p>
<p>Para falar do futuro, o pernambucano busca despertar a esperança de dias melhores em “Cantiga de Claro Iludir”. E encerrando o álbum, ‘As Invasões Bárbaras’ é uma espécie de faixa bônus que homenageia Henrique Cossart, ex-padre que integrou a equipe de Dom Helder Câmara, e que – ao deixar o sacerdócio – fez parte de uma missão que educava pessoas carentes e acolhia perseguidos políticos durante a Ditadura Militar. É uma música que narra o amor entre os mais humildes e fala sobre os refugiados que vivem fora e dentro de sua própria pátria.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b><br />
Show de Lançamento do álbum “Pólis”, de André Mussalem<br />
Quando: Nesta quinta-feira (29), às 20h30<br />
Onde: Teatro Eva Herz (Livraria Cultura/Shopping RioMar – Avenida República do Líbano, 251 – Pina – Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;"> </span></b></p>
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