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	<title>Portal Cultura PE &#187; popular</title>
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		<title>Território das Mãos cria mapa da escultura popular contemporânea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-das-maos-cria-mapa-da-escultura-popular-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 18:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12559" aria-labelledby="figcaption_attachment_12559" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325.jpg"><img class="size-medium wp-image-12559 " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Adriana-miniaturas-Caruaru-IMG_0325-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa registrou as esculturas em miniatura da artista Adriana, de Caruaru.</p></div>
<p>Muitos artistas que trabalham com escultura popular em Pernambuco são desconhecidos do grande público. No intuito de dar visibilidade ao trabalho desses artistas nasceu o projeto cultural &#8220;Território das Mãos&#8221;, realizado com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), mantido pelo Governo de Pernambuco. O projeto teve como principal finalidade criar um mapeamento da escultura popular contemporânea do Estado, a partir de entrevistas com os escultores, revisão bibliográfica e registros em vídeo e fotografia. O resultado é um mapa com a localização dos artistas em Pernambuco, impresso em formato de folder, distribuído gratuitamente em centros de artesanato, escolas e pontos de cultura.</p>
<p>O projeto  pretende retraçar fronteiras ao construir o mapeamento dos novos conceitos presentes na atual escultura popular pernambucana, valorizando heranças culturais, fortalecendo o patrimônio do Estado e contribuindo para a inclusão sócio-cultural. Uma série de fotografias e textos sobre o processo da pesquisa podem ser conferidos através do blog <strong><a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong>. Já os vídeos com as entrevistas podem ser acessados através do canal do Youtube <a href="https://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/user/territoriodasmaos</strong></a>.</p>
<div id="attachment_12592" aria-labelledby="figcaption_attachment_12592" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga.jpg"><img class=" wp-image-12592       " alt=" Leo Santos Gonzaga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Luiz-Gonzaga-324x486.jpg" width="134" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga é herdeiro de Severina Batista na arte de moldar em Tracunhaém.</p></div>
<p>O projeto &#8220;Território das Mãos&#8221; percorreu, ao longo de dez meses, as quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco: Região Metropolitana (Recife, Olinda, Jaboatão e Igarassu); Zona da Mata (Goiana e Tracunhaém); Agreste (Caruaru, Belo Jardim, Garanhuns, Jupi e Buíque) e Sertão (Petrolina). Nesses 12 municípios, foram entrevistados escultores como Mestre Nuca, Maria Amélia, José Bezerra, Severino Vitalino, Manuel Eudócio, Joel Galdino, Mestre Nado e Maria de Ana das Carrancas.</p>
<p>Em Caruaru, famílias como a do Mestre Vitalino trabalham o barro como uma tradição familiar, de geração a geração. As crianças da família aprendem a esculpir logo cedo e o ofício permanece como uma herança daquele clã. Mas, nem sempre há um mestre para ensinar a atividade e alguns dos artistas entrevistados iniciaram seus trabalhos de forma inusitada. É o caso, por exemplo, de José Bezerra que, através de um sonho recebeu a mensagem de que seria artista. Acreditando na mensagem onírica, adentrou na caatinga e passou a “retirar” da madeira animais e objetos como tatus, cobras e cabeças.</p>
<p>“A escultura popular é um universo rico em experiências estéticas e conhecimentos culturais. Lançar um olhar sensível para este mundo nos leva a perceber significados e visualidades. A pesquisa nasceu da vontade de conhecer os artistas que transformam com suas mãos materiais disponíveis em suas regiões e comunicam através da sua arte. O mapeamento realizado identificou diferentes materiais para cada região: na Zona da Mata, o barro predomina; no Agreste, madeira e barro dividem espaço na produção artística; no Sertão, a madeira é a matéria principal; na Região Metropolitana, temos uma diversidade de materiais como coqueiro, galhos e reciclados”, explica a coordenadora da pesquisa Lúcia Padilha Cardoso.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, a escultura popular é uma arte que se renova, que não está estagnada aos modelos tradicionais dos antepassados. A escultura continua a ser feita abordando temas atuais, como a relação do homem com o trabalho e questões de gênero. “Observar esses temas revelam outras percepções através da arte popular. A pesquisa procurou incluir o maior número possível de escultores para entender essa cartografia da escultura popular do Estado. O projeto pretende não somente mostrar os caminhos para conhecer esses territórios, mas também divulgar o trabalho dos artistas e convidar o público para vivenciar novas experiências perceptivas e cognitivas a partir da atual escultura popular em Pernambuco. O mapeamento realizado também será conteúdo para futuros projetos educativos que serão desenvolvidos pela equipe do projeto”, esclarece Lúcia.</p>
<p><strong>Blog: <a href="http://territoriodasmaos.wordpress.com" target="_blank">territoriodasmaos.wordpress.com</a></strong><br />
<strong>Youtube: <a href="http://www.youtube.com/user/territoriodasmaos" target="_blank">www.youtube.com/user/territoriodasmaos</a></strong></p>
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		<title>Orquestra de cordas Retratos está em turnê pelo Nordeste</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/orquestra-de-cordas-retratos-esta-em-turne-pelo-nordeste/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2014 20:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A Orquestra Pernambucana de Cordas Retratos inicia neste sábado (16), em  João Pessoa (PB), sua turnê por cidades nordestinas. Nas apresentações, o grupo interpreta o primeiro álbum do grupo, &#8220;De sol a sol&#8221;,  e presta homenagem ao escritor Ariano Suassuna, que faleceu em julho deste ano.  No domingo (17), a orquestra se apresenta em Natal (RN). A circulação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-pedra-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12427" alt="Retratos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/OR-pedra-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Orquestra Pernambucana de Cordas Retratos inicia neste sábado (16), em  João Pessoa (PB), sua turnê por cidades nordestinas. Nas apresentações, o grupo interpreta o primeiro álbum do grupo, &#8220;De sol a sol&#8221;,  e<strong> </strong>presta homenagem ao escritor Ariano Suassuna, que faleceu em julho deste ano.  No domingo (17), a orquestra se apresenta em Natal (RN). A circulação continua em Fortaleza (CE), dia 21, e encerra no Recife no dia 3 de setembro. A turnê tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura-PE), do Governo de Pernambuco.</p>
<p>“Fazemos um som único no nordeste, com instrumentos que substituem os da orquestra tradicional, mas que tem um efeito musical de uma orquestra. Por isso fazemos um som que está entre o erudito e o popular”, define o maestro da orquestra Marco Cézar. Assim, o violino é substituído pelo bandolim, a viola de arco pela bandola, o violoncelo pelo bandoloncelo, e o contra-baixo de arco pelo contra baixo dedilhado. Todos os instrumentos tocados com palheta. “Algumas orquestras no Brasil fazem isso com música européia, mas somos a única que faz com música nordestina”, completa o maestro.</p>
<p>Músicas de compositores nordestinos importantes ganham vida na sonoridade de cordas, como Paulo Arruda (com &#8220;Pitombando no baião&#8221;), Edson Rodrigues (com o baião &#8220;Urubuvispando&#8221;), Cláudio Almeida (com o caboclinho &#8220;Ororubá&#8221;), entre outros. A orquestra também leva a turnê suas composições autorais como a do arranjador Nilson Lopes, &#8220;De sol a sol&#8221;, que dá nome ao primeiro disco da orquestra, lançado em 2012.</p>
<p><strong>RETRATOS</strong> &#8211; A história da orquestra Retratos nasce de uma continuidade do trabalho da Orquestra Dedilhadas de Pernambuco, da década de 80, que tem seu trabalho baseado no movimento armorial. Em 1998, surge a Retratos, que até hoje mantém a sonoridade armorial. “O mestre Ariano Suassuna ia participar do segundo volume do nosso disco, infelizmente ele faleceu antes desse sonho. Mas vamos reverenciá-lo e homenageá-lo na nossa turnê”, revela maestro Marco Cézar.</p>
<p>Criada com o objetivo de ser um laboratório permanente de estudos da cultura popular, a Orquestra Retratos é formada por 12 integrantes, entre alunos, convidados e professores do Conservatório Pernambucano de Música. O grupo é reconhecido por ser uma das melhores orquestras dedilhadas da América Latina. Com arranjos elaborados e a destreza dos intérpretes na execução, a essência da Retratos é a capacidade de transitar entre erudito e popular.</p>
<p>A formação inédita, melódica e rítmica é realçada pelo bandolim (Marco César e Moema Macêdo), violão 7 cordas (Rubem França), cavaco (Leonilcio Deolindo &#8211; Pepê), bandola (Maíra Macêdo e João Paulo Albertim), baixo acústico (Paulo Arruda), bandoloncelo (Fernando Moura e Gilson Chacon), violas (Henrique Almeida e Eduardo Buarque) e bateria (Leonardo de Castro).</p>
<p>Nos seus 14 anos de existência, a Orquestra Retratos participou de projetos importantes, como Folias Guanabaras, musical de Ivaldo Bertazzo (2001); o espetáculo do músico Antônio Carlos Nóbrega, Nove de Fevereiro (2008); três edições dos festivais MIMO (2006, 2008, 2009) e Circuito das Igrejas (2010, 2011 e 2012).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong> TURNÊ ORQUESTRA PERNAMBUCANA DE CORDAS RETRATOS</strong><br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>JOÃO PESSOA</strong><br />
16 de agosto &#8211; 17h30<br />
Anfiteatro da Estação Cabo Branco (Rua João Cirillo da Silva s/n &#8211; Altiplano)</p>
<p><strong>NATAL</strong><br />
17 de agosto (Domingo)- 16h<br />
Anfiteatro Pau-Brasil &#8211; (Parque das Dunas)</p>
<p><strong>FORTALEZA</strong><br />
21 de agosto &#8211; - 20h<br />
Centro Dragão do Mar (Praça Almirante Saldanha)</p>
<p><strong>RECIFE </strong><br />
03 de setembro &#8211; 21h<br />
Teatro Santa Isabel (Praça da República, Sn)</p>
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