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	<title>Portal Cultura PE &#187; Portomídia</title>
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		<title>Inscrições abertas para a oficina “Imagem, Movimento e Dança”</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 14:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais comanda, no Recife, a oficina &#8220;Imagem, Movimento e Dança&#8221;, no dia 19 de setembro, ao lado do crítico e curador Moacir dos Anjos. A aula acontece no dia 19 de setembro (quinta-feira), no Portomídia, no Bairro do Recife, das 8h às 18h. A ação, comandada pela Assessoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71506" aria-labelledby="figcaption_attachment_71506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/moacir-yann.jpg"><img class="size-medium wp-image-71506" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/moacir-yann-607x333.jpg" width="607" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Inscrições para oficina com Moacir dos Anjos e Yann Beauvais seguem até o dia 18/9</p></div>
<p>O cineasta e crítico de cinema francês<b> Yann Beauvais </b>comanda, no Recife, a oficina &#8220;Imagem, Movimento e Dança&#8221;, no dia 19 de setembro, ao lado do crítico e curador <strong>Moacir dos Anjos</strong>. A aula acontece no dia 19 de setembro (quinta-feira), no Portomídia, no Bairro do Recife, das 8h às 18h. A ação, comandada pela Assessoria de Dança da Secult-PE/Fundarpe, oferecerá instrumentos teóricos para que os artistas-criadores possam ampliar suas noções de videoarte e videodança, e avancem nas questões de dramaturgia e roteiro para suas obras. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até o dia 18 de setembro (quarta-feira), através do envio de uma carta-intenção (máximo de 15 linhas) para o e-mail <strong><a href="mailto:secultdanca@gmail.com" target="_blank">secultdanca@gmail.com</a></strong>. Serão oferecidas 50 vagas.</p>
<p>A oficina busca focar na relação dos filmes e vídeos com a dança, abordando cinema experimental e videoarte, lugares considerados privilegiados na constituição de obras desenvolvidas a partir do registro do movimento dos corpos. A partir de uma seleção de filmes históricos e contemporâneos, a atividade apresentará diferentes maneiras de pensar as relações entre vídeo e dança.</p>
<p>“A formação para profissionais videastas em dança é de extrema necessidade em um mercado sempre em mutação. O mercado está alinhado diretamente, devido aos meios tecnológicos, ao que se passa no mundo neste exato momento.  O conteúdo desta linguagem artística está ligado ao aqui e agora, e por esta razão oferecer uma possibilidade de alinhamento desses conteúdos com um exercício de construção de contemporaneidade é necessário para lançamento e reverberação destes produtos no mercado”, avalia Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os facilitadores</strong></span><br />
Além de crítico e cineasta, <strong>Yann Beauvais</strong> é organizador de eventos de cinema experimental na França e no exterior. Formado em Filosofia e Estudos de Cinema, influenciado pela arte contemporânea (formalismo russo e estruturalismo mínimo) e pela música acadêmica, ele é cofundador do Light Cone, a mais importante cooperativa europeia de difusão do cinema experimental. Ensinou estética e história do cinema experimental no Studio Le Fresnoy, na Universidade de Paris 3 – Sorbonne Nouvelle, e na Universidade da Flórida. Foi conservador de acervos históricos e programador na American Center, produtor no Centro Nacional de Arte e Cultura Georges Pompidou, no Museu de Arte Moderna de Paris e na Galeria Nacional do Jeu de Paume. Desde 2011, Yann Beauvais mora em Recife. Ele assina mais de 50 filmes, entre videoarte e curtas.</p>
<p><strong>Moacir dos Anjos</strong> é economista e pós-doutorado em arte transnacional, identidade e nação pela Camberwell College of Arts, em Londres. É pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, foi curador da 29ª Bienal de São Paulo, em 2010, e dirigiu o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), no Recife, entre 2001 e 2006. Foi conselheiro da Fundação Iberê Camargo e integra o Comitê Assessor da Cisneros Fontanals Arts Foundation desde 2006.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b><br />
Oficina Imagem Movimento e Dança<br />
Local: Portomídia (Rua Barão Rodrigues Mendes, 52, Bairro do Recife)<br />
Quando: 19 de setembro (quinta-feira), das 8h às 18h<br />
Inscrições gratuitas até o dia 18 de setembro por e-mail (<strong><a href="mailto:secultdanca@gmail.com" target="_blank">secultdanca@gmail.com</a></strong>), incluindo carta-intenção com no máximo 15 linhas<br />
50 vagas disponíveis</p>
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		<title>Pachka aborda conexões entre música e tecnologia em série de shows e residências</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pachka-aborda-conexoes-entre-musica-e-tecnologia-em-serie-de-shows-e-residencias/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 20:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Albino]]></category>
		<category><![CDATA[Música Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Portomídia]]></category>
		<category><![CDATA[Surama Ramos]]></category>

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		<description><![CDATA[Duo de produtores musicais e pesquisadores de Recife, o Pachka inicia seu ano com uma pesquisa para estabelecer pontes criativas entre a música popular e as novas tecnologias. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o projeto “Novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco” fará duas residências com dois artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66731" aria-labelledby="figcaption_attachment_66731" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/pachka-jorge-farias_fig.jpg"><img class="size-medium wp-image-66731" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/pachka-jorge-farias_fig-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Duo foi uma das atrações do Festival de Inverno de Garanhuns 2018</p></div>
<p dir="ltr">Duo de produtores musicais e pesquisadores de Recife, o Pachka inicia seu ano com uma pesquisa para estabelecer pontes criativas entre a música popular e as novas tecnologias. Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o projeto “Novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco” fará duas residências com dois artistas do estado — o cantor e compositor Carlos Filho (da bandavoou e Estesia) e o duo formado pelo multi instrumentista e arranjador Henrique Albino e a cantora Surama Ramos. Nestas imersões serão desenvolvidas diversas técnicas de manipulação de diferentes dispositivos eletrônicos, combinando a musicalidade tradicional  de Pernambuco com elementos da cultura digital contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Ao final do processo de residência cada artista fará uma apresentação musical em parceria com o Pachka para exibir ao público os resultados do trabalho. O primeiro show, com Henrique Albino e Surama Ramos, será nesta quinta-feira (7), às 19h30 na Galeria de Artes Digitais do Portomídia, no prédio Apolo 235. A performance lida com a memória do som através de gravações antigas de frevo, xote e ciranda, que serão transformadas digitalmente.</p>
<p dir="ltr">Depois de trabalhar no Estesia (espetáculo em que alia som e iluminação cênica executada de dentro no palco) e com o Batebit (duo recifense que constrói instrumentos digitais), o Pachka intensificou seus estudos sobre as potencialidades das novas tecnologias aplicadas à música. “A gente entendia o uso da tecnologia como uma forma de alcançar coisas que até aquele momento não eram categorizadas, possibilidades de performance ao vivo que não sabíamos que eram possíveis. O interesse da gente era desbravar as possibilidade desconhecidas de combinar sonoridades e gestos, tudo na frente do público e com equipamentos que conseguíamos ter acesso. Em certo momento percebemos que muita gente ao nosso redor tinha esta mesma curiosidade, uma mistura de vontade de testar outros lugares e possibilidades no palco com um fetiche pela tecnologia, marca do nosso tempo”, explica Miguel Mendes.</p>
<p dir="ltr">O projeto de pesquisa “Novos caminhos da performance” surge precisamente para investigar a conexão dos artistas de Pernambuco com a tecnologia. “Queríamos entender o que as pessoas entendem que a tecnologia pode fazer por elas. Além disso, o porque desse fetiche pela tecnologia que todos nós temos. De alguma maneira, podemos entender uma diversidade enorme de coisas como tecnologia. Um tambor é um recurso tecnológico para a música ao vivo assim como um sampler. Nossa curiosidade agora é como dialogar estas experiências no ambiente da música popular”, diz Tomás Brandão.</p>
<p dir="ltr">Além dos shows no Portomídia, o projeto também terá vídeos de entrevistas com os artistas convidados, formando um conteúdo informativo sobre o processo de criação e as formas de utilização dos dispositivos utilizados na performance. A tecnologia utilizada também será de baixo custo, de modo que fique mais acessível aos artistas de todo estado. Tudo estará disponível em um site do projeto.</p>
<div id="attachment_66734" aria-labelledby="figcaption_attachment_66734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Schuler</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Felipe-Schuler-2127_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-66734" alt="Felipe Schuler" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Felipe-Schuler-2127_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A dupla é formada por Miguel Mendes e Tomás Brandão</p></div>
<p dir="ltr"><b>SOBRE O PACHKA</b></p>
<p dir="ltr">Formado em 2014 por Miguel Mendes e Tomás Brandão, o Pachka produz música em diversas áreas, incluindo shows, espetáculos de teatro e dança, obras audiovisuais e exposições. O duo colaborou, entre outros, com o grupo de teatro Magiluth, o bailarino Dielson Pessoa e o diretor de teatro Moacir Chaves na peça carioca “2500 por hora”. Em 2018, o Pachka participou da Abertura do Carnaval do Recife a convite do Quinteto Violado desenvolvendo uma narrativa e uma performance musical para representar o que seria um “frevo do futuro”.</p>
<p dir="ltr">O Pachka vem trabalhando nas interseções entre cultura digital e música popular antes mesmo dos trabalhos formais patrocinados pelo Funcultura. Antes do edital, em 2018, o duo iniciou uma pesquisa com o violeiro, cantador, mestre de maracatu e repentista Adiel Luna que resultou no lançamento do projeto “Maxabomba”, um encontro entre a cultura de tradição e tecnologia.</p>
<p dir="ltr">“Esta experiência nos fez perceber que existem necessidades e curiosidade nos artistas da cidade que superavam as nossas expectativas”, contextualiza Miguel Mendes. “Adiel chegou com diversas demandas. Ele já possuía instrumentos eletrônicos e processadores de efeito que ainda não tinha integrado ao seus shows. A partir disso, nós desenvolvemos o trabalho, também procurando um diálogo em que não existisse nenhum tipo de imposição de questões. O resultado foi que Adiel chegou num set eletrônico de instrumentos, parecido com o que o Pachka já vem desenvolvendo nos últimos anos”.</p>
<p dir="ltr">Ainda em 2018, outra pesquisa surgiu por uma necessidade espontânea. O grupo Bongar convidou o Estesia para desenvolver um concerto para Yansã num dia de cerimônia religiosa para a comunidade do terreiro Xambá. Foi montada uma apresentação em conjunto em que elementos da pesquisa do Estesia, incluindo o trabalho do Pachka, dialogavam com a experiência religiosa dos toques para a Orixá. “O resultado também seguiu um padrão interessante. Muitas das necessidades que definidas no processo eram trazidas pelos próprios integrantes do Bongar uma vez que eles já tinha o interesse em começar uma pesquisa com samplers rítmicos e inclusive já possuíam um sampler com pads para ser tocado com baquetas ou com as mãos”, conta Miguel.</p>
<p><b>SERVIÇO </b><br />
Pachka — novos caminhos da performance em música no Estado de Pernambuco apresenta: Henrique Albino e Surama Ramos<br />
Quando: Nesta quinta (7), às 19h30<br />
Onde: Galeria de artes digitais do Portomídia (Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Oficinas do FestCine fortalecem a cadeia produtiva do cinema pernambucano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficinas-do-festcine-fortalecem-a-cadeia-produtiva-do-cinema-pernambucano/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 19:49:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[Inspire – Interpretação para TV e Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Além de possibilitar a exibição de dezenas de curtas produzidos em Pernambuco no Cinema São Luiz, o templo do cinema pernambucano, a 20ª edição do Festcine teve um olhar voltado para a formação profissional no audiovisual. Da última segunda (3) até esta sexta-feira (7), sempre das 13h às 17h, três oficinas movimentaram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65177" aria-labelledby="figcaption_attachment_65177" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45304893935_749b4f95a6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65177 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45304893935_749b4f95a6_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes da EREM Eurídice Cadaval, de Itapissuma, participaram de uma das oficinas com o objetivo de aprender técnicas para lançar na internet um filme que produziram</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Além de possibilitar a exibição de dezenas de curtas produzidos em Pernambuco no Cinema São Luiz, o templo do cinema pernambucano, a 20ª edição do Festcine teve um olhar voltado para a formação profissional no audiovisual. Da última segunda (3) até esta sexta-feira (7), sempre das 13h às 17h, três oficinas movimentaram a programação do Festival em três espaços distintos: <strong>Estratégias de marketing digital para o lançamento de filmes</strong>, no Portomídia; <strong>Inspire – Interpretação para TV e Cinema</strong>, no São Luiz; e <strong>Documentando</strong>, no Espaço Pasárgada.</p>
<p><em>“O FestCine é um festival, na sua essência, de experimentação e de formação de novos cineastas e profissionais dentro do cenário do audiovisual. Neste sentido, ele promove minicursos e debates que façam com que essa renovação exista de verdade”,</em> ressalta Matheus Lins, coordenador do Audiovisual da Secult-PE e do Festival.</p>
<p>De acordo com Matheus Lins, recentemente a Coordenadoria do Audiovisual da Secult-PE fez um estudo sobre a cadeia produtiva do audiovisual em Pernambuco, no qual foram entrevistadas mais de 50 empresas e 100 realizadores, que falaram sobre os principais gargalos que existem no setor.</p>
<div id="attachment_65180" aria-labelledby="figcaption_attachment_65180" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32297630798_9bb056faa6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65180 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32297630798_9bb056faa6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Matheus Lins, coordenador do Festcine, as oficinas oferecidas buscam enfrentar gargalos apontados por 50 empresas e 100 realizadores do audiovisual num estudo feito pela Secult-PE</p></div>
<p><em>“As três oficinas do 20º Festcine estão em consonância com a política pública do audiovisual porque enfrentam esses entraves. Dentro da programação temos a Documentando, que abrange todo o processo de gravação e filmagem de um documentário, e capacita profissionais nas diversas áreas do cinema. Outra é a Inspire, que prepara atores e atrizes para o cinema. E, por fim, outra voltada para estratégias de marketing digital para lançamentos de filmes, um gargalo que identificamos neste estudo”,</em> revela o coordenador do Festcine.</p>
<p>A <strong>Estratégias de marketing digital para o lançamento de filmes</strong> foi ministrada pelo cineasta Txai Ferraz, roteirista e diretor dos curtas-metragens <strong>Fora de Quadro</strong> (2016), <strong>Rua do Retrato</strong> (2015) e <strong>Três Voltas</strong> (2013) e com especialização em distribuição de filmes.</p>
<div id="attachment_65178" aria-labelledby="figcaption_attachment_65178" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45304950735_f37e7ee124_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65178 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45304950735_f37e7ee124_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Pouco se fala sobre, e menos ainda a respeito do impacto das redes sociais no lançamento de um trabalho audiovisual. Às vezes, esta é a única maneira de divulgação que se pode ter, principalmente pensando em curtas e filmes de nicho”, explica Txai Ferraz</p></div>
<p><em>“Essa foi a primeira vez que dei esta oficina, mas trabalho com mídias sociais de filmes há um tempo e percebo que existe uma carência na formação sobre o processo de distribuição. Pouco se fala sobre, e menos ainda a respeito do impacto das redes sociais no lançamento de um trabalho audiovisual. Às vezes, esta é a única maneira de divulgação que se pode ter, principalmente pensando em curtas e filmes de nicho”,</em> explica Txai Ferraz.</p>
<p>De acordo com Txai, o minicurso foi pensado com perfil livre de público. <em>“Temos aqui estudantes da EREM Eurídice Cadaval, de Itapissuma, que foram inscritos pela escola porque têm um projeto de cineclube. Participam também alunos que estão se formando ou acabaram de se formar em Cinema, com um curta na gaveta, e um pessoal mais velho que trabalha com comunicação e música”,</em> detalha o professor.</p>
<div id="attachment_65179" aria-labelledby="figcaption_attachment_65179" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46217869961_9f1ce37297_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65179 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46217869961_9f1ce37297_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Txai Ferraz é roteirista e diretor dos curtas-metragens &#8216;Fora de Quadro&#8217; (2016), &#8216;Rua do Retrato&#8217; (2015) e &#8216;Três Voltas&#8217; (2013)</p></div>
<p>Os participantes tiveram a liberdade de escolher um filme e pensar em como divulgá-lo com uma campanha. <em>“No caso dos meninos de Itapissuma eles já lançaram um curta na cidade, que trata de um personagem que tem deficiência visual, chamado <strong>O vencedor</strong>. Mas a divulgação não tinha sido muito boa no Youtube, então pensamos em usar o Dia Nacional do Cego, na próxima quinta-feira (13), para fazer um relançamento nesta janela”,</em> pontua Txai.</p>
<p>No EREM Eurídice Cadaval (<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/dona-glorinha-do-coco-leva-a-tradicao-de-amaro-branco-ao-outras-palavras/" target="_blank">que recebeu uma edição do Outras Palavras no ano passado</a></strong>), desde 2008, um grupo de estudantes, coordenados pela professora Kelly Costa, tem trabalhado com a sétima arte e na produção de curtas, alguns inclusive premiados no projeto Cine Cabeça &#8211; realizado pelo Centro de Atitudes/AMO Produção e Comunicação, em convênio com a Secretaria de Educação e apoio da Secult-PE/Fundarpe. Foi no Cineclube Pedra Negra, que abre sessões abertas ao público em Itapissuma, que os jovens produziram <strong>O vencedor</strong>. O filme conta a história do professor José Ricardo, que tem deficiência visual desde os quinze anos de idade.</p>
<div id="attachment_65175" aria-labelledby="figcaption_attachment_65175" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32345598958_651e5b3187_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65175 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32345598958_651e5b3187_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Aluna da EREM Eurídice Cadaval, em Itapissuma, a jovem Ana Íris participou da oficina &#8216;Estratégias de marketing digital para o lançamento de filmes&#8217; para relançar um filme produzido pelo cineclube da escola</p></div>
<p>Ana Íris de Souza, estudante da escola, conta que foi realizada, no dia 9 de maio deste ano, uma sessão no Mercado Público da cidade com direito a pipoca e refrigerante e a presença de mais de 300 pessoas.<em> “O espaço ficou pequeno pra todo mundo, mas foi bem legal porque a gente conseguiu que José Ricardo estivesse lá. E aqui no curso aprendemos umas dicas legais para relançar o filme e fazer com que mais pessoas possam assistir ao nosso trabalho”,</em> conta a jovem, de 15 anos.</p>
<p>No São Luiz, profissionais e interessados em teatro e cinema participaram da<strong> Inspire – Interpretação para TV e Cinema</strong>, ministrada pelo professor Gilvan Noblat, diretor do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCmxZzjTZFrwbJ7WdqeXKIEQ" target="_blank"><strong>Entre Becos</strong></a> e produtor cultural que atua nas áreas do teatro com ênfase para o audiovisual.</p>
<div id="attachment_65181" aria-labelledby="figcaption_attachment_65181" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45293491925_600215279f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65181 " alt="Elimar Caranguejo/Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45293491925_600215279f_k-598x486.jpg" width="598" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No São Luiz, profissionais e interessados em teatro e cinema participaram da Inspire – Interpretação para TV e Cinema, ministrada pelo professor Gilvan Noblat</p></div>
<p>O novato ator Junnior Albuquerque, quando soube da oportunidade, foi um dos primeiros a fazer sua inscrição. <em>“Eu disse pra mim que não podia perder essa porque é um mercado que visualizo na minha vida. Conheço o trabalho de Gilvan aqui em Pernambuco, já fui a espetáculos e o acompanho no Youtube. Como professor, ele nos deixou muito à vontade, e nos podou para o cinema. Pra mim, que sou de teatro e tenho expressões exageradas que o palco pede e a câmera não, esse corte é bastante importante”.</em></p>
<div id="attachment_65174" aria-labelledby="figcaption_attachment_65174" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32292726938_ea487808ac_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65174 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/32292726938_ea487808ac_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A terceira oficina do 20º FestCine foi a Documentando, oferecida por Marlom Meirelles, diretor da Eixo Audiovisual, realizador e professor em projetos de iniciação em cinema</p></div>
<p>A terceira oficina do 20º FestCine foi a Documentando, oferecida por Marlom Meirelles, diretor da Eixo Audiovisual, realizador e professor em projetos de iniciação em cinema. As aulas abordaram as etapas que envolvem a produção de um filme, que será exibido neste sábado (8), no São Luiz. <em>“Quando decidi estudar cinema, em 2005, não havia projetos de iniciação audiovisual no interior de Pernambuco. Sou natural de Bezerros, no agreste, e vivenciei esta carência real. O minicurso é breve, mas consegue apresentar um universo novo para os participantes”,</em> comenta Marlom.</p>
<div id="attachment_65176" aria-labelledby="figcaption_attachment_65176" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44389027230_b28376098e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65176 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44389027230_b28376098e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Neste sábado (8), no Cinema São Luiz, será exibido o filme produzido durante as aulas do Documentando</p></div>
<p>De acordo com o aluno Felipe França, responsável pelo <strong><a href="https://www.facebook.com/BATAKOSSO/" target="_blank">Ponto de Cultura Batá Kossô</a></strong>, de Olinda, o documentário que a turma produziu conta a história de um lugar que atrai a curiosidade da população recifense e que fica no Bairro da Boa Vista. <em>“Existem vários pontos curiosos que a gente não tem coragem de entrar por preconceito, e esse filme busca justamente quebrar com esses dogmas da sociedade”,</em> detalha Felipe França, que operou no filme como captador de áudio. <em>“Tinha o sonho de criança de brincar com aquele boom, e tive isso realizado no curso”</em>.</p>
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		<title>Secult-PE e Portomídia trazem palestra sobre produção executiva no mercado da animação</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 13:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Portomídia, no Bairro do Recife, recebe na próxima terça-feira (13), às 19h, a palestra Produção Executiva de Animação, ministrada por Rodrigo Olaio, produtor executivo de projetos e um dos sócios da empresa Chatrone. O encontro tem a proposta de apresentar aos participantes um panorama geral do mercado de animação, bem como os caminhos que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58334" aria-labelledby="figcaption_attachment_58334" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/20759691_861659340675229_3031056204307628032_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-58334" alt="Reprodução/Filme" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/20759691_861659340675229_3031056204307628032_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Série &#8216;Condomínio&#8217;, baseada nas tiras da cartunista Laerte, é um dos trabalhos no qual Rodrigo Olaio esteve envolvido na produção executiva</p></div>
<p>O <strong><a href="http://www.portomidia.org" target="_blank">Portomídia</a></strong>, no Bairro do Recife, recebe na próxima terça-feira (13), às 19h, a palestra <strong>Produção Executiva de Animação</strong>, ministrada por Rodrigo Olaio, produtor executivo de projetos e um dos sócios da empresa Chatrone. O encontro tem a proposta de apresentar aos participantes um panorama geral do mercado de animação, bem como os caminhos que surgem nos projetos que envolvem série e longas-metragens durante a criação, financiamento, produção e entrega final do produto.</p>
<p>A atividade é realizada pelo Porto Digital, através do Portomídia, em parceria com a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundarpe. “A Chatrone hoje está envolvida com diversos projetos para o mercado nacional e internacional através do estúdio de animação onde se desenvolvem produções de alta qualidade. Ao possibilitar o contato dos participantes com a experiência do profissional e do estúdio,  objetiva-se o aprimoramento  dos seus projetos e a oportunidade de ampliar a sua inserção no  mercado” ressalta Silvana Meireles, secretária executiva da Secult-PE.</p>
<p>Rodrigo Olaio começou a trabalhar com desenho animado em 2001, quando atuou como produtor no estúdio Creatura, onde trabalhou em projetos como a série <strong>Peques Olímpicos</strong>, para a mexicana TV Azteca, e TV Xuxa, para a TV Globo.</p>
<div id="attachment_58335" aria-labelledby="figcaption_attachment_58335" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/unnamed-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-58335" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/unnamed-1-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Rodrigo Olaio começou a trabalhar com desenho animado em 2001, quando atuou como produtor no estúdio Creatura, onde trabalhou em projetos como a série Peques Olímpicos, para a mexicana TV Azteca, e TV Xuxa, para a TV Globo</p></div>
<p>Fundou em 2006, com outros três sócios, o estúdio de animação Mono, onde trabalhou em conteúdos para diversas plataformas, sendo um dos primeiros nomes da produção 3-D do Brasil. Durante esse período trabalhou em projetos como os longas <strong>Tropa de Trapo na Selva do Arco-íris</strong>, coprodução entre o Brasil e Espanha.</p>
<p>Anos mais tarde, em 2013, ingressou na Cinefilm, onde abriu um núcleo de animação e coordenou o núcleo de pós-produção, realizando três temporadas de <strong>Que Talento!</strong>, primeira produção original do Disney Channel no Brasil. Neste período também fez parte da série Juacas, que entrou no ar na Disney e SBT em 2017.</p>
<p>Já em 2016, juntou-se à Chatrone para fundar a CAT, braço focado em animação da companhia. Em menos de um ano de operação, o estúdio iniciou o desenvolvimento da série <strong>Okay Let&#8217;s Play</strong> com a Amazon Studios, primeiro projeto da empresa de streaming na América Latina. Depois veio <strong>Condomínio</strong>, baseada nas tiras da cartunista Laerte, e o remake de <strong>Nossa Turma</strong>, grande sucesso do SBT nos anos 80, além de outros projetos em diferentes fases de produção.</p>
<p>Também tem em seu currículo passagem por diversos eventos da área discorrendo sobre a produção de 3-D no Brasil e já exerceu o cargo de Diretor Comercial da ABCA, Associação Brasileira de Cinema de Animação.</p>
<p><strong>Chatrone -</strong> A primeira produção da Chatrone no Brasil foi <strong>Gaby Estrella</strong>, série musical infantil que gerou três temporadas e um longa-metragem a ser lançado em janeiro de 2018. Gaby Estrella ganhou o Prêmio Monet de Melhor Série Teen de Televisão, além de ter sido indicada a dois prêmios internacionais: Emmy International 2015, o principal prêmio de televisão, e ao Rockie Awards, do Banff Festival no Canadá.</p>
<p>Ainda em 2017, Chatrone lançou a série de ação <strong>Sem Volta</strong>, e <strong>Juacas</strong>, no Disney Channel e SBT, que estreou simultaneamente no Brasil, em toda América Latina e na Itália, ficando em primeiro lugar na Itália e concorrendo como melhor série teen no Kidscreen Awards 2018.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Encontros de Cinema | Palestra ‘Produção Executiva de Animação’, com Rodrigo Olaio</em><br />
Terça-feira (13) | 19h às 22h<br />
Auditório do Porto Digital (Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife)<br />
Gratuito (entrada sujeita à lotação da sala)</p>
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		<title>Edição especial do Portomídia Game Jam reúne mulheres do mercado de jogos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 18:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria do Porto Digital  Durante três fins de semana, o Apolo 235, prédio de incentivo ao empreendedorismo inovador do Porto Digital, receberá um grupo de profissionais que ainda luta por valorização num mercado majoritariamente masculino: o desenvolvimento de games. O Portomídia Game Jam das Minas vai reunir ilustradoras, designers, artistas, produtoras de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria do Porto Digital </em></p>
<p>Durante três fins de semana, o Apolo 235, prédio de incentivo ao empreendedorismo inovador do Porto Digital, receberá um grupo de profissionais que ainda luta por valorização num mercado majoritariamente masculino: o desenvolvimento de games. O Portomídia Game Jam das Minas vai reunir ilustradoras, designers, artistas, produtoras de trilha sonora, programadoras e desenvolvedoras para que, juntas, criem novos jogos, troquem experiências e se fortaleçam.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Acesse o Formulário de Inscrição <a href="https://docs.google.com/forms/d/1p7HiELIUnf2VowUAn3nH1-dct62I_TfrSSLRQMCUAz0/viewform?edit_requested=true" target="_blank">AQUI<br />
</a></strong></p>
<div id="attachment_57857" aria-labelledby="figcaption_attachment_57857" class="wp-caption img-width-555 alignnone" style="width: 555px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/JAM-DAS-MINAS.png"><img class="size-medium wp-image-57857" alt="Arte/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/JAM-DAS-MINAS-555x486.png" width="555" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostras</p></div>
<p><strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/1p7HiELIUnf2VowUAn3nH1-dct62I_TfrSSLRQMCUAz0/viewform?edit_requested=true" target="_blank"> </a></strong></p>
<p>No primeiro momento, no dia 24/02, será realizado um workshop sobre a ferramenta Unity (dia 24/02). No fim de semana seguinte, entre os dias dois e quatro de março, as participantes, já separadas em equipes, terão 48 horas seguidas para criarem, do zero, novos games. O último encontro está marcado para o dia dez, um fim de semana após, quando será realizado o<em> recap</em>, momento de troca de experiências e apresentação dos resultados. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 19 deste mês.</p>
<p>No primeiro dia do evento, a professora de programação e desenvolvimento de jogos Tatyane Calixto irá ministrar um workshop sobre Unity para preparar os participantes. “Vemos poucas mulheres na indústria de tecnologia e de jogos. O Unity é uma engine muito utilizada para o desenvolvimento de jogos digitais e é indispensável para o público esperado”, comenta. Além de Calixto, todo o grupo de mentoras da Game Jam será feminino. A prioridade nas inscrições também é delas, mas os homens que quiserem participar também podem se inscrever, já que o objetivo principal é aprender e somar. Conhecimento prévio é importante, pois haverá um processo seletivo para a escolha dos participantes.</p>
<p>Para Clara Vasconcelos, coordenadora de qualificação em economia criativa do Porto Digital, a Game Jam das Minas é uma ação de empoderamento estratégica para o parque tecnológico. &#8220;O evento engaja as mulheres do setor e garante visibilidade para essas profissionais. Além disso, a Jam também serve para desmistificar uma área cuja aptidão é vista como essencialmente masculina. Não temos só minas jogando, tem minas fazendo jogos e a Game Jam é uma oportunidade de fazer negócios e fortalecer as carreiras delas&#8221;.</p>
<p><strong>Portomídia Game Jam das Minas</strong><br />
Dia 24/02 (9h às 17h) &#8211; Workshop de Unity com Tatyane Calixto (30 pessoas)<br />
De 02 a 04/03 (começando às 9h do dia 02 até às 17h do dia 4) &#8211; Portomídia Game Jam das Minas (50 pessoas)<br />
Dia 10/03 (14h às 18h) – Recap<br />
Inscrições até 19/02 pelo link &#8211; <a href="https://docs.google.com/forms/d/1p7HiELIUnf2VowUAn3nH1-dct62I_TfrSSLRQMCUAz0/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>seliga.ai/gamejamdasminas</strong></a><br />
Resultado das inscrições: 21/02</p>
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		<title>Documentários inéditos sobre o Recife ganham a tela do São Luiz</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 19:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Instituto Francês no Brasil – Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias Dez jovens do Recife, alguns sem qualquer experiência profissional prévia com a sétima arte, vão viver a emoção de exibir suas primeiras produções no Cinema São Luiz. O equipamento histórico, à beira do Rio Capibaribe, será palco do encerramento de uma edição do curso H20 Cine Recife. A iniciativa consistiu na produção de dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marcus Iglesias<br />
</em></p>
<div id="attachment_31311" aria-labelledby="figcaption_attachment_31311" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-31311" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">À beira do Rio Capibaribe, Cinema São Luiz será palco do encerramento do H20 Cine Recife, curso audiovisual que teve como o tema &#8216;Água e Meio Ambiente&#8217;</p></div>
<p>Dez jovens do Recife, alguns sem qualquer experiência profissional prévia com a sétima arte, vão viver a emoção de exibir suas primeiras produções no Cinema São Luiz. O equipamento histórico, à beira do Rio Capibaribe, será palco do encerramento de uma edição do curso<strong> H20 Cine Recife</strong>. A iniciativa consistiu na produção de dez documentários sob o tema &#8220;Água e Meio Ambiente&#8221;, sob a orientação de diversos profissionais renomados. A exibição no São Luiz terá início às 8h30 do sábado (17) e a entrada é gratuita.</p>
<p>Ao todo, foram sete semanas de aulas teóricas e práticas com os documentaristas Adriana Komives (brasileira radicada na França), Catalina Villar (Colômbia), Daniele Ingalcaterra (Itália) e Mariana Otero (França). Como resultado, cada participante produziu um documentário que tem em comum o cenário do Recife e o tema escolhido.</p>
<p>Os <strong>Ateliers Varan</strong>, realizadores do projeto, são uma escola de documentário mantida e animada por cineastas documentaristas, montadores, engenheiros de sons e produtores. Já passou por cidades do mundo inteiro, e atualmente está também em locais como o Vietnã e Guadalupe. De acordo com Adriana Komives, que também é coordenadora do curso, a articulação para trazer este projeto ao Recife foi fruto de longos anos de trabalho e de contatos.</p>
<div id="attachment_40146" aria-labelledby="figcaption_attachment_40146" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Inaldo Lins/Prefeitura do Recife</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/image_67.jpeg"><img class="size-medium wp-image-40146" alt="Inaldo Lins/Prefeitura do Recife" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/image_67-607x342.jpeg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Ao todo, foram sete semanas de aulas teóricas e práticas com documentaristas renomados do mundo inteiro</p></div>
<p><em>“Era um sonho meu trazer para o Brasil um atelier desses e o Recife foi escolhido por uma questão de paixão mesmo pelo local, pela cidade, pelo espírito crítico que os habitantes têm. Foram anos de contato com a Fundaj, com a Secretaria de Cultura do Recife, e com a UFPE, até que conseguimos, em 2011, fazer por lá uma prévia com um atelier de duas semanas, com a ajuda do professor Camilo Soares”</em>, explica.</p>
<p>Depois desse pequeno atelier, a batalha foi para conseguir patrocínio para que fosse viável trazer o mais longo, de sete semanas. <em>“Conseguimos então financiamento lá na França, da Agência Francesa para Desenvolvimento. O Instituto Francês do Brasil também colaborou bastante para que pudéssemos vir, bem como a parceria decisiva do Portomídia, que com toda a sua infraestrutura e tecnologia nos acolheu”</em>, comemora a coordenadora do curso.</p>
<p>A metodologia de aprendizagem, o Método Direto, prevê que o aluno aprenda fazendo o seu filme e dos companheiros de curso. <em>“Ele é totalmente baseado na prática. Desde o primeiro dia os alunos já aprendem a usar a câmera e a usar o microfone, e saem pra fazerem seus primeiros exercícios. Essa fase dura duas semanas e nela são projetados filmes de referência, em que eles entendem o tipo de documentário que a gente trabalha”</em>, revela Adriana.</p>
<div id="attachment_40149" aria-labelledby="figcaption_attachment_40149" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antônio Tenório/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Antônio-Tenório-Diego-M-filmando-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-40149" alt="Antônio Tenório/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Antônio-Tenório-Diego-M-filmando-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O contato que tive com estes professores é uma daquelas oportunidades que não sei se terei novamente”, avalia Daniel Medeiros, um dos alunos do curso</p></div>
<p>Ela continua explicando que, feitos os exercícios, os alunos voltam para os professores com os temas que querem discutir. <em>“Depois de um debate sobre os temas, eles vão a campo para fazer a pesquisa e trazer depois o que encontraram, seja de personagens ou contexto. A partir da nossa orientação eles iniciam as filmagens. Essa fase dura três semanas e nela eles vão e filmam com os colegas participando da sonoplastia. Depois todos voltam para assistir coletivamente ao material”.</em></p>
<p>Para terminar, vem a fase da montagem, que aqui no Brasil foi feita com a colaboração de montadores do Recife. “Dois deles tinham trabalhado com a gente em 2011, na UFPE. O processo de finalização desses cursos é intenso, uma semana pra cada filme”, pontua Komives. Cada um dos documentários tem duração de até 30 minutos e serão exibidos em três blocos.</p>
<p>O aluno e fotógrafo Daniel Medeiros, de 27 anos, ficou sabendo deste curso quando ainda estava na faculdade, no semestre passado. Ele conta que esta foi uma das experiências mais desafiantes que já teve. <em>“O curso é ótimo, abriu muito a minha mente em relação ao Cinema Direto. No começo tive dificuldade pra me adaptar, mas do meio do processo em diante peguei mais prática. O contato que tive com estes professores é uma daquelas oportunidades que não sei se terei novamente”</em>.</p>
<div id="attachment_40148" aria-labelledby="figcaption_attachment_40148" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antônio Tenório/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Antônio-Tenório-Isabelle-filmando-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-40148" alt="Antônio Tenório/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Foto-Antônio-Tenório-Isabelle-filmando-11-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É interessante o método que coloca você e seus colegas a estarem juntos com a cara e a coragem na rua”, opina Isabelle Ribeiro</p></div>
<p>Outra aluna é Isabelle Ribeiro, 20 anos, que veio de Sergipe para estudar Cinema na UFPE esse ano. <em>“Estou no segundo semestre agora e soube do curso pelos professores, que estimularam bastante os alunos a fazê-lo. É uma oportunidade que eu acho que não teria tão cedo na faculdade. Os equipamentos são bons, e é interessante o método que coloca você e seus colegas a estarem juntos com a cara e a coragem na rua”.</em></p>
<p>O<strong> H2O Cine Recife</strong> conta produção local da Proa Marketing Cultural e Projetos e com o  patrocínio da Région Île de France, da Prefeitura de Nantes e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Apoiam a iniciativa a Prefeitura do Recife, por meio do Gabinete de Representação e Relações Internacionais, o Instituto Francês no Brasil – Recife, o Portomídia, o  Sesc, a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, a Fundarpe, e a Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Exibição dos documentários da oficina H2O Cine Recife dos Ateliers Varan</em></strong><br />
Sábado (17) | 8h30<br />
Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista)<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Recife e Caruaru recebem atividades sobre plataforma de prototipagem eletrônica</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 18:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Pernambuco vai receber neste próximo sábado (2/4) o Genuino Day 2016, encontro voltado para o aprendizado da plataforma de prototipagem eletrônica Arduino. O evento, que será realizado simultaneamente no Recife e em Caruaru, é dedicado a pessoas interessadas em criar soluções tecnológicas de baixo custo e objetos interativos através deste sistema. A proposta do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/genuinoday2016.png"><img class="size-medium wp-image-35062 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/genuinoday2016-607x230.png" width="607" height="230" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pernambuco vai receber neste próximo sábado (2/4) o <em>Genuino Day 2016</em>, encontro voltado para o aprendizado da plataforma de prototipagem eletrônica Arduino. O evento, que será realizado simultaneamente no Recife e em Caruaru, é dedicado a pessoas interessadas em criar soluções tecnológicas de baixo custo e objetos interativos através deste sistema.</p>
<p>A proposta do Genuino Day 2016 é fazer com que os participantes aprendam mais sobre esta plataforma eletrônica aberta (<em>open-source</em>) baseada em hardware e software de fácil uso. O objetivo é estimular o público a debater e discutir sobre ideias e experiências, fomentar a cultura e seus projetos inovadores.</p>
<p>Na capital pernambucana, o encontro será realizado em dois locais, no <a href="http://www.portomidia.org/" target="_blank">Portomídia</a> e no <a href="https://fablabrecife.wordpress.com/" target="_blank">Fablab Recife</a>, ambos no Bairro do Recife. Neste caso, <a href="http://makerama.com.br/eventos/genuino-day-recife-2016/" target="_blank">a programação conta com palestras gratuitas e workshops</a>, cujas inscrições custam R$ 15. As vagas são limitadas e as <a href="http://www.evenbox.com.br/genuinodayrecife2016" target="_blank">inscrições podem ser feitas pela internet</a>. Já em Caruaru, as atividades acontecem no Colégio Diocesano, no centro do município, e <a href="https://www.facebook.com/events/1705412899703089/" target="_blank">são abertas ao público, mediante apenas cadastro prévio.</a></p>
<div id="attachment_35063" aria-labelledby="figcaption_attachment_35063" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/plbcity1.jpg"><img class="size-medium wp-image-35063" alt="Portomídia, no Bairro do Recife, é um dos espaços que vai receber o Genuino Dat 2016" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/plbcity1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Portomídia, no Bairro do Recife, é um dos espaços que vai receber o Genuino Dat 2016</p></div>
<p>De acordo com Franz Andrade, gerente de projetos do Fablab, o Arduido abre várias possibilidades para o meio artístico. <em>“Muitos designers e artistas já fazem uso desta plataforma, pois ela facilita a criação de objetos interativos e artefatos digitais interativos”</em>, explica ele. <em>“Existem vários estúdios de design especializados nisso, como o Red Papper Heart, grande referência na área e que trabalha com a série Game of Thrones e marcas como a Sony e Android, entre outras. Além disso, o Arduino é muito aplicado em robótica, e de fácil uso para os interessados em construir algo nessa linha”</em>, comenta o gerente.</p>
<p><strong>Sobre a plataforma Arduino</strong></p>
<p>Criada em 2005, tem o objetivo de permitir o desenvolvimento de controle de sistemas interativos, de baixo custo e acessível a todos. O projeto foi criado pensando em artistas e amadores, ou seja, não é necessário ter conhecimentos prévios em eletrônica ou programação para iniciar-se no &#8216;mundo Arduino&#8217;.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Genuino Day 2016</em><br />
Sábado (2/4) | 8h às 17h<br />
<a href="http://makerama.com.br/eventos/genuino-day-recife-2016/" target="_blank">Recife (Portomídia e Fablab, no Bairro do Recife)</a><br />
Palestras gratuitas  e worshops por R$ 15<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/1705412899703089/" target="_blank">Caruaru (Colégio Diocesano, no centro do município)</a><br />
Atividades gratuitas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Porto Musical traz música e negócios ao Bairro do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/porto-musical-traz-musica-e-negocios-ao-bairro-do-recife/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 21:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[Começa, nesta quarta (4), uma das mais importantes convenções internacionais de negócios da música no Brasil. É o Porto Musical 2015, evento que deverá reunir, até o próximo sábado (7), no Bairro do Recife, cerca de 600 pessoas que irão discutir as novas tendências do mercado mundial da música, com foco no intercâmbio e distribuição. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20761" aria-labelledby="figcaption_attachment_20761" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/LeoSalazar-2-web.jpg"><img class="size-medium wp-image-20761" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/LeoSalazar-2-web-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A programação abre, nesta quarta (4),às 14h, com o workshop &#8220;Música tocando negócios&#8221;, ministrada por Leonardo Salazar</p></div>
<p>Começa, nesta quarta (4), uma das mais importantes convenções internacionais de negócios da música no Brasil. É o <a href="http://www.portomusical.com.br/2015/" target="_blank"><strong>Porto Musical 2015</strong></a>, evento que deverá reunir, até o próximo sábado (7), no Bairro do Recife, cerca de 600 pessoas que irão discutir as novas tendências do mercado mundial da música, com foco no intercâmbio e distribuição. Serão showcases, mesas redondas, conferências, rodadas de negócios, que contarão com mais de 30 convidados – entre artistas, representantes de selos, produtoras, festivais – dos cinco continentes.</p>
<p>A programação tem início a partir das 14h desta quarta (4), no Teatro Hermilo Borba Filho, com o workshop “Música Tocando Negócios”, que será ministrado por Leonardo Salazar, autor do livro “Música LTDA”, e é voltado para aqueles que se interessam em entender melhor como gerir os negócios da sua atividade musical. Esta atividade será gratuita, assim como os showcases que irão movimentar, diariamente, a Praça do Arsenal da Marinha. Clique <a href="http://www.portomusical.com.br/2015/programacao/1/showcases" target="_blank"><strong>AQUI</strong> </a>para ver a programação completa.</p>
<p>Durante todo o evento, sempre a partir das 20h, o palco instalado na Praça irá receber músicos locais, nacionais e internacionais, com destaque para nomes como Lira (PE), DJ Dolores (PE), Marcelo Jeneci (SP), Cumbia All Stars (Peru), Juliano Holanda (PE), Mestre Vieira (PA), Jus Now (UK), Anelis Assumpção (SP), Sistema Criolina (DF), Mungo’s Hi Fi (Escócia), entre outros. Tudo isso, com acesso gratuito.</p>
<div id="attachment_19314" aria-labelledby="figcaption_attachment_19314" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Anelis-Assumpcao.jpg"><img class="size-medium wp-image-19314" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Anelis-Assumpcao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anelis Assumpção é uma das atrações dos showscases gratuitos na Praça do Arsenal da Marinha</p></div>
<p>Outra atividade aberta ao público é a Feira Porto Exibe, que acontece na Torre Malakoff . O espaço, viabilizado em parceria com o Sebrae, contará com stands de produtoras, selos, coletivos culturais, publicações, entre outros. Promover a circulação e interação de materiais de música, entre expositores e empreendedores, são os principais objetivos Feira Porto Exibe, que funcionará das 16h às 22h, durante todos os dias do festival. Entre os expositores estão a Arte Primitiva, Atelier Cabana, Casa 87, Design Ecológico e Moulangerie, Movimento Cartonero de Pernambuco, stands do Centro Tecnológico de Cultura Digital, Assustado Discos, Ripohlandia e Revista MI. A gastronomia pernambucana também estará representada no local com a presença de tradicionais bares e botecos da cidade: Bar da Marluce (Santo Amaro), Caldinho do Mago (Brasília Teimosa) e Espetinho da Ceça (Bomba do Hemetério).</p>
<p><strong>Conferências, mesas redondas e rodadas de negócios</strong></p>
<p>A programação do Porto Musical também envolve atividades que visam à discussão sobre as novas tendências do mercado mundial da música. Para isso, serão convidados, diariamente, vários nomes nacionais e internacionais desse universo para partilhar suas visões e experiências nas conferências e mesas redondas oferecidas, de quinta (5) a sábado (7), sempre das 10h30 às 18h, nos teatros Apolo, Hermilo Borba Filho e no Portomidia.</p>
<p>Entre os vários convidados, estarão nome como Octavio Arbelaez (Circulart &#8211; Colômbia), Jody Gillett (Brasil Music Exchange &#8211; Inglaterra), Peter Hvalkof(Roskilde Festival &#8211; Dinamarca), Corinne Serrès (Mad Minute Music &#8211; França), Paula Abreu (Summer Stage Festival &#8211; EUA), Francois Pachet (Sony Lab &#8211; França), Maria Carrascal (Agita Cultura &#8211; Argentina), Ivis Flies (Full Folk Festival &#8211; Equador), Fernando de Sousa (Fundação Casa da Música &#8211; Portugal) e Crispin Parry (British Underground &#8211; Inglaterra), entre outros. O cantor e compositor Guilherme Arantes também faz parte dessa programação, e será entrevistado pelo jornalista e produtor Marcus Preto,na sexta (6). Já no sábado (7), o rapper Emicida se junta ao seu irmão Evandro Fióti, para falar na conferência “A Experiência do Laboratório Fantasma”.</p>
<p>A metade final da programação do Porto Musical será destinada àqueles que querem entrar em contato direto com produtores, representantes de selos e gravadoras de várias partes do mundo e do Brasil, para “vender seu peixe”. É a Rodada de Negócios, que acontece nesta sexta (6) e sábado (7), das 14h às 18h, com 28 empresas-âncora. Entre os principais nomes, estão Amanda Jones, do selo Real World Records de Peter Gabriel, o produtor equatoriano Ivis Flies e a gerente artística do Niceto Club, Diana Glusberg, da Argentina.</p>
<p>A ideia é que os participantes inscritos apresentam seus trabalhos/materiais e propostas, a fim de fechar negócios com os representantes. A previsão é que a Rodada de Negócios gere um montante de R$ 3,6 milhões em negócios durante o Porto Musical e nos 12 meses seguintes aos encontros em possíveis novos acordos e parcerias em acompanhamento por equipe do Sebrae.</p>
<p>Para participar das mesas redondas, conferências e rodadas de negócios, os interessados devem se inscrever, presencialmente, no Teatro Apolo, a partir das 10h30 desta quarta (4). A taxa de inscrição custa R$ 220 e dará acesso a todas essas atividades. O pagamento também poderá ser feito através de cartão.</p>
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		<title>Festival de Cinema Universitário abre inscrições para oficinas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 20:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas, até o próximo domingo (30), as inscrições para oficinas e mesas de discussão gratuitas, que serão realizadas durante a programação do MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. O evento acontece no Recife entre os dias 9 e 12 de dezembro, contando com duas mostras competitivas de 35 curtas produzidos em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cartaz-mov.png"><img class="size-medium wp-image-17512 alignright" alt="cartaz mov" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/cartaz-mov-343x486.png" width="343" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estão abertas, até o próximo domingo (30), as inscrições para oficinas e mesas de discussão gratuitas, que serão realizadas durante a programação do MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. O evento acontece no Recife entre os dias 9 e 12 de dezembro, contando com duas mostras competitivas de 35 curtas produzidos em 15 países, de uma mostra especial do Festival L’Alternativa, de Barcelona.</p>
<p style="text-align: justify;">A oficina “Direção para stop motion”, será ministrada pela cineasta e diretora Nara Normande, abordando o papel do diretor no processo de criação de personagens, contando também com técnicas de filmagem para a animação. O curso acontece de 9 a 12 de dezembro, no horário das 14h às 18h, no PortoMídia, localizado no Bairro do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na oficina “Elaboração de projetos: financiando sua ideia”, a jornalista e produtora executiva Thaís Vidal, os alunos irão trabalhar na elaboração de um projeto a partir da ideia de um roteiro, nos moldes de um projeto para captar recursos em editais de cultura, a partir de aulas teóricas e práticas. Será entre os dias 9 e 11 de dezembro, sempre das 9h às 13h, no PortoMídia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever em uma das oficinas, os interessados precisam enviar uma carta de intenção (máximo uma lauda), currículo e o nome da oficina no assunto, para o e-mail: <strong>oficinasmov@gmail.com</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação nas mesas de discussão “Cinema e política”, que acontece no dia 11 de dezembro; e “Cinema e educação: olhar faz poesia”, que será realizada no dia 12, ambas no Instituto Cervantes, não é necessário fazer a prévia inscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">O MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura Audiovisual, e possui a parceria com o PortoMídia e o Instituto Cervantes para a sua realização. Confira mais detalhes sobre o festival no site: <a title="www.movfestival.com" href="http://www.movfestival.com" target="_blank"><strong>www.movfestival.com</strong></a>.</p>
<p><strong>Programação da etapa educativa do festival:</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Oficinas</span></strong><br />
&#8220;Direção para stop motion&#8221;, com Nara Normande &#8211; de 9 a 12 de dezembro, no PortoMídia<br />
&#8220;Elaboração de projetos: financiando a sua ideia&#8221;, com Thaís Vidal - De 9 a 11 de dezembro, no PortoMídia</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Mesas de discussão</span></strong><br />
&#8220;Cinema e educação: olhar faz poesia&#8221; &#8211; dia 11 de dezembro, das 15h às 17h, no Cervantes<br />
&#8220;Cinema e política&#8221; &#8211; dia 12 de dezembro, das 15h às 17h, no Cervantes</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Janela de Cinema abre inscrições para workshop “Cinematografia como design”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/janela-de-cinema-e-portomidia-abrem-inscricoes-para-workshop-cinematografia-como-design/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2014 15:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes fotógrafos de cinema do país, Affonso Beato estará no 7º Janela Internacional de Cinema do Recife para ministrar o workshop “Cinematografia como Design”. A atividade será realizada de 27 a 30 de outubro, das 9h às 13h, no Portomídia, no Bairro do Recife. Além disso, no dia 31 de outubro, Beato [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Affonso_Beato.jpg"><img class=" wp-image-15028 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Affonso_Beato-506x486.jpg" width="243" height="234" /></a></p>
<p>Um dos mais importantes fotógrafos de cinema do país, Affonso Beato estará no <a href="http://www.janeladecinema.com.br/2014/" target="_blank"><strong>7º Janela Internacional de Cinema do Recife</strong></a> para ministrar o workshop “Cinematografia como Design”. A atividade será realizada de 27 a 30 de outubro, das 9h às 13h, no <strong><a href="http://www.portomidia.org/" target="_blank">Portomídia</a></strong>, no Bairro do Recife. Além disso, no dia 31 de outubro, Beato oferecerá uma <em>masterclass</em> gratuita no Cinema da Fundação, no Derby.</p>
<p>Para se candidatar a uma vaga no workshop é preciso preencher um formulário no site do festival (<strong><a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong>) até o dia 14 de outubro. A seleção será feita mediante análise do currículo (prioritariamente pessoas que trabalham na área). O valor do curso é de R$ 100. O conteúdo abordará temas como luz, cor, visão humana, sistema fotoquímico (filme), sistemas fotoeletrônico (digital), comparação filme x digital, o digital intermediate e produtos finais.</p>
<p>A realização do workshop marca a primeira parceria entre Janela de Cinema e Portomídia, que além de viabilizar a vinda de Affonso Beato, está disponibilizando o espaço e equipamento com o programa de finalização Baselight. O Portomídia é uma ação do Porto Digital com foco na estruturação de um polo de economia criativa no Recife. O festival Janela Internacional de Cinema, ocorre entre os dias 24 de outubro a 2 de novembro, tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e patrocínio da Petrobras.</p>
<p><strong>Sobre o ministrante</strong> &#8211; Com mais de 50 anos de carreira estabelecida internacionalmente, o carioca Affonso Beato é professor, cineasta e diretor de fotografia de importantes filmes da cinematografia nacional e estrangeira. Nascido em 1941, estudou na Escola Nacional de Belas Artes e há mais de 30 anos se divide entre o Brasil e os EUA, tendo fotografado mais de 50 longas, 60 curtas e 300 comerciais.</p>
<p>Começou trabalhando com Cacá Diegues, Gustavo Dahl, Júlio Bressane e Arnaldo Jabor, mas o reconhecimento mundial veio com “O dragão da maldade contra o santo guerreiro” (1969), que rendeu a Glauber Rocha o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes.</p>
<p>A partir dos anos 1970 começou a colaborar com produções internacionais, entre elas, “A fera do rock” (1989), do americano Jim McBride, “Ghost World” (2001), de Terry Zwigoff e “A Rainha”, de Stephen Frears. Com o espanhol Pedro Almodóvar trabalhou em três filmes: “A flor do meu desejo”, “Carne Trêmula” e “Tudo sobre minha mãe”.</p>
<p>Em 2005 fotografou “Água negra”, primeiro filme internacional de Walter Salles. Seu filme mais recente é “O Tempo e o vento”, de Jayme Monjardim. Foi presidente da Associação Brasileira de Cinematografia entre 2004 e 2005 e foi aceito como membro da American Society of Cinematographers, sendo o primeiro brasileiro a assinar as iniciais ASC.</p>
<p><strong>Cais do Sertão</strong> – Outra nova parceria do Janela é com o Museu Cais do Sertão, que entre os dias 28 e 31 de outubro receberá sessões da Mostra Competitiva de Curtas e da Mostra Infantil, além de sediar a Mostra Especial Cais do Sertão, com filmes que dialogam com o espaço. Os valores dos ingressos são R$ 8 e R$ 4 (meia), exceto na terça-feira, que terá entrada gratuita.</p>
<p><strong>Serviço<br />
Curso “Cinematografia como Design”</strong><br />
<strong>Data:</strong> de 27 a 30 de outubro, das 9h às 13h<br />
<strong>Local:</strong> Portomídia (Recife Antigo)<br />
<strong>Valor:</strong> R$ 100<br />
<strong>Informações e inscrições: <a href="http://www.janeladecinema.com.br" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong></p>
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