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	<title>Portal Cultura PE &#187; povo Xukuru</title>
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		<title>Cuidando do futuro dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além da roda de diálogo, oficinas de artesanato e um toré abriram encontro em Pesqueira Por Chico Ludermir No Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, também foram iniciadas ontem (14/8) atividades de formação cultural, com oficinas de artesanato para a população local. Divididas em quatro tipos, segundo o material utilizado,  os alunos começaram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5663" aria-labelledby="figcaption_attachment_5663" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784489500_eec78cb97f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5663" alt="Mãe do cacique Marcos Xucuru, Dona Zenilda sempre aconselha os jovens do seu povo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784489500_eec78cb97f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe do cacique Marcos Xucuru, Dona Zenilda sempre aconselha os jovens do seu povo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p><em>Além da roda de diálogo, oficinas de artesanato e um toré abriram encontro em Pesqueira</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>No Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, em Pesqueira, também foram iniciadas ontem (14/8) atividades de formação cultural, com oficinas de artesanato para a população local. Divididas em quatro tipos, segundo o material utilizado,  os alunos começaram a aprender técnicas em madeira, palha de coqueiro, palha de bananeira e barro.</p>
<p>Da árvore Pítia, retirada na lua minguante das matas da Serra Ororubá, onde se localiza o território do povo Xukuru, foram feitos diversos arcos. Durante a oficina de artesanato em madeira, os alunos aprenderam a medir, serrar e descascar as toras que servem de matéria-prima para o arco-e-flecha, um dos maiores símbolos indígenas. Gil Xukuru, professor de arte há oito anos, é um dos três oficineiros. Ele afirmou que o momento era de fortalecimento da sua cultura. “Estamos aprendendo um pouco mais sobre nossas raízes”, reforçou Lucas Rafael, um dos 75 alunos, enquanto terminava de lixar o arco.</p>
<p>João Carlos Xukuru estava à frente da oficina de artesanato com palha de coqueiro. Com ela se faz a barretina, espécie de chapéu, típico do povo Xukuru. “Ela é símbolo da nossa etnia. É com ela que dançamos o toré, ritmo sagrado”, explicou. Da palha de bananeira rapidamente se confeccionaram esteiras e do barro, serão fabricados pratos e panelas.</p>
<div id="attachment_5668" aria-labelledby="figcaption_attachment_5668" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-indígenas_Barretina.jpg"><img class="size-medium wp-image-5668" alt="Primeiro dia do evento terminou com toré coletivo (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-indígenas_Barretina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiro dia do evento terminou com toré coletivo (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><strong><br />
Apresentações: <a title="http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc" href="http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=GtZuEprU4lc</a> </strong></p>
<p>O final da tarde de terça (14/8), durante o encontro em Pesqueira, foi ao som do toré. O ritmo sagrado dançado em roda foi apresentado pelos Fulni-ô, único povo do Nordeste que ainda se comunica na língua Yathê. Depois de apresentados, Morcego, Gavião, Peixe, Louro e Pássaro Sagrado (tradução de seus nomes) dançaram em ritual e, na sequência, convidaram todos para se juntar a eles. O mesmo fez o povo Atikum e Pipipã, numa pisada marcada com o pé direito.</p>
<div style="text-align: center;"> <a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784445112_c58f82244c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5673" alt="7784445112_c58f82244c_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7784445112_c58f82244c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></div>
<p><strong> </strong><strong>Quarta-feira, 15</strong></p>
<p>Nesta quarta-feira (15/8), a programação começa às 8h30 com o Ritual do Membi do povo Xukuru, seguido pelas oficinas de teatro e cineclubismo, além da roda de diálogo intitulada “O artesanato como prática na educação escolar indígena”. Durante a tarde, se apresentam os grupos Tuxá e Pankararu e, à noite, entra em cena o teatro dos Kambiwá e a apresentação cultural dos Truká.</p>
<p>Em respeito ao falecimento de Dona Maria Assunção Balbino, liderança da aldeia Capim de Planta que morreu aos 72 anos, a programação foi adaptada. As ações da última segunda-feira (13/8) e da manhã de ontem (14/8) foram distribuídas entre os demais dias.</p>
<p>A programação do encontro vai até a próxima sexta-feira (17/8) e faz parte do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. Todas as atividades são abertas ao público em geral.<em id="__mceDel"></em></p>
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