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	<title>Portal Cultura PE &#187; povos originários</title>
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		<title>Mepe celebra o Dia dos Povos Indígenas com debate focado na produção das mulheres artistas</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 15:35:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com_.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117373" alt="Captura de tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela_15-4-2025_123449_www.instagram.com_-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Na semana em que se celebra o Dia Nacional dos Povos Indígenas, o Museu do Estado de Pernambuco promove um importante debate sobre o protagonismo feminino na arte e no pensamento crítico indígena. O encontro &#8220;A Mulher Indígena, a Arte e o Museu – Retomadas, Olhares e Saberes&#8221; acontece nesta quarta-feira (16), a partir das 14h, no auditório do Mepe, reunindo Elisa Pankararu, professora e antropóloga; Juliana Xukuru, artista visual e performer; e Lara Erendira Andrade, antropóloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE), da UFPE, órgão parceiro da ação.</p>
<p dir="ltr">A conversa é um convite a olhar para as mulheres indígenas no campo das artes, seja nos museus, no espaço virtual e na academia. Essa produção sempre existiu, mas historicamente foi invisibilizada. “Pensar essa presença hoje, na contemporaneidade, é trazer um histórico de que sempre estivemos aqui. No entanto, há um rompimento dessa presença no sentido de dar visibilidade, de dizer que ela existe, e esse rompimento se dá com o viés do racismo que a colonização traz”, explica a pesquisadora Elisa Pankararu</p>
<p dir="ltr">Ela ainda ressalta que essa invisibilização tem outro elemento além do racismo, que é o machismo. “Mas no universo sagrado, no universo da tradição indígena, as mulheres têm os seus papéis definidos, a sua produção definida, seja em que campo for, do canto, da dança, da produção manual. A presença feminina é existente desde sempre e para sempre”, pontua Elisa.</p>
<p dir="ltr">O momento de retomada dessa produção tão múltipla, ancestral e de imenso valor estético e histórico há de ser celebrado. Iniciativas como essa do Mepe, um museu de tradição e que nunca deixou de se atualizar dos debates e das questões do nosso tempo, são importantes para a ampliação do debate e do conhecimento das mulheres indígenas artistas para o grande público.</p>
<p dir="ltr">“Esse é o momento para todos termos um olhar com mais cuidado e profundidade para as expressões artísticas e os saberes das mulheres indígenas e refletir como os museus podem e devem abrir espaço para essas vozes, essas memórias, essas histórias. A atividade é gratuita, então convido a todos que venham participar neste dia 16 de abril”, finaliza o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro Arte Indígena em Pernambuco é lançado na terra indígena Entre Serras Pankararu, em Petrolândia</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material é lançado durante o Encontrão da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), realizado desta segunda (18) até quinta-feira (21), no município de Petrolândia, na terra indígena Entre Serras Pankararu, no Sertão pernambucano. De autoria coletiva, a publicação envolve mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114521" aria-labelledby="figcaption_attachment_114521" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias.jpg"><img class="size-medium wp-image-114521" alt="Mirah Ateliê de Ideias/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/XucuruOroruba-IMG_5777-mirah.ideias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arte indígena xukuru de ororubá</p></div>
<p>O livro <em>Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</em> é lançado durante o Encontrão da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), realizado desta segunda (18) até quinta-feira (21), no município de Petrolândia, na terra indígena Entre Serras Pankararu, no Sertão pernambucano. De autoria coletiva, a publicação envolve mais de cem professoras e professores indígenas de arte e lideranças indígenas do Estado, com organização de Eliene Amorim de Almeida, Lara Erendira Almeida de Andrade e Manuela Schillaci.</p>
<p>A obra inédita é uma realização da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O projeto se destaca por envolver diversos povos indígenas do Semiárido brasileiro. A edição impressa do livro, com tiragem de 1 mil exemplares, será distribuída para escolas indígenas de Pernambuco. A publicação também está disponível ao público gratuitamente, em formato de e-book com audiodescrição por meio do <a title="Copipe" href="https://copipeedu.wixsite.com/copipe" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a>.</p>
<p>O livro é resultado de uma ampla pesquisa que contou com encontros e oficinas para sistematizar os conhecimentos dos povos indígenas em Pernambuco e suas formas de arte. O livro apresenta arte indígena em sua diversidade, com aspectos relacionados às histórias, rituais e cosmologias dos povos indígenas atikum, fulni-ô, kambiwá, kapinawá, pankaiwká, entre serras pankaruru, pankará, pipipã, tuxá, truká, xukuru de cimbres e xukuru de ororubá.</p>
<p>“Nossa arte tem um vínculo direto com nossos territórios, nossa história e nossa forma de ser no mundo. Ela conta, de uma certa maneira, uma história: a história dos conhecimentos dos nossos antepassados de transformar o que era encontrado nas caatingas, nas matas úmidas e nos rios em objetos para o uso cotidiano, festivo e sagrado”, diz a apresentação de um dos cinco capítulos.</p>
<p>A obra, composta de textos de autoria coletiva, sintetiza as concepções de professoras, professores e lideranças indígenas em torno do tema, trazendo trechos com reflexões por povo e fotos dos objetos de arte. O livro traz um recorte voltado para a arte material indígena produzida com diversos materiais como penas, frutos, palhas, cipós, fibras, madeiras e barros.</p>
<p>São adornos como colares, brincos, pulseiras e tornozeleiras, mas também maracás, cachimbos, cocares, chapéus e vestimentas usados em rituais. Há ainda os objetos utilitários como urupembas, pratos, copos, pilões, gamelas, cestos, bolsas, abanos, esteiras e outros utensílios de decoração.</p>
<p>O livro é também fruto de longos e vários anos de debate do movimento de Educação Escolar Indígena no Estado de Pernambuco, quando as lideranças e educadores indígenas de diversas etnias realizaram reflexões e articulações sobre a educação escolar que desejavam para as crianças, adolescentes, jovens e adultos dos povos indígenas.</p>
<p><strong>EQUIPE -</strong> O projeto tem coordenação da Comissão de Professores/as Indígenas de Pernambuco (Copipe), Eliene Amorim de Almeida e Lara Erendira Almeida de Andrade. A produção executiva é de Clarice Hoffmann e Manuela Schillaci. A equipe técnica de pesquisa e a revisão do texto é de Darllan Neves da Rocha e Manuela Schillaci. A oficina com professores/as de arte indígena foi realizada por Eliene Amorim de Almeida, Francisca Bezerra da Silva, Manuela Schillaci e Paula K. O projeto gráfico e diagramação é da Mirah Ateliê de Ideias (Paula K.) e a assessoria de imprensa de Flora Noberto.</p>
<p>O livro é uma realização da Copipe e conta com parcerias da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí), Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFafire), Rede de Pesquisa e Conhecimentos relativos aos Povos Originários (Rede Dialog) e Instituto Nacional de Pesquisas Científicas (Quebec, Canadá).</p>
<div id="attachment_114522" aria-labelledby="figcaption_attachment_114522" class="wp-caption img-width-349 alignnone" style="width: 349px"><p class="wp-image-credit alignleft">Copipe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-114522" alt="Copipe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Livro-capa-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro Arte Indígena em Pernambuco: Da Natureza Sagrada às Peças da Nossa Cultura Material</p></div>
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		<title>Filme pernambucano é destaque no 56° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:59:01 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107091" aria-labelledby="figcaption_attachment_107091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03.png"><img class="size-medium wp-image-107091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03-607x314.png" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Longa-metragem Sekhdese, de Alice Gouveia e Graciela Guarani</p></div>
<p>O filme <em>Sekhdese</em> mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima Arte do País: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que chega à 56ª edição. A avant-première acontece nesta quarta-feira (13), no Cine Brasília, com a presença das diretoras e equipe de produção.<br />
Sekhdese é uma expressão carregada de significado, sendo uma palavra &#8211; em yathê &#8211; na língua fulni-ô, que traduzida para o português significa sabedoria. Estruturado em depoimentos colhidos de 2018 a 2023, durante expedições às aldeias indígenas, e com registros de manifestações em Brasília, o documentário expõe a verdadeira sabedoria presente nos relatos das mulheres.<br />
De acordo com as diretoras, a ideia de fazer o filme surgiu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. Na época Alice e Graciela estavam ministrando oficinas de realização audiovisual e fazendo filmes curtos com um grupo de alunos quando resolveram começar a entrevistar as mulheres do local.<br />
“O que acreditamos ter é um importante conjunto de relatos que tragicamente parecem convergir para questões relativas ao neocolonialismo empreendido pelas igrejas neopentecostais. Em boa parte dos depoimentos percebemos uma preocupação explícita sobre os valores e crenças singulares do local que estão sendo esmaecidos pela presença dos religiosos evangélicos”, afirmam as diretoras.<br />
Essas narrativas revelam um valioso fortalecimento das mulheres enfatizando as batalhas pela proteção da terra, pela preservação da cultura, pela defesa do meio ambiente e contra o etnocídio desencadeado pelas ações das igrejas neopentecostais.<br />
<em>Sekhdese</em> é a mais nova produção da Casa de Cinema de Olinda e tem patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco. Segundo a produtora executiva Carla Francine, o longa teve início com uma iniciativa de formação audiovisual. “O filme começou no projeto chamado Cinema de Índio, que a gente fez em nove etnias de Pernambuco. A gente foi pelo menos umas três vezes para Brasília, na marcha das mulheres indígenas, nos Acampamentos Terra Livre (ATL). Tem um filme aí muito bonito, que fala de coisas muito importantes para o Brasil e para a humanidade”, conclui.<br />
De acordo com Graciela Guarani e Alice Gouveia, “Sekhedese nasce de dezenas de entrevistas com mulheres indígenas em Pernambuco e seus relatos de resistências que denunciam as diversas violências que permeiam o povo indígena”.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Sekhdese significa sabedoria, em yathê, língua do povo fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas que expôe a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p><strong>DIRETORAS -</strong> Alice Gouveia é professora universitária, diretora de audiovisual e finalizadora. Trabalha na área desde 1993. É técnica em direção cinematográfica tendo concluído o curso na New York Film Academy em 1998. Em seu currículo destacam-se as séries <em>Olhares sobre Lilith</em>, <em>Vamos Comer Pernambuco</em>, <em>Destinos da Fé</em> e os curtas-metragens <em>Dora</em> e <em>Nina</em>, dentre outros. É coordenadora pedagógica dos projetos de formação Cinema de Índio e Realizando em 1 Minuto.<br />
Graciela Guarani pertence à nação indígena guarani kaiowá e é uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no Brasil. É professora de cursos promovidos pela ONU Mulheres e do Museu do Índio. Debatedora da mesa redonda Mulheres na Mídia e no Cinema, na 70ª Berlinale (2020). Já realizou vários curtas e é uma das diretoras das séries <em>Cidades (In)visíveis</em>, da Netflix, e da <em>Falas de Terra</em>, da Rede Globo e GloboPlay, e cinegrafista do longa <em>My Blood Is Red</em>, da Needs Must Film, em 2017.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Direção: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Argumento: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Roteiro: Alice Gouveia, Graciela Guarani e Caleb Benjamin<br />
Produção e produção executiva: Carla Francine<br />
Direção de produção: Carla Francine e Mauro Lira<br />
Direção de fotografia: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Som direto: Tiago Araújo e Fernanda Misaw<br />
Edição de som e ixagem: Tiago Araújo<br />
Montagem e finalização de imagem: Alice Gouveia<br />
Empresa produtora: Casa de Cinema de Olinda</p>
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