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	<title>Portal Cultura PE &#187; premiados</title>
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		<title>Festival de Cinema de Triunfo encerra 16ª edição e anuncia premiados</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2025 09:50:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Fest Cine de Triunfo]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[16º festival de cinema de triunfo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema pernambucano]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O Theatro Cinema Guarany foi palco, no sábado (20), da cerimônia de encerramento do 16º Festival de Cinema de Triunfo, reunindo realizadores, estudantes, autoridades e o público para uma noite marcada por premiações, homenagens e reconhecimento à produção audiovisual pernambucana e brasileira. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-12.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122344" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O Theatro Cinema Guarany foi palco, no sábado (20), da cerimônia de encerramento do 16º Festival de Cinema de Triunfo, reunindo realizadores, estudantes, autoridades e o público para uma noite marcada por premiações, homenagens e reconhecimento à produção audiovisual pernambucana e brasileira. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Ao longo de seis dias de programação, o evento promoveu mostras competitivas, sessões especiais, oficinas, ações educativas e encontros formativos, consolidando-se como um importante espaço de difusão, formação e valorização do cinema, especialmente no Sertão do estado.</p>
<p dir="ltr"><strong>BOLSA DE ESTUDOS -</strong> Um dos momentos de destaque da noite foi a entrega de uma bolsa integral para o curso online de Cinema da Academia Internacional de Cinema (AIC) ao estudante Jesus Cabral, do EREM Alfredo de Carvalho. A premiação reconheceu sua participação de destaque em oficina formativa realizada durante o festival, marcada por escuta atenta, iniciativa e criatividade.</p>
<p dir="ltr">A ação é fruto de parceria entre a Secult-PE e a Academia Internacional de Cinema, reforçando o investimento na formação de jovens talentos e no estímulo à criação audiovisual.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-32.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122345" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-32-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">“Quando a gente pensa o festival, pensa justamente nesse espaço de oportunidades, de garantir acesso para pessoas que historicamente não tiveram esse acesso assegurado. Esse momento é muito importante porque aquece o nosso coração e coloca a juventude no protagonismo do audiovisual. É impossível eu não olhar para nós três e perceber como a política pública muda a vida das pessoas. Somos três pessoas negras dentro de um cinema de rua do Estado de Pernambuco, construindo a cultura do nosso Estado e garantindo que essa arte continue viva. Quando falamos de política pública continuada, olhamos para o Festival de Cinema de Triunfo como um exemplo de acesso, formação e oportunidades”, ressaltou a secretária executiva de Cultura do Estado, ao lado do estudante Jesus Cabral e Simon Filmes, um dos facilitadores da oficina.</p>
<p dir="ltr">“Hoje eu venho aqui como cidadão triunfense, nordestino e negro. Venho para reforçar que, enquanto jovem negro de escola pública, a vida não é fácil para a gente. Estar aqui hoje mostra que todo o esforço que faço na escola e na minha vida, tentando não seguir um futuro difícil, está valendo a pena”, celebrou o aluno emocionado.</p>
<p dir="ltr"><strong>HOMENAGENS -</strong> A programação da noite contou ainda com a exibição do curta-metragem Presente de Aniversário, dirigido por Uilma Queiroz, uma das homenageadas desta edição, ao lado da atriz, realizadora e curadora Cíntia Lima, e do guardião da tradição dos Caretas, Nino Abraão.</p>
<p dir="ltr">Outra homenagem foi dedicada ao realizador Marcos Carvalho, reconhecido por sua contribuição ao cinema produzido no Sertão do Pajeú, em carta lida pelo artista local Teco de Agamenon.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122346" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-71-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">A noite de encerramento também celebrou a quarta edição da Mostra Judith Quinto, dedicada à valorização da produção audiovisual local. A mostra leva o nome de Judith Quinto, conhecida carinhosamente como Ju ou Juju, que trabalhou durante muitos anos na bilheteria do Theatro Cinema Guarany. Figura marcante da história do espaço, Judith contribuiu de forma afetiva para a construção da memória do cinema em Triunfo, ao lado de seu irmão Bau, que atuava como maquinista.</p>
<p dir="ltr">A sessão exibiu um recorte de curtas-metragens resultantes da ação literária Nos Rastros das Serpentes: entre causas e causos triunfenses, processo criativo que ressignifica a lenda da Serpente do Açude a partir de vivências, memórias e imaginários locais.</p>
<p dir="ltr">A cerimônia de encerramento também foi dedicada a premiar os filmes exibidos durante o festival, julgados por diferentes júris que reuniram profissionais do audiovisual, da cultura e representantes da sociedade civil. Confira lista dos premiados:</p>
<h2 dir="ltr">Premiação – 16º Festival de Cinema de Triunfo</h2>
<h3 dir="ltr">Júri Popular – Curtas, Médias e Filme Experimental</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Nacional<br />
Iluminação Especial 7.0, de Mayara Bezerra<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Infantojuvenil<br />
Lá na Frente, de Márcio Andrade<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Pernambucano<br />
Ô Celina, Ô Celina – Biu Neguinho, de Jadson André e Sheilla Moreno<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem dos Sertões<br />
Pé de Chinelo, de Cátia Cardoso<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Filme Experimental<br />
Recife – Enquanto os Monstros Dormem, de Wídio Joffre<br />
Prêmio: R$ 2.000</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr">Júri Popular – Longa-Metragem Nacional</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Longa-Metragem Nacional<br />
Originárias, de Marcília Cavalcante Barros<br />
Prêmio: R$ 6.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção Honrosa<br />
Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Júri Oficial – Curtas, Médias e Filme Experimental (Troféu Caretas)</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Atriz<br />
Lacerda, por Mal Sagrado</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Ator<br />
Pedro Lucas, por Queimando por Dentro</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Som<br />
Lucas Coelho, por Boiuna</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Trilha Sonora<br />
Renato Izaías e Lucas Oliveira, por Ecos do Tempo</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção de Arte<br />
Gustavo Costa, por Mal Sagrado</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Produção<br />
Luis Fernando Pontes, por Boiuna</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Roteiro<br />
Cátia Cardoso, por Pé de Chinelo</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Montagem<br />
Matheus Farias, por Queimando por Dentro</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Fotografia<br />
Sylara Silvério, por Akaîutí</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção<br />
Fábio Narciso, por Um Dia de Todos os Dias</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Filme Experimental<br />
Ecos do Tempo, de Renato Izaías<br />
Prêmio: R$ 2.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem dos Sertões<br />
Pé de Chinelo, de Cátia Cardoso<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Infantojuvenil<br />
Lá na Frente, de Márcio Andrade<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Pernambucano<br />
Mar de Dentro, de Lia Letícia<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Curta ou Média-Metragem Nacional<br />
O Céu Não Sabe Meu Nome, de Carol Aó<br />
Prêmio: R$ 4.000</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Troféu Fernando Spencer – Melhor Personagem (Curtas, Médias e Experimental)<br />
Ô Celina, Ô Celina – Biu Neguinho, de Jadson André e Sheilla Moreno<br />
Menção Honrosa: Encruza, de Guilherme Cavalcanti e Rafael Costa</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Júri Oficial – Longa-Metragem Nacional</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Troféu Fernando Spencer – Melhor Personagem<br />
Olinda Tupinambá, por Originárias</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Atriz<br />
Danny Barbosa, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Ator<br />
Antônio Marcelo, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Som<br />
Guma Farias e Érico Paiva, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Trilha Sonora<br />
João Victor Barroso, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção de Arte<br />
Carol Tanajura, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Produção<br />
Priscila Lima e Teta Maia, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Roteiro<br />
Susan Kalik, Claudia Barral e Marcos Barbosa, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Montagem<br />
Lucilo Jota e Quito Ribeiro, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Fotografia<br />
Petrus Cariry, por Gravidade</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Direção<br />
Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa, por Timidez</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Melhor Longa-Metragem Nacional<br />
Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa<br />
Prêmio: R$ 6.000</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Premiação – Júris Especiais</h2>
<h3 dir="ltr">Prêmio Cineclubista – Melhor Filme para Reflexão (FEPEC)</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Vencedor: Um Dia de Todos os Dias, dirigido por Fábio Narciso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Areias do Céu, de Virgínia Guimarães</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr">Troféu do Júri Especial – APECI/ABD-PE</h3>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Vencedor: Sertão 2138, dirigido por Deuilton B. Júnior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Mar de Dentro, dirigido por Lia Letícia</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Menção honrosa: Iluminação Especial 7.0, de Mayara Bezerra</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival Animage anuncia os curtas vencedores da Mostra Competitiva 2021</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-animage-anuncia-os-curtas-vencedores-da-mostra-competitiva-2021/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 09:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curtas-metragens]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Animage]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Competitiva 2021]]></category>
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		<description><![CDATA[O ANIMAGE &#8211; 11º Festival Internacional de Animação de Pernambuco, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, anunciou neste último domingo (17) os vencedores de sua 11ª edição. O curta-metragem Bestia, do chileno Hugo Covarrubias foi escolhido como o Melhor Curta-Metragem pelo júri deste ano, levando o Grande Prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88752" aria-labelledby="figcaption_attachment_88752" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/CARNE-de-Camila-Kater_1.png"><img class="size-medium wp-image-88752" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/CARNE-de-Camila-Kater_1-607x320.png" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8220;Carne&#8221;, dirigido por Camila Kater, venceu como Melhor Curta Brasileiro</p></div>
<p>O ANIMAGE &#8211; 11º Festival Internacional de Animação de Pernambuco, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, anunciou neste último domingo (17) os vencedores de sua 11ª edição. O curta-metragem <strong>Bestia</strong>, do chileno Hugo Covarrubias foi escolhido como o <strong>Melhor Curta-Metragem</strong> pelo júri deste ano, levando o Grande Prêmio ANIMAGE. <strong>Carne</strong>, de Camila Kater, venceu como <strong>Melhor Curta Brasileiro</strong>. A premiação foi definida pelo júri oficial do festival, composto este ano pela artista visual e diretora portuguesa Bárbara Oliveira, a animadora Léa Zagury e pela cineasta Renata Pinheiro.</p>
<p>“<em><strong>Bestia</strong> apresentou uma sensibilidade única em todas as decisões que são necessárias para um filme de animação, exprimindo o tema da opressão de uma forma tão eficaz na sua linguagem cinematográfica, controle do som, direção de arte e roteiro que se alojou profundamente na nossa memória como uma bala. Intenso, assustador e inesquecível</em>”, escreveram as juradas desta edição. O filme revisita a violenta ditadura militar ao acompanhar a vida privada de uma funcionária do departamento de inteligência chileno.</p>
<p><strong>Carne</strong>, trabalho de estreia de Camila Kater, apresenta as relações de diferentes mulheres em relação ao seu corpo, da infância à idade adulta. &#8220;<em>Um curta brilhante para a representação de experiências femininas brasileiras. Achamos a expressão artística no filme perfeitamente aplicada às narrativas de mulheres representadas, tornando o filme muito poderoso na sua mensagem e execução</em>”, diz o texto do júri.</p>
<p><strong>Tapajós: Uma Breve História da Transformação de um Rio</strong>, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga, recebeu a Menção Honrosa do Júri “pela sua qualidade técnica e artística, aliada a importância de seu conteúdo informativo e denunciador”. As juradas completam: &#8220;<em>Com um roteiro que dá voz aos moradores de Miritituba, uma pequena vila do interior do Pará, o filme é um importante documentário que informa, com justeza, o processo de ocupação dos portos de exportação de soja no coração da Amazônia.</em>&#8221;</p>
<p>A <strong>Melhor Direção</strong> foi para o francês <strong>GENIUS LOCI</strong>, de Adrien Mérigeau, enquanto <strong>Melhor Roteiro</strong> ficou com o alemão <strong>Just a Guy</strong>, de Shoko Hara. Completam a lista de premiados o francês <strong>Moutons, Loup et Tasse de Thé</strong>…, de Marion Lacourt, que venceu como <strong>Melhor Direção de Arte</strong>, <strong>Machini</strong>, de Frank Mukunday e Trésor Tshibangu (Congo), como <strong>Melhor Técnica</strong> e <strong>Affairs of the Art</strong>, de Joanna Quinn (Inglaterra/Canadá), como <strong>Melhor Som</strong>.</p>
<p>O prêmio de <strong>Melhor Curta Infantil</strong> ficou com o curta <strong>La Source des Montagnes</strong>, de Adrien Communier, Camille Di DioI, Benjamin Francois, Pierre Gorichon, Briag Mallat e Marianne Moisy. Segundo o júri, trata-se de <em>“um filme que possui uma alegria singular, transmitindo uma história com uma imaginação forte que poderia ter vindo de um imaginário de uma criança</em>”.</p>
<p>Participaram da Mostra Competitiva do ANIMAGE desta edição<strong> 69 curtas</strong> de<strong> 26 países</strong>. O ANIMAGE recebeu este ano mais de 1200 inscrições para a competição de curtas, um número expressivo que reflete a prolífica produção audiovisual desse segmento em todo o mundo.</p>
<p>O ANIMAGE firmou mais uma vez parceria com a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), que escolheu o curta <strong>Carne</strong>, de Camila Kater como Melhor Filme Brasileiro &#8211; que a partir desta edição passa a ser nominado Prêmio Jeorge Pereira, em homenagem ao animador, cineasta, roteirista e educador Jeorge Pereira, falecido este ano. A série <strong>Foi Assim e Foi Assado</strong>, de Chia Beloto, ganhou Menção Honrosa pelo júri da ABCA, este ano composto pelo animador Maurício Nunes, o designer, animador e  quadrinista Raul Souza e a animadora e produtora Tânia Anaya.</p>
<p>“<em>O prêmio ABCA foi dado ao filme Carne, da diretora Camila Kater, que além de crua, mal-passada, ao ponto, passada e bem passada – executou uma síntese genial! Fala de/com mulheres de todos os corpos e todas as idades. Um tapa na cara da caretice evangélica que assombra o Brasil atualmente</em>”, disse o júri. “<em>Oferecemos uma menção honrosa para a série Foi Assim e Foi Assado, da animadora e cineasta Chia Beloto, pela narrativa inteligente e potente, feita a partir de coisas simples, e por apresentar um universo infantil rico e divertido. Entretém tanto crianças quanto adultos</em>”, completam.</p>
<p>“<em>Com esta edição o ANIMAGE completa uma trajetória de onze anos consolidando-se como um agente difusor da animação no Brasil, que vem crescendo exponencialmente. A Mostra Competitiva desta edição revelou um nível excelente, apresentou um panorama atual, diversificado e instigante com o melhor da animação brasileira e mundial. As escolhas exigiram muito das juradas e o resultado realmente contempla o alto nível da competição</em>”, afirmou o produtor e idealizador do festival, Antonio Gutierrez.</p>
<p>Um dos principais eventos de animação do Brasil, o ANIMAGE retornou este ano com uma programação híbrida, com exibições online e sessões presenciais no histórico Teatro do Parque, que foi recém-inaugurado. O espaço recebeu exibições de alguns longas da programação, além da popular Mostra Erótica. A ocupação foi limitada a 300 lugares atendendo aos protocolos de prevenção ao Covid-19. Ao todo, considerando atividades presenciais e online, o festival contou com um público de 15 mil pessoas.</p>
<p><strong>PARCEIROS -</strong> O ANIMAGE tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e patrocínio Fundação de Cultura e Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife, via SIC, apoio do Consulado da França em Recife e Embaixada da França no Brasil, Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Cepe &#8211; Companhia Editora de Pernambuco, Revista Continente e Teatro do Parque, e realização da Rec-Beat Produções e Leão Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Premiados da Mostra Competitiva 2021</strong></span></p>
<p>Melhor Curta &#8211; Grande Prêmio ANIMAGE &#8211; <strong>Bestia</strong>, de Hugo Covarrubias (Chile)<br />
Melhor Curta Infantil &#8211; <strong>La Source des Montagnes</strong>, de Adrien Communier, Camille Di DioI, Benjamin Francois, Pierre Gorichon, Briag Mallat e Marianne Moisy (França)<br />
Melhor Curta Brasileiro &#8211; <strong>Carne</strong>, de Camila Kater (Brasil)<br />
Melhor Direção &#8211; <strong>GENIUS LOCI</strong>, de Adrien Mérigeau (França)<br />
Melhor Roteiro &#8211; <strong>Just a Guy</strong>, de Shoko Hara (Alemanha)<br />
Melhor Direção de Arte &#8211; <strong>Moutons, Loup et Tasse de Thé…</strong>, de Marion Lacourt (França)<br />
Melhor Técnica &#8211; <strong>Machini</strong>, de Frank Mukunday e Trésor Tshibangu (Congo)<br />
Melhor Som &#8211; <strong>Affairs of the Art</strong>, de Joanna Quinn (Inglaterra/Canadá)<br />
Menção Honrosa do Júri: Tapajós: <strong>Uma Breve História da Transformação de um Rio</strong>, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga (Brasil)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PRÊMIO ABCA</strong></span></p>
<p>Melhor Curta Brasileiro &#8211; Escolha ABCA &#8211; Prêmio Jeorge Pereira &#8211; <strong>Carne</strong>, de Camila Kater<br />
Menção Honrosa do Júri ABCA &#8211; <strong>Foi Assim e Foi Assado</strong>, de Chia Beloto</p>
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