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	<title>Portal Cultura PE &#187; Programa do Artesanato Brasileiro</title>
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		<title>Evento discute concepção da nova Bienal do Barro, em Caruaru</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 13:00:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89442" aria-labelledby="figcaption_attachment_89442" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Geyson Magno/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Carlos-Mélo-1-Crédito-Geyson-Magno.jpg"><img class="size-medium wp-image-89442" alt="Geyson Magno/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Carlos-Mélo-1-Crédito-Geyson-Magno-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Carlos Mélo comandará as ações preparatórias da próxima edição da Bienal do Barro</p></div>
<p>Para promover um processo aberto de discussão e concepção de uma nova edição da Bienal do Barro, o artista e idealizador da mostra, Carlos Mélo, organizou o Simpósio Agreste Telúrico. Em formato híbrido, presencial e digital, o evento ocorrerá nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro de 2021, no Museu do Barro, em Caruaru. Além de rodas de conversa e debates com artistas e curadores, haverá performances e intervenções de artistas convidados. Toda a programação será aberta ao público e exibida on-line. O evento conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e da Lei Aldir Blanc.</p>
<p>O evento tem como objetivo dar forma à terceira edição da Bienal do Barro, prevista para 2022. A mostra de grande porte se propõe a repensar o papel do barro no escopo da arte contemporânea brasileira. Com duas edições robustas em seu histórico, realizadas em 2014 e 2019, a bienal vem se consolidando como um espaço provocativo e disruptivo no campo artístico nacional, apresentando obras e artistas que questionam as noções hegemônicas de arte, mercado e cultura popular.</p>
<p>&#8220;<em>O Simpósio Agreste Telúrico é um espaço estratégico de concepção coletiva da Bienal de Barro. Esta é a segunda vez que ele ocorre, sempre entre uma bienal e outra, para tornarmos as discussões abertas à população e aos artistas. A próxima edição da Bienal dá continuidade ao princípio exploratório de sua primeira versão, com Caruaru sendo um espaço de investigação artística e de desenvolvimento de um modo contra-hegemônico de se pensar e fazer bienais de arte&#8221;</em>, descreveu Carlos Mélo.</p>
<p>O simpósio será aberto no dia 1º de dezembro, às 19h, com Marcio Harum, curador da edição de 2019, e Clarissa Diniz, que assinará a curadoria de 2022. Ao longo da programação, haverá vídeos-performance dos artistas Marcela Camelo (1º/12, 20h), Flávia Pinheiro (2/12, 20h) e Clóvis Teodorico (03/12, 20h), além de performance presencial de Gabriel Sá (1º/12, 20h30) e projeções de Bianca Turner (03/12, 20h30) em Caruaru. Ainda estão previstas mesas temáticas com Karlla Girotto e Nestor Mádenes (02/12, 19h), sobre a institucionalização da arte e o mercado, e Gentil Porto e Ana Maria Maia (3/12, 19h), em questões que abrangem a arte em tempos de barbárie e a arte nordestina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Simpósio Agreste Telúrico<br />
Onde: Museu do Barro de Caruaru (Travessa Manoel Surubim, 124 &#8211; Centro, Caruaru &#8211; PE) e plataformas digitais<br />
Quando: 1º, 2 e 3 de dezembro de 2021<br />
Mais informações no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/bienaldobarro/" target="_blank"><strong>@bienaldobarro</strong></a></p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe oficializam o pedido de registro das Bandas de Pífano como Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 19:35:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40383" aria-labelledby="figcaption_attachment_40383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lauro Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-40383" alt="Lauro Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/oficializacao-do-pedido-das-bandas-de-pifanos-caruaru-fotos-Lauro-Lima-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Severino Pessoa representou a Secult-PE/Fundarpe na solenidade</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oficializaram em Caruaru, no último sábado (17), o pedido de registro das bandas de Pífano como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, junto à Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Pernambuco, que em julho deste ano encaminhou a solicitação à sede do órgão, em Brasília.</p>
<p>O processo &#8211; resultado da mobilização dos representantes desse segmento e das pesquisas da produtora cultural Página 21 (responsável por uma série de inventários sobre as Bandas de Pífano do Agreste e do Sertão do Estado) e da realização do Festival Tocando Pífano, ações que contam com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) &#8211; segue agora para a análise do Iphan, que deverá emitir parecer sobre o assunto nos próximos dezoito meses.</p>
<p>Na solenidade de oficialização do registro, realizada no Pátio da Estação Ferroviária de Caruaru, esteve presente o Secretário de Cultura em Exercício, Severino Pessoa, que assinou o documento endereçado à presidente do Iphan, Katia Bogéa, cuja cópia foi entregue ao mestre Sebastião Biano (97 anos), líder da banda de Pífanos de Caruaru, e a Anderson do Pife, da Banda de Pífanos Zé do Estado e coordenador-geral da Casa do Pífano de Caruaru, que foi uma das iniciativas agraciadas recentemente na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/primeira-edicao-do-premio-ariano-suassuna-bonifica-13-vencedores/" target="_blank"><strong>primeira edição do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</strong></a>.</p>
<p>O evento antecedeu o 1º Dia dos Mestres, promovido pela Casa do Pífano de Caruaru. Entre as atrações, estavam a Banda de Pífanos Zé do Estado, Banda de Pífano de Caruaru e o grupo Fim de Feira, que deu início à turnê do show “Bomba Cordão”, que conta também com incentivo do Funcultura.</p>
<p>“A nossa participação no processo de registro das Bandas de Pífano busca ampliar a valorização, difusão e preservação dessa tradição cultual, considerando as especificidades de cada região e dos grupos já identificados no Estado”, disse a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
Durante a quinta edição do Festival Tocando Pífanos, em outubro de 2015, a Página 21 entregou ao Iphan o ofício e um abaixo-assinado, com a anuência das bandas de pífano do Estado, solicitando a abertura do processo de Registro das Bandas de Pífano, que tramita atualmente na Diretoria de Patrimônio Imaterial em Brasília. Para cumprir com os ajustes referentes às entidades que podem instruir o dito processo de registros, nos termos do Decreto Federal mº 3.551/2000, foram mobilizadas a Superintendência do Iphan em Pernambuco, a Secult-PE e a Fundarpe para figurarem também como protagonistas no processo. Assim, as instituições assumem conjuntamente o papel de proponentes nesta ação, fortalecendo as intenções da sociedade em preservar esta tradição cultural que marca presença em diferentes regiões do Estado.</p>
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