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	<title>Portal Cultura PE &#187; programação completa</title>
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		<title>Rec-Beat divulga grade completa com atrações do Carnaval 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 14:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Rec-Beat anuncia, nesta quarta-feira (15), a programação completa da sua 27º edição. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, retorna ao carnaval do Recife, no Cais da Alfândega, nos dias 18, 19, 20 e 21 de fevereiro, com um line-up que contempla talentos do cenário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_99114" aria-labelledby="figcaption_attachment_99114" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Estêvão Andrade/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Bala-Desejo-foto_Estêvão-Andrade.jpg"><img class="size-medium wp-image-99114" alt="Estêvão Andrade/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Bala-Desejo-foto_Estêvão-Andrade-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Do Rio de Janeiro, o Bala Desejo será uma das atrações do festival</p></div>
<p>O Rec-Beat anuncia, nesta quarta-feira (15), a programação completa da sua 27º edição. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, retorna ao carnaval do Recife, no Cais da Alfândega, nos dias 18, 19, 20 e 21 de fevereiro, com um <em>line-up</em> que contempla talentos do cenário local e nacional, e atrações internacionais inéditas.</p>
<p><em>&#8220;Nesta edição, assim como em todas as outras que realizamos até aqui, o Rec-Beat aposta em novidades, mas sempre com um olho na tradição, com base em uma pesquisa curatorial atenta e constante. Evitamos o conforto de montarmos uma programação que simplesmente replique a obviedade de outros eventos, ou baseada em hypes e algoritmos. Mesmo o festival tendo quase trinta anos de existência, buscamos sempre o frescor e a originalidade. E posso garantir que sempre conseguimos surpreender o nosso público&#8221;</em>, observa Antonio Gutierrez, o Gutie, diretor e curador do festival.</p>
<p><strong>DESTAQUES -</strong> Entre os nomes confirmados está o do grupo Bala Desejo (RJ), que se apresenta pela primeira vez na capital recifense. Com ascensão meteórica, a banda estreou com o elogiadíssimo projeto Sim Sim Sim (2022), vencedor do Grammy Latino na categoria de “Melhor Álbum Pop em Português”. Impulsionado por uma reinvenção da estética setentista, o Bala Desejo flerta com a bossa-nova, o indie pop, o pop rock e as referências tropicalistas.</p>
<div id="attachment_99049" aria-labelledby="figcaption_attachment_99049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/mestreambrosiojoseholanda1.jpg"><img class="size-medium wp-image-99049" alt="José de Holanda/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/mestreambrosiojoseholanda1-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">O Mestre Ambrósio é formado por Eder “O” Rocha (percussão), Além de Helder Vasconcelos (fole de oito baixos, percussão e coro), Maurício Badé (percussão e coro), Mazinho (baixo e coro), Sérgio Cassiano (vocal e percussão) e Siba Veloso (vocal, guitarra e rabeca)</p></div>
<p>O destaque também vai para Mestre Ambrósio (PE), grupo histórico que fez parte do movimento manguebeat. A banda, que funde o rock a ritmos tradicionais da cultura popular, apresenta um espetáculo catártico que marca o seu retorno em comemoração aos seus 30 anos de criação.</p>
<p>Outra lenda da música pernambucana, o Conde Só Brega (PE) está confirmado entre as atrações. Um ícone da cultura local e expoente de um dos ritmos mais importantes de Pernambuco, o Conde chega ao palco do Rec-Beat em consonância com sua nova fase na carreira. Após uma parceria com o cantor João Gomes, o artista atraiu a atenção do público jovem, repaginou suas redes sociais e vem lançando projetos colaborativos com novos talentos da cena nacional.</p>
<p>O piauiense radicado em Fortaleza, Getúlio Abelha (CE), também marca presença na programação, trazendo sua fusão de forró, calypso e brega, a uma linguagem pop e eletrônica. Tudo isso potencializado por um show visual e performático, que dialoga com políticas de gênero, sexualidade e críticas ao conservadorismo. Ele apresenta canções de Marmota (2021), seu álbum de estreia pelo selo Rec-Beat, que sintetiza em 12 faixas sua complexa combinação de ritmos, se expandindo até a concepção visual dos seus clipes e figurinos disruptivos.</p>
<p>A lenda viva do funk Deize Tigrona (RJ) sobe no palco do festival ao lado do produtor paulista Mu540 (SP), um dos principais cientistas sonoros da atualidade. Além dos seus sucessos, a dupla apresenta o disco Foi Eu Que Fiz (2022), que marcou a retomada da carreira de Deize após um longo hiato sem inéditas.</p>
<p>Outro nome que chega ao festival com longa trajetória na música brasileira é o de MC Marechal (RJ), no ofício do rap desde 1998. Pioneiro em seu estilo de rimar e produzir, o artista foi fundador do Quinto Andar, um dos primeiros grupos a trabalhar com o Rap Alternativo no Brasil. Influenciado pelas intersecções entre o hip hop e o jazz norte-americano, o coletivo deixou sua marca abrindo um leque de possibilidades na estética e nos assuntos que a cultura do rap nacional passou a abordar.</p>
<p><strong>APOSTAS -</strong> Com um trabalho que busca refrescar tendências no hip hop, um dos novos talentos mais instigantes da cena carioca, a cantora Slipmami (RJ) traz ao Rec-Beat a sua mescla autêntica de death rock, emocore, afropunk e rap. Além dos seus hits que viralizaram nas plataformas digitais, ela apresenta seu primeiro álbum de estúdio, Malvatrem (2023).</p>
<p>Abrindo espaço também para atrações não convencionais, que expandem o conceito de festivais de música, o palco do evento recebe o Baratino Loko (PE), um projeto montado exclusivamente para ser apresentado no Rec-Beat, que explora as possibilidades do bregafunk e da cultura musical periférica do Recife. A performance será conduzida pelos produtores Marley no Beat e TomBC, com participação de três nomes de destaque da cena do brega pernambucano: a cantora Laryssa Real, que traz a potência da sua voz para um gênero marcadamente masculino, a multiartista Mun Há, travesti não-binária que realiza experimentações com o ritmo, e o MC CH da Z.O, atualmente o artista de bregafunk com maior número de ouvintes no Spotify.</p>
<p>A programação também perscruta por novos talentos que estão surgindo em Pernambuco. Estarão presentes no line-up as cantoras e compositoras Joyce Alane (PE), 24 anos, e Bela Maria (PE), 21 anos – ambas explorando seus respectivos potenciais vocais em trabalhos autorais que vêm sendo reconhecidos ao redor do Brasil. Também sobe ao palco a musicista caruaruense Vitória do Pife (PE), com um espetáculo que trabalha o pífano como mediador entre o místico e o real.</p>
<p>O palco do evento ainda hospeda a Batalha da Escadaria (PE), um tradicional encontro de MCs, que existe desde 2008 em Recife e visa fortalecer a cultura do hip hop local. Os MCs, jovens artistas convidados pelo projeto, produzirão suas rimas freestyle para duelar durante a apresentação, em uma cerimônia que conta com interações do público presente.</p>
<p>Ainda entre as novidades, a banda Joe Silhueta (DF) vem ao Recife pela primeira vez apresentar um repertório que vai do rock à psicodelia, em uma identidade multifacetada que sintetiza de maneira espontânea as tradições musicais brasileiras e os elementos da cultura pop internacional. Em 2016, o grupo chegou a ser indicado ao Prêmio APCA na categoria “Artista Revelação” com o EP Dylanescas.</p>
<p><strong>TRADIÇÃO -</strong> Firmando seu compromisso em representar a diversidade de sons produzidos no território brasileiro, o palco do festival recebe o grupo Suraras do Tapajós (PA), o primeiro conjunto de carimbó no Brasil composto somente por mulheres indígenas. Pertencente à Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, na Amazônia paraense, o grupo trabalha com o carimbó, um ritmo tradicionalmente executado por homens. Em 2021, as Suratas do Tapajós lançaram o seu álbum de estreia, Kiribasawa Yúri Yí-itá – A Força que vem das Águas, projeto que traz as suas vivências e a musicalidade da floresta.</p>
<p>Em proposta similar, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá (PE), fundado em 2004, na comunidade recifense do Ibura, ocupará a programação do festival para uma performance histórica. O grupo cultural e artístico, formado por cerca de 30 integrantes, une música, dança e canto, para celebrar o candomblé e a arte como dinamizadores de transformações do sagrado. Nos shows do Omô Nilê Ogunjá, além da percussão, base da musicalidade do Afoxé, seis bailarinos compõem o espetáculo interpretando letras que trazem sentidos de alegria e celebração, mas também de contestação social.</p>
<p><strong>INTERNACIONAIS -</strong> Também explorando ritmos ao redor do mundo e produzindo um intercâmbio cultural com o carnaval pernambucano, o Rec-Beat anuncia cinco atrações internacionais inéditas no Brasil, com forte predominância de ritmos do continente africano.</p>
<p>São eles a artista griot Djely Tapa (Mali), o cantor e compositor Kizaba (Congo), a dupla latina Purahéi Soul (Paraguai), o duo britânico O. (Reino Unido) e o multi-instrumentista e cantor Simon Winsé (Burkina Faso).</p>
<p>Natural da região de Kayes, no oeste do Mali, a cantora Djely Tapa traz ao Recife a arte vocal dos griots, enquanto trafega entre a tradição, o blues e a música eletrônica. A malinês-canadense apresenta o seu álbum de estreia Barokan (2019), em que presta homenagens às mulheres e à africanidade.</p>
<p>Também reinventando o tradicional, os paraguaios da Purahéi Soul cantam em guarani, espanhol e inglês. A dupla reúne um mix das suas influências e afinidades sonoras, apresentando canções folclóricas latino-americanas com padrões refeitos de jazz e blues.</p>
<p>Com uma performance mais virtuosa e intimista, o cantor, compositor e multi-instrumentista Simon Winsé trabalha com kora, n&#8217;goni, arco de boca e flauta Fulani, sendo reconhecido como um dos principais mestres do instrumento. A apresentação é uma parceria entre o Rec-Beat e o Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife.</p>
<p>Ainda representando a abundância de ritmos do continente africano, o cantor, compositor e multi-instrumentista congolês Kizaba traz o seu pop rock afro-congolês para o palco do evento. Seus trabalhos criam vocalizações inspiradas nos seus antepassados e misturam sons de soukous congolês, afrobeat, house music e R&amp;B.</p>
<p>O festival também será palco de um encontro inédito entre músicos do Reino Unido e de Pernambuco, promovido pelo programa Cultura Circular, uma realização do British Council com apoio do Oi Futuro. Neste projeto, o duo britânico O. (Tash Keary e Joe Henwood) participará de uma residência com os artistas locais, sob a direção musical de DJ Dolores (synths e sampler) e participação dos músicos Lucas dos Prazeres (ogan e mestre), Deco do Trombone (trombone), Parrô (saxofone), Henrique Albino (saxofone) e Yuri Queiroga (guitarra/baixo). O resultado desta experiência será levado ao público durante o show da O., com os músicos envolvidos.</p>
<p>DJs &#8211; No line-up de DJs, o Rec-Beat continua apostando em diferentes nomes que trazem pesquisas sonoras distintas e interessantes. Indo da DJ Makeda (PE), trafegando entre o afrohouse, o afro tech e o kuduro, passando por roupaspreta (PE/SE), projeto da multiartista Anti Ribeiro que costura texturas da música eletrônica do sul global, indo até o sets viscerais e plurais da DJ MX (PE) e do DJ Calani (PE).</p>
<p><strong>INCLUSIVO -</strong> Mais que uma fusão de expressões artísticas heterogêneas, o evento é uma experiência única dentro da folia recifense. O acesso gratuito proporciona um espaço democrático, inclusivo e libertário para os foliões conhecerem novos artistas e experimentarem ritmos provenientes de várias partes do mundo.</p>
<p>O festival também conta área reservada para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, e intérprete de libras no palco durante os shows.</p>
<p><strong>IRMÃOS CREDO -</strong> Para simbolizar toda a miscelânea cultural, a identidade visual desta edição do Rec-Beat é assinada pelos Irmãos Credo, artistas visuais de Trindade, interior de Goiás, que têm como referências afrofuturismo, musicalidade e cultura popular. Com um discurso que transita entre o sagrado e o profano, a dupla concebeu um “kalunga andrógino” para estampar o cartaz do festival.</p>
<p>Na estrada há mais de cinco anos, eles vêm unindo cultura popular e negritude em obras que já estamparam peças na SPFW 21, cartazes do Itaú Rock in Rio 22, além de murais ao redor do país. Em 2022, os irmãos realizaram um tour por Caruaru, Olinda e Recife em uma residência artística com o artista visual Max Motta.</p>
<p><strong>O FESTIVAL -</strong> Com 28 anos de existência, o Rec-Beat está entre os mais importantes e tradicionais festivais de música do país. Sediado no Recife, onde já promoveu, ao longo de sua trajetória, mais de 600 shows para 3 milhões de pessoas, o evento vem abrindo braços, se expandindo e levando sua experiência sonora para outras cidades, tendo já passado por Fortaleza e Sobral (CE), João Pessoa (PB), Caruaru (PE), Salvador (BA), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).</p>
<p>O palco do festival já recebeu atrações como Emicida, Céu, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Gaby Amarantos, João Donato, Johnny Hooker, Dona Onete, Nação Zumbi, Liniker, Baianasystem, Mudhoney (EUA), Bomba Estéreo (Colômbia), Ana Tijoux (Chile), Keziah Jones e Nneka (Nigéria), dentre outros, que entraram para a história do evento.</p>
<p>O Festival Rec-Beat tem patrocínio da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife. Incentivo do Funcultura &#8211; Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura e Governo de Pernambuco, apoio do Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife e Cultura PE. Mídia parceira Embrazado e O Grito!. Festival filiado à Abrafin e Adimi. Realização da Leão Produções, Rec-Beat Produções e Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal &#8211; Prêmio Funarte Festivais de Música 2022.</p>
<p>Programação do Rec-Beat 2023:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>18 de fevereiro (sábado)</strong></span><br />
19h &#8211; DJ roupaspreta (SE/PE)<br />
19h30 &#8211; Vitória do Pife (PE)<br />
20h40 &#8211; Purahei Soul (Paraguai)<br />
21h50 &#8211; Bela Maria (PE)<br />
23h10 &#8211; Joe Silhueta (DF)<br />
0h25 &#8211; Conde Só Brega (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>19 de fevereiro (domingo)</strong></span><br />
19h &#8211; Makeda (PE)<br />
19h30 &#8211; Afoxé Omô Nilê Ogunjá (PE)<br />
20h40 &#8211; Joyce Alane (PE)<br />
21h50 &#8211; Djely Tapa (Mali)<br />
23h10 &#8211; Deize Tigrona &amp; Mu540 (RJ/SP)<br />
0h25 &#8211; Getúlio Abelha (CE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>20 de fevereiro (segunda-feira)</strong></span><br />
19h &#8211; Calani (PE)<br />
19h30 &#8211; BARATINO LOKO com Laryssa Real, MC CH da Z.O, Mun Há e Marley no Beat (PE)<br />
20h40 &#8211; Slipmami (RJ)<br />
21h50 &#8211; Simon Winsé (Burkina Faso)<br />
23h10 &#8211; Suratas do Tapajós (PA)<br />
0h25 &#8211; Mestre Ambrósio (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>21 de fevereiro (terça-feira)</strong></span><br />
19h &#8211; DJ MX (PE)<br />
19h30 &#8211; Batalha da Escadaria (PE)<br />
20h40 &#8211; MC Marechal<br />
21h50 &#8211; Kizaba (Congo)<br />
23h10 &#8211; O. (Reino Unido)<br />
0h25 &#8211; Bala Desejo (RJ)</p>
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		<title>Mostra Ambiental de Cinema do Recife divulga programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 15:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[maré]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Ambiental de Cinema do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[programação completa]]></category>
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		<description><![CDATA[Está no ar a programação completa da 7ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ. O evento teve início na última terça (29), em Fernando de Noronha, e segue no Recife, entre os dias 5 a 10 de dezembro. A mostra traz programação gratuita com formato híbrido e conta com exibições, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/mare-recife.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97679" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/mare-recife-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Está no ar a programação completa da 7ª edição da Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ. O evento teve início na última terça (29), em Fernando de Noronha, e segue no Recife, entre os dias 5 a 10 de dezembro. A mostra traz programação gratuita com formato híbrido e conta com exibições, além de oficinas, encontros, debates e intervenções nos espaços públicos. Confira as sessões no site: <a href="https://www.mare.rec.br/" target="_blank"><strong>www.mare.rec.br</strong></a>.</p>
<p>Com três eixos estruturadores: Cidades e Conflitos, Ecossistemas e Biodiversidade, Povos e Territórios, voltados para acontecimentos urgentes, entre eles, a COP27 e as mudanças climáticas, a 7ª edição da MARÉ acontece em momento político de mudanças. <em>“Esta edição da mostra chega em um momento ímpar na sociedade brasileira, onde temos a oportunidade de pensar em uma perspectiva de um novo paradigma social. Há muitos anos vivemos uma estafa planetária, em que o planeta não consegue absorver tudo que a humanidade consome durante o ano. A edição foi pensada de como a nova geração e a população em geral atual pode pensar a sua relação com o meio ambiente a partir da experiência da pandemia, sendo possível a ressignificação de valores, de enxergar o mundo e um meio ambiente sustentável, economicamente correto e que todos possam ter as mesmas oportunidades”</em>, conta Rafael Buda, coordenador-geral da mostra.</p>
<p>Entre os filmes que serão exibidos, estão os documentários “Quando Falta o Ar&#8221;, de Ana Petta e Helena Petta, e “Amazônia, A Nova Minamata?”, de Jorge Bodanzky que estreiam no Recife com sessão especial, e &#8221; Antes do Prato”, de Carol Quintanilha, com pré-estreia. A curadoria da 7ª edição da MARÉ é composta por Priscila Urpia, Amanda Ramos e Felipe Redó que apresenta ao público farta colheita do que foi plantado no cinema brasileiro nos últimos tempos e dialoga com os três eixos estruturantes da mostra.<em>“Na trajetória do colher e degustar filmes, alumiamos caminhos por um mosaico de reflexões sobre as nossas existências enquanto parte do universo que está organizado hegemonicamente de determinada forma, mas que nos faz pensar que outras formas de organização são possíveis, mais equilibradas e respeitosas com as vidas, sejam elas humanas ou não-humanas. Os filmes nos ajudam a refletir sobre outros mundos plurais que são possíveis”</em>, completa Amanda Ramos.</p>
<p><em>“Estamos saindo de um ambiente de ódio político, destruição da Amazônia e de uma crise sanitária para um momento de esperança. A partir de uma curadoria primorosa, debates e oficinas, a sétima edição da MARÉ traz um retrato de um país plural, onde é necessário falar sobre corpos e lugares. Um dos filmes mais aguardados é “Quando Falta o Ar&#8221;, de Ana Petta e Helena Petta, vencedoras do Festival É Tudo Verdade e exibido pela primeira vez no Recife&#8221;</em>, explica Tiago Delácio, coordenador de programação da MARÉ.</p>
<p><strong>Oficinas -</strong> Estudantes do Recife terão a oportunidade de participar da Oficina de De grão em grão &#8211; Stop Motion com sementes, que vai de 5 a 7 de dezembro, na Escola João Barbalho, ministrada por Renata Claus, diretora, roteirista e animadora <em>stop motion</em>. A oficina propõe pensar questões de segurança alimentar e agroecologia a partir da técnica de cinema stop motion. Também integra a programação a Oficina O oposto do invisível, realizada pelo artista alagoano Paulo Accioly, a oficina utiliza a técnica de foto colagem e lambe para compartilhar mensagens ambientais e sustentáveis. Também integra a programação duas intervenções artísticas com lambe-lambe, nos dias 7 e 8.</p>
<p><strong>Sessões -</strong> Três sessões compõem a programação presencial da etapa Recife da MARÉ na terça (6) e na quarta (7), ambas iniciam às 16h, no Cinema da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A sessão ao ar livre acontece no sábado (10) às 10h, no Parque Estadual Dois Irmãos, zoológico também conhecido como Horto Florestal. Além das exibições de filmes, as sessões contam com debates. A mostra também conta com filmes online, compondo a programação de exibições.</p>
<p>Debates on-line &#8211; Compondo os eixos da MARÉ , a edição apresenta nos dias 6, 7 e 8 de dezembro, três debates on-line: &#8220;Cidades e Conflitos &#8211; Os Desafios da reciclagem e o consumo sustentável nas grandes cidades&#8221;; &#8220;Ecossistemas e Biodiversidade &#8211; Mata Atlântica: por que preservar e restaurar?&#8221;; &#8220;Povos e Territórios &#8211; O papel das comunidades tradicionais na preservação ambiental&#8221;.</p>
<p><strong>Cuidados sanitários </strong>- A 7ª edição da MARÉ seguirá todos os protocolos sanitários no combate e prevenção em todas as atividades presenciais. Será obrigatório o uso de máscaras e o distanciamento social. A mostra disponibilizará álcool (gel/líquido) e máscaras descartáveis para substituição.</p>
<p>A MARÉ é uma realização da Bonsucesso Comunicação e Cultura, produção A saga Audiovisual e Cidadania, com incentivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade, CPRH &#8211; Agência Estadual de Meio Ambiente, Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, Administração de Fernando de Noronha, patrocínio do Greenpeace, Reeecicle, Prolata e Eu Reciclo, conta com apoio da Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE e do Instituto Caminhos da Sustentabilidade &#8211; ICS.</p>
<p>Confira a programação da MARÉ &#8211; Etapa Recife:</p>
<p><strong>5 a 7/12 | 9h às 12h</strong><br />
Oficina de De grão em grão &#8211; Stop Motion com Renata Claus<br />
Local: Escola João Barbalho</p>
<p><strong>5 a 7/12 | 9h às 12h</strong><br />
Oficina O oposto do invisível &#8211; Foto Colagem/Lambe Lambe com Paulo Accioly<br />
Local: Escola João Barbalho</p>
<p><strong>6/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 1<br />
Cidades e Conflitos &#8211; Os Desafios da reciclagem e o consumo sustentável nas grandes cidades</p>
<p><strong>7/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 2<br />
Ecossistemas e Biodiversidade &#8211; Mata Atlântica: por que preservar e restaurar?</p>
<p><strong>8/12 | 14h às 16h | On-line</strong><br />
Debate 3<br />
Povos e Territórios &#8211; O Papel das comunidades tradicionais na preservação ambiental</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>5 a 10/12</strong></span></p>
<p><strong>MOSTRA VIRTUAL</strong><br />
Aluísio, o silêncio e o mar, direção: Luiz Carlos Vasconcelos / 19 min / 2022<br />
Lixo Mutante, direção: Dani Minussi &amp; Adriano Caron / 67 min / 2022<br />
Normandia, direção: Marlom Meirelles / 15 min / 2022<br />
Sirinhaém, direção: Natália Santoro e iezu kaeru / 25 min / 2022<br />
Ultravioleta, direção: Dhiones Congo / 12 min / 2018<br />
Memórias submersas, direção: William Tenório / 15 min / 2020<br />
Eu Sou Raiz, direção: Cíntia Lima e Lílian Alcântara / 07 min / 2021<br />
Lamento de Força Travesti, direção: Renna Costa / 04 min / 2021<br />
Nem o Mar tem Tanta Água, direção: Mayara Valentim / 20 min / 2022<br />
O Prazer de Matar Insetos, direção: Leonardo Martinelli / 10 min / 2020<br />
Paola, direção: Ziel Karapotó / 16 min / 2022<br />
Da Boca da Mata à Barra do Dia, direção: Tiago Delácio / 18 min / 2021<br />
Abscesso, direção: Bianca Iatallese / 16 min / 2022<br />
Sethico, direção: Wagner Montenegro / 14min / 2021<br />
Obaobarco, direção: André Martins / 13 min / 2022</p>
<p><strong>6/12 | 16h</strong><br />
SESSÃO Cinema da UFPE<br />
Antes do prato, direção: Carol Quintanilha / 53 min / 2022<br />
Amazônia, a nova minamata?, direção: Jorge Bodanzky / 70 min / 2022</p>
<p><strong>7/12 | 16h</strong><br />
SESSÃO Cinema da UFPE<br />
Quando falta o ar, direção: Ana Petta e Helena Petta / 81 min / 2021</p>
<p>10/12 | 10h<br />
SESSÃO Parque Estadual Dois Irmãos<br />
Limolaygo Toype &#8211; Agricultura que Cuida, direção: Diego Xukuru e Kleber Xukuru / 14 min / 2021<br />
Nonna, direção: Maria Augusta Vilalba Nunes / 10 min / 2021<br />
Muda, direção: Renata Claus e estudantes da escola municipal Chefe Leandro / 02 min / 2022<br />
Canários x Canalhas, direção: Leonardo Gonçalves / 05 min / 2021<br />
Umah, a Pequena Sardinha, direção: Shoayb Khattab / 8 min / 2021<br />
Obaobarco, direção: André Martins / 13 min / 2022</p>
<p><strong>7 a 8/12 | 9h</strong><br />
Intervenções Urbana de Colagem de lambe-Lambe</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
7ª Mostra Ambiental de Cinema do Recife &#8211; MARÉ<br />
Etapa Recife &#8211; 5 a 10 de dezembro<br />
Locais: Cinema da UFPE, Parque Estadual Dois Irmãos, Escola João Barbalho<br />
Gratuito</p>
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		<title>Porto Musical divulga programação completa da sua nona edição</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 15:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cais de sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Musical]]></category>
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		<description><![CDATA[Consolidado no cenário nacional e internacional da música, o Porto Musical trafega desde 2005 fora da curva dos eventos do gênero no Brasil. Bienal, chega à nona edição nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro de 2020, atraindo um público interessado em criação de redes, contatos, trocas de conhecimentos e geração de negócios. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74584" aria-labelledby="figcaption_attachment_74584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Melina-Hickson-Porto-Musical-foto-Fer-Verícimo-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74584" alt="Fer Verícimo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Melina-Hickson-Porto-Musical-foto-Fer-Verícimo-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A produtora Melina Hickson é quem comanda a curadoria do Porto Musical</p></div>
<p>Consolidado no cenário nacional e internacional da música, o Porto Musical trafega desde 2005 fora da curva dos eventos do gênero no Brasil. Bienal, chega à nona edição nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro de 2020, atraindo um público interessado em criação de redes, contatos, trocas de conhecimentos e geração de negócios. A programação ocorre em plena semana pré-carnavalesca, em espaços culturais do Bairro do Recife e na rua, onde fervem agremiações e milhares de pessoas, que saem de casa ou chegam à cidade para prestigiar e brincar nas manifestações culturais e populares que fazem de Pernambuco um dos estados brasileiros mais festivos do período. Essa experiência, que mistura clima de trabalho e folia, é uma característica exclusiva do Porto Musical, que oferece aos inscritos temas atuais e provocativos para o mercado da música em seminários, conferências e oficinas, trazendo ainda uma programação aberta ao público com 18 showcases e uma série de discussões sobre o mercado local nas Sessões Bolo de Rolo. O Porto Musical é realizado pela Fina Produção, com patrocínio da Prefeitura do Recife, apoio do Sebrae e incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura.</p>
<p>A programação 2020 se dividirá entre a Praça do Arsenal, onde acontecem as apresentações musicais noturnas, e na frente do Paço do Frevo, com os daycases (showcases diurnos). O Paço do Frevo, um dos mais importantes centros culturais do Estado, por preservar e fomentar o ritmo genuinamente pernambucano, abriga também a série de encontros com profissionais e temas locais, as chamadas Sessões Bolo de Rolo. As outras atividades serão realizadas no Apolo 235, Portomídia e Cais do Sertão (Módulo II).</p>
<p>Com 90% de sua equipe formada por profissionais do gênero feminino, optou-se também que a curadoria dos showcases tivesse a batuta de mulheres programadoras de festivais do Norte e Nordeste do Brasil: Carol Morena é criadora do Festival Radioca, da Bahia, e atuou como coordenadora geral do Festival Mundo, na Paraíba; Luciana Simões é idealizadora do Festival BR135, que acontece em São Luís do Maranhão; Renée Chalu, sócia do festival paraense Se Rasgum e Festival Sonido &#8211; Música Instrumental e Experimental; fechando o time com Melina Hickson, diretora do Porto Musical e empresária dos artistas Siba, Sofia Freire, Anderson Miguel e Tássia Reis.</p>
<div id="attachment_67302" aria-labelledby="figcaption_attachment_67302" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ave-Sangria.jpg"><img class="size-medium wp-image-67302" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ave-Sangria-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Ave Sangria é uma das atrações dos showcases</p></div>
<p>O Porto Musical espera uma média de 8 mil pessoas em cada noite de showcases do Porto Musical. Na quinta-feira (13), estarão no palco Vox Sambou (Haiti/Canadá), China (PE), UNA (PE), Ave Sangria (PE), Devotos (PE). Na sexta-feira (14), tocam The Raulis (PE), Aíla (PA), Frente cumbiero (Colômbia), Coco de Toré Pandeiro de Mestre (PE) e Siba (PE). O sábado, último dia do Porto, a noite mostra a diversidade da música brasileira com Maria Beraldo (SP), Filipe Catto (RS), Enme (MA), Luísa e os Alquimistas (RN) e Jéssica Caitano (PE). Em cada dia de evento haverá um daycase, sempre às 13h30. São eles: Arrete (PE), dia 13; A Hora do Frevo (PE), dia 14; e Guitarrada das Manas (PA), no dia 15.</p>
<p><strong>Cais do Sertão –</strong> Este ano, o Porto está de casa nova para os seminários, conferências e pitchings. O espaço conta com infra-estrutura de ponta e atende os profissionais presentes e público inscrito com conforto e acessibilidade. Os seminários desta edição trazem temos como gestão de carreiras artísticas, trazendo para o Recife: os quatro sócios da Let´s Gig, agência que trabalha com artistas como Luedji Luna e Liniker e os Caramelows. Estratégias para lançamento digital também estão na pauta, em três horas de conversa com Marina Amano, fundadora da Listo Music. Os direitos autorais, com foco nas plataformas digitais também estarão em voga, com Márcia Xavier, administradora do repertório de titulares da UBC (União Brasileira de Compositores) no Norte e Nordeste.</p>
<p>As conferências são consideradas dentro do Porto Musical momentos de reflexões e provocações sobre assuntos que rondam o mundo contemporâneo da música. &#8220;São seis conferências criadas para sacudir cada um de nós que vivemos de música&#8221;, coloca Melina, que ao lado da produtora Pérola Braz montou painéis encontros com respeitados profissionais que trarão debates que mais questionam do que explicam: Existe música fora da bolha? É possível reagir ao algorítimo e ser visível? ; Política de Cancelamento na internet: justiça ou opressão?; O artista negro está em pé de igualdade com o artista branco?; Bregafunk: como uma música à margem do mercado, das políticas públicas e criminalizada consegue um público tão numeroso e diverso?; Por onde anda a crítica musical brasileira?; A música política: Pisando em Praça de Guerra.</p>
<p>Entre as oficinas, André Abujamra aporta no Recife para a oficina Destribificação Abujamrica, onde atiça: inspiração cai do céu? , explorando o desenvolvimento das criações. Matheus Alves e Tomaz Alves Souza ministram a oficina “Música pra cinema: duas abordagens”. A dupla foi vencedora do prêmio de melhor trilha sonora original por Bacurau no 41º Festival de Havana. Além disso, a Oi Futuro e o British Council, através do programa ASAs, apresentam a masterclass “Você como uma marca”, parte do programa Asas, uma experiência para transformar seu produto ou artistas numa marca. No mesmo momento, o Porto Musical promove um encontro especial com produtores e instituições canadenses.</p>
<p><strong> Bolo de Rolo –</strong> Iniciada na última edição, a sessão é aberta ao público com atividades gratuitas pelas manhãs e tardes, no Paço do Frevo. Cultura popular e sua inclusão em palcos, a economia do frevo, acessibilidades e suas formas de integração no mercado, iniciativas do Sertão do Pajeú, pesquisas sobre estética e políticas públicas serão alguns tópicos debatidos. Ainda a mesa “Da lama ao caos – da gréia ao sucesso internacional”: Lorena Calabria, Paulo André Pires, Renato L, DJ Dolores e Alexandre Dengue discutem as estratégias que ajudaram no lançamento do clássico álbum de Chico Science e Nação Zumbi.</p>
<p><strong> Arena Sebrae de Pitchings –</strong> Com apoio do Sebrae, o Porto abre mais espaço para novos artistas apresentarem seus trabalhos para programadores de festivais nacionais e internacionais. Serão mais de 50 pitchings de cinco minutos para cada artista. Neste tempo, terão a chance de exibirem, em formato livre, sua melhor performance. Os pitchings serão expostos diariamente, das 10h30 às 12h30, na Sala São Francisco do Cais do Sertão.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>:: PROGRAMAÇÃO COMPLETA ::</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>QUINTA-FEIRA (13.2)</strong></span></p>
<p>9h30 às 12h30 – <strong>SEMINÁRIO:</strong> Gestão de Carreiras – Juntando as peças. *com Ricardo Rodrigues, Eduardo Porto, Gabriela Pompermayer e Fernanda Martucci (sócios da Let´s Gig).<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p>10h30 às 12h30 –<strong> ARENA SEBRAE DE PITCHING:</strong> Ágda, Anna Suav, Alex Sant&#8217;Anna, Banda Víruz, Bárbara Beats, Cadillac Dinossauros, Carranza, CasinoQuebec, Cassio Oli, Deleh Wilson, Eleonora Falcone, Foli Griô Orquestra, Luiza Fittipaldi, Outra Zona, Torre, Vinaa.<br />
Local: Sala São Francisco/ Cais do Sertão</p>
<p>10h às 12h –<strong> SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> O sentido da acessibilidade. O papel do intérprete no chamamento do público. *com Ozani Malheiros, Poliana Alves, Mariama da Mata e Paulo Fernando.<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>13h20 às 14h – <strong>DAYCASE:</strong> Arrete (PE)<br />
Local: Paço do Frevo</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>CONFERÊNCIA:</strong> A arte sequestrada. Existe música fora da bolha? É possível reagir ao algoritmo e ser visível? *com Gabriel Andrade Junqueiro, Leonardo de Marchi, Karina Buhr, Tássia Reis e Fabiana Moraes.<br />
Local: Auditório Cais do Sertão</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> Da Lama ao Caos – da greia ao sucesso internacional. As estratégias que ajudaram no lançamento do disco. *com Lorena Calábria, Paulo André Pires, Alexandre Dengue, DJ Dolores e Renato L.<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>MASTERCLASS:</strong> Oi Futuro e British Council apresentam: Você como uma marca. *com Andressa Magdalina<br />
Local: Auditório Apolo 235</p>
<p>16h50 às 18h50 – <strong>CONFERÊNCIA:</strong> Cancelando você. A política de cancelamento na internet: justiça ou opressão? *com Lucas Liedke, Alexandre Rolinha, Luna Vitrolira e Dani Arrais.<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p>16h50 às 18h –<strong> Encontro com os canadenses.</strong> *com Alexander Bordokas, Philippe Lafrenière, Claudia Balladelli e e Kristyn Gelfand.<br />
Local: Auditório Apolo 235</p>
<p><strong>SHOWCASES</strong><br />
Local: Praça do Arsenal *gratuito<br />
19h20 – Vox Sambou (Haiti)/ 20h20 – China (PE)/ 21h20 – UNA (PE)/ 22h20 – Ave Sangria (PE)/ 23h20 – Devotos (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEXTA-FEIRA (14.2)</strong></span></p>
<p>9h30 às 12h30 – <strong>SEMINÁRIO:</strong> Marketing Digital: como construir uma estratégia de lançamento<br />
*com Marina Amano<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p>10h30 às 12h30 – <strong>ARENA SEBRAE DE PITCHING:</strong> André Mussalem, Babi Jaques e Lasserre, Banda-Fôrra, Bule, Ciel Santos, Estesia, Faces do Subúrbio, Felipe Costa Trio, Guma, Kalouv, Leo Middea, Luamarte, Paulão, Rhaissa Bittar, Rousi Flor de Caeté (Pedra Flor), Saci Wèrè, Samico, Uana Mahin.<br />
Local: Sala São Francisco/ Cais do Sertão</p>
<p>10h às 12h –<strong> SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> Projeto La Ursa – A economia do frevo *com Nicole Costa, André Lira e Maestro Spok.<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>13h20 às 14h – <strong>DAYCASE:</strong> A Hora do Frevo (PE)<br />
Local: Paço do Frevo</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>CONFERÊNCIA:</strong> A carne mais barata. Dos discursos à prática: o artista negro está em pé de igualdade ao artista branco?<br />
*com Tássia Reis, Fernando Viana, Karen Cunha e Fabiane Pereira.<br />
Local: Auditório Cais do Sertão</p>
<p>14h30 às 18h50 – <strong>OFICINA:</strong> Destribificação Abujamrica – Inspiração cai do céu?<br />
*com André Abujamra<br />
Local: Auditório Apolo 235</p>
<p>14h30 às 16h30 –<strong> SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> Quanto vale a Cultura Popular? Rua e Palco. Tradição e modernidade. *com Siba, Jorge Filó, Marcelo Renan, Rute Pajeú e Maciel Salú<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>16h50 às 18h50 – <strong>CONFERÊNCIA:</strong> “Eu tô só calado”. Como a música à margem do mercado, das políticas públicas e criminalizada consegue um público tão numeroso e diverso? *com Shevchenko, Elloco, MC Gabi, Igor Marques e GG Albuquerque<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p><strong>SHOWCASES</strong><br />
Local: Praça do Arsenal *gratuito</p>
<p>19h20 – The Raulis (PE)/ 20h20 – Aíla (PA)/ 21h20 – Frente Cumbiero (Colômbia)/ 22h20 – Coco de Toré Pandeiro do Mestre (PE)/ 23h20 – Siba (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÁBADO (15.2)</strong></span></p>
<p>9h30 às 12h30 –<strong> SEMINÁRIO:</strong> Atualização disponível: direitos autorais com foco nas plataformas digitais e novas ocorrências.<br />
*com Márcia Xavier<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p>10h30 às 12h30 –<strong> ARENA SEBRAE DE PITCHING:</strong> Andrezza Santos, Ardu, Black Bell Tone, Bule, Carlos Ferrera, Demonia, Ednardo Dali, Emerald Hill, Fernandes, Guma, Hattem, Madimboo, Martins, Mazuli, Pedro Huff (Desencantamento), SH Surama Ramos e Henrique Albino, Siba Carvalho, Sourebel<br />
Local: Sala São Francisco/ Cais do Sertão</p>
<p>10h às 12h – <strong>SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> Tensões sobre estética e políticas públicas. Ou o que acontece quando um edital cria um gênero musical? *com Bruno Nogueira<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>13h20 às 14h – <strong>DAYCASE:</strong> Guitarrada das Manas (PA)<br />
Local: Paço do Frevo</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>CONFERÊNCIA:</strong> Desidratação crítica. Por onde anda a crítica musical brasileira? *com Bernardo Oliveira, Carlos Gomes, GG Albuquerque, Carol Almeida e Lorena Calábria.<br />
Local: Auditório É o povo/ Cais do Sertão</p>
<p>14h30 às 18h50 – <strong>OFICINA:</strong> Música pra cinema: duas abordagens<br />
*com Mateus Alves e Tomaz Alves Souza.<br />
Local: Sala de mixagem do PortoMídia</p>
<p>14h30 às 16h30 – <strong>SESSÃO BOLO DE ROLO:</strong> Uma alternativa independente para uma produção Cultural Sertão do Alto do Pajeú<br />
*com Coletivo Mangaio (Caio Sotero, Jéssica Caitano, Laeiguea Bezerra, Patrícia Chagas e PH Moraes)<br />
Local: Paço do Frevo *gratuito</p>
<p>16h50 às 18h50 –<strong> CONFERÊNCIA:</strong> “Pisando na Praça de Guerra”. A música política. *com Siba, Felipe Gonzalez, Bione, Rosa Amorim e Melina Hickson<br />
Local: Auditório Cais do Sertão</p>
<p><strong>SHOWCASES</strong><br />
Local: Praça do Arsenal *gratuito<br />
19h20 – Maria Beraldo (SP)/ 20h20 – Filipe Catto (RS) /21h20 – Enme (MA) /22h20 – Luísa e os alquimistas (PE)/ 23h20 – Jessica Caitano (PE)</p>
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