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	<title>Portal Cultura PE &#187; programação virtual</title>
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		<title>Programação on-line marca os dez anos do grupo S.E.M Cia. de Teatro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 21:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para celebrar seus dez anos de existência a companhia de teatro potiguar S.E.M Cia. preparou uma programação especial on-line, que dará dimensão da sua trajetória ao longo dessa década. As transmissões acontecem de 31 de março a 3 de abril, no canal do YouTube da companhia. “Esse tem sido um ano de retomada, repleto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Podcast-_-Foto-Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92374" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Podcast-_-Foto-Divulgação-607x340.jpeg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>Para celebrar seus dez anos de existência a companhia de teatro potiguar S.E.M Cia. preparou uma programação especial on-line, que dará dimensão da sua trajetória ao longo dessa década. As transmissões acontecem de 31 de março a 3 de abril, no canal do YouTube da companhia.</p>
<p>“Esse tem sido um ano de retomada, repleto de conquistas e vitórias para nós. Então, nada mais justo que compartilhar com aqueles que estiveram conosco o que há por trás das nossas obras, mostrando os nossos bastidores. Junto aos artistas Isadora Gondim e Sergio Gurgel Filho, preparamos todo o conteúdo que estará disponível em nossas redes”, relata o ator José Neto Barbosa, criador da companhia.</p>
<p>HISTÓRICO &#8211; Desde sua fundação em 2012, a companhia já circulou por quase todas as regiões do Brasil, tendo alcançado mais de 30 mil espectadores. No currículo do grupo, há a produção indepedente de quatro espetáculos, com direito a ocupações em equipamentos culturais públicos e ações formativas.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p><strong>- Exibição do documentário “Além dos Basti[dores]” sobre o espetáculo &#8220;A Mulher Monstro&#8221;</strong><br />
De 31 de março a 3 de abril (das 19h da quinta-feira até 23h59 do domingo)</p>
<p><strong>- Podcast sobre os 10 anos da S.E.M. Cia. de Teatro (sentimento, estéticas e movimento)</strong><br />
1º de abril (sexta-feira, às 19h)</p>
<p><strong>- Podcast memorial dos 20 anos da trajetória do ator José Neto Barbosa</strong><br />
2 de abril (sábado, às 19h)</p>
<p><strong>- Workshop de autogestão e produção para artistas sem companhia de teatro</strong><br />
3 de abril (domingo, às 15h). As inscrições podem ser realizadas, por meio do link: <strong><a href="https://forms.gle/ERLTt6UvzFwJtT4A8" target="_blank">forms.gle/ERLTt6UvzFwJtT4A8</a></strong>.</p>
<p>A exibição do documentário e o workshop são ações incentivadas pela Lei Aldir Blanc da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife, através da Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo. O podcast memorial é uma ação incentivada pela Lei Aldir Blanc da Fundação José Augusto e Governo do Rio Grande do Norte, através da Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo. Já o podcast sobre os 10 anos da companhia é uma ação incentivada pelo Edital Recife Virado da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Secretaria de Cultura e Prefeitura do Recife.</p>
<p>A programação completa está disponível no Instagram da companhia: <a href="https://www.instagram.com/semciateatro/" target="_blank"><strong>@semciateatro</strong></a>.</p>
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		<title>Em sua segunda edição, Festival Coco de Engenho ganha programação virtual</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 16:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2º Festival Coco de Engenho]]></category>
		<category><![CDATA[programação virtual]]></category>
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		<description><![CDATA[Tendo como grande anfitrião o grupo Coco da Mata, o 2º Festival Coco de Engenho ganhará uma versão virtual neste ano. Agendado para acontecer entre os dias 8 e 12 de setembro, o evento cultural conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e é dedicado à poesia, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_87533" aria-labelledby="figcaption_attachment_87533" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Pina/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Festival-Coco-de-Engenho_-Foto_André-Pina.jpg"><img class="size-full wp-image-87533" alt="André Pina/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Festival-Coco-de-Engenho_-Foto_André-Pina.jpg" width="600" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">O evento vai reunir grupos da Zona da Mata e do Agreste</p></div>
<p>Tendo como grande anfitrião o grupo Coco da Mata, o 2º Festival Coco de Engenho ganhará uma versão virtual neste ano. Agendado para acontecer entre os dias 8 e 12 de setembro, o evento cultural conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e é dedicado à poesia, dança, arte e preservação da tradição da cultura popular do coco de roda de origem dos antigos engenhos de cana de açúcar da região da Zona da Mata Norte pernambucana.</p>
<p>Durante cinco dias, o público vai poder assistir, festejar e curtir vários shows de grupos culturais de coco de roda, de importantes cidades de Pernambuco, como Nazaré da Mata, Aliança, Goiana, Lagoa de Itaenga, Tracunhaém e Limoeiro. A transmissão será realizada por meio do canal do festival no Youtube, de forma gratuita. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4lllgpQTLGfQe9s0JjpAyg/" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC4lllgpQTLGfQe9s0JjpAyg</strong></a>.</p>
<p>Entre as atrações, estão dez grupos de coco de roda: Flores do Coco, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam), Coco Luz do Sol, Coco da Yá, Coco de Roda Canavial e Mestre Zé de Teté. Também integra a grade cultural, o Coco de Derval, Coco Mano de Baé, além do Mestre Biu do Coco e o grupo cultural Biu Caboclo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
2º Festival Coco de Engenho<br />
Quando: 8 a 12 de setembro de 2021<br />
Transmissão pelo canal:  <a href="https://www.youtube.com/channel/UC4lllgpQTLGfQe9s0JjpAyg/" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC4lllgpQTLGfQe9s0JjpAyg</strong></a></p>
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		<title>Cais do Sertão dedica programação on-line ao Mês da Consciência Negra</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-dedica-programacao-on-line-ao-mes-da-consciencia-negra/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 18:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais integrado com outras instituições culturais, gestores, artistas e acadêmicos, o Cais do Sertão firma boas parcerias neste mês de novembro. Com programação interativa nas redes sociais, todas as atividades no Spotify e Instagram do museu voltam-se ao Mês da Consciência Negra, que tem como ponto alto o 20 de novembro, data celebrada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79631" aria-labelledby="figcaption_attachment_79631" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79631" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-ivo-de-xambá-foto-elimar-caranguejo-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta quarta-feira (4), o babalorixá e coordenador do Memorial Severina Paraíso da Silva, Pai Ivo de Xambá, é o convidado da faixa Papo de Museu</p></div>
<p>Cada vez mais integrado com outras instituições culturais, gestores, artistas e acadêmicos, o Cais do Sertão firma boas parcerias neste mês de novembro. Com programação interativa nas redes sociais, todas as atividades no <a href="https://open.spotify.com/user/ewps2a0n0gawmvmuqosrq4gsl" target="_blank"><strong>Spotify</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>Instagram</strong></a> do museu voltam-se ao Mês da Consciência Negra, que tem como ponto alto o 20 de novembro, data celebrada como o Dia da Consciência Negra. O calendário de <em>lives</em> e <em>playlists</em> segue acessível e disponível gratuitamente para os seguidores.</p>
<p>E já nesta quarta-feira (4), o internauta poderá conferir bate-papo com o babalorixá e coordenador do Memorial Severina Paraíso da Silva, Pai Ivo de Xambá. A<em> live</em> do Papo de Museu será transmitida via Instagram no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a>, a partir das 15h, e mediada pela museóloga do Cais, Rosélia Adrianna.</p>
<p>A programação ganha bis de bate-papo com o Museu de Seridó, nesta sexta-feira (6), às 15h. A faixa semanal foi lançada pelo Cais durante a pandemia e receberá a historiadora e gestora do Museu do Seridó, Vanessa Spinosa, para contar a missão do museu, os desafios trazidos pela pandemia e as ações culturais desenvolvidas pelo espaço ao longo dos anos. A mediação será novamente de Rosélia Adriana.</p>
<p>Para aprofundar ainda mais as discussões em torno dos encontros entre raça e cultura na sociedade, o Cais do Sertão recebe Moabia Ferreira, uma das coordenadoras do ponto de Cultura Centro Cultural Quilombo do Catucá e do Projeto Cultural e Educativo Baobá. A gestora participa de <em>live</em> do Conexão Cais do dia 11, para discutir a missão dos centros de cultura e do encontro entre corpo, teatro e cultura afro-brasileira. A transmissão ao vivo será no iG do Cais, às 15h, com mediação do músico-educador Diogo do Monte.</p>
<p>Já na na semana seguinte, o Museu da Abolição é o convidado da vez. A museóloga da instituição parceira do Cais, Daiane Carvalho, vai dissertar sobre as atividades que desenvolve no centro cultural, que envolve documentação, planejamento e concepção de exposições e segurança em museus. A <em>live</em> será mediada pelo educador Perácio Gondim, na quarta (18), às 15h.</p>
<p>O mês se encerra com<em> live</em> especial sobre o Sítio de Pai Adão. A instituição cultural é a mais antiga casa de culto nagô de Pernambuco, além de ser uma das mais veneradas do Brasil, considerada uma das matrizes da nação de culto afro-brasileiro. Tombada pelo Governo Estadual em 1985, o espaço é o primeiro terreiro que prezou pela perpetuação de suas raízes e funcionou sempre como uma grande comunidade de negros africanos e de seus descendentes.</p>
<p>Durante a transmissão ao vivo, o educador Sandro Santos conversa com o babalorixá Manoel do Nascimento Costa, mais conhecido como Manuel Papai, sobre o espaço e a missão em continuar lutando pela preservação identitária do seu povo e cultura. A live acontece sempre no perfil do instagram do Cais, às 15h.</p>
<p>O mês da Consciência Negra também será lembrado com muita música. As<em> playlists</em> do <a href="https://open.spotify.com/user/ewps2a0n0gawmvmuqosrq4gsl" target="_blank"><strong>Spotify do Cais</strong></a> contarão com participação de Moabia Ferreira, do Coco de Catucá, que assinará seleção especial sobre o Coxo em Pernambuco. Já a educadora Thalita Mesquita, do time do museu, compartilha com o ouvinte repertório especial de artistas negros dos Estado. Todas as <em>playlists</em> podem ser acessadas facilmente na plataforma de <em>streaming</em>.</p>
<p>Além da programação online, o Centro Cultural Cais do Sertão, equipamento gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer e Empetur, encontra-se aberto para visitação de quinta a sexta-feira, das 11h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
4/11 &#8211; Papo de Museu com Memorial Severina Paraíso, às 15h, no perfil IG <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
6/11 &#8211; Papo de Museu com Museu do Seridó, as 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
11/11 &#8211; Conexão Cais com Centro de Cultura Coco de Catucá, também às 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
18/11 &#8211; Papo de Museu com Museu da Abolição, às 15h<br />
25/11 &#8211; Conexão Cais com Sítio de Pai Adão, às 15h, no <a href="https://www.instagram.com/caisdosertao/" target="_blank"><strong>@caisdosertao</strong></a><br />
Visitação: quinta a sexta-feira, das 11h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).</p>
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		<title>Teatro Santa Isabel celebra 170 anos com programação virtual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-santa-isabel-celebra-170-anos-com-programacao-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2020 19:35:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[170 anos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[programação virtual]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[Casa secular, que testemunhou e emoldurou alguns dos mais importantes capítulos da história do Recife, o Teatro Santa Isabel completa 170 anos neste mês de maio, convidando os recifenses para uma celebração virtual. Com as portas fechadas e o atendimento ao público interrompido pela pandemia, um dos mais nobres e antigos espaços cênicos da capital [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76913" aria-labelledby="figcaption_attachment_76913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andréa Rêgo Barro/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/ARB_31102018_Foto_AndreaRegoBarros-08.jpg"><img class="size-medium wp-image-76913" alt="Andréa Rêgo Barro/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/ARB_31102018_Foto_AndreaRegoBarros-08-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma série de lives serão transmitidas no perfil do teatro no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/teatrodesantaisabeloficial/" target="_blank"><strong>@teatrodesantaisabeloficial</strong></a>)</p></div>
<p>Casa secular, que testemunhou e emoldurou alguns dos mais importantes capítulos da história do Recife, o Teatro Santa Isabel completa 170 anos neste mês de maio, convidando os recifenses para uma celebração virtual. Com as portas fechadas e o atendimento ao público interrompido pela pandemia, um dos mais nobres e antigos espaços cênicos da capital pernambucana promoverá uma extensa programação de debates e apresentações musicais, que serão transmitidas ao vivo nas redes sociais do equipamento, único palco possível para escoar produções, mobilizações, alumbramentos e questionamentos artísticos em tempos de isolamento social.</p>
<p>Oferecida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a programação começa nesta quarta-feira (6) e só acaba no próximo dia 27, com uma série de lives que serão transmitidas no perfil do teatro no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/teatrodesantaisabeloficial/" target="_blank"><strong>@teatrodesantaisabeloficial</strong></a>).</p>
<p>Para celebrar a existência do equipamento histórico semeando conteúdos na quarentena, foram convidadas personalidades da cadeia produtiva e criativa da cultura, em seus vários desdobramentos e linguagens, como Rodrigo Dourado, Mônica Lira, Paula de Renor, André Brasileiro e o maestro José Renato Accioly. Eles participarão de conversas com o gestor do equipamento, Romildo Moreira, transmitidas nos próximos dias 6, 13, 20 e 27, sempre a partir das 19h, trazendo à tona questionamentos sobre o futuro dos mercados da arte pós pandemia, além claro de memórias e histórias que o Santa Isabel ajudou a contar na vida e na carreira de cada um. Os debates terão duração de 30 minutos a uma hora e ficarão disponíveis por 24h após a transmissão ao vivo no perfil do teatro.</p>
<p>No dia 18 de maio, data exata em que a casa fez sua estreia, no ano de 1850, apresentando seu primeiro espetáculo, O Pajem de Aljubarrota, do escritor português Mendes Leal, para uma plateia de ilustres, a programação será música para ouvidos isolados. Exatos 170 anos depois, o Santa Isabel pede a seu público cativo que fique em casa e celebre a efeméride do sofá, a partir das 19h, curtindo a live celebração protagonizada pelas atrações musicais: SH (Surama Santos e Henrique Albino), Publius Lentulus, Grupo Instrumental Brasil e Chorinho da Roça, todos selecionados pelo edital do projeto Santa Isabel em Cena, que teve sua programação adiada por tempo indeterminado, em função do avanço da pandemia.</p>
<p>Além de conteúdo, afeto não haverá de faltar nas comemorações virtuais ao teatro centenário. Para celebrar todas as histórias de amor e de arte guardadas por aquelas paredes, artistas, técnicos, produtores, público, visitantes e funcionários irão declarar seu amor e sua saudade, gravando pequenos vídeos sobre sua relação com o Santa Isabel, que também serão publicados no Instagram do equipamento ao longo de todo o mês de maio.</p>
<p><strong>Sobre o Teatro</strong><br />
O Teatro Santa Isabel, cujo nome é uma homenagem à Princesa Isabel, foi inaugurado em 18 de maio de 1850, inserindo a então província de Pernambuco numa nova fase cultural. Idealizado pelo Barão da Boa Vista, teve o projeto dirigido pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, que inovou na época, optando por não utilizar trabalho escravo na construção de arquitetura neoclássica. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 31 de outubro de 1949, o equipamento foi mais tarde eleito um dos 14 teatros-monumentos do país.</p>
<p>Durante toda a sua história, a casa sempre esteve no centro da vida política da cidade, tendo assistido à Revolução Praieira e abrigado a campanha abolicionista e pelo advento da República. Frequentado, desde sempre, por notórias personalidades da cultura nacional, o Teatro de Santa Isabel foi cenário dos debates literários de Tobias Barreto e Castro Alves. Foi de lá que ecoou para todo o Brasil a histórica frase do abolicionista Joaquim Nabuco: “Aqui vencemos a causa da abolição”, imortalizada numa placa exibida numa das paredes do teatro até hoje.</p>
<p>Uma curiosidade sobre o teatro é que ele chegou a ser destruído por um incêndio ocorrido em 19 de setembro de 1869, tendo sido totalmente recuperado, redimensionado e entregue outra vez ao povo pernambucano em 16 de dezembro de 1876, para em 2020, quem diria, virar de novo saudade, até que o coronavírus dê à humanidade uma merecida trégua.</p>
<p><strong>Sobre convidados e atrações da programação</strong><br />
<strong>Rodrigo Dourado -</strong> Professor do Curso de Teatro do Departamento de Artes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco. Desenvolve pesquisa nas áreas de Performatividade e Teatro Contemporâneo; Identidades de Gênero, Sexualidade e Teatro; Estudos Queer. É também tradutor, dramaturgista e fundador/diretor do grupo Teatro de Fronteira, com atuação na cidade do Recife (PE). Venceu os prêmios Ariano Suassuna (Fundarpe/PE) e Funarte de Dramaturgia, em 2018, como texto &#8220;Terminal&#8221;. Autor do livro &#8220;Bonecas falando para o mundo: identidades &#8216;desviantes&#8217; de gênero e sexualidade no teatro&#8221; (Sesc/2017).</p>
<p><strong>Mônica Lira -</strong> Bailarina, coreógrafa, professora, artista da dança e produtora. Diretora do Grupo Experimental (Recife) desde sua fundação, em 1993, tendo criado mais de 20 obras de dança ao longo da trajetória do grupo, que circulou por todas as regiões do Brasil e apresentou-se ainda no Peru, Equador, Argentina, Chile, Paraguai, Portugal, Itália e Espanha. Realizou durante 10 anos o projeto social &#8220;Núcleo de Formação em Dança&#8221;, com mais de 500 jovens passando pelas aulas de dança promovidas pelo Grupo Experimental através de sua metodologia. Atuante na política cultural local, foi uma das fundadoras do Movimento Dança Recife (uma articulação política com 15 anos de atuação). Já trabalhou como gestora pública na Prefeitura do Recife, no Serviço de Dança, e participou do Conselho de Cultura. Pós graduada em &#8220;Gestão e Produção Cultural&#8221; e “Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança&#8221; pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestranda em dança na UFBA.</p>
<p><strong>Paula de Renor -</strong> Atriz, produtora e diretora da Remo Produções Artísticas desde 1983. Produziu diversos espetáculos de teatro, incluindo duas coproduções internacionais. Também atua na produção de programas para Televisão e projetos sociais ligados ao teatro. Esteve à frente, como curadora e produtora, do Janeiro de Grandes Espetáculos por 17 anos e hoje produz o RESIDE &#8211; Festival Internacional de Teatro de PE, que está na sua 2ª edição. Idealizadora, produtora e gestora do Teatro Armazém 14 por 11 anos. Curadora do Festival Internacional de São José do Rio Preto em 2014 e Festival do Teatro Brasileiro XX Edição/2019. Representante de teatro e ópera no Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco.</p>
<p><strong>André Brasileiro -</strong> Ator, encenador, produtor cultural, integrante do Coletivo Angu de Teatro; Gestor público na Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><strong>SH (Surama Ramos e Henrique Albino) -</strong> Mais do que uma performance para dois intérpretes que cantam, tocam diversos instrumentos (incluindo instrumentos não convencionais e remixagens eletrônicas ao vivo) e que dialogam com interações com o público, SH é um retrato dos sentimentos que acabam por serem reprimidos dentro de cada um; a onomatopeia que nos faz calar como título. Tendo como fundamentação as vidas dos intérpretes/autores, as partículas geradoras das composições são autobiográficas. Surama e Henrique têm como característica principal a versatilidade, e partem disso para tornar a sonoridade o mais fiel possível às ideias que passam em suas mentes.</p>
<p><strong>Publius Lentulus -</strong> Publius é um “cantautor”. Lançou em 2018 seu mais recente álbum “dia de sol”, em todas as plataformas digitais, com as colaborações de Marcelo Jeneci, Lula Queiroga, Hugo Linns e de Juliano Holanda, dentre outros artistas.</p>
<p><strong>Grupo Instrumental Brasil -</strong> O GIB é formado por dois trompetes, uma trompa, um trombone, um trombone baixo, uma tuba e percussão, adaptando-se a formações camerísticas. O grupo é constituído por professores educadores dos departamentos de música da UFPE e UFPB, do Conservatório Pernambucano de Música, por músicos membros da Orquestra Sinfônica do Recife e profissionais atuantes no cenário nacional e da região. Foi fundado em 2014 e difunde a música de concerto, promovendo a contextualização histórico-musical, a capacitação e a formação de plateia. Integrantes: Antonio Barreto, Augusto França, Iris Vieira, Mizael Fonseca e Rinaldo Fonseca.</p>
<p><strong>Maestro José Renato Accioly -</strong> Formado em música pela UFPE, com mestrado em regência pela UFRN, é professor do Conservatório Pernambucano de Música desde 1987. Em festivais e como maestro convidado, dirigiu as Orquestras Sinfônicas do Recife, Petrobras Sinfônica (Rio de Janeiro), de Barra Mansa (Rio de Janeiro), da Universidade Federal do RN Universidade Estadual Ceará, além do Grupo de Percussão do Nordeste. Regeu a Trilha sonora do filme Brasil S.A. recebendo o prêmio de melhor trilha sonora no festival de cinema de Brasília. Atualmente é regente da Orquestra de Câmara de Pernambuco e do Grupo de Percussão do Nordeste. Desde 2008, faz a direção musical e a regência do espetáculo Baile do Menino Deus, de Ronaldo Correia de Brito. Na direção da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música, idealizou e dirigiu o projeto Circuito Sinfônico. Em 2011, também idealizou e dirigiu o projeto Pernambuco Sinfônico.</p>
<p><strong>Chorinho na Roça -</strong> Formado em 2019 a partir dos encontros semanais de músicos para tocar choro na Roda Infinito no Restaurante A Fazendinha, nas Graças, o Chorinho da Roça busca imprimir em suas apresentações uma autenticidade sonora através dos seus arranjos e de um timbre requintado, mixando instrumentos tipicamente eruditos, como o oboé, com outros mais tradicionais do gênero, violão e o pandeiro.</p>
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