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	<title>Portal Cultura PE &#187; projeto Outras Palavras</title>
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		<title>Outras Palavras levou música e literatura à escola de Garanhuns</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 20:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clara Albuquerque O Projeto Outras Palavras desenvolveu ações especiais durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Na tarde do dia 28/7, foi a vez da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra receber o escritor Joseilson Ferreira, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura. O momento, ainda, foi marcado por uma animada apresentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Clara Albuquerque</em></p>
<p>O Projeto Outras Palavras desenvolveu ações especiais durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Na tarde do dia 28/7, foi a vez da Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra receber o escritor Joseilson Ferreira, vencedor do 1º Prêmio Pernambuco de Literatura. O momento, ainda, foi marcado por uma animada apresentação do trio As Severinas.</p>
<div id="attachment_51901" aria-labelledby="figcaption_attachment_51901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrio Ramos/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51901" alt="Rodrio Ramos/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joseilson_rodrigo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Joseilson Ferreira</p></div>
<p dir="ltr">Joseilson Ferreira contou como foi a construção criativa de seu último trabalho e, também, leu algumas de suas poesias. Durante a conversa, estudantes e professores da escola se aproximavam para falar de suas impressões e esclarecer dúvidas. O escritor fala sobre sua versatilidade em escrever do infantil à poesia sensual. “Eu considero livros como filhos, cada um com uma personalidade diferente. Então, tenho livros eróticos e infantis. A gente tem que trabalhar com cuidado para atingir o leitor”, conta ele, que também falou de sua relação com o avanço da tecnologia dentro de seu processo de produção e o mercado literário. “Quando iniciei, não tinha internet. Hoje, a facilidade é maior tanto para armazenar a produção quanto para encontrar o nicho do mercado literário. Há mais concursos literários hoje do que antes. Ficar isolado não é negócio. É interessante que continue havendo prêmios como o Pernambuco Literatura”, diz ele. Joseilson está trabalhando em um livro de contos, atualmente, e conta que, pela primeira vez está escrevendo no computador. “Todos os meus livros foram escritos a mão. Era um processo onde eu gastava muito papel, depois datilografava. Hoje em dia, é muito mais fácil com o computador. Consegui me adaptar com esse livro mais recente e está dando certo”, conta ele.</p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dt class="wp-caption-dt" style="display: inline !important;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51874" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101274611_58aeb21b6c_z-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a></dt>
</dl>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_51874" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">O escritor Joseilson Ramos conversa com estudantes</dd>
</dl>
<p dir="ltr">O escritor, ainda, deu dicas aos jovens que pensam em começar a escrever. “Tem que ter uma bagagem de leitura apurada e crítica. Algumas pessoas têm o seu modo particular de criação. Eu, por exemplo, preciso de silêncio. Outro recurso que utilizo é tomar nota das situações que presencio, achei necessário para este trabalho com contos e romances. Tudo o que aparece eu anoto. O segredo é nunca desistir e fazer por amor e não por dinheiro. Quando você consegue viver de Literatura é muito bom, quando não é como um hobby que você tem que levar com profissionalismo. Estudar e ler muito. Para ter domínio do que se escreve tem que se entender, se preparar”, explica ele. Para o trabalho de estímulo que pode ser realizado em sala de aula, Joseilson também expôs seu pensamento a respeito. “Precisamos trabalhar a realidade do aluno porque ele não vai zerado para a escola. É interessante, também, que as escolas realizem concursos internos. Fora isso, a internet tem muito material em vídeo e entrevistas com outros autores que estimulam. Minha inspiração, por exemplo, é João Cabral de Melo Neto.</p>
<p dir="ltr">Quando questionado sobre que rumo tomar diante de um momento marcado por falta de investimentos federais na cultura, Joseilson responde que “o caminho é não acreditarmos que estamos em um abismo cultural. Nunca houve tantos concursos como os de hoje em dia. Não vivemos em uma crise cultural, precisamos resgatar a imagem cultural que temos e que, muitas vezes, a mídia mascara. Muitos projetos que fomentam a cultura literária estão em andamento como o Outras Palavras e feiras literárias”. Sobre o alto consumo de literatura internacional, no Brasil, o escritor opina que “concorrer com a literatura internacional é complicado porque o investimento que eles têm em divulgação é muito alto, cabe a nós tomarmos a decisão quando estivermos em uma livraria”.</p>
<p dir="ltr">A diretora da escola, Josivânia Bezerra, fez os seus agradecimentos. “É com muita alegria que recebemos esse momentos. Gostaria de agradecer a todos que vieram e à Fundarpe por levar a cultura para o interior do estado”, diz ela que entregou, em seguida, uma lembrança representativa ao escritor, ao trio musical e à vice presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade. “Para nós da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe é um prazer imenso estar aqui e sermos acolhidos por vocês com esse projeto que tem o objetivo principal de integrar a Cultura e a Educação desde 2015. Já passamos por muitas cidades no interior do estado como Petrolina, Água Preta e Canhotinho. Estamos felizes porque as edições do projeto têm ajudado a fortalecer a cultura literária local com o público jovem e, neste processo, contamos com escritores pernambucanos e expoentes da cultura popular do estado como é o caso do trio As Severinas que trazemos, com todo o prazer, pela segunda vez, ao projeto. Em qualquer momento, é só nos convidar que teremos o prazer de voltar”, diz ela. Em seguida, a vice-presidente entrega, nas mãos da diretora da escola, um kit com livros do acervo da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_51875" aria-labelledby="figcaption_attachment_51875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51875" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36101182281_f120daecd9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade representa a Fundarpe durante o evento</p></div>
<p dir="ltr">Ao final da conversa com o escritor, o trio As Severinas encantou a todos com uma apresentação de poesia popular regada a muito forró pé-de-serra. Com seis anos de estrada, as jovens artistas possuem uma maneira peculiar de fazer shows. “Eu acho maravilhoso esse trabalho que está sendo desenvolvido pelo projeto Outras Palavras, especialmente porque o nosso trabalho começa na parte literária. Eu e Monique escrevemos e declamamos, a música é uma desculpa pra levar a poesia para as pessoas”, diz Isabele Moreira, uma das integrantes do trio. Durante a apresentação, as meninas do Pajeú pernambucano intercalavam poesias autorais e de poetas populares do estado com clássicos do forró e algumas releituras executadas no ritmo, a exemplo da música Esquadros, da Adriana Calcanhoto. Também contaram um pouco de sua intimidade com a poesia popular que veio como herança dos pais, além de sua trajetória artística e a proposta de inserir, no mercado, mais mulheres tocando instrumentos regionais. “O nome do grupo é uma homenagem a uma série de figuras como Severina Branca, Severino Bil, Bil de Crisanto e a Vida Severina de João Cabral de Melo Neto. Nossa proposta envolve não só fazer o forró redondo da rádio, nós queríamos uma coisinha a mais. Foi aí que resolvemos brincar com os xotes dos outros. A gente toca o que a gente gosta e coincide do povo gostar, se fosse diferente não seria verdadeiro”, diz Isabele. A última música que o trio executou colocou o público para dançar um arrasta-pé. Elas foram bastante aplaudidas.<em id="__mceDel"> </em></p>
<div id="attachment_51876" aria-labelledby="figcaption_attachment_51876" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51876" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36234605555_1b5e17ea52_z-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">As Severinas colocam todos pra dançar</p></div>
<p dir="ltr">O Projeto Outras Palavras visitou mais de 300 escolas, teve mais de 600 participantes e mais de 4 mil livros do acervo da Fundarpe doados para os acervos das escolas visitadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Outras Palavras chega à Goiana nesta sexta-feira (19)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 May 2017 16:39:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudantes de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, recebem nesta sexta-feira, (19), a décima quarta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. A ação acontece no EREM Benigno Pessoa de Araujo. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Estudantes de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, recebem nesta sexta-feira, (19), a décima quarta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. A ação acontece no EREM Benigno Pessoa de Araujo. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_21930" aria-labelledby="figcaption_attachment_21930" class="wp-caption img-width-427 alignnone" style="width: 427px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/wander2.jpg"><img class="size-full wp-image-21930" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/wander2.jpg" width="427" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Wander Shirukaya vai conversar com os estudantes</p></div>
<p>Durante a programação acontece a entrega de kits literários com livros de autores pernambucanos, para as bibliotecas das escolas. Haverá ainda a exibição do filme ‘<i>A hora da saída’</i>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça, em parceria com a Secretaria de Educação, para as escolas públicas do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Os alunos também terão um diálogo com o escritor pernambucano premiado do (2º Prêmio Pernambuco de Literatura), Wander Shirukaya, e mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. O evento se encerra com apresentação do Mestre da Cultura Popular, brincante de Cavalo Marinho, Zé Borba da Silva.</p>
<p>De acordo com a idealizadora do ‘Outras Palavras’ e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, “o projeto é um marco a resistência de garantir a juventude de ampliar a leitura e conhecer nossa cultura<i>”, ressaltou.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong> 14ª edição do Projeto Outras Palavras</p>
<p><strong> Quando:</strong> sexta-feira, 19 de maio</p>
<p><strong>Horário:</strong> das 8h às 12h</p>
<p><strong>Local:</strong> EREM Benigno Pessoa de Araujo – Goiana -PE</p>
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		<title>‘Outras Palavras’ levou frevo e literatura para estudantes de São Lourenço da Mata</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2017 15:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho No intuito de estreitar as relações entre educação, cultura e cidadania, o projeto Outras Palavras, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, chegou na quarta-feira (19) à Escola Técnica Estadual Governador Eduardo Campos, em São Lourenço da Mata. Além de estudantes da instituição, a atividade contou com público composto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47915" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-07-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: right;" align="right"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;" align="right">No intuito de estreitar as relações entre educação, cultura e cidadania, o projeto Outras Palavras, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, chegou na quarta-feira (19) à Escola Técnica Estadual Governador Eduardo Campos, em São Lourenço da Mata. Além de estudantes da instituição, a atividade contou com público composto por cerca de 400 participantes, oriundos de turmas da Escola 10 de Agosto, EREM Conde Pereira, EREM Conde Corrêa, Escola Dona Leonor Porto, EREM Prof. Agamenon Magalhães e Escola Estadual Matriz da Luz.</p>
<p style="text-align: justify;">Entregando kits literários do projeto para as bibliotecas das instituições, onde constam obras de autores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, além do livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’, a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, ressaltou a importância de continuidade do projeto, que já atingiu cerca de 270 escolas em todo o estado e neste primeiro semestre está percorrendo instituições da Região Metropolitana do Recife e da Zona da Mata. <i>“Nós podemos pensar neste projeto do ponto de vista de descobertas de novos talentos estudantis, tornando possível que a escola seja muito mais do que aquilo que temos hoje, tanto com acesso ao conhecimento formal, mas também possibilitando a nossa juventude a oportunidade de alargar a visão do mundo”</i>, comentou Antonieta. <i>“Para nós da Fundarpe e para o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, o ‘Outras Palavras’ é um sonho que está sendo realizado, no intuito de garantir que este espaço seja utilizado para fortalecer o protagonismo da nossa juventude na rede pública estadual de Pernambuco”</i>, concluiu a idealizadora do projeto.</p>
<div id="attachment_47921" aria-labelledby="figcaption_attachment_47921" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-47921" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, acompanhada dos professores das instituições presentes durante o projeto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para o professor José Amaro Barbosa da Silva, gerente da GRE Metropolitana Sul, a iniciativa possui como principal importância proporcionar a integração entre as escolas da rede pública estadual de ensino. <i>“Os estudantes aqui presentes estão sendo privilegiados por contarem com esta atividade, que através da Fundarpe, atende além do conhecimento, a paz e a amizade entre maioria das escolas públicas do Estado. Isso se deve especialmente ao trabalho da professora Antonieta Trindade, que sempre teve o compromisso com as causas da educação na sua luta do dia-a-dia”</i>, destacou o professor.</p>
<div id="attachment_47917" aria-labelledby="figcaption_attachment_47917" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47917" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes da ETE Governador Eduardo Campos fazendo apresentação na abertura do projeto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após apresentação musical dos estudantes Wiliane, Aline, Driele, Antony, Cadu e Crispim, todos da ETE Governador Eduardo Campos, o projeto possibilitou bate-papo literário com o escritor e jornalista Urariano Mota e a atriz Hilda Torres, sob mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. Explorando como temática principal a sua obra ‘Soledad no Recife’, publicada em 2009, Urariano Mota conversou sobre inspirações e meios de produção literária que utiliza para desempenhar funções diversas no segmento.</p>
<div id="attachment_47922" aria-labelledby="figcaption_attachment_47922" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-47922" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Urariano Mota, Carlos Enrique Lopes e Hilda Torres, durante o bate-papo literário do projeto</p></div>
<p style="text-align: justify;"><i>“Eu queria expressar um sentimento e um pensamento desde a adolescência, mas não era exatamente a ideia de ser escritor. Eu não sabia que para expressar bem um sentimento ou um pensamento era necessário adentrar no mundo da literatura, mas sabia que tinha um mundo querendo falar. Um detalhe interessante é que quando eu li primeira vez, era um livro didático do antigo curso ginasial, de José Brasileiro Vila Nova, que trazia sonetos clássicos e o poema ‘Só’, de Cruz e Souza, eu li, reli, mastiguei, ruminei, porque aquilo que Cruz e Souza falava tinha a ver com o mundo que eu conhecia e vivia na adolescência. Foi a partir daquele poema que hoje, aos 66 anos, eu me identifico como escritor”</i>, explicou Urariano Mota, durante a realização do projeto, quando questionado por um dos estudantes presentes sobre o que o levava a ser escritor.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando sobre o processo para compor o projeto teatral ‘<i>Soledad’, </i>inspirado no livro de Urariano, Hilda Torres abordou o seu lado filosófico enquanto militante. <i>“Eu vinha há um tempo montando peças de teatro com a temática de gênero, trazendo histórias de mulheres na arte. Isso foi me motivando a continuar com essa perspectiva, que se tornaria posteriormente um projeto na minha vida, que é contar histórias de mulheres para a cena ou para o palco, tendo na arte um instrumento de transformação social. Então, a partir do livro ‘Soledad no Recife’, eu montei o projeto ‘Soledad’, tratando a história de uma mulher militante e paraguaia, que foi assassinada e entregue pelo companheiro, por me sentir especialmente provocada por aquela leitura, em 2015. Eu abri o livro para ler no dia do aniversário de Soledad, que eu não sabia, quando eu fui olhar a data era 6 de janeiro, e com isso eu disse para mim mesma: ‘vou montar uma peça para contar a história dessa mulher no palco’. Posteriormente, eu recebi um e-mail de Urariano, sobre o coletivo de cultura que eu faço parte, falando sobre a política nacional de cultura. Então marcamos uma reunião e quando eu cheguei lá dizendo que a minha missão era contar a história dessa mulher pro palco, eu o convoquei para me ajudar nesta adaptação do texto para a linguagem teatral e a partir daquele momento ele virou um parceiro e grande amigo”</i>, resumiu a atriz.</p>
<div id="attachment_47925" aria-labelledby="figcaption_attachment_47925" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-06.jpg"><img class="size-medium wp-image-47925" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-06-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Clube de Boneco Seu Malaquias, no pátio da escola, durante a realização do projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O projeto contou ainda com apresentação cultural do Clube de Boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco. <i>“Para nós que participamos pela primeira vez do projeto e não sabíamos como era a dinâmica, pudemos perceber como dialogar com os alunos, de uma forma que eles pudessem entender o frevo pernambucano por si só, das temáticas que são as manifestações culturais e que hoje pudemos mostrar um pouco de tudo isso por aqui”</i>, explicou Cláudio Brandão de Oliveira, o Xôxo Malaquias, presidente da agremiação.</p>
<div id="attachment_47926" aria-labelledby="figcaption_attachment_47926" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-09.jpg"><img class="size-medium wp-image-47926" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-09-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Francisco Ferreira da Costa, coordenador da biblioteca da ETE Governador Eduardo Campos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para Francisco Ferreira da Costa, coordenador da biblioteca da ETE Governador Eduardo Campos, a ação possibilitou abrir a mente dos estudantes para uma forma mais dinâmica de como encarar aulas diferenciadas no ambiente escolar público. <i>“Foi muito interessante porque nós tivemos o acesso a outras formas de conhecimento envolvendo literatura e cultura popular&#8221;</i>, opinou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para o estudante Ronald Ferreira Barbosa de Sousa, da EREM Prof. Agamenon Magalhães, o projeto contribuiu para que “o debate entre leituras mais densas no ambiente escolar pudesse ser realizado de uma forma envolvente, com a participação de um escritor que vivenciou de perto o período da ditadura militar e falou sobre suas experiências no campo da prática literária”, destacou. No segundo semestre, as regiões do Agreste e Sertão serão o destino da caravana do projeto Outras Palavras.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47927" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-ETE-Governador-Eduardo-Campos-Sao-Lourenco-da-Mata-Jan-Ribeiro-05-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>A próxima edição do projeto acontece no dia 24 de abril, na EREM Lagoa Encantada, localizada no Ibura, Zona Sul do Recife. Confira <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/estudantes-do-ibura-recebem-outras-palavras-nesta-segunda-feira-24/" target="_blank">AQUI</a></strong> mais detalhes.</p>
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		<item>
		<title>Estudantes do Ibura recebem ‘Outras Palavras’ nesta segunda-feira (24)</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 19:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>
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		<description><![CDATA[Os estudantes da EREM Lagoa Encantada, no Ibura, na Zona Sul do Recife, recebem nesta segunda-feira, (24), das 8h às 12h, a sexta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundarpe. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40120" aria-labelledby="figcaption_attachment_40120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29460817575_6bba369628_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40120" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29460817575_6bba369628_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Troça Carnavalesca Cariri Olindense, é uma das atrações dessa edição do Outras Palavras</p></div>
<p>Os estudantes da EREM Lagoa Encantada, no Ibura, na Zona Sul do Recife, recebem nesta segunda-feira, (24), das 8h às 12h, a sexta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>A programação inclui entrega de kits literários com livros de autores pernambucanos, para a biblioteca da escola. Haverá ainda a exibição do filme ‘<i>A hora da saída’</i>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça, uma parceria da Secult com a Secretaria de Educação.</p>
<p>Os estudantes também terão um diálogo com o escritor pernambucano, Carlos Gomes, e mediação do historiador André Ribas. O evento se encerra com apresentação da Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Para a idealizadora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, “<i>estimular a prática da leitura em crianças é uma de das diretrizes do projeto”, ressaltou.</i></p>
<p><b>Serviço:</b><br />
<b><i>6ª edição do Projeto Outras Palavras</i></b><br />
<b>Quando:</b> segunda-feira,24 de abril<br />
<b>Horário:</b> das 8h às 12h<br />
<b>Local:</b> EREM  Lagoa Encantada – Rua Dr. Moacir Sáles, s/n, COHAB- Recife</p>
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		<title>Ciranda e bate-papo literário marcam ‘Outras Palavras’ em Timbaúba</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ciranda-e-bate-papo-literario-marcam-outras-palavras-em-timbauba/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Apr 2017 12:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho A Escola de Referência em Ensino Médio Jornalista Jader de Andrade, em Timbaúba, na Zona da Mata Norte, recebeu na manhã desta terça-feira (11), a programação itinerante do projeto Outras Palavras. A iniciativa, desenvolvida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, reuniu aproximadamente 250 estudantes, oriundos de 14 instituições de ensino público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47565" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-05-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><i>Por Roberto Moraes Filho</i></p>
<p style="text-align: justify;">A Escola de Referência em Ensino Médio Jornalista Jader de Andrade, em Timbaúba, na Zona da Mata Norte, recebeu na manhã desta terça-feira (11), a programação itinerante do projeto Outras Palavras. A iniciativa, desenvolvida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, reuniu aproximadamente 250 estudantes, oriundos de 14 instituições de ensino público da região, no intuito de estreitar as relações entre educação, cultura e cidadania.</p>
<div id="attachment_47566" aria-labelledby="figcaption_attachment_47566" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47566" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação teatral ‘Contra o Pecado’</p></div>
<p style="text-align: justify;">Abrindo a programação com a Banda Famec, existente em Timbaúba há 42 anos, além de contar com apresentação da peça teatral ‘Contra o Pecado’, formada por estudantes da cidade, a vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto Outras Palavras, Antonieta Trindade, deu as boas vindas aos estudantes da Escola Técnica Miguel Arraes de Alencar, Escola Ana Eufrásia, Escola José Mendes, Escola João Alberto Moreira, Escola Mariana Ferreira de Lima, Escola Clóvis Salgado, Escola Professora Elizabeth Lira, EREM de Timbaúba, Escola Prof. Antônio José Barbosa dos Santos, EREM Pedro Tavares, EREM Jornalista Jader de Andrade, Escola Emiliano Borges, Escola Cleusa de Freitas e Escola Benedita de Morais.</p>
<div id="attachment_47567" aria-labelledby="figcaption_attachment_47567" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-47567" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, durante a entrega de kits do projeto para professores das instituições presentes nesta edição do projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><i>“Atingimos hoje a marca de mais de 230 escolas estaduais contempladas pelo projeto em todas as regiões do Estado”</i>, comemorou Antonieta Trindade. <i>“Conhecendo a carência do acesso à cultura nas escolas, temos como desafio garantir à nossa juventude a oportunidade de ampliar o seu conhecimento, nos esforçando para que os estudantes das escolas públicas tenham o que há de melhor na literatura pernambucana e também na cultura popular de Pernambuco, contando com a participação de Patrimônios Vivos, além de mestres, mestras e outros fazedores da nossa cultura”</i>, destacou a idealizadora do projeto, que em seguida fez a doação de kits literários contendo obras vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura, nas categorias de conto, poesia, romance e narrativa, além do livro de Patrimônios Vivos de Pernambuco, para as bibliotecas de cada instituição de ensino presentes nesta edição, que contou com a presença da representante da Gerência Regional de Educação (GRE) da Mata Norte, Edivânia Araújo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47568" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, o projeto iniciou o bate-papo com o escritor Camillo José, vencedor do 4º Prêmio Pernambuco de Literatura, com a obra ‘A Dakimakura Flutuante’, sob mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. Nascido em 1993, no Recife, Camillo abordou o processo de criação de seus livros de poemas, como ‘Chave de Espadas’ e ‘Os próximos 30 minutos não tem propaganda graças ao seguinte patrocinador’, entre sentidos, gostos e passatempos que o fizeram estar inserido no universo literário.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre as novas mídias digitais, como e-books e redes sociais, que estão mudando a forma de consumir literatura entre as novas gerações, Camillo opinou: <i>“Eu acho que a realidade virtual em relação à literatura tem um lado muito importante hoje, tanto de circulação, quanto de alcance e de estímulo do autor em poder escrever e ter um retorno mais rápido, como postar poemas no facebook e as pessoas curtirem e comentarem. Isso tem um lado bom e um lado ruim, mas existem oportunidades a partir daquele ambiente virtual, por mais que existam questões como o nível de qualidade do que está sendo feito. O importante em determinado nível, é você ser lido, tendo opções como por exemplo, disponibilizar os livros na íntegra para download</i><i>. E através de plataformas como o issuu, além de blogs e o próprio facebook, que você faça vídeos-poemas e uma forma infinita de utilidades”, </i>frisou.</p>
<div id="attachment_47569" aria-labelledby="figcaption_attachment_47569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-04.jpg"><img class="size-medium wp-image-47569" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Camillo José</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sobre as primeiras experiências com a literatura, Camillo relatou que <i>“elas começaram bem mais cedo, quando estava na 5ª e 6ª séries, e eram bem ridículas, fazendo parte daquele contexto que é escrever por estar gostando de alguém. Sempre escrevi poesias e sendo levado exageradamente pelo lado sentimental, como se declarar para alguém e não saber dizer aquilo, e você acabar encontrando um jeito ainda mais complicado de dizer”</i>, lembrou o escritor. <i>“Eu acho que existem dois momentos na vida de um escritor ou de alguém que quer seguir carreira com literatura. É quando ele começa e quando ele percebe que chegou no meio e deseja ir até o final. Porque chega um momento em que você vê que não tem mais sentido escrever e botar no final algo do tipo: ‘quer namorar comigo?’. Você não consegue fazer somente isso e vê que não está sendo honesto consigo mesmo, porque está escrevendo literatura, mas aquilo ali ainda é muito menor do que a literatura pode realmente ser”, </i>destacou o escritor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o bate-papo foi aberto aos estudantes, que puderam interagir com o escritor e explorar os temas mais variados relacionados à criação literária. <i>“Desejo que vocês sejam pessoas abertas a tudo, não somente à arte, mas à sensibilidade humana. As vezes, existem coisas pequenas na vida da gente, que deixamos passar e que elas são muito importantes para o modo como começamos a perceber o mundo. As vezes você passa por alguma coisa e diz: ‘ah, eu não aprendi nada com isso aqui’. Mais aí, passado alguns anos você vê que aquilo era uma coisa importante e que independente da sua experiência, se ela for boa, ruim ou constante, que vocês saibam tirar alguma coisa daquilo. A sensibilidade não tá no bom ou ruim, mas no que se consegue extrair daquilo”</i>, ressaltou Camillo, ao final de sua primeira participação no projeto.</p>
<div id="attachment_47570" aria-labelledby="figcaption_attachment_47570" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-06.jpg"><img class="size-medium wp-image-47570" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-06-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá</p></div>
<p style="text-align: justify;">Encerrando a programação, a cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, falou um pouco do início de sua trajetória e como atualmente vive para manter preservada a tradição iniciada ainda na infância. <i>“Eu comecei a cantar ciranda com 12 anos de idade. Com 19 anos para 20, eu assumi a responsabilidade de me apresentar em público, em teatros, na praia de Itamaracá, no Recife, Rio, São Paulo e pelos exteriores. Fui merendeira de uma escola estadual da Ilha de Itamaracá, trabalhei em um restaurante aonde cozinhava e fazia ciranda todos os sábados e daí, quando gravei o meu primeiro LP em 1977, depois vieram o primeiro e o segundo CD. Hoje estou programando gravar um DVD, meu próximo projeto artístico”</i>, falou animada a rainha da ciranda.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Tenho o meu espaço cultural na Ilha de Itamaracá, que caiu e eu não tive condições de levantar mais. Recentemente, consegui através de uma emenda do deputado Guilherme Uchôa, para que o mesmo fosse reconstruído. Mas ainda falta a segunda etapa do local, constando banheiros, camarins, cozinha e palco. Tudo isso é trabalho para que eu possa dar continuidade à tradição da ciranda na ilha”</i>, conclui a cirandeira, convidando em seguida os estudantes a dançarem ciranda no pátio da escola, onde interpretou clássicos como ‘Minha Ciranda’, ‘Verde do Mar’ e ‘Chamego de Lia’.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47571" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-07-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Já participei várias vezes do projeto Outras Palavras e achei ótimo mais uma vez sentir a juventude prestando atenção no que eu estou falando e abrirem a roda de ciranda com bastante animação. Vejo essa interação com os estudantes de uma forma muito bacana, principalmente por eles se unirem e observarem tudo o que é abordado ao longo do projeto. Por isso faço com muito carinho minhas participações nesta iniciativa”</i>, relatou Lia.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-08.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47572" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Timbauba-Foto-Jan-Ribeiro-08-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para o estudante Paulo Roberto, da EREM Jornalista Jader de Andrade, a experiência em participar do projeto foi enriquecedora e lhe possibilitou um olhar mais amplo sobre literatura e cultura popular. <i>“Achei tudo muito interessante, especialmente a abordagem da literatura na atualidade e sobre como os livros escritos podem ser transformados em digitais. Também gostei da palestra e apresentação de Lia de Itamaracá, porque nunca tinha tido a oportunidade de conferir de perto a arte da cirandeira”</i>, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Eduarda Martins da Silva, também da EREM Jornalista Jader de Andrade<i>, “a manhã com programação diferenciada na escola foi bastante dinâmica e trouxe uma ideia de como podemos experimentar mais o universo digital com foco na produção de poemas e outros gêneros. Achei muito importante ter participado desta edição do projeto em minha cidade”.</i></p>
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		</item>
		<item>
		<title>‘Outras Palavras&#8217; chega à escola de Timbaúba nesta terça-feira (11)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-chega-a-escola-de-timbauba-nesta-terca-feira-11/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 18:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura e Fundarpe]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudantes da EREM Jornalista Jader de Andrade, em Timbaúba recebem nesta terça-feira, (11), das 8h às 12h, a quinta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundarpe. A programação inclui [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47509" aria-labelledby="figcaption_attachment_47509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Lia-de-Itamaraca-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47509" alt="Foto Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Lia-de-Itamaraca-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá estará participando pela segunda vez do projeto</p></div>
<p>Os estudantes da EREM Jornalista Jader de Andrade, em Timbaúba recebem nesta terça-feira, (11), das 8h às 12h, a quinta edição do projeto ‘Outras Palavras’ de 2017. Desde 2015, a iniciativa reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania, sendo uma realização da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>A programação inclui entrega de kits literários com livros de autores pernambucanos, para a biblioteca da escola. Haverá ainda a exibição do filme ‘<i>A hora da saída’</i>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça, uma parceria da Secult com a Secretaria de Educação.</p>
<p>Durante toda manhã, os estudantes também terão um diálogo com o escritor pernambucano, Camilo José, e mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. O evento se encerra com apresentação da cantora de ciranda Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Para a idealizadora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, “<i>ampliar o conhecimento e estimular a prática da leitura em crianças é uma de nossas diretrizes”, ressaltou.</i></p>
<p><b>Serviço:</b><br />
<b><i>5ª edição do Projeto Outras Palavras</i></b><br />
<b>Quando:</b> terça-feira,11 de abril<br />
<b>Horário:</b> das 8h às 12h<br />
<b>Local:</b> EREM Jornalista Jader de Andrade ( Avenida Maria Emília Cavalcanti, s/n – Barro, Timbaúba, Recife &#8211; PE)</p>
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura popular e literatura mudam rotina escolar em Gameleira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-e-literatura-mudam-rotina-escolar-em-gameleira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-e-literatura-mudam-rotina-escolar-em-gameleira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=47458</guid>
		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto Outras Palavras. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47459" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><i>Por Roberto Moraes Filho</i></p>
<p style="text-align: justify;">A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto <strong>Outras Palavras.</strong> A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola Estadual Nossa Senhora da Penha e Escola Municipal Dom Felipe.</p>
<div id="attachment_47460" aria-labelledby="figcaption_attachment_47460" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47460" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade</p></div>
<p style="text-align: justify;">Iniciando o ciclo de atividades, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto Outras Palavras, fez a doação de kits literários contendo obras vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura, além do livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’ (2014), de autoria da pesquisadora Maria Alice Amorim, para as bibliotecas de cada instituição de ensino presentes nesta edição, que contou com a participação da secretária de Educação de Gameleira, Fabíola Nunes. <i>“Nós conseguimos atingir este ano a marca de mais de 220 escolas contempladas pelo projeto, em todas as regiões do Estado de Pernambuco e já temos uma programação intensa agendada para neste primeiro semestre”</i>, informou Antonieta. <i>“Tendo em seu aspecto de resistência, o ‘Outras Palavras’ visa que os estudantes da rede pública de ensino tenham acesso à arte e à cultura, para que possam ampliar seus repertórios e dominar, por exemplo, conhecimentos ligados à cultura popular e literatura, através da oportunidade de participarem de bate-papo com escritores premiados e Patrimônios Vivos do Estado”</i>, ressaltou.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47462" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, os estudantes participaram de um bate-papo literário mediado pelo jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes, com a escritora, pesquisadora e professora de literatura da Universidade Federal de Pernambuco, Luzilá Gonçalves, que falou um pouco sobre seu processo de criação literária, sendo autora de dez livros, entre eles ‘Muito Além do Corpo’ e ‘<em>A Anti</em>-<em>Poesia de Alberto</em> Caeiro’. Natural da cidade de Garanhuns, no Agreste, Luzilá ocupa a cadeira de nº 38 da Academia Pernambucana de Letras, instituição da qual também é vice-presidente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone  wp-image-47463" title="Luzilá Gonçalves" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Eu ensinava literatura brasileira há muitos anos e quando comecei, achava que existiam poucas mulheres escrevendo. No século 19, ninguém. No final do século XIX, surgia a escritora Francisca Júlia. Mas foi no século XX, que então começamos a ver mulheres como Rachel de Queiroz e Cecília Meireles escrevendo. Então, eu me impressionei com isso e comecei a fazer pesquisas, e descobri que aqui em Pernambuco havia uma quantidade enorme no século XIX de mulheres escrevendo, entre elas poetisas e jornalistas. Havia jornais em que mulheres publicavam desde 1810, lutando para que as mulheres tivesses acesso ao ensino, coisa que não existia à época&#8221;,</i> destacou Luzilá.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o contato com a literatura, Luzilá foi enfática: <i>“No meu caso, por que é que eu escrevo? Tenho dez romances publicados, além de vários livros de pesquisa, uns 30 ao todo. E aí, por que? A gente escreve porque a vida não basta. A gente quer mais, quer conhecer mais coisas, mais sobre os seres humanos e se conhecer também. E é o que acontece quando você pega um livro, você vai descobrir um outro jeito de ver o mundo, outro jeito de julgar as pessoas e um outro jeito de se entender. Porque o escritor, quando ele escreve, está tentando dizer aquele mundo que está lá dentro e que não é essa realidade muito banal da gente. Quando você pega um livro ou o escreve, é porque você quer um pouco mais do que a banalidade</i>.<i> A leitura proporciona assumirmos outras vozes. Em outras palavras, por exemplo, que é muito mais brando do que o nome do projeto, o escritor e o leitor estão procurando exatamente outros jeitos de dizer ou de se expressar”</i>, resumiu.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47461" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após o bate-papo literário, o coquista Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, entrou em cena. Interpretando composições do seu mais novo trabalho musical, o CD ‘Histórias que Andei’, lançado em 2016, Galo Preto animou os presentes com a poética e os repentes de embolada. <i>“Defino este projeto, que participo pela terceira vez, como uma iniciativa bem pensada, que chegou em bom momento e está proporcionando nossa cultura completamente viva para os mais jovens. Isso incentiva os estudantes a cultivarem as nossas raízes artísticas, o que eu acho muito importante e gratificante”</i>, comentou com animação.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47464" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para<i> a </i>estudante Larissa Cauani, do EREM Dr. Jaime Monteiro, a participação no projeto serviu de inspiração para toda vida estudantil .<i> “Foi muito interessante a edição do projeto aqui em Gameleira, especialmente por tratar a forma como encaramos a leitura de obras literárias. Gravei muita coisa do que ouvi hoje na memória e espero que a programação volte por aqui mais vezes”</i>, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Laura Beatriz, <em>“toda a programação foi muito legal, porque nem sempre temos a oportunidade de ter esse contato mais próximo com uma escritora renomada em nossa cidade. Também adorei a apresentação do mestre Galo Preto, por ele demonstrar a tradição do coco de uma forma muito animada”</em>, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Outras Palavras</strong> segue com sua programação itinerante para Timbaúba, nesta terça-feira, 11 de abril.</p>
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		<title>Estudantes de Gameleira recebem ‘Outras Palavras’ nesta sexta-feira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/estudantes-de-gameleira-recebem-outras-palavras-nesta-sexta-feira/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 14:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ampliar o conhecimento e estimular a prática da leitura em crianças e adolescentes é uma das diretrizes do ‘Outras Palavras’, uma realização da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundarpe. Nesta sexta-feira, (7), na EREM Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul, das 8h às 12h, acontece a quarta edição de 2017 do ‘Outras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47320" aria-labelledby="figcaption_attachment_47320" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luzila-Goncalves-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-47320" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luzila-Goncalves-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora pernambucana Luzilá Gonçalves é a convidada para um bate-papo literário </p></div>
<p>Ampliar o conhecimento e estimular a prática da leitura em crianças e adolescentes é uma das diretrizes do ‘Outras Palavras’, uma realização da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundarpe. Nesta sexta-feira, (7), na EREM Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul, das 8h às 12h, acontece a quarta edição de 2017 do ‘Outras Palavras’. Desde 2015, o projeto reúne diversas ações que integram cultura, educação e cidadania.</p>
<p>A programação inclui entrega de kits literários com livros de autores pernambucanos, para a biblioteca da escola. Haverá ainda a exibição do filme ‘ <i>A hora da saída’</i>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça, uma parceria da Secult com a Secretaria de Educação.</p>
<div id="attachment_47321" aria-labelledby="figcaption_attachment_47321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Galo-Preto-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-47321" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Galo-Preto-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, vai ministrar aula sobre cultura popular </p></div>
<p>Os estudantes também terão um diálogo com a escritora pernambucana Luzilá Gonçalves e mediação do jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. O evento se encerra com apresentação do Patrimônio Vivo de Pernambuco, o coquista e repentista, Mestre Galo Preto.</p>
<p>Para a idealizadora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, “<i>o objetivo do projeto é de ampliar o conhecimento e despertar o interesse da leitura aos estudantes de escolas públicas”, ressaltou.</i></p>
<p><b>Serviço:</b><br />
<b><i>4ª edição do Projeto Outras Palavras</i></b><br />
<b>Quando:</b> sexta-feira,7 de abril<br />
<b>Horário:</b> das 8h às 12h<br />
<b>Local:</b> EREM Dr. Jaime Monteiro ( Rua: Rodolfo de Araujo, s/n – Centro, Gameleira, Recife &#8211; PE)</p>
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		<item>
		<title>Estudantes do Recife vivem manhã de trocas culturais do projeto Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 21:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Referência do Ensino Médio Diário de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho A terceira edição de 2017 do projeto Outras Palavras, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, proporcionou nesta terça-feira (4), na Escola de Referência do Ensino Médio Diário de Pernambuco, localizada no bairro da Cidade Universitária, no Recife, uma manhã repleta de saberes e movimentação cultural. Na programação, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-EREM-Diario-de-Pernambuco-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47315" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-EREM-Diario-de-Pernambuco-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><em>Por Roberto Moraes Filho</em></p>
<p style="text-align: justify;">A terceira edição de 2017 do projeto <strong>Outras Palavras</strong>, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, proporcionou nesta terça-feira (4), na Escola de Referência do Ensino Médio Diário de Pernambuco, localizada no bairro da Cidade Universitária, no Recife, uma manhã repleta de saberes e movimentação cultural. Na programação, que envolveu cerca de 200 estudantes, além de professores das escolas participantes, foram realizados bate-papo literário com o escritor Luiz Coutinho Dias Filho e aula de cultura popular com o Maracatu Leão Coroado, Patrimônio Vivo de Pernambuco.<em>  </em><em></em></p>
<div id="attachment_47316" aria-labelledby="figcaption_attachment_47316" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-47316" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade abrindo a programação do projeto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dando início ao ciclo de atividades, a vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto, Antonieta Trindade, falou um pouco sobre a iniciativa, que também possibilita a doação de livros vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, além do livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’ (2014), de autoria da pesquisadora Maria Alice Amorim, para as bibliotecas de cada instituição de ensino. <i>“O projeto Outras Palavras, que tem como objetivo integrar a cultura e a educação, possui duas marcas principais: a da resistência e a da oportunidade. A marca da resistência porque nós todos que somos das classes populares sabemos que para chegar à universidade, mesmo com cotas, é preciso ampliarmos o nosso conhecimento. E a gente não pode ter uma escola melhor sabendo menos. Precisamos ter uma escola que nos garanta o segundo objetivo do ‘Outras Palavras’, que é a oportunidade”,</i> frisou Antonieta.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Possibilitamos que os estudantes conheçam escritores premiados do nosso Estado e também Patrimônios Vivos, assim como mestres e mestras da cultura popular. Então, é por isso que nós estamos indo adiante com esse projeto, para resistir e também possibilitar oportunidades para que os estudantes reflitam sobre o que eles pretendem se tornar no futuro, através de conhecimentos capazes de acrescentar muito na vida de cada um”</i>, concluiu a idealizadora do projeto.</p>
<div id="attachment_47317" aria-labelledby="figcaption_attachment_47317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class=" wp-image-47317" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Entrega do kit &#8216;Outras Palavras&#8217; a professora Carina Araujo e ao diretor Carlos Alberto, do EREM Diário de Pernambuco.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a entrega dos kits do projeto para representantes da EREM Diário de Pernambuco, Escola Professor Fontainha de Abreu, Escola Pintor Lauro Villares e Escola Leal Barros, os estudantes tiveram um bate-papo com o escritor Luiz Coutinho Dias Filho, mediado pelo jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes. Nascido no Recife e formado em medicina, atuando como neurocirurgião e neurologista, Luiz Coutinho também integra a Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Em 2014, publicou o seu primeiro livro, ‘A Reconquista do Paraíso e Outros Poemas’. Já sua segunda e mais recente obra, ‘Nós, os bichos’, publicada em 2015, foi vencedora do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47325" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em sua participação nesta edição do projeto, Luiz Coutinho conversou sobre o ofício de escritor em meio à vida profissional revezada com a carreira de médico. <i>“Quando eu tinha a idade de vocês eu decidi que iria ser médico, mas já naquela época gostava muito de escrever. E décadas depois, eu pude seguir os dois caminhos. Quanto a ser escritor, o que é necessário é amar escrever. No momento em que gostamos, vamos colocando as ideias no papel, esperando que um dia alguém vá gostar do que você fez. Eu comecei a escrever compondo poesias e nunca tive pretensão de ser escritor profissional. Escrevia eventualmente, para conquistar o coração das mulheres e após um desentendimento com minha esposa, para me reconciliar com ela, eu fiz uma poesia e publiquei em um jornalzinho comunitário de Aldeia. A partir daí, o pessoal e meus amigos foram gostando e me incentivaram a reunir os poemas que eu já tinha feito em uma única publicação, constituindo um livro. Foi assim que surgiu o meu primeiro livro ‘A Reconquista do Paraíso e Outros Poemas’. Com ele, eu passei a integrar a Sociedade Brasileira de Médicos Escritores”</i>, resumiu Coutinho.</p>
<div id="attachment_47324" aria-labelledby="figcaption_attachment_47324" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-47324" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Coutinho Dias Filho e Marcos Enrique Lopes, durante a realização do bate-papo literário.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sobre o processo para compor o seu segundo livro de contos ‘Nós, os bichos’, Luiz Coutinho definiu: <i>“Eu escolhi esse título em virtude dos contos terem a ver com animais e escolhi a temática porque é muito comum nós querermos identificar características de humanos nos animais. Na abertura do livro, escrevi que estamos no auge de uma escada que tem muitos degraus ocupados pelos seres que nos acompanharam na arca de Noé. Para chegar aí, passamos por todos esses degraus e, de certo, trazemos resquícios do que há neles. Nas fábulas, os bichos exibem traços humanos, as estórias deste livro são o inverso das fábulas”</i>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47326" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luiz-Coutinho-Dias-Filho-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Finalizando a explanação sobre o processo de criação literária do escritor, o projeto abriu espaço para que os estudantes pudessem fazer perguntas e observações sobre as obras evidenciadas. <i>“Esta é a segunda vez que participo do projeto Outras Palavras e acho a iniciativa brilhante, por estabelecer uma ponte entre aquele que produz arte e os alunos, que são aqueles que ainda irão produzir. Só tenho elogios a tecer sobre o que vivenciei aqui hoje. Quanto à participação dos estudantes, estou saindo pela segunda vez impressionado com o que a juventude pode nos oferecer em troca quando a gente toma o caminho de entregar algo para eles”</i>, comentou Luiz Coutinho.</p>
<div id="attachment_47327" aria-labelledby="figcaption_attachment_47327" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luciana-Santos-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47327" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Luciana-Santos-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Deputada federal Luciana Santos (PCdoB) , durante o  projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A deputada federal Luciana Santos, que esteve presente nesta terceira edição do projeto, saudou os estudantes falando sobre a política de integração entre cultura e educação, praticada pelo projeto no âmbito estadual. <i>“Quando a Fundarpe, junto com as escolas procuram fazer essa interação, é para que a gente possa ter a dimensão do quanto a cultura é fundamental para que tenhamos a capacidade de abstração. Porque o lúdico, o conhecimento e a nossa inteligência precisam dialogar com a nossa capacidade de abstração e de olhar o mundo de maneira mais abrangente. E às vezes, embora seja decisiva a aprendizagem formal, aquela que a gente vê aqui na lousa, é necessário também essa nossa capacidade de abstrair, de imaginar, de refleti. A cultura nos leva a isso, por meio dela a gente reflete nossa história, o nosso comportamento, os nossos valores&#8221;</i>, destacou a deputada.</p>
<div id="attachment_47328" aria-labelledby="figcaption_attachment_47328" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Mestre-Afonso-Aguiar-Maracatu-Leao-Coroado-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47328" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Mestre-Afonso-Aguiar-Maracatu-Leao-Coroado-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Afonso Aguiar, do Maracatu Leão Coroado</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, o projeto possibilitou aula de cultura popular com o mestre Afonso Gomes Aguiar, presidente do Maracatu Leão Coroado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que ao final também promoveu apresentação especial da agremiação para os estudantes. <em>“Em 2017, o Leão Coroado completa os seus 154 anos de resistência. Não é coisa fácil manter uma tradição que foi iniciada antes da abolição da escravatura. Somos oriundos de uma religião, que é o candomblé, e temos à nossa frente a representação de nossa ancestralidade, que é a calunga. O Maracatu Leão Coroado é composto ainda por uma corte e segue se apresentando como uma procissão, a dança do candomblé é interpretada especialmente pelas baianas e o batuque nosso tem como característica principal ser um batuque lento”</em>, explicou o mestre Afonso, que posteriormente explanou sobre a manifestação, também atuante como ponto de cultura no bairro de Águas Compridas, em Olinda.</p>
<div id="attachment_47329" aria-labelledby="figcaption_attachment_47329" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Maracatu-Leao-Coroado-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-47329" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Maracatu-Leao-Coroado-Outras-Palavras-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Maracatu Leão Coroado</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>“A iniciativa do projeto Outras Palavras é de grande importância, especialmente por levar para estudantes pernambucanos a sabedoria popular sobre nossas manifestações culturais, que em muitos casos é desconhecida nas escolas. Por meio de iniciativas como esta, em que vamos ficando conhecidos entre os estudantes, podemos resistir com nossa cultura”</em>, destacou o mestre, ao final da apresentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Matheus Lima, estudante da EREM Diário de Pernambuco, o projeto possibilita também uma melhor aproximação com aptidões que ainda não são praticadas no ambiente escolar. <em>“Por ser de escola pública, nós não temos tanta oportunidade de ter aulas diferenciadas como esta. Através do ‘Outras Palavras’, podemos despertar em nós um olhar diferenciado sobre a escrita, que muitas vezes não praticamos ou deixamos de investir, por ainda não ter uma aproximação mais intensa com escritores. Acho que quando a gente ouve relatos de escritores e mestres da cultura popular, fica muito mais natural querer conquistar e buscar experiências nos segmentos”</em>, avaliou o estudante.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-EREM-Diario-de-Pernambuco-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47330" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Projeto-Outras-Palavras-EREM-Diario-de-Pernambuco-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já para a estudante Ana Flávia de Lima Venâncio, do 3º ano da Escola Leal de Barros, o projeto permitiu ampliar conhecimentos sobre como publicar livros e colaborar para a manutenção de manifestações. <em>“Como eu já estudei em colégio particular até a 8ª série, e agora no Ensino Médio passei a fazer parte da rede pública de ensino, eu nunca tinha visto um projeto como este, que valoriza a cultura de Pernambuco e possibilita conversas valiosas com um escritor premiado do nosso Estado. Isso só incentiva a leitura e busca levar para o estudante o que ele muitas vezes sente dificuldade em encontrar no universo da escola”</em>, comentou Ana Flávia, que escreve poemas desde o ano passado e já pensa em publicá-los mais à frente.</p>
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		<title>Escola pública do Recife acolhe programação cultural do projeto &#8216;Outras Palavras&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 14:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EREM Diário de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Proporcionar vivências com artistas e grupos culturais do estado, além de estimular a leitura entre os estudantes são diretrizes do projeto Outras Palavras, uma realização da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundarpe. Nesta terça-feira (4), o projeto chega à EREM Diário de Pernambuco, no Engenho do Meio, com uma programação que integra cultura, educação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47042" aria-labelledby="figcaption_attachment_47042" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Maracatu-Leao-Coroado-foto-Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-47042" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Maracatu-Leao-Coroado-foto-Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Leão Coroado, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das atrações convidadas</p></div>
<p>Proporcionar vivências com artistas e grupos culturais do estado, além de estimular a leitura entre os estudantes são diretrizes do projeto Outras Palavras, uma realização da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundarpe. Nesta terça-feira (4), o projeto chega à EREM Diário de Pernambuco, no Engenho do Meio, com uma programação que integra cultura, educação e cidadania.</p>
<p>Além da entrega de kits com livros de escritores pernambucanos para a biblioteca da escola, haverá ainda uma apresentação de um Patrimônio Vivo do Estado, o Maracatu Leão Coroado. Os estudantes terão a oportunidade de dialogar com o escritor Luiz Coutinho<i>,</i> vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro “Nós, os bichos”.  Completando a programação, o projeto vai exibir o filme ‘ <i>A hora da saída’</i>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça.</p>
<p>De acordo com a idealizadora do projeto e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, a importância do Outras Palavras “é de ampliar o conhecimento aos estudantes de escolas públicas, com repertório artístico e cultural, para estimular a leitura e ter contato com o escritor e sua obra literária”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>3ª edição de 2017 do Projeto &#8216;Outras Palavras&#8217;</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 4 de abril<br />
<strong>Horário:</strong> das 8h às 11h<br />
<strong>Local:</strong> EREM Diário de Pernambuco ( Rua: Costa Sepúlveda, s/n &#8211; Cidade Universitária, Recife &#8211; PE)</p>
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