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	<title>Portal Cultura PE &#187; Quarta Parede</title>
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		<title>Quarta Parede lança ensaios sobre arte e censura</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 18:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Parede]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria Dando continuidade à publicação de conteúdo sobre artes cênicas em Pernambuco, o site Quarta Parede reúne uma série de quatro ensaios de artistas e pesquisadores de teatro e dança. Intitulado Cena e Censura, o dossiê em questão toma como ponto de partida algumas performances e espetáculos que, nos últimos meses, sofreram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53651" aria-labelledby="figcaption_attachment_53651" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberto Fernandes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Bruno-Siqueira-Márcio-Andrade-João-Guilherme-Marcelo-Sena-Cred-Roberto-Fernandes.jpg"><img class="size-medium wp-image-53651" alt="Roberto Fernandes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Bruno-Siqueira-Márcio-Andrade-João-Guilherme-Marcelo-Sena-Cred-Roberto-Fernandes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Siqueira, Márcio Andrade, João Guilherme e Marcelo Sena integraram equipe principal do projeto</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>Dando continuidade à publicação de conteúdo sobre artes cênicas em Pernambuco, o site Quarta Parede reúne uma série de quatro ensaios de artistas e pesquisadores de teatro e dança. Intitulado Cena e Censura, o dossiê em questão toma como ponto de partida algumas performances e espetáculos que, nos últimos meses, sofreram retaliações por exporem corpos nus.</p>
<p>“O que me motivou a escrever essas linhas foram alguns casos noticiados na mídia, como o espetáculo de dança Zoe, da coreógrafa Francini Barros, que, em junho deste ano, foi advertida pela direção do Teatro Apolo – Recife/PE – a ‘vestir’ um dos bailarinos, que fazia uma cena de nu na calçada do teatro”, comenta Bruno Siqueira, autor de um dos textos que compõe o dossiê.</p>
<p>Esse evento foi um dos gatilhos para que o site resolvesse convidar outros artistas e pesquisadores a colaborar com as questões e tensões suscitadas pelo acontecimento, a partir de reflexões e fundamentações teóricas diversas. Ao contar com pesquisadores como convidados para publicar esses dossiês, o site objetiva difundir e aprofundar questões sociais, morais e éticas relacionados às artes cênicas e, assim, fomentar o pensamento cultural para formação crítica do público.</p>
<p>A partir do acontecimento envolvendo o espetáculo Zoe, os outros autores teceram comentários a partir de performances que também evidenciam o nu e o corpo como questões, como Isso te interessa?, da Companhia Brasileira de Teatro (PR); Macumba Antropófaga, do Teatro Oficina (SP); e DNA de Dan, de Maikon Kempinski (PR); Dark Room, da Cia Etc. (PE); e Segunda Pele, do Coletivo Lugar Comum (PE). Ao refletir a cena brasileira a partir de chaves de leitura como colonialismo, ‘civilidades’ e corpo, o dossiê pretende se configurar como um espaço de produção de pensamento a partir das contribuições dos colaboradores envolvidos. “Num tempo em que o <em>MBL</em> consegue fechar a exposição Queermuseu, no Santander Cultural, alegando ‘imoralidade’, ‘blasfêmia’ e ‘apologia à zoofilia e pedofilia’, parece que trazer esse dossiê se mostra até mais urgente e necessário do que gostaríamos”, comenta o editor-chefe do Quarta Parede, Márcio Andrade.</p>
<p>A intenção é que o site, ao possibilitar o acesso a conteúdos analíticos e críticos embasados e reflexivos de forma multimidiática (através de ensaios, podcasts e webdocumentários), pretende-se contribuir com uma expressividade particular para as leituras a respeito da arte, crítica e pesquisa nas artes cênicas. “Mais do que construir conhecimento que fiquem restritos aos corredores dos teatros ou aos eventos acadêmicos, desejamos construir reflexões relevantes ao público e diversificadas em sua forma de comunica-las”, complementa Andrade.</p>
<p>Desta forma, a produção do site Quarta Parede tem se voltado menos para a disponibilização de informação sobre temporadas de espetáculos e mais como um ambiente com uma diversidade de gatilhos para a construção de pensamentos em torno do espaço da cena (com ênfase no teatro e dança feitos em Pernambuco, mas não somente nele). Algumas das temáticas dos próximos dossiês abrangerão temas como Acessibilidade e Inclusão, Espaços Alternativos e Cena e Tecnologia.</p>
<p>Essas questões que são tratadas no debate que podem ser conferidas nos ensaios abaixo:</p>
<p><strong>Por uma descolonização dos modos de fazer e de receber arte</strong><br />
“Por que ficar nu em nossa sociedade é um ato obsceno e condenável? Atentemo-nos para as respostas e verificaremos que a moral sustentada pertence a determinados segmentos e instituições sociais, não a todos. Nossa moral é burguesa, colonial, cristã e patriarcal” (Para ler texto completo, clique <strong><a href="http://4parede.com/por-uma-descolonizacao-dos-modos-de-fazer-e-de-receber-arte/" target="_blank">AQUI</a></strong>)</p>
<p><em>Por Bruno Siqueira</em><br />
Doutor em Teoria da Literatura (UFPE), com tese sobre a dramaturgia brasileira moderna e contemporânea, e Professor do curso de Licenciatura em Teatro (UFPE)</p>
<p><strong>Corpo: uma presença/potência que assusta</strong><br />
‘Quantas chances você teve de olhar o corpo do outro sem julgamentos ou interesse sexual? Nossos corpos ainda são alvos de reflexão sobre o que é correto e respeitoso de ser feito com eles, desde o quanto deve ser mostrado e que tipo de relações e afetos podem reverberar’ (Para ler mais, clique <a href="http://4parede.com/corpo-uma-presencapotencia-que-assusta/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>)</p>
<p><em>Por Matilde Wrublevski</em><br />
Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/ECO – UFRJ) e Especialista em Gestão e Produção Cultural pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p><strong>Hipóteses artísticas como mirantes &#8211; Censura, colonialismo e ambivalências</strong><br />
‘Assim é que enxergamos os pontos de encontro entre Dinamarca e Zoe: parece estarmos fundados no pior que a racionalidade foi capaz de inventar (exploração, individualismos, concepções predatórias de vida) e fadados ao pior da ‘selvageria’ que nossos colonizadores usaram como estereótipo daquilo que deles mesmos aceitaram tentar suprimir, seus instintos e sua implicação na natureza’ (para ler mais, clique <a href="http://4parede.com/01-cena-e-censura-hipoteses-artisticas-como-mirantes-censura-colonialismo-e-ambivalencias/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>)</p>
<p><em>Por Roberta Ramos</em><br />
Professora Doutora da Licenciatura em Dança (UFPE) e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (UFPB/UFPE). Participa como Pesquisadora do Acervo Recordança e como Artista-Pesquisadora do Coletivo Lugar Comum. Autora do livro Deslocamentos Armoriais &#8211; Reflexões sobre Política, Literatura e Dança Armoriais (2012), desdobramento de sua tese de doutorado, e organizadora e autora no livro Acordes e Traçados Historiográficos – A Dança no Recife (2016).</p>
<p><strong>O que o nu revela?</strong><br />
‘Talvez o que o corpo nu, de fato, desnude é tudo aquilo que nos veste: ideias sobre corpo, construções morais, preconceitos, intolerâncias&#8230; E assim nos coloca em frente a um espelho, diante do que não aceitamos ainda hoje: nosso conceito de falido de civilização, que não sustenta nossa existência plural e múltipla’ (para ler mais, clique <a href="http://4parede.com/01-cena-e-censura-o-que-o-nu-revela/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>)</p>
<p><em>Por Liana Gesteira</em><br />
Mestranda em Dança (UFBA), Especialista em Dança &#8211; Práticas e Pensamentos do corpo (Faculdade Angel Vianna) e Graduada em Jornalismo (UNICAP). Pesquisadora na área de dança, atuando principalmente nos temas processos criativos, performance, história da arte e crítica da arte. Além disso, atua como pesquisadora do Acervo RecorDança e dançarina-coreógrafa do Coletivo Lugar Comum.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o Quarta Parede</strong></span><br />
Atuante desde abril de 2015, o site Quarta parede foi criado pela produtora de conteúdo Combo Multimídia e incentivado desde seu início pelo Funcultura, investindo na comunicação multimídia para fomentar debates em torno de uma série de questões que atravessam o fazer cênico. Criado em dupla pelo pesquisador e produtor multimídia Márcio Andrade e pelo ator e iluminador João Guilherme de Paula, o projeto partiu de uma lacuna na divulgação dos espetáculos da cidade para investir em seu principal diferencial: a linguagem multimídia. Investir na criação de podcasts (programas de rádio para internet), em formato de mesa redonda e mediados pelo Prof. Dr. Bruno Siqueira e o artista da dança Marcelo Sena, e videocasts (vídeos curtos para plataformas como Youtube) sobre diversos aspectos que atravessam o fazer cênico na cidade, certamente, é um dos principais diferenciais do site.</p>
<p><strong>Ficha Técnica do Dossiê Cena e Censura</strong><br />
Produção e Edição &#8211; Márcio Andrade<br />
Autores – Bruno Siqueira, Matilde Wrublevski, Roberta Ramos e Liana Gesteira<br />
Designer – Rodrigo Sarmento<br />
Coordenação Geral &#8211; Márcio Andrade<br />
Realização &#8211; Combo Multimídia<br />
Incentivo &#8211; Fundo Estadual de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura</p>
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		<title>Websérie documental mergulha na produção dos coletivos teatrais do estado</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 17:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[márcio andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Quarta Parede]]></category>
		<category><![CDATA[teatro de fronteira]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O <strong>Quarta Parede</strong>, site especializado na crítica e difusão da produção cênica de Pernambuco, lança mais uma temporada da websérie documental homônima que revelará, em doze episódios, um recorte da produção teatral pernambucana. Publicada tanto no site como <a href="http://www.fb.com/4parede" target="_blank">na <strong>fanpage do projeto</strong></a>, a segunda temporada desta websérie apresentará breves perfis de grupos de teatro e dança da Região Metropolitana do Recife (RMR) através de depoimentos dos artistas, além de materiais de arquivo dos coletivos.</p>
<p>A série retorna dando enfoque ao <strong><a href="https://www.facebook.com/TeatroDeFronteira/" target="_blank">Teatro de Fronteira</a>, </strong>na busca de compreender as particularidades do biodrama e do teatro documentário nos seus processos criativos. Outros onze episódios tratarão da trajetória de grupos como <strong><a href="https://www.facebook.com/lugarcomumcoletivo/" target="_blank">Coletivo Lugar Comum</a></strong>, <strong><a href="https://www.facebook.com/Companhia-Fiandeiros-de-Teatro-251930998181820/" target="_blank">Fiandeiros</a></strong>, <strong><a href="https://www.facebook.com/compassosciadedancas/" target="_blank">Compassos</a></strong> e <strong><a href="https://www.facebook.com/oposte.daniel/" target="_blank">O Poste</a></strong>, sendo publicados mensalmente no site. A ideia, segundo o editor-chefe do<strong> Quarta Parede</strong> e produtor da Combo Multimídia (realizadora do projeto), Márcio Andrade, é transformar o projeto numa espécie de revista multimídia mensal sobre artes cênicas.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YP1vZDUN7uw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A segunda temporada conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura e, de acordo Márcio, surgiu a partir de conversas com dois especialistas em artes cênicas: no teatro, Bruno Siqueira; na dança, Marcelo Sena. <em>“Escolhemos grupos e coletivos que tivessem uma atuação mais constante na cidade e com uma pesquisa estética consistente. A intenção é que possamos ir alinhavando cada vez mais os web documentários às temáticas que estamos desenvolvendo a partir dos nossos ensaios textuais, entrevistas e podcasts”,</em> explica Márcio, que divide o <strong>Quarta Parede</strong> com o ator e iluminador João Guilherme de Paula.</p>
<p>Completamente distinta em relação a essa segunda, a primeira temporada teve uma estrutura diferente do que será apresentado desta vez. <em>“Geralmente, eram vinculados às estreias de espetáculos, lançamento de projetos ou realização de festivais &#8211; como O ano em que sonhamos perigosamente (do Magiluth), Os Superficiais (da Cia Etc), Las Mariposas (do NEXTO) e TREMA! Plataforma de Teatro. Apesar da importância de trazer visibilidade a esses projetos, a gente sentia que eram produtos que demandavam uma urgência muito grande de produção e com um tempo de interesse relativamente curto. geralmente, durante as turnês dos espetáculos, por exemplo”,</em> opina o produtor da série.</p>
<div id="attachment_53435" aria-labelledby="figcaption_attachment_53435" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberto Fernandes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rodrigo-Dourado-Créditos-Roberto-Fernandes.jpg"><img class="size-medium wp-image-53435" alt="Roberto Fernandes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Rodrigo-Dourado-Créditos-Roberto-Fernandes-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Rodrigo Dourado, do Teatro de Fronteira, durante entrevista feita para a websérie Quarta Parede</p></div>
<p>Márcio Andrade conta que o processo de produção dos episódios é continuado, ou seja, alguns deles ainda serão gravados. <em>“As pesquisas para elaboração dos roteiros se iniciaram em fevereiro e as entrevistas dos seis primeiros episódios entre maio e agosto. Nossa abordagem desta vez voltou-se basicamente para a realização de entrevistas e uso de materiais de arquivo dos próprios grupos, procurando visibilizar documentos que, por vezes, ficam guardados por anos sem ir a público. Esse é um movimento bastante relevante quando falamos da construção de uma história das artes cênicas no nosso estado, pois, por haver pouquíssimos pesquisadores interessados nesse registro, muitas vezes, cabem aos próprios grupos esse gesto historiográfico”,</em> detalha o produtor, citando outras publicações, como as de Leidson Ferraz (no teatro) e o Projeto Recordança (na dança), que também dão conta de uma parte da divulgação desses registros &#8211; apesar da limitações e da impossibilidade de abranger toda a produção existente.</p>
<p><em>“Após as gravações dos primeiros seis episódios estarem finalizadas, estamos fazendo a edição a cada mês, mergulhando no universo temático e estético de cada grupo para abordá-los de formas distintas”,</em> diz ele. As filmagens dos episódios posteriores acontecerão a partir de janeiro de 2018. Para mandar sugestões de temas a serem debatidos no site, basta enviar e-mail para contato@4parede.com ou mensagem na <a href="http://www.fb.com/4parede" target="_blank">fanpage.</a></p>
<div id="attachment_41475" aria-labelledby="figcaption_attachment_41475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro.png"><img class="size-medium wp-image-41475 " alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/luzi-e-negro-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos espetáculos produzidos pelo Teatro de Fronteira foi o monólogo &#8216;Luzir é Negro&#8217;</p></div>
<p>O produtor revela ainda que, além da websérie, durante os próximos meses o <strong>Quarta Parede</strong> estará preparando dossiês temáticos envolvendo ensaios, entrevistas, poadcasts e web documentários que atravessam questões como Acessibilidade, Espaços Alternativos e Cena e Tecnologia, entre outros. <em>“Com esses produtos, almejamos alimentar a formação não somente dos artistas, mas também do público, que passará a fruir e pensar os espetáculos a partir de outras chaves de leitura – indo além de um ‘gostei’ ou ‘não gostei’”.</em></p>
<p><strong>Sobre o Teatro de Fronteira:</strong> Surgiu em 2008, no Recife, com o objetivo de pesquisar as teatralidades contemporâneas. Após participar de diversos festivais e estrear com vários espetáculos, o grupo desenvolve atualmente projeto de pesquisa com incentivo do Funcultura, sob o título Vozes Contemporâneas: Uma Pesquisa Experimental Sobre Novas Dramaturgias e Suas Vocalidades. Esse projeto se desdobra na realização dos espetáculos Complexo de Cumbuca e SoloDiva, desvelando uma pesquisa que atravessa outros trabalhos mais recentes do grupo, como O Caso Laramie (2013), Na Beira (2015) e Luzir é Negro! (2016)</p>
<p><strong>Ficha Técnica do 1º episódio da 2ª temporada da websérie Quarta Parede:</strong><br />
Roteiro | Direção &#8211; Márcio Andrade<br />
Produção &#8211; João Guilherme de Paula<br />
Imagens | Edição &#8211; Roberto Fernandes<br />
Fotografias &#8211; Rodrigo Dourado, Ricardo Maciel, Rodrigo Moreira, Lídia Marques<br />
Motion Designer &#8211; Arthur Carvalho<br />
Coordenação Geral &#8211; Márcio Andrade<br />
Realização &#8211; Combo Multimídia<br />
Incentivo – Funcultura</p>
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