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	<title>Portal Cultura PE &#187; questões de gênero</title>
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		<title>Mulheres apontam caminhos para reduzir desigualdades de gênero no mercado cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 16:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do Trem. Também estiveram lá representantes da sociedade civil, de setores do audiovisual, artesanato e produção de eventos. O objetivo foi debater propostas que possam reduzir a desigualdade de gênero nesse mercado de trabalho.</p>
<p>Luciana Santos destacou que, em um momento de crise e altos índices de desemprego, o governo do estado trabalha para ser um contraponto à gestão federal, que não prioriza o crescimento econômico. “Não podemos contaminar Pernambuco com o ambiente de ceticismo e desesperança que existe em nível nacional. Ninguém aqui quer vender a ilusão que nós sozinhos vamos resolver o problema da empregabilidade, mas nós vamos, a partir das nossas possibilidades, trabalhar para, por exemplo, atrair investimentos, como tem feito o governador Paulo Câmara. E, dentro das nossas oportunidades e vocações, ter um olhar para o trabalho da mulher”, disse.</p>
<p>De passagem pelo Estado para lançar seu livro “Por que lutamos?”, a ex-candidata a vice-presidente Manuela d’Ávila participou do início da reunião e ressaltou o caráter inovador do Pernambuco Com Elas. “Eu acho que esse trabalho que vocês desenvolvem aqui é inédito no Brasil: um grupo de trabalho permanente, que vai estruturando as políticas para enfrentar uma das faces mais cruéis da diferença que se estabelece historicamente, socialmente, culturalmente entre mulheres e homens. No dia que as mulheres tiverem independência econômica ou mais formas de viverem suas vidas, elas vão ficar cada vez mais fortes”, disse.</p>
<div id="attachment_72873" aria-labelledby="figcaption_attachment_72873" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-72873" alt="Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural</p></div>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos aos homens, na mesma função ou função semelhante.</p>
<p>O secretário de Cultura Gilberto Freyre Neto destacou a necessidade de um mapeamento amplo da Cultura em todos os setores da sociedade, pois que a produção cultural está além do que é incentivados pelos órgãos governamentais. É preciso, segundo ele, pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado. “Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos a eles.</p>
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<p>No encontro, diversos participantes ressaltaram a necessidade de mapear de forma mais detalhada a presença das mulheres nesta cadeia produtiva. De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, é preciso pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado.</p>
<p>“Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p><b>Nos livros e debates</b></p>
<p>O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão, afirmou que o órgão que dirige quer contribuir para o debate de ideias relacionado às pautas femininas. Nesse sentido, anunciou que a editora está à disposição para publicar obras que abordem o tema, como forma de estimular no Estado reflexões sobre a situação da mulher hoje. Segundo ele, pode ser inclusive criado um selo com este objetivo.</p>
<p>“Também colocamos à disposição nosso circuito literário, que realiza 15 feiras literárias em todas as microrregiões do estado, do Sertão ao Litoral. Podemos abrir espaços na programação para que as mulheres de Pernambuco se expressem e discutam esses temas”, colocou.</p>
<p><b>Audiovisual e formação</b></p>
<p>A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, destacou iniciativas que já existem na política pública de Cultura e que fortalecem e estimulam a presença das mulheres. Ela destacou o edital do Funcultura Audiovisual, que passou a dar uma pontuação maior a projetos que têm mulheres em função de destaque nas produções. No edital de 2018, os resultados foram expressivos, com 62% dos projetos de obras audiovisuais contempladas com diretoras ou roteiristas mulheres, quando a média nacional não passa de 20%. “É um exemplo do que podemos adotar em outras áreas”, disse. Silvana</p>
<p>Ela falou ainda sobre a importância de formar mulheres para preencherem lacunas hoje existentes na cadeia produtiva da cultura. “Sem formação, a dependência exclusiva do artista em relação ao dinheiro do estado, não é eliminada. Precisamos dar um mínimo de autonomia”, defendeu, sugerindo ainda a possibilidade de criar um recorte de gênero no edital de Microprojeto Cultural. O edital, que está em sua primeira edição, tem como objetivo beneficiar atividades culturais de baixo orçamento, que tenham compromisso com empreendedorismo, transmissão de saber, com impacto social para mulheres.</p>
<div id="attachment_72897" aria-labelledby="figcaption_attachment_72897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23.jpg"><img class="size-medium wp-image-72897" alt="Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Audiovisual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Funcultura do Audiovisual</p></div>
<p>A Gerente de Formação da Secult, Tarciana Portela, fortaleceu em sua fala a necessidade de levantamento dos indicadores da cultura para um trabalho mais assertivo e que faça recortes de gênero nas áreas em que forem apontadas maiores desequilíbrios. Ela destacou a importância do Fórum, que está trazendo a temática de forma transversal, convocando diversas secretarias e setores da sociedade para construírem juntos alternativas que estimulem a entrada de mais mulheres no mercado de trabalho, bem como a ascensão das que já estão nele. &#8220;Vamos ver como fazer o empoderamento das mulheres focando a economia da cultura. Saber em como fortalecer a participação delas em nossos diversos programas. Vamos em busca também dos números da cultura para ver a participação da mulher no setor&#8221;, disse.</p>
<p>A produtora cultural Karina Hoover, da Luni Produções, falou sobre as dificuldades que as mulheres enfrentam na área da cultura. “A formação da mulher está maioritariamente na base, na área de produção, que é o que faz o filme acontecer. Mas a gente é muito mal valorizada por essas funções. E no mérito também. Sinto uma falta grande de formação de mulheres para esses cargos principais, de diretora do filme, diretora de fotografia, roteiristas, são poucas. Qualquer processo para fomentar a inclusão da mulher no mercado criativo precisa de formação”, opinou.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Paço do Frevo, Vanessa Marinho, ressaltou a importância de ter maior representatividade de raça no mercado da cultura. “Temos que pensar na produção das mulheres negras também”, sublinhou, propondo uma articulação para que se possa encontrar saídas a partir do trabalho em rede, diante da escassez de recursos.</p>
<p>A secretária da Mulher, Silvia Cordeiro lembrou que, para além da formação técnica, é preciso oferecer também uma formação cidadã e sociopolítica para as mulheres. “É preciso falar sobre a condição da mulher nem Pernambuco. A gente tem feito isso no projeto de capacitação Ela Pode. A gente fala da violência contra a mulher, da dupla jornada de trabalho, da sub representatividade feminina na política, porque é importante essa compreensão”, indicou.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Seminário aborda representação da mulher em contextos culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 13:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Diretoria de Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial, no Recife, recebe na próxima terça-feira (4), a partir das 8h, a 2ª edição anual do seminário “As Expressões Artísticas e as Questões de Gênero &#8211; Mulher, Cultura e Comunicação”. O evento, que é aberto ao público, objetiva refletir a atuação do gênero feminino envolvendo segmentos como mídia e economia criativa. Na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Seminario.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16355" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Seminario-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro Arraial, no Recife, recebe na próxima terça-feira (4), a partir das 8h, a 2ª edição anual do seminário “As Expressões Artísticas e as Questões de Gênero &#8211; Mulher, Cultura e Comunicação”. O evento, que é aberto ao público, objetiva refletir a atuação do gênero feminino envolvendo segmentos como mídia e economia criativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesa de abertura, o público contará com a participação da secretária da Mulher de Pernambuco, Barbara Kreuzig, do secretário de Cultura do Estado, Marcelo Canuto, do presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, além dos representantes do MinC e Fundaj, José Gilson Matias Barros e Silvana Meireles. A importância da mulher na participação das políticas culturais será um dos assuntos propostos no decorrer das mesas de debates, que irão discutir temas como “A Presença da Mulher na Gestão Cultural”, “A Presença da Mulher na Economia Criativa”, “Gênero, Cultura e Comunicação”, “A Representação da Mulher no Audiovisual” e “O Protagonismo da Mulher nas Artes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar, é necessário fazer o credenciamento no dia do evento, a partir das 8h, no Teatro Arraial, localizado na Rua da Aurora, nº 457, Bairro da Boa Vista, no Recife. O seminário é uma realização da Gerência de Formação em Gênero da Secretaria da Mulher de Pernambuco, em parceria com a Diretoria de Formação Cultural da Secult-PE.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>8h |</strong> Credenciamento</p>
<p><strong>9h |</strong> Mesa de Abertura | Barbara Kreuzig (Secretária da SecMulher/PE), Marcelo Canuto (Secretário da SECULT), Severino Pessoa (Presidente da FUNDARPE), José Gilson Matias Barros (MinC), Silvana Meireles (FUNDAJ)</p>
<p><strong>9h30 | </strong>Mesa 1 | A Presença da Mulher na Gestão Cultural &#8211; palestrante: Carmem Lélis (Assessora da Secretaria de Cultura do Recife)</p>
<p><strong>10h10 | </strong>Mesa 2 | A presença da mulher na Economia Criativa &#8211; palestrante: Tarciana Portella (Jornalista e Produtora Cultural)</p>
<p><strong>11h | </strong>Debate<strong> |</strong> mediadora: Silvana Meireles (Diretora de Memória, Cultura, Educação e Artes da FUNDAJ)</p>
<p><strong>12h |</strong> Almoço</p>
<p><strong>14h |</strong> Mesa 3 | Gênero, Cultura e Comunicação &#8211; palestrante: Soraya Barreto (professora de<br />
Comunicação da UFPE)</p>
<p><strong>14h40 |</strong> Mesa 4 | A Representação da Mulher no Audiovisual &#8211; palestrante: Hanna Godoy (Cineasta)</p>
<p><strong>15h20 |</strong> Mesa 5 | O Protagonismo das Mulheres nas Artes &#8211; palestrante: Vitória Amaral (professora e coordenadora do curso de Artes Visuais da UFPE)</p>
<p><strong>16h |</strong> Debate | mediadora: Ciara Carvalho (Jornal do Commercio)</p>
<p><strong>17h |</strong> Coquetel de encerramento</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Seminário “As Expressões Artísticas e as Questões de Gênero”<br />
Data: terça-feira (04/11)<br />
Horário: das 8h às 17h<br />
Local: Teatro Arraial (Rua da Aurora, nº 457, Bairro da Boa Vista, no Recife)<br />
Acesso gratuito | Credenciamento às 8h</p>
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