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		<title>Em Garanhuns, Secult-PE promove encontro com quilombolas de Castainho</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 01:02:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100720" aria-labelledby="figcaption_attachment_100720" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/52832570846_0d604f64b0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-100720" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/52832570846_0d604f64b0_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quinta edição do SECULT-PE de ANDADA voltou ao Agreste, desta vez visitando o Quilombo Castainho</p></div>
<p>&#8220;Temos na cultura popular a maior riqueza. Resistência negra.&#8221; Foi com esses versos do músico Valdir da Silva Pereira, representante da comunidade Tigre, que a equipe do SECULT-PE de ANDADA foi recebida na sede do Quilombo Castainho, nesta quinta-feira (20). A ação realizou escutas com cinco representantes das seis comunidades quilombolas do município de Garanhuns, no Agreste pernambucano.</p>
<p>&#8220;Antigamente o quilombo não ser encontrado garantia nossa sobrevivência. Hoje é o contrário&#8221;, pontuou Ermeson Araújo da Silva, representante da comunidade do Timbó. Esse depoimento refletiu bem o clima que a quinta edição do SECULT-PE de ANDADA encontrou na região.</p>
<p>As lideranças comunitárias receberam o secretário estadual de Cultura, Silvério Pessoa, equipe e convidados para bater um papo e apresentar suas demandas. A participação da cultura popular no Festival de Inverno de Garanhuns e seu acesso aos mecanismos de fomento, como a Lei Paulo Gustavo, estiveram entre os assuntos mais discutidos.</p>
<p>Participaram ainda do encontro Fany Bernal, Fernanda Limão e Marília Ferro, covereadoras da mandata Fany das Manas; e Márcia Félix, professora de literatura e cultura popular da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Ufape). As comunidades foram representadas ainda por José Carlos Lopes das Silva, José Lopes e Lúcia Quilombola, da Nação Castainho; Michele Romeiro dos Santos, Fabiana Santos, Aparecida Nascimento Olivera, da Nação Estivas; e Cícero Andrade, da Nação Estrela.</p>
<p>O consenso entre representantes locais é de que há uma constante dificuldade para que a cultura funcione e tenha continuidade na região. Márcia, que é ex-integrante do Conselho Estadual de Políticas Culturais, salientou a antiga luta pela existência de um conselho, um fundo e um sistema de incentivo à cultura municipais.</p>
<p>Outras principais necessidades nas comunidades giram em torno de reconhecimento da territorialidade; registro das histórias, músicas e rezas das raízes quilombolas, que são transmitidas por meio da oralidade; investimentos no Polo Castainho no FIG, retomado em 2022; apoio na elaboração de projetos culturais e prestação de contas; retomada do ciclo de festas locais; e resgate de manifestações como mazurca, casa de farinha e banda de pífanos.</p>
<p>&#8220;A gente fica fazendo cultura aqui &#8216;na tora&#8217;, para não deixar morrer&#8221;, desabafou Aparecida. &#8220;Para quem é de fora, Garanhuns é a Suíça Pernambucana&#8221;, lembrou José Lopes. &#8220;Mas os quilombos têm mais de 300 anos. É uma contradição muito grande.&#8221;</p>
<p>Após as escutas, Silvério respondeu que o Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE, compromete-se a encaminhar para a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco as demandas que são da competência da Fundarpe, a exemplo do próprio FIG.</p>
<p>O secretário também solicitou das próprias lideranças um projeto para o Polo Castainho, sugeriu parceria com a gestão municipal e prometeu apoio na criação de um memorial museológico, na retomada do ciclo festivo, na desburocratização de processos como a comprovação de cachês e na presença mais efetivas de artistas das comunidades nos principais palcos dos eventos públicos.</p>
<p>&#8220;Foi uma escuta maravilhosa, participativa. Foi muito bom&#8221;, avaliou Silvério no fim de mais um SECULT-PE de ANDADA.</p>
<p>O Quilombo Castainho é uma comunidade quilombola localizada na zona rural do município de Garanhuns. Sua origem está relacionada à destruição do Quilombo dos Palmares. A comunidade foi formada a partir dos negros que resistiram e fugiram de Palmares.</p>
<p>As atividades culturais de origens africanas preservam a tradição da comunidade por meio de manifestações como a dança do coco, a dança afro, o afoxé, o maracatu e a dança dos guerreiros.</p>
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