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	<title>Portal Cultura PE &#187; quilombo</title>
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		<title>Receitas de comunidade quilombola do interior de Pernambuco ganham registros em áudio e vídeo</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:07:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A culinária quilombola guarda séculos de saberes transmitidos de geração em geração, quase sempre pela oralidade e pela observação do dia a dia. Pouco documentada e ainda alvo de curiosidade, ela agora ganha espaço no audiovisual com a estreia da &#8220;websérie Saberes e Sabores Quilombolas&#8221;, que estreia em setembro, no canal do Youtube e do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-Pernambuco-ganham-registros-em-áudio-e-vídeo-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120039" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Receitas-de-comunidade-quilombola-do-interior-de-Pernambuco-ganham-registros-em-áudio-e-vídeo-1-607x405.png" width="607" height="405" /></a></p>
<p>A culinária quilombola guarda séculos de saberes transmitidos de geração em geração, quase sempre pela oralidade e pela observação do dia a dia. Pouco documentada e ainda alvo de curiosidade, ela agora ganha espaço no audiovisual com a estreia da &#8220;websérie Saberes e Sabores Quilombolas&#8221;, que estreia em setembro, <a href="https://www.youtube.com/@soueuquemconto" target="_blank">no canal do Youtube</a> e do Instagram. A produção, registrada em áudio e vídeo, traz uma abordagem inédita, no qual, o público poderá acompanhar todo processo da cultura alimentar das receitas, ficando livre para reproduzir, adaptar e recriar receitas em casa, com familiares e amigos, por exemplo.</p>
<p>O projeto nasce na comunidade de Povoação de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e tem como protagonista a mestra cozinheira Edjane Agostinho. Filha e neta de marisqueiras e agricultoras, ela cresceu acompanhando o preparo de pratos tradicionais do quilombo e assumiu, com o tempo, também a militância no movimento quilombola e da pesca artesanal.<br />
A websérie terá cinco episódios de dez minutos ( melhor não colocar o tempo. Cada um é dedicado a uma receita que carrega, além do sabor, uma história de resistência. Os registros, publicados semanalmente, nas redes sociais do projeto, buscam ser um instrumento de salvaguarda, documentação, catalogação, memória e difusão.</p>
<p>Com uma linguagem simples e ferramentas de acessibilidade para pessoas com deficiência, os vídeos buscam abordar desde os ingredientes, processos de produção até a hora de servir à mesa. Entre as receitas estão a moqueca na palha, que ela aprendeu com a mãe para vender nas praias, e o pirão de caranguejo, presença comum em festas comunitárias. Há ainda o lambedor serenado de cupim e de cipó de vaqueiro, herdado da avó, que une alimentação e saberes medicinais, e a moqueca seca na folha de aroeira, receita aprendida nas rodas de conversa da associação de marisqueiras. A série também vai abordar os alimentos de base da dieta quilombola, como macaxeira, inhame, feijão, banana e arroz.<br />
“Cada prato é parte da minha família e da comunidade. Ao registrar nossas receitas, asseguramos que essa cultura continue viva para os mais jovens e também para os que não conhecem os quilombos”, afirma Edjane.</p>
<p>A proposta tem como objetivo incentivar os jovens da comunidade a valorizar a gastronomia local e ampliar a divulgação da cultura quilombola. Em Povoação, o turismo de base comunitária já vem crescendo, e a comida tradicional é um dos principais atrativos para visitantes. Parte da renda obtida é dividida entre marisqueiras e famílias que se organizam coletivamente para receber o público. Nesse sentido, a websérie também atua como ferramenta de fortalecimento econômico e social. Ao valorizar a cozinha, promove o protagonismo feminino e reconhece a importância das práticas culinárias como patrimônio cultural.</p>
<p>A ideia do projeto surgiu de uma experiência curiosa. Em uma reunião na cidade de Goiana, um homem branco se aproximou da antropóloga e produtora cultural, quilombola de Povoação de São Lourenço, Crislaine Venceslau, Edjane e perguntou se poderia assistir ao preparo da moqueca na palha, para aprender e reproduzir em casa com vinho. A cena chamou a atenção dela para a curiosidade externa sobre os modos de fazer da comunidade. Foi a partir dali que surgiu o desejo de escrever, junto a Edjane e realizar o projeto, garantindo que o registro fosse feito de dentro, por quem vive a tradição.</p>
<p>Para Edjane Crislaine , a cozinha é memória, identidade e futuro. “Minha família sempre chamou de mistura o que acompanhava o arroz e o feijão. Essa mistura, que vem da terra e do mar, é a maior riqueza que temos.”<br />
Com apoio do edital de Fomento PNAB – Categoria VI (Diversidade, Cultura e Periferia), do Governo de Pernambuco e do Ministério da Cultura, Saberes e Sabores Quilombolas em Goiana cumpre um papel duplo.<br />
De um lado, preserva saberes ameaçados pelo esquecimento. De outro, amplia o alcance da gastronomia quilombola, colocando-a como parte essencial da história cultural brasileira.</p>
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		<title>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:32:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115203" aria-labelledby="figcaption_attachment_115203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18.jpg"><img class="size-medium wp-image-115203" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro José Menezes</p></div>
<p>Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz parte do projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro. A apresentação celebra o legado do compositor pernambucano, que se destaca como um dos maiores nomes do frevo no Brasil. O evento é gratuito e começa às 16h.</p>
<p>José Menezes, falecido em 2013, teve sua iniciação musical na Sociedade Musical 5 de Novembro, a Revoltosa, da qual seu pai também foi integrante. Reconhecido como um dos principais compositores do gênero, o maestro deixou um acervo musical que é lembrado durante o concerto, com mais de 30 obras de sua autoria, e que são interpretadas pela orquestra.</p>
<p>A Orquestra de Frevo Revoltosa, idealizada e coordenada pela Sociedade Musical 5 de Novembro, é formada por jovens músicos, em sua maioria negros, oriundos da periferia de Nazaré da Mata e da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filhos de agricultores, cortadores de cana e trabalhadores rurais, esses artistas utilizam a música como ferramenta de valorização cultural, preservação do patrimônio histórico e exercício pleno da cidadania, bem como profissionalização na arte da música instrumental.</p>
<p>Com status de Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura de Pernambuco, a Revoltosa promove a salvaguarda e a difusão do frevo como um dos maiores legados culturais do Estado. O projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro, que já passou pelo Quilombo de São Lourenço, em Goiana (Mata Norte), chega agora ao Sertão ampliando o alcance da tradição musical que embala o Carnaval, a vida e alegria dos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação conta com tradução em libras e é gravada, com transmissão e registro disponibilizado no canal oficial da instituição no YouTube. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) Música.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes -</strong> <em>sábado (21), a partir das 16h, na Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista (Sertão), a 18 km da sede do município. Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Curso Ficcionalizar abre inscrições gratuitas para formação audiovisual no Quilombo Onze Negras</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 15:06:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115122" aria-labelledby="figcaption_attachment_115122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Ficcionalizar.jpg"><img class="size-medium wp-image-115122" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Ficcionalizar-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Curso Ficcionalizar</p></div>
<p>O curso Ficcionalizar oferece aulas de direção, roteiro, direção de arte, captação de som, produção, preparação de elenco e edição no município do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife. A atividade está com inscrições abertas até esta sexta-feira (20) para aulas de formação audiovisual na Escola Municipal Quilombola Onze Negras. A iniciativa é gratuita e oferece 40 vagas para adolescentes a partir de 16 anos e jovens de todas as idades, com preferência para moradores da comunidade e demais residentes da cidade. A iniciativa conta com o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG).</p>
<p>A formação oferece acessibilidade comunicacional nas aulas, com interpretação em libras, e inclui oficinas nas áreas supracitadas com profissionais especializados. Com o apoio de facilitadores que vivem a essência da comunicação popular, os participantes do curso vão fazer um filme cumprindo todas as etapas do processo cinematográfico, desde o roteiro até a exibição.</p>
<p>Com o lema Só a Ficção Pode Salvar a Realidade, o curso tem como objetivo proporcionar uma vivência completa no processo de criação audiovisual permitindo que participantes desenvolvam habilidades práticas e teóricas para se tornarem profissionais no campo do cinema a partir das experiências da realidade local.</p>
<p>A formação é dividida em dois módulos que acontecem no início de 2025: Módulo 1 &#8211; Contar: Criação de um Documentário, que acontece de 7 a 21 de janeiro (terças, quartas e quintas-feiras), das 8h às 12h e das 14h às 18h; Módulo 2 &#8211; Recontar: Criação de uma Docuficção, que ocorre de 28 de janeiro a 23 de fevereiro (sábados e domingos), das 8h às 12h e das 14h às 18h. As inscrições podem ser realizadas no <a title="Ficcionalizar na Comunidade Quilombola Onze Negras" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_jDJtRwDRD3WCcz4Zqsf63Y3Qsisof2YL9-btdY_7j6p4CA/viewform?pli=1" target="_blank"><strong>formulário</strong></a> on-line, ou diretamente na Escola Municipal Quilombo Onze Negras.</p>
<p>Reconhecido pela Fundação Palmares, o Quilombo Onze Negras está localizado no Engenho Trapiche, no município do Cabo de Santo Agostinho e é um dos dois quilombos existentes na Região Metropolitana do Recife, junto com o Xambá, em Olinda.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Pôster-Ficcionalizar.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-115123" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Pôster-Ficcionalizar-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Castainho vivencia processo de preservação participativo da Cruz das Almas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 20:19:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e do governo federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a apresentação de um exame técnico de tombamento da Cruz das Almas, casa de orações e importante marco histórico-cultural da região. Na ocasião foi realizada uma escuta pública com a população local.</p>
<p>A Fundarpe esteve representada pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado e pelo técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC). Pelo Iphan compareceram a arqueóloga Mônica Nogueira e a historiadora Thamires Neves. O encontro aconteceu durante assembleia da Associação Quilombola Castainho, tendo à frente seu presidente, José Carlos Lopes da Silva, e seu vice, José Lopes.</p>
<p>Antes da apresentação do exame técnico, o público presente teve acesso a uma retrospectiva sobre os levantamentos das referências históricas e culturais da comunidade e seu processo de tombamento, além de uma atualização de status da área de cemitério conhecida como Cruz das Almas. No local há uma casa de oração que guarda uma cruz instalada em um terreno onde eram sepultados os antigos quilombolas do Castainho, até os anos 1950.</p>
<p>Embora integre a comunidade, seja importante e deva ser protegido, o espaço ficou fora da demarcação territorial inicial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é alvo constante de ameaças de invasão e apropriação. A Cruz das Almas, contudo, está incluída no polígono de preservação. Seu tombamento, no ambito estadual, está formalizado no Processo Administrativo Secult-PE nº 010/2020.</p>
<p>A iniciativa de realizar a escuta com a comunidade deriva do fato de que são pessoas quilombolas que detêm o conhecimento sobre o cuidado com o bem material e são elas que devem decidir o destino da Cruz das Almas, a partir da análise técnica desenvolvida em parceria com a Fundarpe. Após as considerações das moradoras e dos moradores será elaborado o parecer conclusivo e só então será formalizado o documento sobre o tombamento a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE).</p>
<p>As diretrizes do exame técnico preveem que as decisões sobre a Cruz das Almas ficam a cargo da comunidade quilombola do Castainho, que também é responsável pela manutenção do bem, tendo a Fundarpe como mediadora.</p>
<p>O processo de conservação estipula ainda a elaboração de um plano de gestão e de um inventário das referências culturais do Castainho; a sinalização, no local, da Cruz das Almas como patrimônio cultural; o reconhecimento e fortalecimento de práticas educativas e socioculturais; o incentivo à criação de um museu de referência; a realocação do acesso ao loteamento Novo Castainho (Cohab); a garantia de menor impacto sobre o bem nas intervenções previstas pela gestão municipal para a Avenida Deolinda Silvestre Valença, que passa à frente da casa de orações; e uma gestão compartilhada com o município.</p>
<p>&#8220;O ponto positivo da execução de todo esse trabalho é que cada vez mais a equipe técnica da Fundarpe, pensando a estrutura do Estado, tem se aproximado das comunidades, sobretudo das tradicionais, como as quilombolas, para que os exames técnicos e estudos sobre os bens culturais estejam alinhados com as comunidades que os detêm&#8221;, analisou Pollyana Calado. &#8220;O objetivo é que o processo de preservação seja alinhado e que no futuro não se distancie da comunidade&#8221;, explicou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Thamires Neves também enfatizou a política do Iphan para os quilombolos, que prevê a participação mais efetiva das comunidades na elaboração das normativas. &#8220;É importante que as comunidades nos digam quais são suas referências e como elas devem ser preservadas&#8221;, disse a historiadora. &#8220;Na nossa avaliação a assembleia foi bastante positiva, pois a Fundarpe conseguiu pactuar as diretrizes com a comunidade.&#8221;</p>
<p>No âmbito local, José Carlos Lopes da Silva se mostrou bastante satisfeito com a participação das moradoras e dos moradores exercendo seu direito de voz. &#8220;Traz mais conhecimento e valoriza esse trabalho&#8221;, considerou. &#8220;Com o tombamento, a Cruz das Almas terá mais segurança do bem estar social do patrimônio&#8221;, avaliou.</p>
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		<title>Fundarpe faz visita técnica à Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 20:39:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó, localizada no Distrito de Iratama, zona rural a cerca de 30 quilômetros de Garanhuns (PE), recebe nesta quarta-feira (3) uma visita técnica da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Na ocasião, a comitiva da Fundação, em conjunto com a comunidade, começa a organizar os espaços [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110429" aria-labelledby="figcaption_attachment_110429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Igreja-de-Nossa-Senhora-de-Nazaré-Quilombo-do-Timbó.jpg"><img class="size-medium wp-image-110429" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/Igreja-de-Nossa-Senhora-de-Nazaré-Quilombo-do-Timbó-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Igreja de Nossa Senhora de Nazaré da Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó</p></div>
<p>A Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó, localizada no Distrito de Iratama, zona rural a cerca de 30 quilômetros de Garanhuns (PE), recebe nesta quarta-feira (3) uma visita técnica da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Na ocasião, a comitiva da Fundação, em conjunto com a comunidade, começa a organizar os espaços e toda a logística para a realização da Obra Escola para sensibilização, reparação, conservação, manutenção e preservação da igreja centenária de invocação a Nossa Senhora de Nazaré, que, assim como toda a localidade, é protegida legalmente pela Constituição Federal e pelo Estado de Pernambuco, por meio de tombamento.</p>
<p>Integram a equipe da Fundarpe os engenheiros Frederido Almeida, diretor de Obras e Projetos Especiais (DPE), e Vanildo Tavares Guimarães, também técnico da DPE; e o técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC).</p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundarpe, está presente na Comunidade Remanescente do Quilombo do Timbó com obras de estabilização e recuperação da igreja envolvendo os moradores na apropriação do espaço, com o intuito de realizar melhorias no local, reforçando o sentimento de pertencimento desse patrimônio.</p>
<p>A Fundação se prepara para realizar uma ação de três meses, com uma equipe de profissionais locais de áreas específicas ligadas à construção civil, visando à recuperação estrutural da igreja, além de restauração da coberta, esquadrias, instalações prediais e pintura gerais. As intervenções serão feitas com acompanhamento e orientações de técnicos da Fundarpe.</p>
<p>A Obra Escola que começa a ser organizada nesta quarta-feira, reunirá integrantes da comunidade. Com eles serão compartilhadas técnicas construtivas a serem utilizadas nas obras de restauro, inclusive com o emprego de ferramentas e materiais tradicionais da região.</p>
<p>“A meta é transformar o restauro da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré em uma ação educativa de conscientização que pode servir de exemplo para a preservação de outros sítios e bens de valor histórico”, afirma Frederico Almeida. No total, cerca de 30 pessoas farão parte da execução do projeto.</p>
<p>Além do patrimônio material, a comunidade centenária também é conhecida por realizar anualmente, no mês de janeiro, a festa da padroeira Nossa Senhora de Nazaré. A celebração conta com novenas, terços e missas em seu marco religioso edificado histórico. Espera-se que na próxima edição, em 2025, a igreja já esteja restaurada para receber melhor fiéis, moradores e moradoras e turistas.</p>
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		<title>Filme sobre mulheres líderes é gravado em Orocó, no Sertão pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 19:00:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106484" aria-labelledby="figcaption_attachment_106484" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Wanderson Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mulheres-da-Mata_Wanderson-Oliveira03.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106484" alt="Wanderson Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Mulheres-da-Mata_Wanderson-Oliveira03-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gravação do documentário de longa-metragem Mulheres da Mata</p></div>
<p>Com gravações previstas até este domingo (19), o documentário em longa-metragem <em>Mulheres da Mata</em> vai contar histórias de protagonismo feminino no Quilombo Mata de São José, no Território Quilombola Águas do Velho Chico, em Orocó, Sertão de Pernambuco. A proposta do filme é narrar as diversas facetas da comunidade através do olhar e da voz das mulheres.<br />
<em>Mulheres da Mata</em> é gravado em resolução 6K e deve ter duração de aproximadamente 50 minutos. A produção foi aprovada no edital Virada Digital da TV Pernambuco (TVPE) – EPC, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo de Pernambuco, e financiado pelo Banco Verde (BRDE) e Fundo Setorial Audiovisual (FSA), via Agência Nacional do Cinema (Ancine), do governo federal. A previsão é que o documentário seja lançado em meados de 2024 com exibição gratuita na grade de programação da TVPE.<br />
O roteiro propõe retratar o quilombo e falar das várias facetas dessa comunidade a partir das mulheres que a compõem. “Vamos abordar a liderança e empoderamento feminino, a relação das mulheres com a educação escolar quilombola, com o futebol feminino, o enfrentamento ao racismo, a relação com a natureza, o meio ambiente, o rio e a agricultura familiar, além da própria história do quilombo e a ancestralidade. Queremos narrar as particularidades dessa comunidade e da luta pela afirmação de sua existência enquanto território quilombola”, conta Cristiane Crispim, que assina a direção do documentário junto com Wllyssys Wolfgang.<br />
Os temas norteadores do documentário foram definidos a partir do diálogo com a própria comunidade, que além de personagem participa na produção do filme. “O documentário está proporcionando um momento de visibilidade para a história, a identidade, a luta e a resistência das mulheres quilombolas. Um momento ímpar no qual as mulheres estão tendo voz e a oportunidade de mostrar sua forma de se organizar como mulher negra e quilombola, além de mostrar que o quilombo é um lugar de organização, de história e memória, não de escravos”, pontua Maria Senhora Gomes dos Santos, liderança comunitária na Mata de São José e produtora local do documentário.<br />
O diretor da WW Filmes, Wllyssys Wolfgang, destaca a satisfação de dirigir o filme: “A projeção feminina é o ponto forte nesse trabalho e é o que nos motiva. Esse projeto é muito querido porque ele tem muito a ver com o DNA, com a identidade da produtora, que é sertaneja, caatingueira. Ele tem a ver com o que a produtora prega e acredita, que é estampar nossos rostos e nossa cultura nas TVs do nosso Estado, do País e do mundo levando, de maneira genuína, nossa identidade plural, de muitas cores, ritmos e perspectivas. E fazer isso com uma equipe 100 % regional. Estamos muito felizes”.<br />
A equipe técnica e de produção é composta predominantemente por profissionais da região do Vale do São Francisco, de Petrolina (PE) e Orocó (PE). Representando o Quilombo Mata de São José, além de Maria Senhora na produção local e consultoria, integram a equipe os assistentes Danny Gonçalves, Luzia Gomes e Jonas Brito, formados em uma oficina de audiovisual realizada na comunidade. O filme conta ainda com a direção de Cristiane Crispim e Wllyssys Wolfgang, a direção de produção de Antônio Veronaldo, a assistência de direção de Byanca Alves, a direção de fotografia de Robério Brasileiro, o som direto de Maria Morena, a coordenação de logística de Wyvys Reis, a produção executiva de Camila Rodrigues, a montagem de Fernando Pereira e a fotografia de still de Wanderson Oliveira.</p>
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		<title>Terra quilombola Castainho é o polo da cultura popular e ancestral no 31º FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 00:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Garanhuns, se localiza uma das mais tradicionais terras quilombolas do Brasil. O Castainho é reduto de uma cultura ancestral que ali se assentou em meados do século 17. A comunidade foi formada após a destruição de Palmares, carregando em si a missão de não apenas sobreviver, mas também preservar e perpetuar milênios de saberes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102913" aria-labelledby="figcaption_attachment_102913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/tomcabral.jpg"><img class="size-medium wp-image-102913" alt="Tom Cabral/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/tomcabral-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conheça o Castainho durante o 31º FIG</p></div>
<p>Em Garanhuns, se localiza uma das mais tradicionais terras quilombolas do Brasil. O Castainho é reduto de uma cultura ancestral que ali se assentou em meados do século 17. A comunidade foi formada após a destruição de Palmares, carregando em si a missão de não apenas sobreviver, mas também preservar e perpetuar milênios de saberes e fazeres que são fundamentais para a identidade cultural do país. Ele é reconhecido desde 1998 como remanescente quilombola pela Fundação Cultural Palmares.</p>
<p>E claro que um território dono de uma efervescência cultural tão enorme não ficaria de fora da programação do 31º FIG. O polo Castainho será palco de atividades formativas e apresentações artísticas a partir da segunda-feira (24), seguindo até o último dia do festival. Por lá, passarão mestres da cultura popular, como Calú, que realizará uma oficina de mamulengo, apresentações de afoxés, coco, bacamarte, dança afro, samba.</p>
<p>No 31º FIG, o Castainho respira cultura popular e ancestral. Confira a programação e não deixe de conhecer!</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO POLO CASTAINHO</strong></p>
<p><strong>SEGUNDA-FEIRA (24)</strong></p>
<p>9h &#8211; Oficina de Confecção de Mamulengo Com o Mestre Calú<br />
9h -Oficina: Memórias e Histórias da Capela das Almas<br />
14h &#8211; Oficina: Memórias e Histórias da Capela das Almas 15h &#8211; Bloco Caravana Andaluza do Engenho Abreus 16h – Sodade</p>
<p><strong>TERÇA-FEIRA (25)</strong><br />
9h -Grupo de Capoeira Angola Ifé<br />
9h &#8211; Oficina de Conservação Preventiva da Capela das Almas 15h &#8211; Mestra Ana Lúcia<br />
16h30 &#8211; Mateus Cordeiro</p>
<p><strong>QUARTA-FEIRA (26)</strong><br />
9h -Oficina de dança afro contemporânea Corporeidade, simbologia e diáspora<br />
9h &#8211; Oficina de Conservação Preventiva da Capela das Almas<br />
9h &#8211; Vivência Percussiva com Marcio Rastaman 15h &#8211; Mestre Galo Preto<br />
16h30 &#8211; Afoxé Oyá Alaxé</p>
<p><strong>QUINTA-FEIRA (27)</strong><br />
15h &#8211; Banda Amodú<br />
16h &#8211; Cia de Dança Giselly Andrade</p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (28)</strong><br />
14h &#8211; Mestre Josivaldo Caboclo<br />
15h &#8211; Afoxé Ylê Xambá<br />
16h30 &#8211; Thiago Teles</p>
<p><strong>SÁBADO (29)</strong><br />
14h &#8211; Banda de Pífanos Folclore Verde<br />
15h &#8211; Passo<br />
16h &#8211; Forró Pesado</p>
<p><strong>DOMINGO (30)</strong><br />
14h &#8211; Grupo De Bacamarteiros de São João<br />
15h &#8211; Coco de Mulheres<br />
16h30 &#8211; Karynna Spinelli</p>
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		<title>Garanhuns recebe a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 20:12:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Compassos Cia. de Danças leva a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221; à cidade de Garanhuns, nos próximos dias 7 a 10 de novembro. Voltada para 20 participantes, a ação acontece na Sala de Dança do Sesc e foca nos movimentos e ritmos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/Daniele_Leite-Boi-tira-teima-Caruaru-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96896" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/Daniele_Leite-Boi-tira-teima-Caruaru-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a Compassos Cia. de Danças leva a oficina &#8220;O passo do brincante&#8221; à cidade de Garanhuns, nos próximos dias 7 a 10 de novembro. Voltada para 20 participantes, a ação acontece na Sala de Dança do Sesc e foca nos movimentos e ritmos do frevo, cavalo marinho, capoeira de Angola, na movimentação dos caboclos de lança do maracatu, nas brincadeiras e cantigas de roda dialogando com a dança contemporânea. Mais informações sobre as inscrições podem ser obtidas pelo perfil do Instragram <a href="https://www.instagram.com/compassosdanca/" target="_blank"><strong>@compassosdanca</strong></a> ou pelo e-mail <strong>cia.compassos@gmail.com</strong>.</p>
<p><strong>ESPETÁCULO -</strong> Já nos dias 26 e 27/11, Garanhuns recebe gratuitamente o espetáculo &#8220;Passo&#8221;. A primeira apresentação acontece no Centro de Cultura do Sesc, às 20h; a segunda, será na comunidade Quilombola do Castainho, às 16h. As ações são gratuitas e contarão com acessibilidade em libras nas duas apresentações.</p>
<p>Inspirado nos brincantes populares, &#8220;Passo&#8221; reúne seis dançarinos que ocupam o espaço de representação com saias penduradas em varas de bambu, e badalos de caboclos de lança do Maracatu Rural em suas mãos. Todos participando ativamente da brincadeira a ser apresentada. Conversam, dançam, fazem teatro. A brincadeira, composta por coreografias determinadas e improvisações, busca o diálogo entre os dançarinos, o público e o espaço, e é dividido em duas partes: o cortejo, que acontece percorrendo estradas, ruas ou avenidas, convidando o público a participar do brinquedo e a apresentação em um local em arena Uma conversa cênica catártica, que coloca o público também no papel de artista brincador onde, a cada apresentação, os espaços visitados pelos brincadores revelam-se de acordo com a resposta e participação do público presente.</p>
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		<item>
		<title>Projeto lança vídeos, fotografias e áudios do quilombo indígena Tiririca dos Crioulos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 20:12:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221; lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o &#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26379" aria-labelledby="figcaption_attachment_26379" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg"><img class="size-full wp-image-26379 " alt="Cícera Francisca / Direitos Reservados" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg" width="472" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Casal de preto-velho do Centro Espírita Preto-Velho Canzuá do Velho Xangô, um dos museus da comunidade. Crédito da foto: Cícera Francisca / Direitos Reservados</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="http://facebook.com/doburacoaomundo" target="_blank">&#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221;</a></strong> lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o <a href="https://www.facebook.com/events/675873969206230/" target="_blank"><strong>&#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;</strong></a>, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de formação cultural é realizado junto à comunidade Tiririca dos Crioulos, considerada um &#8220;quilombo indígena&#8221; e localizada na zona rural de Carnaubeira da Penha, no Sertão pernambucan. A iniciativa é coordenada pelos professores Larissa Isidoro e Nivaldo Léo Neto, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <strong><em>Assista ao vídeo teaser <a href="https://vimeo.com/doburacoaomundo/teaserlancamentoobrasufpe" target="_blank">AQUI</a>.</em></strong></p>
<p>Entre as obras que serão apresentadas na exposição, estão uma coletânea de áudios que envolvem os benditos e linhas de toré e gira da comunidade, que está sendo chamada &#8220;Documento Sonoro&#8221;, já que se trata de um registro do patrimônio cultural de Tiririca dos Crioulos. Durante o evento, também haverá uma mostra fotográfica e a exibição de vídeos, frutos de oficinas de formação em audiovisual. As obras foram criadas com a participação dos tiririqueiros, membros da comunidade. A partir das 9h, os participantes podem conferir a mostra fotográfica e escutar algumas faixas de áudio. Às 17h30, serão exibidos os vídeos produzidos, seguida de roda de diálogo com os integrantes do projeto que irão compartilhar experiências. A exposição é realizada em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE-UFPE).</p>
<p>O projeto pretende futuramente realizar outras mostras itinerantes em outros espaços, com a previsão de lançamento de livro didático, blog e mais vídeos. O conteúdo produzido durante o projeto está sendo disponibilizado no site <strong><a href="http://www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos" target="_blank">www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos</a></strong>, com o objetivo de ser um acervo dos bens culturais da comunidade.</p>
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		<title>Catálogo de fotografia &#8220;Instantâneas da África&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 18:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Título: Instantâneas da África Tipo de produto: catálogo Classificação: Fotografia Nome do proponente: Lía Miceli López Lecube Autor: Diego Di Niglio Descrição:  Livro catálogo da exposição &#8220;Instantâneas da África&#8221; traz série de fotografias coloridas e P&#38;B produzidas em quase 10 anos de viagens do fotógrafo Diego Di Niglio por vários países da África retratando as pessoas e seu cotidiano, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_10_Togo_2003.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9844" alt="Instantaneas da Africa - Togo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_10_Togo_2003-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><strong>Título: </strong>Instantâneas da África<br />
<strong>Tipo de produto: </strong>catálogo<strong><br />
Classificação: </strong>Fotografia<strong><br />
Nome do proponente: </strong>Lía Miceli López Lecube<strong><br />
Autor:</strong> Diego Di Niglio<strong><br />
Descrição:</strong>  Livro catálogo da exposição &#8220;Instantâneas da África&#8221; traz série de fotografias coloridas e P&amp;B produzidas em quase 10 anos de viagens do fotógrafo Diego Di Niglio por vários países da África retratando as pessoas e seu cotidiano, incluindo dois ensaios sobre os pastores nômades de Chad e sobre a Ilha do Gore. Na parte final do catálogo, são apresentadas fotografias feitas pelos alunos pernambucanos durante as oficinas de fotografia analógica realizadas nos quilombos de Catucá, Timbó, Águas Claras e Filhos do Pajeú de Pernambuco. <strong><br />
Ano de lançamento:</strong> 2014<strong><br />
Edição:</strong> 1ª<strong><br />
Tiragem:</strong> 1.000<strong><br />
Entidades beneficiadas: </strong>Quilombo Xambá, Associação Afoxé Alafin Oyo, Associação Maracatu Leão Coroado, Associação Quilombola Aguas Claras, Associação Quilombola Filhos do Pajeú, Ponto de Cultura de Floresta, Secretaria de Cultura de Floresta, Associação Rural Comunitária Quilombola de Timbó, Escola Julião Capito Filho Vila Iratama de Garanhuns Associação quilombola de Tejocupapo Antigo Quilombo de Catucá, Núcleo da Cultura Afro Brasileira, Museu da Abolição, MAC, Torre Malakoff, AESO, Centro Capibaribe de Fotografia CCI, Secretaria de Cultura de Recife, Secretaria de Cultura de Garanhuns, Secretaria de Cultura de Olinda, Arquivo Público de Olinda, MAC Museu de Arte Contemporânea em Olinda.<strong><br />
Distribuição gratuita: </strong>nos eventos de lançamento ou  através de solicitação por email.<strong><br />
Site: </strong>www.instantaneasdaafrica.worpress.com.br<strong><br />
Email: </strong>instantaneasdaafrica@gmail.com<strong><br />
Telefone: </strong>(81) 988221263</p>
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