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	<title>Portal Cultura PE &#187; Raízes de Quilombo</title>
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		<title>Baluartes cuidam da cultura popular visando à perenidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 03:12:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A tarde deste sábado (11) no polo País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País em Caruaru (Agreste), quinta etapa do evento, foi comandada por pessoas essenciais que estão na ponta e são corresponsáveis pela manutenção da cultura pernambucana. Primeiro por serem ativistas culturais, protagonistas e respeitadas por sua experiência. Segundo por garantirem o controle de qualidade e a diversificarem a atuação de suas manifestações.</p>
<p>Subiram ao palco do caminhão-palco na Estação Ferroviária: Dona Conceição dos Prazeres, líder da banda afro Raízes de Quilombo, do Morro da Conceição (Zona Norte do Recife); Mestre Grimário, responsável pelo Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (Zona da Mata Norte do Estado); Nininha do Coco, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); e até os bacamarteiros, que enquanto coletivo, com suas associações culturais, mantêm forte seu folguedo e esteve representado pelo grupo Batalhão de Bacamarteiros 78, de Gravatá (Agreste).</p>
<p>Formado há 38 anos, o Raízes do Quilombo é um dos vários grupos que reverenciam a ancestralidade de matriz africana e que têm dado o recado no festival pelos municípios em que passam. Segundo Dona Conceição (mãe do percussionista Lucas dos Prazeres), seus integrantes, cantores e percussionistas, são agentes multiplicadores. Contra o racismo (&#8220;O racismo existe/ não é mimimi&#8221;, canta contudentemente em seus versos) e em prol da conscientização e da resistência sociocultural e do protagonismo da mulher, em especial a preta e periférica, na sociedade. Aqui ainda prestou uma homenagem a Zé Neguinho do Coco.</p>
<p>Remanescente de Mestre Batista, e com o apoio de Mestre Salustiano, Grimário foi um dos brincantes de cavalo marinho que, após décadas de experiência, tornaram-se mestres e criaram seu próprio brinquedo para ajudar a manter viva a tradição dos folguedos da Mata Norte. Também com voz e percussão, destaca-se pelo som indefectível da rabeca. No País das Culturas Populares, dançarinos e personagens icônicos do cavalo marinho performaram em meio à plateia gerando muita emoção.</p>
<p>Ondina Barros da Silva, ou simplesmente Dona Nininha, 81 anos, também criou seu próprio grupo, há 10 anos. No palco canta a experiência de vida e o imaginário das comunidades de pescadores, de quem é filha e viúva. Canta que nasceu na Praça do Carmo, em Olinda, e foi criada no Amaro Branco, célebre celeiro de coquistas da Cidade Patrimônio da Humanidade.</p>
<p>Já os bacamarteiros, grupos bastante conhecidos na região, tem se mostrado bastante articulados, sendo representados por associações. Coube ao Batalhão 78 dar uma pequena amostra de sua tradição, em uma performance que conta com um terno de pife e percussão puxando os brincantes em evolução pelo pátio da Estação Ferroviária. Em seguida os músicos subiram ao palco-caminhão para os demais integrantes acionarem seus bacamartes.</p>
<p>O mais comum nesses grupos é ver a composição com membros da mais diversas gerações. É gostoso presenciar isso. E como a cultura popular pernambucana tem se preparado para a perenidade. É nossa história sendo escrita, cantada, tocada, dançada, brincada e assistida, em tempo real, enquanto nos entretêm e nos conscientiza.</p>
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		<title>Teatro Barreto Júnior sedia a Mostra de Caboclinhos Preaca de Ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 20:26:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Teatro Barreto Júnior, no bairro do Pina, abriga a programação da Mostra de Caboclinhos Preaca de Ouro, que acontece nesta sexta-feira (10), a partir das 20h, e contará com a participação do Afoxé Omo Inã, Caboclinhos Carijós, Caboclinhos Tapirapé, Coco Raízes de Vajuncá, Maracatu Aurora Africana, Maracatu Encanto da Alegria, Família Pernambuco e Raízes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75232" aria-labelledby="figcaption_attachment_75232" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49511861982_3e8204d9df_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-75232" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49511861982_3e8204d9df_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, a Tribo Indígena Carijós é quem organiza o evento</p></div>
<p>O Teatro Barreto Júnior, no bairro do Pina, abriga a programação da Mostra de Caboclinhos Preaca de Ouro, que acontece nesta sexta-feira (10), a partir das 20h, e contará com a participação do Afoxé Omo Inã, Caboclinhos Carijós, Caboclinhos Tapirapé, Coco Raízes de Vajuncá, Maracatu Aurora Africana, Maracatu Encanto da Alegria, Família Pernambuco e Raízes de Quilombo. O evento atenderá todos os protocolos sanitários e de segurança determinados pelas autoridades médicas. O acesso é livre.</p>
<p>O encontro tem como objetivo, além de promover a visibilidade dos grupos de cultura popular de Pernambuco, conceder a premiação intitulada “Preaca de Ouro” a mestres e mestras da cultura popular pernambucana, como artistas, agremiações, poder público e <em>in memorian</em>. O projeto é uma realização da Tribo Indígena Carijós do Recife e tem o incentivo cultural da Prefeitura do Recife por meio do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura e Sistema de Incentivo à Cultura &#8211; SIC Recife 2019/2020, Fundação de Cultura Cidade do Recife e Prefeitura do Recife.</p>
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