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	<title>Portal Cultura PE &#187; ranan porto</title>
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		<title>Publicação editada pela Cepe investiga conceito de justiça em “Grande Sertão: Veredas”</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2021 15:18:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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<p>A Cepe Editora apresenta aos leitores a publicação &#8220;Políticas de Riobaldo &#8211; A Justiça Jagunça e suas Máquinas de Guerra&#8221;. O livro nasceu da dissertação de mestrado defendida por Renan Porto, em 2019, na pós-graduação em direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Como disse o autor, não se trata, especificamente, de uma análise de Grande Sertão: Veredas, romance de Guimarães Rosa publicado em 1956. O foco, afirma Renan Porto, é o conceito de justiça existente na obra. O lançamento acontece nesta sexta-feira (24), a partir das 18h, numa live no canal da Cepe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CepeOficial" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a>), que contará com um bate-papo entre Renan Porto e o professor de direito Murilo Duarte Costa Corrêa, com mediação do jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes..</p>
<p>A história criada há 65 anos pelo mineiro João Guimarães Rosa (1908-1967) não perdeu o caráter de atualidade.<em> “O livro poderia ser reescrito hoje a partir dos conflitos entre facções que controlam as favelas, que assim como os bandos jagunços, cooptam negros e pobres para seus exércitos. Bandos que existiam sempre em relação &#8211; na maioria das vezes numa relação de serviço &#8211; com líderes políticos, fazendeiros e coronéis”</em>, escreve Renan Porto, numa das passagens de &#8220;Políticas de Riobaldo &#8211; A Justiça Jagunça e suas Máquinas de Guerra&#8221;.</p>
<p><em> “O romance de Rosa me permitiu explorar uma justiça da perspectiva nômade e anárquica dos jagunços em oposição a uma justiça do estado, dos juízes e dos tribunais”</em>, declara o autor.  O livro é prefaciado pelo ensaísta, romancista, professor e crítico Silviano Santiago.</p>
<p>Para compor o livro de 136 páginas, Renan Porto foi em busca de filósofos como Henri Bergson (1859-1941) e Gilles Deleuze (1925-1995), de antropólogos como Pierre Clastres (1934-1977) e de professores que estudaram o clássico de Guimarães Rosa, como Silviano Santiago e Willi Bolle (USP), entre outros. O Riobaldo do título é o jagunço que, num monólogo, narra a história de &#8220;Grande Sertão: Veredas&#8221;, considerada uma das obras mais significativas da literatura brasileira. O diabo, que nunca aparece nas páginas, e a guerra travada nos confins da Bahia e de Minas Gerais são o fio condutor do romance.</p>
<p>É o modo de viver e de agir dos jagunços, em especial de Riobaldo e suas noções de ética e de política, que Renan Porto explora ao enveredar em Grande Sertão. Um dos capítulos é dedicado ao julgamento de Zé Bebelo, um dos chefes de bando, cujo resultado é crucial para o desenrolar do romance de Rosa<em>. “A justiça que encontramos no Grande Sertão não se confunde com a lei e não é caracterizada pela sua transcendência e imutabilidade. A justiça que encontramos ali é produzida de modo imanente a partir do desejo que conecta uma coletividade em torno de uma luta pela justiça”</em>, observa Renan Porto no livro.</p>
<p>Diogo Guedes destaca o novo tratamento dado ao romance de Rosa na publicação. <em>“Renan Porto, diante de um livro tantas vezes lido e analisado, escolhe uma vereda distinta para sua investigação da obra-prima de João Guimarães Rosa: as ideias de guerra, justiça e violência. Assim, consegue propor a ideia de um imaginário jagunço, enxergando suas subjetividades e coletividades e fazendo a leitura de Grande Sertão pelo que ele traz &#8211; ou pode trazer &#8211; de questionamento das ordens vigentes no Sertão”</em>, comenta o editor da Cepe.</p>
<p><strong>O autor -</strong> Nascido em Florestal, distrito do município de Jequié (BA), Renan Porto é graduado em direito e vive atualmente em Londres, na Inglaterra, onde faz doutorado em direito na Universidade de Westminster. <em>“Desenvolvo uma pesquisa autoetnográfica sobre justiça espacial em torno da produção de cacau na região onde cresci na Bahia. Sou filho de gerações de trabalhadores do cacau e cresci ajudando meu pai com o cacau também. Agora estou trazendo isso para minha pesquisa”</em>, informa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento de &#8220;Políticas de Riobaldo &#8211; A Justiça Jagunça e suas Máquinas de Guerra&#8221; com Renan Porto, Murilo Duarte Costa Corrêa e Diogo Guedes<br />
Quando: 24 de setembro de 2021 (sexta-feira), às 18h<br />
Transmissão pelo canal da Cepe no Youtube: <a href="https://www.youtube.com/CepeOficial" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CepeOficial</strong></a><br />
Preço do livro: R$ 30 (impresso) e R$ 12 (e-book)<br />
Onde comprar: Lojas físicas e virtual da Cepe (<a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>)</p>
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