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	<title>Portal Cultura PE &#187; rap</title>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País encerra programação com noite eclética de shows: tradição, rock, reggae, rap e MPB no mesmo palco</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:11:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119934" aria-labelledby="figcaption_attachment_119934" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858.png"><img class="size-medium wp-image-119934" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150858-607x377.png" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">A programação do palco Pernambuco Meu País chegou ao fim em grande estilo neste domingo (24), no Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no coração de Gravatá. Com uma sequência eclética de shows, a terceira e última noite surpreendeu o público ao reunir, em um mesmo polo, expressões da tradição popular, experimentações da MPB, a energia do rock, o balanço do reggae e a força do rap, encerrando com intensidade a passagem do festival pelo quinto município-sede desta edição.</p>
<p dir="ltr">A abertura ficou por conta da Família Salustiano e a Rabeca Encantada, que trouxe a cultura popular pernambucana para o palco. Ciranda, maracatu, cavalo-marinho e outras manifestações culturais ecoaram sob o comando dos filhos do Mestre Salustiano – um dos homenageados desta edição do festival – em uma apresentação que uniu música, dança e ancestralidade.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o cantor Chico Chico deu início ao seu show com “Toada”, faixa que mistura referências do rock com ritmos nordestinos e homenageia o folclore maranhense, evocando a festa do Bumba Meu Boi. A sequência com “O Tempo Nunca Mais Firmou” e outras composições de sonoridade experimental reafirmou sua identidade própria e criativa. O público, já aquecido, acompanhou o show, por diversas vezes, em coro.</p>
<p dir="ltr">O clima de celebração se intensificou com a chegada do pernambucano Lenine, que fez Gravatá cantar junto clássicos como “Hoje Eu Quero Sair Só”, além de emocionar com “Certas Coisas” e surpreender ao apresentar uma versão da canção “Eu Só Quero Um Xodó”, de Dominguinhos. Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” em uma performance embalada pela bandeira de Pernambuco pendurada no fundo do palco. A noite seguiu com hits como “Jack Soul Brasileiro” e terminou com a marcante “Paciência”.</p>
<div id="attachment_119932" aria-labelledby="figcaption_attachment_119932" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413.png"><img class="size-medium wp-image-119932" alt=" Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150413-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos pontos altos foi a participação especial de Chico Chico, que voltou ao palco para cantar “Candeeiro Encantado” com Lenine</p></div>
<p dir="ltr">A noite seguiu com a energia do Biquini, que trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80. A banda interagiu com a plateia e desceu do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações. O repertório recheado de sucessos atemporais incendiou o público.</p>
<p dir="ltr">“Pernambuco tem uma presença marcante na nossa história. Percebemos isso pela quantidade de fã-clubes e pela força das bandeiras pernambucanas que encontramos por todo o Brasil, o que é algo muito bonito para nós. Quando nos dizem que vamos tocar aqui, já sorrimos, pois sabemos que estamos indo para um lugar que nos acolhe e nos abraça”, destacou Bruno Gouveia, vocalista da banda, em coletiva.</p>
<div id="attachment_119933" aria-labelledby="figcaption_attachment_119933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342.png"><img class="size-medium wp-image-119933" alt="Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80, interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150342-607x403.png" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Biquini trouxe o espírito do rock brasileiro dos anos 80 e interagiu com a plateia ao descer do palco para cantar no meio do público, visivelmente formado por um encontro comovente de gerações</p></div>
<p dir="ltr">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. Antes mesmo de subir ao palco, o DJ Negralha preparou o terreno com beats poderosos. Falcão surgiu puxando o público para cantar “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)” e seguiu com uma sequência de sucessos como “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”, ambos acompanhados em coro pela plateia.</p>
<p dir="ltr">O repertório ainda teve espaço para a música tradicional brasileira, com uma versão emocionante de “Súplica Cearense”, composta por Gordurinha e Nelinho, mas eternizada na voz de Luiz Gonzaga, o nosso Rei do Baião. Falcão também celebrou os encontros da música brasileira com uma versão surpreendente de “Oh! Chuva”, do Falamansa, e agitou o público com “Pesadão”, faixa em parceria com a cantora IZA, que se apresentará no último fim de semana do festival, em Caruaru. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem ao amigo Chorão, do Charlie Brown Jr, com sucessos como “Só os Loucos Sabem” e “Zóio de Lula”, acompanhados de imagens documentais no telão. O encerramento veio com “Rodo Cotidiano” e “Anjos (Pra quem tem fé)”, coroando uma noite histórica.</p>
<div id="attachment_119931" aria-labelledby="figcaption_attachment_119931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321.png"><img class="size-medium wp-image-119931" alt="Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-25-150321-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Falcão foi o responsável por fechar a noite, com um show potente, que mesclou rock, reggae e rap. No repertório, sucessos como “Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)”, “Quando Você Olhar Pra Mim” e “Pescador de Ilusões”</p></div>
<p dir="ltr">Nesta semana, o Festival Pernambuco Meu País segue para a sua próxima parada, no sexto município-sede, Arcoverde, e se integra ao Festival do Frio do Vitorino, em Riacho das Almas. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/festivalpernambucomeupais/palco-pernambuco-meu-pais-celebra-manifestacoes-afro-brasileiras-em-noite-dedicada-as-culturas-populares-e-ao-samba/instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>País da Música dá voz à periferia</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 04:36:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco Meu País tem se firmado como o festival de todas as linguagens culturais. E, dentro das próprias linguagens, contempla os mais diversos estilos. No polo País da Música, neste sábado (11), em Caruaru (Agreste), o caminhão-palco foi representado por expoentes das chamadas expressões periféricas. DJ Big, o rapper Okado do Canal e a rapper Bione, todos do Recife, mais do que apresentar seus trabalhos, abriram espaço para brothers e sisters que travam a mesma luta. A família (o público) gostou.</p>
<p>Na saideira do palco-caminhão da Princesa do Agreste não houve tempo para brincadeira. O experiente DJ Big chegou logo mandando o recado detonando um repertório animal de black music, em especial funk e hip hop, com muitos scratches. Logo se formou uma roda de break dance em que b&#8217;boys e b&#8217;girls levaram a plateia ao delírio com suas performances.</p>
<p>Num gesto de grande generosidade Big fez jus ao nome e convidou a MC Mérida para comandar uma batalha de rimas. Acuca MC, Cabeleira e MC Neto destilaram diversas modalidades, como bate e volta, kick back e batalha de tema.</p>
<p>O bagulho ficou ainda mais sério quando subiu ao palco Okado do Canal, acompanhado do DJ Phino e dois bailarinos. O rapper, que traz no nome sua comunidade, do Canal do bairro do Arruda (Zona Norte do Recife), fala em suas músicas de sua vivência e realidade.</p>
<p>Assim como Big, Okado instigou a formação de uma roda para as danças dos b&#8217;boys. No palco ainda convidou o cantor Bira (vocalista líder de O Bando), de Caruaru, e o rapper Davi Zord, de Arcoverde.</p>
<p>Ficou para Bione a missão de encerrar o País da Música nesta etapa do festival. Com a DJ Lala e duas dançarinas, a cantora fez um show ancorado principalmente em seu álbum autoral Ego (2022), cantando contra o preconceito contra mulher e contra o racismo; em prol da voz da mulher no rap e hip hop; e pela cultura da periferia e seu cotidiano.</p>
<p>No repertório incluiu canções como Toda Tua, (D)elas, Bione e Tropa das Loka, além de faixas como os singles Pensei em Parar e Quem É Ela? e o tema Deixa as Garota Brincar, do EP Sai da Frente (2019). Foi difícil terminar, porque fãs queriam mais. Mas já era a hora. E o País da Música se despediu de Caruaru em grande estilo e se garantindo muito.</p>
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		<title>BaianaSystem leva público ao êxtase na 8º noite do 31º FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2023 13:23:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atração mais aguardada da 8ª noite do 31º FIG, a banda BaianaSystem encheu o polo Mestre Dominguinhos com um público fiel que sabia todas as músicas na ponta da língua e na ponta dos pés, contagiando todos os presentes com a energia do soundsystem. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Atração mais aguardada da 8ª noite do 31º FIG, a banda BaianaSystem encheu o polo Mestre Dominguinhos com um público fiel que sabia todas as músicas na ponta da língua e na ponta dos pés, contagiando todos os presentes com a energia do soundsystem. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujas batidas parecem provocar uma espécie de reação espontânea e involuntária no corpo. Foi assim que a esplanada começou a tremer sob os pulos de um público em frenesi, que encheu o polo na última sexta-feira (28), logo nas primeiras pancadas da abertura com a música “Reza Forte”, do disco “Oxeaxeexu”, de 2021, que deu a tom do show.</p>
<p dir="ltr">Em seguida veio “A mosca” que, apesar de ser mais recente, já causa comoção entre o público. Ocasionalmente, o fundador da banda Roberto Barreto solava na guitarra baiana, conectando o axé ao som de novas sonoridades urbanas, sem deixar de revisitar as raízes da música soteropolitana, sedimentada por diferentes manifestações como o ijexá, afoxé, samba reggae e blocos afros. As tradições pernambucanas também foram lembradas pelo vocalista Russo Passapusso, que exaltou o legado de Gonzaga de Garanhuns, um dos homenageados do festival. Músicas como “Sulamericano” eram estendidas por rimas improvisadas pelo vocalista Russo Passapusso, que versava sobre igualdade social e democracia.</p>
<p dir="ltr">Nesse contexto, também foram cantados outros sucessos como “Lucro” e “Capim Guiné”, que falam, respectivamente, sobre especulação imobiliária e aproximações entre o nordeste brasileiro e a África. A primeira delas contou com a participação da cantora chilena Cláudia Manzo, que reforça a performance da banda em várias canções desta turnê. A todo momento, o público era convidado a formar uma espécie de rodinha de pogo para descarregar a energia, que estava alta quando a plateia era provocada por músicas como “Cabeça de Papel” e “Dia de Caça”.</p>
<p dir="ltr">“A gente veio para receber esse banho de cultura e também fazer uma troca com o público. Pra gente é a maior animação possível poder divertir, pensar, levar as ideias e plantar cultura. Terra de Dominguinhos, gente!”, disse Russo Passapusso, sobre a experiência de tocar no FIG. A banda encerrou a noite com o hit “Playsom”, que incendiou a Praça Mestre Dominguinhos.</p>
<p dir="ltr"><strong>DIVERSIDADE DE BEATS </strong></p>
<p dir="ltr">As demais atrações da última sexta-feira seguiram a linha dos baianos e levaram batidas de diversas propostas musicais para o Polo Mestre Dominguinhos. O rapper Gabriel O Pensador encantou todos com o seu carisma e contou com o coro em uníssono de milhares de pessoas quando cantou músicas como “Cachimbo da Paz”, “Astronauta” e “Palavras Repetidas”, que pregou o amor com samples de “Pais e Filhos”, da Legião Urbana.</p>
<p>Os beats pernambucanos de novos artistas do Estado também impressionaram o público, como aconteceu nos shows da cantora Uana e da banda Barbarize. Em diálogo com a música pop e o cenário do Estado, as duas atrações apresentaram misturas inovadoras de brega funk , trap, contando até com alfaias e berimbau, como no caso da Barbarize,  sempre com o reforço de muita dança inspirada pelo twerk. A abertura do palco com o grupo garanhuense Amor Eterno garantiu a dose de romantismo do dia, balançando a plateia com o melhor do pagode.</p>
<p><strong>NESTE SÁBADO</strong></p>
<p dir="ltr">O sábado também promete mais uma vez, a Praça Mestre Dominguinhos com sua capacidade máxima para os shows da representante da cena pós-manguebeat Volver, a icônica Ave Sangria, o titã Paulo Miklos e o esfuziante Carlinhos Brown, que vem com sua banda completa e muita energia. A programação do polo começa às 18h e vai até a madrugada.</p>
<p>Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com investimento de R$ 10,8 milhões, o FIG 2023 reforçou a valorização do artista pernambucano, que compõe os 20 polos do festival, que prossegue até o próximo dia 31. São 398 atrações culturais. Desse total, 89,70% (357) selecionados pela convocatória são pernambucanos; e 10,30% (41) são de outros estados. Profissionais de Libras e de audiodescrição estão presentes em shows e espetáculos para oferecer mais inclusão ao público. E no Palco Mestre Dominguinhos há o Camarote da Acessibilidade, recebendo a pessoas com deficiência inscritas no Pernambuco Conduz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>4º Festcrua promove ações culturais e esportivas em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 14:41:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atrações musicais nos gêneros rap, pop e brega, além de oficinas, feira de economia solidária e atividades esportivas chegam neste domingo (19) à Olinda, com a programação do 4º Festcrua &#8211; Festival de Cultura de Rua. O evento é inteiramente gratuito, busca estimular práticas coletivas nas comunidades e fortalecer o cenário artístico local. Todas as atrações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55091" aria-labelledby="figcaption_attachment_55091" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lady-Laay_divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-55091" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Lady-Laay_divulgação-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A rapper Lady Laay é um dos destaques da programação gratuita</p></div>
<p>Atrações musicais nos gêneros rap, pop e brega, além de oficinas, feira de economia solidária e atividades esportivas chegam neste domingo (19) à Olinda, com a programação do <strong>4º Festcrua &#8211; Festival de Cultura de Rua</strong>. O evento é inteiramente gratuito, busca estimular práticas coletivas nas comunidades e fortalecer o cenário artístico local.</p>
<p style="text-align: left;">Todas as atrações vão se concentrar na Vila Olímpica, em Rio Doce, das 10h às 19h. A programação musical agrega do brega romântico da cantora <a href="https://www.facebook.com/palaspinhooficial/" target="_blank"><strong><em>Palas Pinho e banda Ovelha Negra</em> </strong></a>ao pop eletrônico da banda <a href="https://www.facebook.com/TRIINCA/" target="_blank"><strong><em>Triinca</em></strong></a>. Quem gosta de samba tradicional vai poder conferir a apresentação de <em>Zema</em>, cantor carioca radicado no Recife. Diverso, o festival, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, abre espaço para cena rap, com destaque para <a href="https://www.facebook.com/ladylaay/" target="_blank"><strong>L</strong></a><em><a href="https://www.facebook.com/ladylaay/" target="_blank"><strong>ady Laay</strong></a> &amp; Cena Periférica</em>,<em> Projeto Arrete, KBS Marques, Órbita Mental, Barbearia Naipe, Rimocrata, Schnneider, Sinta a Liga Crew (da Paraíba) e Cabramanos</em> com participação de <em>Tiger</em>. O ex-integrante do Faces do Subúrbio anima ainda a festa a partir das 14h, com a participação de DJ Dagga.  Já no Campeonato de Breaking, quem dará o ritmo é o <em>DJ Stanley.<br />
</em></p>
<div id="attachment_55089" aria-labelledby="figcaption_attachment_55089" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Washington Possato</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Zema©Washington-Possato0128.jpg"><img class="size-medium wp-image-55089" alt="Washington Possato" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Zema©Washington-Possato0128-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Samba terá vez com o cantor Zema</p></div>
<p>O criador e realizador do Festcrua, Cesar Andres Cronenbold comenta que nas suas caminhadas por favelas, vilas e periferias, percebeu que a cultura de rua fervilhava em cada esquina. “Isso me despertou a vontade de unir, celebrar tudo num só lugar, despertando e fortalecendo laços de fraternidade e cidadania nas pessoas que se sentem representadas nesses segmentos socioculturais e esportivos”, comenta.</p>
<div id="attachment_55088" aria-labelledby="figcaption_attachment_55088" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Triinca_Divulgação2.jpg"><img class="size-medium wp-image-55088" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Triinca_Divulgação2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Trrinca vai apresentar seu repertório pop eletrônico</p></div>
<p>Oficinas de grafite, basquete de rua, origami e breaking estão entre as opções gratuitas de formação cultural. A programação contempla ainda o <em>Bradan &#8211; Brasil Break Dance Pernambuco, </em>uma competição de breaking criada em 2009 pela CUFA (Central Única das Favelas), que incentiva e dá visibilidade a rapazes e moças, entre 16 e 26 anos, praticantes dessa dança urbana. Os jurados Bboy Banks, da cidade de São Paulo, Leony, de Belém (PA) e a bgirl Nathana Vieira, de Uberlândia (MG), vão julgar as duplas escolhidas numa seleção prévia, feita a partir de vídeos publicados no YouTube e pelo <strong><a href="http://www.dancasurbanas.com.br" target="_blank">site</a></strong>.</p>
<p>Apresentações de dança ligadas à cultura popular tradicional e a manifestações mais recentes como a swingueira serão proporcionadas pela Alexandre Spain Produções. Ainda estre os destaques da programação, MCs do Alto José Bonifácio e Olinda vão se enfrentar em duelos de rimas e a dupla cômica <em>Brown e Taw</em> vão mostrar performance que mistura dança, rap e humor com mensagens de reflexão e crítica a respeito da violência, racismo, machismo e homofobia.</p>
<p><strong>SERVIÇOS DE CIDADANIA</strong><br />
A Defensoria Pública de Pernambuco estará no local, durante todo o dia para receber, esclarecer e resolver problemas da população a exemplo de processos de divórcio, registros de nascimento e casamento, entre outros serviços.</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL </strong><br />
A primeira edição do Festcrua foi realizada na cidade de Ipojuca, em 2011. Dois anos depois, em Porto de Galinhas. A terceira ocorreu no Recife, em 2015, e reuniu um grande público no Parque Santana, bairro de Casa Forte. Segundo Cesar Cronenbold, a escolha de Olinda se deu por conta da sua multiplicidade de manifestações culturais, muitas das quais concentradas em dois polos do município: a Cidade Alta e a praia. “Com a escolha de Rio Doce, acrescentamos mais uma boa alternativa de diversão e integração para os moradores do entorno”, enfatiza.</p>
<p>De acordo com ele, a intenção é fazer com que a periferia receba atrações e/ou atividades com mais frequência e, principalmente, com os usos e costumes dessas regiões. O Festcrua foi criado para acontecer sempre em lugares de concentração popular, com espaços destinados à prática que tenham o espaço para a prática de varias atividades culturais e esportivas.</p>
<p>O Festcrua é realizado sempre aos domingos e em novembro, mês que marca o Dia da Favela (4) e o Dia da Consciência Negra (20). Pessoas de todas as idades podem se engajar em qualquer uma das atividades oferecidas durante as dez horas do evento. Atividades paralelas que estimulem a cultura e o esporte de rua, produzidas por organizações e coletivos, são incentivadas e bem-vindas</p>
<p>O Festcrua é uma realização da empresa Os Três, CUFA Pernambuco, com o incentivo do Governo de Pernambuco, via Funcultura, além de apoio da Prefeitura de Olinda. Também apoiam o festival a Estiga Comunicação, Printô Informática, Associação Metropolitana de Hip Hop, Sol Pulquério Fotografia, sites Interdependente, Danças Urbanas e a Recife Sites.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>IV Festcrua &#8211; Festival de Cultura de Rua</strong><br />
Domingo, 19 de novembro, das 10h às 20h<br />
Vila Olímpica &#8211; Avenida Brasil, 2018, Rio Doce, Olinda<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Atrações:</strong><br />
Bradan &#8211; Brasil Break Dance Pernambuco &#8211; Campeonato Estadual de Breaking<br />
Apresentações de brega, rap, batalhas de MCs, cultura popular, swingueira</p>
<p>Programação Completa e mais informações <strong><a href="http://www.facebook.com/festcrua" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
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		<title>Mais 40 mil pessoas conferiram a terceira noite do shows do Palco Mestre Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 21:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[afrobeat]]></category>
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		<category><![CDATA[FIG 2017]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Lenne Ferreira Zeca Pagodinho trouxe a potência de seu samba para o Festival de Inverno de Garanhuns 2017 e fez todo mundo dançar no miudinho. No show da noite deste domingo (23), o cantor carioca, filho de Ogum, não tocou só os pés, mas o coração do público, falou de esperança, exaltou o samba [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Lenne Ferreira</em></p>
<p>Zeca Pagodinho trouxe a potência de seu samba para o Festival de Inverno de Garanhuns 2017 e fez todo mundo dançar no miudinho. No show da noite deste domingo (23), o cantor carioca, filho de Ogum, não tocou só os pés, mas o coração do público, falou de esperança, exaltou o samba de raiz, fez poesia embalada pelo som de um time de bambas de primeira linha. Em mais de uma hora de apresentação, Zeca não economizou sucessos, para a alegria de quem não arredou o pé do palco Mestre Dominguinhos até ouvir o último som do cavaquinho.</p>
<div id="attachment_51457" aria-labelledby="figcaption_attachment_51457" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/zeca.jpg"><img class="size-medium wp-image-51457" alt="Elimar Pereira/Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/zeca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zeca Pagodinho</p></div>
<p>A terceira noite de shows no maior palco do festival foi uma verdadeira mostra da pluralidade da música negra. Samba, Rap, Afrobeat deram o tom da festa, que agregou públicos diversos. Valorizar a produção da cultura negra tem sido uma característica marcante na programação do Festival nos últimos anos. Além dos polos segmentados como o de Cultura Popular Ariano Suassuna, o Festival tem proporcionado especial visibilidade para a produção cultural negra em todos os palcos que compõem a programação.</p>
<p>Sob a proteção de São Jorge, o sambista Zeca Pagodinho chegou em Garanhuns discreto, falou com poucas pessoas antes do show e preferiu se manter num ponto fixo do palco. A posição, no entanto, não impediu que logo se estabelecesse uma interação com a plateia, formada por jovens, crianças, mulheres e homens mais velhos, gente que veio de longe e de perto. Todo mundo estava lá para se apropriar da sua música preferida, do seu pedaço de Zeca. O repertório contemplou canções como “Judia de mim”, “Deixa a vida me levar”, “Vai vadiar”, “Vou botar teu nome na macumba”, &#8220;Incandeia”.</p>
<div id="attachment_51458" aria-labelledby="figcaption_attachment_51458" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ifa.jpg"><img class="size-medium wp-image-51458" alt="Fer Verícimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ifa-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">A banda baiana Ifá</p></div>
<p>Antes do sambista se apresentar, o palco Dominguinhos deu passagem para o mix de Afrobeat com ritmos regionais, além de Funk e Soul, da banda Ifá. Foi a segunda vez do grupo baiano no Estado e todos pareciam bem empolgados com a participação no Festival. Isso ficou claro na fala do vocalista Fabrício Mota, que fez questão de exaltar a cultura pernambucana e o mestre Dominguinhos. “Estamos fazendo Afrobeat com o sentimento de amor que Dominguinhos ensinou para todos nós”, disse, arrancando os aplausos do público.</p>
<p>Desde 2013, o Ifá vem ganhando notoriedade no cenário não só nordestino, mas nacional. Formada por nove músicos de várias cidades da Bahia, o grupo surgiu com a proposta de fazer instrumental para todos os públicos. E conseguiu. Pelo menos foi o que deu pra perceber ao long0 da apresentação dos instrumentistas no FIG 2017. Mesmo quem nunca nem ouviu falar de Fela Kuti, grande pai do Afrobeat, foi fisgado pela música preta em sua mais elevada potência. Sem dúvida, o Ifá protagonizou um dos momentos mais bonitos do palco Mestre Dominguinhos.</p>
<p><b>PE tem Rap </b></p>
<p>Pernambuco tem Rap e o FIG 2017 mostrou um pouco da riqueza da cena Hip Hop regional na terceira noite da programação do Palco Mestre Dominguinhos. A primeira atração, o grupo Donas, formado na capital do Estado há 13 anos, mostrou a força do rap feito pela mulher nordestina. Composto pelas MC’s Mariana MJ e Fabiana Rossini, Donas foi o primeiro grupo de rap feminino a subir no palco principal do Festival, que acontece há 27 anos. As letras das músicas são marcadas por mensagens de empoderamento feminino, de combate ao racismo e feminicídio.</p>
<div id="attachment_51459" aria-labelledby="figcaption_attachment_51459" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/donas.jpg"><img class="size-medium wp-image-51459" alt="Fer Verícimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/donas-607x354.jpg" width="607" height="354" /></a><p class="wp-caption-text">Donas é o primeiro grupo de rap feminino a se apresentar no FIG</p></div>
<p>A apresentação foi reforçada pelas participações especiais da poetiza Luna Vitrolira, a malabarista Yasmim Amaral e o poeta Tony Amaral. O MC pernambucano Tiger e DJ Dagga também integraram a performance do show, que deu espaço para o brega de Reginaldo Rossi com uma versão da música “Desterro”. “Estamos muito felizes por sermos as primeiras mulheres da cena rap pernambucana a subir no palco principal do FIG”, disse a MC Mariana, que não economizou nas palavras. As Donas mostraram que o rap pensado pela mulher nordestina amadureceu e não pede passagem. Ele invade e tá inventando seu próprio caminho.</p>
<div id="attachment_51460" aria-labelledby="figcaption_attachment_51460" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ze-brown.jpg"><img class="size-medium wp-image-51460" alt="Elimar Pereira/Caranguejo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ze-brown-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O rapper Zé Brown</p></div>
<p>Depois do show das Donas foi a vez de outro rapper mostrar a peculiaridade do Hip Hop produzido em Pernambuco. O cantor Zé Brown, que já virou tradição no FIG, tendo tocado em mais de 10 edições, apresentou o projeto “Poesias do povo”, com previsão de lançamento para o final deste ano. O rapper chegou acompanhado por um time de músicos e tocou músicas da carreira solo, mas sem esquecer de clássicos do lendário grupo Faces do Subúrbio, um dos pioneiros da cena pernambucana.</p>
<p>Atualmente residindo em São Paulo e atuando no projeto Matéria Rima, que promove oficinas em 15 escolas de Diadema, Zé Brown continua fazendo rap com autenticidade. Repente, mangue beat, funk, breaking, coco e embolada marcaram a apresentação que deixou clara a força do próximo disco, que vai contar com participações do calibre de Marcelo D2, Fernandinho Beat Box, Jorge do Peixe, Alessandra Leão e Caju e Castanha.</p>
<p>A programação do Palco Mestre Dominguinhos segue nesta segunda-feira (24) com música regional e MPB. Confira:</p>
<p><strong>Palco Mestre Dominguinhos</strong><br />
21h – Still Living<br />
22h – Hebert Lucena<br />
23h – Cantoria Agreste &#8211; Homenagem a Dominguinhos<br />
00h30 – MPB4 (RJ)</p>
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		<title>Abreu e Lima recebe 1º Festival Cultural de Verão</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 19:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1º Festival Cultural de Verão]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[rodas de capoeira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Praça São José, no centro de Abreu e Lima, estará sediando no próximo domingo (6), a primeira edição do Festival Cultural de Verão. A atividade, que é promovida gratuitamente pela ONG Porco Espinho, começa às 16h e terá apresentações ao ar livre como maracatus infantis e rodas de capoeira, além de artistas e grupos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13165" aria-labelledby="figcaption_attachment_13165" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Capoeira-Piscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-13165" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Capoeira-Piscilla-Buhr-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Grupos locais de capoeira estão entre as atrações do evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Praça São José, no centro de Abreu e Lima, estará sediando no próximo domingo (6), a primeira edição do Festival Cultural de Verão. A atividade, que é promovida gratuitamente pela ONG Porco Espinho, começa às 16h e terá apresentações ao ar livre como maracatus infantis e rodas de capoeira, além de artistas e grupos culturais como Leo Monstrow e Seres Pensantes, DJ 9 e Estação Coqueiral.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem tiver interesse em colocar em prática o equilíbrio do corpo em cima de elásticos, a programação também inclui oficina de slackline. O festival tem como objetivo fomentar a arte local, possibilitando a abertura de espaços para que a cultura popular tenha mais visibilidade no município. <em>“O intuito desta primeira edição é valorizar artistas da cidade, dentro do cenário que eles atuam e fomentam na cultura local, apresentando suas principais potencialidades artísticas”</em>, destaca Leonardo Ribeiro, um dos organizadores do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Grupos de rap, rock e raggae, além de recitais poéticos, também são aguardados para compor a programação dominical.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>1º Festival Cultural de Verão</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 6 de março<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 16h<br />
<strong>Local:</strong> Praça São José, no centro da cidade<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<item>
		<title>O rap antropofágico de Zé Brown ganha registro em DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 14:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alto josé do pinho]]></category>
		<category><![CDATA[ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Baile Perfumado]]></category>
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		<category><![CDATA[hip hop]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias do Povo]]></category>
		<category><![CDATA[rap]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Brown]]></category>

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		<description><![CDATA[A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de Zé Brown, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19732" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de <strong>Zé Brown</strong>, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José do Pinho, zona Norte do Recife, onde se tornou rapper, e a partir de onde ganhou o mundo. Essa trajetória vai ganhar um registro especial, nesta sexta (16), com a gravação do DVD “Poesias do povo”, no Baile Perfumado (Prado), a partir das 22h.</p>
<p>“<em>Esse DVD reflete todas as minhas influências, que surgiram no final dos anos 1980, quando ingressei na cultura hip hop como b.boy, comecei a dançar o break, e no início dos anos 1990, quando comecei minha trajetória musical com a banda Faces do Subúrbio, no Alto José do Pinho, onde me despertou em pesquisar ritmos da cultura popular</em>”, conta. Embolada, maracatu, forró, literatura de cordel e samba. Na música de Zé Brown, tudo isso dialoga perfeitamente com o rap, espinha dorsal do seu trabalho. E para acompanhar Brown nessa empreitada, juntam-se a ele Celo (bateria), Riva Le Boss (guitarra) e Valdir Afonjá (contrabaixo).</p>
<p>E, mostrando que sua música encontra ecos em outras paragens, reprocessando estilos e vertentes variadas, ele traz um time diverso de amigos para dividir o palco, no show desta noite. Participam do show Cannibal, Cajú e Castanha, Beto Hortis, Núcleo (Sistema X), Mombojó e Josildo Sá. Os ingressos custam R$ 20 (vinte reais).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD “Poesias do Povo”, de Zé Brown</em><br />
Sexta (16), às 22h<br />
Baile Perfumado – Rua Carlo Gomes, 390, Prado – Recife/PE<br />
R$ 20 (vinte reais)</p>
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