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	<title>Portal Cultura PE &#187; Raul Lody</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe a exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:52:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp_Image_2025-05-31_at_08.39.57-607x466.jpeg" width="607" height="466" /></a></p>
<p dir="ltr">No ano em que o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) celebra seus 95 anos, homenageia uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso Estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que neste 7 de junho de 2025 também completa 95 anos de existência. Para comemorar a data, o MEPE realiza a exposição “ORIXAMBÁ” – de 05 a 29 de junho –, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p dir="ltr">Instalada no Espaço Cícero Dias, a mostra apresenta registros sensíveis e potentes da vida religiosa e cotidiana no Terreiro, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição. Além da exposição, uma série de comemorações estão sendo programadas, como palestras e atividades educativas.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá na época, à rua da Mangueira, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança firme e acolhedora do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<p dir="ltr">Ao homenagear o Terreiro de Xambá, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. Com isso, “ORIXAMBÁ” é mais que uma exposição, é um gesto de reconhecimento e gratidão a uma casa sagrada que, há 95 anos, planta raízes profundas no solo da história pernambucana.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor do MEPE, Rinaldo Carvalho, “essa celebração conjunta, do Museu e do Terreiro, fortalece os laços entre cultura, fé e memória, e inspira o respeito às tradições que nos formam”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Palestra e apresentação cultural</strong></p>
<p dir="ltr">Seguindo as atividades comemorativas, no próximo sábado (7), das 14h às 16h, a mostra traz a palestra “Preservando a História – Manutenção dos acervos de Terreiro”. A atividade contará com a participação do Dr. Hildo Leal, Pai Ivo de Xambá e o fotógrafo Paulinho Filizola. Uma apresentação das Yabás, com os Tambores Sagrados do Terreiro de Xambá, encerra a programação especial.</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; SERVIÇO</em></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição &#8220;ORIXAMBÁ&#8221;</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Abertura: 05 de junho, às 19h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Visitação: De 05 a 29 de junho de 2025</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Palestra e apresentação cultural: 07 de junho, a partir das 14h</p>
<p dir="ltr"><strong>&gt;</strong> Endereço: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) – Espaço Cícero Dias I Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife &#8211; PE</p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
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		<title>Raul Lody lança o livro &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;, em Casa Amarela</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 19:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para comemorar as cinco décadas como escritor, o pensador da comida e da alimentação Raul Lody lança &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;. A obra de 270 páginas, editada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), é uma coletânea de 78 artigos publicados em jornais e sites Brasil afora, encabeçadas por ilustrações especialmente realizadas pelo autor. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Capa-Um-banquete-tropical.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97405" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Capa-Um-banquete-tropical-351x486.jpg" width="351" height="486" /></a></p>
<p>Para comemorar as cinco décadas como escritor, o pensador da comida e da alimentação Raul Lody lança &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;. A obra de 270 páginas, editada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), é uma coletânea de 78 artigos publicados em jornais e sites Brasil afora, encabeçadas por ilustrações especialmente realizadas pelo autor. O lançamento acontece no próximo sábado (26), às 10h30, na Mercearia Pará, em Casa Amarela. Durante o evento, haverá bate-papo com a empresária e pesquisadora gastronômica da Amazônia, Lourdes Barbosa.</p>
<p><em>“Sentem-se à mesa, ou comam em pé nas ruas, nos aeroportos e lanchonetes de fast food, ou sentados sobre tapetes, mas sempre com Raul Lody. Jamais perderão o apetite, pois com ele o banquete é mais saborosamente prazeroso. Aproveitem essa delícia de livro”</em>, convida a prefaciadora, Maria de Lourdes de Azevedo Barbosa, pesquisadora de gastronomia da Amazônia.</p>
<div id="attachment_79542" aria-labelledby="figcaption_attachment_79542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79542" alt="Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No dia do lançamento. Raul Lody comandará um bate-papo com a empresária e pesquisadora da Amazônia, Lourdes Barbosa </p></div>
<p>A obra contempla diferentes olhares e interesses sobre a comida e a bebida no Brasil, considerado uma das maiores cozinhas do mundo, cujos sistemas alimentares são os mais diversos. A partir da escolha dos ingredientes, do fazer os pratos, das receitas, do servir, até levar à boca, Lody entrega de bandeja ao leitor/comensal um banquete de história, sociologia, economia, ecologia e diversidade cultural da comida brasileira. <em>“Peguei textos com temas regionais e globais dos últimos 20 anos e fiz uma mistura dos pratos da casa, de rua, de festa e de religião”</em>, comenta Lody.</p>
<p>Apesar de sempre ir além do arroz com feijão, Lody nunca esquece da importância desse combo tão clássico que é, segundo ele, “uma espécie de símbolo heráldico da mesa brasileira”. O ato de comer, portanto, é global para Lody, no sentido de que<em> “come-se com o corpo inteiro&#8221;. “Inicialmente come-se com os olhos, depois se come com o olfato; come-se com o tato; e come-se, finalmente, com a boca, com o prazer de um sentido tão aguçado que remete a um sentimento”</em>, revela o escritor, que é curador da Fundação Pierre Verger, do Museu da Gastronomia Baiana do Senac Bahia, e da Fundação Gilberto Freyre.</p>
<p>Do também sociólogo Gilberto Freyre, Lody degusta várias lições. Destaque para as dulcíssimas advindas da obra clássica Açúcar (1939). “O açúcar adoçou tantos aspectos da vida brasileira que não é possível separá-lo da civilização… Açúcar é um livro memorial e que traz um valor civilizador, como tão civilizador é o açúcar para o brasileiro e, em especial, para o nordestino — mais ainda para o pernambucano”, afirma o pesquisador, ressaltando sua matéria prima, a cana de açúcar, da qual se faz também o caldo de cana e a cachaça. Entre ingredientes e iguarias adocicadas e salgadas, Lody aguça identidades e símbolos também com bacalhau, quiabo, azeite, mandioca, dendê, rapadura, jenipapo, mortadela, hot dog, sanduíche natural, pão com manteiga, milho, caldinho, água e cajuína.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> Quarto livro do antropólogo e pesquisador editado pela Cepe, Um Banquete Tropical: Temas da etnoalimentação chega depois de Doce Pernambuco: uma viagem pela memória histórica e cultural da doçaria pernambucana (2019), Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre (2020), e de Comer com os olhos (2021). Este último assinado em parceria com o fotógrafo Jorge Sabino. Especialista em arte popular e artesanato, artes étnicas africanas e de matriz africana, e comida, alimentação, cultura e patrimônio, Lody já escreveu 118 livros, sendo 39 deles voltados para a gastronomia. Coordena, desde 1972, projetos com ênfase em etnoalimentação no Brasil, em países africanos, na península ibérica, na península itálica e no México. O carioca já foi vencedor do Gourmand World Cookbook Awards em 2006, 2008, 2010 e 2014, além de finalista do Prêmio Jabuti em 2016 e 2017 com os livros A virtude da gula (Senac São Paulo, 2015) e Águas de comer (Senac São Paulo, 2016).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Um Banquete Tropical: Temas da etnoalimentação&#8221; (Cepe Editora), de Raul Lody<br />
Quando: 26 de novembro de novembro (sábado), às 10h30<br />
Onde: Mercearia Pará (Rua Olímpio Tavares, 110 &#8211; Casa Amarela)<br />
Preço: R$ 60 (livro impresso); R$ 24 (e-book)</p>
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		<title>Raul Lody lança o livro &#8220;Comer com os olhos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2021 15:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O antropólogo Raul Lody não poderia ter sido mais feliz na escolha do título do seu novo livro, feito a quatro mãos com o fotógrafo Jorge Sabino e que será lançado pela Cepe Editora nesta quinta-feira (6), às 16h, no formato on-line. Comer com os olhos, recheado com textos de Lody e imagens de Jorge [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84307" aria-labelledby="figcaption_attachment_84307" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/Lody-camisa-preta-e-Jorge_CMYK.jpg"><img class="size-full wp-image-84307" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/Lody-camisa-preta-e-Jorge_CMYK.jpg" width="600" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Feito a quatro mãos, a publicação de Raul Lody (à direita) conta com fotografias de Jorge Sabino (à esquerda)</p></div>
<p>O antropólogo Raul Lody não poderia ter sido mais feliz na escolha do título do seu novo livro, feito a quatro mãos com o fotógrafo Jorge Sabino e que será lançado pela Cepe Editora nesta quinta-feira (6), às 16h, no formato on-line. Comer com os olhos, recheado com textos de Lody e imagens de Jorge Sabino em suas 252 páginas, é um convite aos prazeres da mesa. E conduz o leitor a um passeio pela culinária de quase 50 países da Europa, Américas do Norte e do Sul, Caribe, África, Ásia e Oriente Médio.</p>
<p>Participam da live de lançamento, pelo canal da Cepe no YouTube, os dois autores, o fotógrafo carioca Rogério Reis e a mestre em alimentação e professora de gastronomia em Coimbra Marcela Martins. Na abertura do encontro será exibida uma exposição virtual, de seis minutos de duração, com 245 fotografias selecionadas do acervo da pesquisa que resultou no livro. Para aproximar leitores e autores, nessa época de pandemia, a Cepe organizou uma mesa de autógrafo virtual e disponibilizará para venda 50 exemplares assinados por Lody.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/92IU__hLa_g" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>“Comer com os olhos é uma oportunidade de viver grandes roteiros visuais que mostram a diversidade dos sistemas alimentares do mundo”, declara Raul Lody, pesquisador da antropologia da alimentação desde o início dos anos 1970. “O livro enfatiza o sentimento onívoro do homem, aquele que come de tudo, e possibilita ter contato com a biodiversidade e as técnicas culinárias que atestam as culturas dos povos”, diz ele. Além de valorizar as memórias pessoais e familiares, acrescenta.</p>
<p>A publicação traz 350 fotografias, selecionadas do acervo de mais de 150 mil imagens de Jorge Sabino, que registram comidas, objetos, pessoas e edificações no contexto da pesquisa de etnoalimentação. Impossível olhar e não sentir vontade de saborear uma fruta na barraca colorida de um mercado do Peru, de comer uma fatia de bolo-de-rolo pernambucano, um pirão vermelho do Benin, um pastel de nata português ou de sentar-se à mesa num restaurante no Golfo de Napoli, na Itália.</p>
<p>Para compor o livro, Raul Lody empreendeu diversas viagens e fez pesquisas que o permitiram ver, viver, sentir e, claro, experimentar pratos. “Comer com os olhos é um livro que também recupera os movimentos históricos, sociais e econômicos, que foram dinamizados a partir do século XV, com as Grandes Navegações de Portugal, o que possibilitou o encontro do Ocidente com o Oriente”, ensina o antropólogo.</p>
<p>“Assim, pode-se dizer que pelo comércio de especiarias, e de outros ingredientes, viveu-se a primeira grande globalização, que interferiu na expansão do território, além das inúmeras receitas e novos hábitos alimentares. O Brasil, pela sua constituição histórica, social e ecológica, integra um dos maiores sistemas alimentares do mundo”, destaca.</p>
<p>O livro é prefaciado pelo jornalista e presidente da Cepe, Ricardo Leitão, que destaca a importância do trabalho do autor. “O interesse de Lody na antropologia da alimentação começou com estudos e pesquisas de campo sobre as tecnologias e os utilitários tradicionais das cozinhas. Sempre investiu nos estudos fora dos gabinetes, o que lhe rendeu os maiores ensinamentos e as maiores emoções”, escreve Ricardo Leitão no prefácio.</p>
<p>Não à toa, Raul Lody convida os leitores a degustar cada página e cada imagem do livro. Afinal, como ele mesmo explica, “comer com os olhos é uma expressão popular que enfatiza o valor e a comunicação pela imagem da comida. Na verdade, comemos com o corpo inteiro. Primeiro, comemos com um sentimento ideológico, que está unido à cultura. Comemos também o som, o cheiro e as experiências sensórias da temperatura e da textura, e de outros fatores que culminam no paladar. O leitor, certamente terá o desejo de comer o livro”.</p>
<p>O lançamento de Comer com os olhos se soma às comemorações pelos 50 anos de Raul Lody como pensador da comida e da alimentação, definição que dá ao seu ofício. Ele tem 38 livros sobre comida e cultura pelo viés da antropologia da alimentação (o primeiro artigo sobre o tema é de 1974), é museólogo e especialista em arte africana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live de lançamento de Comer com os olhos, com Raul Lody, Jorge Sabino, Rogério Reis e Marcela Martins<br />
Quando: 6 de maio de 2021 (quinta-feira), às 16h<br />
Local: Canal da Cepe Editora no YouTube (<strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ" target="_blank">www.youtube.com/channel/UCI9qcytTbfViq_vr7igY6VQ</a></strong>)<br />
Preço do livro: R$ 120 (impresso) e R$ 48 (e-book)<br />
Onde comprar: Lojas físicas e site da Cepe (<a href="http://www.cepe.com.br/lojacepe" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>)</p>
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		<title>Live evidencia a cultura nordestina e a tradição dos doces e bolos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 20:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[adriana saldanha]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79542" aria-labelledby="figcaption_attachment_79542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79542" alt="Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O antropólogo pernambucano Raul Lody será um dos convidados do bate-papo, comandado pela chef Adriana Saldanha</p></div>
<p>O Instituto Mpumalanga e a Casa Brasileira, de São Sebastião, apresentam, nesta quinta-feira (29), às 18h, o colóquio e oficina culinária on-line <strong>“Bolo que te quero bolo”</strong>, para falar das pesquisas sobre a culinária nordestina na visão do sociólogo Gilberto Freyre, um dos mais importantes estudiosos da economia do açúcar do período colonial. O evento é gratuito, pela plataforma <a href="https://moodle.org/?lang=pt_br" target="_blank"><strong>Moodle</strong></a>. Vagas limitadas. Inscrições pelo site: <a href="https://www.mpumalanga.com.br/" target="_blank"><strong>www.mpumalanga.com.br</strong></a>.</p>
<p>Nesse encontro on-line, a chef Adriana Saldanha, do Brasileira Gourmet, de São Sebastião, e o antropólogo e pensador da comida e da alimentação, Raul Lody, vão analisar a obra Açúcar, publicada em 1939, que traz o olhar freyreano sobre cultura e sociedade e uma leitura do período colonial a partir da comida, das cozinhas como territórios sagrados do comer e de um dos principais insumos, o açúcar, que girava a economia da época.</p>
<p>A chef Adriana Saldanha vai comentar o passo a passo de uma das receitas de bolo dos engenhos, com detalhes sobre ingredientes e comparação das medidas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MEDIADORES</strong></span></p>
<p><strong>Raul Lody</strong> é antropólogo, museólogo, escritor, curador, pensador da comida e da alimentação, criador e curador do Museu da Gastronomia Baiana (Senac Bahia), curador da Fundação Gilberto Freyre (Recife), da Fundação Pierre Verger (Salvador) e do Instituto de Arte e Cultura do Ceará &#8211; Dragão do Mar.</p>
<p><strong>Adriana Saldanha</strong> é jornalista, documentarista, Chef de cozinha e especialista em Nutrição. Chef do Brasileira Gourmet , Adriana realiza pesquisas sobre comida como cultura e o registro e mapeamento de cozinhas tradicionais. É gestora do Instituto Mpumalanga, da Casa Brasileira de São Sebastião-SP.</p>
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		<item>
		<title>Em celebração pelos 120 anos de Gilberto Freyre, Cepe lança três títulos sobre o sociológo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2020 14:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Brasil de Gilberto Freyre: Uma introdução à leitura de sua obra]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Lody]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração aos 120 anos de nascimento do sociólogo Gilberto Freyre (1900-1987) &#8211; completados no próxima domingo (14) &#8211; a Cepe Editora publica, no primeiro semestre de 2020, três títulos sobre o autor: Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre (Raul Lody); O Brasil de Gilberto Freyre: Uma introdução à leitura de sua obra, e A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76140" aria-labelledby="figcaption_attachment_76140" class="wp-caption img-width-353 alignright" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Capa_brasileirismos-1A.jpg"><img class="size-medium wp-image-76140 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Capa_brasileirismos-1A-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro &#8220;Brasileirismos e Conexões em Gilberto Freyre&#8221; conta com ilustrações do próprio Raul Lody</p></div>
<p>Em comemoração aos 120 anos de nascimento do sociólogo Gilberto Freyre (1900-1987) &#8211; completados no próxima domingo (14) &#8211; a Cepe Editora publica, no primeiro semestre de 2020, três títulos sobre o autor: <em>Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre</em> (Raul Lody); <em>O Brasil de Gilberto Freyre: Uma introdução à leitura de sua obra</em>, e <em>A história íntima de Gilberto Freyre</em> (Mário Hélio Gomes). É a primeira vez que a editora pública pernambucana lança livros sobre o sociólogo. <em>&#8220;A passagem dos 120 anos do nascimento de Gilberto Freyre é uma oportunidade para se refletir sobre sua obra, louvada e contestada com o mesmo vigor. Para a Cepe, é uma satisfação contribuir para que o debate se mantenha vivo”</em>, declara o presidente da Cepe, Ricardo Leitão.</p>
<p>Segundo o editor da Cepe, Diogo Guedes, no primeiro título o antropólogo Raul Lody relaciona os grandes temas da farta e rica literatura de Gilberto Freyre nas ciências humanas com o seu olhar antropológico. <em>“Estão lá as heranças africanas, a alimentação, as expressões e tradições populares, a fé e a museologia, com o desafio de preservar o popular sem sufocá-lo”</em>, adianta o editor. O livro conta com ilustrações do próprio Lody.</p>
<p>A Cepe publica também segunda edição de <em>O Brasil de Gilberto Freyre: Uma introdução à leitura de sua obra</em>, do crítico e pesquisador Mário Hélio Gomes &#8211; a primeira, de 2000, foi publicado pela editora Comunigraf.<em> “A obra se propõe a aproximar Gilberto Freyre de possíveis novos leitores. Como o próprio autor define, é uma espécie de Gilberto Freyre para jovens, com capítulos que trazem a biografia e o pensamento do sociólogo de Apipucos”</em>, conta Guedes. O livro traz ilustrações do artista plástico José Cláudio.</p>
<p>Já A história íntima de Gilberto Freyre, também assinada por Mário Hélio Gomes, de acordo com Diogo, analisa como o sociólogo pernambucano foi pioneiro em investigar a vida íntima das pessoas &#8211; famosas ou comuns &#8211; para criar material para os seus escritos. <em>“É um livro inédito, fruto de uma pesquisa acadêmica do crítico”</em>, ressalta.</p>
<p><strong>SUPLEMENTO -</strong> O jornal literário Suplemento Pernambuco de março, também editado pela Cepe, traz ainda matéria de capa dedicada ao sociólogo autor de clássicos como Casa- grande &amp; senzala (1933) e Sobrados e mucambos (1936). Textos assinados por especialistas em sua obra &#8211; como a pesquisadora e historiadora da Universidade de Cambridge, Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, e a socióloga da Unicamp Elide Rugai Bastos &#8211; ressaltam que, apesar do perfil conservador e reacionário de Freyre, suas obras são contemporâneas pelas contribuições ao pensamento social brasileiro.<em> “Se elogiava de forma problemática o colonialismo e pautava a mestiçagem como uma convivência pacífica entre os diferentes, também pensava o Brasil fora dos padrões europeus de modernidade e discutia ecologia muito antes das correntes sociológicas dos Estados Unidos”</em>, diz o editorial do Pernambuco, que pode ser baixado gratuitamente <strong><a href="https://www.suplementopernambuco.com.br/images/pdf/PE_169_web.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Roberta Guimarães abre a exposição &#8220;Agô&#8221;, no Museu do Estado de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 21:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68189" aria-labelledby="figcaption_attachment_68189" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/013_Foto_Roberta_Guimaraes__-IMG_8389.jpg"><img class="size-medium wp-image-68189" alt="Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/013_Foto_Roberta_Guimaraes__-IMG_8389-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As imagens são o resultado de mais de três anos de pesquisa feita pela fotógrafa em 14 terreiros de Xangô de Pernambuco</p></div>
<p>A força da palavra <strong>&#8220;Agô&#8221;, </strong>que no idioma iorubá significa “com licença” e dá nome a mais recente exposição de<strong> Roberta Guimarães</strong>, traduz com fidelidade as imagens da fotógrafa pernambucana.  Inédito no Recife, o trabalho traz 40 fotografias, vídeos e informações sobre terreiros de xangô de Pernambuco, conduzindo o olhar para a diversidade, combate ao preconceito e reafirmação dos direitos humanos. <strong>A abertura será no dia 23 de abril, às 19h, e segue até 2 de junho, no Museu do Estado de Pernambuco (Sala Lula Cardoso Ayres, 1º andar), com acesso gratuito.</strong></p>
<p>A exposição tem<strong> incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura,</strong> e as imagens são o resultado de mais de três anos de pesquisa feita pela fotógrafa, em 14 terreiros de Xangô de Pernambuco. O trabalho já foi registrado no livro “O Sagrado, a pessoa e o orixá”, lançado em 2013, no Recife.  São apresentadas imagens que mostram as particularidades dos rituais, respeitando a tradição e a religiosidade.</p>
<p>Algumas sessões fotográficas exigiram mais de 12 horas de trabalho seguidas, acompanhando rituais extremamente minuciosos, como o Ebó das Águas, em que o adepto passa por uma preparação, vai se banhar num rio e depois retorna ao terreiro para finalização da cerimônia. <strong>A curadoria é do antropólogo Raul Lody</strong>, um dos mais reconhecidos especialistas em cultura afro do país.  Formado em Etnografia e Etnologia pela Universidade de Coimbra, é doutor pela Universidade de Paris e responsável por dezenas de estudos na área das religiões afro-brasileiras.</p>
<p>“Esta é uma experiência artística, estética e etnográfica sobre o xangô pernambucano, numa leitura fotográfica de Roberta Guimaraes”, diz Lody, ressaltando que o trabalho caminhou nos muitos momentos do sagrado de matriz africana, que se mostram nos rituais, cores, formas, texturas. “Um depoimento visual emocionado que chega com imersões profundas nas muitas interpretações sobre este patrimônio de fé”, explica.</p>
<div id="attachment_68190" aria-labelledby="figcaption_attachment_68190" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/021.5_Foto_Roberta_Guimaraes__Xirê_de_Oxaguiã_-6C5A0024.jpg"><img class="size-medium wp-image-68190" alt="Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/021.5_Foto_Roberta_Guimaraes__Xirê_de_Oxaguiã_-6C5A0024-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A curadoria é do antropólogo Raul Lody</p></div>
<p>Para a fotógrafa Roberta Guimarães, seu trabalho – apresentado em João Pessoa há cinco anos – traz, de fato, importantes questões humanas, como respeito e solidariedade.  E, ainda, um alerta sobre os caminhos percorridos pelo país. “O xangô faz parte da nossa identidade, da nossa cultura, e nos ensina sobre amor, afeto e tolerância. Agô chama para essa reflexão”, completa. A mostra tem produção executiva da Imago e da Janela Gestão de Projeto.</p>
<p>Conexão – A exposição conecta as fotografias ao mundo digital dos vídeos. No meio do espaço com as fotos haverá uma projeção com imagens dos elementos da natureza que representam os orixás. Ao percorrer a mostra, vários vídeos vão se entrelaçando na narrativa, reforçando princípios como respeito, abordando questões como de gênero.</p>
<p>Com 18 minutos, em uma dobradinha da própria Roberta com o também fotógrafo Breno Laprovítera, e áudio de Pedro Andrade (Jacaré), uma projeção apresentará o dia-a-dia dos terreiros, dos rituais e entrevistas com filhos e pais de santos falando sobre suas relações com a religião.  Neste vídeo, o fio condutor é a profunda relação da religião com a natureza, que transcende dos atos religiosos para o cotidiano de seus seguidores.</p>
<p>Educação – Durante a mostra haverá um projeto de Arte Educação desenvolvido por Kemla Baptista, com a concepção colaborativa de Bruna Rafaella. Serão visitas guiadas direcionadas a pessoas com deficiência visual e auditiva. O trabalho é feito em parceria com o Instituto de Cegos e o SUVAG.</p>
<p>A exposição terá desdobramento positivo também para a Fundação Joaquim Nabuco, referência em pesquisa da cultura afro no Nordeste. Serão doadas para o acervo da Fundaj, 20 imagens disponíveis na mostra (em formato digital).</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<b>Exposição Agô<br />
</b>Quando: abertura no dia 23 de abril, às 19h. A exposição segue em cartaz até 2 de junho<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Sala Lula Cardoso Ayres  (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
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