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	<title>Portal Cultura PE &#187; Recife</title>
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		<title>Livro infantil resgata memória de travessia centenária no Rio Capibaribe</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123338" alt="WhatsApp Image 2026-03-20 at 08.15.38" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-20-at-08.15.38-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>Contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, o livro infantil &#8220;Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia&#8221;, da artista visual e ilustradora pernambucana Catharina Rosendo, será lançado neste domingo (22), às 15h, no Jardim Secreto do Poço, na Zona Norte do Recife.</p>
<p>Integrante do Coletivo Jardim Secreto desde 2017, a autora encontrou inspiração ao conviver com Antônio José da Cunha, conhecido como Pai. Barqueiro que herdou do pai e do avô um ofício centenário, ele conduz até hoje, com sua família, a travessia de barco no Rio Capibaribe, entre os bairros do Poço da Panela e da Iputinga, mantendo vivos saberes que atravessam gerações e resistem ao tempo, mesmo diante das transformações urbanas que afastaram a cidade de suas águas.</p>
<p>O lançamento acontece no Dia Mundial da Água e propõe um encontro entre arte, memória e cidade às margens do Rio Capibaribe. A programação contará com roda de conversa com a autora e com o barqueiro Pai, sessão de autógrafos e a exibição do curta Entre Margens, documentário inspirado na mesma travessia que deu origem ao livro. Dirigido pelos estudantes Arthur Cardoso, Francisco Pestana, Lis Bettini e Raquel Velasco, o filme acompanha o cotidiano de Pai e registra o percurso entre as duas margens, revelando a dimensão humana e histórica de uma travessia que segue presente na vida da cidade.</p>
<p>Com narrativa poética e ilustrações em aquarela feitas pela própria autora, o livro “Acorda Rio &#8211; Memórias de uma travessia” convida crianças e adultos a olhar novamente para os rios, não apenas como paisagem urbana, mas como territórios vivos da memória recifense.  O título brinca com a corda que Pai usa para atravessar passageiros em seu barco azul, funcionando como um fio que conecta passado e presente. O livro também conta com audiodescrição, acessível por meio de um QR code, ampliando o acesso à obra.</p>
<p>“Essa história nasceu de conversas à beira do rio, de idas e vindas sobre a travessia. Foi assim que conheci Pai, barqueiro de ofício herdado do pai e do avô, como quem herda não apenas um trabalho, mas também respeito e cuidado com a natureza. Esse ofício foi um dos mais importantes da cidade. Conectava bairros, comércios e territórios. Criava pontes antes que elas existissem. Abria, em silêncio, rotas de fuga para quem buscava liberdade. Os canoeiros, junto com Pai, ajudaram a erguer a cidade”, explica a autora.</p>
<p>Publicitária de formação, Catharina Rosendo trabalhou por mais de duas décadas como diretora de arte em agências do Recife, desenvolvendo projetos gráficos editoriais, estudos iconográficos e ilustrações. Artista visual e ilustradora por vocação, combina técnicas como aquarela, acrílica, colagem e grafite. Atualmente, a artista se dedica ao estudo do livro-álbum, formato que une narrativa e imagem. “Acredito que o livro é a primeira galeria de arte da criança e, através dele, podemos transformar o olhar e romper estereótipos. Podemos pertencer.”, conclui.</p>
<p>O livro foi editado pela Editora Pó de Estrelas, e o projeto foi contemplado no edital da Lei Paulo Gustavo Pernambuco, com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País abre o Carnaval 2026 exaltando a força da música pernambucana</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 12:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Juana Carvalho/Secult-PE O Festival Pernambuco Meu País abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife. A cerimônia contou com a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122834" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (9)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-9-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">O <strong>Festival Pernambuco Meu País</strong> abriu oficialmente o Carnaval 2026 do Estado de Pernambuco com uma grande celebração da música pernambucana, marcada por homenagens a ícones da cultura local e pela presença de milhares de pessoas na noite desta sexta-feira (6), no Terminal Marítimo do Recife.</p>
<p dir="ltr">A cerimônia contou com a presença da governadora Raquel Lyra, da vice-governadora Priscila Krause, da secretária de Cultura, Cacau de Paula, da presidente da Fundarpe, Renata Borba, do presidente da Empetur, Eduardo Loyo, de Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, além de outras autoridades e representantes do setor cultural. A noite foi atravessada por momentos simbólicos de reconhecimento a artistas celebrados no Carnaval 2026: Nena Queiroga, Maestro Duda e João Gomes receberam placas de homenagem entregues pela governadora. Já Chico Science foi lembrado em um dos momentos mais emocionantes da abertura: antes do show da Nação Zumbi, um vídeo com depoimento de sua filha, Louise França, foi exibido no telão, comovendo o público e reafirmando a permanência do legado do manguebeat na cultura contemporânea.</p>
<p dir="ltr">A noite inaugural apresentou um line-up composto exclusivamente por artistas pernambucanos, em uma escolha curatorial que celebrou a história e a influência do manguebeat. Subiram ao palco Alessandra Leão, Buhr, Mestre Ambrósio, Mundo Livre S/A, Nação Zumbi, com participação especial de Maciel Salú, e João Gomes, em uma sequência de shows que percorreu diferentes gerações e estéticas da música feita em Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Com programação gratuita, o Festival Pernambuco Meu País reafirma o compromisso do Governo de Pernambuco com a democratização do acesso à cultura, a valorização dos artistas da terra e o fortalecimento da economia criativa, reunindo públicos diversos e evidenciando a pluralidade de linguagens e territórios sonoros que fazem do estado um dos polos culturais mais pulsantes do país.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122836" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Hesíodo-Góes-Secom-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Hesíodo Góes/Secom</p>
<p dir="ltr">“Não existe outro lugar no Brasil, e arrisco dizer no mundo, com tantos artistas extraordinários por metro quadrado como Pernambuco. Estar aqui hoje é celebrar essa força, homenageando em vida nomes como o Maestro Duda, Nena Queiroga e o nosso querido João Gomes, que se tornou uma unanimidade nacional, sem nunca deixar de lado o legado eterno de Chico Science. Pernambuco sempre teve um elenco impressionante de talentos, mas reunir e reconhecer esses artistas em um mesmo palco não é para qualquer lugar. A cultura pulsa nas veias do nosso estado, do Sertão ao Litoral, passando pela Zona da Mata, pelo Agreste e pela nossa capital”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Em sintonia, a secretária de Cultura, Cacau de Paula, celebrou o caráter democrático da iniciativa e o protagonismo da produção local. “O palco do Pernambuco Meu País é o espaço onde essa potência cultural se encontra: diferentes gerações da música pernambucana dividindo a mesma cena, dialogando entre si e com o público. É uma programação gratuita, democrática e diversa, que reafirma nosso compromisso de garantir acesso à cultura e de valorizar quem constrói, todos os dias, a identidade sonora de Pernambuco”, destacou.</p>
<p dir="ltr">O presidente da Empetur, Eduardo Loyo, ressaltou o impacto econômico da iniciativa, que antecipou em uma semana a abertura do Carnaval no estado. “O Governo de Pernambuco está ampliando o calendário carnavalesco, trazendo para a Região Metropolitana grandes atrações nacionais e, sobretudo, pernambucanas, e impulsionando a nossa economia. Não é por acaso que as companhias aéreas ampliaram em 10% a oferta de voos em relação ao ano passado. É Pernambuco em movimento, fortalecendo o turismo, gerando empregos e criando oportunidades para a nossa população”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Para Carla Pereira, diretora de Ações Culturais da Fundarpe, a edição de Carnaval amplia ainda mais o alcance da iniciativa. “Este ano, o Carnaval de Pernambuco ganha uma extensão ainda mais potente, celebrando a música pernambucana e aquilo que temos de mais rico no nosso solo sagrado: a nossa cultura. É um movimento que fortalece, valoriza e fomenta a produção cultural do estado em toda a sua diversidade”, pontuou.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122827" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO DE SHOWS</strong></p>
<p dir="ltr">A programação musical da noite teve início às 18h, com Alessandra Leão e Buhr, duas artistas fundamentais da música pernambucana contemporânea. Com trajetórias marcadas pela experimentação, pelo diálogo com as tradições populares e por uma postura autoral, ambas apresentaram repertórios que atravessam discos como <em>Macumbas e Catimbós, Acesa, Folia de Santo</em>, no caso de Alessandra, e <em>Eu Menti pra Você</em> e <em>Longe de Onde</em>, de Buhr.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122835" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o Mestre Ambrósio levou ao público um repertório que reafirma sua importância histórica na fusão entre maracatu, ciranda, coco e sonoridades contemporâneas. “Essa noite faz a gente lembrar de um passado muito forte, lá do Abril Pro Rock, quando dividimos o palco com o Mundo Livre S/A, Chico Science e a Nação Zumbi. Poder reviver isso hoje, nesse contexto, é um marco enorme para todos nós”, relembrou Éder Rocha, integrante do grupo.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, o Mundo Livre S/A subiu ao palco trazendo a energia e a verve crítica que marcaram o manguebeat desde os anos 1990. Com clássicos do seu repertório, a banda reafirmou seu papel central na construção de uma música urbana, política e profundamente ligada à identidade recifense.</p>
<p dir="ltr">“A gente já vem participando do Pernambuco Meu País, tocamos em Pesqueira e em Caruaru, e é muito importante ver essa iniciativa promovendo a circulação da nossa cultura. Em Caruaru, fizemos um show e vimos jovens da idade do meu filho cantando as músicas. Isso é muito gratificante. Hoje, participar de uma abertura como essa, marcada pelo manguebeat, é ainda mais especial”, destacou Fred 04, vocalista da banda.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122832" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (7)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Um dos pontos altos da noite foi o show da Nação Zumbi, que celebrou o álbum <em>Da Lama ao Caos</em>, um dos discos mais influentes da história da música brasileira. Com participação especial de Maciel Salú, o espetáculo reforçou a atualidade da obra de Chico Science e a potência estética e política do manguebeat, emocionando o público em um momento de forte conexão simbólica com a memória do artista.</p>
<p dir="ltr">Antes da apresentação, Louise França, filha de Chico Science, surgiu no telão do palco para uma homenagem ao pai. Em vídeo, ela destacou a permanência simbólica do artista no cotidiano da cidade. “São 60 anos de um homem que vive nos lugares por onde passou, nos muros grafitados da cidade, no copo de cerveja antes do almoço. Ele vive aqui e agora, com vocês, esperando a Nação Zumbi subir a este palco”, afirmou. Em seguida, entoou versos do clássico <em>Mateus Enter</em>: “Cheguei com meu universo / e aterrizo no seu pensamento / trago a luz dos postes nos olhos / rios e pontes no coração / Pernambuco embaixo dos pés / e minha mente na imensidão”.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122830" alt="Foto - Juana Carvalho - Secult PE (5)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/Foto-Juana-Carvalho-Secult-PE-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Juana Carvalho/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, João Gomes subiu ao palco e transformou o Terminal Marítimo em um grande coro popular. Fenômeno nacional, o artista levou ao público sucessos que dialogam com o forró, o piseiro e a música nordestina contemporânea.</p>
<p dir="ltr">Antes de subir ao palco, o cantor se encontrou com a governadora Raquel Lyra, que, além da placa de homenagem do Carnaval deste ano, o presenteou com um conjunto de redes. O artista agradeceu o gesto entoando versos da canção <em>De Mala e Cuia</em>, de Flávio José: “Na minha casa tá sobrando rede / sobra torno na parede / amor pra dar e vender”.</p>
<p dir="ltr"><strong>SOBRE O FESTIVAL PERNAMBUCO MEU PAÍS</strong></p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), da Fundarpe e da Empetur, o Festival Pernambuco Meu País ganhou uma edição especial de Carnaval, que passa a integrar um calendário contínuo de ocupação cultural em todo o estado.</p>
<p dir="ltr">No sábado (7), o público confere o Cortejo Gigantes de Pernambuco, com o Homem da Meia-Noite, o Galo da Madrugada e os Bonecos Gigantes de Olinda, além do concerto da Orquestra do Maestro Duda, com participações de Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro. A programação inclui ainda o espetáculo Frevo Mulheres, comandado por Nena Queiroga, ao lado de Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna, além dos shows de Priscila Senna e Raphaela Santos, em homenagem ao brega pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a edição, no domingo (8), a programação é dedicada ao pagode, ao samba, à música romântica e ao pop brasileiro, com apresentações do Bloco de Samba A Turma do Saberé e do encontro Mulheres no Samba, que reúne a Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops. O dia conta ainda com shows de Alcione, Belo e Glória Groove.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro, o festival realizou uma edição de verão, passando por Camaragibe e pelo Terminal Marítimo de Passageiros, no Recife, além de integrar a programação do Réveillon em Jaboatão dos Guararapes. Já em janeiro, a iniciativa esteve em São José da Coroa Grande e na Ilha de Itamaracá, consolidando a estratégia de descentralização das políticas culturais e de estímulo ao desenvolvimento regional a partir da cultura.</p>
<p dir="ltr">Ao levar uma programação cultural gratuita e de grande porte a municípios fora do eixo da capital, o festival materializa a diretriz de democratização do acesso à cultura adotada pela gestão estadual. O projeto impacta diretamente cadeias produtivas como turismo, comércio, serviços, hospedagem e economia criativa, gerando renda, empregos temporários e ampliando a visibilidade dos territórios.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o Pernambuco Meu País reforça seu papel como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de geração de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>07/02 (sábado)</strong></p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Cortejo Gigantes de Pernambuco com O Homem da Meia Noite, Galo da Madrugada e Bonecos Gigantes<br />
18h30 &#8211; Orquestra do Maestro Duda, com Nonô Germano, André Rio e Marron Brasileiro<br />
20h30 &#8211; Frevo Mulheres: Nena Queiroga,Isadora Melo, Ylana Queiroga, Natascha Falcão e Laís Senna<br />
22h30 &#8211; Priscila Senna<br />
0h30 &#8211; Raphaela Santos</p>
<p dir="ltr"><strong>08/02 (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Bloco de Samba A Turma do Saberé<br />
18h30 &#8211; Mulheres no Samba: Orquestra Recife de Bambas, Gabi do Carmo, Karynna Spinelli, Maria Pagodinho e Gerlane Lops<br />
20h &#8211; Alcione<br />
22h &#8211; Gloria Groove<br />
0h &#8211; Belo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Última noite de Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em Recife arrasta multidão para celebrar a força da música</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Terminal Marítimo de Passageiros, em Recife, encerrou a estreia do evento no município com uma verdadeira celebração à música em seus variados ritmos e sons. Neste domingo (15), o palco recebeu artistas dos mais diversos gêneros, de cultura popular ao rock, passando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122227" aria-labelledby="figcaption_attachment_122227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.36.58.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122227" alt="Fotos: Alê Tibúrcio/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.36.58-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Alê Tibúrcio/Fundarpe</p></div>
<p>A última noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão, realizada no Terminal Marítimo de Passageiros, em Recife, encerrou a estreia do evento no município com uma verdadeira celebração à música em seus variados ritmos e sons.</p>
<p>Neste domingo (15), o palco recebeu artistas dos mais diversos gêneros, de cultura popular ao rock, passando pelo reggae e rap, o Pernambuco Meu País demonstrou como a música é uma expressão singular e central da identidade cultural pernambucana.</p>
<p>A programação trouxe apresentações de Coco de Umbigada, da Cordel do Fogo Encantado, Maneva, Hungria e o aguardado show de Capital Inicial. Nos intervalos, o DJ Big embalou a trilha do público.</p>
<p>Pasa Yasmim Neves, Secretaria Executiva de Cultura, essa edição verão dá continuidade na trajetória do evento. “O Festival Pernambuco Meu País já é um sucesso. É esse festival que abarca todas as linguagens artísticas e culturais do Estado. É mais uma das ações que o Governo desenvolveu na área. Hoje encerramos em Recife levando musicalidade, cultura popular e principalmente a potência do nosso Estado”, afirmou.</p>
<p>Os trabalhos começaram com a força da cultura popular de Olinda com o Coco de Umbigada. Liderado por Mãe Beth de Oxum, o Coco de Umbigada realiza espetáculos por todo país levando o canto, o ritmo e a dança de uma das mais expressivas brincadeiras de umbigadas do Brasil – o Coco.</p>
<div id="attachment_122228" aria-labelledby="figcaption_attachment_122228" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.36.57.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122228" alt="Os trabalhos começaram com a força da cultura popular de Olinda com o Coco de Umbigada. Liderado por Mãe Beth de Oxum, o Coco de Umbigada realiza espetáculos por todo país levando o canto, o ritmo e a dança de uma das mais expressivas brincadeiras de umbigadas do Brasil – o Coco. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.36.57-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os trabalhos começaram com a força da cultura popular de Olinda com o Coco de Umbigada. Liderado por Mãe Beth de Oxum, o Coco de Umbigada realiza espetáculos por todo país levando o canto, o ritmo e a dança de uma das mais expressivas brincadeiras de umbigadas do Brasil – o Coco.</p></div>
<p>O Grupo reúne músicos de todas as idades do bairro da Guadalupe resgatar uma tradição familiar e fazer da sua comunidade um espaço arte e cultura com o coco. O repertório é composto de músicas autorais e do cancioneiro popular desse ritmo tão pernambucano.</p>
<p>Em seguida, o grupo Cordel do Fogo Encantado provou o porquê de ser um dos mais celebrados do cancioneiro pernambucano. Misturndo diferentes gêneros musicais brasileiros, como samba de côco, toré indígena , embolada e reisado, com melodias pop rock, é no palco que a força da banda se faz mais presente e não foi diferente no Pernambuco Meu País.</p>
<p>No repertório, clássicos como “Chover”, “Poeira”, “Pedrinha”, “Tempestade”, “Antes dos Mouros” e “Morte e Vida Stanley” encontraram músicas do mais recente álbum, como “Pra cima deles passarinho” e “Liberdade, a filha do vento” com direito a música inédita no palco.</p>
<p>Vocalista da banda, Lirinha ressaltou a vocação de Pernambuco para a cultura e as artes.</p>
<p>“Pernambuco é um dos lugares mais importantes do mundo nessa relação com a arte. A arte como uma expressão do cotidiano da população, então para a gente é simples que esses eventos aconteçam, mas não é tão simples assim. É uma característica do nosso Estado esses encontros públicos do povo com a arte”, disse o músico.</p>
<p>Na sequência, a Maneva, um dos grandes expoentes do reggae brasileiro na atualidade trouxe as melhores vibes pro palco do Pernambuco Meu País e transformou o festival em uma celebração da paz e da tranquilidade.</p>
<p>Já o rapper Gustavo da Hungria Neves, o Hungria já começou sua apresentação com sucessos da carreira. Hits como “Dubai”, “Lembranças”, “Amor e fé” e “Beijo com Trap” foram enfileirados pelo cantor. Além disso, o rapper ainda homenageou Racionais Mc’s e Charlie Brown Jr. durante o show.</p>
<p>No palco, o rapper recebeu Tales de Polli, vocalista da banda Maneva, para um feat inédiro e convidou um fã mirim para cantar com ele no palco.</p>
<p>Encerrando a noite, a banda Capital Inicial trouxe o show em comemoração aos 25 anos do seu acústico com um desfile de hits e canções clássicas que marcou a despedida do festival em Recife. Músicas como “Fogo”, “Natasha”, “Leve Desespero”, “Primeiros Erros”, “Fátima” e “Cai a noite” foram acompanhadas em uníssono pelo público.</p>
<p>Do começo ao fim do show, o público interagiu, cantou junto e celebrou a música como expressão da identidade de um povo. Foi um encerramento apoteótico, arrastando uma multidão para a área externa do Terminal Marítimo e celebrando a música.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, o Pernambuco Meu País – Edição Verão aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de dezembro no Parque Aldeia dos Camarás.</p>
<p>Nesta semana, nos dias 13, 14 e 15, o festival seguiu para o Recife, no Terminal Marítimo de Passageiros, com shows de Calcinha Preta, Dilsinho, Cláudia Leitte e Bell Marques, Cordel do Fogo Encantado e Capital Inicial. A programação continua ainda durante o Réveillon em Jaboatão dos Guararapes e, em janeiro, nas cidades de Itamaracá e São José da Coroa Grande.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o festival como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social em Pernambuco, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando que a cultura é também um importante vetor de renda e emprego.</p>
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		<title>Noite histórica de celebração do forró marca a abertura do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 17:15:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em Recife foi histórica ao arrebatar uma multidão na área externa do Terminal Marítimo de Passageiros com a força e a pluralidade do forró em todos os seus ritmos e expressões. A programação abriu com a Orquestra de Frevo Zezé Corrêa, seguindo a tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122219" aria-labelledby="figcaption_attachment_122219" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.06.25.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122219" alt="Fotos: Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.06.25-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Silla Cadengue/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão em Recife foi histórica ao arrebatar uma multidão na área externa do Terminal Marítimo de Passageiros com a força e a pluralidade do forró em todos os seus ritmos e expressões. A programação abriu com a Orquestra de Frevo Zezé Corrêa, seguindo a tradição do festival de abrir os trabalhos com uma atração pernambucana, logo em seguida Erickland subiu e começou o desfile de forró, com o fenômeno pop Natanzinho Lima, seguido do representante do piseiro Henry Freitas, e encerrando com a apoteose da banda Calcinha Preta. Nos intervalos, o DJ 440 garantiu a animação.</p>
<p>Pela primeira vez em Recife, o festival trouxe um público imenso às margens do rio Capibaribe em sua abertura oficial na cidade, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra, acompanhada por Cacau de Paula, secretária de Cultura do Estado, e Carla Pereira, diretora de ações culturais da Fundarpe e diretora geral do Pernambuco Meu País. Na noite de estreia da nova etapa do festival, a governadora comparou o impacto positivo da iniciativa com o recém divulgado início das obras do arco metropolitano:</p>
<p>“Nós gostamos de festa como todo bom pernambucano, que ama a sua cultura e às suas tradições. Mas, amamos festa e trabalhamos obra, como essa do arco metropolitano que foi sonhada e agora, depois de 20 anos, estamos conseguindo realizar a primeira etapa. São R$ 630 milhões de reais de investimento nessa obra para melhorar o trânsito e encurtar as distâncias do nosso Estado”, afirmou Raquel.</p>
<p>Já a secretária Cacau de Paula destacou a força do festival nos quatro cantos do Estado:</p>
<p>“Chegar nessa edição de Verão do Pernambuco Meu País é uma alegria. Esse festival já entrou pro calendário cultural e turístico do nosso Estado que já rodou bastante pelo Estado e iniciou na semana passada a edição de verão. É uma política pública que prestigia a nossa cultura pernambucana, mas que recebe também artistas de fora para que haja essa troca tão importante”, disse Cacau.</p>
<div id="attachment_122220" aria-labelledby="figcaption_attachment_122220" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.06.24.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122220" alt="Pela primeira vez em Recife, o festival trouxe um público imenso às margens do rio Capibaribe em sua abertura oficial na cidade, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra e a vice-governadora Priscila Krause." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-15-at-14.06.24-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pela primeira vez em Recife, o festival trouxe um público imenso às margens do rio Capibaribe em sua abertura oficial na cidade, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra e a vice-governadora Priscila Krause.</p></div>
<p>Entre as autoridades, ainda estavam presentes Priscila Krause, vice-Governadora do Estado, Daniel Coelho, secretário do Meio Ambiente, Eduardo Loyo, presidente da Empetur e André Teixeira Filho, secretário de Mobilidade e Infraestrutura.</p>
<p>A noite começou em grande estilo com uma celebração à cultura popular de Pernambuco com a força da Zona da Mata Norte do Estado. Pioneira na defesa e na propagação do Frevo de Rua, a Orquestra de Frevo Zezé Corrêa é ligada à centenária Sociedade Musical 15 de Novembro, atuante no Distrito de Upatininga, Zona Rural da cidade de Aliança, e trouxe ao palco um som único unindo o frevo com a tradição dos blocos rurais.</p>
<p>Na sequência, o palco recebeu o cantor Ericland, expoente da novíssima geração do forró e do piseiro, nascido em Fortaleza, o jovem cantor se dedica profissionalmente à música há mais de 10 anos e já acumula milhões de views e dezenas de sucessos radiofônicos, como “Chorei Na Vaquejada”, que colocou o público para cantar junto.</p>
<p>“Foi um ano muito bom pra mim graças a Deus e 2026 estamos projetando um novo dvd com participações especiais daqui e de fora. Então, muita música vai estar vindo por aí ano que vem”, destacou o cantor cearense.</p>
<p>Ainda era cedo, quando o fenômeno pop do piseiro Natanzinho Lima subiu ao palco e causou uma explosão no público com um carisma natural e autêntico, além de enfileirar hits autorais e versões de clássicos, como “5 da manhã”, “Alô”, “Sonho de amor” e “Não apaguei”.</p>
<p>A noite continuou explorando as diferentes vertentes do forró quando o cantor Henry Freitas subiu ao palco. Misturando Forró Eletrônico, Vaquejada e Piseiro, o artista levou ao palco sucessos como “Imã de problema”, “Tando” e “Cidade inteira”.</p>
<p>Encerrando a já histórica noite, a banda Calcinha Preta provou na prática porque é uma das mais prestigiadas bandas do gênero no país. Com uma coleção de clássicos, a banda consegue se manter atual e relevante durante essas quase 3 décadas.</p>
<p>“Mágica”, “Renascerá”, “Manchete dos Jornais”, “Você Não Vale Nada”, “Como vou deixar você”, “Agora Estou Sofrendo”, “Dois Amores, Duas Paixões” e “Sem Explicação” foram algumas das canções cantadas em uníssono pelo público.</p>
<p>“Pernambuco é maravilhoso. É um Estado que sempre abraçou a gente. Praticamente demos nossos primeiros passos na música aqui. O Estado sempre vai estar no nosso coração por tudo o que já vivemos aqui, então é uma alegria voltar.”, concluiu Daniel Diau, vocalista da banda.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 12, 13 e 14 de dezembro, no Terminal Marítimo de Passageiros, em Recife.</p>
<p>Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p><strong>Fim de semana de shows</strong></p>
<p>Os shows da etapa Recife continuam no sábado (13), a partir das 18h,</p>
<p>com a força da cultura popular do Escola de Samba Preto Velho, seguido Taiguara, às 19h10, o pagodeiro Dilsinho, às 21h10, além do suíngue baiano de Cláudia Leitte, às 23h10; e finalizando com Bel Marques, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica com a Dj Nadejda.</p>
<p>Já no domingo (14), vai ser noite de rock. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h30, com o Coco de Umbigada. Às 17h40, o Cordel do Fogo Encantado sobe ao palco. Em seguida, às 19h40, sobe ao palco a Maneva, seguida pelo show de Hungria, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Recife, um desfile dos clássicos do Capital Inicial irá começar às 23h40. O DJ Big comanda os intervalos.</p>
<p><em>Programação completa:</em></p>
<p>13 de dezembro</p>
<p>Escola de Samba Preto Velho<br />
Taiguara<br />
Dilsinho<br />
Cláudia Leitte<br />
Bell Marques<br />
DJ Nadejda nos intervalos</p>
<p>14 de dezembro</p>
<p>Coco de Umbigada<br />
Cordel do Fogo Encantado<br />
Maneva<br />
Hungria<br />
Capital Inicial<br />
DJ Big nos intervalos</p>
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		<title>Festival Canta Luiz comemora aniversário do Rei do Baião no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e o pé-de-serra. O Projeto Canta Luiz tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Para celebrar, o Festival Canta Luiz, idealizado pelos produtores Milena Gomes e Odilon Lima, acontecerá no próprio dia 13, sábado, no bairro do Poço da Panela, a partir das 19h. A Banda Regente Joaquim será anfitriã da grande celebração musical, recebendo Forró Rabecado, Forró Dona Rebeca e Arthuzinho dos 8 Baixos — três forças vivas do forró pernambucano que se unem em um espetáculo de homenagem ao Rei do Baião.</p>
<p>O público acompanhará três arrastões simultâneos pelas ruas do bairro, conduzidos pelos grupos convidados, até o palco principal no Largo da Igreja de Nossa Senhora da Saúde, onde todos se encontram para a apoteose musical do Festival Canta Luiz. Será o nascimento simbólico do Dia de Luiz Gonzaga no Recife — uma celebração feita pelo povo e com o povo.</p>
<p>Durante o mês de novembro, o Festival realizou três ensaios/shows abertos, para divulgar e esquentar o público para a grande apoteose do dia 13/12. Os ensaios ocorreram no Morro da Conceição, no município de Goiana e em Arcoverde, e contaram com a participação de músicos locais e mestres da cultura popular como os mestres de coco Assis Calixto, Damião Calixto e Cícero Gomes e os sanfoneiros Regis Moreira, Yago Santana e Orlandinho Melo.</p>
<p>O Canta Luiz nasceu do desejo de celebrar a vida e a obra de Luiz Gonzaga com uma programação popular e gratuita. “Nosso objetivo é criar em Recife um dia dedicado ao Rei do Baião e manter viva a tradição do pé-de-serra e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural, além, claro de comemorar a data de nascimento de Gonzagão, tão importante para a divulgação da cultura pernambucana e que se eternizou com suas músicas que falam da vida do povo pobre nordestino, com seu sotaque e sua sanfona”, afirma o produtor Odilon Lima.</p>
<p><strong>Festival Canta Luiz &#8211; Aniversário do Rei do Baião</strong></p>
<p>13/12/2025 (sábado)</p>
<p>Horário: 19h às 22h</p>
<p>Local: Largo do Poço da Panela (Estrada Real do Poço, Poço da Panela, Recife-PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País – Verão desembarca no Recife com Calcinha Preta, Claudia Leitte, Bell Marques e Cordel do Fogo Encantado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 20:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Pernambuco Meu País – Edição Verão chega ao Recife neste fim de semana, de 12 a 14 de dezembro, reunindo grandes nomes da música brasileira e artistas pernambucanos em três dias de shows gratuitos no Terminal Marítimo de Passageiros, no Porto do Recife. Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-06.08.12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120023 aligncenter" alt="Foto: Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-06.08.12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O Pernambuco Meu País – Edição Verão chega ao Recife neste fim de semana, de 12 a 14 de dezembro, reunindo grandes nomes da música brasileira e artistas pernambucanos em três dias de shows gratuitos no Terminal Marítimo de Passageiros, no Porto do Recife. Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, o festival aporta na capital com uma programação marcada pela diversidade de ritmos, gerações e linguagens musicais.</p>
<p dir="ltr">A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destaca que a chegada da edição de verão ao Recife consolida o projeto como uma das principais plataformas de valorização da produção cultural do Estado. “A estreia da edição Verão em Aldeia mostrou a força do projeto e o quanto o público abraçou essa celebração da nossa música. Trazer o festival para o Recife é reafirmar a potência cultural de Pernambuco e garantir que cada vez mais pessoas tenham acesso a uma programação gratuita, diversa e de qualidade”, afirmou.</p>
<p dir="ltr">Na sexta-feira (12), a programação começa às 17h30 com a Orquestra de Frevo Zezé Corrêa, mantendo a tradição do festival de abrir os trabalhos com uma atração pernambucana. Às 18h40, Erick Land sobe ao palco, seguido pelo fenômeno Natanzinho Lima, às 20h10. A noite segue com Henry Freitas, às 22h10, e se encerra às 00h10 com a banda Calcinha Preta. Nos intervalos, o DJ 440 garante a animação.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cordel-do-Fogo-Encantado-Foto-Secult-PE-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121954" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cordel-do-Fogo-Encantado-Foto-Secult-PE-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Rodrigo Ramos/Secult-PE</p>
<p dir="ltr">No sábado (13), a festa tem início às 18h com a Escola de Samba Preto Velho, abrindo uma noite dedicada ao samba, pagode e axé. O pernambucano Taiguara Borges se apresenta às 19h10, seguido por Dilsinho, às 21h10, emocionando o público com sucessos do pagode romântico. Às 23h10, Claudia Leitte assume o comando do palco, e a madrugada recebe Bell Marques, às 1h10. A discotecagem fica por conta da DJ Nadeja.</p>
<p dir="ltr">No domingo (14), a programação começa mais cedo, às 16h30, com o Coco de Umbigada, preparando o ambiente para o Cordel do Fogo Encantado, que se apresenta às 17h40. Às 19h40, a banda Maneva leva seu reggae-pop ao público, seguida pelo rapper Hungria, às 21h40, marcando seu retorno aos palcos do Recife. O encerramento da etapa recifense ficará por conta da lendária banda Capital Inicial, às 23h40, com o DJ Big nos intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Pernambuco Meu País – Edição Verão abriu sua primeira etapa nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás. Após o Recife, o festival segue durante o Réveillon em Jaboatão dos Guararapes e, em janeiro, nas cidades de Itamaracá e São José da Coroa Grande.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o projeto reforça-se como motor de desenvolvimento cultural, econômico e social do Estado, democratizando o acesso à música e fortalecendo a circulação artística. A edição de inverno, realizada entre julho e setembro, movimentou mais de R$ 200 milhões nas cidades por onde passou, evidenciando o impacto da cultura na geração de renda, turismo e emprego.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Recife:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>12/12 &#8211; Sexta-feira</strong></p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Orquestra de Frevo Zezé Corrêa</p>
<p dir="ltr">18h40 &#8211; Eric Land</p>
<p dir="ltr">20h10 &#8211; Natanzinho Lima</p>
<p dir="ltr">22h10 &#8211; Henry Freitas</p>
<p dir="ltr">00h10 &#8211; Calcinha Preta</p>
<p dir="ltr">DJ 440 durante os intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>13/12  &#8211; Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Escola de Samba Preto Velho</p>
<p dir="ltr">19h10 &#8211; Taiguara</p>
<p dir="ltr">21h10 &#8211; Dilsinho</p>
<p dir="ltr">23h10 &#8211; Claudia Leitte</p>
<p dir="ltr">1h10 &#8211; Bell Marques</p>
<p dir="ltr">DJ Nadeja durante os intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>14/12 &#8211; Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h30 &#8211; Coco de Umbigada</p>
<p dir="ltr">17h40 &#8211; Cordel do Fogo Encantado</p>
<p dir="ltr">19h40 &#8211; Maneva</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Hungria</p>
<p dir="ltr">23h40 &#8211; Capital Inicial</p>
<p dir="ltr">DJ Big durante os intervalos</p>
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		<item>
		<title>Cortejo Brincantes de Pernambuco marca presença no Mardi Gras no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O tradicional carnaval do jazz da cidade norte-americana de Nova Orleans aporta na capital pernambucana neste próximo fim de semana. O Mardi Gras em Recife será realizado na próxima sexta e sábado (3 e 4), tomando as ruas e praças do entorno do Marco Zero, no Bairro do Recife. E a cultura popular pernambucana não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/BRINCANTES-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120498" alt="BRINCANTES-min" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/BRINCANTES-min-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O tradicional carnaval do jazz da cidade norte-americana de Nova Orleans aporta na capital pernambucana neste próximo fim de semana. O Mardi Gras em Recife será realizado na próxima sexta e sábado (3 e 4), tomando as ruas e praças do entorno do Marco Zero, no Bairro do Recife. E a cultura popular pernambucana não ficará de fora dessa festa. O Cortejo Brincante de Pernambucos, realizado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), reúne tradicionais grupos das mais diversas expressões culturais para tomar as ruas do evento na sexta-feira (3).</p>
<p>Nesta edição, o Cortejo Brincantes de Pernambuco contará com o frevo, o maracatu, o samba, maracatu, blocos líricos, papangus e o jazz, partindo às 17h, com concentração sna Rua dos Amores, percorrendo a Rua do Bom Jesus, Praça do Arsenal e Rua da Guia. Estarão presentes o Clube Vassourinhas de Olinda (Patrimônio Vivo de Pernambuco), o Urso do Bairro Novo de Ribeirão, o Maracatu Pavão Misterioso de Aliança, o Sambadeiras, o Bloco Carnavalesco Lírico Cordas e Retalhos, os Papangus de Bezerros e a Orquestra de Jazz Mardi Gras com o Maestro José Henrique.</p>
<p>“O Cortejo Brincantes de Pernambuco vem mostrando que a cultura popular pernambucana não está presa a ciclos específicos do nosso calendário, há espaço para as mais diversas expressões por todo o ano. Por todas as cidades por onde passa, o seu desfile encanta com o que há de mais potente na nossa identidade cultural, promovendo um verdadeiro intercâmbio entre as diferentes regiões do estado, que ocupam as ruas em uma bela harmonia de ritmos e cores”, afirma a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p>O Cortejo Brincantes de Pernambuco vem colocando a cultura popular pernambucana nas ruas de diversas cidades do estado por todo o ano. A iniciativa está presente em importantes ciclos festivos, como o carnaval e o São João, além de participar também de grandes eventos locais, como o Festival Pernambuco Meu País e o REC’n’Play, chegando agora ao Mardi Gras em Recife para mais um desfile de misturas e encantos.</p>
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		<title>Cannibal lança videocast sobre arte e cultura nas comunidades</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 17:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cannibal]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”, videocast com cinco episódios. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117626" alt="Foto - Estúdio Paulo Cavalcante -Ignus, Edson Fly e José Carbonel são profissionais da comunicação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Foto-Estúdio-Paulo-Cavalcante-Ignus-Edson-Fly-e-José-Carbonel-são-profissionais-da-comunicação-607x344.jpg" width="607" height="344" /></a></p>
<p>Para além de artista, Cannibal é ativista político-social, arte-educador e escritor, sendo uma figura pública de referência em Pernambuco e nacional, com destaques também internacionalmente. Ele por si só é comunicador local, que agora está lançando o “Papo Cannibal”,<a href="bit.ly/3GnS4Xk" target="_blank"> videocast com cinco episódios</a>. Vale destacar que o videocast é um método de distribuição de vídeos pela internet que utiliza as ferramentas desenvolvidas no podcast para criar uma lista de conteúdos por meio do streaming.</p>
<p>O material audiovisual reúne entrevistas, a partir de uma conversa informal, onde 11 pessoas de diversas áreas artístico-culturais e de espaços de liderança nas periferias da Região Metropolitana do Recife (RMR) trocam ideias com o criador do projeto autoral, Marconi de Souza Santos, popularmente conhecido por Cannibal, da comunidade do Alto José do Pinho, no Recife. Esses lançamentos dos episódios do videocast também têm o objetivo de registrar histórias, preservar memórias e valorizar a identidade, assim como fortalecer a cultura periférica.</p>
<p>“A ideia surgiu do desejo de propor espaços de diálogos sobre arte, cultura e educação, trazendo para debate o que está sendo produzido por pessoas das próprias periferias locais. As conversas trazem memórias, vivências e exemplos de impactos de diferentes ações de arte e cultura nas comunidades”, resume Cannibal.</p>
<p>Ele entrevista justamente artistas autorais referências na própria comunidade: Zé Brown (cantor, compositor e arte-educador); Fabrício Nunes (cantor e compositor da banda Plugins, da Zona Oeste do Recife); Luísa Cunha (cantora e compositora da banda pernambucana Odiosa); Dani Carmesim (cantora e compositora); Caetana (cantora, compositora e musicista); Ignus (comunicadora audiovisual); Edson Fly (jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus, Recife); José Carbonel (pesquisador audiovisual, grafiteiro, arte-educador e fundador da Manguecrew); Chiquinho (ex-jogador e vice-prefeito de Olinda); Marcos Simão (da comunidade do Alto José do Pinho); Evandro Correia (também do Alto José do Pinho).</p>
<p>“O Papo Cannibal tem uma pegada mais informal, com outra forma de conversar sobre arte e cultura e as suas importâncias nas periferias. A partir de diversos olhares das áreas artístico-culturais, trazemos propostas para o fomento da arte, realizações de vida com projetos autorais e desafios do presente e para o futuro”, destaca.</p>
<p>Todos os encontros foram realizados diretamente do estúdio de Paulo Cavalcante, profissional local que ficou à frente da captação de áudio e vídeo do “Papo Cannibal”. Também na ficha técnica estão Kyra França (produção cultural e executiva), Taísa Ateyeh (direção de arte e design) e Daniel Lima (assessoria de imprensa).</p>
<p>O projeto “Papo Cannibal” tem o incentivo público por meio da Lei Paulo Gustavo (LGP) &#8211; Edital de Fomento de Expressões Periféricas, via Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco. Esta iniciativa também é um espaço para criações artísticas coletivas e da expressão da identidade, desenvolvidas juntamente com temáticas racial, social, de gênero, política, cultural e educativa.</p>
<p><strong>Episódios</strong></p>
<p><strong>1</strong> - Zé Brown: criador do rap repente, iniciou sua trajetória artística em 1988 na comunidade Alto José do Pinho (Recife-PE). Ele acessou a cultura hip hop como dançarino (Bboy), tendo suas influências na cultura popular. O artista da música pernambucana autoral toca pandeiro em ritmo de embolada e faz improvisos com rap.</p>
<p>Fabrício Nunes: cantor, compositor, músico e fundador da Plugins, banda pernambucana da Zona Oeste do Recife. Também como produtor cultural, é articulador do movimento underground local e nacional. Tem trabalhos sociais na comunidade do Totó (Recife), com a participação voluntária na ONG Cores do Amanhã. Atua desde 2017 como diretor de palco do carnaval do Recife e também é coordenador da AMP (Articulação Musical Pernambucana).</p>
<p>Luísa Cunha: cantora, compositora e fundadora da banda pernambucana Odiosa (2017), autoral e independente. Paralelamente à música, atua como artista visual com seu ateliê.</p>
<p><strong>2</strong> - Dani Carmesim: cantora e compositora pernambucana que faz um trabalho autoral, independente e alternativo desde 2011. Nesse tempo lançou dois EP’s e dois discos. Seu objetivo é utilizar a música como espaço de representatividade, estimulando a valorização da mulher negra dentro do mercado fonográfico, principalmente no segmento do rock, fazendo isso através de composições viscerais e até autobiográficas.</p>
<p>Caetana: primeira cantora e compositora trans a gravar um frevo no Brasil, sendo uma das recentes potências juvenis do fazer popular de Pernambuco, do coco de roda, frevo, maracatu etc. Natural do Coque (Recife), a artista dialoga com a dança, a música, a composição etc. Foi mencionada pela revista Noize (edição especial Tincoãs) e pela revista Rolling Stone, como uma das 25 vozes que olham para o futuro da música brasileira, além de ser uma das promessas em 2024 do programa “Estação Livre” (TV Cultura).</p>
<p><strong>3</strong> -  Ignus: Thalyta Tavares é comunicadora audiovisual e especialista em narrativas contemporâneas da fotografia e do audiovisual pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Com formação em fotografia, design gráfico e produção audiovisual, desenvolve projetos autorais e colaborativos que conectam arte, cultura e sociedade.</p>
<p>Edson Fly: jornalista, ator e cofundador do núcleo de comunicação da Caranguejo Uçá, na Ilha de Deus (Recife). É estudante de bacharelado em Agroecologia, além de ativista pelos direitos humanos.</p>
<p>José Carbonel (Manguecrew): pai de duas crianças (Giovanna Carboneli e Valentina Carboneli), com curso de Jornalismo Periférico (UFC). Ele também é realizador audiovisual pernambucano, grafiteiro, pesquisador, cineasta, arte-educador e apresentador do Leilão em Chamas.</p>
<p><strong>4</strong> - Chiquinho: atual vice-prefeito de Olinda, onde já foi secretário de esportes. Ex-jogador de futebol, iniciou sua trajetória profissional no Sport Club do Recife, na década de 90. Também atuou em clubes como Vitória/BA, Fortaleza/CE, Botafogo e Vasco, e pelo exterior, sendo convocado em 1996 para a Seleção Brasileira profissional pelo ex-técnico Zagallo (em memória &#8211; 1931-2024).</p>
<p><strong>5</strong> - Marcos Simão: idoso negro de 69 anos de idade e empreendedor há décadas. Possui um projeto sistemático de valorização das memórias e histórias do Alto José do Pinho, onde nasceu e vive até hoje. Há mais de 40 anos, coleciona bens que, segundo ele, têm um valor histórico para a cidade do Recife e para o Estado de Pernambuco. Atualmente, dispõe de uma coleção de recortes de jornal e livros produzidos por ele ao longo dos anos sobre a “reminiscência do bairro”.</p>
<p>Evandro Correia: tem seus 75 anos de idade, todos vividos no Alto José do Pinho. Ao longo da vida, recebeu influências de grandes nomes no bairro, como Sr. Viu (guarda), e a sua mãe (irmã Denise). Ele foi presidente do clube de jovens, do programa “Meu bairro é o maior” e da equipe de futebol do bairro. Também é advogado, formado pela Faculdade de Direito do Recife.</p>
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		<title>Lei Rouanet: Pernambuco sedia fórum de diálogo para ampliar acesso ao incentivo cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 13:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116586" aria-labelledby="figcaption_attachment_116586" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-13-at-10.05.47.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116586" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-13-at-10.05.47-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural (Sefic), realizou nesta quarta-feira (12) o primeiro Fórum de Incentivo à Cultura de 2025. Sediado no Recife (PE), o evento integrou as atividades da 355ª reunião ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) e buscou aproximar agentes culturais regionais dos mecanismos de incentivo fiscal da Lei Rouanet. O encontro, que segue até sexta-feira (14), foi realizado em parceria com a Secretaria de Cultura do Pernambuco e apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Pernambuco (Sebrae-PE), a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) e do Serviço Social da Indústria do Pernambuco (Sesi-PE).</p>
<p>Durante a solenidade, a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a importância da realização do evento no estado. &#8220;A escolha do Recife para sediar este fórum é um reconhecimento da força e da diversidade cultural de Pernambuco. Agradecemos ao Ministério da Cultura por trazer esse debate para cá, fortalecendo o diálogo entre o governo federal e os fazedores de cultura locais&#8221;.</p>
<p>O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural (Sefic), Henilton Menezes, reforçou o compromisso do MinC com a nacionalização das políticas de incentivos culturais. &#8220;A CNIC Itinerante simboliza um marco na aproximação do Ministério da Cultura com os fazedores de cultura de todo o país. Estar frente a frente com esses agentes nos permite entender suas demandas e desafios, além de disseminar de forma clara e acessível as informações sobre como acessar os mecanismos de incentivo fiscal&#8221;, declarou.</p>
<p>Menezes também ressaltou o esforço de reconstrução da credibilidade da Lei Rouanet, defendendo a democratização do acesso aos incentivos e a valorização da participação social como pilares para integrar a cultura e a economia criativa ao desenvolvimento do país.</p>
<p>O coordenador do escritório do MinC em Pernambuco, Carlos Augusto Pereira, enfatizou a importância do diálogo entre o Governo Federal e os agentes culturais do estado. &#8220;Este evento é uma oportunidade única para alinhar as necessidades locais com as políticas nacionais, garantindo que os recursos cheguem de forma eficiente aos projetos que realmente transformam a realidade cultural de Pernambuco&#8221;, disse.</p>
<p>Superintendente do Sebrae Pernambuco, Murilo Guerra, destacou sobre a relevância do setor cultural para a população recifense e como os incentivos fiscais são necessários para continuar fomento à produção cultural. “A cultura é um dos pilares do desenvolvimento social e econômico do Recife. Os incentivos fiscais são fundamentais para manter viva a produção cultural e gerar oportunidades para os artistas e empreendedores da região&#8221;, ressaltou”, destacou.</p>
<p>Após as falas institucionais, Henilton Menezes conduziu uma apresentação detalhada sobre os aspectos técnicos da Lei Rouanet e anunciou avanços em programas como o Rouanet Nordeste e o Rouanet da Juventude, que capacitam jovens como novos agentes culturais.</p>
<p>O evento, que contou com a presença de mais de 300 inscritos, ofereceu salas temáticas para debates setoriais sobre artes cênicas, artes visuais, música, audiovisual, humanidades e patrimônio cultural. Durante as discussões, os participantes compartilharam experiências sobre o mecanismo de incentivo fiscal federal, sanaram dúvidas com comissários presentes e promoveram a troca de conhecimentos sobre a atuação da CNIC.</p>
<p>Dora Dimenstein, produtora-executiva da ADCE Comunicação e uma das responsáveis pelo livro “Pernambuco: Folclore e Folguedos”, afirmou que a realização de um encontro presencial do Ministério da Cultura com os agente culturais e proponentes representa “um cuidado carinhoso, informativo e professoral para os responsáveis por moverem o setor cultural do Pernambuco”. &#8220;Aqui, hoje, temos artesãos, dançarinos de frevo e maracatu, escritores, produtores de cinema e todo tipo de fazedor de cultura interessado em dialogar e conhecer mais sobre a Lei Rouanet. Para mim, esta reunião representa um grande cuidado do governo em orientar e informar os responsáveis por mover o setor cultural&#8221;.</p>
<p><strong>Encontro com o empresariado</strong></p>
<p>Em um segundo momento de diálogos, representantes do MinC e da Secretaria de Cultura de Pernambuco se reuniram com o empresariado nordestino para discutir o funcionamento da Lei Rouanet e como o mecanismo de renúncia fiscal pode ser uma oportunidade para investir no setor cultural local.</p>
<p>Na abertura do encontro, Bruno Veloso, presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), destacou a importância do apoio empresarial para o fomento da cultura regional. &#8220;O setor industrial tem um papel fundamental no desenvolvimento cultural. Investir em projetos por meio da Lei Rouanet não só fortalece a identidade local, mas também gera impacto econômico e social para toda a região&#8221;, declarou.</p>
<p>Yasmin Neves, secretária-executiva de Cultura de Pernambuco, agradeceu a presença dos empresários e reforçou o impacto da cultura no desenvolvimento do estado. &#8220;A cultura pernambucana é um dos pilares do nosso crescimento social e econômico. Parcerias com o setor privado são essenciais para ampliar o alcance de projetos que valorizam nossa diversidade cultural e fortalecem um setor produtivo valioso para todo o Pernambuco e para o Brasil&#8221;, afirmou.</p>
<p>O evento foi conduzido pelo secretário Henilton Menezes, que apresentou os resultados gerais e regionalizados do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) nos dois primeiros anos da atual gestão. Ele destacou números recordes de captação de recursos e propostas culturais, além de prospectar novos programas segmentados, destinados a regiões e setores historicamente menos atendidos, com o objetivo de promover a nacionalização dos recursos da Lei Rouanet.</p>
<p><strong>CNIC Itinerante</strong></p>
<p>A CNIC Itinerante é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) que visa promover a troca de experiências entre comissários e agentes culturais de diferentes regiões do país, além de aprimorar o uso do incentivo fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Em 2024, a Comissão visitou os estados do Espírito Santo, Mato Grosso, Ceará e Distrito Federal.</p>
<p>Composta por 21 representantes da sociedade civil de diversas áreas culturais e por sete autarquias vinculadas ao MinC — incluindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Fundação Nacional de Artes (Funarte), Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Fundação Cultural Palmares (FCP), Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) e Agência Nacional do Cinema (Ancine) —, a CNIC tem como objetivo subsidiar o Ministério nas decisões relacionadas à Lei Rouanet. O presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura dos Estados também integra a comissão. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, preside a CNIC, e o secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural, Henilton Menezes, ocupa a suplência.</p>
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		<title>Palcos Pernambuco Meu País no Carnaval celebraram a diversidade da herança das matrizes africanas na noite de domingo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 13:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre a energia ancestral do Maracatu Nação Pernambuco e o balanço do reggae de Maneva, os foliões que curtiram o domingo nos palcos do Recife e de Olinda do Pernambuco Meu País no Carnaval viveram um dia apoteótico de muita celebração da música pernambucana e brasileira. Em especial dos ritmos e tradições populares oriundos da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116454" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Entre a energia ancestral do Maracatu Nação Pernambuco e o balanço do reggae de Maneva, os foliões que curtiram o domingo nos palcos do Recife e de Olinda do Pernambuco Meu País no Carnaval viveram um dia apoteótico de muita celebração da música pernambucana e brasileira. Em especial dos ritmos e tradições populares oriundos da herança africana. Samba, rap, reggae, maracatu de baque solto e de baque virado ecoaram pelo Jardim do Cais do Sertão e pela Praça do Carmo, consolidando este quarto dia do Carnaval de Pernambuco 2025.</p>
<p>No palco Recife quem abriu a tarde foi o Maracatu Nação Pernambuco com uma apresentação emocionante. “É sempre um motivo de muita alegria a gente poder estar mostrando o que Pernambuco tem de melhor. Quero parabenizar o Governo pela iniciativa, dizer que a gente está muito feliz por esse grande momento, que é o nosso Pernambuco aqui no palco. Nosso Estado hoje é o que é também graças à nossa cultura popular”, celebrou o contramestre do grupo, Bernardo José.</p>
<p>Em seguida foi a vez do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança tomar conta do palco e do gramadão. Patrimônio Vivo de Pernambuco, o grupo é um dos maiores representantes do maracatu rural e encantou todos os presentes com suas cores e brilhos. Os caboclos de lança em especial chamavam  atenção do público, como foi o caso da pernambucana radicada em Brasília Cristiane Carvalho. “Fazia anos que eu não passava o Carnaval aqui e, depois do frevo, uma das brincadeiras da cultura popular que mais amo e sinto falta é o Maracatu. Vim pro Pernambuco Meu País só para vê-los e estou muito emocionada e feliz. É uma oportunidade única para quem não conseguir ir até a Zona da Mata”, ressaltou a foliã.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116456" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116455" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O fim de tarde seguiu com as Sambadeiras, que transformaram o jardim do Cais numa avenida de samba com a mais alta energia. A bateria formado apenas por mulheres mesclou clássicos do samba com muita música pernambucana e colocou todo mundo para cantar e dançar. E o encerramento do domingo no palco Recife se deu com o aguardado show de Mestre Ambrósio.</p>
<p>Como esperado, o grupo reuniu um grande público que cantou do início ao fim os maiores sucessos da banda pernambucana que fez história nos anos 1990. “A gente não existiria enquanto grupo se não existisse a cultura popular. E a gente quer estar nesse espaço onde o tema, o assunto é esse. Então tá mais do que perfeita nossa presença aqui hoje no Pernambuco Meu País”, contou o músico e vocalista Siba. “Esse show tem o diferencial de acontecer durante o Carnaval, né?Nessa época sempre tem uma temperatura maior, essa festividade que também contamina a gente. A cultura popular tem uma força sempre, mas no Carnaval ela atinge uma dimensão muito maior”, complementou o integrante Helder Vasconcelos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116457" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116458" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Rap, samba, reggae e Oscar em Olinda</strong></p>
<p>Na histórica Praça do Carmo o palco Pernambuco Meu País no Carnaval em Olinda também vibrou ancestralidade. Orquestra Rockfônica de Frevo, Fundo de Quintal, Teto, Marcelo D2, Tribo de Jah e Maneva lotaram o local com um público animado e apaixonado pela pluralidade da música brasileira.</p>
<p>Nem a chuva atrapalhou os foliões que curtiram a noite olindense. Muito pelo contrário, o frescor trazido pela água foi até celebrada e renovou as energias de quem queria aproveitar o domingo até o fim. Havia que estivesse lá pela quarta noite seguida, celebrando com segurança e diversão.</p>
<p>Marca do Carnaval de Pernambuco e do Pernambuco Meu País, a diversidade cultural é o que mais tem atraído diariamente os locais e turistas ao Carmo. A noite de domingo não foi diferente e ainda foi coroada pelo tão aguardado Oscar do filme “Ainda Estou Aqui&#8221;, do cineasta brasileiro Walter Salles. O telão do palco anunciou a notícia esperada por todos e o público foi ao delírio com a boa nova. A energia que já havia se inchado com Tribo de Jah se manteve até a madrugada com o show enérgico de Maneva, numa grande celebração de música, tradição e cinema.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116459" alt="pemp oscar" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
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<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116460" alt="Foto: Paula Maestrali/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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