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	<title>Portal Cultura PE &#187; Rei do Ritmo</title>
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		<title>Silvério faz a cabeça ao som de Jackson</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 19:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “O bom filho à casa torna!”. No caso do cantor Silvério Pessoa, significa tornar aos cocos, rojões, forrós, sambas e um sem fim de referências musicais que estão incrustradas no seu DNA&#8230; significa tornar ao seu ouvido de menino quando escutou, pela primeira vez, a voz de Jackson de Pandeiro na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Silverio-P-.-4-foto-Ivanildo-Machado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23743" alt="Ivanildo Machado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Silverio-P-.-4-foto-Ivanildo-Machado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>“<em>O bom filho à casa torna!</em>”. No caso do cantor <a href="www.silveriopessoa.com.br" target="_blank"><strong>Silvério Pessoa</strong></a>, significa tornar aos cocos, rojões, forrós, sambas e um sem fim de referências musicais que estão incrustradas no seu DNA&#8230; significa tornar ao seu ouvido de menino quando escutou, pela primeira vez, a voz de Jackson de Pandeiro na Rádio Planalto, de Carpina. Este retorno de Silvério à gênese de suas primeiras percepções e compreensões artísticas está presente no seu oitavo álbum,<em> Cabeça feita –Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro</em>, onde revisita a obra do “Rei do Ritmo”, uma das referências fundamentais na construção da sua persona artística. O disco é um sonho acalentado há cerca de dois anos e chega agora, personificando o paraibano de Alagoa Grande na voz de um de seus mais fieis admiradores.</p>
<p><em>Cabeça feita</em> traz 15 faixas – três delas são pot-pourris, o que desdobra o disco em 22 canções –, num apanhado generoso que prima por enfatizar a versatilidade rítmica de Jackson, um artista que não se restringiu a apenas uma vertente musical. Lá estão os forrós, cocos, xotes, sambas e rojões. O sincopado e o balanço característico também. No entanto, o repertório selecionado passa ao largo do lugar comum que é, geralmente, explorado na obra do paraibano. “<em>Procurei me afastar, ao máximo, do óbvio que pode sugerir a obra de Jackson. O critério principal que norteou a escolha das músicas foi o seu lirismo e uma busca por diversificar ao máximo a questão rítmica de sua obra</em>”. Canções “lado B” de Jackson ganham espaço no trabalho, como <em>Penerou Gavião</em>, <em>Secretária do Diabo</em>, <em>Xote de Copacabana</em>, <em>Quadro negro</em>, entre outras.</p>
<p><strong>Ouça <em>A ordem é samba</em>, uma das faixas d o novo disco de Silvério Pessoa</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/196648284&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em tempos de exaltação da pós-modernidade, hibridismos, fusões, onde as referências musicais tradicionais são recombinadas e reprocessadas a partir de linguagens modernas e recursos tecnológicos, Silvério ousou ir na contramão. Não usou uma guitarra sequer, nem teclados ou samplers. Um disco cru, arregimentado à moda do que se fazia à época. Ele perseguiu, com afinco, a sonoridade mais próxima da que Jackson explorou, à época. “<em>É um disco que tem toda uma reminiscência à estrutura básica que Jackson trabalhava em seus discos. Eu quis tentar reproduzir a mesma estrutura melódica e timbrística das décadas de 1950 e 1960</em>”, explica Silvério. “<em>Nada de guitarras, teclados ou samplers. E sim, uma rusticidade básica como matriz</em>”, complementa.</p>
<p>Para criar essa atmosfera, Silvério recorreu a uma configuração típica do corpo musical que participou das gravações e que o acompanhará em palco. Estão com Silvério em <em>Cabeça feita</em> Raminho (zabumba), Luiz Carlos (percussões), Renato Bandeira (viola de 10 cordas e violão), Dudu do Acordeom (sanfona), Israel Silva (baixo), Pepê (violão de 7 cordas, cavaquinho e banjo) e Vanessa Oliveira (coro). Esta formação remete à estrutura básica dos chamados “regionais”, conjuntos musicais que acompanhavam os cantores das décadas de 1950 e 60. O “Regional da Borborema” era quem acompanhava Jackson. Já a única participação no disco está na faixa <em>Coco Social</em>, com Maestro Spok no sax.</p>
<p>No entanto, Silvério ressalta que o disco não se baseia em estereótipos recorrentemente associados a essa sonoridade chamada “regional”. “<em>Não é um disco caricaturado!</em>”, avisa, contando que procurou fugir dos clichês que rondam figuras como Jackson, Luiz Gonzaga e outros nomes da música nordestina. A começar pela capa, que não faz referência ao universo forrozeiro ao qual Jackson é comumente associado. “<em>Até porque Jackson não fez apenas forrós</em>”, explica. As fotos que encartam o disco trazem Silvério trajado a rigor, em ruas do Bairro Recife. “<em>A capa não sugere o som que tem o disco</em>”, assevera.</p>
<p>Firme e seguro no contrafluxo que segue, Silvério aposta na genialidade de Jackson e na diversidade de sua obra como um verdadeiro manancial a ser explorado por aqueles que ainda o desconhecem. “<em>Eu vejo Jackson no mesmo patamar de Frank Zappa, Jimi Hendrix, Miles Davis. Uma pluralidade musical e uma genialidade impressionantes. A garotada que quer descobrir, no passado, uma nova sonoridade, não tem nada mais oportuno do que ouvir Jackson do Pandeiro</em>”, endossa.</p>
<p><strong>Lançamento</strong><br />
A partir da próxima segunda (20), Cabeça feita – Silvério Pessoa canta Jackson do Pandeiro já estará nas lojas. O primeiro contato do público com o álbum será na <strong>Terça do Vinil</strong>, que acontece na próxima terça (17). Lá, o disco será rodado na íntegra, e Silvério irá discotecar junto ao DJ 440 e Bruno Lins (Fim de Feira). O acesso é gratuito.</p>
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