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	<title>Portal Cultura PE &#187; Renata Pinheiro</title>
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		<title>Cinema pernambucano em destaque no fim de semana de 17 e 18 de maio no São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 18:40:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117952" aria-labelledby="figcaption_attachment_117952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-117952" alt="Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale</p></div>
<p>O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas de debates. &#8220;Carro Rei&#8221;, &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221;, &#8220;O bem virá&#8221;, &#8220;Memórias de um esclerosado&#8221;, &#8220;Praia Formosa&#8221; e &#8220;Mundo Bita&#8221; são as películas eu compõem a programação deste terceiro fim de semana de maio.</p>
<p>&#8220;Para comemorar os vinte anos do lançamento de &#8216;Cinema, aspirinas e urubus&#8217;, dirigido por Marcelo Gomes e produzido por Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr, teremos uma sessão especial em cópia digital remasterizada. O produtor João Vieira Jr estará lá para apresentar a sessão e falar sobre os processos de produção e realização do filme que estreou no Festival de Cannes na seção Un certain regard, ganhou o prêmio concedido pelo Ministério da Educação da França e se tornou um clássico do cinema brasileiro&#8221;, ressalta o curador e programador do São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p>&#8220;Já &#8216;Carro Rei&#8217;, dirigido por Renata Pinheiro, foi lançado ainda durante o período da pandemia de Covid-19, o que limitou sua circulação em salas de cinema. Esta sessão será uma oportunidade de ver esse trabalho que mescla ficção científica com uma complexa encenação visual e conversar com Renata Pinheiro, uma das mais importantes diretoras do cinema nacional.&#8221;</p>
<p>Além de &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221; e &#8220;Carro Rei&#8221;, o documentário &#8220;O bem virá&#8221; também terá uma sessão debate com a diretora Uilma Queiroz. O filme tem sua estreia oficial esta semana e retorna neste domingo após cerca de dois meses na sala do Cinema São Luiz, onde realizou sua pré-estreia. Também no domingo haverá um momento muito especial para a criançada com exibição de diversos episódios do sucesso Mundo Bita e apresentação dos personagens criados pelo pernambucano Chaps Melo.</p>
<p><strong>Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes:</strong></p>
<p><strong>Praia Formosa</strong><br />
Direção: Julia de Simone | Gênero: Drama |Ano de produção: 2024 | Duração: 90 min | Classificação indicativa: 12 anos<br />
Muanza, uma mulher natural do Reino do Congo, foi traficada para o Brasil em meados do século XIX. Ao despertar nos dias de hoje, Muanza se depara com um Rio de Janeiro de tempos espiralados, onde figuras do passado e do presente são parte da busca por suas origens no território da cidade. Nesse entrelaçamento de tempos, o filme testemunha a vida que emerge dos espaços da cidade, os gestos de resistência frente à desterritorialização forçada e os afetos que sustentam as relações de irmandade.</p>
<p><strong>Memórias de um Esclerosado</strong><br />
Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa | Gênero: Documentário | Ano de produção: 2024 | Duração: 75 minutos | Classificação indicativa: +12<br />
Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p><strong>O bem virá</strong><br />
Direção: Uilma Queiroz | Duração: 80 minutos | Ano: 2021 | Classificação indicativa: 10 anos<br />
Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a miséria. A busca pelas histórias dessas mulheres diverge do imaginário da seca retratado frequentemente, pautado na miséria, na preguiça, nos flagelos e nas retiradas. Contrariando uma estrutura agrária perversa associada à seca, o longa anuncia conquistas dessas mulheres como acesso ao trabalho produtivo, à educação e à participação política.</p>
<p><strong>Cinema, aspirinas e urubus</strong><br />
Direção: Marcelo Gomes | Gênero: Drama | Ano: 2005 | Duração: 104 minutos | Classificação indicativa: 14 anos<br />
1942. No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema, para vender um remédio &#8220;milagroso&#8221;. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.</p>
<p><strong>Mundo Bita</strong><br />
Direção: Chaps | Gênero: Animação | Anos: 2012, 2016, 2024, 2025 | Duração: 50 minutos | Classificação indicativa: Livre<br />
Ele vem de outra galáxia para nos guiar ao universo da imaginação, da alegria e da música. O Especial de Cinema traz episódios da série Imagine-se e clipes musicais que as famílias amam.</p>
<p><strong>Sábado (17)</strong><br />
14h &#8211; Praia Formosa (12) R$ 10 e R$ 5<br />
16h &#8211; Memórias de um esclerosado (12) R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)<br />
18h &#8211; Carro Rei (14) Gratuita (Debate com a diretora Renata Pinheiro)</p>
<p><strong>Domingo (18)</strong><br />
11h &#8211; Mundo Bita (Livre) Gratuita (Apresentação da equipe da Mr. Plot Produções)<br />
15h &#8211; O bem virá (10) R$ 10 e R$ 5 (Debate com a diretora Uilma Queiroz)<br />
17h30 &#8211; Cinema, aspirinas e urubus (14) Gratuita (Debate com o produtor João Vieira Jr.)</p>
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		<title>Dirigido por Renata Pinheiro, &#8220;Carro Rei&#8221; estreia no dia 30 de junho, nos cinemas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dirigido-por-renata-pinheiro-carro-rei-estreia-no-dia-30-de-junho-nos-cinemas/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 18:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grande vencedor do Festival de Gramado 2021 dos Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, e também do Prêmio Especial do Júri para a memorável atuação de Matheus Nachtergaele, &#8220;Carro Rei&#8221; fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Roterdã &#8211; 2021 e, desde então, tem acumulado ótimas críticas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94588" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/unnamed-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Grande vencedor do Festival de Gramado 2021 dos Kikitos de Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhor Som, Melhor Trilha Sonora, e também do Prêmio Especial do Júri para a memorável atuação de Matheus Nachtergaele, &#8220;Carro Rei&#8221; fez sua estreia mundial no prestigiado Festival de Roterdã &#8211; 2021 e, desde então, tem acumulado ótimas críticas e participações em mais de 30 festivais nacionais e internacionais.</p>
<p>“Carro Rei é uma fábula sobre a condição humana num mundo cada vez mais antinatural e tecnológico. Quando nossa realidade parece se tornar cada vez menos verossímil, talvez não seja de todo absurdo a possibilidade de se vislumbrar no fantástico uma forma potente de fabulação crítica da realidade. O estranho, bizarro ou improvável, e também o que desperta o riso, são os principais aspectos políticos do meu filme”, é assim que a diretora Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”) define seu longa que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, chega aos cinemas em 30 de junho, com distribuição da Boulevard Filmes.</p>
<p>Passando pelos festivais Raindance &#8211; Inglaterra (Melhor Roteiro), Feratum &#8211; México 2021 (Melhor Filme de Ficção Científica Latino-americano), CineFantasy &#8211; Brasil (Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Filme Juri Popular), Fantasia (Canadá) e Fantastic Festival (EUA), entre muitos outros, Carro Rei vem acumulando em sua carreira, até o momento, 16 prestigiosos prêmios.</p>
<p>&#8220;Carro Rei&#8221; aborda o transhumanismo dentro de uma narrativa Pop, que mistura Sci-Fi, comedia e forte critica social. Um jovem chamado Uno (Luciano Pedro Jr), nome dado pelos seus pais em homenagem ao carro em que ele nasceu a caminho da maternidade. O nascimento dentro da máquina lhe deu um dom fantástico : ele consegue se comunicar com carros. Durante a infância, Uno e o carro eram melhores amigos, até que um evento trágico muda seu destino: um acidente mata a mãe de Uno e o carro é exilado no ferro-velho da família.</p>
<p>Dez anos se passam; Uno, com 19 anos, tem aversão a automóveis. Ele é um ciclista apaixonado pela natureza. Junto com sua amiga (e crush) Amora ingressam na faculdade de Agroecologia para o desgosto do seu pai que deseja tê-lo ao seu lado na empresa de táxi. Tudo estava indo bem na vida de Uno, até que uma nova lei é implementada na cidade: os carros com mais de 15 anos não podem mais circular, ameaçando a frota de táxi do seu pai. Uno precisa tomar uma decisão. Ele vai para o ferro-velho onde vive seu tio Zé Macaco (interpretado por Matheus Nachtergaele), um estranho mecânico de automóveis, e repleto de ideias mirabolantes. Juntos, eles modificam a aparência do antigo melhor amigo de Uno, transformando-o em um super carro que agora pode falar com todos, o Carro Rei.</p>
<p>O táxi &#8220;Carro Rei&#8221; consegue burlar a fiscalização com seu visual arrojado e aparência de novo. O negócio da família sobrevive, mas Carro Rei se torna cada vez mais inteligente e ambicioso. Proprietários de carros velhos da classe trabalhadora começam a chegar pedindo ajuda. Carro Rei (voz de Tavinho Teixeira), se torna um mito. Com palavras de ordem contra a injustiça, exalta uma estranha revolta, além de também se apaixonar por Mercedes (interpretada pelo ator transgênero &#8211; não binário &#8211; Jules Elting), uma artista feminista que vandaliza símbolos de poder masculino. Uma gangue é formada, roubando carros para manter a linha de montagem improvisada. &#8220;Carro Rei&#8221; atrai mais e mais seguidores. Uno lamenta ter criado um monstro. Ele tenta escapar do esquema, mas é tarde demais. Carro Rei tem um plano para ele &#8230; planos para todos.</p>
<p>Renata destaca em &#8220;Carro Rei&#8221; sua já longa parceria com Sérgio Oliveira, diretor e roteirista com quem ela trabalhou desde seu primeiro curta (“Superbarroco”), e com quem co dirigiu vários trabalhos, entre eles o longa Açúcar e os documentários Praça Walt Disney e Estradeiros. E também com o Diretor de Fotografia Fernando Lockett, com quem trabalha desde seu primeiro longa (“Amor, Plástico e Barulho”).</p>
<p><strong>DIRETORA -</strong> Renata Pinheiro é cineasta e artista brasileira. Graduada em artes visuais pela UFPE, foi artista residente na John Moore University, Inglaterra; e estudou no INA (Institut Nacional de L’Audivisuel), França. Partindo da premissa da universalidade da linguagem visual, Renata tem como característica de suas obras a criação de narrativas emocionais elaboradas a partir de construções imagéticas ousadas e vigorosas.</p>
<p>Em 2022 dirige a serie de TV, NOVELA para a Amazon Prime que será lançada no segundo semestre deste ano.</p>
<p>Em 2020 lança o curta MANSÃO DO AMOR na Mostra de Tiradentes. O curta é premiado com melhor direção no Bangalore Film Festival, Índia 2020.</p>
<p>Em 2018, Renata, em codireção com Sergio Oliveira, estreou o longa AÇÚCAR no IFFR (Festival de Roterdã, Holanda). Recebeu prêmio de Melhor filme pelo júri da crítica no Festin Lisboa, Pt, 2018 (Festival de Cinema da Língua Portuguesa).</p>
<p>Seu primeiro longa, AMOR, PLÁSTICO E BARULHO (2013), estreou no Festival de Brasília recebendo três prêmios. O filme também foi exibido no IndieLisboa (Portugal) e ABRAFFTY Fest (Canadá), onde ganhou os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz e atriz coadjuvante.</p>
<p>PRAÇA WALT DISNEY recebeu prêmio de melhor filme no San Diego Film Fest, EUA, além de mais de 50 prêmios em festival do mundo.</p>
<p>SUPERBARROCO, seu primeiro curta, estreou no Festival de Cannes &#8211; Quinzena dos Realizadores, 2009, e recebeu mais de 45 prêmios ao longo da sua carreira. Seu último trabalho como diretora de arte foi para ZAMA, de Lucrecia Martel, pelo qual ganhou diversos prêmios como Fênix e Platino. Renata Pinheiro vive e trabalha em Recife, Brasil.</p>
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		<title>FestCine reverencia o talento da cineasta Renata Pinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 19:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 18° Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine), que desde o dia 28 de novembro tem ocupado o Cinema São Luiz, prestou homenagem, na última quinta-feira (01/12), à cineasta recifense Renata Pinheiro. Ela, que tem acumulado prêmios e exibições nacionais e internacionais de suas obras, como o longa-metragem Amor, Plástico e Barulho e o curta Superbarroco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O 18° Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine), que desde o dia 28 de novembro tem ocupado o Cinema São Luiz, prestou homenagem, na última quinta-feira (01/12), à cineasta recifense Renata Pinheiro. Ela, que tem acumulado prêmios e exibições nacionais e internacionais de suas obras, como o longa-metragem <em>Amor, Plástico e Barulho</em> e o curta <em>Superbarroco, </em>recebeu a placa de homenagem das mãos da atriz Maeve Jinkings.</p>
<div id="attachment_42734" aria-labelledby="figcaption_attachment_42734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/renata-pinheiro_festcine.jpg"><img class="size-medium wp-image-42734" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/renata-pinheiro_festcine-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A cineasta Renata Pinheiro, homenageada do 18º FestCine</p></div>
<p>Agradecendo ao público, Renata disse que foi difícil aceitar a homenagem porque sempre acha que<em> &#8220;o percurso é muito longo, ainda me falta muito aprender. Hoje é um dia em que eu dei orgulho à minha mãe. Me sinto muito emocionada principalmente nesse momento que estamos vivendo, um momento muito difícil pra quem faz cultura no país porque estamos passando por uma mudança de ideologia inesperada e a gente não consegue entender muito bem o nosso futuro&#8221;</em>.</p>
<p>Renata Pinheiro teve o seu primeiro curta-metragem, <em>Superbarroco, </em>exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, em 2009. O filme foi contemplado com diversos prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival de Brasília 2008 e Melhor Filme na Academia Brasileira de Cinema 2010. A cineasta co-dirigiu, com Sergio Oliveira, os premiados filmes <em>Praça Walt Disney</em> (documentário de curta-metragem), com estreia internacional no Festiva de Locarno (2011) e <em>Estradeiros, </em>documentário de longa-metragem vencedor do Festival Semana dos Realizadores (Rio 2011).</p>
<div id="attachment_42735" aria-labelledby="figcaption_attachment_42735" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/renata-pinheiro-festcine-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-42735" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/renata-pinheiro-festcine-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coube à atriz Maeve Jinkings, protagonista de &#8216;Amor, Plástico e Barulho&#8217;, entregar a placa do FestCine à homenageada</p></div>
<p>Em 2013, lançou seu primeiro longa metragem de ficção, <em>Amor, Plástico e Barulho, </em>no Festival de Brasília, arrecadando  três prêmios e acumulando até agora, prêmios e exibições nacionais e internacionais como no Festival Indie Lisboa e o Festival de Cinema de Toronto. <em>&#8220;Todos esses anos de trabalho que eu tenho é muito em função de uma determinação de querer me expressar e ter voz. Porque não é fácil e nunca vai ser, mas a gente continua&#8221;</em>, disse a realizadora durante o FestCine.</p>
<p>Formada em Artes Plásticas, Renata Pinheiro também é reconhecida pela direção de arte em filmes como <em>A Festa da Menina Morta </em>(2008), de Matheus Nachtergaele, <em>Tatuagem (2013), </em>de Hilton Lacerda, e <em>Estamos Juntos (2011), </em>de Toni Venturi. Emocionada, a realizadora dedicou a homenagem do FestCine às cineastas mulheres que estão começando agora. <em>&#8220;Não podemos esquecer que a gente tem voz. Não vamos nos calar, estaremos sempre rompendo e quebrando todas as dificuldades.&#8221;</em></p>
<p><strong>Renata Pinheiro<br />
</strong>Formada em Artes Plásticas, teve seu primeiro curta-metragem, “Superbarroco”, com estreia internacional na Quinzena dos Realizadores, Festival de Cannes 2009. Foi contemplado com diversos prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival de Brasília 2008 e Melhor Filme na Academia Brasileira de Cinema 2010. Co-dirigiu com Sérgio Oliveira em 2011 os premiados filmes “Praça Walt Disney” (documentário de curta-metragem), com estreia internacional no Festival de Locarno (2011) e “Estradeiros” (documentário de longa-metragem) filme vencedor do Festival Semana dos Realizadores (Rio 2011).</p>
<p>Em 2013 lançou seu primeiro longa metragem de ficção “Amor, Plástico e Barulho” no Festival de Brasília, arrecadando três prêmios e acumulando vários prêmios e exibições nacionais e internacionais como Festival Indie Lisboa, Festival de Cinema Brasileiro de Toronto, entre outros. “Amor, Plástico e Barulho” está em circuito de exibição comercial no Brasil desde janeiro de 2015 e em exibição no Canal Brasil. No momento, está finalizando o seu segundo filme de ficção “Açúcar” e a série de ficção “África da Sorte”, ambos co-dirigidos com Sérgio Oliveira, além da pré-produção do filme “Carro Rei”.</p>
<p><strong></strong><br />
<em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>18º FestCine anuncia programação completa e homenageia Paulo Cunha e Renata Pinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 14:15:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz, palco dos maiores festivais de audiovisual do Estado, abriga, entre os dias 28/11 a 3/12, a 18ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine). Realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, em parceria com a Prefeitura do Recife, a mostra, cuja programação é inteiramente gratuita, exibirá neste ano um total [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42101" aria-labelledby="figcaption_attachment_42101" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Djair Freire/Secult-PE/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE.jpg"><img class="size-medium wp-image-42101" alt="Djair Freire/Secult-PE/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">FestCine ocupará o São Luiz entre os dias 28/11 a 3/12</p></div>
<p>O Cinema São Luiz, palco dos maiores festivais de audiovisual do Estado, abriga, entre os dias 28/11 a 3/12, a 18ª edição do <strong>Festival de Curtas de Pernambuco</strong> (FestCine). Realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, em parceria com a Prefeitura do Recife, a mostra, cuja programação é inteiramente gratuita, exibirá neste ano um total de 58 filmes de todas as macrorregiões pernambucanas, revelando uma grande diversidade de temas, estéticas, narrativas e processos de realização. Selecionados entre 104 obras inscritas, os curtas concorrem a uma premiação total no valor de R$ 40 mil, além do  Troféu Fernando Spencer, nas categorias técnicas. Confira <b><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PROGRAMACAO-GERAL-18-FESTCINE.pdf" target="_blank">AQUI</a><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PROGRAMACAO-GERAL-18-FESTCINE.pdf" target="_blank"> </a></b>a programação completa.</p>
<p>&#8220;Ao longo desses 18 anos, o FestCine se orgulha de ter exibido, ao longo de sua trajetória, os primeiros trabalhos de muitos diretores que, atualmente, são consagrados e que tão bem têm representado o cinema nacional pelo mundo. Criado inicialmente como Festival de Vídeo &#8211; em uma época onde eram raras as alternativas para exibição de conteúdos audiovisuais independentes, o festival cresce a cada edição com a missão de preservar o olhar para a produção local e promover interações entre jovens e experientes realizadores do segmento&#8221;, conta Milena Evangelista, coordenadora-geral do evento.</p>
<p>O secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, destaca que &#8220;em um complexo e desafiador cenário político e sociocultural, é mesmo de comemorarmos a permanência e o alcance da &#8216;maioridade&#8217; desta importante ação da política pública que, há 18 edições,vem contribuindo para a difusão do audiovisual pernambucano e para a formação cultural de diversos de realizadores&#8221;.</p>
<p><strong>Homenageados -</strong> A 18ª edição do FestCine reverencia a imensa contribuição de dois pernambucanos ao cinema brasileiro: o professor e cineasta Paulo Cunha, que tem se dedicado atualmente a qualificar a pesquisa sobre o cinema feito em Pernambuco; e a diretora Renata Pinheiro que tem acumulado prêmios e exibições nacionais e internacionais de suas obras, como o longa-metragem <em>Amor, Plástico e Barulho</em>.</p>
<p><strong>Etapa formativa -</strong> Neste ano, as atividades de formação ganham ainda mais relevância, em diálogo com questões urgentes para o audiovisual brasileiro e a própria política pública para o setor. Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora Carol Almeida vai facilitar a oficina <strong>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</strong>. Já a cineasta e educadora Lia Letícia vai orientar o minicurso<strong> Videoarte em Ação</strong>, exibindo e discutindo obras de diversos artistas do gênero, contemplando vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia e videoinstalação. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/festcine-anuncia-resultado-da-selecao-para-as-oficinas/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os participantes selecionados das oficinas.</p>
<p><strong>Atividades paralelas -</strong> Em parceria com a Federação dos Cineclubes de Pernambuco (FEPEC), o FestCine também abre espaço para ricos debates sobre Difusão, Cinemas de Rua, Acessibilidade Comunicacional, Direito Humano à Comunicação, entre outros temas que integram a programação do 4º Encontro de Cineclubes de Pernambuco, que acontecerá entre os dias 2 e 3 de dezembro, no auditório do Hotel Barramares (Piedade &#8211; Jaboatão dos Guararapes).</p>
<p>O FestCine mantém as iniciativas de inclusão, através da Sessão Especial <strong>Festival VerOuvindo</strong> + <strong>Projeto Toda Palavra</strong>, que contemplará a exibição de cinco curtas  pernambucanos (&#8220;Minha geladeira pensa que é um freezer&#8221;, &#8220;Olhos de Botão&#8221;, &#8220;Soledad&#8221;, &#8220;João Heleno dos Brito&#8221; e &#8221;Au Revoir&#8221;) com acessibilidade comunicacional. Além disso, esse é o terceiro ano que o VerOuvindo participa do evento, concedendo o Prêmio Serviço de Acessibilidade a três filmes que concorrem nas mostras competitivas. Essas produções serão exibidas na próxima edição do VerOuvindo, marcada para abril de 2017. O projeto Toda Palavra é uma coletânea em DVD de dez curtas-metragens pernambucanos com acessibilidade comunicacional (AD, Libras e LSE). São filmes de diferentes momentos da safra pernambucana, de diferentes realizadores.</p>
<p><strong>Brechó</strong> &#8211; Durante o FestCine, o Cinema São Luiz irá receber o acervoBOUTIQUE, brechó formado por Carol Monteiro &#8211; figurinista,<em> stylist</em>, <em>vintager</em>, produtora de moda, cenógrafa, consultora e produtora cultural &#8211; e Maria Rosa Pereira &#8211; diretora e produtora de arte, colecionadora, artesã, cenógrafa, produtora de objetos e produtora cultural. Especialistas  em garimpar tesouros em roupas, objetos e acessórios espalhados pelo mundo, fazemos uma proposta de moda mais sustentável, personalizada e humana. &#8220;Para o FestCine, fizemos uma cuidadosa curadoria no nosso acervo especialmente para trazer peças que tenham a cara do festival e de seu público&#8221;, conta Carol Monteiro.</p>
<p>Conheça melhor os homenageados do <strong>18º FestCine</strong>:</p>
<p><strong>Paulo Cunha</strong><br />
Nasceu no Recife, em 1956. Ainda estudante secundarista, participou, a partir de 1973, do ciclo de cinema super-8 do Recife, realizando curtas experimentais. Em 1978, ganhou o prêmio de Melhor Filme do Festival de Cinema do Recife, com “Esses Onze Aí”, realizado em parceria com Geneton Moraes Neto. Com o fim do movimento do super-8, passou a produzir, no início dos anos 1980, filmes em 16mm, sobretudo “Tambor Brasil” – sobre a mitologia em torno de Miguel Arraes – e “O Coração do Cinema” – baseado num roteiro nunca filmado do poeta russo Vladimir Maiakovski e também co-dirigido por Geneton Moraes Neto. Paulo Cunha é graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco e foi repórter, crítico de cinema e editor em diversos veículos, como Jornal da Cidade, Jornal da Tarde [SP], O Estado de S. Paulo e Jornal do Commercio. Também foi editor de criação na Rede Globo de Televisão.</p>
<div id="attachment_42079" aria-labelledby="figcaption_attachment_42079" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ana Farache/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PAULO-CUNHA_FOTO-DE-ANA-FARACHE.jpg"><img class="size-medium wp-image-42079" alt="Ana Farache/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/PAULO-CUNHA_FOTO-DE-ANA-FARACHE-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Cunha é atualmente professor da UFPE</p></div>
<p>Entre 1984 e 1990 morou na França onde foi membro do seminário fechado de Teoria do Cinema do semiólogo Christian Metz e fez diversos cursos: Diploma de Estudos Aprofundados em Teatro e Cinema na Universidade de Paris X – Nanterre, o Diploma em História e Cinema da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e o Doutorado em Artes na Universidade de Paris I – Panthéon- Sorbonne. De volta ao Brasil, tornou-se professor na Universidade Federal de Pernambuco, onde participou, desde 1993, de diversos projetos como a criação do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, do Mestrado e Doutorado em Comunicação e do Mestrado e Doutorado em Design. Tem participado também de dezenas de cursos abertos de cinema, como a Especialização em Estudos Cinematográficos da Universidade Católica de Pernambuco. Nessas atividades acadêmicas, Paulo Cunha tem se dedicado a qualificar a pesquisa sobre o cinema feito em Pernambuco, tendo orientado dezenas de especializações, vinte mestrados e uma dúzia de doutorados e pós-doutorados. Parte dos resultados dessas pesquisas têm gerado a publicação de artigos e livros, entre os quais os mais recentes são “A Invenção de Tatuagem: o processo criativo de Hilton Lacerda” (2017, no prelo), “A Aventura do Baile Perfumado: vinte anos depois” (2016, com Amanda Mansur), “A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964” (2014) e “A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia” (2010). Paulo Cunha foi em diversas ocasiões membro de comissões de seleção de editais para a produção audiovisual, como o do Prêmio Ary Severo e o concurso de roteiros de longas da Eletrobrás. Coordena, atualmente, a implantação do Cinema da UFPE, uma sala de exibição com 200 lugares e projeção 4K, com previsão de inauguração para o primeiro semestre de 2017.</p>
<p><strong>Renata Pinheiro</strong><br />
Formada em Artes Plásticas, teve seu primeiro curta-metragem, &#8220;Superbarroco&#8221;, com estreia internacional na Quinzena dos Realizadores, Festival de Cannes 2009. Foi contemplado com diversos prêmios, incluindo Melhor Filme no Festival de Brasília 2008 e Melhor Filme na Academia Brasileira de Cinema 2010. Co-dirigiu com Sérgio Oliveira em 2011 os premiados filmes &#8220;Praça Walt Disney&#8221; (documentário de curta-metragem), com estreia internacional no Festival de Locarno (2011) e &#8220;Estradeiros&#8221; (documentário de longa-metragem) filme vencedor do Festival Semana dos Realizadores (Rio 2011).</p>
<div id="attachment_42080" aria-labelledby="figcaption_attachment_42080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/renata-pinheiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-42080" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/renata-pinheiro-607x476.jpg" width="607" height="476" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Pinheiro é uma das cineastas mais promissoras do Estado</p></div>
<p>Em 2013 lançou seu primeiro longa metragem de ficção &#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221; no Festival de Brasília, arrecadando três prêmios e acumulando vários prêmios e exibições nacionais e internacionais como Festival Indie Lisboa, Festival de Cinema Brasileiro de Toronto, entre outros. &#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221; está em circuito de exibição comercial no Brasil desde janeiro de 2015 e em exibição no Canal Brasil. No momento, está finalizando o seu segundo filme de ficção &#8220;Açúcar&#8221; e a série de ficção &#8220;África da Sorte&#8221;, ambos co-dirigidos com Sérgio Oliveira, além da pré-produção do filme &#8220;Carro Rei&#8221;.</p>
<p>Confira a composição do Júri Oficial da Mostra Competitiva:</p>
<p><strong>Cláudio Bezerra - </strong>É doutor em Multimeios pela UNICAMP e professor de cinema e televisão da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), onde coordena a Pós-Graduação em Estudos Cinematográficos. É também documentarista, realizou Onildo Almeida, groove man (2016); Alexina –memórias de um exílio (2012) e Tejucupapo – um filme sobre mulheres guerreiras (2002), e foi colaborador de Eduardo Coutinho em Sobreviventes de Galiléia (2014) e A Família de Elizabeth Teixeira (2014). Desenvolve pesquisas no campo do audiovisual com ênfase na história e na estética do documentário. Publicou: A personagem no documentário de Eduardo Coutinho; Tejucupapo: história, teatro, cinema (Bagaço, 2004) e, em coautoria, O documentário em Pernambuco no século XX; e Transgressão em 3 Atos: nos abismos do Vivencial.</p>
<p><strong>Maeve Jinkings</strong> &#8211; Nasceu em Brasília e aos cinco anos de idade mudou-se para Belém do Pará, onde se formou em Comunicação Social, seguindo posteriormente para São Paulo para estudar artes dramáticas. Em 2009 filmou um curta-metragem em Recife, sendo este o primeiro de uma série de trabalhos no Estado. Sua parceria com a produção de cinema pernambucano resultou até hoje em mais de dez longas, entre eles Aquarius (2016), Açúcar (em finalização), Boi Neon (2016), Seu Cavalcanti (em edição), Amor Plástico e Barulho, Boa Sorte Meu Amor (2013), Era Uma Vez Verônica (2013) e O Som ao Redor (2013). Pela atuação em Amor Plástico e Barulho, recebeu diversos prêmios de melhor intérprete, entre eles o de Melhor Atriz no 46º Festival de Brasília e o premio de Melhor Atriz no BRAFFT 2014, Festival Brasileiro de Cinema em Toronto. Sua estreia em teledramaturgia ocorreu em 2015 na novela A Regra do Jogo. Maeve também tem atuado como preparadora de elenco, atividade que desempenhou nos filmes Sem Coração e Big Jato.</p>
<p><strong>Mannu Costa -</strong> Produtora, sócia da Plano 9 Produções. É professora no curso de Cinema e Audiovisual da UFPE e doutoranda na UFRJ, desenvolvendo pesquisas na área de Políticas Públicas para o Cinema no Brasil. Há mais de 10 anos, trabalha ocupando uma variedade de funções na área de produção audiovisual, como Produtora, Produtora-Executiva, Diretora de Produção, Assistente de Produção e outros. Acumula participações em curtas, longas e videoclipes, além conteúdo para TV, entre documentários, ficções e animação. Participou do Programa de residência artística e profissional “Talents 2014”, do Berlinale (Festival de Cinema de Berlim). Atualmente está envolvida na realização de 04 longas-metragens e 02 séries de TV. Entre as obras mais recentes, destacam-se Amores de Chumbo (Dir. Tuca Siqueira), Xingu, Cariri, Caruaru, Carioca (Dir. Elizabeth Formaggini), Em nome da América (Dir. Fernando Weller), Eles Voltam (Dir. Marcelo Lordello) e Maria Prestes (Dir. Ludmila Curi).</p>
<p>Confira a composição do Júri Oficial da Mostra Competitiva de Formação:</p>
<p><strong>Bruno Cabús -</strong> É artista, fotógrafo, animador, arte-educador, realizador, formado em Biologia. Trabalha no universo audiovisual desde 2004. Fundou o Cineclube Central em 2006. Mantém o projeto Animeco &#8211; cinema de animação, como idealizador e instrutor, desde 2008 e já foi premiado em 2 festivais com o seu filme &#8220;Visceral&#8221; &#8211; animação com inserts de live action, 2º lugar na categoria animação no 14ºFestcine &#8211; Pernambuco e como Prêmio Vocação no 11º MUMIA &#8211; Minas Gerais. Atualmente trabalha na finalização de seu novo curta-metragem de animação “CO-44” cujo resultado das pesquisas para a produção do filme resultou na instalação: &#8220;Imagomotus &#8211; Laboratório de experimentos ópticos construídos a partir de sucata eletrônica&#8221;, que funciona como uma verdadeira estação didática sobre a imagem em movimento. A instalação ficou exposta no Cinema São Luiz durante o Festival Brasil Stop Motion e o MOV &#8211; Festival Int. de Cinema Universitário de Pernambuco.</p>
<p><strong>Patrícia Roberta da Silva Araújo -</strong> Formada em Ciências Sociais, atualmente é estudante do mestrado em Antropologia (UFPE). Integrante do Cineclube Avalovara que atua na cidade de Vitória de Santo Antão e participou da produção da I Mostra de Cinema de Vitória de Santo Antão (abril de 2016).</p>
<p><strong>Thiago Ribeiro Hora -</strong> Tem formação em Cinema e Audiovisual, trabalha desde 2005 como técnico audiovisual para cinema, TV e vídeo. Vem participando como educador de audiovisual em projetos de formação em ONGs de Sergipe e Pernambuco. Teve a oportunidade de ser secretário e presidente da ABD-SE (Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas Secção Sergipe), lá idealizou e implementou o projeto &#8220;Memória Audiovisual Sergipana&#8221; que ganhou o 1° edital Pontos de Memória do IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), além de desenvolver diversas ações de promoção, defesa e preservação do patrimônio audiovisual e de seus realizadores. Participou da equipe de gestão do CineABD cineclube vinculado ao CineMaisCultura, e atualmente coordena o Cineclube Cinerama – Cine Jáu localizado no distrito de Apoti, município de Gloria do Goitá, na zona da mata pernambucana, como uma das ações inicias de um projeto de formação, preservação e desenvolvimento sociocultural desenvolvido pelo Instituto Kinorama no qual é sócio fundador. Também já trabalhou com documentários em televisão, bem como com produção de vídeo-aulas. Atualmente é técnico audiovisual no IFPE, Integrante do GEAV (Grupo de Pesquisa em Antropologia Visual), presta consultorias técnicas em audiovisual, é pesquisador assistente no LAV (Laboratório de Antropologia Visual) e desenvolve projetos e pesquisa na área de patrimônio e preservação.</p>
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		<title>Documentário pernambucano estreia no Festival do Rio nesta quarta (12)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-pernambucano-estreia-no-festival-do-rio-nesta-quarta-12/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 20:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-41045" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/unnamed.jpg" width="560" height="350" /></a></p>
<p>Parceiros em filmes como <em>Amor, Plástico e Barulho</em> (2013) e os premiados curtas <em>Superbarroco</em> (2008) e <em>Praça Walt Disney</em> (2011), o diretor Sergio Oliveira e a roteirista Renata Pinheiro estarão no Festival do Rio, nesta quarta-feira (12), representando Pernambuco com o documentário <em>Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos</em>.</p>
<p>Concorrente da Mostra Competitiva Premiére Brasil, o filme terá exibições também na quinta-feira (13) e na sexta (14). O longa é produzido pela Aroma Filmes, e conta com patrocínio do Programa Petrobras Cultural e incentivo do Governo de Pernambuco por meio do Funcultura. &#8221;<em>Além de ser um festival de muita visibilidade, é o único filme pernambucano dentro da mostra e que tem tudo a ver com o nosso momento político</em>&#8220;, comenta o diretor Sérgio Oliveira.</p>
<p>Filmado por dois anos e meio, entre 2013 e 2015, em Arcoverde, no Sertão pernambucano, o documentário mostra, em tom fabular, o contraste social de uma cidade tomada por jumentos e motos nas ruas, enquanto a cinquentenária orquestra de baile Super Oara, de Arcoverde, anima festas de debutantes.</p>
<p><em>&#8220;De início, pensávamos em  algo mais focado na banda, mas, no decorrer das filmagens, o filme acabou revelando um contexto mais amplo e se tornou o reflexo de um alargamento de fronteira dentro do Sertão. Ficamos impressionados com a transformação da paisagem e suas contradições, com os animais que são muito presentes na cidade e com a cultura como forma de resistência. Acabamos dando um recorte mais etnográfico&#8221;</em>, explica Sérgio Oliveira.</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/182765602" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A experimentação estética adquire um novo potencial com o tom fabular, que se manifesta através da câmera que acompanha o jumento. Personagem condutor do filme, e também um imigrante à margem da dita prosperidade econômica, ele observa a realidade mais que o homem que o escraviza e, nesse processo de personificação, acaba por interagir em danças e andanças por uma cidade já desmistificada.</p>
<p>A música é outro elemento importante no documentário, funcionando como um ponto de ligação entre o homem e o jumento. Músicas como “New York, New York”, hino na voz de Frank Sinatra; “Smooth Criminal”, de Michael Jackson; “La Vie em Rose”, canção famosa com Édith Paif; e “A Morte do Cisne”, de Tcchaicovsky, compõem a trilha sonora de ar cosmopolita no Sertão. Manifestações populares como o bumba-meu-boi e a participação do grupo Reizado de Caraíbas também participam do longa.</p>
<p>A estreia comercial de <em>Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos </em>está prevista para o primeiro semestre de 2017. Contemplada pelo Funcultura Audiovisual, a distribuição do filme  está prevista nas principais capitais do país e também em cidades do interior do Nordeste, a exemplo de Campina Grande, Caruaru e Petrolina. Os diretores também pretendem fazer exibições mistas e em formatos diferenciados, uma deles junto à Orquestra Super Oara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exibições:</p>
<p>- Quarta-feira, 12/10 | 19h | Roxy 1</p>
<p>- Quarta-feira, 12/10 | 19h | Roxy 2</p>
<p>- Quinta-feira, 13/10 | 13h | Cine Odeon</p>
<p>- Sexta-feira, 14/10 | 14h | Kinoplex São Luiz 1</p>
<p>- Sexta-feira, 14,10 | 19h | Kinoplex São Luiz 1</p>
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		<title>Cinema pernambucano segue em destaque na programação do São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-pernambucano-segue-em-destaque-na-programacao-do-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2015 18:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA["Amor plástico e barulho"]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Hilton Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cinema São Luiz vai repetir mais uma vez, de quinta (5) até a quarta (11 de fevereiro) da semana que vem, a programação de filmes que está em cartaz no equipamento cultural. Estão na lista os longas pernambucanos Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro, e Tatuagem, de Hilton Lacerda, além de sessões dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cinema-Sao-Luiz.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16634" alt="Cinema Sao Luiz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cinema-Sao-Luiz-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Cinema São Luiz vai repetir mais uma vez, de quinta (5) até a quarta (11 de fevereiro) da semana que vem, a programação de filmes que está em cartaz no equipamento cultural. Estão na lista os longas pernambucanos Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro, e Tatuagem, de Hilton Lacerda, além de sessões dos estrangeiros O que será de nozes?, de Peter Lepeniotis, e Relatos Selvagens, de Damián Szifron. A entrada no São Luiz custa R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).</p>
<p>Em Amor, Plástico e Barulho, filme Pernambuco bem aceito pela crítica de cinema, a jovem dançarina Shelly (Nash Laila) tem o grande sonho de se tornar cantora de Brega. Ela entra para o show business em busca de fama e fortuna, mas inserida em um mundo onde tudo é descartável, incluindo o amor e as relações humanas, ela vai encontrar grandes dificuldades para atingir a fama. Seguindo os passos de Jaqueline (Maeve Jinkings), sua companheira de banda e musa inspiradora, ela pretende virar uma grande cantora da música Brega.</p>
<div id="attachment_20499" aria-labelledby="figcaption_attachment_20499" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plastico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-20499" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plastico-e-barulho-607x317.jpg" width="607" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Amor, Plástico e Barulho</p></div>
<p>Filme recordista de exibições no São Luiz, o premiado <em>Tatuagem</em> se passa no Recife de 1978 e tem como protagonistas Clécio Wanderley (Irandhir Santos), líder da trupe teatral Chão de Estrelas, e o jovem Fininha (Jesuíta Barbosa), que é militar. Não demora muito para que eles engatem um tórrido relacionamento, num contexto em que ambos precisam conviver cada vez mais com os integrantes da trupe e lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura.</p>
<p>Já a animação infantil <em>O que será de nozes?</em> conta a história de um teimoso esquilo, chamado Surly, que é expulso de um parque na cidade grande e por conta disso precisa encontrar outras maneiras de sobreviver. Mas o lugar dos seus sonhos está muito perto dele: trata-se de Maury&#8217;s Nut Store, uma loja repleta de nozes, castanhas e amêndoas. Surly reúne os amigos e bola um plano para invadir o lugar e roubar toda a comida para suportar o inverno.</p>
<p>Por fim, diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens de Relatos Selvagens caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. Uma traição amorosa, o retorno do passado, uma tragédia ou mesmo a violência de um pequeno detalhe cotidiano são capazes de empurrar estes personagens para um lugar fora de controle.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong> Programação do Cinema São Luiz</strong><br />
R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3157</p>
<p>O que será de nozes?<br />
(The nut job, Canadá, Coréia do Sul, EUA, 2014, 85min)<br />
Gênero: Animação | Diretor: Peter Lepeniotis<br />
Classificação etária: Livre<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Quinta (5), sexta (6), sábado (7), terça (10) e quarta (11) | 14h; Domingo (8) | 10h e 14h</em></em></em></p>
<p>Amor, Plástico e Barulho<br />
(Brasil, 2013, 90min)<br />
Gênero: Drama | Diretor: Renata Pinheiro<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Quinta (5), sexta (6), domingo (8), terça (10) e quarta (11) | 15h45 e 19h50; Sábado (7) | 15h45</p>
<p>Relatos Selvagens<br />
(Relatos salvajes, Argentina e Espanha, 2014, 122min.)<br />
Gênero: Drama/Suspense/Comédia | Diretor: Damián Szifron<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Quinta (5), sexta (6), sábado (7), domingo (8), terça (10) quarta (11) | 17h30</p>
<p>Tatuagem<br />
(BRA, 2013, 110min.)<br />
Gênero: Drama | Diretor: Hilton Lacerda<br />
Classificação etária: 16 anos<br />
Sábado (7) | 19h50</p>
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		<item>
		<title>Filme Amor, plástico e barulho, de Renata Pinheiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-amor-plastico-e-barulho-de-renata-pinheiro/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-amor-plastico-e-barulho-de-renata-pinheiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 19:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Aroma Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Pinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Título: Amor, plástico e barulho Direção: Renata Pinheiro Roteiro: Sergio Oliveira e Renata Pinheiro Gênero: Drama Sinopse: Shelly e Jaqueline, inseridas no universo do show business, entre nightclubs e programas de TV, descobrem que tudo é; descartável, como o sucesso, o amor e as demais relações humanas. Juntas, parecem formar uma única trajetória de vida, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Título: </strong>Amor, plástico e barulho<br />
<strong>Direção:</strong> Renata Pinheiro<br />
<strong>Roteiro:</strong> Sergio Oliveira e Renata Pinheiro<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama<br />
<strong>Sinopse: </strong>Shelly e Jaqueline, inseridas no universo do show business, entre nightclubs e programas de TV, descobrem que tudo é; descartável, como o sucesso, o amor e as demais relações humanas. Juntas, parecem formar uma única trajetória de vida, onde Shelly representa o passado de Jaqueline, enquanto esta figura como o provável futuro da colega.<br />
<strong>Elenco: </strong>Nash Laila, Maeve Jinkings, Samuel Vieira, Leo Pyrata e Rodrigo García.<br />
<strong>Produção: </strong>Aroma Filmes / Boulevard Filmes<br />
<strong>Coprodução:</strong> Canal Brasil<br />
<strong>Distribuição:</strong> Boulevard Filmes<br />
<strong>Lançamento: </strong>22/01/2015<br />
<strong>Página: <a href="https://www.facebook.com/AmorPlasticoEBarulhoOFilme" target="_blank">https://www.facebook.com/AmorPlasticoEBarulhoOFilme</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cine São Luiz retorna com programação própria de filmes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cine-sao-luiz-retorna-com-programacao-propria-de-filmes/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 19:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<description><![CDATA[Conhecido como o cinema de todos os pernambucanos, o Cine São Luiz retorna em 2015 com uma grande própria de filmes a serem exibidos de quinta (22) até o dia 28 de janeiro. Dentre eles, estão Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro, e Tatuagem, de Hilton Lacerda, este último o filme recordista de exibições [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cinema-Sao-Luiz.jpg"><img class="size-medium wp-image-16634 aligncenter" alt="Cinema Sao Luiz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Cinema-Sao-Luiz-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Conhecido como o cinema de todos os pernambucanos, o Cine São Luiz retorna em 2015 com uma grande própria de filmes a serem exibidos de quinta (22) até o dia 28 de janeiro. Dentre eles, estão <em>Amor, Plástico e Barulho</em>, de Renata Pinheiro, e<em> Tatuagem</em>, de Hilton Lacerda, este último o filme recordista de exibições no São Luiz (em 2014, o longa ficou em cartaz no equipamento cultural durante oito meses). Além disso, haverá sessões dos estrangeiros <em>O que será de nozes?</em>, de Peter Lepeniotis, e <em>Relatos Selvagens</em>, de Damián Szifron. A entrada no São Luiz custa R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Confira no serviço os dias e horários de cada sessão.</p>
<p>A animação infantil <em>O que será de nozes?</em> conta a história de um teimoso esquilo, chamado Surly, que é expulso de um parque na cidade grande e por conta disso precisa encontrar outras maneiras de sobreviver. Mas o lugar dos seus sonhos está muito perto dele: trata-se de Maury&#8217;s Nut Store, uma loja repleta de nozes, castanhas e amêndoas. Surly reúne os amigos e bola um plano para invadir o lugar e roubar toda a comida para suportar o inverno.</p>
<div id="attachment_19893" aria-labelledby="figcaption_attachment_19893" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-19893" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Amor, Plástico e Barulho&#8217;, de Renata Pinheiro, é um dos filmes que entra em cartaz no São Luiz</p></div>
<p>Já <em>Amor, Plástico e Barulho</em>, filme pernambucano bem aceito pela crítica de cinema, narra a vivência de Shelly (Nash Laila), uma jovem dançarina que tem o grande sonho de se tornar cantora de Brega. Ela entra para o <em>show business</em> em busca de fama e fortuna mas, inserida em um mundo onde tudo é descartável, incluindo o amor e as relações humanas, ela vai encontrar grandes dificuldades para atingir a fama. Seguindo os passos de Jaqueline (Maeve Jinkings), sua companheira de banda e musa inspiradora, ela pretende virar uma grande cantora da música Brega.</p>
<p>Diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens de <em>Relatos Selvagens</em> caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. Uma traição amorosa, o retorno do passado, uma tragédia ou mesmo a violência de um pequeno detalhe cotidiano são capazes de empurrar estes personagens para um lugar fora de controle.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/UwSX2SlHpEg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já o premiado <em>Tatuagem</em> se passa no Recife de 1978 e tem como protagonistas Clécio Wanderley (Irandhir Santos), líder da trupe teatral Chão de Estrelas, e o jovem Fininha (Jesuíta Barbosa), que é militar. Não demora muito para que eles engatem um tórrido relacionamento, num contexto em que ambos precisam conviver cada vez mais com os integrantes da trupe e lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Programação do Cinema São Luiz</strong><br />
<em>O que será de nozes?</em><br />
Quinta (22), sexta (23), sábado (24), terça (27) e quarta (28) | 14h; Domingo (25) | 10h e 14h</p>
<p><em>Amor, Plástico e Barulho</em><br />
Quinta (22), sexta (23), domingo (25), terça (27) e quarta (28) | 15h45 e 19h50; Sábado (24) | 15h45</p>
<p><em>Relatos Selvagens</em><br />
Quinta (22), sexta (23), sábado (24), domingo (26), terça (27) quarta (28) | 17h30</p>
<p><em>Tatuagem</em><br />
Sábado (24) | 19h50</p>
<p>R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3157</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Estradeiros terá nova sessão nesta quinta (4), no Cine Pasárgada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/estradeiros-tera-nova-sessao-nesta-quinta-4-no-cine-pasargada/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 14:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Estradeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (4), às 19h, o Espaço Pasárgada promove mais uma edição do Cine Pasárgada, com nova sessão do filme Estradeiros, longa de Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro. A iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado tem o objetivo de estimular o acesso ao conhecimento das obras cinematográficas produzidas em Pernambuco. A entrada é gratuita [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estradeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-17831 aligncenter" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estradeiros-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>Nesta quinta-feira (4), às 19h, o Espaço Pasárgada promove mais uma edição do Cine Pasárgada, com nova sessão do filme<em> Estradeiros</em>, longa de Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro. A iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado tem o objetivo de estimular o acesso ao conhecimento das obras cinematográficas produzidas em Pernambuco. A entrada é gratuita e o Espaço Pasárgada fica localizado na Rua da União, centro do Recife.</p>
<p>Após a exibição dos filmes, a plateia poderá conversar com os diretores sobre a produção da obra e outros assuntos ligados ao cinema pernambucano. Além disso, estão previstas no projeto outras seis sessões que se repetirão, até dezembro deste ano, a cada quinze dias. Até o fim do ano, o Cine Pasárgada terá mais uma sessão, no dia 18 de dezembro, com a presença do diretor Lírio Ferreira.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p><em>Estradeiros</em> é um documentário de longa metragem sobre uma tribo nômade que ocorre em grande parte do Brasil e também da América Latina. Constituída por indivíduos de diversas origens, os integrantes dessa tribo vestem-se de maneira muito peculiar com roupas puídas, quase sempre sujas, cabelos desgrenhados e andam quase sempre a pé. Vendem suas artes em práticos mostruários de tecido que carregam por todos os lugares por onde passam.</p>
<p><strong>Sobre os diretores</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Sérgio-Oliveira-e-Renata-Pinheiro-divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17832" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Sérgio-Oliveira-e-Renata-Pinheiro-divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong></strong>Sergio Oliveira trabalha como diretor e roteirista de cinema desde os anos 90. É diretor de vários curtas como o Schenberguianas (2006), Epox (2010) e Porcos Corpos (2003), todos com boas carreiras e prêmios em festivais. Seu curta Faço de mim o que quero (2009) amealhou mais de 20 prêmios em festivais como Melhor Documentário do Curta Cinema 2010 e Melhor documentário no Cine PE (Prêmio ABD), entre outros.</p>
<p>Já Renata Pinheiro, como artista visual, participou de exposições no Brasil e no exterior. Seu talento em Artes é uma característica de seus filmes. SuperBarroco, seu 1o filme em 35mm, participou de importantes festivais como a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes (França 2009), Festival Del Nuevo Cine Latinoamericano de Havana (Cuba 2010), Fest Int’l de curta metragem de Clermont-Ferranf (França 2010), Kurzfilmtage (Suíça 2010), entre outros. SuperBarroco ganhou mais de 45 prêmios no Brasil incluindo, entre outros, o de Melhor Filme na Academia Brasileira de Cinema 2010, Melhor Filme no Festival de Brasília 2008 e Melhor filme no Cine PE 2009.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Cine Pasárgada,com o filme Estradeiros, de Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro</em><br />
Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista – Recife – PE)<br />
Quinta (4) | 19h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3165</p>
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		<item>
		<title>Filme sobre diversidade cultural do Estado é atração do Cine Pasárgada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-sobre-diversidade-cultural-do-estado-e-atracao-do-cine-pasargada/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2014 12:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (20), às 19h, o Espaço Pasárgada promove mais uma edição do Cine Pasárgada, desta vez com a exibição do média-metragem Pernambuco: As diversas identidades, do diretor pernambucano Antonio Carrilho. A iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado tem o objetivo de estimular o acesso ao conhecimento das obras cinematográficas produzidas em Pernambuco. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (20), às 19h, o Espaço Pasárgada promove mais uma edição do Cine Pasárgada, desta vez com a exibição do média-metragem <em><strong>Pernambuco: As diversas identidades</strong></em>, do diretor pernambucano Antonio Carrilho. A iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado tem o objetivo de estimular o acesso ao conhecimento das obras cinematográficas produzidas em Pernambuco. A entrada é gratuita e o Espaço Pasárgada fica localizado na Rua da União, centro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/FINAL-PERNAMBUCO-11122013-FINAL.jpg"><img class="size-medium wp-image-17146 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/FINAL-PERNAMBUCO-11122013-FINAL-340x486.jpg" width="340" height="486" /></a></p>
<p>Após a exibição do filme, o público poderá conversar com Antonio Carrilho sobre a produção da obra e outros assuntos ligados ao cinema pernambucano. Além disso, estão previstas até o final do ano outras duas sessões, com os diretores Sérgio Oliveira, Renata Pinheiro e Lírio Ferreira. Já passaram pelo Cine Pasárgada nomes como Marcelo Pedroso, Felipe Peres e Cláudio Assis.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p>Neste documentário <em><strong>Pernambuco: As diversas identidades, </strong></em>de 52 minutos, Antonio Carrilho realiza um amplo painel da cultura do estado de Pernambuco. Presença essencial em qualquer estudo que vise compreender a realidade brasileira, Pernambuco teve e tem participação ativa em muitos momentos da vida cultural, política e econômica do Brasil, se sobressaindo na área cultural em todos seus aspectos.</p>
<p><strong>Sobre o equipamento cultural</strong></p>
<p>No sobrado nº 263 da Rua da União, hoje Espaço Pasárgada, Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas. Em um deles, “Evocação do Recife”, Bandeira retrata a cidade a partir da ótica de uma criança que começa a descobrir o mundo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Cine Pasárgada, com o filme &#8216;Pernambuco: As diversas identidades&#8217;, de Antonio Carrilho</strong><br />
Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista – Recife – PE)<br />
Quinta (20) | 19h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3165</p>
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