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	<title>Portal Cultura PE &#187; Renda Renascença</title>
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		<title>Fundarpe acompanha oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença no Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 13:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118476" aria-labelledby="figcaption_attachment_118476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118476" alt="Foto: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Simon-Filmes-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê</p></div>
<p>O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), avançou mais uma importante etapa do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco. Nessa última segunda (16) e terça-feira (17), representantes da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe promoveram oficinas de validação do Inventário da Renda Renascença nos municípios de Poção e de Jataúba, ambas cidades do Agreste de Pernambuco.</p>
<p>As oficinas presenciais aconteceram na Câmara dos Vereadores das cidades e fazem parte da fase final da pesquisa coordenada pela Assum Preto Produções Culturais e Consultoria, empresa vencedora da licitação conduzida pela Fundarpe para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença. A atividade contou com a participação de rendeiras, representantes locais e pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê.</p>
<p>De forma multidisciplinar, desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais, e resultará no importante dossiê que ficará disponível à população, além de servir ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) na análise da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_118477" aria-labelledby="figcaption_attachment_118477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-118477" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Renda-Renascença-Foto-Dani-Pedrosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde o início a pesquisa conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, entre outros profissionais</p></div>
<p>“A Renda Renascença é uma tradição artesanal centenária profundamente enraizada no Agreste de Pernambuco, especialmente nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba. Com a realização do inventário, a Fundarpe busca registrar documentalmente os sistemas de produção, circulação e salvaguarda do saber-fazer da renda, valorizando a importância cultural, social e econômica da prática e seus agentes, especialmente as mulheres rendeiras”, reforça a gerente de Patrimônio Cultural Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p>A instrução do processo de registro da Renda Renascença teve início em 2021 e contou com etapas de análise da documentação inicial, de aplicação de metodologias participativas de mapeamento, catalogação de fontes sobre a temática, visitas técnicas e articulação com outros órgãos como a ADEPE e Sebrae, para o estudo de melhorias das potencialidades da cadeia produtiva da Renda Renascença no Estado.</p>
<p>Com a culminância do trabalho de campo, o material final será encaminhado ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) para análise e deliberação quanto ao reconhecimento da Renda Renascença como Patrimônio Imaterial de Pernambuco.</p>
<p>“A realização do inventário da Renda Renascença permitirá conhecermos e registrarmos documentalmente os sistemas de produção e comercialização deste bem no núcleo das cidades, em zonas rurais e em territórios indígenas situadas nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba, onde essa produção é mais significativa, valorizando o importante papel de rendeiros e rendeiras na preservação desse saber fazer”, ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><b>Conheça as etapas para o Registro de Patrimônios Culturais Imateriais do Estado de Pernambuco:</b></p>
<p><b>1. Requerente</b></p>
<p>Apresenta solicitação à Secretaria de Cultura acompanhado da documentação técnica exigida pela lei.</p>
<p><b>2. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Tem o prazo de 30 dias para manifestação após o requerimento deferindo ou indeferindo a abertura do Processo de Registro.</p>
<p><b>3. Requerente</b></p>
<p>Em caso de não deferimento, cabe recurso ao CEPPC até dez dias.</p>
<p><b>4. Fundarpe</b></p>
<p>Em caso de deferimento, inicia o processo administrativo de registro, elaborando o Termo de Referência para a execução do inventário. Executa o inventário e elabora Parecer Técnico final.</p>
<p><b>5. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Recebe da Fundarpe o Parecer Técnico final após a conclusão do inventário; designa um conselheiro relator do processo antes da reunião para deliberação do registro.</p>
<p><b>6.Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Comunicação à comunidade de detentores do bem cultural sobre a reunião ordinária do CEPPC, na qual se deliberará a candidatura ao registro.</p>
<p><b>7. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Elabora a resolução contendo a decisão do colegiado sobre o registro do bem cultural, se deferido ou não, e a encaminha à Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p><b>8. Secretaria de Cultura</b></p>
<p>Encaminha a resolução do CEPPC ao conhecimento da Governadora do Estado para publicações da decisão mediante decreto próprio.</p>
<p><b>9. Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</b></p>
<p>Após publicação do referido decreto inscreve o bem cultural registrado no respectivo livro de registro, que ficará de posse e guarda do CEPPC.</p>
<p><b>10. Fundarpe</b></p>
<p>Inicia as articulações para a elaboração do Plano de Salvaguarda do bem cultural registrado.</p>
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		<item>
		<title>Fundarpe inicia produção do Inventário Cultural da Renda Renascença do Agreste Pernambucano</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 14:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), deu início esta semana à pesquisa para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença no Agreste Pernambucano, que servirá como base à instrução do Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116087" aria-labelledby="figcaption_attachment_116087" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/renda.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116087" alt="A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/renda-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco</p></div>
<p>O Governo do Estado e Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), deu início esta semana à pesquisa para a produção do Inventário de Referências Culturais da Renda Renascença no Agreste Pernambucano, que servirá como base à instrução do <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-defere-a-abertura-do-registro-das-bandas-de-pifano-e-renda-renascenca-como-patrimonio-cultural-imaterial/" target="_blank">Processo de Registro da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</a></p>
<p>A pesquisa, iniciada em novembro de 2024, vem sendo realizada pela Assum Preto Produções Culturais e Consultoria, <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio-cultural-3/fundarpe-recebe-propostas-de-prestacao-de-servico-para-inventario-da-renda-renascenca/" target="_blank">vencedora de um processo licitatório</a>, e conta com o investimento da Fundarpe no valor de R$ 289.900,00  e acompanhamento da Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>“A realização do inventário da Renda Renascença permitirá conhecermos e registrarmos documentalmente os sistemas de produção e comercialização deste bem no núcleo das cidades, em zonas rurais e em territórios indígenas situadas nos municípios de Poção, Pesqueira e Jataúba, onde essa produção é mais significativa, valorizando o importante papel de rendeiros e rendeiras na preservação desse saber fazer.” destaca  Renata Borba, presidente da Fundarpe.</p>
<p>A instrução do processo de registro da Renda Renascença teve início em 2021 e contou com etapas de análise da documentação inicial, de aplicação de metodologias participativas de mapeamento, catalogação de fontes sobre a temática, visitas técnicas e articulação com outros órgãos como a ADEPE e Sebrae, para o estudo de melhorias das potencialidades da cadeia produtiva da Renda Renascença no Estado.</p>
<div id="attachment_116090" aria-labelledby="figcaption_attachment_116090" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendeirapesquisa.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116090" alt="A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendeirapesquisa-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco</p></div>
<p>“Trata-se de uma pesquisa multidisciplinar e conta com a participação de antropólogos, historiadores, economistas, etc. e resultará em um importante dossiê que ficará disponível à população, além de servir ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural – CEPPC, na análise da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco” ressalta Marcelo Renan, Gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p>Nessa primeira fase da visita de campo, a equipe responsável pela pesquisa já passou por Poção e Pesqueira, entre os dias 2 e 4 de fevereiro, e seguirá no campo terminando a visita no município de Jataúba. A segunda fase da visita está prevista para acontecer em março.</p>
<p>A pesquisa tem previsão de conclusão em junho de 2025, devendo ser posteriormente enviada ao CEPPC para análise e deliberação da candidatura da Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_116088" aria-labelledby="figcaption_attachment_116088" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendas.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116088" alt="A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendas-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco</p></div>
<div id="attachment_116089" aria-labelledby="figcaption_attachment_116089" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendeira.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116089" alt="A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/rendeira-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A renda renascença é uma tradição quase centenária em Pernambuco</p></div>
<div id="attachment_116086" aria-labelledby="figcaption_attachment_116086" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/equipepesquisarenda.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116086" alt="Equipe da  Assum Preto Produções Culturais e Consultoria" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/equipepesquisarenda-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe da Assum Preto Produções Culturais e Consultoria</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Casa da Cultura oferece programação diversa até o fim de dezembro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-oferece-programacao-diversa-ate-o-fim-de-dezembro/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 18:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espetáculo de dança, cantata natalina, oficinas de renda renascença e xilogravura, desfile, apresentações musicais, feirinha orgânica e aulas gratuitas de Lian Gong. A programação de dezembro da Casa da Cultura está mais que especial, com atividades para todos os gostos e toda as idades. Neste mês de celebrações e confraternizações, as ações deste equipamento gerido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/casadacultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-113257" alt="casadacultura" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/casadacultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Espetáculo de dança, cantata natalina, oficinas de renda renascença e xilogravura, desfile, apresentações musicais, feirinha orgânica e aulas gratuitas de Lian Gong. A programação de dezembro da Casa da Cultura está mais que especial, com atividades para todos os gostos e toda as idades. Neste mês de celebrações e confraternizações, as ações deste equipamento gerido pelo Governo do Estado através da Fundarpe oferecem opções das mais diversas e acessíveis. Para a gestora do espaço, Lila Schneider, poder oportunizar à comunidade atividades culturais e educativas gratuitas fazem parte do DNA da Casa da Cultura.</p>
<p>&#8220;Nossa vocação, além da comercialização de artesanato, é difundir arte e cultura, é fomentar a criatividade e dar oportunidade para crianças, jovens e adultos aprenderem novas habilidades, seja numa oficina de renda Renascença, uma técnica artesanal que temos que tomar cuidado para não desaparecer, seja nas aulas de xilogravura, ou no despertar do interesse pela música através de aulas espetáculo e nas apresentações de coral e dança&#8221;, ressalta a gestora.</p>
<p>&#8220;Neste mês também  vamos ter a Mesa posta natalina a Mostra Moda para celebrar 2025, com os artigos expostos no meios dos raios para facilitar a visualização do que as lojas oferecem. E há três estamos tendo aulas de frevo toda quinta-feira, às 15h30, com a Cia Trapiá, e esse projeto vai continuar se estendendo a outros estilos de dança, para apreciar e aprender a dançar. Portanto convido a todos para que venham, aproveitem a oportunidade, frequentem a Casa da Cultura, ela é nossa!&#8221;</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>Feira Orgânica </strong><br />
Toda sexta-feira, das 7h às 12h</p>
<p><strong>Aulas de Lian Gong</strong><br />
Toda sexta-feira, das 8h15 às 9h<br />
Facilitador: Carlos Alberto Gomes</p>
<p><strong>Quinta do Frevo, com a Cia de Dança Trapiá</strong><br />
12 e 19/12, 15h30</p>
<p><strong>Cantata Natalina, com o Coral Cemcape</strong><br />
13 e 20/12, 15h</p>
<p><strong>Temporada de Cruzeiros</strong><br />
15/12 &#8211; Ciranda Flores de Amunam, às 10h<br />
26/12 – Trio 100% Mulher, às 10h; e Gylka Brechó, às 11h30</p>
<p><strong>Oficina de Xilogravura</strong><br />
27/12, 14h às 17h<br />
Facilitador: Severino Borges<br />
Investimento: R$ 250,00<br />
Inscrição: pelo fone 81.98101-6787 (Severino Borges) e pelo Instagram @atelierseverinoborges</p>
<p><strong>Mostra Mesa Posta Natalina</strong><br />
16 a 23/12<br />
9h às 17h (segunda a sábado) e 9h às 14h (domingo)<br />
Em parceria com os lojistas na ação</p>
<p><strong>Mostra Moda para celebrar 2025</strong><br />
16 a 23/12<br />
9h às 17h (segunda a sábado) e 9h às 14h (domingo)<br />
Em parceria com os lojistas inscritos na ação</p>
<p><strong>Oficina de Renda Renascença: A Continuidade dos Saberes</strong><br />
17/12, 14h às 17h<br />
Facilitadora: Eli Cordeiro<br />
Atividade gratuita</p>
<p><strong>Oficina (Des) construindo o meu som</strong><br />
18/12, 15h às 17h<br />
Facilitador: Arthur Fernandes<br />
Atividade gratuita</p>
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		<item>
		<title>Estado recebe propostas de prestação de serviço para inventário da Renda Renascença</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/estado-recebe-propostas-de-prestacao-de-servico-para-inventario-da-renda-renascenca/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/estado-recebe-propostas-de-prestacao-de-servico-para-inventario-da-renda-renascenca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 16:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, por intermédio da sua Secretaria Estadual de Administração (SAD-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), torna público o edital de contratação de prestação de serviço especializado para elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais da Renda Renascença com valor máximo estimado em R$ 184.982. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107405" aria-labelledby="figcaption_attachment_107405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/9525516514_23f19c19d3_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107405" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/9525516514_23f19c19d3_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Renda Renascença</p></div>
<p>O Governo do Estado, por intermédio da sua Secretaria Estadual de Administração (SAD-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), torna público o edital de contratação de prestação de serviço especializado para elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais da Renda Renascença com valor máximo estimado em R$ 184.982.</p>
<p>O edital tem por objetivo atender às demandas da Fundarpe no intuito de produzir um material de pesquisa sobre a Renda Renascença na Região Agreste.</p>
<p>Os inventários são ferramentas utilizadas para a identificação de diversas manifestações culturais e bens de interesse de preservação, de natureza imaterial e material. O levantamento de informações possibilita a valorização e salvaguarda, o conhecimento de potencialidades e a construção de ações para uma educação voltada ao patrimônio.</p>
<p>O edital completo e as condições de participação estão disponíveis no site <strong><a title="PE Integrado" href="https://www.peintegrado.pe.gov.br/" target="_blank">PE Integrado</a></strong>.</p>
<p>A entrega das propostas pode ser feita até 15 de janeiro de 2024, às 9h30. Já o início de disputa está marcado para começar, no mesmo dia, às 10h (horário de Brasília).</p>
<p>Para a abertura da licitação recomenda-se que todos os documentos necessários estejam digitalizados. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: (81) 3183-7979/3183-7730 (tratar com Elvira Mariah Ramos Silva, pregoeira XXXIV/AC 34).</p>
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		<title>Secult-PE defere a abertura do Registro das Bandas de Pífano e Renda Renascença como Patrimônio Cultural Imaterial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-defere-a-abertura-do-registro-das-bandas-de-pifano-e-renda-renascenca-como-patrimonio-cultural-imaterial/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2021 12:32:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bandas de Pífano]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Estadual Nº 16.426/2018]]></category>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) finalizou, neste mês de fevereiro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura dos Processos de Registro de dois bens como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco: as Bandas de Pífano e a Renda Renascença. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81810" aria-labelledby="figcaption_attachment_81810" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14732411991_e26d33ad79_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-81810" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14732411991_e26d33ad79_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em Pernambuco, existem mais de 80 Bandas de Pífano espalhadas em várias regiões do estado</p></div>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) finalizou, neste mês de fevereiro, a análise técnica preliminar que fundamentou a decisão da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) pelo deferimento e abertura dos Processos de Registro de dois bens como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco: as Bandas de Pífano e a Renda Renascença.</p>
<p>Os pedidos de Registros foram feitos em 2019, por José Amaro Filho (representante de uma comissão de Bandas de Pífano), e por Lindenberg Nóbrega (representante da Prefeitura de Poção). A deliberação final pelo Registro ficará a cargo do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), após a conclusão das pesquisas para elaboração do inventário e do parecer técnico a ser encaminhado pela Fundarpe.</p>
<div id="attachment_35116" aria-labelledby="figcaption_attachment_35116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Franco/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-35116" alt="Andrea Franco/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Catalogo-Renascença-Foto-Andrea-Franco-divulgacao-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A Renda Renascença é uma prática cultural bastante forte nos municípios de Poção e Pesqueira, no Agreste de Pernambuco</p></div>
<p><em>“Este reconhecimento das bandas de pífanos e da renda renascença, duas das maiores expressões culturais pernambucanas, faz parte da política do Governo do Estado de Pernambuco, regulamentada por Lei, em 2018, com o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, uma legislação bastante parecida com a estabelecida por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), a nível federal”,</em> reforça Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p><em>“Uma vez iniciado o processo, o pedido aprovado retorna à Fundarpe para estudos e pesquisas mais aprofundadas sobre os dois bens, respeitando as necessidades específicas de cada um, tendo como princípios a participação da comunidade de detentores e o delineamento de estratégias que visem a salvaguarda desses bens culturais”,</em> detalha Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Pela complexidade desses estudos e do necessário envolvimento de diferentes segmentos da sociedade neste processo, a previsão é que cada pesquisa leve um tempo médio de um a dois anos para ser concluída. Finalizados os estudos, o dossiê técnico e parecer conclusivo serão encaminhados ao CEPPC para deliberação e, em caso positivo, inscrição do bem nos Livros de Registros dos Bens Imateriais de Pernambuco.</p>
<p><strong>REGISTRO E SALVAGUARDA NO ESTADO -</strong> Em setembro de 2018, o Governo de Pernambuco sancionou a Lei Nº 16.426/2018, que institui o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, com o objetivo de proteger e preservar o seu patrimônio cultural de natureza imaterial. A legislação é bastante parecida com a estabelecida por meio do Iphan, a nível federal.</p>
<div id="attachment_81811" aria-labelledby="figcaption_attachment_81811" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81811" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/14735527515_0f14632793_k-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Na foto, a Banda de Pífanos Raça Negra Boavistana do Ponto de Cultura Nação Caripó, um dos grupos atuantes em Pernambuco</p></div>
<p>De acordo com a Lei, Patrimônio Cultural Imaterial são as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas &#8211; junto aos instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados &#8211; que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural, transmitido de geração em geração.</p>
<p>A legislação estadual também incorporou aos seus Livros de Registro todos os bens culturais já registrados pela União e situados no seu território. Assim, Pernambuco conta com 11 bens registrados: Ofício das Baianas de Acarajé; Feira de Caruaru; Frevo; Roda de Capoeira; Ofício do Mestre de Capoeira; Maracatu de Baque Solto; Maracatu Nação; Cavalo Marinho; Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) – Mamulengos; Caboclinhos; Literatura de Cordel. Além disso, vale destacar que o Frevo e a Roda de Capoeira são considerados Patrimônios Culturais Imateriais da Humanidade, segundo a Unesco.</p>
<div id="attachment_43864" aria-labelledby="figcaption_attachment_43864" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias.jpg"><img class="size-medium wp-image-43864" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Elias, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das principais referências no estado quando o assunto é Renda Renascença</p></div>
<p>Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio Imaterial da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural, explica que um exemplo recente da política de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial em Pernambuco é o processo de Registro da Benção de São Félix, aberto em 2019. <em>“Estamos em diálogo com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), que já demonstrou, por meio de seus pesquisadores, interesse em participar deste processo de pesquisa e estudo a respeito do bem”,</em> explica o gestor. A solicitação foi apresentada formalmente pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, ainda em 2019.</p>
<p>Com isso, a Bênção de São Félix, que leva milhares de fiéis todos os anos à Basílica da Penha, no Centro do Recife, poderá ser a primeira manifestação cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, segundo a Lei Nº 16.426/2018.</p>
<p>Ainda segundo Marcelo Renan, há outras 15 solicitações de Registro de bens culturais imateriais de diferentes regiões de Pernambuco, em fase de estudo para Instrução Técnica, para embasamento da decisão do secretário Estadual de Cultura pela abertura destes novos processos. <em>“A expectativa é que, ao longo de 2021, outros processos sejam iniciados”,</em> pontua.</p>
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		<title>Protagonismo feminino na produção têxtil de Pernambuco é tema de site</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/protagonismo-feminino-na-producao-textil-de-pernambuco-e-tema-de-site/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 21:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tapeçaria]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59509" aria-labelledby="figcaption_attachment_59509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4.jpg"><img class="size-large wp-image-59509" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Laís-Domingues_-Divulgação-4-800x531.jpg" width="800" height="531" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do projeto Mulheres que Tecem Pernambuco na casa de Maria Janira, em Lagoa do Carro</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Com a proposta de revelar o protagonismo feminino nos bastidores da produção têxtil do Estado, o projeto “Mulheres que Tecem Pernambuco” será lançado em forma de site neste sábado (14), às 14h, no Centro do Artesanato de Pernambuco, situado no Marco Zero (Recife). Idealizada pela arquiteta Clara Nogueira, a inciativa, que tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, conta as narrativas de 18 mulheres artesãs de três cidades do interior do Estado, sendo elas Lagoa do Carro, conhecida pela sua tapeçaria; Poção, famosa pela renda renascença; e Tacaratu, que se destaca pela sua tecelagem.</p>
<p>“<em>Todo mundo foca no artesanato enquanto produto e eu quis focar na prática cultural e evidenciar justamente a mulher, porque esse artesanato não existiria se não fosse pela mão delas, pelo contexto de vida, pela realidade. São mulheres que constroem cidades através dessa prática, porque elas dão títulos às cidades, que são chamadas como a ‘terra do tapete’, o ‘berço da renascença’ e a ‘capital da rede de dormir’. Eu queria entender o processo, quem são elas, como se dá esse trabalho, se elas fazem como trabalho</em>”, explica Clara Nogueira, que é também a coordenadora geral do projeto e foi responsável por transcrever e editar todas as entrevistas realizadas em 2017.</p>
<div id="attachment_59510" aria-labelledby="figcaption_attachment_59510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu.jpg"><img class="size-large wp-image-59510" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Rudivânia-Sítio-Olho-DÁgua-do-Bruno-Tacaratu-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Rudivânia com o tear manual em Sítio Olho D&#8217;Água do Bruno, em Tacaratu</p></div>
<p>Com introdução feita pela pesquisadora Luiza Maretto e imagens feitas pela fotógrafa Laís Domingues, que acompanharam Clara nas viagens e durante as entrevistas, o material sobre a vida das artesãs manteve o uso da primeira pessoa. “<em>É para o espectador ter o privilégio de ler elas</em>”, esclarece Clara, que não pode usar o nome e fotos de algumas das entrevistadas, que preferiram o anonimato para evitar conflitos dentro do seu contexto político.</p>
<p>“<em>Cada cidade tem suas particularidades e suas divisões. O que achei mais gritante é que todas são mulheres. Elas que são responsáveis pelo fazer, pelo resistir e por passar o conhecimento para outras mulheres. A questão de gênero está muito ligada à prática têxtil e esse é um dos meus votos nessa pesquisa e nos trabalhos de vida mesmo. Algumas desistiram, porque cada cidade tem um contexto de valorização e desvalorização do trabalho. Em Lagoa do Carro, estão um pouco mais organizadas do que nas outras, porque elas têm uma associação. Nas demais elas estão sozinhas e estão na base do capitalismo ferrenho. Quem monopoliza o mercado em Poção, por exemplo, são as fábricas com os atravessadores, e em Itacaratu, são as fábricas com o tear elétrico operado pelos homens, que produzem muitas redes, enquanto as mulheres comandam o tear manual. É uma divisão bem sexista, mas elas estão lá disputando e amam o que fazem, a grande maioria</em>”, observa Clara, que também nutre uma paixão pelo bordado e pelo crochê, através do seu trabalho com o projeto “Linhas de Fuga”.</p>
<div id="attachment_59511" aria-labelledby="figcaption_attachment_59511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg"><img class="size-full wp-image-59511" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/1523568969515714129af7cdf2ff41d53512f0bbf6.jpg" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Carla e Alexandra fazem renda Renascença em Poção</p></div>
<p>O site ainda contará com textos sobre as cidades e os tipos explorados de artesanato, para que o leitor possa compreender a complexidade e as sutilezas que envolvem cada produção. O formato para a internet foi escolhido para que o maior número de pessoas possa ter acesso ao material e conhecer o trabalho praticado pelas mulheres nas cidades estudadas. “<em>Essa prática está diminuindo em alguns lugares porque não há tanto interesse das mais novas fazerem esse trabalho, tem um contexto bem amplo por trás disso. Que isso seja só o começo de um entendimento de uma cadeia de produção e da legitimação do trabalho</em>”, torce Clara.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>Lançamento do site “Mulheres que Tecem Pernambuco”</i><br />
Quando: Neste sábado (14), às 14h<br />
Onde: Centro do Artesanato de Pernambuco (Marco Zero)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Renda Renascença ganha site com incentivo do Funcultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/renda-renascenca-ganha-site-com-incentivo-do-funcultura/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 19:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Renascença]]></category>
		<category><![CDATA[website Vernacular Renascença]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho Com o propósito de detalhar métodos e curiosidades envolvendo a delicada arte da Renda Renascença, está no ar o site Vernacular Renascença. Resultado de uma pesquisa incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o trabalho foi desenvolvido com base nas peças do mestre João Elias Espíndola, Patrimônio Vivo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46357" aria-labelledby="figcaption_attachment_46357" class="wp-caption img-width-539 alignnone" style="width: 539px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lenice Queiroga/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renda-Renascenca-Lenice-Queiroga.jpg"><img class=" wp-image-46357" alt="Foto: Lenice Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renda-Renascenca-Lenice-Queiroga.jpg" width="539" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe da confecção produzida pelo mestre João Elias Espíndola, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Com o propósito de detalhar métodos e curiosidades envolvendo a delicada arte da Renda Renascença, está no ar o site <strong><a title="Vernacular Renascença" href="http://www.vernacularrenascenca.com" target="_blank">Vernacular Renascença</a>. </strong>Resultado de uma pesquisa incentivada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, o trabalho foi desenvolvido com base nas peças do mestre João Elias Espíndola, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e de integrantes de associações compostas por homens e mulheres rendeiras. A</span><span style="text-align: justify;"> autoria é da pesquisadora Lenice Queiroga, que mergulhou no universo das produções do Agreste do estado.</span></p>
<div id="attachment_46358" aria-labelledby="figcaption_attachment_46358" class="wp-caption img-width-539 alignnone" style="width: 539px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Lenice Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renda-Renascenca-Lenice-Queiroga-02.jpg"><img class="size-full wp-image-46358" alt="Foto: Lenice Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Renda-Renascenca-Lenice-Queiroga-02.jpg" width="539" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Confecção de Lucy Cordeiro integra acervo do site</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após lançar o livro ‘Lagarta Richelieu’, inspirado em pontos da renda originados nas cidades de Pesqueira e Poção, nas quais a pesquisadora precisou residir durante o ano de 2012, Lenice uniu a experiência de artista multimídia-experimental com suas metodologias de pesquisa, atribuindo ao site, lançado em agosto de 2016, a identificação necessária às características particulares de cada confecção demonstrada pelas rendeiras Jaciene Cândido e Lucy Cordeiro.  Trabalhos da Associação Cáritas Paroquial do Cruzeiro e Associação de Agricultores da Nascente Rio Capibaribe também foram visitados. <em>“O site é um recorte do amplo universo que representa a Renda Renascença em Pernambuco. A partir dele, o público interessado sobre o tema poderá conferir as diferenças existentes no processo de confecção manual de cada rendeiro em foco”</em>, explicou Lenice.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A ideia é que com o passar dos meses, o site esteja servindo como um portal direcionado a quem se interessa por renda, reunindo e gerando notícias, além de conteúdos imagéticos, como fotografias e vídeos interessantes. Já possuo uma lista de nomes de rendeiros que ainda não são tão conhecidos, não apenas em Pernambuco, como também na Paraíba. A construção do conteúdo iniciado no projeto de pesquisa é contínua e servirá como fonte de referência para quem quer se aprofundar nesta temática”</em>, avalia a pesquisadora.</p>
<p>Saiba mais sobre o projeto <strong><a href="http://www.vernacularrenascenca.com" target="_blank">AQUI </a></strong></p>
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