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	<title>Portal Cultura PE &#187; rendeiras de Jenipapo</title>
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		<title>Rendeiras debatem sua atividade em Jenipapo</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2012 12:08:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5555" aria-labelledby="figcaption_attachment_5555" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7812275546_4f94101f3f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5555" alt="A facilitadora Lucyanna Azevedo conversou com o grupo de rendeiras (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7812275546_4f94101f3f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A facilitadora Lucyanna Azevedo conversou com o grupo de rendeiras (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Cerca de 60 rendeiras, todas da comunidade de Jenipapo, se reuniram ontem às 15h, sob uma chuva insistente, com um único objetivo: dialogar sobre a renascença produzida por elas.</p>
<p>Conduzidas de forma sensível e competente pela designer e estudiosa da área de design e cultura, Lucyanna Azevedo, o populoso grupo explicitou suas angústias e pode refletir a respeito da sua importância e papel dentro da cultura pernambucana.</p>
<p>“Se eu tivesse outra atividade que me pagasse melhor, eu deixava de fazer renda”, disse uma das mulheres. A frase, forte porque implica no possível abandono de uma técnica secular, também deixou claro que é preciso que as rendeiras saibam de sua importância, sejam bem remuneradas e juntem forças e energia em torno da busca de uma cadeia produtiva mais justa. Disso depende a sobrevivência da renascença.</p>
<p>A necessidade de se apropriarem do riscado, por exemplo, foi um ponto interessante do encontro. O riscado é a base, o projeto da renascença. As mulheres tecem as rendas seguindo fielmente os desenhos, que são vendidos por terceiros. Com fotografias de grades e janelas da própria comunidade, a facilitadora convida as mulheres ao exercício da criatividade. Juntos, transformam grades em projetos de renascença.</p>
<p>O encontro, que foi um dos momentos mais produtivos do FPNC do Agreste Central, foi apenas uma semente de um urgente processo de organização do grupo de rendeiras de Jenipapo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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