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	<title>Portal Cultura PE &#187; repente</title>
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		<title>Mulheres de Repente lançam oficina de glosa na Festa de Louro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107462" aria-labelledby="figcaption_attachment_107462" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107462" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres de Repente durante evento em Brasília, em 2023: poesia matuta das artistas já visitou diversos Estados brasileiros</p></div>
<p>Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o mundo o incrível talento da poesias em glosa.<br />
Junto com a multiartista Luna Vitrolira, poetisa que faz a mediação das apresentações, as Mulheres de Repente lançam em São José do Egito (PE) a primeira etapa do projeto Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita, que tem o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dentro da programação da Festa de Louro 2024. A produtora executiva Taciana Enes completa o time de supermulheres na poesia.<br />
Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita é composto de oficinas e apresentações gratuitas (culminância) e visita as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano.<br />
Para a primeira etapa, no município de São José do Egito (PE), as oficinas gratuitas têm duração de três dias, sendo realizadas pela manhã e à tarde, desta terça-feira (3) até sexta-feira (5), das 8h às 12h. São abordados: a origem da glosa e da mesa de glosas e oralidade e identidade pajeúnica; produção literária de mulheres no improviso e na declamação e performance; métrica, rima e oração e estratégias e técnicas de criação do improviso. As aulas são ministradas no Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá (Rua Governador Walfredo Siqueira, Centro, São José do Egito).<br />
Também é criada a <em>Cartilha da Glosa</em>, nos formatos impresso e e-book, sendo a culminância do projeto a realização da Mesa de Glosas, na sexta-feira (5), a partir das 15h, com disponibilidade de intérprete de libras junto ao grupo para fomentar a acessibilidade e inclusão.<br />
As inscrições para a etapa de São José do Egito podem ser feitas por meio do <a title="Oficina de Glosas - Nuances da Oralidade e da Escrita" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKHjUx7RXXoJT8CuNYBDxcnKEHkcqpNB-xeeu9mvwrpfOJUA/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a>. Serão selecionadas 15 alunas.<br />
“A formação de mulheres na glosa representa um forte e estratégico movimento como uma forma de fortalecer o cenário da poesia de repente feita por mulheres fomentando a cultura do improviso da poesia popular”, destacam as organizadoras.<br />
“Nesta oficina as poetas glosadoras da nova geração, junto com a coordenadora de Mesa de Glosas, Luna Vitrolira, pesquisadora da modalidade e mestra em teoria da literatura, estão juntas incentivando o surgimento de novas vozes femininas no improviso, que darão continuidade a essa tradição”, destaca Taciana Enes, produtora executiva.</p>
<p><strong>A GLOSA -</strong> Dentre as centenas de atividades oficiais e paralelas da Festa de Louro, tradicional evento no calendário das artes em Pernambuco, a Mesa de Glosas é uma das mais prestigiadas. A modalidade de poesia de improviso, criada no Pajeú pernambucano, apresenta esquema rígido de funcionamento a partir de métrica em que os poemas são improvisados em décimas com motes elaborados pelo mediador da mesa e revelados apenas na hora da glosa para as poetas.<br />
“Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”, explica Luna Vitrolira.<br />
Para a Festa de Louro 2024 as poetisas pretendem abordar temáticas relacionadas à contemporaneidade, como educação e igualdade, sem abrir mão de assuntos mais poéticos que exaltem a resistência e importância da arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mote dado por Dayane Rocha: <em>As Mulheres de Repente têm a força do Sertão</em> (glosa: Erivoneide Amaral):</strong></span></p>
<p><em>Nasceu pra Mesa de Glosa</em><br />
<em>A primeira poetisa</em><br />
<em>Elenilda, que é precisa</em><br />
<em>Foi nossa primeira rosa.</em></p>
<p><em>Tem Dayane corajosa</em><br />
<em>Francisca que é explosão</em><br />
<em>Milene é só emoção.</em></p>
<p><em>Thaynnara completa a gente</em><br />
<em>As Mulheres de Repente</em><br />
<em>Têm a força do Sertão.</em></p>
<p><strong>UM 2023 ARRETADO -</strong> As artistas iniciam 2024 ainda em êxtase pelo sucesso do grupo em 2023, com direito a apresentações em São Paulo, na Festa Literária de Paraty (RJ), apresentações em eventos federais em Brasília (DF) e matérias na mídia importantes, com destaque para uma reportagem gravada pela TV Cultura para o programa <em>Metrópolis</em>.<br />
O grupo possui uma série de conteúdos disponível no Instagram <a title="mulheres_de_repente" href="https://www.instagram.com/mulheres_de_repente/" target="_blank">@mulheres_de_repente</a> e um pouco do resumo dos projetos nos últimos anos está disponível nos links <a title="Flup 22 - Mesa de Glosas do Sertão do Pajeú" href="https://www.youtube.com/watch?v=uhJEABdpdNg" target="_blank">Mesa de Glosa na Flup 2022</a> e <a title="Reportagem Mulheres de Repente - Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV CULTURA" href="https://www.youtube.com/watch?v=Si4vTb4TXB8" target="_blank">Mulheres de Repente: Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV Cultura</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Antônio Lisboa comanda oficina gratuita de repente e cordel na Casa do Carnaval</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/antonio-lisboa-comanda-oficina-gratuita-de-repente-e-cordel-na-casa-do-carnaval/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 18:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;A arte de fazer repente e cordel&#8221;, que o poeta repentista Antonio Lisboa comandará gratuitamente entre os dias 5 de abril e 26 de junho de 2022, na Casa do Carnaval, localizada no Pátio de São Pedro, centro do Recife. Para participar da atividade, que conta com incentivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Poeta-Rpentista-Antonio-Lisboa-Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91659" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Poeta-Rpentista-Antonio-Lisboa-Divulgação-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;A arte de fazer repente e cordel&#8221;, que o poeta repentista Antonio Lisboa comandará gratuitamente entre os dias 5 de abril e 26 de junho de 2022, na Casa do Carnaval, localizada no Pátio de São Pedro, centro do Recife. Para participar da atividade, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, os interessados deverão se inscrever até o começo de abril pelo Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680</strong></a>).</p>
<p>O objetivo do curso é que os alunos mergulhem dentro do universo da poesia nordestina, para emergir mais brasileiros, mais inspirados e mais preparados para criar versos de improviso ou escritos. Antônio Lisboa vai despertar e orientar essas faculdades nos alunos utilizando como veículo pedagógico, o traço forte da oralidade da cultura popular brasileira e a elaboração textual da literatura de cordel, dos poemas e canções de viola nordestinas.</p>
<p><em>&#8220;A oficina vai atuar como veículo condutor dessas expressões culturais nordestinas, oferecendo aos participantes, por meio de histórias, improvisos e interação com o grupo como escrever e recitar diversas formas fixas de poesia. Serão apresentadas formas que pertencem tanto ao universo do improviso como estruturações escritas de estrofes que pertencem aos poemas, aos cordéis e as canções. A intenção é que os participantes sintam também que são capazes de fazer os seus próprios versos improvisados ou não. Além disso, queremos quebrar de vez o paradigma de que a criação literária em versos é exclusiva para poucas pessoas&#8221;</em>, conta Lisboa sobre a proposta da atividade.</p>
<p>Para mais informações: lisboarepentista@gmail.com | (81) 99760-9444 | 99249-5745 (WhatsApp).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“A arte de fazer repente e cordel”, com Antônio Lisboa<br />
De 5 de abril a 26 de junho | 24 aulas de 2h30, totalizando 60 horas/aula<br />
Local: Casa do Carnaval | Pátio de São Pedro | R. São Pedro, 52 &#8211; São José, Recife &#8211; PE<br />
Inscrições gratuitas: <a href="https://www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/a-arte-de-fazer-repente-e-cordel__1489680</strong></a><br />
Para mais informações: lisboarepentista@gmail.com | (81) 99760-9444 | 99249-5745 (WhatsApp)</p>
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		<title>Repente &#8211; Patrimônio Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 13:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pedido de registro do Repente como Patrimônio Imaterial do Brasil foi formalizado em 2013 pela Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno. Desde então, o Iphan, autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo, iniciou o processo de registro, que culminou no dossiê de registro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O pedido de registro do Repente como Patrimônio Imaterial do Brasil foi formalizado em 2013 pela Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno. Desde então, o Iphan, autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo, iniciou o processo de registro, que culminou no dossiê de registro, produzido em parceria com o Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UNB).</p>
<p>O dossiê elaborado também documenta mais de 50 modalidades de repente, dentre as quais estão os versos heptassílabos, cuja acentuação tônica obrigatória está na sétima sílaba, e decassílabos, em que o acento obrigatório está na terceira, sexta e décima sílabas de cada verso.</p>
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		<title>Repente é registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 22:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o reconhecimento do Conselho Consultivo do Iphan, o Repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, e soma-see a outros 12 bens imateriais de Pernambuco registrados: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o reconhecimento do Conselho Consultivo do Iphan, o Repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, e soma-see a outros 12 bens imateriais de Pernambuco registrados: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengos, Caboclinho, Literatura de Cordel e Ciranda do Nordeste. Confira a matéria da TV Pernambuco e fique por dentro do novo título que a cultura pernambucana conquistou.</p>
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		<title>Repente é registrado pelo Iphan como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 17:51:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das referências da identidade nordestina, o Repente foi reconhecido, nesta quinta-feira (11), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil durante a 98ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Durante a reunião, os 22 conselheiros aprovaram por unanimidade o registro da manifestação cultural. Também conhecida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40993" aria-labelledby="figcaption_attachment_40993" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha3.jpg"><img class="size-medium wp-image-40993" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em Pernambuco, uma das representantes do Repente é Mocinha de Passira, que tem o título de Patrimônio Vivo do Estado</p></div>
<p>Uma das referências da identidade nordestina, o Repente foi reconhecido, nesta quinta-feira (11), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil durante a 98ª reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Durante a reunião, os 22 conselheiros aprovaram por unanimidade o registro da manifestação cultural.</p>
<p>Também conhecida como Cantoria, a manifestação reúne verso, rima e oração, consideradas como os fundamentos do Repente. Os cantadores e cantadoras distribuem-se nas capitais e no interior dos Estados do Nordeste e, também, nas regiões para onde houve migrações da população nordestina.</p>
<p>Com o reconhecimento do Conselho Consultivo do Iphan, o Repente foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão, e se soma a outros 12 bens imateriais de Pernambuco registrados: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengos, Caboclinho, Literatura de Cordel e Ciranda do Nordeste.</p>
<p>“Em Pernambuco, temos como uma das representantes do Repente nossa Patrimônio Vivo Mocinha de Passira. Vale destacar também que, em dezembro deste ano, o Conselho Consultivo do Iphan avaliará o pedido de registro das Matrizes do Forró, o que significa que Pernambuco pode encerrar o ano com 14 bens registrados, mostrando a força da cultura do nosso Estado”, ressaltou Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>“A poesia, o canto, a musicalidade, a profissão dos cantadores compõem o Repente, agora salvaguardados pelo Iphan, que terá o apoio da Secult-PE e Fundarpe na preservação deste bem cultural”, destacou Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dNtELiVcWdA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>REGISTRO -</strong> O pedido de registro do Repente foi formalizado no ano de 2013 pela Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno. Desde então, o Iphan, autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo, iniciou o processo de registro, que culminou no dossiê de registro, produzido em parceria com o Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UNB).</p>
<p>“Repente é poesia. Cantada e improvisada. Em linhas gerais, é um diálogo poético em que dois repentistas se alternam cantando estrofes criadas naquele instante ao passo em que se acompanham com toques de violas”, destaca o dossiê de registro do bem, que listou mais de 200 contatos entre repentistas, associações e apologistas, público com grande familiaridade junto ao Repente.</p>
<p>O dossiê elaborado também documenta mais de 50 modalidades de repente, dentre as quais estão os versos heptassílabos, cuja acentuação tônica obrigatória está na sétima sílaba, e decassílabos, em que o acento obrigatório está na terceira, sexta e décima sílabas de cada verso.</p>
<p>“É motivo de grande alegria ter as rimas e os versos do Repente adentrando o rol do Patrimônio Cultural do Brasil, tanto por sua importância histórica quanto pela beleza da poesia e da música da manifestação”, comemorou a presidente do Iphan, Larissa Peixoto, que também preside o Conselho Consultivo.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> Há registros da prática do Repente desde meados do século XIX nos Estados de Pernambuco e Paraíba, conforme fontes históricas. As ocorrências mais antigas têm origem na Serra do Teixeira, na Paraíba. No início do século passado, a manifestação teve importante papel na difusão do rádio na região. Até então, a maior parte dos repentistas tinha origem rural, vivendo no interior e cantando para plateias camponesas.</p>
<p>Uma realidade que se transformou na década de 1950, com os cantadores se fixando nas cidades à procura de ferramentas que auxiliassem a atuação do repentista, especialmente o rádio e o correio. Aos programas radiofônicos, no decorrer das décadas de 1980 e 1990, se somaram a gravação de discos e a realização de festivais – mantendo a origem rural dos poetas. Mais recentemente, a internet se tornou mais uma ferramenta para a divulgação de cantorias e festivais.</p>
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		<title>Raulino Silva e Damião da Silva apresenta-se na Casa da Cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/raulino-silva-e-damiao-da-silva-apresenta-se-na-casa-da-cultura/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 13:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto Cantoria Pé de Parede, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, recebe nesta quinta-feira (6), na Casa da Cultura, os repentistas Raulino Silva e Damião da Silva. Vindos do Rio Grande do Norte, no palco, os poetas os artistas vão cantar versos de improviso e interagir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65056" aria-labelledby="figcaption_attachment_65056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Cantoria-Casa-da-Cultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-65056" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Cantoria-Casa-da-Cultura-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a><p class="wp-caption-text">Os repentistas Raulino Silva e Damião da Silva são do Rio Grande do Norte</p></div>
<p>O projeto Cantoria Pé de Parede, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, recebe nesta quinta-feira (6), na Casa da Cultura, os repentistas Raulino Silva e Damião da Silva. Vindos do Rio Grande do Norte, no palco, os poetas os artistas vão cantar versos de improviso e interagir com o público, a partir de temas atuais como assuntos políticos, econômicos e sociais do Brasil, do mundo e aspectos da vida do homem nordestino. A apresentação é gratuita e começa a partir das 16h.</p>
<p>Projeto &#8211; O Cantoria Pé de Parede vai apresentar, nos próximos sete meses, oito shows de cantadores de viola com deficiências visual ou motora, na Casa da Cultura. A iniciativa será uma oportunidade do público conhecer mais de perto a criação poética mais “livre” e mais “espontânea” desses cantadores, que ganham a vida com versos e cantoria.</p>
<p>As duplas de poetas repentistas foram escolhidas com a curadoria do poeta Antônio Lisboa, proponente e responsável pela realização do projeto. Para o idealizador, as cantorias vão evidenciar o talento e versatilidade dos “artistas populares que têm o dom da poesia mantendo viva a cultura declamada sobre a forma de repente, que traz em si o discurso da cultura nordestina, evidenciando as raízes culturais do povo que lhes escuta”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“Cantoria Pé de Parede na Casa da Cultura’’, com os repentistas Heleno da Silveira (PE) e Erivaldo da Silva (PB)<br />
Quando: quinta-feira (6), às 16h<br />
Onde: Casa da Cultura (Rua Floriano Peixoto, s/n, São José, Recife – PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cantoria de Viola anima o feriadão em Gravatá</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 16:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Ivanildo Vila Nova]]></category>
		<category><![CDATA[repente]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem gosta de repente e cantoria de viola não pode perder a finalização do projeto Circuito Gerações do Repente – Homenagem a Ivanildo Vila Nova, neste sábado (8), em Gravatá. A partir das 10h, no Mercado Cultural, haverá a homenagem àquele que é considerado o maior repentista em atividade, eleito pelos seus pares &#8220;o Cantador do Século [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem gosta de repente e cantoria de viola não pode perder a finalização do projeto <strong><em>Circuito Gerações do Repente – Homenagem a Ivanildo Vila Nova, </em></strong>neste sábado (8), em Gravatá. A partir das 10h, no Mercado Cultural, haverá a homenagem àquele que é considerado o maior repentista em atividade, eleito pelos seus pares &#8220;o Cantador do Século XX&#8221;. Natural de Caruaru, Ivanildo Vila Nova já residiu em Gravatá. O poeta e repentista João Lídio, idealizador do projeto, junto com os poetas Raulino Silva, Rogério Meneses, Iponax Vila Nova, Antonio Lisboa, Severino Soares, Adeilto Oliveira, Edvaldo Zuzu e Espingarda do Cordel estarão presentes.</p>
<div id="attachment_62855" aria-labelledby="figcaption_attachment_62855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Val Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/ivanildo-vila-nova.jpg"><img class="size-medium wp-image-62855" alt="Val Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/ivanildo-vila-nova-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Repentista comemora 55 anos de carreira em 2018</p></div>
<p>Descendente de pai e avô violeiros, desde os 12 anos de idade Ivanildo já encantava com seus improvisos. Foi campeão de dezenas de festivais, cantor em inúmeras cantorias de pé de parede e em apresentações até no exterior, como em Paris (2005). Em 2018, celebra 55 anos de carreira</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Projeto “Circuito Gerações do Repente – Homenagem a Ivanildo Vila Nova”<br />
Cantoria de Viola com os Poetas Repentistas Ivanildo Vila Nova, João Lídio, Edvaldo Zuzu, Adeilto Oliveira e Espingarda do Cordel.</strong><br />
Sábado, 8 de setembro | A partir das 10h<br />
Local: Mercado Cultural &#8211; Centro de Gravatá<br />
Acesso gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ivanildo Vila Nova é homenageado por jovens cantadores de Gravatá</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 17:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito Gerações do Repente]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Ivanildo Vila Nova]]></category>
		<category><![CDATA[repente]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerado um dos maiores repentistas em atividade, Ivanildo Vila Nova chegou a ser eleito pelos seus pares como o “Cantador do Século XX”. Natural de Caruaru, o artista já viveu em Gravatá, onde será homenageado entre 11 de agosto e 8 de setembro, quando acontece o projeto “Circuito Gerações do Repente – Homenagem a Ivanildo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62375" aria-labelledby="figcaption_attachment_62375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/9354765886_0bd922b502_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-62375" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/9354765886_0bd922b502_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ivanildo participará dos dias de abertura e de encerramento do projeto.</p></div>
<p>Considerado um dos maiores repentistas em atividade, Ivanildo Vila Nova chegou a ser eleito pelos seus pares como o “Cantador do Século XX”. Natural de Caruaru, o artista já viveu em Gravatá, onde será homenageado entre 11 de agosto e 8 de setembro, quando acontece o projeto “Circuito Gerações do Repente – Homenagem a Ivanildo Vila Nova” em vários endereços da cidade serrana. A proposta é perpetuar a cultura da cantoria de viola e a obra de Ivanildo que, após 55 anos de carreira, já se prepara para se aposentar.</p>
<p>O mestre marcará presença na abertura do evento, que acontecerá no dia 10 de agosto, às 10h, no Mercado Cultural, onde participará da roda de repente acompanhado por João Lídio, Rogério Meneses e Iponax Vila Nova. No dia 8 de setembro, Ivanildo encerra o evento no mesmo horário e local com João Lidio, Evaldo Zuzu, Adeilto Oliveira e Espingarda do Cordel. Além desses nomes, também participarão outros jovens repentistas como Antônio Lisboa, Rafael Neto e Eduardo Lopes, simbolizando o repasse da tradição através das gerações.</p>
<p>Realizadas frequentemente em Gravatá, as Cantorias de Pé de Parede são eventos em que se apresentam dois cantadores (poetas/repentistas) entoando versos de improviso. Ela pode ser considerada como a melhor oportunidade para a criação poética mais espontânea, resultante da combinação das expectativas dos cantadores e do interesse interativo do público presente, além de também ser uma importante forma de reconhecimento direto e imediato dos poetas por seu público.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Programação:<br />
</span></b><b><i>Gratuita</i></b></p>
<p><b>Sábado – 11 de agosto<br />
</b>Com os Poetas Repentistas: &#8211; Ivanildo Vila Nova; &#8211; João Lídio; &#8211; Rogério Meneses; e &#8211; Iponax Vila Nova.<br />
Local: Mercado Cultural &#8211; Centro de Gravatá às 10h.<b></b></p>
<p><b>Domingo – 12 de agosto<i> </i></b><br />
Com os Poetas Repentistas: &#8211; João Lídio; &#8211; Rafael Neto; e &#8211; Severino Soares.<br />
Local: Comunidade Sítio Resina &#8211; Zona Rural de Gravatá às 16h.</p>
<p><b>Domingo – 19 de agosto</b><br />
Com os Poetas Repentistas: &#8211; João Lídio; &#8211; Luciano Leonel; e &#8211; Eduardo Lopes.<br />
Local: Mercado Público de Mandacaru &#8211; Distrito de Gravatá às 16h.</p>
<p><b>Domingo – 26 de agosto<br />
</b>Com os Poetas Repentistas: &#8211; João Lídio; &#8211; Antonio Lisboa; e &#8211; Raulino Silva.<br />
Local: Casarão Cultural na Lagoa do Fernando &#8211; Zona Rural de Gravatá. às 16h.<b></b></p>
<p><b>Sábado – 8 de setembro<br />
</b>Com os Poetas Repentistas: &#8211; João Lídio; &#8211; Ivanildo Vila Nova; &#8211; Edvaldo Zuzu; &#8211; Adeilto Oliveira; e &#8211; Espingarda do Cordel.<br />
Local: Mercado Cultural &#8211; Centro de Gravatá às 10h.<b></b></p>
<p><b> </b></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mocinha de Passira, patrimônio vivo de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mocinha-de-passira-patrimonio-vivo-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mocinha-de-passira-patrimonio-vivo-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 22:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Mocinha de Passira]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônii]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[repente]]></category>

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		<description><![CDATA[por Tiago Montenegro Em uma tarde incerta de 1953, depois de muito estranhar a chiadeira insistente no velho rádio do irmão, Maria Alexandrina da Silva, com apenas cinco anos de idade, previu: “um dia vai aparecer um rádio em que o cara vai poder ver as pessoas dentro”. Desde muito cedo, Maria era tomada por premonições e não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Tiago Montenegro </em></p>
<p>Em uma tarde incerta de 1953, depois de muito estranhar a chiadeira insistente no velho rádio do irmão, Maria Alexandrina da Silva, com apenas cinco anos de idade, previu: “um dia vai aparecer um rádio <i>em</i> <i>que o cara</i> vai poder ver as pessoas dentro”. Desde muito cedo, Maria era tomada por premonições e não anteviu apenas a popularização dos aparelhos televisivos, mas também sua própria sina: “cantar, ser a primeira mulher da viola do mundo”. Uma visão que começou a tomar forma aos 12 anos, no sítio em Várzea de Passira, quando ganhou do pai o primeiro instrumento e desembestou a soltar os versos que já não cabiam mais em seus pensamentos de menina, uma moça, Mocinha de Passira.</p>
<p>“Eu memorizava as estrofes, não fazia pra ninguém ouvir, mas um dia disse ao meu pai que eu sabia fazer rima, ele pediu pra eu mostrar, então falei <i>assim não, só mostro quando vier sentar um cabra aqui comigo mais a viola</i>”, lembra a repentista. Seu João Marques da Silva, que não perdia uma cantoria pela região, confiou na obstinação da filha e não tardou a aparecer com uma viola e o cantador Zé Monteiro, com quem Mocinha fez sua primeira apresentação ali mesmo, na sala do sítio que até hoje resiste e onde a repentista Patrimônio Vivo de Pernambuco recebeu a equipe do <em>Portal Cultura.PE</em>.</p>
<div id="attachment_40993" aria-labelledby="figcaption_attachment_40993" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha3.jpg"><img class="size-medium wp-image-40993" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">São mais de 55 anos dedicados aos versos de improviso</p></div>
<p>“Foi nesse chão em que eu me senti, pela primeira vez, uma partícula no universo”, poetiza Mocinha, fazendo questão de mostrar os mandacarus que teimam em crescer sobre o telhado da casa, enfeitando seu “lugar sagrado, onde estão as raízes de tudo”.</p>
<p><b>O início</b></p>
<p>À luz das estrofes metrificadas de Raul Ferreira, Zé Ananias, Severino Moreira e Severino Camocim, que costumava ouvir na companhia do pai, Mocinha foi ganhando confiança para também encontrar sua voz própria, traçar seu caminho no universo do repente. Desde a apresentação improvisada &#8211; e aplaudida por Zé Monteiro e seu pai – na sala de casa, não parou mais de exercer a função de transformar em verso raro o pensamento ligeiro.</p>
<div id="attachment_40995" aria-labelledby="figcaption_attachment_40995" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha-crianca.jpg"><img class="size-medium wp-image-40995" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha-crianca-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 13 anos, com a viola que ganhara do pai</p></div>
<p>“A primeira cantoria foi numa quarta-feira, no sábado eu já tava me apresentando pelas fazendas e daí não parei mais, meu pai sempre comigo, me acompanhando”, lembra Mocinha.  “Nenhuma outra repentista conseguiu viver da viola como eu. Desde cedo, decidi que se eu quisesse comprar um sapato tinha que ser com o meu repente, nunca trabalhei com outra coisa.” A exceção foi um breve momento, quando aos 10 anos de idade, montou uma escolinha de reforço escolar para os filhos dos fazendeiros da região, “os meninos ricos e burros”, sorri ao lembrar.</p>
<p>Herdou da mãe, Alexandrina Maria da Silva, a busca por independência financeira. Em tempos ainda mais marcados pelo machismo, “a mãe já tinha sua independência, criava uns bezerros ali atrás e se um boiadeiro passasse por aqui querendo comprar, pai falava logo <i>tem que ver com a mulher, é dela, ela que decide</i>”.</p>
<p>Ao contrário de Seu João, Dona Alexandrina não queria que Mocinha aceitasse o convite de ir morar em Caruaru com um dos maiores poetas populares e improvisadores brasileiros, o paraibano Pinto do Monteiro. Não teve outro jeito, aos 15 anos, juntou o que pôde em sua frasqueira amarela &#8211; “a coqueluche da época, toda menina tinha uma” -, e fugiu.</p>
<p><b>O encontro com Pinto do Monteiro</b></p>
<p>Dizem que foi desses encontros que mudam para sempre a vida de alguém. Era noite alta quando Mocinha e seu pai adentraram pelo Sítio Tamanduá, em Passira, para conhecer Pinto do Monteiro, que estava de passagem pela região. “<i>Finalmente estou lhe conhecendo, você que é a famosa Mocinha da Passira</i>”, lembra a repentista, com apenas 14 anos à época. Já admirado em todo o Nordeste e presença constante em emissoras como a Rádio Difusora de Caruaru, Pinto reconheceu de imediato o talento de Mocinha, colocando-se à disposição para ajudá-la a seguir carreira. “Eu tinha que ir pra Limoeiro pegar as cartas que ele mandava pra mim; caixa postal 114”, nunca vai esquecer.</p>
<p>Após deixar Passira e ir viver com a família de Pinto em Caruaru, Mocinha pôde mergulhar no circuito da cantoria popular, mas ainda sob os cuidados do pai. “Andei muito tempo com ele, pra tudo que era lugar, só fiquei ‘de maior’ aos 21 anos<i> </i>de idade”, conta.</p>
<p><b>Mulher na cultura popular</b></p>
<p>Uma verdadeira peleja contra o machismo é o que Mocinha tem travado ao longo de sua trajetória no repente. São muitas as situações guardadas na memória em que teve que “sair quebrando todos os preconceitos, passando por cima de cantadas de <i>homem safado</i>”, diz.</p>
<div id="attachment_40996" aria-labelledby="figcaption_attachment_40996" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha-entre-homens.jpg"><img class="size-medium wp-image-40996" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha-entre-homens-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Com 15 anos, ao lado de Severino Camocim e João Batista</p></div>
<p>Em muitas ocasiões, o drible para situações em que se via desafiada por ser mulher vinha em forma de versos mesmo. Um dos casos mais difundidos foi a resposta que deu ao mote <i>Se você casar comigo/vai ficar de gravidez/vai acabar parindo/três meninos de uma vez</i>, apresentado pelo repentista Jorge Amador. De pronto, Mocinha soltou o que gosta de chamar de “tapa sem mão”: <i>Eu posso ter todos os três / são filhos tudo meu / o primeiro é do padeiro /o segundo do Ricardão / o terceiro de Oliveira / nenhum dos três é teu.</i></p>
<p>Em 1976, só após quase 20 anos de estrada, Mocinha teve a oportunidade de registrar seus versos em um disco. Foi a única mulher repentista a participar das gravações de um marco importante para a discografia do gênero, o LP <i>Viola, Verso, Viola</i>, do Estúdio Rozenblit. O disco reuniu grandes nomes da tradição oral, como Diniz Vitorino, os irmãos Otacílio, Dimas e Lourival Batista, além de Zé Vicente da Paraíba. Das oito faixas, Mocinha participa de duas, duelando com Diniz Vitorino em <i>Martelo Alagoano</i> e na histórica <i>Desafio em Martelo Agalopado</i>, em que por meio de versos como <em>acabou-se o tempinho em que a mulher / só vivia nas margens dos barreiros / lavando blusinhas e cueiros / dos filhos dos homens sem respeito</em> vai desconstruindo o imaginário da mulher ideal, sempre recatada e do lar, ao passo em que reivindica seu próprio lugar na história do repente.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/287061116&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><b>O encontro com Ariano Suassuna</b></p>
<p><i>Se o Brasil oficial é dos brancos, do presidente e de seus ministros, o Brasil real é o de Antônio Conselheiro e Mocinha de Passira.</i> A sentença, parte integrante do discurso de posse de Ariano Suassuna na Academia Brasileira de Letras (ABL), revela a admiração que o imortal escritor e dramaturgo brasileiro tinha pela repentista.</p>
<p>O primeiro encontro foi em uma das muitas cantorias na Praça do Diário, centro do Recife, organizadas pelo embolador Oliveira. “Eu tava cantando só na época, Ariano me conheceu ali, me deu um mote pra eu cantar e parti, sem montagem nenhuma, esperando que desse certo&#8230; Na terceira estrofe, lá vem ele, me deu um abraço, chorou e tudo, se identificou mesmo”, conta Mocinha.</p>
<p>Em 1990, quando foi eleito para a ABL, Ariano fez questão de convidar a repentista para uma cerimônia realizada no Palácio Campo das Princesas, no Recife. Na ocasião, coube à Mocinha entregar-lhe o colar oficial de membro da Academia. “Ele mandou o carro ir me buscar onde eu estivesse, tinha que ser eu a botar esse colar nele, então, fui! Botei o colar e ainda cantei pra ele”, lembra com carinho.</p>
<p><b>Mocinha aos 67 anos</b></p>
<p>Com hábitos simples, cuidando dos gatos de rua que acolhe ou torcendo por seu Santa Cruz, Mocinha vive hoje com seu filho Marcos em Feira Nova. Quando não está se apresentando pelo Brasil, divide-se entre o cuidar da casa na cidade e o sítio em Várzea de Passira, a 30 minutos dali e onde, vez ou outra, ainda organiza noites de boemia com dominó e duelos de viola.</p>
<div id="attachment_40997" aria-labelledby="figcaption_attachment_40997" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Robeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha5.jpg"><img class="size-medium wp-image-40997" alt="Jan Robeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha5-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mocinha e o filho Marcos, no sítio Várzea de Passira</p></div>
<p>O pai, seu grande incentivador, morrera no sítio mesmo, em 5 de abril de 1978. Chegou a ver seu sucesso e a ouvir o primeiro disco. “Eu tava em São Paulo, comecei a ter uns sonhos atribulados, sentia que tinha alguma coisa acontecendo, que precisava voltar. Quando cheguei, vi ele doente e o povo jogando dominó na sala, tive tanta raiva que ainda deve ter peça voando por aí. Falei com ele, respondeu bem baixinho, entendendo o que eu tava dizendo porque o último que morre é a árvore da vida, o cérebro”, narra Mocinha, lembrando que foi mesmo Seu João quem lhe abriu os caminhos. “Se ele tivesse ido pelas ideias da minha mãe e do meu irmão, eu teria fugido de casa sem viola, mas pra onde&#8230; não sei”.</p>
<div id="attachment_41008" aria-labelledby="figcaption_attachment_41008" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha11.jpg"><img class="size-medium wp-image-41008" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha11-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe da gravação em sua viola atual</p></div>
<p>O título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mocinha “comemorou sozinha, porque a batalha sempre foi minha mesmo, só depois fui falando para três ou quatro pessoas que considero”.</p>
<div id="attachment_40998" aria-labelledby="figcaption_attachment_40998" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha4.jpg"><img class="size-medium wp-image-40998" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/mocinha4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mocinha revisita seu acervo de fotografias</p></div>
<p>Dedilhando sua viola, gosta de deixar aberta a parte superior da porta principal do sítio, apreciar o vento que entra e a paisagem à frente. “Nunca quis uma casa que não fosse pro nascente”. Além do Diploma de Patrimônio Vivo &#8211; exposto em lugar de destaque na parede da sala -, a repentista também guarda em Passira fotografias, recortes de jornais, troféus e outros registros de uma vida inteira dedicada a uma das mais ricas expressões da cultura popular nordestina. A vida que previu ainda menina e construiu na certeza de que “quando a gente tem vocação, não tem fronteira”, como faz questão de ensinar.</p>
<div id="attachment_41010" aria-labelledby="figcaption_attachment_41010" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/diploma.jpg"><img class="size-medium wp-image-41010" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/diploma-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, da secretária de Cultura do Recife, Leda Alves e do secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja, Mocinha recebeu o diploma de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2016, no Teatro Santa Isabel</p></div>
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		<title>São José do Egito celebra os 101 anos de Louro do Pajeú</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 14:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sertão do Pajeú &#8211; terra de Lourival Batista, um dos maiores repentistas e poetas pernambucanos &#8211; está em festa! Desde o último domingo (3/1), a cidade de São José do Egito está tomada por uma série de atividades culturais para marcar na região os 101 anos do nosso Louro do Pajeú, falecido em 1992. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sertão do Pajeú &#8211; terra de Lourival Batista, um dos maiores repentistas e poetas pernambucanos &#8211; está em festa! Desde o último domingo (3/1), a cidade de São José do Egito está tomada por uma série de atividades culturais para marcar na região os 101 anos do nosso <i>Louro do Pajeú</i>, falecido em 1992.</p>
<div id="attachment_32831" aria-labelledby="figcaption_attachment_32831" class="wp-caption img-width-344 alignright" style="width: 344px"><p class="wp-image-credit alignleft">arte/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/louro-pajeu.jpg"><img class="size-medium wp-image-32831" alt="arte/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/louro-pajeu-344x486.jpg" width="344" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tradicional festejo celebra também neste ano os 60 anos do poeta Zeto do Pajeú</p></div>
<p>Apresentações musicais, exposições, mesa de glosas, recitais poéticos, exibição de filmes, lançamento de livros e cordéis são algumas das atrações gratuitas que seguirão até a próxima quarta-feira (6/1) animando a cidade.</p>
<p>Realizado pelo Instituto Lourival Batista, também conhecido por Casa do Repente, os festejos deste ano também são realizados em memória do poeta Zeto, falecido em 2002 e que completaria 60 anos em 2016. O evento conta com a produção da Página 21 e patrocínio do Governo de Pernambuco, através da Empetur, Fundarpe, Secretarias de Turismo e de Cultura do Estado.</p>
<p><b>Confira a programação completa:</b></p>
<p><b>101 ANOS DE LOURO<br />
</b>60 anos de Zeto</p>
<p>PROGRAMAÇÃO – 2016</p>
<p><b>Domingo, 3/1</p>
<p></b><i>Igreja da Matriz de São José – 19h</p>
<p></i>- Missa do Cantador com o poeta Pe. Luisinho<br />
<em id="__mceDel">Cantadores: Valdir Teles e Diomedes Mariano</em></p>
<p><i>Instituto Lourival Batista – 21h</i></p>
<p>- Exposição permanente: Lourival Batista &#8211; 100 Anos de Poesia<br />
- Exposição fotográfica: Pores de sol de São José do Egito e outros olhares na terra da poesia &#8211; &#8220;A Parte que Iluminou&#8221; de Josimar de Josimar Matos</p>
<p>Exibição de filmes<br />
- Não tem só mandacaru de Tauana Uchoa<br />
- Bom dia, poeta! de Alexandre Alencar</p>
<p><b>Segunda-feira, 4/1</b></p>
<p><i>Bodega de Job Patriota 15h30</i></p>
<p>- Recital: Lucas Rafael e Marcos Passos<br />
- Lançamento de livro Cosmigalha de Tonfil<br />
- Recital da Roedeira: Izabela Ferreira, Thyelle Dias, Sara Cristovão, Dekiane Ribeiro, Mariana Veras e Dayane Lopes<br />
- Silvia Patriota (Lançamento do CD O Canto do Uirapurú)<br />
- Kely Rosa<br />
- Mambembe</p>
<p><i>Palco Zá Marinho – 20h</i></p>
<p>- Cantoria: Rogério Menezes e Raimundo Caetano<br />
- Recital: Chico Pedrosa<br />
- Tonfil e Romane Déconfin (França)<br />
- Pernambuco Quartet (Antonio Marinho, Breno Lira, César Michiles, Lucas dos Prazeres)<br />
- Bia Marinho<br />
- Flávio Leandro (Abertura: Delmiro Barros)</p>
<p><b>Terça-feira, 5/1</b></p>
<p><i>Espaço João Macambira &#8211; 10h</i></p>
<p>- Espetáculo infantil: O Touro Azul e as Canções com Rildo de Deus e Anaíra Mahin</p>
<p>Espaço João Macambira – 15h</p>
<p>- Mesa de debate<br />
Tema: Zeto<br />
Com Ésio Rafael, Nõe de Jó, Luis Homero, Antônio José de Lima e Paulo Carvalho &#8211; Acolhida: Antonio Marinho</p>
<p>Bodega de Job Patriota &#8211; 17h</p>
<p>- Recital: Bráulio Tavares e Ícaro Tenório<br />
- Lançamento de livro e recital Adeus, de Miró, com intervenção visual de Raoni Assis<br />
- Mestre Anderson e seu Terno de Maracatu<br />
- Vozes e Versos</p>
<p><i>Palco Zá Marinho – 20h</i></p>
<p>- Lucas dos Prazeres<br />
- As Severinas (Lançamento do CD Tribos)<br />
- Val Patriota (participação de Lostiba)<br />
- Em Canto e Poesia<br />
- Geraldo Azevedo</p>
<p><b>Quarta-feira, 6/1</b></p>
<p><i>Bodega de Job Patriota – 12h</i></p>
<p>- Confraternização com Baião de Dois<br />
- Leitura declamada do cordel 100 anos de Louro do Pajeú, por Arlindo Lopes<br />
- Lançamento de livro “ O rei me disse fica, eu disse não” – 100 repentes de Lourival Batista, de Marcos Nunes da Costa, Maria Helena Marinho e Raimundo Patriota<br />
- Recital: Paulo Passos e Alan Miraestes<br />
- Lançamento do box de cordéis das cumade Anaíra Mahin e Lu Rabelo<br />
- Lançamento do livro Nietzsche e Rosset – Alegria, impulso e criação e da coleção Filsofia em Cordel de Lindoaldo Campos<br />
- Recital: Graça Nascimento<br />
- Mesa de Glosa: Caio Menezes, Elenilda Amaral, Dudu Moraes, Dayane Rocha. Coordenação: Jorge Filó<br />
- Cantoria: Valdir Teles e Diomedes Mariano<br />
- Cantoria: Raimundo Caetano e Rogério Menezes<br />
- Lucas de Oliveira interpreta Elomar<br />
- Trio Retalhos em Cordas<br />
- Henrique Brandão<br />
- Irah Caldeira<br />
- Rogério Rangel</p>
<p>&nbsp;</p>
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