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	<title>Portal Cultura PE &#187; residência artística</title>
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		<title>Residência artística abre inscrições para mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:04:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106989" aria-labelledby="figcaption_attachment_106989" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Giovana Monteiro/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-106989" alt="Giovana Monteiro/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Residência-artística-Terra-Mulher.-Crédito-das-fotos-Giovana-Monteiro-23-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">Residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais</p></div>
<p>Em busca de ampliar vozes, percepções, conhecimentos e sabedorias ancestrais e de experenciar uma relação simbiótica com as pessoas e com a natureza de cada caminho cruzado, Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, mulheres pernambucanas, artistas da dança e pesquisadoras, saíram da capital e pegaram estrada rumo à execução da pesquisa Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais. A proposta é investigar a troca entre mulheres e seus territórios, as tecnologias e as narrativas contra coloniais, sob uma perspectiva corporal. A única certeza era a ideia de se debruçarem em uma análise antropológica de dois lugares especiais do Estado: a Aldeia Agreste de Cima, do território Pankararu, no Sertão; e o Centro Cultural Quilombo do Catucá, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife &#8211; de povos indígenas e negrodescentes.<br />
Foram muitos os encontros e atravessamentos entre pesquisadoras e mulheres nativas de cada local. O conteúdo absorvido por meio das histórias ouvidas, das sensações dançadas e dos costumes vistos é transmitido em uma residência artística em dança, realizada nos dias 15, 16 e 17 de dezembro, na Casa de Xamanismo Centro da Terra, localizada no km 14 de Aldeia, em Camaragibe. As inscrições estão abertas para mulheres acima de 18 anos de idade e podem ser realizadas por meio do link disponibilizado na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>. As s]ao vagas limitadas. O projeto em dança tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).<br />
A pesquisa evidencia as raízes plurais, sendo essas mulheres nascidas com ascendências várias em suas singularidades, indígenas, pretas, árabes, europeias e outras origens apagadas de suas histórias familiares mestiças no processo da invasão/colonização e seus efeitos, que até hoje perduram nos espaços cotidianos. Em cada um dos dois territórios foram realizadas vivências distintas contemplando as realidades diversas. As pesquisadoras fizeram a Escutação entre Elas para ouvir as vozes e observar os gestos dos corpos inseridos naquelas realidades. Registros audiovisuais foram realizados e em breve será lançada uma videodança e também um minidoc resultantes da pesquisa.<br />
A partir dessas vivências e imersões as artistas oferecem a residência artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais, apenas para mulheres, com ou sem experiência na área da dança profissional. Partilhas, rodas de conversa, mostra do material artístico colhido, vivências corporais e uma performance final estão na programação da residência.<br />
“Muitas histórias foram ouvidas, muitos gestos testemunhados e muitas relações aprofundadas. Cada corpo pesquisador criou suas próprias dobras e desdobramentos de cunho artístico, mas sobretudo de cunho social, político, ambiental e de modo de viver. Aqui enfatizamos que, mais que uma pesquisa em dança com resultados artísticos, é uma pesquisa a respeito dos modos de viver &#8211; que são sobretudo corporais &#8211; no intuito de fazer serem vistos esses modos tão invisibilizados e apagados na história do País. Mulher Território é um projeto caminhante, que segue se propondo a abarcar mais e mais realidades em continuidades e novos encontros. É sagrado estarmos vivas e juntas e relembrarmos em roda quem somos e quem queremos ser”, expressam as artistas da dança e pesquisadoras Drica Ayub, Isabela Severi e Silva Góes.<br />
“Será uma forma de partilhar corporalmente e imageticamente alguns de nossos apanhados durante esse quase um ano de pesquisa. Dois dias é pouco para trazer o que vivemos e estamos aprendendo, reforçando o saber dos corpos, mergulhando em nós e na comunidade. Porém o faremos em forma de partilha por meio de vivências e rodas de conversa. O maior aprendizado é o axé: o olho no olho, a alegria enquanto resistência, a força, fé e luta que une os povos negrodescentes e os povos indígenas. A escuta dessas vozes é a mais importante prática a ser cultivada. Elas falam sobre o respeito à terra, ao território, a ligação e conexão com seu chão e com sua comunidade. Elas falam de histórias reais e que não chegam tão facilmente assim. Os trabalhos cotidianos de forma coletivizada, partilhada, o feitio das festas e comidas. Toda cultura é dança, é música. É corpo. Este que nos foi usurpado e oprimido pela colonização. E assim também o foi o corpo do planeta e hoje vivemos o que vivemos. Este projeto fala de resgate, mas sobretudo sobre o que resistiu e precisa ser visto como forma de se estar diferentemente neste planeta em colapso. Como bem nos diz Krenak: &#8216;O futuro é ancestral&#8217;”, complementam as pesquisadoras.<br />
Mãe, bióloga de formação, artista da dança, pesquisadora, performer, arteterapeuta, percussionista, educadora e produtora, Drica Ayub pesquisa as relações humano-natureza-cultura, há 17 anos, adentrando as construções dos corpos e suas subjetividades. Tece investigações que envolvem a escuta e a percepção do corpo como um canal, sobretudo de experiências, seu imbricamento com a construção das múltiplas sonoridades e a relação com suas comunidades e seus territórios.<br />
Artista da dança, bailarina, arte-educadora, pesquisadora e terapeuta do movimento, Isabela Severi busca em sua pesquisa e prática caminhos para a ressensibilização e retomada do corpo e seus territórios investigando temas relacionados ao saber sensível e ao cuidado como prática relacional, coletiva e política. Transita e olha para a arte-saúde-educação como possibilidade de construção de ecologias e coexistências.<br />
Mulher parda (com sua licença, em crise com a palavra parda desde antes de&#8230;), sendo mestiça de muitos sangues vermelhos-vivos que ficaram pelos chãos do País, Silvia Góes nasceu na cidade de Garanhuns, território onde muitos quilombos remanescentes de Palmares, depois da cruel invasão, estabeleceram-se e até hoje estão, são. Mulher de raízes múltiplas, sendo indígenas as mais antigas nas histórias verbalizadas de mãe e pai, migrou para a terra-mangue, Recife, há mais de 30 anos, com a família inteira, para ter oportunidade de tentar cursar uma universidade. É artista profissional há mais de uma década e foi a ioga também que ancorou toda a mudança de percurso dessa jornalista que foi se profissionalizando bailarina pós-graduada em dança, poeta, atriz, dramaturgista, diretora e palhaça, entre outras atuações no esperançar da lida.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Residência Artística Mulher Território: Nossas Marcas e Raízes Plurais -</strong> <em>das 18h da sexta-feira (15) até as 17h de domingo (17), na Casa de Xamanismo Centro da Terra – km 14 de Aldeia, Camaragibe-PE. Bolsas: cinco bolsas integrais para mulheres indígenas, pretas, trans e periféricas. Investimento: R$ 100 (possível), R$ 200 (real) e R$ 300 (abundante). Inscrições e mais informações: no link na bio do <a title="Mulher Território" href="https://instagram.com/mulher.territorio" target="_blank">Instagram</a>, por e-mail (mulher.territorio.sdi@gmail.com) ou pelo telefone: (81) 99811-7770. Público: mulheres acima de 18 anos (crianças acompanhadas pelas mães são acolhidas no espaço e uma pessoa está disponível para cuidá-las)</em></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha técnica:</strong></span></p>
<p>Artistas pesquisadoras e educadoras: Drica Ayub, Isabela Severi, Silvia Góes<br />
Coordenação de projeto e produção geral: Drica Ayub<br />
Produção executiva: Marilia Pinheiro<br />
Produtoras locais nos territórios visitados: Bia Pankararu e Elaine Albuquerque<br />
Filmagem e montagem de videos: Amandine Goisbault<br />
Fotografia: Giovanna Monteiro<br />
Designer: Aurora Jamelo<br />
Preparação corporal: Lau Veríssimo<br />
Consultoria de dramaturgia: Naná Sodré<br />
Trilha sonora: Conrado Falbo<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida (Alcateia Comunicação e Cultura)<br />
Apoio: Galeria Mau Mau, Casa de Xamanismo Centro da Terra<br />
Incentivo: Funcultura-PE – Governo do Estado de Pernambuco</p>
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		<title>Moradores da Comunidade do Vintém, no Recife, recebem residência artística</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 13:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como forma de criar e valorizar diálogos sobre a memória e a preservação da história sociocultural da comunidade do Vintém, situada no bairro do Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife, quarta edição da residência artística Práticas Desviantes vai promover, durante os meses de março e abril, uma série de oficinas e atividades artísticas com os moradores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99553" alt="vila-do-vintem" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a></p>
<p>Como forma de criar e valorizar diálogos sobre a memória e a preservação da história sociocultural da comunidade do Vintém, situada no bairro do Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife, quarta edição da residência artística <em>Práticas Desviantes</em> vai promover, durante os meses de março e abril, uma série de oficinas e atividades artísticas com os moradores locais. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi criado em março de 2018 e tem o propósito de entender a paisagem e o território a partir da relação entre o Museu Murillo La Greca e a comunidade do Vintém, articulando discussões e propostas visuais relacionadas ao espaço urbano. A inciativa conta com coordenação e a curadoria da artista visual pernambucana Ariana Nuala</p>
<p>Dois artistas foram selecionados para compor a residência artística: Lia Letícia, artista visual que investiga o urbano nas linguagens do vídeo, do corpo e da instalação, produzindo videoarte e filmes experimentais, e Rafael FX, profissional da dança que pesquisa sobre os corpos/corpas submetidos/submetidas ao fenômeno da violência no contexto das cidades e metrópoles. Os artistas serão orientados por Iagor Peres, artista que busca desenvolver práticas híbridas para compor seus processos, criando esculturas, telas, videoinstalações, performances e textos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99551" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/vila-do-vintem-1-607x460.jpg" width="607" height="460" /></a></p>
<p>A residência <em>Práticas Desviantes</em>, intitulada nesta terceira edição como <em>Alavanca</em>, propõe desenvolver mais profundamente essas relações entre artistas, museu, moradores do Vintém e público interessado. A escolha dos artistas para ativarem esse espaço de troca e construção com a comunidade foi baseada na própria poética desenvolvida por Lia Letícia e Rafael FX, que constroem, a partir do território e do corpo, métodos, formas e medidas que dialogam diretamente com um projeto decolonial de arte-educação. A Vila do Vintém é um território de cultura ribeirinha que resiste em meio à especulação imobiliária que cresce e contorna a cidade do Recife. A comunidade resistiu territorialmente ao lado do Museu Murillo La Greca, e mantém relações de pertencimento acerca do equipamento cultural público e das propostas artísticas nele existente.</p>
<p>“Com o projeto Práticas Desviantes, os artistas e a comunidade do Vintém terão a oportunidade de repensar o espaço urbano e suas relações afetivas-sócio-econômicas, ajudando a desconstruir a ideia de que apenas classes sociais mais favorecidas economicamente podem consumir o que os espaços culturais oferecem”, destaca Ariana Nuala, curadora do projeto.</p>
<p>Os ateliês abertos da residência irão intensificar a aproximação do Museu Murillo La Greca (MMLG) com o Vintém, em sua potência artístico educativa como equipamento cultural público voltado para as artes visuais. De 10 a 24 de março, o artista Rafael FX montará seu ateliê aberto na comunidade, com foco no grafite e nas danças urbanas, visando desenvolver provocações históricas e conhecimento corpóreo de motricidade e ação no espaço. Entre 15 e 30 de março, Lia Letícia ocupará também o espaço com o projeto de residência “Doce”, que trata de relações pessoais nascidas a partir da necessidade ancestral de união/partilha/comunhão em comunidades, conhecendo quem são as doceiras e confeiteiras da comunidade, suas estórias e seus processos.</p>
<p>A iniciativa contará também com oficinas que serão desenvolvidas pelos artistas residentes para a comunidade. Durante os dias 11 e 12 de março, Rafael FX irá oferecer duas oficinas sobre vivências em Grafite e vivências em Danças Urbanas, com foco na história e no corpo. E nos dias 18 e 19 de fevereiro, Lia Letícia irá desenvolver um processo de produção de doces e bolos com pessoas da comunidade.</p>
<p>As ações de compartilhamento e imersão serão realizadas dentro do Museu Murillo La Greca e na quadra esportiva da comunidade, estendendo as noções sobre espaço cultural e levando a discussão sobre arte contemporânea e o fazer artístico para além do espaço físicos institucionais. O objetivo é promover a troca de experiências e a construção de novos saberes, levando para dentro do museu as criações feitas a partir dos encontros com a comunidade.</p>
<p>O resultado da residência artística possibilitará trabalhar as dimensões do que seria um território interno/externo para produções visuais, que servem como dispositivos efetivos para comunicar problemas complexos e potencializar modos de investigar a realidade. A culminância do projeto será apresentada publicamente no dia 13 de abril, na comunidade do Vintém. Para mais informações sobre o projeto, acesse o perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/praticasdesviantes/" target="_blank"><strong>@praticasdesviantes</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Práticas Desviantes<br />
</em>De 10 a 30 de março de 2023<br />
Onde: Comunidade do Vintém &#8211; Parnamirim &#8211; Zona Norte do Recife</p>
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		<title>Coletivos Caverna e Despudorado abrem inscrições para residência artística, em Olinda</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 15:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90302" aria-labelledby="figcaption_attachment_90302" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/image2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-90302" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/image2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade é voltada para jovens de 15 a 29 anos residentes em Ouro Preto, Olinda</p></div>
<p>Os coletivos Caverna e Despudorado, grupos teatrais do Recife e Olinda, abrem convocatória para a residência artística “Canal Criativo”, destinada a jovens entre 15 e 29 anos da comunidade de Ouro Preto, em Olinda. A experiência cultural vai compartilhar conteúdos teóricos e atividades práticas para fomentar a produção de vídeo-performances com artistas locais. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no Google Forms (<strong><a href="https://l.instagram.com/?u=https%3A%2F%2Fforms.gle%2FPGptMRmxUUieqeWB8&amp;e=ATNvys1vdwXNVR9tRmd1nhARAVSrAufa0P6yjNqjR91m0bpiGQLCZZjMxojOkaluLuA5QZ_kLfX5uL0XAXqwqA&amp;s=1" target="_blank" rel="me nofollow noopener noreferrer">forms.gle/PGptMRmxUUieqeWB8</a></strong>) até a próxima sexta-feira (7). A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Edital do Funcultura Microprojeto Cultural. Saiba mais no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cavernacoletivo/" target="_blank"><strong>@cavernacoletivo</strong></a>.</p>
<p>Em dez encontros presenciais, divididos em dois módulos, os selecionados participarão de uma residência artística com os membros dos coletivos, mergulhando em processos de pesquisa, discussão, criação, produção e distribuição de vídeo-performances. Em três semanas, serão tratados e exercitados temas como dramaturgia, investigação corporal, movimento autêntico, direção de arte, fotografia, luz e telepresença.</p>
<p>São 15 vagas disponíveis, voltadas a jovens realizadores culturais ou aspirantes que tenham afinidade com áreas como teatro, audiovisual e performance. Também podem participar representantes de coletivos culturais, produtoras, estúdios de criação e artistas independentes com restrição a financiamento público e a formação artística residentes em Ouro Preto. O objetivo é compartilhar conhecimento e movimentar a cena artística local.</p>
<p>A residência acontecerá de 10 a 29 de janeiro, das 14h às 17h. Ao término, cada participante produzirá um vídeo-performance autoral, sob tutoria dos coletivos. As peças serão exibidas virtualmente no site do Coletivo Caverna, no portal Audiovisual.ong e em outros sites parceiros.<em> “Será uma oportunidade de troca, os coletivos levarem sua experiência e métodos criativos a artistas que, muitas vezes, não têm acesso a apoio financeiro ou a formação artística”</em>, endossa o ator Luiz Manuel.</p>
<p>O resultado da seleção será publicado também no perfil do coletivo Caverna no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/cavernacoletivo/" target="_blank"><strong>@cavernacoletivo</strong></a>), no sábado, dia 8 de janeiro. A residência artística faz parte do projeto “Canal Criativo”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Residência artística “Canal Criativo”<br />
Quando: de 10 a 29 de janeiro, das 14h às 17h<br />
Inscrições gratuitas até sexta-feira, dia 7 de janeiro, por meio do formulário: <strong><a href="https://l.instagram.com/?u=https%3A%2F%2Fforms.gle%2FPGptMRmxUUieqeWB8&amp;e=ATNvys1vdwXNVR9tRmd1nhARAVSrAufa0P6yjNqjR91m0bpiGQLCZZjMxojOkaluLuA5QZ_kLfX5uL0XAXqwqA&amp;s=1" target="_blank" rel="me nofollow noopener noreferrer">forms.gle/PGptMRmxUUieqeWB8</a></strong><br />
Local da residência artística: Rua Ouriço do Mar, quadra D-14, n 32- Ouro Preto, Olinda &#8211; PE.<br />
Público-alvo: jovens de 15 a 29 anos residentes em Ouro Preto, Olinda<br />
Mais informações no perfil do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/cavernacoletivo/" target="_blank"><strong>@cavernacoletivo</strong></a></strong></p>
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		<title>Coletivo Despudorado abre inscrições para residência artística &#8220;Mulher Carne&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2021 21:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mulher Carne]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85122" aria-labelledby="figcaption_attachment_85122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/foto-divulgação-mulher-carne.png"><img class="size-medium wp-image-85122" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/foto-divulgação-mulher-carne-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Brunna Martins e Marina Fenício vão comadar a residência artística, que terá encontros virtuais pelo Zoom</p></div>
<p>O Coletivo Despudorado oferece, nos dias 12 e 19 de junho, uma residência artística voltada só para mulheres. Batizado de &#8220;Mulher Carne&#8221;, o projeto conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e será comandado pelas atrizes Brunna Martins e Marina Fenício. A iniciativa busca o aprofundamento em estudos referentes ao feminismo, masculinidade tóxica, a mulher sendo vista como objeto sexual e de subserviência para o homem.</p>
<p>Para quem tiver interesse em participar da vivência, as inscrições podem ser feitas gratuitamente até a próxima quinta-feira (10), por meio do formulário disponível <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfS3Xi6YXVQfcoUdW9Us7hPg3f-N0VgF3iuDwlwK_Hxj4o_eA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Há 30 vagas disponíveis e será conferido certificado de participação.</p>
<p>A ideia da vivência é reunir mulheres de diferentes características &#8211; cor, gênero, orientação sexual, profissão, deficiência, idades e corpos, para o compartilhamento de histórias, debates e aplicação de jogos teatrais propostos pelas ministrantes Brunna Martins e Marina Fenício.</p>
<p><em>&#8220;A pesquisa trata do universo feminino, uma realidade onde assédios, silenciamentos, abusos e opressões são naturalizadas pela sociedade. Com isso, o objetivo é construir uma performance onde esse universo é relatado e denunciado, por meio do teatro. Estamos convidando mulheres em suas diversidades a participarem de uma vivência onde possamos trocar relatos e memórias da construção do nosso feminino na sociedade patriarcal. A vivência trará dinâmicas e, no final, construiremos juntas um &#8220;fanzine digital&#8221; feito pelo aplicativo Canva, aceito em celulares Androids e IOS&#8221;</em>, contam as facilitadoras.</p>
<p>Os encontros vão acontecer por meio da plataforma Zoom, das 14h às 17h. Cada integrante deverá escolher uma das datas que deseje participar. Mais informações podem ser obtidas pelos perfis do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/mulhercarne/" target="_blank">@mulhercarne</a></strong> e <strong><a href="https://www.instagram.com/coletivodespudorado/" target="_blank">@coletivodespudorado</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Residência artística &#8220;Mulher Carne&#8221;<br />
Quando: dias 12 e 19 de junho, das 14 às 17h, via Zoom<br />
Inscrições gratuitas até o dia 10 de junho (quinta-feira), pelo formulário disponível <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfS3Xi6YXVQfcoUdW9Us7hPg3f-N0VgF3iuDwlwK_Hxj4o_eA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a></p>
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		<title>Inscrições abertas para residência artística remota para mães artistas da dança</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2021 23:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Cards-Mãe_Prancheta-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-81527" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Cards-Mãe_Prancheta-1-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A bailarina Iara Sales comanda, entre os dias 28 de janeiro e 12 de março de 2021, a ação formativa “Mãe &#8211; artista ou artista &#8211; mãe? &#8211; Residência artística remota para mães artistas da dança”. As inscrições seguem abertas até o próximo dia 27 de janeiro (quarta-feira) e, para participar, as interessadas deverão enviar uma mini-biografia e uma frase de intenção para: <strong>mae.artista.danca@gmail.com</strong>.</p>
<p>Contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a residência artística é inteiramente on-line e gratuita. Dividida em três momentos contínuos: &#8220;Encontros/Concepção&#8221;, &#8220;Gestação/Doulagem&#8221; e &#8220;Parto&#8221;, a atividade contará ainda com assessoria de direção de arte de Gabriela Holanda (dançarina, performer, atriz, figurinista, cenógrafa, diretora de arte, arte-educadora e pesquisadora) e assessoria de imagens de Thaís Lima (fotógrafa, filmmaker, audiodescritora e aspirante à locutora).</p>
<p><em>&#8220;O labor diário da maternidade, amplificado pelo período pandêmico, é mote condutor do desejo de permanecer movendo. A residência é um convite para mães artistas da dança, para juntas criarmos um ambiente de residência artística, de concepção, de gestação, de doulagem e parto. Durante os nossos encontros, compartilharemos desejos, memórias e afetos sobre o universo da maternidade e sobre as questões que emergem quando da produção das artes da dança pelo corpo-mãe&#8221;</em>, conta Iara sobre a proposta da ação.</p>
<p>Para mais informações: <strong>mae.artista.danca@gmail.com</strong>.</p>
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