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	<title>Portal Cultura PE &#187; revista continente</title>
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		<title>Revista Continente estreia novo visual e reforça o prazer da leitura</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 14:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Continente, uma das revistas de jornalismo cultural mais antigas em atividade no Brasil, completou 23 anos no mercado em dezembro e chega à edição de número 247 cheia de novidades para tornar mais agradável ainda a leitura das reportagens. O conteúdo, agora bilíngue, com textos em português e inglês, é exclusivo e não estará reproduzido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/CAPA_Continente274_JANFEVMAR_24.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107835" alt="CAPA_Continente274_JANFEVMAR_24" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/CAPA_Continente274_JANFEVMAR_24-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Continente, uma das revistas de jornalismo cultural mais antigas em atividade no Brasil, completou 23 anos no mercado em dezembro e chega à edição de número 247 cheia de novidades para tornar mais agradável ainda a leitura das reportagens. O conteúdo, agora bilíngue, com textos em português e inglês, é exclusivo e não estará reproduzido no site da revista, que será atualizado toda semana. Outra mudança é a periodicidade: a Continente impressa deixa de ser publicada mensalmente pela Cepe e passa a ter tiragem trimestral.</p>
<p>“Estamos apresentando um conjunto de mudanças que fortalecem as duas revistas, a física e a digital (<a href="https://revistacontinente.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistacontinente.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1705583376502000&amp;usg=AOvVaw2bebOkYi27fwudBnU2zh4w">https://revistacontinente.<wbr />com.br</a>), as publicações ganham mais fôlego e o leitor ganha mais informação, de qualidade”, afirma o jornalista Mário Hélio Gomes de Lima, superintendente de Periódicos e Projetos Especiais da Companhia Editora de Pernambuco. A Continente foi criada por Mário Hélio em sua primeira passagem pela empresa pública e lançada pela Cepe em 2000.</p>
<p>Com quatro edições por ano, a Continente impressa também traz inovações no projeto gráfico, nova marca e a orientação de ser uma revista de arte, no visual e no conteúdo. “Ela funciona como um livro de arte, com um conteúdo de cultura +, entendemos que cultura não se limita a uma linguagem artística, mas alcança todo o fazer humano nas áreas de meio ambiente, educação, turismo (muito forte nesta edição), tecnologia, ciência, indústria”, declara Mário Hélio.</p>
<p>A cada novo número (janeiro-março, abril-junho, julho-setembro e outubro-dezembro), a revista apresenta um documento, que é uma longa reportagem temática, e tenta aprofundar o assunto. “O que nós fazíamos antes, a Continente Documento, em edições esporádicas, foi incorporada à revista e a primeira grande reportagem é sobre a música pernambucana, partindo dos sucessos atuais”, informa.</p>
<p>O documento traz o perfil de nove artistas da cena musical de hoje &#8211; Amaro Freitas (foto da capa da revista), Almério, Ayrton Montarroyos, Duda Beat, João Gomes, Johnny Hooker, Juliano Holanda, Martins e Zé Manoel -, entrevista com o rabequeiro, cantor e compositor Maciel Salú e a história da música pernambucana. “É o resultado de muita pesquisa, traduzida em informação e diversão”, diz Mário Hélio.</p>
<p>De acordo com ele, a revista de número 247 faz uma exaltação a Pernambuco, a partir da música, e se estende nas reportagens sobre Fernando de Noronha, patrimônio natural e um dos principais destinos turísticos do Estado; sobre Suape, um dos motores do desenvolvimento do Estado, com o porto e as belas praias no Litoral Sul; e sobre o cangaço, Lampião e Serra Talhada, município onde nasceu o famoso cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva (Lampião), em 1898.</p>
<p>“A nova Continente é prazerosa e inclusiva, com texto jornalístico que pode ser compreendido por qualquer pessoa, é uma revista leve e que valoriza muito o desenho”, destaca Mário Hélio. O conteúdo, diz ele, é ideal para ser trabalhado por professores em sala de aula e, como o Governo de Pernambuco fez assinatura do periódico, cada escola da rede pública estadual receberá um exemplar da Continente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p>Onde comprar a Continente<br />
Lojas Cepe<br />
Livraria Cepe Editora Paulo Freire (Sede)<br />
Rua Coelho Leite, 530, Santo Amaro, Recife<br />
Segunda a sexta, 8h às 16h30<br />
(81) 3183-2700</p>
<p>Livraria Cepe Editora Tarcísio Pereira (Centro de Artesanato de Pernambuco)<br />
Av. Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Praça do Marco Zero, Recife<br />
Segunda a sábado, 9h às 19h, Domingo, 9h às 17h<br />
(81) 99488-3731</p>
<p>Livraria Cepe Editora Germano Coelho (Mercado Eufrásio Barbosa)<br />
Av. Dr. Joaquim Nabuco, Varadouro, Olinda<br />
Terça a domingo, 9h às 17h<br />
(81) 99488-3730</p>
<p>Livraria Cepe Editora Ramires Teixeira (Museu do Estado de Pernambuco) Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife<br />
Terça a sexta, 11h às 17h, Sábado, 14h às 17h<br />
(81) 99488-3732<br />
Bancas em Pernambuco</p>
<p dir="ltr">Banca do Gordo &#8211; Avenida Dezessete de Agosto, 1803, Casa Forte, Recife<br />
Banca Lazer &#8211; Rua Bernardo Guimarães, s/n, Santo Amaro, Recife<br />
Banca Rio Branco &#8211; Avenida Rio Branco, 76, Bairro do Recife, Recife<br />
Banca Tropical &#8211; Avenida Visconde de Albuquerque, 603, Madalena, Recife<br />
Banca Circular &#8211; Av. Presidente Getúlio Vargas, 166, Bairro Novo, Olinda<br />
Boa Forma &#8211; Rua do Futuro, 876, Graças, Recife<br />
Banca Jornal Magazine &#8211; Rua Sete de Setembro, s/n, Boa Vista, Recife<br />
Banca Paulista &#8211; 92 &#8211; Av. Conselheiro Aguiar, 4334, Boa Viagem, Recife<br />
Serviços Zap &#8211; Rua Joaquim Nabuco, 409, Derby, Recife<br />
Banca Espinheiro &#8211; Rua da Hora, 255, Espinheiro, Recife<br />
Banca J.A S &#8211; Rua Dom João de Souza, 96, Madalena, Recife<br />
Banca Guararapes 01 e 02 &#8211; Av. Guararapes, 223, Santo Antônio, Recife</p>
<p>Livrarias em Pernambuco</p>
<p>Livraria Praça de Casa Forte &#8211; Praça de Casa Forte, 454, Recife<br />
Imperatriz &#8211; Lojas do Recife e de Caruaru<br />
Livraria Jaqueira Paço Alfândega &#8211; Rua Madre de Deus, 110, Bairro do Recife, Recife<br />
Livraria Jaqueira Matriz &#8211; Rua Antenor Navarro, 138, Jaqueira, Recife</p>
<p>Livrarias e banca fora de Pernambuco</p>
<p>Palavrear Livros (Goiania), Editora Martins Fontes, Megafauna e Livraria e Cafeteria Mandarina (São Paulo), Itiban Revistaria e Livraria Arte e Letra (Curitiba), Livraria da Travessa, Blooks e Indieblooks (Rio de Janeiro), Indieblooks e Livraria A Ponte (Niterói), Livros e Livros (Florianópolis), Coop. Cultural (Natal), Livraria Café e Cultura (Londrina), Jenipapo Livraria (Belo Horizonte), Livraria do Luiz (João Pessoa), Banca Circulares (Asa Norte, Brasília).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Revista Continente encerra comemorações dos seus 20 anos, no Pátio São Pedro</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 15:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[20 anos]]></category>
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		<description><![CDATA[Localizado no Centro do Recife, o Pátio de São Pedro será palco nesta sexta-feira (17), a partir das 18h, do encerramento das comemorações de 20 anos de existência da Revista Continente, editada pela Cepe. Com a participação do Som na Rural, comandada por Roger de Reno, a noite será embalada pela ciranda. “Com essa celebração, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20788" aria-labelledby="figcaption_attachment_20788" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flora Pimentel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/som-na-rural-roger-de-renor-foto-flora-pimentel.jpg"><img class="size-medium wp-image-20788" alt="Flora Pimentel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/som-na-rural-roger-de-renor-foto-flora-pimentel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A festa será embalada pelo Som na Rural, comandada por Roger de Renor</p></div>
<p>Localizado no Centro do Recife, o Pátio de São Pedro será palco nesta sexta-feira (17), a partir das 18h, do encerramento das comemorações de 20 anos de existência da Revista Continente, editada pela Cepe. Com a participação do Som na Rural, comandada por Roger de Reno, a noite será embalada pela ciranda.</p>
<p><em>“Com essa celebração, que tem como motivação o lançamento da edição de dezembro da Continente, estamos juntos com o Som na Rural, nosso parceiro em vários momentos da nossa trajetória. Sendo um lugar histórico, belo, amplo, o Pátio de São Pedro combina com o espírito do Som na Rural, cujos princípios motivam a gente”</em>, afirma a jornalista e editora da revista, Adriana Dória Matos. O evento &#8220;Cirandas do Pátio com Som na Rural&#8221; terá como atrações a Ciranda Mimosa (18h30) e Adiel Luna e a Mimosa da Mata (19h30).</p>
<p>A edição de dezembro ( #252) traz como brinde a revista “Na estrada com o Som na Rural &#8211; Uma aventura Indo e Voltando”, publicação especial produzida com base no projeto &#8220;Indo e Voltando – Expedição Som na Rural 10 anos&#8221;, informa Adriana Dória Matos. Por meio de entrevistas, reportagens e perfis, a jornalista e colaboradora da Continente Erika Muniz conta aos leitores a experiência de acompanhar o projeto, que circulou por nove cidades do Estado, do Litoral ao Sertão, para registar em audiovisuais manifestações da cultura pernambucana contemporânea e de tradição.</p>
<p>Roger de Renor e Nilton Pereira (fundadores do Som na Rural), a equipe de apoio da dupla e a famosa Rural Willys são os guias nessa estrada, repleta de personagens importantes do maracatu rural, do circo, do coco de roda, da ciranda, da poesia, do patrimônio material e imaterial presente em todo o Estado. Também participam da produção do encarte “Na estrada com o Som na Rural &#8211; Um aventura Indo e Voltando” as ilustradoras Hallina Beltrão e Karina Freitas e o ilustrador Filipe Aca.</p>
<p><em>“Iniciamos esse projeto editorial em 2019, quando acompanhamos as viagens do Som na Rural. Adiamos a publicação para 2021 por causa da pandemia. Agora, num momento mais seguro para todos por conta da vacinação, sentimos que é a hora de celebrar esses 20 anos num evento presencial”</em>, destaca Adriana Dória Matos. Além do encarte &#8211; que vem com um brinquedo, uma miniatura da Rural para ser cortada e montada -, a Continente de dezembro oferece outro presente aos leitores: um pôster assinado por Laís Domingues. <em>“A artista visual criou o desenho bordado a partir do tema da reportagem especial da edição 252: a volta do Brasil ao mapa da fome, um assunto sobre o qual não temos nada a celebrar”</em>, afirma Adriana Dória Matos.</p>
<p>No Pátio de São Pedro, a revista estará à venda na mala da Rural Willys do Som na Rural, numa ação organizada pelas equipes de Marketing e Comercial da Cepe com os integrantes do projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festa de comemoração dos 20 anos da revista Continente<br />
Quando: 17 de dezembro de 2021 (sexta-feira), das 18h às 20h30<br />
Onde: Pátio de São Pedro (Bairro de Santo Antônio, Centro do Recife)<br />
Evento aberto ao público<br />
Preço da revista: R$ 15 (edição de dezembro #252 + encarte Som na Rural + pôster + brinquedo corte e monte) e R$ 25 (Combo Edição #252 + Edição #222 de junho/2019)</p>
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		<title>Revista Continente: 20 anos de resistência cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 13:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[revista continente]]></category>

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		<description><![CDATA[Em dezembro de 2000, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançava no mercado a Revista Continente. Elegante, páginas coloridas e sempre dedicada à defesa da cultura, a Continente completa 20 anos em dezembro de 2020 como uma das revistas mais antigas em atividade no Brasil, nesse gênero. Do número zero, com capa dedicada ao artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80758" aria-labelledby="figcaption_attachment_80758" class="wp-caption img-width-355 alignnone" style="width: 355px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/abre-20-anos_OK.jpg"><img class="size-medium wp-image-80758" alt="Revista Continente" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/abre-20-anos_OK-355x486.jpg" width="355" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Continente completa 20 anos em dezembro de 2020 como uma das revistas mais antigas em atividade no Brasil</p></div>
<p dir="ltr">Em dezembro de 2000, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) lançava no mercado a <a href="https://www.revistacontinente.com.br/" target="_blank"><strong>Revista Continente</strong></a>. Elegante, páginas coloridas e sempre dedicada à defesa da cultura, a Continente completa 20 anos em dezembro de 2020 como uma das revistas mais antigas em atividade no Brasil, nesse gênero. Do número zero, com capa dedicada ao artista plástico João Câmara, à edição de número 240, que aborda a resistência artística num País que desmonta sua política cultural, a Continente tem muitas histórias para contar.</p>
<p dir="ltr">“A revista é um projeto editorial importante da Cepe, uma publicação de jornalismo cultural com conteúdo e beleza”, afirma a jornalista Adriana Dória Matos, editora da Continente há 12 anos. Com 88 páginas, a publicação compartilha com os leitores assuntos contemporâneos relacionados ao campo da cultura, da arte e do comportamento, a partir de vários gêneros jornalísticos. “Adotamos um conceito amplo de cultura, incluindo fatores sociais, históricos e antropológicos, por isso trazemos para o debate questões que podem, a princípio, parecer tangenciais, como aquelas ligadas ao meio ambiente ”, explica a editora.</p>
<p dir="ltr">Se, nos primeiros anos, a Continente estava mais voltada a assuntos da produção artística e intelectual, com o passar do tempo, a publicação agregou à sua linha editorial assuntos inquietantes e que demandam engajamento, como o feminismo, o racismo, a LGBTfobia e também temas da política cultural. Algumas capas da revista trouxeram temas como a gordofobia, o suicídio, a Aids e discussões sobre o direito dos animais, a solidão, as fake news. “É uma revista que resiste às mudanças de governo nesses 20 anos e se mantém viva, isso é relevante para o Estado”, destaca a editora.</p>
<p dir="ltr">Em duas décadas, diz ela, a revista, que é custeada por uma empresa oficial de economia mista, passou por mudanças para se adaptar à realidade, sem perder a qualidade. “É imprescindível sermos elemento de motivação e de transformação, como revista de jornalismo cultural nós precisamos fazer parte do debate público”, pondera. A Continente tem investido nas artes gráficas e na criação de histórias em quadrinhos exclusivamente para a revista, além de preservar a seção para a publicação de cartuns.</p>
<p dir="ltr">Enxuta, a redação da Continente tem uma equipe composta pela editora Adriana Dória, a editora-assistente Mariana Oliveira, a editora de site e redes sociais Olívia Mindêlo, as especiais Débora Nascimento e Luciana Veras, o designer Janio Santos e o webdesigner Hugo Campos. O que alimenta e traz diversidade de conteúdos, visões de mundo e referências geográficas para a publicação é um elenco de colaboradores de diversos matizes, áreas de conhecimento e etnias. “É uma publicação cultural e reflexiva que tem grande potencial como ferramenta de educação, graças à perenidade e profundidade dos temas trazidos”, destaca Adriana Dória Matos.</p>
<p dir="ltr"><strong>ARTISTAS -</strong> Para celebrar o aniversário de 20 anos, a Continente convidou 12 artistas que vão criar pôsteres estimulados pela data festiva, sob temática livre. As obras serão encartadas nas edições de 2021, uma a cada mês, como um presente compartilhado com os leitores. No formato digital, a publicação traz a série comemorativa de vídeos Vivendo a arte, com depoimentos de diferentes artistas e agentes culturais do Brasil sobre vivências na arte e na cultura, informa a editora de site e redes sociais, Olívia Mindêlo.</p>
<p dir="ltr">A revista foi criada pelo jornalista Mario Helio Gomes de Lima, que batizou a publicação com o nome Continente e foi o primeiro editor, cargo que ocupou por dois anos e três meses. A proposta, diz ele, era fazer uma publicação “escancaradamente pernambucana, com a marca de Pernambuco, Estado cosmopolita desde sempre”, para agregar a cultura de maneira geral. O nome, explica, reflete essa diversidade e remete a um continente cultural. “O historiador Evaldo Cabral de Melo era colaborador, o jornalista e cineasta Kléber Mendonça Filho escrevia reportagens especiais e o livro História dos Sabores Pernambucanos, de Maria Lecticia Monteiro Cavalcanti, nasceu da coluna que ela assinava na Continente”, recorda Mario Helio. “Todos os colaboradores eram remunerados, esse é um mérito da Cepe desde o início, a valorização do trabalho intelectual.”  A revista também teve como editores os jornalistas Homero Fonseca e Marco Polo Guimarães.</p>
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		<title>Revista Continente lança uma HQ sobre o artista norte-americano Basquiat</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 19:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Adriana Dória Matos]]></category>
		<category><![CDATA[basquiat por ele mesmo]]></category>
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		<category><![CDATA[Raul Souza]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 22 de dezembro de 2020, o artista norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988) faria 60 anos. Para comemorar a data, a Revista Continente, editada pela Cepe, traz nesta edição de novembro uma HQ de dez páginas sobre a vida do artista, com texto da editora da revista, Adriana Dória Matos, e ilustrações de Raul Souza. Este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80152" aria-labelledby="figcaption_attachment_80152" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raul Souza/Ilustração</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza.jpg"><img class="size-medium wp-image-80152" alt="Raul Souza/Ilustração " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A HQ sobre Basquiat marca o retorno impresso da revista</p></div>
<p>Em 22 de dezembro de 2020, o artista norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988) faria 60 anos. Para comemorar a data, a Revista Continente, editada pela Cepe, traz nesta edição de novembro uma HQ de dez páginas sobre a vida do artista, com texto da editora da revista, Adriana Dória Matos, e ilustrações de Raul Souza. Este número marca a volta da edição impressa da revista, que só estava saindo em versão digital devido à pandemia. A Continente, aliás, tem investido em HQs em várias edições. Em 2021, a revista prepara um coletânea das melhores histórias em quadrinhos para lançar em livro.</p>
<p>A HQ <strong>&#8220;Basquiat por ele mesmo&#8221;</strong> narrada em primeira pessoa conta um pouco da trajetória do artista que foi morar nas ruas de Nova York aos 17 anos, onde desenvolveu sua arte em grafitagens, postais, poesias e música. Frequentador dos clubes undergrounds que foram moda na época, como o CBGB, conheceu e ficou amigo de outros artistas, músicos e cineastas. Engolido pelo mercado de arte comandado por brancos, se viu vítima do racismo estrutural ao se tornar objeto de consumo, o que o levou ao vício em heroína e à morte precoce, aos 27 anos. Saiba mais <a href="https://www.revistacontinente.com.br/edicoes/239/basquiat-por-ele-mesmo" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Cepe faz live para celebrar o cinema brasileiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-faz-live-para-celebrar-o-cinema-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 14:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<description><![CDATA[A pandemia causada pelo novo coronavírus e a atual política de restrição e liberação de verbas impostas pelo governo federal à Agência Nacional do Cinema (Ancine) praticamente paralisaram um dos setores que mais cresceu na economia brasileira nos últimos dez anos: o cinema brasileiro. Já que o calendário reserva o dia 19 de junho para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77409" aria-labelledby="figcaption_attachment_77409" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/camilo-cavalcante-andre-dib-cinema-brasileiro-cepe-live.jpg"><img class="size-medium wp-image-77409" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/camilo-cavalcante-andre-dib-cinema-brasileiro-cepe-live-607x437.jpg" width="607" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Camilo Cavalcante e André Dib participarão de um bate-papo mediado pela repórter Débora Nascimento (Revista Continente)</p></div>
<p>A pandemia causada pelo novo coronavírus e a atual política de restrição e liberação de verbas impostas pelo governo federal à Agência Nacional do Cinema (Ancine) praticamente paralisaram um dos setores que mais cresceu na economia brasileira nos últimos dez anos: o cinema brasileiro. Já que o calendário reserva o dia 19 de junho para celebrar o audiovisual do país, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) fará a live Uma conversa sobre o cinema nacional, para tratar tanto sobre a situação atual do cinema nacional como também sobre sua história &#8211; que a Cepe tem ajudado a preservar editando e publicando obras como <strong>Antologia da crítica pernambucana &#8211; Discursos sobre cinema na imprensa (1924-1948)</strong>, organizado pelo jornalista e crítico André Dib e pela realizadora Gabi Saegesser, e<strong> História da Eternidade</strong>, do diretor, produtor e roteirista Camilo Cavalcante.  André e Camilo participarão do bate-papo sobre cinema e literatura mediado pela repórter especial da Revista Continente, Débora Nascimento, às 17h30, no canal da Cepe no Youtube (<strong><a href="https://bit.ly/LiveCepeCinema" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/LiveCepeCinema&amp;source=gmail&amp;ust=1592658672871000&amp;usg=AFQjCNEZImmwiQZeju-VndiKwcbUb1r4ZA">bit.ly/LiveCepeCinema</a></strong><wbr />).</p>
<p>Débora ressalta que está sendo um ano especialmente difícil para o cinema nacional e internacional devido à pandemia. <em>“São perdas de bilhões para o mercado cinematográfico por causa dos cinemas fechados, estreias adiadas, canceladas ou remanejadas para plataformas de streaming”</em>, pontua a jornalista da Continente. <em>“Estávamos em um momento crescente de alimentação da cadeia produtiva cinematográfica quando começou o desmonte da Ancine ainda no Governo Temer. Agora nem recursos de projetos que já foram contemplados estão sendo liberados”</em>, lamenta Camilo, recordando que uma crise dessa magnitude não ocorria no cinema nacional desde o Governo Collor, nos anos 1990, quando foi extinta a Empresa Brasileira de Filmes (Embrafilmes).<em> “Por causa disso muitos profissionais do audiovisual migraram temporariamente para as produções destinadas à publicidade como forma de sobrevivência”</em>, recorda o realizador.</p>
<p>Mas agora a pandemia afetou a todos. <em>“É essencial que o setor audiovisual volte a se movimentar, com apoio governamental. Isso terá impactos positivos na cultura, na imagem interna e externa do país, como também na economia, mantendo milhares de empregos”</em>, analisa Débora. <em>“A curto prazo não vejo solução. A não ser quando os editais da Ancine começarem a ser liberados e a iniciativa privada também voltar a apoiar essa cadeia que gera tanto emprego e renda”</em>, espera Camilo, vencedor de 27 prêmios em festivais no Brasil e no exterior pelo seu <strong>História da Eternidade (2014)</strong>.  Filmado em 2012 em Santa Fé, Distrito de Pau Ferro, Sertão de Pernambuco, o filme conta a história de três mulheres: a adolescente Alfonsina (interpretada por Débora Ingrid) cujo maior desejo é conhecer o mar; Querência, de 40 anos (vivida por Marcélia Cartaxo), que enterra o filho e o amor, logo na primeira cena; e a idosa Das Dores (Zezita Matos) que reprime a sexualidade com devoção cristã.</p>
<p>Já <strong>Antologia da Crítica Pernambucana &#8211; Discursos sobre cinema na imprensa (1924-1948)</strong> é uma pesquisa sobre a maneira como a imprensa pernambucana escrevia sobre cinema na primeira metade do século passado. O objetivo, segundo os organizadores, é tornar acessível ao leitor um panorama dos principais autores e ideias, e mergulhar no imaginário e nas formas de pensar cinema em Pernambuco na primeira metade do século XX.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>HISTÓRIA</strong></span><br />
Em 19 de junho de 1898 foram feitas as primeiras imagens cinematográficas no Brasil. O autor da proeza foi o italiano Afonso Segreto. Carregando consigo um cinematógrafo, ele embarcou no navio Brésil, que fez o trajeto de Bordeaux, na França, até o Rio de Janeiro. Antes de desembarcar, Segreto registrou sua chegada e, de quebra a Baía de Guanabara.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live Uma conversa sobre o cinema nacional<br />
Quando: 19 de junho, às 17h30<br />
Endereço: Canal da Cepe no Youtube (<a href="https://bit.ly/LiveCepeCinema" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/LiveCepeCinema&amp;source=gmail&amp;ust=1592658672871000&amp;usg=AFQjCNEZImmwiQZeju-VndiKwcbUb1r4ZA"><strong>bit.ly/LiveCepeCinema</strong></a>)</p>
<p><wbr /></p>
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		<title>Revista Continente lança podcast em comemoração aos 20 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 12:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[revista continente]]></category>
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		<description><![CDATA[A Revista Continente, editada pela Cepe, lança seu podcast Trópicos, nesta quarta-feira (29). O programa, que será quinzenal, faz parte da celebração dos 20 anos da publicação, completados este mês. “A ideia é que a programação traga formatos diversos, com comentários, debates, entrevistas, histórias. Queremos experimentar de tudo”, diz a editora-assistente da Revista, Mariana Oliveira. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74864" aria-labelledby="figcaption_attachment_74864" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Capa-Trópicos.png"><img class="size-medium wp-image-74864" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Capa-Trópicos-486x486.png" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Programa, que será quinzenal, faz parte da celebração dos 20 anos da publicação, completados este</p></div>
<p>A Revista Continente, editada pela Cepe, lança seu podcast Trópicos, nesta quarta-feira (29). O programa, que será quinzenal, faz parte da celebração dos 20 anos da publicação, completados este mês. “A ideia é que a programação traga formatos diversos, com comentários, debates, entrevistas, histórias. Queremos experimentar de tudo”, diz a editora-assistente da Revista, Mariana Oliveira. “O podcast é mais uma ferramenta para oferecer conteúdo de qualidade, com a mesma linha editorial da revista”, completa a editora da Continente on-line e das redes sociais Olívia Mindêlo.</p>
<p>Os programas terão em média 40 minutos e estarão disponíveis através das principais plataformas de streaming de áudio &#8211; Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts, Castbox, Breaker, Pocket casts, Radio public e Stitcher. O Trópicos piloto discute o jornalismo cultural e a trajetória da própria revista nesses 20 anos, com toda a equipe de conteúdo: além de Mariana e Olívia, participam a editora Adriana Dória, e as repórteres especiais Luciana Veras e Débora Nascimento.</p>
<p>Há ainda depoimentos de jornalistas, artistas e formadores de opinião locais, como o cineasta Lírio Ferreira, o músico e jornalista Marco Polo, a jornalista Michelle Assumpção, e o produtor Roger de Renor que estiveram presentes na festa de lançamento do livro 30 entrevistas da Revista Continente, em novembro do ano passado.</p>
<p>A segunda edição de Trópicos sairá extraordinariamente no dia 5 de fevereiro por causa do Oscar. A proposta é comentar os filmes indicados e analisar o que significa a indicação do longa brasileiro Democracia em Vertigem à categoria de Melhor Documentário. “Comentamos também a própria relevância das discussões em torno do Oscar, que mexe com a cultura pop, é um catalisador de mercado”, revela Luciana Veras, que comanda esta edição ao lado de Débora Nascimento. “Também falaremos da ausência de Bacurau (Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles) na disputa”, complementa Luciana.</p>
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		<title>Livro celebra 20 anos da Revista Continente com seleção de entrevistas</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 19:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[revista continente]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicação de fundamental importância para a cultura brasileira, a Revista Continente completa, em janeiro, 30 anos de cobertura de temas relacionados à arte, à política e à filosofia sob a ótica cultural. Para comemorar a efeméride, o periódico da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) será presenteado com o livro “30 entrevistas da revista Continente”, organizado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72964" aria-labelledby="figcaption_attachment_72964" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/30-entrevistas_Continente-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-72964" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/30-entrevistas_Continente-1-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">Publicação traz 30 entrevistas em homenagem aos 30 anos da Revista Continente</p></div>
<p>Publicação de fundamental importância para a cultura brasileira, a Revista Continente completa, em janeiro, 30 anos de cobertura de temas relacionados à arte, à política e à filosofia sob a ótica cultural. Para comemorar a efeméride, o periódico da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) será presenteado com o livro “30 entrevistas da revista Continente”, organizado pela editora da magazine, Adriana Dória Matos. O lançamento será no dia 20 de novembro, das 19h às 22h, na Ursa Bar e Comedoria, no Espinheiro.</p>
<p>A obra traz entrevistas realizadas em estilo pingue-pongue, como é chamado no jargão jornalista o formato de perguntas e respostas. O livro inaugura novo selo de coletâneas da Continente a serem lançados no mercado editorial daqui por diante. Para Adriana, a escolha desse tipo de entrevista foi a maneira mais indicada para revisitar a publicação nos últimos dez anos, e fazer as pessoas pensarem o contemporâneo.</p>
<p>“O leitor se sente mais próximo do entrevistado pois a interferência do editor nas respostas é mínima, já que a entrevista é gravada”, justifica Adriana. E presencial, na maioria das vezes, para que haja o encontro físico, olho no olho, entre entrevistador e entrevistado. “É um encontro em que há doação de ambas as partes”, define Adriana.</p>
<p>O recorte das entrevistas publicadas entre setembro de 2009 e julho de 2019 também faz todo sentido. “Escolhemos esse recorte de uma década porque foi em 2009 que a Continente passou por mudanças editoriais e gráficas significativas”, explica a editora, que as dispôs em ordem cronológica.</p>
<p>As 30 entrevistas selecionadas e agrupadas em 197 páginas satisfazem critérios não apenas relativos à importância biográfica do entrevistado e da entrevistada no tocante à sua atuação social ou cultural desenvolvida. “São nomes de relevância que têm em comum a postura crítica diante de fatos de repercussão nacional e internacional, como as desigualdades sociais e de gênero e as migrações, além de discussões sobre temas contemporâneos como capitalismo, pós-modernidade, globalização e memória”, diz Adriana na apresentação do livro.</p>
<p>Textos de sociólogos, antropólogos, cineastas, músicos, fotógrafos e estilistas são atemporais, “ao mesmo tempo em que espelham uma época”, resume a editora. As entrevistas são assinadas por colaboradores e repórteres da Continente. O mesmo vale para as fotografias &#8211; muitas delas de agência, quando a entrevista não foi presencial -, assinadas por colaboradores como Hélia Scheppa, Breno Laprovitera, Ricardo Labastier, Walda Marques, Marcelo Soares e Jennifer Glass.</p>
<p><b>DEGUSTAÇÃO</b></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trecho de entrevista com o sociólogo Renato Ortiz realizada por Gianni Paula de Melo e publicada em janeiro de 2011:</span></p>
<p><b>Quais as consequências dos atentados terroristas nos EUA que são possíveis de se perceber ainda hoje? Como isso afetou a identidade da nação com maior poder belicista do mundo?</b></p>
<p><i>Eu não acho que o atentado do 11 de setembro constitua marco de nada. Aquele foi um evento que repercutiu muito porque os Estados Unidos perceberam que fazem parte do mundo. Agora, não foi um divisor de momentos, porque o terrorismo já existia antes. O principal desse fato foi a tomada de consciência de que os ataques terroristas agora vão além da dimensão local, devido às transformações tecnológicas, porque você tem possibilidade de conexão, deslocamento e instrumento bélico disponível. Para os americanos, isso talvez tenha sido um marco. Para o mundo, não; não é a história do mundo(&#8230;)</i></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trecho de entrevista com a fotógrafa suíça naturalizada brasileira Claudia Andujar realizada por Paulo Carvalho e publicada em agosto de 2013:</span></p>
<p><b>Seu trabalho com os yanomami é artístico e político. Gostaria de falar um pouco sobre a exposição Marcados, que veio ao Recife?</b></p>
<p>Marcados<b><i> </i></b><i>veio mais tarde. Durante a minha estada lá, foi construída a Rodovia Perimetral Norte. Foi uma invasão do território yanomami, com desmatamento e construção da estrada. Os índios sofreram muito. Entraram em contato com doenças desconhecidas. Aldeias inteiras sumiram.<b> </b>Fiquei muito tocada, tanto que, em 1977, quando fui expulsa da área pelo governo, fiquei desesperada. Juntei-me a uma organização em São Paulo, chamada Fundação Pró-Índio, formada por antropólogos, cientistas, índios e pessoas que lutavam por suas causas. Eles me perguntaram se eu concordava com a criação de uma ONG que pudesse lutar pela defesa da terra, da vida e da cultura dos yanomami. Dediquei-me a esse trabalho, que resultou no reconhecimento da terra indígena, em 1992 (&#8230;)</i></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trecho de entrevista com o escritor e artista visual francês Camille de Toledo realizada por Olívia Mindêlo e publicada em fevereiro de 2017:</span></p>
<p><b>Qual o diagnóstico que poderia fazer da Europa, atualmente, um homem de origem</b></p>
<p><b>judaico-espanhola, morando em Berlim?</b></p>
<p><i>Você diz que eu sou um “homem”. Eu não estou tão certo disso assim. Me acontece com mais frequência de eu pensar que sou uma árvore, uma planta, ou uma mulher, ou qualquer coisa que esteja a meio caminho entre várias espécies, várias línguas, várias culturas. E essa entidade estranha que sou lhe dirá que é preciso sempre – quando se fala da coisa chamada “Europa” – distinguir dois mundos. Há a Europa dos poetas, dos pensadores, dos escritores, dos artistas, que é a que Jorge Luis Borges e (Stefan) Zweig compartilhavam, uma Europa que sempre repousou sobre o tríptico da migração, da tradução e da hibridação. Essa “Europa” é a que atravessa o tempo, que é compartilhada e que foi usada pelos poderes e pelas nações para dominar e conquistar o mundo asiático, o africano, e o sul-americano, mas que permanece sempre, de fato, como um contraponto, uma Europa criadora, menor, de exilados e de vencidos – aquela que eu chamo igualmente de Europa benjaminiana –, que deve sua riqueza a cruzamentos entre o mundo judeu, o muçulmano, e o cristão, entre os tempos pagãos e os tempos monoteístas. Essa Europa sabe que não há nada de “limpo” na Europa, que não existe “essência europeia”. Se observarmos a circulação de ideias, de textos que vão formar a “modernidade”, cairemos sempre no que eu chamo de “experiência vertiginosa”, a ideia de que não há origem, de que tudo nasce da mistura, do cruzamento, da superposição de vários scripts (&#8230;)</i></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Trecho de entrevista de Djamila Ribeiro realizada por Christiane Gomes e publicada em julho de 2018:</span></p>
<p><b>Você tem um intenso ativismo nas redes sociais, o que contraria um pouco a superficialidade desses espaços. Como fruto disso, você tem transitado no meio ativista, seja acadêmico ou das bases, ao mesmo tempo em que está próxima de um ambiente mais mainstream, próxima a atrizes globais e meios de comunicação massivos. Como você se sente, com relação a esse trânsito entre realidades diferentes: em um dia estar num encontro com atrizes globais e, no outro, palestrando para jovens periféricos de São Paulo, por exemplo?</b></p>
<p><i>Acredito que é importante transitar em vários espaços. Minha formação autônoma não me determinou. Furar a bolha é estratégia. Sou militante e meu compromisso é com as mulheres da ponta, de tentar fazer produções acessíveis para essas pessoas. Mas, ao mesmo tempo, entendo que, se eu não estiver em certos lugares, não furo o bloqueio que nos é imposto. É necessário comunicar de uma maneira mais ampla e, às vezes, a militância peca nesse sentido, pois, ao ficar restrita, não entende que a Dona Maria que mora na Ilha do Combú, no Pará, não tem internet, mas tem antena parabólica, e que ela vai ligar a televisão e assistir a algo sobre um tema que ela nunca ouviu falar, mas que pode provocar nela uma reflexão. Infelizmente, esse tipo de debate que eu faço não circula nas escolas. Por isso, para mim, é estratégico que as pessoas tenham minimamente um acesso aos discursos que desenvolvo. A resposta que tenho quando participo de programas massivos, por exemplo, é muito absurda (&#8230;)</i></p>
<p><b>Serviço</b><br />
Lançamento do livro “30 entrevistas da revista Continente”<br />
Quarta-feira, 20 de novembro, 19h às 22h<br />
Usar Bar e Comedoria (Rua Carneiro Vilela, 30, Espinheiro)</p>
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		<title>&#8220;Encontro Poesia, Corpo e Protesto&#8221; movimenta a Torre Malakoff neste domingo (20)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2018 14:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff sedia neste domingo (20), às 16h, o Encontro Poesia, Corpo e Protesto. Com declamação e performance das poetas Patricia Naia, Bione, Bell Puã, Adelaide Santos, Joy Thamires, LuNa Vitrolira, e dos poetas Gleison Luiz Nascimento, David Henrique, Tenório Pierre e Philippe Wollney, o evento é um desdobramento da reportagem de capa da Continente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60718" aria-labelledby="figcaption_attachment_60718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Encontro-Poesia-Corpo-e-Protesto-Revista-Continente-Torre-Malakoff.jpg"><img class="size-medium wp-image-60718" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Encontro-Poesia-Corpo-e-Protesto-Revista-Continente-Torre-Malakoff-607x449.jpg" width="607" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Bell Puã, Gleison Nascimento, Philippe Wollney e LuNa Vitrolira são alguns dos convidados do &#8220;Encontro Poesia, Corpo e Protesto&#8221;</p></div>
<p>A Torre Malakoff sedia neste domingo (20), às 16h, o <strong>Encontro Poesia, Corpo e Protesto</strong>. Com declamação e performance das poetas Patricia Naia, Bione, Bell Puã, Adelaide Santos, Joy Thamires, LuNa Vitrolira, e dos poetas Gleison Luiz Nascimento, David Henrique, Tenório Pierre e Philippe Wollney, o evento é um desdobramento da reportagem de capa da <a href="https://www.revistacontinente.com.br/edicoes/209/a-poesia-do-corpo" target="_blank"><strong>Continente #209 (maio/2018)</strong></a>, que, do Recife ao Pajeú, apresenta uma nova geração de poetas declamadores que instiga debates contemporâneos a partir da oralidade e da web. O Som na Rural  também marcará presença no encontro, que tem acesso gratuito.</p>
<p>Antes disso, porém, confira um pouco da performance das poetas Bell Puã e Bione:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zu2Ij_ypkQw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MetRblHR9mo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encontro Poesia, Corpo e Protesto<br />
Quando: domingo (20), às 16h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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