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	<title>Portal Cultura PE &#187; Rio de Janeiro</title>
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		<title>Tomica, um menino engenhoso, abre série de livros infantis da Cepe</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 18:19:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115545" aria-labelledby="figcaption_attachment_115545" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar.jpg"><img class="size-medium wp-image-115545" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-E-o-hotel-de-passarinhos_04-05-copiar-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>Preste atenção nesta palavra: Tomica. Ela é sinônimo de criança cuja criatividade para solucionar desafios não tem limites e é também o título de uma série de livros infantis que a Cepe Editora publica, a partir deste ano, com a escritora carioca Ana Carla Cozendey. Os dois primeiros volumes, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, são lançados neste sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, e têm ilustrações de Kaká Leal, que deu vida ao personagem.</p>
<p>No primeiro volume, <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em>, as crianças são apresentadas a um menino cheio de invenções que resolve escrever um livro, mas não sabe bem por onde começar. Depois de muito pensar Tomica decide construir uma armadilha de ideias e é aí que as aventuras do personagem correm soltas. Para montar a engenhoca de captura reuniu tudo o que estivesse a seu alcance – de carrinho, caixa de sapato, garrafa de plástico e bola de tênis a palito de picolé, rolha, dominó e papel higiênico.</p>
<p>O segundo livro da série, <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em>, introduz amigos e amigas do protagonista que são tão criativos quanto ele. Nesse volume Tomica quer os passarinhos por perto, mas sabe que prender os bichinhos não é uma boa ideia. “Como em qualquer grupo, são personalidades diferentes e cada um contribui de sua forma. As histórias são do ponto de vista de Tomica, mas ele é mais um catalizador do que um líder. E nem sempre a solução de um desafio vem dele, como o hotel, que é uma ideia da Marcinha”, diz Ana Carla Cozendey.</p>
<div id="attachment_115546" aria-labelledby="figcaption_attachment_115546" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Leal/Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK.jpg"><img class="size-medium wp-image-115546" alt="Kaká Leal/Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/TOMICA-O-caçador-de-ideias_04-05OK-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Tomica</p></div>
<p>“Tomica aprendeu muita coisa com meu filho, mas eles são duas pessoas diferentes, apesar de terem o mesmo nome”, declara a escritora, ao falar de que veio a inspiração para os livros. “A verdade é que Tomica é um dos apelidos que uso para meu filho. O nome pipocou junto com a primeira história. Depois achei que era ótimo para a série. Como o tema base da série é a criatividade, claro que o personagem principal é curioso, entusiasmado e não tem medo de experimentar”, explica.</p>
<p>O protagonista é um garoto que não para. Por isso, quando está quieto, alguma coisa está arquitetando. Ana Carla já tem prontas várias histórias para compor a série. “O fio que as liga é a criatividade das crianças na solução de desafios, coisa que me encanta”, diz ela. “Venho escrevendo essas histórias já há algum tempo. É sempre uma mistura e, salpicadas nessa mistura, há algumas experiências do Tomica aqui de casa. “<em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> não foi o primeiro a ser escrito. Ele veio depois, especialmente para apresentar o personagem”, acrescenta.</p>
<p>Autora principalmente de títulos infantis, Ana Carla já havia publicado <em>O Risco e o Fio</em>, escolhido pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e distribuído para colégios de todo o Brasil. “Torço para que as crianças percebam, junto com o Tomica, que existem muitas maneiras diferentes de olhar para as coisas. E que fiquem também com vontade de inventar”, diz a autoray. Os livros têm 32 páginas cada um.</p>
<p>“Temos dado bastante atenção aos livros infantojuvenis de nosso catálogo, diversificando nossa rede de colaboradores de ilustração e amplificando a participação da editora na formação de novos leitores. Tomica surge nesse contexto e é a primeira vez que a Cepe publica uma série focada em um personagem infantil. Nós já tínhamos a experiência de <em>Feiticeiros de Acbar</em>, uma narrativa de aventura voltada para um leitor jovem. No entanto, agora promovemos essa outra experiência de leitura na qual a criança pode acompanhar várias situações vividas por um mesmo protagonista, que é muito imaginativo e ama inventar soluções engenhosas para situações cotidianas”, destaca a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<div id="attachment_115547" aria-labelledby="figcaption_attachment_115547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora.jpg"><img class="size-medium wp-image-115547" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Ana-foto-autora-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Ana Carla Cozendey</p></div>
<p><strong>AS AUTORAS –</strong> Nascida no Rio de Janeiro e residente na Inglaterra, Ana Carla Cozendey é escritora, arte-educadora e designer gráfica. Formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Esdi-Uerj), tem mestrado em história da arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-graduação em literatura infantil pela University of Roehampton, Inglaterra. Trabalhou com o Grupo Clãdestino de Arte e Educação e recentemente fundou em Southampton o Improbable Club – oficinas de criatividade. Kaká Leal mora no Recife, é ilustradora, formada em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pela Cepe Editora fez as ilustrações de <em>Conversa Frutífera</em> (2024), com textos de Clara Nogueira e Gilberto Clementino Neto.</p>
<div id="attachment_115548" aria-labelledby="figcaption_attachment_115548" class="wp-caption img-width-413 alignnone" style="width: 413px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024.jpg"><img class="size-medium wp-image-115548" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Kaká-Leal_2024-413x486.jpg" width="413" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Kaká Leal</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento dos livros <em>Tomica, o Caçador de Ideias</em> e <em>Tomica e o Hotel de Passarinhos</em> –</strong> <em>sábado (18), das 15h às 17h, na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, nº 316, bairro Botafogo, Rio de Janeiro). Preço: R$ 40 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115549" aria-labelledby="figcaption_attachment_115549" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115549" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-o-cacador-de-ideias-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica, o Caçador de Ideias</p></div>
<div id="attachment_115550" aria-labelledby="figcaption_attachment_115550" class="wp-caption img-width-411 alignnone" style="width: 411px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115550" alt="Cepe Editora" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Tomica-e-o-hotel-de-passarinhos-capa-411x486.jpg" width="411" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Tomica e o Hotel de Passarinhos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fotógrafo pernambucano Isaias Belo inaugura a mostra &#8220;Como uma Pedra&#8221; no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2023 14:52:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/990537c6-98a3-4974-bb4d-c7c39fe34125.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101229" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/990537c6-98a3-4974-bb4d-c7c39fe34125-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o fotógrafo pernambucano Isaias Belo inaugura, no próximo dia 28 de maio (domingo), a partir das 18h, a exposição <em>Como uma Pedra</em>, no Studio Rico, localizado na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro). Com curadoria do fotógrafo Mateus Sá, a mostra apresenta o resultado da documentação fotográfica realizada em 2006, quando o artista Francisco Brennand estava em processo de criação de sua escultura &#8220;Santa Imaculada Conceição&#8221;, obra de arte sacra. As imagens foram registradas com a técnica do Pinhole.</p>
<p>A exposição conta com 10 fotografias ampliadas em diferentes tamanhos, além de 15 fotografias no tamanho original no formato mosaico. O público também poderá conferir um catálogo da exposição e o livro do fotógrafo. A visitação do público em geral será de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h. A mostra ficará em cartaz até o dia 28 de junho de 2023.</p>
<p><strong>IDEALIZADOR -</strong> Isaias Belo é fotógrafo, artista visual, arte-educador e articulador ambiental. Iniciou seu percurso autoral no campo da imagem em 1999, envolvendo-se no estudo, ensino e desenvolvimento de processos criativos voltados para o campo das tecnologias alternativas em fotografia.</p>
<p>O fotógrafo instiga nas variações tonais da escala de cinza o diálogo com um imaginário que hora conecta seus interlocutores com a dimensão do idílico e do sonho, e hora os coloca com mais força diante do jogo de fragmentos do real, embaralhando estes referenciais em busca de uma perspectiva diferente.</p>
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		<title>Cepe lança ensaio crítico sobre Antonio Candido</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 15:06:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Contornos-humanos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100627" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Contornos-humanos-352x486.jpg" width="352" height="486" /></a></p>
<p>Considerado um dos maiores críticos literários do século XX, o sociólogo e professor universitário Antonio Candido (1918-2017) e sua prolífica obra são objetos de estudo da professora Anita Martins Rodrigues de Moraes (UFF). Ela assina o título <em>Contornos humanos: primitivos, rústicos e civilizados em Antonio Candido</em>, da Cepe Editora. O livro de 208 páginas reúne mais de uma década de pesquisa. O lançamento acontece nesta quarta-feira (19), às 17h, na Livraria Blooks de Niterói, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O objetivo da obra é analisar a teoria em que Candido defende a literatura como ferramenta de humanização do indivíduo. Para isso ela analisa cuidadosamente ensaios e livros do crítico. “Trata-se de atentar para os tipos humanos — o ‘primitivo’, o ‘rústico’, o ‘civilizado’ — que, em seus trabalhos, surgem associados a certas funções que a literatura poderia (ou deveria) desempenhar”, escreve Anita, explicando como se desenvolve este ensaio. “Discuto os pressupostos antropológicos etapistas de Antonio Candido e trato de sua concepção de obra literária”, escreve a professora de teoria da literatura. Em outra parte do livro, Anita investiga o diálogo de estudiosos das literaturas africana e de língua portuguesa com Candido, além de abordar como contraponto, os trabalhos de Luiz Costa Lima e a prosa do angolano Ruy Duarte de Carvalho (1941-2010). Neste último, ela explora a crítica ao chamado “paradigma humanista”.</p>
<p>Seria absurdo pensar que houvesse etapas a percorrer para o indivíduo se tornar mais ou menos humano. Não se trata disso. “Se a literatura humaniza as pessoas, o quão humanas eram as pessoas antes de terem contato com a literatura? Como também parece absurda a tese que a obra literária humanizava uma pessoa não humana, a descrição mais correta do que está em jogo quando falamos do poder de humanização parece ser outra: a ação pedagógica da literatura trabalharia com uma espécie de continuum da humanização, que iria de um humano mais primitivo e elementar a um humano mais sofisticado e civilizado”, escreve o prefaciador Alfredo Cesar Melo, professor de teoria literária da Unicamp.</p>
<p>Civilização essa que Candido associa a um distanciamento da natureza e dos povos originários &#8211; indígenas e africanos -, e aproximação com a industrialização e, portanto, com o ocidentalismo e o nacionalismo como instrumentos para defesa de uma sociedade igualitária, onde pobreza e primitivismo andariam de mãos dadas. Hoje em dia se sabe, no entanto, que o senso comum não enxerga igualdade social na civilização ocidental pós-industrializada. “Mesmo reconhecendo a barbárie na modernidade, é apenas nela que encontra civilização também; fora dela, Candido vê somente barbárie e primitivismo — isto é, a servidão do homem diante da natureza e das necessidades básicas do corpo”, critica a pesquisadora, que começou a estudar Antonio Candido sistematicamente em 2008, quando fez pós-doutorado na USP. Desde então a pesquisa sobre sua obra foi crescendo e resultou no livro Para além das palavras: Representação e realidade em Antonio Candido (Editora Unesp,2015), em que ela analisa o modo como o crítico teorizou o problema da representação da realidade.</p>
<p>Essa humanização estaria mais para, como escreve Anita, “superação de um estado de confusão: a literatura humaniza porque organiza, porque apresenta uma ‘proposta de sentido’. É então que noto ambivalência: por um lado, a condição trágica de homem absorvido por forças da natureza, submetido por elas, leva ao desejo de sua integração ao mundo civilizado, à cultura urbana, como forma de emancipação, de lhe proporcionar desenvolvimento mais pleno de suas potencialidades humanas (ou espirituais); por outro, essa mesma cultura urbana, em permanente contato com ‘influxo de civilização’ estrangeiro, pode descambar em produções incaracterísticas e em artificialismo, para o que a estabilidade interiorana, alcançada em bases indígenas, serviria como contrapeso”, analisa.</p>
<p>Porém não deveria ser a humanização pela literatura o pivô de discordâncias, e sim a ausência de discussões sobre a tradição progressista no Brasil, da qual Candido fez parte, como chama atenção Alfredo Cesar. “O ruído gerado por esse debate advém de um ambiente pouco propenso à discussão teórica e de seus pressupostos, além de parca reflexão sobre a tradição progressista no Brasil”. Até porque o nacionalismo de Candido sempre foi alvo de críticas ferrenhas. A proposta aqui é “analisar as bases do humanismo literário ocidentalizante de Antonio Candido”.</p>
<p>Anita enxerga que, para Antonio Candido, tanto a literatura como o humano se fazem por transfiguração, transcendência e superação. “Temos homens mais próximos da condição natural ou animal (os chamados ‘primitivos’ e ‘rústicos’) e aqueles que dela se distanciaram (os ‘civilizados’). Nessa produção paulatina do humano, a literatura — ‘primitiva’, ‘rústica’, ‘civilizada’ — parece desempenhar funções importantes, sendo que ela própria seria inicialmente rudimentar e colada à concretude, tornando-se gradativamente mais elaborada e livre. Da oralidade à escrita, do folclórico ao erudito, a literatura parece paulatinamente alçar a um nível superior, tornando-se capaz de transcender a realidade concreta e imediata”.</p>
<p>Ler Antonio Candido continua a ser essencial para a formação do pensamento literário. “É como se, com o conjunto de textos reunidos nestas páginas, Anita Martins Rodrigues de Moraes nos mostrasse não exatamente que é preciso continuar a ler Antonio Candido, mas que de certa forma ainda estamos começando a lê-lo. E assim o livro acaba sendo também a exposição de uma ética da leitura, que volta a ser uma aventura do pensamento associada ao risco e uma prática pela qual ainda é possível sentir entusiasmo”, escreve na orelha do livro o professor de teoria literária da USP Marcos Natali.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Contornos humanos: primitivos, rústicos e civilizados em Antonio Candido (Cepe Editora)<br />
Quando: 19 de abril de 2023 (quarta-feira), às 17h<br />
Onde: Livraria Blooks de Niterói (Av. Visconde do Rio Branco, 880 &#8211; São Domingos, Niterói &#8211; RJ)<br />
Preço: R$ 45 (livro impresso); R$ 18 (E-book)</p>
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		<title>Editado pela Cepe, &#8220;O Corpo Desvelado&#8221; será lançado no Recife e no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 18:28:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Recém-editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221; terá lançamentos no Rio de Janeiro e no Recife, com a presença da organizadora, Eliane Robert Moraes. O evento na capital pernambucana, no dia 3 de fevereiro, inclui uma aula aberta ao público conduzida por Eliane Robert, sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/O-corpo-desvelado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98608" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/O-corpo-desvelado-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p>Recém-editado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221; terá lançamentos no Rio de Janeiro e no Recife, com a presença da organizadora, Eliane Robert Moraes. O evento na capital pernambucana, no dia 3 de fevereiro, inclui uma aula aberta ao público conduzida por Eliane Robert, sobre a história dos contos eróticos nacionais. Será no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), das 17h às 20h.</p>
<p>O lançamento no Rio de Janeiro, na Livraria da Travessa, em Ipanema, prevê bate-papo entre Eliane Robert &#8211; crítica literária e professora na Universidade de São Paulo &#8211; e o escritor carioca Alberto Mussa, com mediação de Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe. A conversa na livraria está marcada para o dia 31 de janeiro (terça-feira), das 18h às 21h. Schneider também participará da aula com Eliane Robert na sede do Mepe, no Recife.</p>
<p>O &#8220;Corpo Desvelado&#8221; é a mais nova publicação do Selo Pernambuco da Cepe Editora e tem 598 páginas que passeiam da pornografia escancarada ao erotismo insinuado. O livro reúne 71 histórias de 63 autores consagrados, como Hilda Hilst e Nelson Rodrigues, e de uma geração mais nova, como Ana Paula Maia e José Falero. Custa R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book), já disponível em livrarias.</p>
<p>Logo na primeira frase do livro, Eliane Robert, intelectual conhecida pela produção sobre literatura erótica, provoca o leitor com um questionamento: <em>“O que se sabe do corpo erótico além daquilo que não se sabe?”</em>. E responde em seguida<em>: “O que se sabe desse corpo é, de fato, muito pouco. Tão pouco que o empenho em desvelá-lo atravessa as mais distantes paisagens e os mais remotos tempos, para se repor continuamente sem jamais encontrar termo. Talvez caiba afirmar até mesmo que, quanto mais se acumulam as inventivas para se constituir um saber sobre a vida sexual, mais e mais insondável ela permanece”</em>.</p>
<p>Para desvelar esse corpo por meio da literatura produzida nos últimos cem anos, ela selecionou textos de Sérgio Sant’Anna, Otto Lara Resende, Dalton Trevisan, Nivaldo Tenório, Ronaldo Correia de Brito, Lygia Fagundes Telles, Vilma Arêas, Helena T, Chrysanthème, Raduan Nassar, Olga Savary, Elvira Vigna, Veronica Stigger e Ferreira Gullar, dentre outros. O livro está dividido em nove tópicos, traz histórias narradas por 45 homens e 18 mulheres, sem seguir ordem cronológica, e apresenta autores que não são associados ao erotismo, como o crítico literário Silviano Santiago, com o seu insinuante Futebol Americano.</p>
<p>Os contos, ora picantes, ora cheios de volúpia, ora sensuais, dão vida a um homem obcecado por melancia (Vereda Tropical, Pedro Maia Soares), um aposentado que retorna ao lugar das primeiras ilusões em busca de um tempo perdido e irrecuperável (Viagem aos seios de Duília, Aníbal Machado), uma manicure incomparável (Gilda, Ivana Arruda Leite), uma mulher recatada à espera do carteiro (Obscenidades para uma dona de casa, Ignácio de Loyola Brandão), uma mãe numa animada aula de dança com um amigo do filho (Episódio coreográfico, Marques Rebelo).</p>
<p><em>“Em meio a um período de ascensão do fascismo e a uma pandemia em que o contato físico virou questão de vida ou morte, essa seleção de textos eróticos feita por Eliane Robert Moraes é um excelente exercício de reflexão. Robert Moraes lança luzes sobre zonas cinzentas da história da atrapalhada República brasileira ao observar como nossos autores trataram a questão do corpo. Além, claro, de &#8216;desmascarar&#8217; pornógrafos insuspeitos&#8221;</em>, declara Schneider Carpeggiani, jornalista e editor do Pernambuco, jornal literário da Cepe.</p>
<p>“O corpo desvelado&#8221; faz par com outro livro, lançado em 2018 também pela Cepe Editora sob o título O corpo descoberto – Contos eróticos brasileiros (1852-1922). Considerados lado a lado, os dois volumes compõem uma Antologia do conto erótico brasileiro, que cobre 170 anos da literatura do país no período que vai de 1852 a 2022”, informa ao leitor a nota editorial publicada no início da obra.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>1º Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221;, num bate-papo entre Eliane Robert e Alberto Mussa, com mediação de Schneider Carpeggiani<br />
Quando: 31 de janeiro de 2023 (terça-feira), das 18h às 21h<br />
Local: Livraria da Travessa (Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro/RJ)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">2º Serviço</span></strong><br />
Lançamento do livro &#8220;O Corpo Desvelado &#8211; Contos Eróticos Brasileiros (1922-2022)&#8221;, com aula aberta de Eliane Robert e participação de Schneider Carpeggiani<br />
Quando: 3 de fevereiro de 2023 (sexta-feira), das 17h às 20h<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Mepe (Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Zona Norte do Recife)<br />
Preço: R$ 90 (impresso) e R$ 32 (e-book)</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, mulheres repentistas do Sertão do Pajeú apresentam-se no RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 13:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60277" aria-labelledby="figcaption_attachment_60277" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-60277" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto será mediado pela escritora pernambucana Luna Vitrolira</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (14), a partir das 16h, o Rio de Janeiro, através da FLUP (Festa Literária das periferias&#8221;, recebe o espetáculo “Mulheres de Repente”. A apresentação acontece no Museu de Arte do Rio, localizado no centro, próximo à praça Mauá, com participação e mediação da multiartista pernambucana Luna Vitrolira. As glosadoras, como são chamadas as artistas dessa modalidade que estarão no evento, trarão uma parte do Sertão do Pajeú para a capital carioca, destacando o protagonismo da nova geração de mulheres improvisadoras. A circulação do espetáculo conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A programação da FLUP acontece entre os dias 11 e 18 de fevereiro, em homenagem à Semana de 22. Na segunda-feira (14), às 16h o espaço recebe a Mesa de Glosas: Mulheres de Repente, que contará com a participação de Elenilda Amaral (Afogados da Ingazeira), Francisca Araújo (Iguaracy), Milene Augusto (Solidão) e Thaynnara Queiróz (Afogados da Ingazeira), Todas sob coordenação de Luna Vitrolira e produção executiva de Taciana Enes.</p>
<p>A Mesa de Glosas é uma modalidade de poesia de improviso criada no Sertão do Pajeú e apresenta esquema rígido de funcionamento, a partir de métrica<br />
<em>&#8220;Os poemas são improvisados em décimas, a partir de motes elaborados por mim, enquanto mediadora, e revelados apenas na hora da glosa para as poetas. Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”</em>, explica Luna Vitrolira.</p>
<p>A ideia é promover, no centro da capital carioca, uma vivência literária com diferentes poetas pernambucanas, valorizando a cadeia criativa local do Sertão do Pajeú, incentivando o intercâmbio de artistas da região para o Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>“Os debates atuais acerca das questões de gênero na literatura brasileira questionam o número de autoras, considerado menor do que de autores que atuam no cenário contemporâneo. Quando pensamos no universo da literatura popular e mais especificamente o repente, durante muito tempo, foi reproduzido o discurso de que não existiam mulheres improvisadoras, cantadoras, glosadoras; na verdade, as poucas eram consideradas exceções, visto que essas eram atividades julgadas como masculinas, por serem realizadas majoritariamente por homens em ambientes noturnos de boemia”</em>, destaca Luna Vitrolira ao falar da idealização do projeto.</p>
<p>Ainda de acordo com ela o caminho em busca de maior espaço no campo literário pelas mulheres é parte do esforço da luta por voz e pelo direito de ocupação de territórios também artísticos. <em>“Esse é o caso das mulheres improvisadoras do Sertão do Pajeú que veem cada vez mais se destacando nas mesas. Mulheres de Repente é um projeto que pretende, portanto, ir de encontro, na prática, aos discursos que tiraram das mulheres, durante muito tempo no sertão, o direito de exercerem sua sensibilidade e criatividade poética no improviso. Nesta edição participarão quatro poetas glosadoras da nova geração que se destacam nessa modalidade, como uma forma de apoiar e incentivar o surgimento de novas vozes no improviso, poetas que darão continuidade a essa tradição”</em>, destacou.</p>
<p>Dada a importância desse gênero da literatura oral para a identidade poética pernambucana e para a cena artística nacional, o projeto se apresenta como uma prática de resistência, manutenção e valorização da memória cultural e poética do sertão do Pajeú, também como uma forma de contribuir para difusão dessa tradição, visando expandir, divulgar e promover a poesia de improviso fora do Estado de Pernambuco para que seja conhecida e valorizada no país.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Luna Vitrolira</strong></span><br />
Pernambucana, 29 anos, é autora do livro &#8220;Aquenda &#8211; o amor às vezes é isso&#8221;, finalista do prêmio Jabuti 2019, que se transformou em projeto transmídia, com o qual estreou na literatura, na música e no cinema, recebendo destaque na crítica nacional. Luna é escritora, poeta, cantora, performer, apresentadora, palestrante, pesquisadora, licenciada em Letras e Mestra em Teoria da Literatura, pela UFPE. Desenvolve pesquisa acadêmica com ênfase em poética das vozes e poesia de improviso. É também idealizadora dos projetos “Estados em Poesia”, “De repente uma Glosa” e “Mulheres de Repente. Luna Vitrolira está representando o Estado de Pernambuco na Exposição FALARES do Museu da Língua Portuguesa, ao lado de Lia de Itamaracá e Miró da Muribeca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;Mulheres de Repente&#8221;<br />
Quando: 14 de fevereiro de 2022 (segunda-feira), às 16h<br />
Onde: Museu de Arte do Rio, FLUP &#8211; RJ<br />
Endereço: Praça Mauá, 5 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 20081-240)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Espetáculo PEBA participa da Ocupação LabCrítica no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 13:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19445" aria-labelledby="figcaption_attachment_19445" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/PEBA_Renata-Pires04.jpg"><img class="size-medium wp-image-19445 " alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/PEBA_Renata-Pires04-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É uma pesquisa de muitos anos e que tem um processo de amadurecimento. Tem um caminho que já foi livro-objeto, workshop e seminário&#8221;, relembra Iara Sales</p></div>
<p>Os artistas Iara Sales, Sérgio Andrade e Tonlin Cheng apresentam &#8220;PEBA&#8221;, no próximo sábado (12) e domingo (13), no Teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro, durante a Ocupação LabCrítica. As apresentações são resultado de uma pesquisa sobre fronteiras e trânsitos entre as culturas populares dos estados de Pernambuco e Bahia, e marcam o início da circulação de PEBA pela América Latina, que inclui Uruguai, Colômbia e Argentina. A circulação e a residência artística contam com incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco.</p>
<p>Além de apresentar o espetáculo,  durante a itinerância, os artistas produzem um documentário sobre &#8220;PEBA&#8221;, ministram o workshop &#8220;Performar______ materiais&#8221; e participam do programa de residência artística Lugar a Dudas, em Santiago de Cali (Colômbia). A Ocupação LabCrítica também conta com a apresentação da obra “Brinquedos para esquecer ou práticas de levante”, de Lidia Larangeira, no dia 11 de outubro, às 20h.</p>
<div id="attachment_26734" aria-labelledby="figcaption_attachment_26734" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Iara-Sales-em-PEBA_foto-de-Lara-Per_Labfoto_VIVADANCA-2015_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-26734" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Iara-Sales-em-PEBA_foto-de-Lara-Per_Labfoto_VIVADANCA-2015_01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto surgiu como pesquisa em 2013 intitulado &#8220;PEBA: Transmutações do corpo brincante entre Pernambuco e Bahia&#8221;</p></div>
<p>O projeto surgiu como pesquisa em 2013 intitulado &#8220;PEBA: Transmutações do corpo brincante entre Pernambuco e Bahia&#8221;. &#8220;É uma pesquisa de muitos anos e que tem um processo de amadurecimento. Tem um caminho que já foi livro-objeto, workshop e seminário&#8221;, relembra a bailarina Iara Sales.</p>
<p>A montagem teve temporada itinerante pela região metropolitana do Recife em 2015 e circulação nacional em 2016, passando pelas cidades de Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Santo Amaro (BA), Maragogipe (BA), Cachoeira (BA), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e João Pessoa (PB).<br />
CIRCULAÇÃO &#8211; Além da apresentação no Rio de Janeiro (Brasil) durante a Ocupação LabCrítica no Teatro Cacilda Becker/ FUNARTE, a circulação de PEBA passa por Montevidéu (Uruguai) – no Seminário Cuerpo y Creación, prácticas universitárias, do Instituto Escuela Nacional de Bellas Artes/ UDELAR; Cali (Colômbia) – na residência Lugar a Dudas; La Plata (Argentina) – no Festival AÚRA; e Buenos Aires (Argentina). Em Cali, os artistas também realizam o projeto Rehacer – 10 años después en Lugar a Dudas, no programa de residência artística Lugar a Dudas; já em Montevideo e La Plata, realizam ainda o workshop &#8220;Performar ______ materiales&#8221;, destinado a artistas e estudantes de dança.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></strong><br />
<em>&#8220;PEBA&#8221;, com Iara Sales, Sérgio Andrade e Tonlin Cheng</em><br />
Sábado (12), às 20h | Domingo (13), às 19h<br />
Teatro Cacilda Becker (Rua do Catete, 338, Catete, Rio de Janeiro)<br />
Gratuito<br />
Mais informações: <strong><a href="https://labcritica.com.br/peba-2/" target="_blank">https://labcritica.com.br/peba-2/</a></strong></p>
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		<title>Fórum Nacional dos Secretários de Cultura lança manifesto em defesa da Ancine</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Aug 2019 15:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ancine]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura posiciona-se em defesa inarredável da Agência Nacional de Cinema – ANCINE, unindo forças que mantêm vivas e fazem crescer o audiovisual brasileiro, vítima de graves ameaças, sob o pretexto de um radical moralismo, inclusive, com claros indícios do retorno à censura. O Manifesto do Fórum [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura posiciona-se em defesa inarredável da Agência Nacional de Cinema – ANCINE, unindo forças que mantêm vivas e fazem crescer o audiovisual brasileiro, vítima de graves ameaças, sob o pretexto de um radical moralismo, inclusive, com claros indícios do retorno à censura.</p>
<p>O Manifesto do Fórum se fundamenta na Constituição Federal Cidadã de 1988, que assim reza: “(&#8230;) É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação independentemente de censura ou licença (&#8230;)”. Proclama, ainda, a Carta Magna, no seu Artigo 5º, ser cristalino, soberano o direito de pensar e de exprimir, livremente, ideias e criações artístico-culturais, o que também se materializa na:</p>
<p>- Independência e fortalecimento institucional da ANCINE, com todas as finalidades para as quais ela foi criada;</p>
<p>- Recomposição do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual e permanência de sua vinculação à ANCINE;</p>
<p>- Garantia de que os recursos dos Editais publicados sejam assegurados aos produtores e aos que artistas contemplados, com a revogação da Portaria no. 1.576, de 20 de agosto de 2019, publicada no Diário Oficial da União no dia 21 de agosto de 2019, que suspende os termos do Edital “BRDE/FSA PRODAV” para a programação em TVs públicas, lançado em 13 de março de 2018, Portaria esta que provocou o pedido de demissão do Secretário Especial de Cultura, Henrique Pires, com quem nos solidarizamos, diante da digna atitude de se interpor ao retrocesso e não compactuar com a volta da censura no Brasil.</p>
<p>Exposto o que é publicamente manifesto, no desejo de diálogo com as autoridades e dirigentes competentes sobre o assunto, nós, que trabalhamos e lutamos pelo respeito à cultura, abaixo assinamos:</p>
<p style="text-align: right;">Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2019.</p>
<p>Ursula Vidal<br />
<strong>Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura e Secretária de Cultura do Pará</strong></p>
<p>Gilberto Freyre Neto<br />
<strong>Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco</strong></p>
<p>Manoel Pedro<br />
<strong>Presidente da Fundação de Cultura e Comunicação do Estado do Acre</strong></p>
<p>Paulo Pedrosa<br />
<strong>Superintendente de Fomento da Secretaria de Cultura do Estado de Alagoas</strong></p>
<p>Arany Santana<br />
<strong>Secretária de Cultura do Estado Bahia</strong></p>
<p>Fabiano dos Santos Piúba<br />
<strong>Secretário de Cultura do Estado Ceará</strong></p>
<p>Adão Cândido<br />
<strong>Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal</strong></p>
<p>Fabrício Noronha<br />
<strong>Secretário de Cultura do Estado de Espírito Santo</strong></p>
<p>Edival Lourenço<br />
<strong>Secretário de Cultura do Estado de Goiás</strong></p>
<p>Anderson Lindoso<br />
<strong>Secretária Adjunta da Secretaria de Cultura do Estado Maranhão</strong></p>
<p>Mara Caseiro<br />
<strong>Presidente da Fundação de Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul</strong></p>
<p>Marcelo Matte<br />
<strong>Secretário de Cultura e Turismo do Estado de Minas Gerais</strong></p>
<p>Damião Ramos Cavalcante<br />
<strong>Secretário de Cultura do Estado da Paraíba</strong></p>
<p>Eliette Vilela<br />
<strong>Diretora Técnica da Superintendência de Cultura do Estado do Paraná</strong></p>
<p>Fábio Novo<br />
<strong> Secretária de Cultura do Estado Piauí</strong></p>
<p>Ruan Lira<br />
<strong>Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro</strong></p>
<p>Crispiniano Neto<br />
<strong>Diretor Geral da Fundação José Augusto do Estado do Rio Grande do Norte</strong></p>
<p>Beatriz Araújo<br />
<strong> Secretária de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>Jobson Bandeira dos Santos<br />
<strong>Superintendente de Cultura do Estado de Rondônia</strong></p>
<p>Ana Lúcia Coutinho<br />
<strong> Presidente da Fundação de Cultura do Estado de Santa Catarina</strong></p>
<p>Evandro Milhomen<br />
<strong>Secretário Cultural do Amapá</strong></p>
<p>Maria Conceição Vieira Santos<br />
<strong> Presidente da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe</strong></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Um homem sentado no corredor&#8221; representa Pernambuco na Mostra do Filme Livre (RJ)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/um-homem-sentado-no-corredor-representa-pernambuco-na-mostra-do-filme-livre-rj/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/um-homem-sentado-no-corredor-representa-pernambuco-na-mostra-do-filme-livre-rj/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2017 17:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=46987</guid>
		<description><![CDATA[A Mostra do Filme Livre (RJ) - que começou na última quarta-feira (29) e ocupará o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) até o final de abril &#8211; contará na sua programação com a exibição do segundo longa-metragem do diretor pernambuco Felipe André Silva, Um homem sentado no corredor. Único representante do Estado de  Pernambuco na mostra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A <strong><a href="http://mostradofilmelivre.com/17/" target="_blank">Mostra do Filme Livre</a> </strong>(RJ)<strong> -</strong> que começou na última quarta-feira (29) e ocupará o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) até o final de abril &#8211; contará na sua programação com a exibição do segundo longa-metragem do diretor pernambuco Felipe André Silva, <a href="http://mostradofilmelivre.com/17/agenda.php?c=14799" target="_blank"><strong><em>Um homem sentado no corredor</em></strong></a>. Único representante do Estado de  Pernambuco na mostra competitiva de longas, o filme será exibido nesta sexta-feira (31), às 18h30, no CCBB, e terá acesso gratuito. Após a exibição da obra, haverá um debate com o diretor.</p>
<div id="attachment_46995" aria-labelledby="figcaption_attachment_46995" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/homem7_25235530409_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-46995  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/homem7_25235530409_o-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O filme foi rodado com um orçamento bem reduzido</p></div>
<p><em>Um homem sentado no corredor</em> surpreende não só a nível conceitual e estético, como também nos aspectos técnicos. Rodado com orçamento muito abaixo do comum, o financiamento do longa foi conquistado através de uma campanha de doação pela internet. &#8220;O filme foi pensado para ser possível de se realizar sem verba, mas deixamos uma vaquinha aberta para receber possíveis contribuições. Ficamos até surpresos com o retorno, muita gente com quem eu não tinha tanto contato se interessou em colaborar. Acho que isso se deve um pouco a projeção que eu tinha conseguido com <em>Santa Mônica</em> (seu primeiro longa)&#8221;, conta o diretor Felipe André Silva.</p>
<div id="attachment_47000" aria-labelledby="figcaption_attachment_47000" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/17156053_10210461243260470_2872701928564848612_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-47000  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/17156053_10210461243260470_2872701928564848612_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Felipe André Silva</p></div>
<p>Felipe conta também que o trabalho surgiu de um momento de bloqueio criativo. &#8220;Depois de fazer <em>Santa Mônica</em>, passei um tempo sem inspiração e fui procurar em outros lugares que não o cinema. Tentei música, fotografia, e quando voltei pro teatro, que era uma linguagem que havia abandonado muitos anos antes, me surgiu essa ideia de escrever sobre como o relacionamento interpessoal é um espaço de criação e performatividade, como dialogar é criar um personagem&#8221;, lembrou o diretor sobre o desenvolvimento da ideia do filme.</p>
<p>Silêncio, olhares, espaços geográficos e emocionais, essa são as principais  linhas narrativas do filme. A ficção propõe uma reflexão sobre as condições sociais cotidianas e tenta mostrar quais seriam os limites entre o universo do ator, do palco, do set, e a sua vida além da arte. &#8220;O grupo de teatro é uma síntese de um espaço onde essas questões de representação e criação se tornam uma coisa palpável, onde você é obrigado a entender como é ser outra pessoa&#8221;, contou o cineasta.</p>
<p>Confira o <em>teaser</em> do longa:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kZLAOxUto7k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Teatro Experimental de Caruaru vence Festival Nacional no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 13:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13º Festival Nacional de Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Alto da Compadecida]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[Duque de Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[ *Com informações da Assessoria Realizado há seis anos pelo grupo TEA – Teatro Experimental de Arte, de Caruaru, o espetáculo ‘Auto da Compadecida’, que no último sábado (22) encerrou o 13º Festival Nacional de Teatro, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, recebeu da organização do evento os prêmios de “Melhor Espetáculo”, “Melhor Figurino” [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-no-RJ-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41405" alt="Foto: Ryan Júnior/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-no-RJ-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"> *<em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Realizado há seis anos pelo grupo TEA – Teatro Experimental de Arte, de Caruaru, o espetáculo ‘Auto da Compadecida’, que no último sábado (22) encerrou o 13º Festival Nacional de Teatro, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, recebeu da organização do evento os prêmios de “Melhor Espetáculo”, “Melhor Figurino” e “Melhor Ator Coadjuvante”, para Rosbergg Alexsander. O espetáculo também concorreu na categoria “Melhor Direção”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Esses prêmios apenas coroam uma trajetória de muita batalha do elenco e do TEA. A importância dessa conquista é a de mostrar que temos em Caruaru e no agreste pernambucano a possibilidade de criar algo com qualidade a nível nacional. Não devemos nada ao Sudeste/Sul&#8221;,</em> destaca o ator e cineasta Túlio Beat, integrante do elenco. O TEA, que é ponto de cultura reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco, estará promovendo no próximo dia 5 de dezembro, na cidade de Taperoá, na Paraíba, uma encenação do espetáculo aberta ao público. O momento será de celebração das conquistas e também uma homenagem póstuma a Ariano Suassuna, autor da peça teatral.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-no-RJ-26.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41406" alt="Foto: Ryan Júnior/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-no-RJ-26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">O espetáculo, com texto de Ariano Suassuna, aborda a saga de João Grilo e Chicó através de elementos da cultura popular pernambucana, como o folguedo Cavalo Marinho. Em 2009, a peça foi vencedora do Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro. Compõem o elenco David Gadelha (João Grilo), Jackson Freire (Chicó e Demônio), Rosbergg Alexander (Padre e Palhaço), Túlio Beat (Severino de Aracaju), Mandy Freire (Mulher do Padeiro), Ícaro Raphael (Padeiro), Edson Barros (Cabra e Encourado), Pedro Henrique Gonçalves (Major Antônio Morais e Jesus), David Lucas (Sacristão), Paulo César (Bispo), Maria Lima (Compadecida). O ‘Auto da Compadecida’ é dirigido por José Carlos, possuindo os trabalhos técnicos de execução de luz de Vanderson Santos, e registros fotográficos por Ryan Júnior.</span></p>
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		<title>&#8216;Auto da Compadecida&#8217; encerra festival no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 17:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13º Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo ‘Auto da Compadecida’]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[TEA - Teatro Experimental de Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunindo diversos elementos da cultura popular, como o folguedo do Cavalo Marinho, o espetáculo ‘Auto da Compadecida’, realizado pelo grupo TEA – Teatro Experimental de Arte, estará participando no próximo sábado (22), do encerramento do 13º Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A apresentação, que acontece às 19h, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-TEA-Caruaru.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41188" alt="Foto: Vanderson Santos/Ryan Junior" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/Auto-da-Compadecida-TEA-Caruaru-607x469.jpg" width="607" height="469" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Reunindo diversos elementos da cultura popular, como o folguedo do Cavalo Marinho, o espetáculo ‘Auto da Compadecida’, realizado pelo grupo TEA – Teatro Experimental de Arte, estará participando no próximo sábado (22), do encerramento do 13º Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A apresentação, que acontece às 19h, no Teatro Raul Cortez, visa demonstrar ao público do festival a diversidade da cultura pernambucana reunida na peça pelo escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, falecido em 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 6 anos de atuação, circulando em diversos festivais de teatro a nível nacional e ganhando em 2009 o Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro, a encenação ‘Auto da Compadecida’ no evento, tendo como principal referência a saga de João Grilo e Chicó, significa mais uma conquista dentre várias que a equipe técnica já adquiriu. <em>“Estamos em uma fase importante para a continuidade no circuito de convites para grandes festivais. Recentemente nos apresentamos em Salvador e nossa representação teatral tem sido bastante empolgante em todos os estados que já passamos até o momento”</em>, destaca Pedro Henrique Gonçalves, ator e um dos produtores da peça.</p>
<p style="text-align: justify;">No elenco, o espetáculo conta com os atores David Gadelha (João Grilo), Jackson Freire (Chicó), Rosbergg Alexander (Padre e Palhaço), Túlio Beat (Severino de Aracajú), Mandy Freire (Mulher do Padeiro), Ícaro Raphael (Padeiro), Edson Barros (Cabra e Encourado), Pedro Henrique Gonçalves (Major Antônio Morais e Jesus), David Lucas (Sacristão), Paulo César (Bispo), Maria Lima (Compadecida). A direção é de José Carlos e a execução de luz é de Vanderson Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>TEA &#8211; </b>Fundado em 1962, pelos idealizadores Argemiro Pascoal e Arary Marrocos, o TEA (Teatro Experimental de Arte) desenvolve um trabalho permanente de formação através de suas oficinas de teatro no agreste pernambucano. Em 2008, foi nomeado pelo Governo de Pernambuco com o título de Patrimônio Vivo, sendo Ponto de Cultura e realizador de um dos festivais mais relevantes do Nordeste (o FETEAG – Festival de Teatro do Agreste).</p>
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